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Leitores perguntam sobre situação do reajuste do salário mínimo regional

27 de março de 2015 0

Leitores perguntam sobre como está a situação do salário mínimo regional.

O Tribunal de Justiça decidiu no início da semana que vale o reajuste de 16% do salário mínimo regional. No entanto, o acórdão ainda não foi publicado. Enquanto isso, ainda vale a liminar que suspendia o aumento.

Advogado da Fecomércio/RS na ação, Flávio Obino Filho afirma que a matéria será reexaminada pelo Supremo Tribunal Federal. Haverá recurso da decisão do TJ/RS e também uma nova ação direta de inconstitucionalidade ingressada pela Confederação Nacional do Comércio.

- Finalmente, por ocasião das assistências as homologações de contratos de trabalho com mais de um ano de serviço, é provável que os sindicatos de empregados façam pressão para que o piso estadual de 2015 seja respeitado. Nossa posição é de que o mesmo é ilegal e não pode ser exigido até manifestação definitiva do Poder Judiciário. Assim, as rescisões, para que os empregados não sejam prejudicados, deverão ser homologadas com a ressalva pelo sindicato profissional de que deveria ter sido respeitado o novo piso estadual cuja legalidade e constitucionalidade continuará sendo questionada. Em caso de recusa pelo sindicato laboral, os valores poderão ser judicialmente consignados.

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Quase 70% dos novos investimentos no Tesouro Direto são de até R$ 5 mil

27 de março de 2015 0
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Dos aportes feitos no Tesouro Direto em fevereiro, 68% foram de valores menores do que R$ 5 mil. O dado mostra o uso do programa por pequenos investidores.

O valor médio por operação foi de R$ 11.175,93. Mas, acima de R$ 30, já é possível investir.

As vendas do Tesouro Direto atingiram recorde em fevereiro. Foram R$ 544,4 milhões. Os títulos mais comprados foram os indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal).

Tesouro Direto, as mudanças e o aumento dos juros pagos pelo governo para este tipo de investimento. Ouça uma entrevista detalhada com o sócio da Elite Corretora de Valores, Rilton Brum, no programa Destaque Econômico:

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Gerente do banco recomenda fundo de previdência para leitora guardar dinheiro para reformar casa. Não!

27 de março de 2015 14
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

A leitora Fernanda quer reformar a casa daqui a dois anos. Quer economizar. Perguntou para o gerente do banco onde ir guardando o dinheiro e ele sugeriu um plano de previdência privada.

Não! Não! Não!

Mas o educador financeiro Mauro Calil explica mais:

“Totalmente inadequado! Até para o propósito. O plano de previdência se presta para aposentadoria. Prazos de dez anos, 15 anos… Não para um prazo curto como o dela, que quer fazer uma reforma.

É preciso salientar que os gerentes de bancos são vendedores e têm metas para cumprir. Então, eles olham na tela do computador e veem o sistema de pontuação para sugerir alternativa. Quem não conhece minimamente outros investimentos fica na mão do gerente. E, basicamente, todos os bancos de varejo têm o mesmo comportamento hoje em dia.

Primeiro, a leitora precisa decidir o que quer da reforma e quanto vai custar. Em paralelo, pode usar fundos de investimento DI ou outros de renda fixa, que vão render mais do que a poupança. A partir do momento que tiver um valor maior, como R$ 2 mil ou R$ 3 mil, pode migrar para investimentos melhores, como LCI e LCA. Pagam remuneração um pouco maior e não tem pagamento de Imposto de Renda.”

Ouça entrevista completa com Mauro Calil para o programa Destaque Econômico:

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PIB cresceu apenas 0,1% em 2014

27 de março de 2015 2
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 

O PIB cresceu 0,1% em 2014. O dado foi divulgado na manhã desta sexta-feira pelo IBGE e considerado como uma estabilidade já que o avanço foi tão pequeno. É o índice mais baixo desde 2009, quando o Brasil sentiu com força os efeitos da crise financeira internacional. Com o pequeno avanço, alcançou R$ 5,52 trilhões.

As variações foram:

Agropecuária +0,4%

Indústria -1,2%

Serviços +0,7%

Segundo o IBGE, o recuo dos impostos reflete redução da arrecadação com o Imposto de Importação e o IPI. Isso decorre do desempenho ruim da indústria da transformação.

O crescimento da agropecuária decorreu do desempenho de várias culturas importantes, ressalta o instituto. Houve crescimento de soja (5,8%) e mandioca (8,8%), mas perda de produtividade.

