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Reserva financeira - Se perder o emprego, teria dinheiro para viver quantos meses?

16 de agosto de 2016 4

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

 

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

 

Se você perder o emprego hoje, por quantos meses viveria com o dinheiro guardado?

Um ano? Um mês? Nenhum?

Os educadores financeiros falam em seis meses. Mas eu diria que, com a dificuldade que está para voltar ao mercado de trabalho, seria bom que o dinheiro economizado fosse suficiente para segurar as pontas por mais tempo.

E mais: poder pagar um curso de qualificação, de mudança de profissão ou mesmo para se manter em contato com outras pessoas.

É o que chamamos de reserva financeira. Com ela, lidamos com mais tranquilidade com imprevistos. Como a perda do emprego ou problemas de saúde.

O ideal mesmo seria que essa reserva financeira fosse algo separado dos investimentos para o longo prazo, como a aposentadoria. Seria um dinheiro para emergências, depositado em um aplicação de onde podemos sacar facilmente. E sem risco de ter prejuízo, como pagamento de multas ou pegar uma época de desvalorização, como pode ocorrer com ações na Bolsa de Valores.

O site Guia Bolso sugere a seguinte divisão:

A cada R$ 1000 que você ganha,

R$ 500 vão para gastos essenciais, como transporte e moradia.
R$ 150 vão para prioridades financeiras. Se tiver dívidas, pagar. Se não, fazer a reserva financeira.
R$ 350 para gastos que não são essenciais, mas que permitam que você aproveite a vida.

 

*** E disciplina! Isso é essencial. ***

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Comentários (4)

  • joao diz: 16 de agosto de 2016

    Isso é só teoria… na prática ninguém faz isso… filha isso é Brazillll… a inflação come o nosso salário e não sobra nada no final do mês !!

  • Luciano diz: 16 de agosto de 2016

    Fiz as contas: mantendo a média de consumo, daria para viver 38 meses.
    Cortando despesas, talvez mais.
    Acho que é hora de um período sabático! Hehehe!

  • Critico POA diz: 16 de agosto de 2016

    Olha isso é pra poucos, mas bota poucos nisso, justamente aqueles que não tem problema em perder o emprego, 95% dos trabalhadores que dependem do emprego, não tem como guardar tudo isso de valor e ainda ser um dinheiro separado de um previdência privada o que já é difícil de ter.

    É um absurdo achar que o brasileiro que vive com a corda no pescoço tenha como ter essa grana toda.

  • Susumu Kodai diz: 16 de agosto de 2016

    15% do salário para prioridades financeiras é pouco.

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