Na passagem de março para abril, a Sondagem Industrial da Fiergs mostrou retração no volume de produção, número de empregados e uso da capacidade instalada. Todos os itens ficaram abaixo de 50 pontos, o que significa desaceleração. Esses itens são consequência e causa da alta nos estoques, que voltaram a crescer.
Segundo o presidente da Fiergs, Heitor Müller, a combinação de estoques altos e atividade fraca não é um bom prognóstico para a indústria gaúcha, que já opera abaixo da capacidade usual há 13 meses. As empresas, então, diminuem a produção para escoar as mercadorias em excesso.
Projetando os próximos seis meses, as avaliações dos empresários são ligeiramente positivas para a demanda, as exportações, o emprego e a compra de matérias-primas.
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