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Empresas gaúchas excluídas do Simples Nacional podem regularizar situação ainda em janeiro

20 de janeiro de 2017 0
Foto:  CC0 Public Domain

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Empresas gaúchas do varejo foram excluídas do Simples Nacional nos primeiros dias de 2017 e comunicaram a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. Em consulta à Receita Estadual, o presidente da AGV, Vilson Noer, recebeu a seguinte orientação para os empresários:

“Os contribuintes excluídos podem consultar sua situação no Portal do Simples Nacional e verificar qual ente fez a exclusão. Isso porque a Receita Federal, como a Estadual, também realizou Operação de Exclusão por Débitos no ano de 2016.
Sabendo qual ente procedeu à exclusão, o contribuinte pode regularizar a pendência junto a esse, e fazer nova opção pelo Portal do Simples até o último dia útil de janeiro.
Lembramos que, neste caso, não devem haver débitos com outros entes. Após o pedido de opção, recomendamos que o contribuinte verifique o status do pedido para identificar pendências que possam impedir o deferimento. Se houver, e forem regularizadas ainda em janeiro, a opção será deferida.”

Falando nisso, há a campanha do Sebrae Nacional chamando a atenção das micro e pequenas empresas para a regularização. O prazo termina em 31 de janeiro. No país, mais de 220 mil empresas ainda não acertaram as contas com a Receita Federal.

As empresas podem parcelar os débitos e pedirem a reinclusão. O parcelamento é de até 120 meses.

- Os donos de pequenos negócios devem correr e pedir o parcelamento. Ainda faltam 40% dos que foram notificados pela Receita em 2016. O prazo está acabando. Sair do Simples pode ser o decreto de falência. O Simples é uma cápsula protetora dos pequenos negócios. – enfatiza o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O empresário que não se regularizar a tempo só poderá voltar a usufruir do sistema de tributação do Simples em 2018.

Link do Portal do Simples Nacional.

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Agenda Econômica 20.01

20 de janeiro de 2017 0

Ministério do Trabalho divulga resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Informações sobre o mercado de trabalho com carteira assinada.

Mercado financeiro vai reagir à morte de Teori Zavascki.

Posse de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, com expectativa para política monetária e de comércio exterior.

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Termina domingo prazo para inscrição na 5ª edição do Programa Startup RS.

Cooperativa Vinícola Garibaldi celebra domingo 86 anos.

Tecnologia tem os maiores salários da indústria criativa do Rio Grande do Sul

19 de janeiro de 2017 0
CC0 Public Domain

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A crise atingiu, mas em menor intensidade os empregos na chamada indústria criativa. O levantamento foi atualizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro e entende que a cadeia da Indústria Criativa é formada por três grandes categorias:

Indústria Criativa (núcleo): é formada por atividades profissionais e/ou econômicas que utilizam as ideias como insumo principal para geração de valor.
Atividades Relacionadas: constituída por profissionais e estabelecimentos que proveem bens e serviços à Indústria Criativa. Representadas, em grande parte, por indústrias e empresas de serviços, fornecedoras de materiais e demais elementos, considerados fundamentais para o funcionamento do núcleo criativo.
Apoio: constituída por ofertantes de bens e serviços, de forma indireta, à Indústria Criativa.

“A Indústria Criativa tem um evidente caráter estratégico, em especial, em um cenário de crise econômica. A velha máxima que vincula a ideia de que a criatividade é um bem etéreo, inalcançável e privilégio de poucos não faz sentido. A criação de novos processos produtivos dentro das fábricas, o desenvolvimento de novas formas de escoamento da produção e a implantação de novos modelos de negócio constituem exemplos saudáveis de inovação criativa.” – justifica a Firjan.

Em 2015, eram 57.910 profissionais atuando nesta área aqui. A participação no total de empregos do Rio Grande do Sul cresceu de 1,8% para 1,9%. Ficou em quinto lugar no ranking nacional em número de empregos. Atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Santa Catarina.

“Os estados da Região Sul continuaram se destacando na Indústria Criativa, com aumento dos profissionais empregados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – crescimento que superou o desempenho do mercado de trabalho regional, implicando aumento da participação relativa dos trabalhadores criativos nesses estados.”

Mas a média salarial caiu:

RS
2013 – R$ 4.521
2015 – R$ 4.403

Média nacional
2013 – R$ 6.493
2015 – R$ 6.270

Em termos de remuneração, o estado do Rio de Janeiro continua na liderança isolada. Rio Grande do Sul fica 17º no ranking.

“Tanto no Rio Grande do Sul como em Santa Catarina, a área criativa mais relevante foi Consumo, acompanhada de perto por Tecnologia. Os segmentos criativos mais importantes foram TIC (19 mil trabalhadores), Design (16 mil trabalhadores) e P&D (14 mil trabalhadores), que, somados, corresponderam a 47% dos empregos criativos nesses estados em 2015″

Veja o resultado detalhado por área no Rio Grande do Sul:

Consumo

No Rio Grande do Sul, 45,5% dos empregos criativos ficam na chamada área de Consumo. São 26.328, queda 2% em relação a 2013.

