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Não perca o espetáculo Fole, nesta sexta, no Caxias em Movimento

31 de outubro de 2014 0

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Nesta sexta-feira às 20h, na sala de teatro do Ordovás, na programação do 5º Caxias em Movimento, tem apresentação do espetáculo Fole, com Michelle Moura (acima, em foto de Jonia Guimarães).

A respiração holotrópica, desenvolvida por Stanislav Grof, que acontece num set terapêutico, e consiste na respiração profunda e acelerada por duas horas, o bhastrika pranayama, rápida e curta, e o rhá pranayama, sequência que combina retenção de ar e um grito forte parte de práticas de yoga, são a base do processo de criação da coreografia, feita com patrocínio do Rumos Dança, do Itaú Cultural.

No trabalho, Michele aciona perturbações em seu estado físico que aumentam progressivamente ativando uma sequência de feedbacks. Esses movimentos produzem som, fisicalidades que geram emoção, sensações e vibrações. No ano passado, ela esteve por aqui com o excelente espetáculo Cavalo, verdadeiro transe performático no palco.

É o que se espera desta nova obra, que faz alegorias a à imagem de alguém que sofre-a-dor-que-fez-outro-sofrer, à dor física e moral dos negros e à dor de alguém que já não sabe mais como cuidar de si. Se você gosta de trabalhou ousados e de qualidade, não perca! A entrada é franca.

Festival Brasileiro de Música de Rua indicado ao Prêmio Brasil Criativo

30 de outubro de 2014 0

marcelo casagrandeX
Projeto potente desde que desde o início, com sua terceira neste ano atingindo um público de 25 mil pessoas, que assistiram a 67 shows em sete cidades da Serra, o Festival Brasileiro de Música de Rua foi selecionado para o Prêmio Brasil Criativo. Uma seleção justa, uma vez que o projeto das produtoras De Guerrilha e Varsóvia, desenvolvida agora também em parceria com o Sesc, difundiu música de qualidade em ruas, praças e palcos, promovendo também debates em torno da economia da música.

Dentre apresentações de artistas do Uruguai, Espanha, Chile e Brasil, teve também participação do grupo Tam Tam África, formado por integrantes do Senegal, como mostra a foto acima, de divulgação, feita por Marcelo Casagrande.

Organizado pelo coletivo Catraca Livre, o Prêmio Brasil Criativo é uma iniciativa que se propõe a destacar trabalhos, projetos e ações que qualificam a economia criativa do Brasil. A votação é popular, on line. Para saber mais sobre o prêmio e votar, clique aqui.

Lambe-lambe criativo espalha mensagens nas ruas de Caxias

29 de outubro de 2014 0

lambeb
Como registra a coluna impressa de hoje, eis um dos cartazes do projeto Somosinstantes. Eles estão colados em alguns pontos de Caxias. No conceito do quarteto que tem levado a ideia às ruas, a descrição diz:

“As paredes da cidade falam. Várias formas de expressão artística são encontradas hoje pelas ruas. Entre elas, encontramos o lambe-lambe, um cartaz com conteúdo artístico e/ou crítico colado em espaços públicos. É uma forma de intervenção criativa, com o poder de despertar as pessoas para reflexões que em geral não estão presentes no nosso dia a dia.”

A proposta é executada pela estudante de Publicidade e Propaganda Giulia Andreazza, a estudante de Design de Moda Betina Scholl, a professora de teatro Barbara Lorenzi e a estudante de Administração Laura Benelli. Elas trabalham a partir do questionamento “o que cada um de nós pode fazer pra mudar o mundo?”. A criatividade da ação já rendeu a elas menção honrosa no Salão de Artes do Campus 8 da UCS.

Série televisiva, disco e livro festejam 70 anos de Nelson Motta

27 de outubro de 2014 0

Motta_Cred Daniela Dacorso_média

Jornalista e produtor musical militante da música brasileira desde os anos 1960, Nelson Motta (acima, em foto de divulgação de Daniela Dacorso) chega aos 70 anos na quarta-feira e ganha muitas homenagens. Uma delas é a série inédita do Canal Brasil Nelson 70, que estreia justamente na quarta, às 20h30min, no Canal Brasil.

Com direção de Guto Barra, Tatiana Issa e Adriana Penna, o programa explora suas histórias e parcerias ao longo de décadas, além de regravações que serão lançadas em CD pela Som Livre. Ainda como parte dos lançamentos, Nelson Motta também lança As Sete Vidas de Nelson Motta, pela Foz Editora.

A atração televisiva conta com oito episódios de 25 minutos divididos por temas como o início das parcerias com Dori Caymmi, a música tema da novela Dancin´ Days, a entrada nos anos 80 junto com o pop de Lulu Santos e o rock brasileiro, e seus trabalhos com Marisa Monte e Ed Motta.