- O agronegócio ajuda bastante, mas não faz mágica. – alerta o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, alertando inclusive para o desempenho da economia no Rio Grande do Sul.

Na indústria, destacou-se o crescimento da extrativa mineral, que avançou 8,7% no ano. Foi influenciada tanto pelo aumento da extração de petróleo e gás natural quanto pelo crescimento da extração de minérios ferrosos. Já a construção civil e eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana caíram. Houve maior uso das termelétricas. A indústria de transformação teve queda influenciada pela redução do valor no setor automotivo (incluindo peças e acessórios) e da fabricação de máquinas e equipamentos, aparelhos elétricos e produtos de metal. Mas houve crescimento na indústria farmacêutica, fabricação de produtos de limpeza e perfumaria e fabricação de bebidas.

Já no setor de serviços, o comércio sofreu queda (-1,8%). Com crescimento, destaque para serviços de informação.

Queda forte no investimento é preocupante. Recuo da formação bruta de capital fixo (-4,4%). Segundo o IBGE, foi motivada pela queda da produção interna e da importação de bens de capital, sendo influenciada ainda pelo desempenho negativo da construção civil.

A despesa de consumo das famílias desacelerou em relação ao ano anterior (quando havia crescido 2,9%) e cresceu 0,9%. A massa salarial dos trabalhadores até cresceu, mas o crédito para as pessoas físicas deixou de crescer. A despesa do consumo do governo cresceu 1,3%, mas desacelerou em relação a 2013.

Tanto as exportações (-1,1%) quanto as importações (-1,0%) de bens e serviços tiveram queda. Entre as exportações, os destaques negativos foram a indústria automotiva (incluindo caminhões e ônibus). Por outro lado, produtos siderúrgicos, celulose e produtos de madeira apresentaram crescimento. Já nas importações, a queda foi puxada por máquinas e equipamentos e indústria automotiva (incluindo peças e acessórios). Apresentaram crescimento óleo diesel, tecidos e bebidas.

Terceiro trimestre

Na comparação com o terceiro trimestre, o PIB cresceu 0,3% no quarto trimestre.

Agropecuária +1,8%

Serviços +0,3%

Indústria -0,1%

Nos serviços, o crescimento foi puxado por serviços de informação. Entre os subsetores que formam a indústria, o de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana e o da construção civil cresceram no período. Já a indústria de transformação ainda sofreu queda.

Ouça a análise do economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, em entrevista ao Gaúcha Atualidade:

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Casa de campo é vendida por R$ 6,5 milhões na Serra Gaúcha

27 de março de 2015 0
Fotos: Divulgação VivaReal.

Fotos: Divulgação VivaReal.

Canela tem uma casa de campo sendo vendida por R$ 6,5 milhões. É o valor mais alto do levantamento do portal de classificados imobiliários VivaReal.

O site identificou casas de campo no interior de oito Estados. Os valores partem de R$ 300 mil.

O imóvel de Canela, na Serra Gaúcha, tem 1,5 mil metros quadrados. São oito quartos, sendo quatro suítes. Oito banheiros, oito garagens e piscina térmica são mais algumas características da casa.

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Agenda Econômica 27.03

27 de março de 2015 0

Divulgação do PIB pelo IBGE. O principal indicador da semana. Fechamento de 2014.

Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) divulga a Sondagem Conjuntural do Setor de Comércio.

Fetag e regionais Sindicais Vale do Taquari e Serra do Alto Taquari realizam assembleia de Manifesto em Defesa dos Produtores de Leite, em Arroio do Meio.

Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) realiza encontro com representantes de sindicatos e homologadores sobre mudanças na legislação do seguro-desemprego.

Project Management Institute (PMI-RS) realiza o curso preparatório para os exames de Certificações PMP® e CAPM®. Começa neste sábado.

Jogo de Damas traz neste fim de semana para Porto Alegre Alice Ferraz, empresária e idealizadora do F*Hits.

Análise: Dólar alto impacta na dívida de empresas

26 de março de 2015 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Qual o impacto do dólar no endividamento das empresas? Quais as mais influenciadas?

Analista de mercado Débora Morsch

“Com a desvalorização do real de 22% em 2015 e de 39% em 12 meses, as empresas endividadas em dólar vão ter um impacto nas despesas financeiras nos seus demonstrativos financeiros. O patamar do dólar a R$ 3,24 não era atingido desde abril de 2003. Além do impacto cambial, as empresas terão que enfrentar o desaquecimento econômico, aperto fiscal e instabilidade política.

