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Rede de farmácias Mais Econômica nega fechamento e trabalha para regularizar salários

07 de abril de 2017 1

Fachada-da-Farmácia-Mais-Econômica

 

 

A rede de farmácias Mais Econômica enviou um posicionamento sobre a notícia divulgada aqui e na Rádio Gaúcha nessa quinta-feira Ação judicial exige pagamento de salários e FGTS de funcionários de rede de farmácias em Porto Alegre.

No comunicado, informou que trabalha para colocar os salários em dia e que acredita que a dificuldade de caixa é temporária.  Lembrou que, quando a empresa foi comprada, já apresentava alto prejuízo operacional. Em 2011, foi comprada pela Brasil Pharma e, em 2015, vendida para a Verti Capital.

Mandou ainda um comprovante emitido à noite passada de que o recolhimento do FGTS dos funcionários estava em dia. Que houve um parcelamento, mas que os funcionários receberão os valores.

Questionada, a empresa negou que esteja fechando. A Mais Econômica tem atualmente cerca de 100 lojas pelo Rio Grande do Sul, com 850 funcionários.

 

Comunicado completo:

“Em relação às informações publicadas no Blog Acerto de Contas nesta quinta-feira (6), a Farmácias Mais Econômica esclarece que está passando por um momento de dificuldade de caixa, o que, infelizmente, resultou no atraso no pagamento dos salários de seus funcionários.
A equipe Mais Econômica está trabalhando fortemente em todas as frentes para sanar os problemas, colocar os salários em dia e atender os clientes. Acreditamos que este momento é temporário e será superado.
Também esclarecemos que o recolhimento do FGTS dos funcionários, diferentemente do que foi publicado, está em situação regular, conforme comprovante em anexo. Houve um parcelamento, nos termos que a lei permite, e os funcionários receberão todos os valores a que têm direito.
A Mais Econômica agradece a confiança de seus funcionários neste momento de crise na empresa e no país, e reitera que sua prioridade é normalizar os pagamentos dos salários.

Sobre a Mais Econômica
A rede de farmácias Mais Econômica, uma das maiores redes do Estado, atualmente tem no comando um time de sócios e executivos que aceitaram o desafio de usar sua experiência para reestruturar a empresa e fazê-la voltar a crescer.

Na época da aquisição, a Mais Econômica já apresentava sérios problemas de gestão e de caixa, com prejuízo operacional em torno de R$ 100 milhões ao ano. A empresa sofreu também com obrigações não pagas pelo Banco BTG Pactual, seu controlador anterior, o que contribuiu para a atual situação.
Apesar das dificuldades, os sócios, que acreditam no potencial da rede e do setor, já reverteram boa parte dos problemas e trabalham com o objetivo de melhorar processos, reestruturar custos e buscar investimentos para sanear a empresa e torná-la rentável.”

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Comentários (1)

  • Josiane diz: 17 de abril de 2017

    Os sócios atuais da Mais Econômica não tem noção nenhuma de administração de uma empresa deste porte. Afundaram a empresa e agora estão com desculpa de que estão se recuperando ou que a culpa é da BRPH. Estão é pedindo recuperação judicial isso sim e fizeram a maior sujeira com os colaboradores, onde realizaram uma demissão em massa nos últimos dias 6,7 e 13, colaboradores de anos saíram sem receberros nenhum real de seus direitos. Eu sou uma destas pessoas, onde dediquei anos de trabalho e nem o que é de meu direito recebi. Que a justiça dos homens seja feita e principalmente a Deus. Não é justo o que fizeram, 2 meses sem receber salário e ser demitida sem receber nada e nem explicação deram. Muito triste.

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