Este blog andou paradinho. Culpa de tanta correria, mas é preciso retomar fôlego.
Hoje tem espetáculo na Estação Ferroviária: dança, música a teatro juntos, celebrando os tais 100 anos da chegada do trem e a elevação de Caxias à condição de cidade. Confio na competência da Ana Fuchs, que assina a direção geral. Mas, confesso, que a grandiloquencia da proposta me assusta. A conferir!
O que vale dizer também é que, enfim, começa-se a tratar a Estação como espaço cultural com atividades para o público em geral, além dos ótimos espaços para a leitura que lá já existem. Demorou!
Já escrevi várias vezes sobre isso, mas não vou deixar de repetir: de um lado do Largo da Estação, a revitalização começou há anos. Do outro lado, onde tem a mão do poder público, tudo demora mais.
Mas, enfim, valendo-me de um adágio (sic) popular, antes tarde....
Também convido os leitores para conferir a revista 135 Anos de Cultura, encartada na edição desta terça-feira do Pioneiro. É um trabalho que divido com minha parceirona aqui na redação (e minha interina também), a Tríssia Ordovás Sartori. Conversamos com nonos e nonas, falamos com uma galera jovem. Tentamos aproximar passado e presente, registrando um pouquino do que é hoje esta Serra gaúcha.
O material tem como cereja os artigos da Cleodes, da Vitalina, da Ana Elísia, do Paviani e do Pozenato. Um luxo acadêmico.
E também gosto muito de termos colocado como trilha sonora dos programas de tevê (amanhã, quinta e sexta, durante o Jornal do Almoço, na RBS TV) um hip hop da moçada do Poetas Divilas, que pode ser conferido no Pioneiro.com. Tem um sentido de inclusão da nova Caxias que ferve nas bordas, nas periferias. São os novos caxienses, os novos migrantes. E eles também têm muito o que dizer.