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Guigo Dedecek exercita linguagem fotográfica

20 de dezembro de 2014 0

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Nesta semana, na edição impressa da coluna de quinta-feira, registrei o trabalho do fotógrafo Guigo Dedecek, autor das imagens acima e abaixo, de divulgação. Formado pelo curso de Fotografia da UCS, ele tem 23 anos e vive em Caxias há 4. Está há um ano trabalhando profissionalmente.

Desde pequeno ele teve afinidade com trabalhos manuais, além de interesse pela pintura, desenho e artes em geral e, vindo para Caxias, começou a buscar mais referências, trabalhou com photoshop, organizando informações de forma autodidata.

Como afirma ter dificuldade para se expressar, Guigo começou a criar algumas edições de imagens para se comunicar, organizando visualmente alguns princípios de suas expressões em torno de temas como os movimentos feministas, gays, e a favor da liberdade de expressão. A linguagem tem muitas referências, da música em especial  — cita Die Antwoord, M.I.A., e Elliphant.

— Apesar de digital, é (um trabalho) muito manual também  — explica Guigo.

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Projeto de arquitetos de Caxias ganha menção honrosa

19 de dezembro de 2014 0

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A imagem acima, feita pelo Estúdio Butiá, reproduz um dos ambientes do projeto de cinco arquitetos caxienses que recebeu Menção Honrosa no Concurso do Projeto para a Sede do Museu da Imagem e do Som (MIS PRO), no Rio de Janeiro. Quem desenvolveu a proposta foram os arquitetos Eduardo Bavaresco, Greice Portal, Matias Vazquez, Rodrigo Romanini e Rodrigo Salvati.

O concurso, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, faz parte de um plano em desenvolvimento para tornar o MIS referência internacional sobre a cultura brasileira. O complexo museológico ocupará dois prédios: uma nova sede será construída em Copacabana e a estrutura administrativa, localizada na Lapa, será transformada no MIS PRO. O trabalho caxiense concorreu com outras 53 propostas.

Na concepção, os arquitetos atentaram ao fato de que a Lapa é uma região cultural, por onde circulam democraticamente diferentes camadas sociais. Por isso, os acessos buscaram configurar o local como uma extensão da rua, reiterando que o museu é um espaço público e acessível. Entre os destaques estão o “tubo”, um integração espacial do conjunto localizado no mezanino e as vias de circulação, que proporcionam aos visitantes mobilidade nos diversos espaços, como praça interna, ilhas de edição e estúdios, café e um auditório.

Animação mostra personagem de Ernani Cousandier, de Bento Gonçalves

18 de dezembro de 2014 0

Foi um presente ver um personagem sair de uma tira para virar uma animação. Assim, o personagem Valter, criado pelo cartunista Ernani Cousandier, de Bento Gonçalves, ganhou vida no cinema, numa criação do argentino Marcos de Cousandier.

Os dois se conheceram por causa do sobrenome em comum. Aí Ernani mandou um exemplar de seu belo livro Nenhum Dia Sem Um Traço para a Argentina, presenteando o artista de lá.

A receptividade foi tanta, que Marcos criou uma animação, dando angulações cinematográficas, com direito a trilha e tudo, para o intrépido Valter. Como registrado na coluna impressa desta quinta-feira, eis aqui Valter na Biblioteca:

Ângela Detanico e Rafael Lain falam sobre seu trabalho segunda-feira em Caxias

17 de dezembro de 2014 0

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A imagem acima (de Adriana Franciosi) reproduz um detalhe da obra Alfabeto Infinito, exposto pela dupla de artistas caxienses Ângela Detanico e Rafael Lain no ano passado, no térreo da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. A instalação era é inspirada no astrônomo alemão Johann Bayer, que, em 1603, desenvolveu um sistema de classificação dos astros.