O salário médio ficou em R$ 3.877. Dois anos antes, era mais alto: R$ 3.999. E bem abaixo da média nacional – R$ 5.411, liderada pelo Distrito Federal.

Cultura

Já a área de Cultura representa apenas 6,2% dos empregos criativos no Rio Grande do Sul. É o índice mais baixo do País. São 3.613 profissionais. Cresceu 12%.

O salário é R$ 2.360. Queda de 6% na comparação com dois anos antes. A média nacional é de R$ 2.898.

Mídia

A área de Mídia tem 14,3% de participação nos empregos. São 8.258 empregos. Caiu com a crise também.

Salário médio de R$ 2.298. Menor (-3,4%) do que dois anos antes. Média nacional de R$ 3.590.

Tecnologia

Já Tecnologia representa 34% no Rio Grande do Sul. Com 19.711 empregos. Aumentou 13,2%.

Salário médio de R$ 6.363. Mas a crise também fez cair 5,5% o valor médio. Média nacional R$ 8.831.

 

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Estudo aponta que setor aéreo movimenta R$ 9,6 bilhões na economia gaúcha

19 de janeiro de 2017 0

Para reforçar o pedido de redução da tributação, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas está divulgando estudo feito com a GO Associados. A ideia é mostrar o impacto do setor aérea na economia brasileira e nos Estados.

Aqui no Rio Grande do Sul, afirmam que o transporte aéreo contribui com 1,4% da produção total da economia. Equivale a R$ 9,6 bilhões.

“Nesse valor, está incluída a receita das companhias aéreas (transporte de passageiros e cargas) e de seus fornecedores, mais o turismo viabilizado pelo setor aéreo. Também entra na soma o consumo familiar dos trabalhadores que integram essa cadeia. A parcela é inferior à contribuição do setor medida no plano nacional, estimada em 3,1% do total da produção brasileira.” – diz a análise.

A aviação e os setores estimulados pela atividade registraram 191,5 mil empregos no Rio Grande do Sul em 2015. Rendendo o pagamento de quase R$ 1,7 bilhão em salários. O setor aéreo contribui também com a arrecadação de R$ 739 milhões em impostos no Estado.

“Em termos relativos, para cada R$ 1 que a aviação adiciona à produção econômica do estado, R$ 6,5 são gerados em produção na cadeia do turismo catalisado pelo modal de transporte. No tocante aos empregos, para cada posto de trabalho ocupado na aviação, 10 outras pessoas são contratadas no turismo derivado do Rio Grande do Sul.”

O levantamento tem como base o ano de 2015 e usa fontes públicas, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

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Inflação sobe, mas tem o menor resultado de janeiro desde 1994

19 de janeiro de 2017 3

O alívio na inflação segue se confirmando. Prévia do indicador oficial do País, o IPCA-15 até avançou em janeiro. Passou para 0,31% em janeiro, frente a 0,19% em dezembro.

Mas foi abaixo do esperado. E mais: o menor percentual desde 1994, na pesquisa do IBGE. Foi o ano do Plano Real.

- E o IPCA veio novamente abaixo do esperado. Veio em 0,31%, enquanto que o esperado era de 0,38%. Quem ainda dúvida em Selic a um dígito no final de 2017? No nosso cenário base, Selic fechará em 9,75%. No nosso cenário otimista, fechará em 9,25%. E o cenário otimista vai aumentando a sua probabilidade. – comenta o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido.

Recuando desde setembro, o grupo alimentação e bebidas teve alta de preços. Alguns produtos subiram bastante, como óleo de soja (8,04%), farinha de mandioca (4,53%), ovos (3,10%) e frutas (2,38%).

“Isoladamente, a gasolina foi o item com o maior impacto (0,10 pp) sobre o IPCA-15. O preço do litro subiu, em média, 2,43%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias, desde 06 de dezembro.” – acrescenta o IBGE.

Com o resultado baixo para o mês, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, no acumulado dos últimos doze meses, desceu para 5,94%.

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Site aponta áreas que anunciaram mais vagas de emprego em Porto Alegre e Região Sul

19 de janeiro de 2017 2
CC0 Public Domain

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Entre as vagas de emprego publicadas na internet desde que começou 2017, as oportunidades nas áreas de vendas são maioria na Região Sul. Considerando Porto Alegre, lideram as vagas na área administrativa e operacional.

É o que mostra levantamento feito a pedido do blog Acerto de Conta$ pela Adzuna, que acompanha vagas online para a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. A Região Sul concentra quase 19% das vagas identificadas no País.

Mas a média salarial mais alta fica em áreas diferentes. Na Região Sul, é em Consultoria. Em Porto Alegre, é na área de Tecnologia da Informação.

Veja o ranking completo:

 

quadro vagas

 

* Inicialmente, a tabela encaminhada tinha R$ 500 na linha Engenharia. Questionamos e a empresa e a entidade corrigiram o valor.

 

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Agenda Econômica 19.01

19 de janeiro de 2017 0

IBGE divulga os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de janeiro de 2017.

FGV divulga segunda prévia do IGPM, inflação usada para indexar contratos.

