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Prédio com placas solares vai gerar metade da energia consumida por cooperativa

16 de maio de 2016 1
Fotos: Divulgação.

Fotos: Divulgação.

 

R$ 300 mil foi o valor a mais investido pelo SICOOB Ecocredi no prédio que está inaugurando nesta segunda-feira em Três Coroas para produzir energia solar. Elevou o aporte financeiro na obra em 30%, mas a direção espera recuperar este investimento em sete anos, economizando 50% da conta mensal de energia.

- São 184 placas fotovoltaicas. Geram em média 69.030 kWh/ano. O equipamento é importado, mas a empresa responsável pelo projeto é de Porto Alegre. A EPI Energia Projetos e Investimentos. – informa o presidente do SICOOB Ecocredi, Analdo Moraes.

O prédio tem ainda outras iniciativas na área da sustentabilidade. A iluminação do complexo irá explorar ao máximo a luz natural. Também as janelas foram dimensionadas e posicionadas para possibilitar o que chamam de ventilação cruzada.

E tem mais para reduzir o impacto ambiental: Formas plásticas reduzem o consumo de madeira e blocos de concreto leve aumentam o isolamento térmico das salas. Já estão sendo instalados equipamentos que reduzirão o consumo de água e o elevador terá uma tecnologia diferenciada para menor consumo de energia.

 

formas plastico

 

Leia mais: Equipamento para gerar energia solar em residências parte de R$ 10 mil

Custo e falta de incentivo atrasam energia solar no Brasil

 

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Comentários (1)

  • Teresinha Winter diz: 16 de maio de 2016

    Enquanto isso, neste país de ricos, estamos pagando a luz mais cara do mundo. Essas empresas que fabricam ou importam equipamentos para gerar energia é que deveriam ter SUBSÍDIOS e corte de impostos e não empresas que muito pouco contribuem para a população. Sim, as empresas subsidiadas com DINHEIRO PÚBLICO, têm de prestar serviços relevantes à POPULAÇÃO, PESSOAS, POVO, HABITANTES, etc. e não ao governo, entendem? O custo-benefício tem de ser DIRETO e não passar por caminhos tortuosos, nos quais o dinheiro se perde e os contribuintes ficam chupando o dedo, como nesse caso. Quantas construções poderiam ser feitas já com esse equipamento? Quantas casas e prédios poderiam ser adaptados? Pois é. Os “interésses” são maiores.

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