Os astros também inspiraram a escultura Vizinhança (abaixo, em foto de Guilherme Jordani, de divulgação), criada especialmente para a Casa & Cia, Mostra Serra, em outubro deste ano. Feita em aço com pontos de led, pesando 300 quilos, a peça representa as 30 estrelas vizinhas da Terra.

Com trabalhos com estes, através de pesquisas que partem do design e envolvem questões de Linguística e Semiótica, eles exploram códigos e sistemas de representação que envolvem imagem e palavra, sons e luzes, na tradição da arte ótica. Trabalhando entre o Brasil e a Europa, os dois artistas têm uma carreira de reconhecida projeção, com participações nas 26ª e 28ª Bienal de São Paulo, 10ª Bienal de Havana, Bienal de Veneza de 2007, 8ª Bienal do Mercosul.

Também receberam o prêmio Nam June Paik, de arte e mídia na Alemanha, em 2004. Também são verbetes no ABC Arte Brasileira Contemporânea, que destaca a dupla entre os 86 artistas nascidos entre 1960 e 1985 com maior destaque no Brasil e fora dele.

Tudo isso justifica o bem vindo papo marcado com os dois segunda-feira próxima, às 19h30min, na Galeria de Arte Gerd Bornheim. O encontro é promovido pelo  Bacharelado em Artes Visuais da UCS, com coordenação de Silvana Boone.

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Jayme Rocha festeja 20 anos de rock sexta em Caxias

16 de dezembro de 2014 0

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Aviso ao fã clube do cara: sexta-feira o DJ, hamburgueiro (sic) e roqueiro Jayme Rocha (acima, em foto de divulgação de Thay Andrade) comanda a Festa Baú do Rock,  às 23h, no espaço onde funcionava no antigo Havana, junto ao Largo da Estação, em Caxias.

Reproduz ao vivo o clima do programa que apresenta às quintas-feiras, às 22h, na UCS FM. A seleção musical inclui, claro, grandes hits do rock. São 20 anos de estrada que ele festeja tocando sons que certamente não deixarão ninguém parado. Tem ingressos para vender na hamburgueria dele, no Centro.

 

 

Rolling Stones dia 10 de novembro de 2015 em Porto Alegre

14 de dezembro de 2014 1

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Está na coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo deste domingo, e a gente reproduz para os fãs daqui e de acolá: Foram confirmadas, sexta, as novas datas dos shows do Rolling Stones no Brasil. O grupo inglês abre a turnê, em Porto Alegre, dia 10 de novembro. No dia 14, o show será no Maracanã, no Rio. Dias 18 e 20, em São Paulo. Há ainda um quinto show sendo disputado por Recife e Belo Horizonte.

Foto: Divulgação

 

 

Coro, piano e batucada em Caxias neste domingo

13 de dezembro de 2014 0

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Programa bacana reunindo música coral, piano e batucada neste domingo, às 19h, junto ao Moinho da Estação, no porão das obras do Teatro Moinho da Estação, em Caxias: o Coro Juvenil do Moinho vai se apresentar seu repertório de canções natalinas, incluindo algumas obras incluídas nos concertos realizados ao longo do ano.

A noite terá também a presença do grupo Zingado. O espetáculo inclui acompanhamento de piano, tocado por Alberto Herrera. A regência e direção artística do coral é de Cristiane Ferronato.

O Coro Juvenil do Moinho é autônomo, mantido pelos pais dos cantores e tem o apoio da Lynch Gestão Cultural. O coro é aberto a quaisquer interessados com idades entre 12 e 25 anos.

Para assistir, não há um valor de ingresso definido. A contribuição é espontânea.

Foto: Maurício Concatto, Divulgação

Músico de Caxias disputa vaga em festival da Escandinávia

12 de dezembro de 2014 0

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Trabalhando seu primeiro single You Need To Believe, que integra o projeto solo, Marenna, o músico Rodrigo Marenna (acima, em foto de Gustavo Vara/Divulhação) participa de uma coletânea que reúne diversos artistas renomados, dentre eles Épica e Obituary, lançada neste mês na Europa, Estados Unidos e Japão, além do Brasil. O trabalho com clima de  hard rock melódico à anos 1990 pode ganhar uma janela internacional bem bacana.

