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M.Grupo perde também o comando do Shopping Lajeado

24 de fevereiro de 2017 0

Foto: Reprodução

 

A Justiça tirou do M.Grupo o comando também do Shopping Lajeado. A medida ocorre um dia depois de uma decisão judicial tirar da empresa o controle do Shopping Gravataí.

O empreendimento fica na BR 386, em Lajeado. Era chamado de UnicShopping, mas o nome foi alterado quando foi comprado pelo M.Grupo em 2012.

A Justiça passou a gestão e a administração do Shopping Lajeado para a Resolve Condomínios. A empresa é comandada por Ricardo Diedrich, que já foi presidente da CDL Lajeado e atualmente é vice-presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo.

Diedrich disse que ficou sabendo hoje, quando foi chamado pela juíza. Já foi até o local para lacrar equipamentos e encaminhar o início da análise da situação do empreendimento.

- Teremos que ver a viabilidade, resolver os problemas financeiros, fazer investimentos e conversar bastante com os lojistas. Será um desafio.

A situação do Shopping Lajeado não estava tão complicada quando a de Gravataí, fala-se no mercado. Em Lajeado, lojistas antigos do empreendimento ajudaram a conduzir a situação. Mas também sofria com a ameaça de cortes de energia elétrica, por exemplo. Em Gravataí, o shopping teve a luz cancelada pela RGE por mais de dez dias por inadimplência.

 

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Justiça nega pedido da Danone para retirar iogurte da Piá do mercado

24 de fevereiro de 2017 11

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou pedido da Danone de retirar do mercado um iogurte produzido por empresa gaúcha. A Cooperativa Piá, de Nova Petrópolis, era acusada pela multinacional de usar embalagem semelhante em uma linha especial de iogurte.

A discussão era que a aparência das embalagens da linha “Piá Essence” era semelhante aos produtos da linha “Activia”. A Danone alegava que poderia confundir o consumidor. Mas perito identificou que não havia imitação, a partir de análise técnica e também de entrevistas com consumidores.

“Realizada essa análise, foram constatadas e enumeradas, pelo expert, ao menos nove diferenças relevantes entre os produtos da autora e da ré (fls. 922/923), que não permitem haja dúvida, mesmo ao consumidor final, sobre a respectiva procedência (fls. 925/926). Deste modo, e a despeito da ausência de unanimidade entre os entrevistados, o laudo apresenta elementos suficientes para constatar a ausência de possibilidade de confusão entre os produtos. E, de fato, a comparação direta efetuada a partir dos inúmeros elementos das embalagens trazidas aos autos (fls.57/77, 283/290, 357/359) indica importante distinção que passa, especialmente, pela própria marca de identificação dos produtos (Piá Essence e Activia), bastante saliente aos olhos mesmo do consumidor menos atento, ademais da tonalidade distinta das cores, mesmo a cor predominante verde, tudo a afastar qualquer “efeito carona” que se pretenda ver reconhecido.” -  diz a decisão judicial.

Na ação, o advogado Rafael Caselli Pereira, da ABDO Advogados, pediu a continuidade da comercialização do produto gaúcho. Informa, no entanto, que ainda há possibilidade que a Danone recorra da decisão no Superior Tribunal de Justiça.

Veja as embalagens:

 

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Gaúcho tem renda média domiciliar de R$ 1.554

24 de fevereiro de 2017 2

O Rio Grande do Sul teve rendimento médio domiciliar per capita de R$ 1.554. No ano anterior, estava em R$ 1.434. Foi um avanço de 8,37%, acima da inflação.

A média nacional foi de R$ 1.226. O levantamento foi divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira.

Os gaúchos ficam em terceiro no ranking nacional. O primeiro é Distrito Federal, com renda de R$ 2.351. Em segundo, São Paulo com média de R$ 1.723.

Já o menor valor foi registrado no Maranhão. Foi de R$ 575.

O valor é calculado com base nas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e enviado ao Tribunal de Contas da União. A divulgação impacta no rateio do Fundo de Participação dos Estados.

É feita a soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes recebidos por cada morador. O rendimento domiciliar per capita é a divisão dos rendimentos domiciliares pelo total dos moradores.

 

Mudança deixa cobrança de juros por bancos mais transparente, mas exige atenção do cliente

24 de fevereiro de 2017 0

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O Conselho Monetário Nacional disciplinou a cobrança de encargos no caso de atraso em pagamentos para bancos. Regra foi divulgada à noite passada e entra em vigor em setembro.

