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Exportações gaúchas têm o maior crescimento para o mês desde 2011

22 de março de 2017 0
Miro de Souza / Agencia RBS

Miro de Souza / Agencia RBS

babi mugnol

 

 

As vendas gaúchas para o exterior cresceram tanto em valor quanto em volume no mês de fevereiro, somando US$ 934 milhões,  8,8% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. De acordo com a análise da Fundação de Economia e Estatística (FEE), esta foi a maior taxa de crescimento do valor exportado para o mês, desde 2011, antes da crise.

É o quarto mês consecutivo em que o valor exportado cresce. Mesmo com recuo de 7,8% dos preço, o aumento de 18,1% no volume embarcado puxou também o recorde de valores.

Os principais produtos vendidos no mês foram carne de frango (10,1% da pauta exportadora), plásticos (8,9%), fumo em folhas (7,6%), automóveis de passageiros (4,2%) e calçados (4,2%).

Prévia da inflação de março é a menor desde 2009

22 de março de 2017 0
Foto: Germano Rorato/Ag. RBS

Foto: Germano Rorato/Ag. RBS

babi mugnol

 

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,15% em março, menor do que os 0,54% de fevereiro. Desde março de 2009, o índice não é tão baixo para os meses de março. No acumulado dos últimos 12 meses, a prévia da inflação acumula 4,73%, um pouco acima do centro da meta do governo de 4,5%.

Umas das explicações para a queda da inflação neste mês é que não há os efeitos dos reajustes das mensalidades escolares que habitualmente ocorrem no início do ano e se concentram nos índices do mês de fevereiro. Outro destaque é a queda dos preços dos alimentos, como o feijão preto que ficou 8,27% mais barato e o frango (-2,39%).

Em Porto Alegre, o IPCA-15 teve variação de 0,08%. Em janeiro, foi 0,55%. Com isso, a inflação acumulada em um ano é de 4,47%.

Projeto da terceirização pode ser votado nesta quarta-feira

22 de março de 2017 0
Foto: Divulgação Agência Petrobras.

Foto: Divulgação Agência Petrobras.

babi mugnol

 

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia,  pretende iniciar a votação do projeto que regulamenta a terceirização em empresas privadas e no serviço público, às 11h, desta quarta-feira (22).

O projeto divide opiniões. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defende o projeto que flexibiliza as regras como forma de facilitar a contratação de trabalhadores. A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) também tem como uma de suas bandeiras o que chama de regularização da terceirização.

Já o Ministério Público do Trabalho (MPT) reafirma a posição contrária ao projeto. Chama a proposta de inconstitucional, de retrocesso e elenca perdas que vão desde a remuneração até a organização sindical. O órgão se baseia em pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre a jornada de trabalho, que aponta que os terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana em relação a um trabalhador contratado diretamente pela empresa.

Preços dos imóveis em Porto Alegre apresentam nova queda em fevereiro

22 de março de 2017 0
Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

babi mugnol

 

 

O preço dos imóveis voltou a cair em fevereiro de acordo com o Índice FipeZap divulgado nesta quarta-feira (22). O recuo para a venda foi de 0,23% e 0,20% para o aluguel. Nos últimos 12 meses, os preços de venda acumulam queda de 2,95, e os de locação, de 7,55%.

Em Porto Alegre, o índice teve variação negativa de 0,47% em fevereiro, mas o índice acumulado em um ano é positivo, de 0,28%. Nos primeiros meses de 2017, registrou-se apenas quedas de preços na Capital. O valor médio do metro quadrado anunciado é de R$ 8.035 para venda e R$ 31,49 para aluguel.

Demanda por crédito volta a reduzir em fevereiro

21 de março de 2017 0

Cartão de crédito.

babi mugnol

 

 

A queda nos juros ainda não se reflete em aumento da demanda por crédito no país. Levantamento da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) aponta que caiu 4% a busca por crédito na comparação com o mês de janeiro e chega a 8,4% em relação ao mês de fevereiro do ano passado. A demanda por crédito já havia recuado 1,9% em janeiro, na comparação com a registrada no mesmo período de 2016.