A produção é assinada por Jonas Godoy, que também foi responsável pela gravação da guitarra base, teclados, baixo e backing vocals, a produção vocal foi conduzida por Arthur Appel, da banda Hard Breakers. Sasha Zavistanovicz, guitarrista da banda Underload, foi responsável pelos solos e Guilherme Mello, da banda Fighter, pela bateria.

Nesse pique, Marenna está disputando uma vaga para tocar no Sweden Rock Festival, em junho de 2015, em Sölvesborg, na Suécia. Único gaúcho na disputa, ele está entre 150 artistas do globo para concorrer a uma das quatro vagas para tocar no maior Festival de Rock da Escandinávia.  Mas a seleção final exige votos on line do público.

Abaixo, você confere o som de Marenna, que também integra a banda Lacross Rock. E para dar votar nele na seleção do  Sweden Rock Festival, clique aqui.

Grotesco com refinamento criativo vence prêmio UCS/Cootegal

10 de dezembro de 2014 0

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Eis um croqui que integra a coleção Esqueletos Perfumados, criada pela estudante de Tecnologia em Design de Moda Júlia Webber, que venceu o 7º Prêmio UCS/Cootegal terça-feira à tarde, no Campus 8 da UCS.

A roupa desenvolvida segue uma linha esguia inspirada no vestuário romântico masculino e buscou inspirações nas caveiras e tatoos do caxiense Ale Amorin, mais os artistas Jean Marc Laroche e Charles Baudelaire, derivando para a estética do grotesco.

A peça tem uma calça toda em tomas e a blusa tem a caixa torácica na frente e efeito de coluna vertebral atrás. Para construir essas estruturas, precisou-se que quase todo o tecido fornecido pela Cootegal fosse cortado em viés para permitir mais maleabilidade.

Foram sete metros de tecido. O couro usado nas luvas e joelheiras foi “tatuado”, com uma gravação definitiva feita com broca de dentista. Na coluna impressa desta quinta-feira, tem foto e outros detalhes do trabalho premiado com uma viagem a São Paulo, para conferir a feira Premiére Vision.

As duas menções honrosas do prêmio UCS/Cootegal foram para Betina Ascari Brochetto e Roberta Haefliger Martins.

 

 

Segue o debate sobre o hip hop

10 de dezembro de 2014 0

LOVE
Um homem negro de chapéu branco na cabeça é um pagodeiro? E um jovem vestindo bermuda larga e boné, um rapper? Como se reconhecer na paisagem urbana, tão profusa de estilos, posturas e opções musicais? Estereótipos confundem, conceitos prévios talvez atrapalhem o convívio da diversidade. Interpretações equivocadas e ações decorrentes disso às vezes geram conflitos.

Eis uma das conclusões que se tirou segunda-feira à noite, na Câmara de Vereadores, quando o movimento hip hop, vereadores, entidades, Guarda Municipal e Brigada Militar se reuniram para debater os acontecimentos da Batalha da Estação, dia 30 de novembro, no Largo da Estação (quando teria havido violência e agressões por ocasião de uma revista ao público que estava no Largo da Estação).

Saber se reconhecer, pactuar um convívio pacífico e se determinar a descobrir quantas sociedades existem dentro da tal ‘sociedade’ (sim, aqui há embate, estranhamento!) que ainda não vê ou não sabe da existência desse contexto sociocultural é uma meta. Instaurar sindicância para apurar se de fato houve agressões e excesso de autoridade, outra.

O território da cidade é de todos, mas alguns mapas desse pertencimento ainda não estão bem delineados. Como diria Spike Lee, que se faça a coisa certa.’