Com fotografia em preto e branco, a série reúne depoimentos de Lulu Santos, Roberto Menescal e Djavan, enquanto registra talentos que dão outra cara às suas canções. Entre eles, Lenine (Certas Coisas), Céu (De Repente Califórnia), Gaby Amarantos (Dancin Days), Ana Cañas (Perigosa) e Jorge Drexler (Como Uma Onda). Nelson Motta revela ainda histórias por trás de cada uma dessas composições e histórias de bastidores. Horário alternativo de reprise do programa será domingo, às 13h, e segunda, às 16h30.

Já a Som Livre lança no final de outubro um disco em homenagem aos 70 anos do Jornalista, escritor, produtor e diretor musical. Nelson 70 foca no letrista Nelson Motta, trazendo novas versões de sucessos assinados por ele e parceiros, de 1967 a 2014, interpretadas por artistas de diversos estilos. Nelson e a Som Livre têm relação de longa data, já que suas trajetórias tiveram um intenso caminho em comum, quando ele e João Araújo produziram trilhas sonoras de novelas.

Gravado pelos quatro cantos do país e também no exterior, o disco apresenta versões emocionantes como Lenine emprestando a voz em Certas Coisas, ao som da harpa de Cristina Braga; arranjos novos como em Você Bem Sabe, parceria entre Nelson Motta e Djavan, que ganha a interpretação voraz de Maria Gadú. A versão digital do disco trará a faixa bônus O Cantador, interpretada por Lisa Ono.

No Uruguai, Jorge Drexler cantou uma das músicas mais marcantes dos anos 80, Como Uma Onda, primeiro grande sucesso de Lulu Santos. Em Belo Horizonte, Fernanda Takai foi para o estúdio gravar De Onde Vens, primeira letra assinada por Nelson, aos 21 anos de idade, com Dori Caymmi.

As sete vidas de Nelson Motta é o livro que a editora Foz vai publicar quando o autor completa 70 anos. São memórias jornalísticas do repórter que começou aos 23 anos, no JB e logo em seguida na Última Hora, de Samuel Wainer, passando pela TV, o Manhattan Connection, as grandes reportagens que fez, como a viagem com os Rolling Stones na Europa, nos anos 80.

Filmes ibero-americanos em mostra no UCS Cinema a partir desta segunda

26 de outubro de 2014 0

cine

Começa nesta segunda-feira e vai até sexta, no UCS Cinema, a Mostra de Documentários Ibero-Americana Doctubre, IB. Todos dos os dias, às 17h, serão exibidos filmes de países latinos. As projeções não terão legendas em Português.

Na segunda, a atração é Circo, sobre uma família mexicana circense. Terça, tem Réquiem Para La Eternidad (foto) e El Casamiento, sobre o casamento de uma transexual uruguaia. Quarta tem Hombre Máquina, que reflete sobre humanismo e globalização, e Five Ways To Dario. Asamära e Purgatório - Un Viaje Al Corazón de La Frontera serão exibidos na quinta e, sexta-feira, tem dois títulos brasileiros: Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos e Efeito Reciclagem, sobre o submundo deste trabalho em São Paulo.

A entrada será franca. A mostra integra a Semana Acadêmica de Comunicação da UCS.

Cachorro Grande toca neste sábado, no Muinho, em Farroupilha

25 de outubro de 2014 0

ka_Crédito Cisco Vasques

Costa do Marfim, novo disco da banda Cachorro Grande (acima, em foto de Cisco Vasques, de divulgação), dá o tom do repertório do show que a moçada faz neste sábado, às 23h, no Muinho, em Farroupilha (Rua Marechal Floriano, 190, Centro).

Além dos hits do DVD Cachorro Grande Ao Vivo no Circo Voador e também o disco Baixo Augusta, a apresentação mostra a nova sonoridade da banda, que segue uma trilha psicodélica e com recursos eletrônicos. O trabalho foi produzido por Edu K.

Vencedores do Salão Campus 8 de artes

24 de outubro de 2014 0

Jéssica Martinotto Harpia
A imagem acima, da obra Harpia, de Jéssica Martinotto, mostra um dos quadros que deu à estudante do curso de artes visuais da UCS o primeiro lugar no 8º Salão Campus 8 – Cidades das Artes e 1º Prêmio Koralle. O trabalho destacado consiste em pinturas em acrílico sobre tela sobre folhas secas, nas quais registra imagens de pássaros.

O anúncio dos vencedores foi segunda-feira. O segundo lugar foi para Luana Beatriz Popp, também estudantes de Artes Plásticas, que apresentou a série de fotografias Ciclos (imagem abaixo). A terceira colocada foi Margarida Henz Vorges com o trabalho de impressão digital sobre papel denominado Em Algum Lugar.

