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Procon e Varejo debatem medidas econômicas do Banco Central

26 de dezembro de 2016 1

Preço diferente para cartão de crédito e dinheiro.
Rotativo que vira parcelamento.
Cadastro positivo.

Medidas do Banco Central que geraram polêmica no WhatsApp da blogueira aqui ao longo da semana e viraram debate no programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha.

Ouça o debate completo com:

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira

versus

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer

 

Comentários (1)

  • Paulo Roberto Schwan diz: 27 de dezembro de 2016

    Olá.
    Escutei o debate sobre vendas no cartão de crédito, e gostaria de fazer algumas colocações.
    Fiz um curso básico de economia no SEBRAE e aprendi que venda à vista só existe uma: aquela que o cliente sai na hora com o produto e o comerciante com o dinheiro no caixa. Ponto final.
    Fiquei decepcionado com as colocações do Cauê, diretor do PROCON de Porto Alegre. É impossível que uma pessoa treinada, formada, acredita e defende o ponto de vista, só dele, que vender no cartão em 30 dias é considerado venda à vista.
    Pergunto:
    Por que os pedágios não aceitam pagamento com cartão de crédito ou cheque?
    Por que a prefeitura não tem maquineta para receber pagamentos do contribuinte no cartão de crédito?
    Por que as taxas/tributos estaduais e federais não podem ser pagos com o cartão de crédito, pelo contribuinte?
    Tenho uma cliente que compra com cartão internacional de um banco da Alemanha; quando vendo no crédito à vista, ela paga no vencimento da fatura e eu recebo em 48 horas na conta empresarial.
    Por que aqui no Brasil a venda no crédito à vista é disponibilizada no trigésimo primeiro dia, ou seja à meia-noite do trigésimo dia pelas operadoras de cartão? A operadora é a mesma daqui(Mastercard).

    Se o Cauê acredita em venda no cartão = venda no dinheiro, então ele não sabe dos encargos MDR, Antecipação de Recebíveis, Aluguel de Maquineta e tarifa de manutenção de cadastro anual, que é cobrado pelas operadoras e os bancos repassam na conta do empresário.
    Eu já calculei e cheguei a contabilizar 11,5% de acréscimo na venda feita pelo cartão do cliente no crédito.

    Os bancos sabem disso e passam para os clientes deles, pois eles(consumidores) vem na loja e pedem 10% para pagar no dinheiro, pois querem pra eles o que “iria para o cartão”.

    Eu acredito que isso é uma boa negociação entre o consumidor e o comerciante.

    Quando compro os calçados e vestuário da loja no pagamento à vista(antecipado), pois pago no pedido e vou receber os artigos 3 ou 4 meses posteriormente. Mas se não pago à vista o desconto cai para 2,5%.
    Se parcelo em mais de 30 dias não tenho desconto, e se parcelo mais de 3 meses, a venda é feita na modalidade VENDOR, daí o custo financeiro começa a aparecer senhor, e o senhor se entender de economia saberá do que estou falando. A NF é um valor e os boletos são outro.
    Desculpem-me mas não consegui entender o posicionamento de vocês. Achei tendencioso, e de uma falta de prática comercial e informação financeira.
    Senti também um pouco de maldade, de quem quer levar vantagem em cima dos comerciantes.
    Feliz ano novo com saúde, harmonia e prosperidade.
    Abraço.

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