Em um ano, a redução das compras a prazo acumula 9,5% de queda. As instituições financeiras registram a maior retração, de 14%, enquanto o comércio e outros segmentos tiveram diminuição de 6,7%.

Conforme o SPC, os resultados apontam que a demanda por crédito ainda não apresenta recuperação por conta da insegurança das famílias com relação ao mercado de trabalho e a taxa de juro, que segue alta embora acumule reduções nos últimos meses.

Aumento de ambulantes no Centro Histórico preocupa comerciantes

21 de março de 2017 0
Rosane de Oliveira / Aquivo Pessoal

Rosane de Oliveira / Aquivo Pessoal

babi mugnol

 

 

Levantamento do Sindilojas de Porto Alegre aponta que cresceu a preocupação dos comerciantes com os ambulantes no Centro Histórico. Na pesquisa divulgada agora, 85% dos lojistas sentem o aumento de comerciantes informais na região. Em outubro do ano passado, 54% manifestavam essa situação.

Além disso, mais da metade, 55% dos entrevistados se sente prejudicado pela concorrência, mas também pelo fato dos ambulantes atrapalharem a entrada e saída dos clientes das lojas, por obstrução das vias públicas e a visualização das vitrines.

Segundo o Sindilojas, os comerciantes informais no Centro Histórico movimentaram aproximadamente R$ 268 milhões em 2016. Para se ter uma ideia da dimensão, são R$ 125 milhões a menos do que o comércio formal da Capital estimou vender no Natal do ano passado. A pesquisa também mostrou que 42,7% dos consumidores da Capital compraram de vendedores ambulantes em 2016, com um gasto médio de R$ 23,27 nas compras. Na liderança dos produtos mais adquiridos estão itens de vestuário e cosméticos.

Feira para regularizar

A CDL Porto Alegre, em parceria com a prefeitura de Porto Alegre, promovem a ação Seja Legal, até quinta-feira (23), no Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público, das 8h30min às 18h. A feira também oferece oportunidades para vendedores ambulantes consultar a certidão de débitos gratuitas, emissões de alvarás e licenças, além de atualização de documentos. Os interessados também serão encaminhamentos para cursos gratuitos de capacitação e programas sociais. Mais de 113 mil itens foram apreendidos pela Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC) em ações de combate ao comércio informal no Centro Histórico da Capital em 2016.

Embargo às exportações de carnes vai impactar indiretamente o Rio Grande do Sul

20 de março de 2017 3
Claudio Vaz / Agencia RBS

Claudio Vaz / Agencia RBS

babi mugnol

 

 

O Relatório de Comércio Exterior, divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul nesta segunda-feira (20), aponta que o Estado vinha acumulando crescimento de 30% nas exportações de carnes gaúchas em fevereiro, mas o embargo anunciado após a operação Carne Fraga da Polícia Federal deve frear este crescimento. Segundo o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, embora as plantas frigoríficas gaúchas não estejam com problemas e a produção do Estado seja bastante diversificada por médias e pequenas empresas, o Estado deve ser impactado indiretamente pelos bloqueios dos mercados europeus e asiáticos pela desconfiança.

“É possível que tenhamos uma queda das exportações em março por conta da suspensão das importações de vários países até que eles busquem mais esclarecimentos. Até que isso ocorra, até ver que são 21 plantas de um total de quase 5 mil em dois anos de investigação, e se sentir seguro novamente na resposta do governo, deve levar semanas”, aponta o economista.

A carne bovina já vinha apresentado queda nas exportações de 19% nos primeiros dois meses do ano por conta da variação do câmbio e do desaquecimento deste mercado, o que pode prejudicar ainda mais este setor. Mas a queda mais acentuada é esperada justamente nas exportações de carne suína, que cresceram 53% em janeiro e fevereiro, e na de frango, com aumento de 34%, justamente porque vinham nessa tendência positiva e aí o “tombo” acaba sendo maior.

 

Plataforma digital para comprar o rancho do mês pode render até 15% de desconto

20 de março de 2017 0
Reprodução

Reprodução

Quadro Fique de Olho

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

A HomeRefill é uma plataforma digital, na qual os usuários fazem as compras do mês, sem sair de casa, e adquirem itens básicos, como arroz, feijão, detergente e sabão em pó, por preços menores do que os praticados nos supermercados.

