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Economia gaúcha encolheu 6,6% em três anos, mas sinais apontam trégua na recessão

11 de maio de 2017 0
Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

A atual recessão começou no segundo trimestre de 2014. No Brasil e também no Rio Grande do Sul.

Segundo o economista da FEE, Fernando Cruz, acumulamos desde lá uma queda de 6,6% na economia gaúcha. Já o PIB brasileiro encolheu 6,8% nestes mesmos três anos.

- Recessões são fenômenos cíclicos que se repetem com frequência irregular em todas as economias de mercado. Tais períodos são caracterizados por uma queda simultânea em diversas atividades econômicas e, em geral, envolvem um alto custo social, com aumento do desemprego e queda na produção, nas vendas e na renda.

A parte boa, segundo o pesquisador, é que estes períodos são exceções e não a regra na história econômica. Ou seja, também acaba uma hora ou outra.

- No Brasil, entre 1980 e 2009, houve oito períodos recessivos, com duração média de 15,8 meses. Em 2014, o Brasil entrou em sua mais recente — e longa — recessão desde a década de 80, sendo esta, talvez, a mais longa de sua história.

Aqui no Rio Grande do Sul, a pesquisa da Fundação de Economia e Estatística mostra que a indústria foi um dos setores que mais sofreu. O Valor Adicionado Bruto sofreu queda de aproximadamente 18% em três anos. A maior parte do tombo veio da indústria de transformação.

- Contudo é justamente nessa atividade onde começam a aparecer os primeiros sinais de arrefecimento na contração do setor, talvez na própria recessão no Rio Grande do Sul. Sinais de “trégua”.

O menor nível de produção da série histórica foi atingido em abril de 2016. Desse ponto até fevereiro de 2017, o indicador já acumula quase 8% de crescimento.

E também o que noticiamos nesta semana aqui: No positivo: Indústria gaúcha fechou primeiro trimestre com crescimento

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