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Varig Experience - Avião da década de 30 restaurado recebe visitantes em Porto Alegre

26 de julho de 2016 12

Boulevard Laçador - Varig Experience - Crédito Roberto Furtado 3 Boulevard Laçador - Varig Experience - Crédito Roberto Furtado 7

Fotos: Roberto Furtado / Divulgação.

Fotos: Roberto Furtado / Divulgação.

 

Saudosos da companhia aérea poderão visitar a exposição Varig Experience. O projeto foi colocado no Boulevard Laçador, em Porto Alegre.

É um avião Douglas DC-3 restaurado. Até 1971, fez parte da frota da companhia.

A aeronave já pode ser vista no Boulevard Laçador. As visitas são gratuitas durante os fins de semana, sábados e domingos, até o final de agosto. Recepcionistas vestidos com uniformes que reproduzem os originais orientarão os visitantes como se fossem comissários de bordo.

O avião pertence ao antigo Museu Varig, que funcionou até 2005. Atualmente, a preservação do acervo do museu está ao encargo do Instituto Museu Varig, fundado em 2015.

Endereço: Avenida dos Estados, 111 – Porto Alegre.

Horário: Sábados e domingos até 28 de agosto, das 12h às 18h.

Sobre a aeronave:

DC-3 PP-ANU:

Tipo: DC-3 178 (c/n 1545)
Primeira operadora: American Airlines (Agosto de 1936). Última operadora: Varig (1971).

“O PP-ANU é tido como um dos primeiros DC-3 fabricados no mundo. O Douglas DC-3 é um avião bimotor para uso civil que marcou uma nova era na aviação e se tornou o símbolo de tudo o que era moderno. Poucos aviões tiveram tanto impacto no mundo. Revolucionou o transporte de passageiros nas décadas de 1930 e 1940, popularizando os voos domésticos nos Estados Unidos. Após a Segunda Guerra Mundial, mais de 90% do tráfego aéreo era feito com este modelo de aeronave. Utilizava dois motores Pratt & Whitney de 14 cilindros, do tipo radial e refrigerado, desenvolvendo em média 270 km/h em voo de cruzeiro e 9 horas autonomia. Sua lotação máxima era de 32 passageiros e a cabine de comando formada por dois pilotos e um rádio telegrafista.”

Sobre a Varig:

A Varig (Viação Aérea Rio-Grandense) foi a primeira companhia aérea brasileira. Foi fundada em 1927, em Porto Alegre (RS). Entre 1950 e 1970, foi uma das maiores e mais conhecidas companhias aéreas privadas do mundo.

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Comentários (12)

  • Cristiano diz: 26 de julho de 2016

    Muito legal. Impressionante a evolução da velocidade de cruzeiro, hoje em dia os jatos andam 3 vezes mais rapido.

  • Marcio diz: 26 de julho de 2016

    Que tempo bom. Saudades da pioneira.

  • renato diz: 26 de julho de 2016

    Não sei se aplaudo ou se choro de tristeza.

  • Ederson Baumbach .*. diz: 26 de julho de 2016

    Estarei lá, com toda certeza!

    Que saudades dos tempos dos eventos “VARIG de portas abertas”.

  • Lauro Barbosa diz: 26 de julho de 2016

    Penso ser importante lembrar que a Varig tornou-se a principal empresa aérea nacional por um “canetaço” do presidente militar Castelo Branco, que extinguiu a principal companhia aérea do país, a Panair do Brasil, repassando todas suas rotas para a Varig. A Panair do Brasil era uma empresa aérea de excelência. Este ato deixou os funcionários da Panair do Brasil sem emprego e sem receber nada de indenização. Resumindo: A Varig nasceu de um ato ditatorial que tirou as rotas de uma grande companhia para dar de presente à uma companhia menor, em detrimento de centenas de empregos.
    Quem quiser conhecer mais dessa história … http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/02/caso-panair-completa-50-anos-ainda-sem-desfecho-judicial.html

  • Ricardo diz: 26 de julho de 2016

    Muito bom manterem a memória da última empresa de aviação civil do país que foi levada à falência pela irresponsabilidade administrativa, meu pai trabalhou nela, mas antes dela teve a Panair do Brasil que a ditadura matou!

    Poderiam tirar os aviões do museu no Rio e fazer uma feira itinerante para visitação em todo país, não só uma aeronave, mas todas, num rodízio de um mês em cada capital da federação, e quem quisesse algo a mais, um passeio de sobrevoo aos visitantes com um valor acessível à quem quisesse ter a sensação de como era viajar no passado!

    Tenho certeza que faltariam lugares para isso, eu ficaria contando os dias aqui em Floripa também, e o lucro poderia ser destinado ao museu e geraria vagas de trabalho, está aí uma ideia, pensem nela com carinho!

    Claro que no meu caso, por ter dado a ideia eu não pagaria! eheheh

  • Valdir Melchiors diz: 26 de julho de 2016

    Aqui em nossa cidade, Canarana/MT, existe um DC-3 exposto (monumento) em praça publica, como um dos simbolos da colonização gaúcha em nossa região durante a década de 70. https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=A0LEV2vSsJdXrvoAXPfz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8DYmYxBHBvcwMxBHZ0aWQDBHNlYwNzYw–?p=Canarana+Mt&fr=mcafee

  • Fraga diz: 26 de julho de 2016

    Este avião é o mesmo que fazia os passeios saindo do aeroclube de Belém Novo?

  • ENIO FALCÃO DE SOUZA diz: 26 de julho de 2016

    Vale lembrar que quem quebra grandes empresas, como foi o caso da VARIG,não é o governo por mais corrupto que possa ser, e sim, a incompetência e a má administração em CAUSA PRÓPRIA através de grandes negociatas e falcatruas dos seus administradores. Isto eu não vejo grandes comentários, inclusive onde andam seus responsáveis.

  • Diego diz: 26 de julho de 2016

    Sério que restauraram o PP-ANU? Que notícia boa! Da última vez que o vi, estava abandonado ao relento.

    Falem mais sobre esse Instituto, por favor.

  • NICOLINO BRUN diz: 26 de julho de 2016

    viajei nesse avião de PA – SP levou um dia inteiro e no dia seguinte seguimos viajem no mesmo avião até Alto Araguaia, MT, no ano de 1964, outro dia inteiro de viajem. Foi logo após o grande incêndio dos cafezais no Paraná. Parava em todas as currutelas possíveis.

  • Leonardo diz: 26 de julho de 2016

    Que legal ver o velho DC-3 do museu da Varig restaurado. É um sobrevivente dos tempos românticos da aviação. Visitei ele várias vezes na infância e adolescência. Depois que a Varig faliu, ele agonizou um bom tempo na sede do museu. Só não entendi uma coisa: ele chegou voando ou foi montado no local ? A exposição será permanente ?

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