Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Venda de ar condicionado despenca

23 de dezembro de 2016 3
Foto: Mariana da Rosa / Divulgação.

Foto: Mariana da Rosa / Divulgação.

 

A venda de ar condicionado despencou em 2016. Foram comercializadas 25% unidades a menos.

O tombo é ainda maior considerando que, em 2015, o setor já tinha sofrido queda de 25% nas vendas. Os dados consideram também as instalações.

Vice-presidente da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado Aquecimento e Ventilação, Eduardo Hugo Müller conta que o ar condicionado do tipo split é o que puxa a queda. Até porque representa 70% do volume de vendas e instalações.

- Mas até equipamentos especiais para hospitais e shoppings tiveram queda.

O motivo é o mesmo que assola quase todos os segmentos da economia brasileira: a retração intensa do consumo. A crise, com queda na renda, fez consumidores residenciais e empresas pisarem no freio e adiarem investimentos em climatização.

Apesar dos dados negativos, esperança para retomada em 2017. No País, apenas 20% das residências brasileiras têm equipamentos de ar condicionado. Ou seja, ainda há grande espaço neste mercado. Mas os ventos precisam soprar a favor.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Comentários (3)

  • Rafael diz: 23 de dezembro de 2016

    Culpa também do preço da instalação e a necessidade de ART. Assim o preço para instalar fica quase igual ao preço do ar

  • Roberto diz: 23 de dezembro de 2016

    De acordo com a NBR 16.280, conhecida popularmente como a norma de reformas, para instalar ar-condicionado e banheira, por exemplo, é necessário ter ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica), pois estas mudanças alteram a estrutura da edificação, já que geralmente incluem a quebra de paredes e pisos. Já serviços como instalação de rede de proteção não requerem o documento, pois não “mexem” com a estrutura do imóvel.

    Atualizada em 2015, a norma 16.280 estabelece requisitos para projetos que envolvem:

    perda de desempenho decorrente de intervenções gerais ou pontuais na edificação;
    planejamento, projetos e análises técnicas de implicações da reforma na edificação;
    quando há alteração nas características originais da edificação ou de suas funções;
    descrição das características da execução da reforma;
    segurança da edificação, do entorno e de seus usuários;
    documentação sobre as condições da edificação, antes da reforma, dos procedimentos usados e das condições após a execução da reforma;
    supervisão técnica dos processos e das obras.

    Apesar de não ser lei, ao longo dos anos formou-se jurisprudência em relação à importância de se seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), pois sabe-se que a entidade oferece informações corretas sobre como devem ser realizados processos e ações em diversas áreas.

    Em condomínios – O síndico é responsável pela fiscalização das obras e recebimento dos projetos e das ARTs ou RRTs. Para ajudar o síndico, pode-se formar uma comissão de obras ou o serviço pode ser realizado nas assembleias de condomínio.

    Para ter respaldo técnico, o síndico pode contratar uma empresa especializada – que terá um engenheiro ou arquiteto responsável – para que dê consultoria, mesmo que os documentos recebidos atestem que a reforma não acarretará problemas com a edificação. A administradora do condomínio também pode oferecer este serviço. Há ainda a opção de se contar com a ajuda de um morador que seja engenheiro ou arquiteto e possa dar assessoria para o síndico e avaliar os documentos.

  • nicolau diz: 23 de dezembro de 2016

    não tem nada haver com a economia e sim climático não se teve calor na primavera e agora no verão está começando a primavera e claro comparar com ano de 2015 é covardia em pleno el nino as temperaturas nas alturas os estoques se esgotaram mesmo com a “crise econômica”.

Envie seu Comentário