Alana Nervo Gazola, Anderson Lopes, Margarida Henz Borges, Anne Lorandi Pagno, Betina Scholl, Giulia Andreazza, Carolina Preussler Nonemacher e Patrícia Cassol Pereira receberam menções honrosas. Foram 32 inscritos e 21 selecionados para a exposição que pode ser conferida até 31 de outubro, no hall inferior do Campus 8 e, de 11 a 22 de novembro, ocupará a sala de exposições temporárias do Ordovás.

Luana Popp

Edu K vira Boy Lixo em EP que sai em novembro

23 de outubro de 2014 0

Boy
Conforme a coluna impressa de hoje, o músico Edu K não para de se reinventar. A novidade agora é o lançamento, em novembro, do EP Boy Lixo. Como mostra a arte acima, ele segue na irreverência (preste atenção no 20çeduzir e na hashtag “boratransar”!). Este é o terceiro lançamento solo do gaúcho.

O som, segundo a divulgação, é “o subgrave monstruoso do mais novo gênero canibalizado pela famigerada Eletronic Dance Music (EDM): o TRAP, mais um dos subgêneros do hip-hop, domínio que sempre esteve presente na carreira do vocalista e fundador da influente Defalla”. O nome do trabalho, Boy Lixo, é corruptela de Boy Luxo. Curioso pelo que vem por aí.

Novo trabalho da Cia. de Dança sinaliza potência para novos percursos

22 de outubro de 2014 0

sia

Uma das marcas do coreógrafo Luis Ferron é a construção de diálogos artísticos. Faz isso em terreiros e quadras de escola de samba, abrindo alternativas para a dança contemporânea. Propõe diálogos e passos partilhados entre bailarinos e público. Na perspectiva da horizontalidade, de namoro com o site-specific, Discotheque, que a Cia. Municipal de Dança de Caxias mostrou pela primeira vez terça-feira à noite, no Moinho da Cascata, reafirma a linguagem de Ferron em parceria com o elenco caxiense.

O novo trabalho da Cia. ressalta as diferentes informações de dança de seus integrantes. Em meio ao público, vemos dança de salão, hip hop, jazz e tantos e tais. Esse hibridismo é marca da formação. Assim, dançam a memória corporal de cada intérprete e a história da companhia.

É significativo, também, a mistura entre artistas e público. Cena de integração necessária a um corpo artístico oficial. E há, ainda, um olhar para o contexto gaúcho, um óculos que foca tempo-espaço em passos trocados de chula, um hit gaudério “rappeado”, a aurora precursora de alguma liberdade de trânsito. Por sinalizar potência para novos percursos da Cia., Discotheque enverga um enfoque coreográfico relacional que resulta num importante (re)encontro artístico.

Foto de Antonio Lorenzett, Divulgação

Blog traz dois trabalhos do Rumos Dança para o Caxias em Movimento

22 de outubro de 2014 0

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O 5º Caxias em Movimento, que começa sexta-feira, terá dois trabalhos do programa Rumos Dança, do Itaú Cultural.

Sobre expectativas e promessas, de Alejandro Ahmed (acima, em foto de Cristiano Prim), do Grupo Cena 11, de Florianópolis,  será apresentado terça-feira, às 20h, no Teatro Pedro Parenti, explora possibilidades de relações entre discursos da dança contemporânea e sua corporeidade. No solo, ele busca reconhecer as marcas dos processos de criação ao longo da trajetória da companhia que, em 2013, comemorou 20 anos de existência. O trabalho é uma investigação em dança, que propõe a gestão do movimento para um encontro com o passado, não o passado histórico, mas aquele que instaura novas possibilidades a cada instante.

Outra atração é Fole, com Michelle Moura (abaixo, em foto de Caroline Moraes), de Curitiba, que será apresentado dia 31, às 20h, na sala de teatro do Ordovás. Ela esteve em Caxias no ano passado, com o espetáculo Cavalo. Nesta nova obra, a respiração acelerada produz alterações psicofísicas, mantendo assim um processo de constante atualização de sensações: movimento que produz ar, que produz som, estímulos físicos que geram emoção, sensações rítmicas que criam palavras, que criam vibrações.

A vinda destes espetáculos a Caxias resulta de uma articulação do blog 3por4 com Rumos, na tentativa de trazer espetáculos inovadores ao festival. Os dois trabalhos estão percorrendo festivais e mostras com boa acolhida do pública o ótima receptividade da crítica. As apresentações são gratuitas.

Fole_MichelleMoura_Alta-CarolineMoraes (2) (1500x996)