A compra é feita por meio do site ou aplicativo da HomeRefill. A plataforma tem como objetivo promover um consumo consciente, ou seja, acabar com a compra por impulso e o acúmulo de produtos desnecessários na despensa, como explica o fundador e CEO da empresa, Guilherme Aere dos Santos.

- Na verdade, o HomeRefill é um assistente, que “olha” pra casa do consumidor. Todos os produtos industrializados e essenciais para o consumidor, ou seja, que ele sempre consome e que dura, são listados pela ferramenta, que vai estabelecer uma rotina de revisão. O que o HomeRefill faz ao longo do tempo é entender o comportamento do usuário e sugerir quantidades, mudar ou suspender um produto que está sobrando.

O assistente evita que o usuário gaste mais do que precisa e também controla a sobra e falta de produtos. Segundo o CEO da empresa, ao comprar com o aplicativo da HomeRefill, o consumidor pode economizar, em média, 15% no valor total. A Home Refill compra os produtos direto dos fabricantes. O frete é gratuito.

Por enquanto, a empresa atua apenas em São Paulo, mas pretende até o final do ano atender todos os estados do Brasil. Atualmente, são 14 mil clientes ativos.

Confira o programa Destaque Econômico deste domingo:

Confira o programa Destaque Econômico deste domingo:

 

 

Indústria caxiense fabrica caminhões para marca chinesa, mas principal mira é no mercado norte-americano

20 de março de 2017 0

 

Júlio Soares / divulgação

Júlio Soares / divulgação

babi mugnol

 

 

As primeiras unidades dos caminhões da fabricante chinesa Foton, produzidos no Rio Grande do Sul, estão para ser comercializados nos próximos dias. Como o projeto da construção da fábrica em Guaíba não avançou, eles estão sendo produzidos na linha de montagem da Agrale em Caxias do Sul. O presidente da indústria caxiense, Hugo Zattera, diz que a Agrale já fez muitas parcerias semelhantes, uma delas foi com a International, a Navistar dos Estados Unidos, que suspendeu as operações em Canoas. Segundo Zattera, o ambiente de negócios atual explica porque os chineses estão demorando, mas o empresário disse que a Foton tem um planejamento, mas que anda lentamente. Segundo o diretor da Agrale, o processo para a construção em Guaíba ainda vai durar alguns anos e a fabricação seguirá em Caxias.

Mas a parceria com a Foton é uma atividade secundária, não é o principal foco do negócio.  A Agrale agora está mais de olho em outro nicho, a venda do Marruá ao mercado norte-americano. Da família de veículos de aplicação militares, ele terá mais saída para uso civil nos Estados Unidos. Conforme Zattera, é um negócio que tem potencial, mas que a fabricante de chassis trata de forma discreta, porque ainda tem pela frente a conclusão do projeto, validações legais, autorizações governamentais, o que não permite ainda falar em volume de negócios. Ele adianta, porém, que será um carro-chefe da indústria.

No passado, a Agrale era mais conhecida pela fabricação de tratores para a agricultura familiar, mas optou por fabricar outros motores e hoje essas atividades que eram acessórias são as principais da empresa. Apenas um quarto da produção de hoje é de tratores. A principal fabricação da Agrale é de veículos. Ela é líder no segmento de chassis leves, terceira no país entre todos os chassis e também se destaca dentro do mercado da Argentina.

Ouça a entrevista no programa Serra de Negócios:

Confira também o vídeo com o presidente da Agrale

Mercado reduz previsão de inflação para este ano

20 de março de 2017 0

focus

babi mugnol

 

 

Economistas reduziram a expectativa de inflação em 2017 para 4,15% e mantiveram em 4,50% para 2018. O centro da meta do governo do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 4,5%.

No Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (20), o mercado manteve a previsão de taxa de juros em 9% ao final do ano. Ficou menor a projeção para 2018, que reduziu para 8,50%. A taxa Selic atual é de 12,25% ao ano.

Os especialistas também seguiram com a previsão de crescimento do PIB de 0,48% neste ano e aumentaram para 2,50% no ano que vem. A taxa de câmbio para 2017 ficaria em R$ 3,29 e, para 2018, em R$ 3,40.