Com a nova regra, quem atrasar uma conta poderá arcar com juro remuneratório, juro de mora e multa. Atualmente, pode-se cobrar “comissão de permanência”, taxa que pode ser calculada pelo banco usando as taxas estabelecidas no contrato ou a taxa de mercado do dia do pagamento. A mudança valerá a partir de setembro.

Ex-diretor do Procon e especialista em direitos do consumidor, Cauê Vieira considera a medida positiva porque deixa a cobrança mais transparente. Veja análise enviada pelo advogado:

“Por um longo tempo, se discutiu a aplicação e o alcance da 1129/86. Inclusive, levando a edição de duas súmulas no STJ, a 294 e a 296. Por mais que a Constituição estabelecesse a livre iniciativa no artigo 170 e que a fixação da taxa de remuneração por inadimplência decorresse do próprio mercado (média da taxa de juros do mercado), haverá até a entrada em vigor da nova resolução ainda uma certa interferência do Banco Central na forma de composição das parcelas cobradas em eventual inadimplência.

Há, pois, uma clara liberdade contratual explícita ao mercado: se já era possível que se fixasse qualquer taxa de juros, agora se direciona uma maior transparência já que somente poderão ser cobrados os índices contratados formalmente. Da mesma maneira, há um bom indicativo aos consumidores: a relação será clara e precisa, deverá ser previamente convencionado, atendendo assim ao CDC.

Com tanta liberdade e transparência, surgem as obrigações. O mercado deverá ser muito mais transparente na forma de cláusulas os juros por inadimplemento em seus contratos e melhor informar aos seus clientes; os consumidores terão que ser mais atentos ao que estão assinado, pois será ainda mais vinculativo.

O Poder Judiciário e os órgãos de defesa do consumidor não mais terão que interpretar aplicação de resolução, mas deverão estar muito atentos a abusividades previstas contratualmente e com apetência de legalidade, assim como aos possíveis desequilíbrios surgidos pelas naturais variações econômicas ao longo dos anos.

Isto, também, impõe aos contratantes atenção. Na medida em que um contrato seja assinado com cláusula definida, havendo variação da taxa básica de juros ou variação macro econômica o percentual contratado permanecerá inalterado.

Enfim, é uma boa notícia pela transparência. Sendo aplicada com seriedade e levando a uma maior conscientização tanto de fornecedores quanto de consumidores, é de se saudar a medida.”

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"Faremos novos investimentos e precisaremos de mais gente ainda" - garante nova administradora do Shopping Gravataí

24 de fevereiro de 2017 0
Foto: Divulgação

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A decisão da Justiça de mudar o comando do Shopping Gravataí deixou funcionários preocupados. A Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ procuraram a Pró Overseas, que vai assumir a administração do empreendimento.

A empresa garantiu que o objetivo é retomar a operação do shopping, tentando tranquilizar trabalhadores e lojistas. Já foram alugados geradores de energia elétrica, enquanto não se resolve a situação de inadimplência com a RGE.

Acrescentou que a intenção não é dispensar funcionários: “Ao contrário, precisaremos fazer investimentos, obras, restabelecimento de atividades, novas locações. Iremos precisar de mais gente ainda.” Esclarece, no entanto, que ainda haverá uma audiência com a Justiça para dar encaminhamento à troca no comando do shopping.

Entenda o caso:

O M.Grupo perdeu o comando do Shopping Gravataí em uma decisão liminar nessa quinta-feira. A Justiça também nomeou para a função a Pró Overseas, que chegou a administrar locações no shopping no início do empreendimento.

Na argumentação, a Justiça lembrou da crise que o shopping passa. No dia dez de fevereiro, a RGE cortou a energia elétrica do empreendimento. O shopping ficou funcionando por mais de dez dias com geradores. A dívida atingiria R$ 1,79 milhão só com a concessionária.

“Desse modo, a alteração da gestão do Shopping Gravataí apresenta-­se como a única medida possível para salvaguardar o direito da credora Ápice e, ao mesmo tempo, manter o normal funcionamento das atividades do empreendimento, evitando­-se que o shopping venha a falir e fechar as portas. Ora, com a suspensão das garantias, as demandadas tiveram oportunidades para buscar o restabelecimento da gestão do empreendimento e a reestruturação dos negócios, mas nada fizeram ou não tiveram êxito.” – diz a decisão da Justiça.

