Concessionárias de ferrovia estão sendo obrigadas a recuperar linhas que estavam abandonadas. No Rio Grande do Sul, os trechos Cacequi-Livramento e Santo Ângelo-São Luiz Gonzaga devem ser entregues em agosto, segundo o deputado federal Jerônimo Goergen, vice-presidente da Frente Parlamentar das Ferrovias.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres fez a exigência para três concessionárias após deliberação da Frente Parlamentar. São 5 mil quilômetros no País. Segundo Goergen, até então, a malha era reformada até uma cota mínima exigida.
No Sul, vale para a empresa América Latina Logística. A empresa foi contatada, mas não deu retorno ainda.
Veja os trechos da Malha Sul que serão reformados:
Trecho: Maringá – Cianorte; Extensão: 92 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Santo Ângelo – Cerro Largo – São Luiz Gonzaga; Extensão: 106 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Santiago – Dilermando Aguiar; Extensão: 142 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Entroncamento – Livramento; Extensão: 156 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Presidente Epitácio – Presidente Prudente; Extensão: 104 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Morretes – Antonina; Extensão: 16 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Santiago – São Borja; Extensão: 160 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Marques dos Reis – Jaguariaíva; Extensão: 210 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Passo Fundo – Cruz Alta; Extensão: 194 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Mafra – Porto União; Extensão: 242 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: Porto União – Passo Fundo; Extensão: 173 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Trecho: São Luiz Gonzaga – Santiago; Extensão: 115 km; Concessionária: ALL Malha Sul;
Ramal de Cachoeira do Sul; Extensão: 6 km; Concessionária: ALL Malha Sul.
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Está mais que na hr do govergo cobrar dessas empresas,pq o trem vai ser muito importante no futuro muito proximo...Chega de exploração.
Finalmente a ANTT criou vergonha na cara em cobrar esta medida. O abandono das ferrovias gaúchas foi o maior crime, não apenas em relação ao patrimonio cultural, (estações históricas abandonadas e depredadas) mas também, economicamente e socialmente. Com as ferrovias em funcionamento teriamos mais competitividade, custos menores e evitado tantas mortes nestes anos todos.
Como recuperação do patrimonio, vale a pena ver o trabalho realizado na estação de Santiago e a reurbanização da Vila Belga em Santa Maria. Bons exemplos a serem seguidos.
Abraços,
Arq. Decio
Aqui em Bento Gonçalves, a ferrovia atravessa o centro da cidade e é um deposíto de lixo (inclusive humano, pois serve de esconderijo de assaltantes e viciados) e está abandonada ha dezenas de anos. Está na hora de providências.
Gostaria de saber se foi concluido os serviços de recuperação da linha no trecho Livramento-Cacequi. Com relação a Estação de Livramento já iniciaram os serviços de restauração do prédio.
O trecho Livramento a Cacequi, esta com a recuperação em andamento, mas ainda acho que falta muito, visto que tem muito material parado e pouca mão de obra. Como é importante entrada para o Mercosul, deveria ser melhor administrada. Imagino que seria de fundamental importância na diminuição dos preços para toda a região. Pena que ainda trabalha-se na troca de dormentes na força do braço, deixando que máquinas agilizasse o serviço.