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Empresa do Sul cria cafeteira portátil que não precisa de energia elétrica

22 de novembro de 2016 3

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

 

cafeteira

 

A cafeteira Aram, fabricada e vendida por uma empresa de Curitiba, é sustentável e portátil. Dispensa o uso de energia elétrica, filtro de papel e cápsulas de café.

Para funcionar, é preciso só: pó do café e água quente.

O preparo é muito simples. Coloca o pó no compartimento, a quantidade de água indicada e usa a manivela para passar o café.

É o próprio usuário que faz o movimento com a manivela. Leva cerca de 40 segundos para fazer 60 ml de café.

O cliente pode escolher a moagem de grão que preferir. Além do tipo de moagem, a temperatura da água, a velocidade do movimento e a pressão na manivela também influenciam no sabor do café, como explica o idealizador do produto, o designer Maycon Aram.

- Então, só de você variar um pouco a temperatura da água e a pressão na manivela, o resultado já muda na xícara. Se você optar por não colocar muita pressão, vai sair um café “no estilo”, por exemplo. Se você quiser um estilo de café que se assemelhe ao café filtrado, que é o café de casa que nós costumamos tomar, aí você precisa mudar a moagem, a temperatura e a pressão. Então, com essas essas três variáveis, você consegue criar vários tipos de bebidas.

A comprar a cafeteira Aram, o cliente recebe um vídeo explicando como essas variáveis influenciam no sabor e no aroma do café.

A cafeteira foi desenvolvida em dois modelos. Um é portátil e o outro, de bancada.

A versão portátil dá ao usuário a opção de levá-la para onde quiser, inclusive em viagens. A cafeteira é compacta e cabe na bolsa.

Já a versão para bancada acompanha uma base de aço, ideal para usar em casa. Mas pode ser retirada da base, tornando-se portátil.

Com o objetivo de testar o mercado e captar recursos, as primeiras vendas das cafeteiras Aram foram feitas pelo Catarse através de um financiamento coletivo. A meta era arrecadar R$ 35 mil. O objetivo foi batido em menos de dois dias.

Ao final dos 45 dias do financiamento coletivo, foram captados 253 mil reais através de 330 apoiadores, que foram os primeiros a adquirirem a cafeteira. Os lotes começam a ser entregues em 25 de dezembro.

A previsão é que em fevereiro do ano que vem o produto seja oficialmente lançado no mercado. Ainda não há uma definição sobre o valor nem canais de venda.

Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

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Comentários (3)

  • Anderson diz: 22 de novembro de 2016

    Nova criação para o mercado de cafés.

  • José Eduardo diz: 22 de novembro de 2016

    Pode ser usado o café solúvel, tipo Nescafé, ou só o café em grãos?

  • Anderson diz: 22 de novembro de 2016

    José Eduardo,

    O café a ser usado deve ser moído. Apesar de nao falar sobre usar café solúvel, acredito que de para usar sim. Claro que, dessa forma, nao terá um café com uma boa crema.

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