A ação foi ajuizada pela Ápice Securitizadora, que reúne os investidores no shopping. Na maioria, são fundos de pensão. A Ápice pretende assumir o empreendimento e solicita isso também judicialmente.

- O objetivo de pedir a mudança da gestão é tornar, enfim, o Shopping Gravataí um empreendimento viável. O M.Grupo não cumpriu com as obrigações quando recebeu o dinheiro dos investidores. – advogado da Ápice, Ricardo Jobim.

A Pró Overseas já está administrando os shoppings de Bento Gonçalves, Xangri-lá e Santa Cruz do Sul. Também estavam com o M.Grupo e a Justiça repassou para os investidores.

Leia mais:

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Agenda Econômica 24.02

24 de fevereiro de 2017 0

Raio-X FipeZAP: Perfil da demanda de imóveis | 4º trimestre/2016.

IBGE divulga resultados do mercado de trabalho para Brasil (PNAD Contínua Mensal) de janeiro de 2017 e rendimento domiciliar per capita da PNAD Contínua de 2016.

Secretaria Nacional do Consumidor realiza processo seletivo simplificado para Curso de Introdução de Defesa do Consumidor.

FGV divulga a Sondagem da Indústria.

M.Grupo perde comando do shopping de Gravataí

23 de fevereiro de 2017 0

O M.Grupo perdeu o comando do Shopping Gravataí. A decisão liminar é da Justiça, que também nomeou para a função a Pró Overseas, que chegou a administrar locações no shopping no início do empreendimento.

Na argumentação, a Justiça lembrou da crise que o shopping passa. No dia dez de fevereiro, a RGE cortou a energia elétrica do empreendimento. O shopping ficou funcionando por mais de dez dias com geradores. A dívida atingiria R$ 1,79 milhão só com a concessionária.

“Desse modo, a alteração da gestão do Shopping Gravataí apresenta-­se como a única medida possível para salvaguardar o direito da credora Ápice e, ao mesmo tempo, manter o normal funcionamento das atividades do empreendimento, evitando­se que o shopping venha a falir e fechar as portas. Ora, com a suspensão das garantias, as demandadas tiveram oportunidades para buscar o restabelecimento da gestão do empreendimento e a reestruturação dos negócios, mas nada fizeram ou não tiveram êxito.”

A ação foi ajuizada pela Ápice Securitizadora, que reúne os investidores no shopping. Na maioria, são fundos de pensão. A Ápice pretende assumir o empreendimento e solicita isso também judicialmente.

- O objetivo de pedir a mudança da gestão é tornar, enfim, o Shopping Gravataí um empreendimento viável. O M.Grupo não cumpriu com as obrigações quando recebeu o dinheiro dos investidores. – advogado da Ápice, Ricardo Jobim.

A Pró Overseas é uma consultoria de Eduardo Oltramari. O empresário é superintendente do Shopping Total.

“Faremos novos investimentos e precisaremos de mais gente ainda” – garante nova administradora do Shopping Gravataí

A consultoria já está administrando os shoppings de Bento Gonçalves, Xangri-lá e Santa Cruz do Sul. Também estavam com o M.Grupo e a Justiça repassou para os investidores.

Além disso, a Justiça decretou a falência do Magazine Incorporações, empresa do M.Grupo. É responsável por diversos empreendimentos inacabados, residenciais e comerciais.

 

 

Foto: Divulgação

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Loja Linna do Centro é arrombada, bagunçada e ladrão leva tesouras

23 de fevereiro de 2017 0

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Conhecida por vender artigos de festa e decoração, a Lojas Linna foi arrombada nas duas últimas madrugadas. É a unidade que fica na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Porto Alegre.

Gerente da Linna, Paulo Cezar de Oliveira chegou às 4h nas duas lojas para ver o estrago. Suspeita que seja a mesma pessoa que quebra telhas, estraga o forro, derruba prateleiras, revira armários e defeca na loja. E o ladrão leva tesouras! E alguns trocados.

Ou seja, o que mais pesa é o transtorno aos funcionários e o gasto com as reformas do que foi estragado.

- O receio é que comece a estragar equipamentos mais caros.

Segundo Oliveira, outras lojas da quadra também foram arrombadas nos últimos dias. Reclama que a região está muito complicada. Funcionários não querem ir embora após as 18h com medo de assaltos. Pelo mesmo motivo, perderam clientes.