Prevista para hoje reunião para fechar acordo sobre novas regras para distratos da compra de imóveis.

Abono salarial ano-base 2015 começa a ser pago para nascidos em janeiro e fevereiro. Benefício pode ser sacado em caixas eletrônicos, lotéricas e agências da Caixa e Banco do Brasil até 30 de junho.
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Rápidas:

Segunda rodada de negociação salarial do setor de TI
18ª edição do WOW Meeting

Couromoda fecha com "otimismo responsável"

18 de janeiro de 2017 0

feira

 

 

- Estamos com um “otimismo responsável”.

Assim, o diretor-geral da Couromoda, Jefferson Santos, começa a falar sobre o balanço da feira neste ano. Diz que quase 70% dos expositores já renovaram contrato para a feira do ano que vem, que sempre é um termômetro do setor.

Há otimismo quanto à retomada do consumo no mercado interno, o que foi uma decepção no ano passado. No radar, a redução dos juros como ponto positivo. Mas ainda há o receio de que novos escândalos políticos provoquem medo na economia de novo.

A Associação Brasileira de Lojistas de Calçados fala em crescimento de 2% em 2017. Ainda é sobre uma base fraca, mas não deixa de ser um avanço.

Ainda assim, muita gente seguirá apostando na exportação enquanto isso, aproveitando o patamar do dólar. Diretor comercial da Kildare, Fernando Alano é um desses. Duplicou a participação da venda externa no faturamento da fabricante de calçados. Para 2017, quer vender mais ainda para o exterior. Até porque não está disposto a apertar o preço do seu produto, que é calçado masculino, para ir na onda do que o mercado brasileiro está pedindo.

Presidente da Abicalçados – que representa a indústria, Heitor Klein observou que compradores foram na feira com foco em fechar negócios. Expositores comentaram o mesmo. Milton Souza, da Dilly, comentou que os compradores estavam com estoque baixo e isso estimulou a efetivação da compra.

A entidade trouxe cinco importadores. Vieram da França, Equador, Emirados Árabes e Rússia.

Segundo a gestora de projetos, Roberta Ramos, eles ficaram surpresos com os preços do calçado brasileiro. Acharam alto. Mas entenderam o posicionamento das empresas daqui e compreenderam o valor.

Fatima Mejia é uma das cinco importadoras trazidas. É do Equador, onde tem uma loja que vende só calçados brasileiros e também distribui para outras lojas. 

Enfrenta lá problemas políticos e uma taxa fixa de cerca de US$ 15 dólares por par de calçados. Mas avisa:

- Impossível competir com o calçado brasileiro, pela qualidade, pelo maquinário usado pela indústria. Não temos isso no Equador. 

 

Empresária do Equador, Fatima Mejia.

Empresária do Equador, Fatima Mejia.

 

 

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Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ viajaram a convite para a Couromoda, em São Paulo.

 

 

Região Sul tem 16% dos poupadores do País

18 de janeiro de 2017 0

Ficam na Região Sul 16% dos poupadores do País. São pessoas que disseram ter algum dinheiro guardado. A pesquisa é da Fecomércio do Rio de Janeiro em parceria com a Ipsos.

A maior parte fica no Centro Oeste. Lá, estão 29% dos poupadores.

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A parcela das famílias que dizem ter algum dinheiro guardado no País atinge 18% dos brasileiros. Resultado que tem se mantido estável.

Os principais motivos para guardar dinheiro são, nesta ordem: preocupação com alguma eventualidade, reformar a casa, compra de carro e gastos com lazer.

A poupança ainda é a preferida. Citada por 76% dos entrevistados que guardam dinheiro. Só que caiu em 12 pontos percentuais na comparação com 2012.

Chama a atenção a segunda opção: guardar dinheiro em casa! Citada por 15% das pessoas.

Só então aparecem os fundos de investimento. Aumentou quatro pontos percentuais, mas ainda é a opção citada por apenas 7% das pessoas que guardam dinheiro.

- Quando se fala em aplicação financeira, a caderneta de poupança sempre liderou a preferência do brasileiro. Não apenas pela tradição ou facilidade de se investir, mas pelo fato de a aplicação não estar sujeita à cobrança de imposto de renda. Com um patamar de inflação mais alto nos últimos anos, em paralelo ao aumento dos juros, outras formas de investimento ganharam atenção do brasileiro. É um processo de maturidade, que leva tempo, mas já traz benefícios sobretudo ao pequeno investidor, que precisa contar com a orientação dos bancos de varejo. – afirma Gloria Amorim, diretora de políticas e estratégias do Sistema Fecomércio RJ.

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Perfil do gaúcho que mais pede seguro-desemprego

18 de janeiro de 2017 0

Perfil do gaúcho que mais pede seguro-desemprego:

Homens 57,7%
30 a 39 anos 31%
Ensino médio completo 44,9%
Salários entre R$ 1.320 e R$ 1.760 34,6%
Principais funções: vendedor de varejo, auxiliar de escritório e alimentador de linha de produção

FGTAS lembra que o valor do seguro foi reajustado para a faixa entre R$ 937 e R$ 1.643,72