- No mínimo, 10% de queda nas vendas em relação ao ano passado se deve ao consumidor com medo que abandonou o Cento da Capital.

Presidente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre, Paulo Kruse estima queda de 30% nas vendas nas lojas do Centro nos últimos meses, conforme pior a sensação de insegurança do consumidor. E diz que todas as noites tem lojista relatando arrombamento.

- Os comerciantes não sabem se não limparão suas lojas no Carnaval. Ainda tem o aumento dos camelôs. Comerciantes vão encerrar atividades.

 

 

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Dez municípios que mais ganharam espaço na economia do Rio Grande do Sul

23 de fevereiro de 2017 0

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A tabela acima foi montada pelo pesquisador da Fundação de Economia e Estatística Vinícius Dias Fantinel. Mostra quais municípios que mais ganharam participação no PIB do Rio Grande do Sul entre 2002 e 2014. Neste período, o PIB gaúcho cresceu, nominalmente, 262%. Observando que o último dado disponível é de 2014 e, portanto, ainda não havia o impacto da atual crise econômica.

Guaíba apresentou o maior ganho. Mais do que dobrou a participação do seu PIB no total do Estado. Em 2014, passou para a 14ª maior economia do Rio Grande do Sul, subindo onze posições. O ganho significativo deveu-se tanto ao setor industrial quanto ao de serviços, com ênfase nas atividades da construção civil. Fantinel lembra que 2014 pegou a construção da segunda linha de produção de celulose.

Gravataí é o segundo do ranking. Estimulado pelas atividades de fabricação de veículos automotores, peças e acessórios automotivos, além de transportes e comércio de veículos automotores e motocicletas. Fez o município tornar-se a terceira maior economia do Estado.

Cachoeirinha destacou-se devido à elevação da arrecadação de impostos sobre produtos industrializados (IPI). Motivada pela fabricação de cigarros e produtos do fumo. Mas lembrando que a fábrica da Souza Cruz desativou recentemente a linha de produção. Também houve um aumento na participação do setor de serviços.

Passo Fundo teve desempenho bastante positivo com atividades industriais relacionadas a alimentos e bebidas e ao comércio atacadista de combustíveis.

Caxias do Sul aumentou a participação no PIB gaúcho principalmente devido à boa performance nas indústrias química e de veículos automotores, reboques e carrocerias e à elevação na participação do seu comércio atacadista. Ficou como a segunda maior economia do Estado, abaixo apenas de Porto Alegre.

Erechim foi o sexto município que mais incrementou sua participação no PIB. Esse ganho decorreu, sobretudo, da indústria de alimentos e bebidas, que é bastante representativa no município.

Bento Gonçalves apresentou alta nas indústrias de fabricação de móveis e metalurgia.

Santa Maria teve impacto da distribuição de energia elétrica e gás natural e no comércio atacadista e varejista.

Cruz Alta teve bom desempenho de todo o comércio, principalmente o atacadista.

Lajeado obteve crescimento considerável na indústria de alimentos e bebidas e comércio de veículos automotores e motocicletas.

- Esse grupo de municípios tornou-se responsável por 20,6% do PIB gaúcho em 2014. – destaca o pesquisador da FEE.

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Rio Grande do Sul fechou 2016 com mais de 500 mil desempregados

23 de fevereiro de 2017 0

O Rio Grande do Sul fechou 2016 com 502 mil desempregados. A estimativa é do IBGE na divulgação dos dados do último trimestre.

São 107 mil desempregados a mais do que no mesmo período de 2015. Ao mesmo tempo, a pesquisa mostra que o Rio Grande do Sul tem 5,586 milhões de pessoas trabalhando.

Com isso, a taxa de desemprego ficou em 8,3% no Estado. Já esteve maior ao longo do ano passado. Mas é mais alta do que os 6,5% do fechamento de 2015.

Houve uma queda forte no emprego em serviços domésticos. Foram 26 mil pessoas a menos. Assim como em empresas de transporte e correio.

Mas o corte mais intenso nos postos de trabalho ocorreu na indústria e no comércio, como outras pesquisas já vêm mostrando. Cada um eliminou mais de 50 mil empregos.

O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 2.288. É R$ 34 a mais do que no fim de 2015.

Empregadores ganham, em média R$ 4.957. Quem atua por contra própria tem média de rendimento de R$ 1.998. O valor mais baixo é do doméstico: R$ 895.

 

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