Fazendo um levantamento, o endividamento das empresas de capital aberto não financeiras soma aproximadamente US$ 190 bilhões em dívidas. A empresa mais endividada em dólar é a Petrobras com US$ 91 bilhões, seguida de Vale US$ 21,2 bilhões e OI, US$ 13,2 bilhões.

Temos duas situações a avaliar. Empresas com endividamento em dólar que têm parte ou todo o faturamento também em dólar. Essas empresas têm o chamado hedge natural, ou seja, as receitas delas vão ser beneficiadas com a alta do dólar e o incremento das despesas financeiras serão amenizados com a melhora das receitas.

Já as empresas que não têm receitas em dólar serão muito impactadas, pois as despesas financeiras vão disparar. A não ser que ela tenha feito alguma operação de proteção cambial com derivativos.

As empresas mais beneficiadas são as de papel e celulose, como Klabin, Suzano e Fibria. Apesar de elas terem um endividamento elevado em dólar o benefício da alta do dólar é maior.

Empresas industriais com alto grau de exportação como Weg, BR foods e JBS também se beneficiam. Tradicionalmente as empresas exportadoras de commodities seriam altamente beneficiadas, mas com a queda do preço das commodities em dólar esse benefício se perde. É o caso da mineradora Vale, que tem praticamente toda a sua receita com exportação. Entretanto, a queda no preço do minério de ferro de 50% em 12 meses não consegue ser compensada pela desvalorização cambial.”

 

 

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Dica da Semana - Livro: Crise de Imagem e Gerenciamento de Crises

26 de março de 2015 0

Dica da Semana no Destaque Econômico.

Livro: Crise de Imagem e Gerenciamento de Crises

Autor: Wesley Cardia

“Estamos vivendo um momento em que crise de imagem é um dos tópicos mais tratados e mais sentidos pela comunidade brasileira. O livro que está sendo lançado agora vem ao encontro das necessidades de empresários, advogados, de jornalistas que tratam de crise de imagem e das próprias empresas. Por quê? Porque qualquer prejuízo, qualquer dano à imagem de uma empresa ou de um executivo, reflete no seu desempenho, no seu faturamento. Nunca vai acontecer de o nome do empresário e da empresa ser desvinculado da sua atividade econômica. Portanto, cuidar das crises, prever as crises e ter um grupo especialista de gerenciamento de crise e imagem para situações desse tipo é fundamental para uma grande, uma média empresa ou para qualquer empresário que se preze.”

foto blog

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Pequena empresária se reinventou no auge do Polo Naval e agora se adapta na crise

26 de março de 2015 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico. Por Babiana Mugnol (babiana.mugnol@rdgaucha.com.br).

A versatilidade da costureira Patrícia Benevides, de Rio Grande, para confeccionar diversos produtos atrapalhou o início de carreira como microempreendedora individual. O primeiro negócio da dona da atual Empório do Fio fechou em menos de um ano.

- Eu vendia roupas. Só que eu não tinha um foco específico. Foi algo que tive de aprender. Muitas vezes, quem faz tudo não faz nada ou não consegue se dedicar a fazer algo muito benfeito para ter um diferencial de mercado.

Foram dois anos trabalhando em outro emprego para pagar as dívidas. Mesmo assim, o sonho de empreender continuava e ela decidiu estudar Administração e procurar o Sebrae para não errar novamente.

- Com pesquisas de mercado, descobri que, com as pessoas que estavam chegando. havia uma reestruturação da cidade, focada principalmente na área de alojamentos e pousadas. Eu quis me inserir neste mercado trabalhando com lençóis para esse tipo de público.

No auge da instalação do Polo Naval em 2012, eram confeccionados até 300 jogos de lençóis por mês. Atualmente, mesmo com a cidade atravessando uma crise, são confeccionados 90 jogos e o público-alvo não é mais o ramo hoteleiro.

- Estou tendo que reanalisar meus negócios, ver outras fontes de investimentos dentro do que já trabalho. Eu agreguei uma loja de aviamentos pequena, mas que gera um determinado valor e também atrai outros clientes, principalmente particulares. Também temos aula de costura e isso tudo movimenta a empresa.

Patrícia venceu a etapa estadual do Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios na categoria Microempreendedora Individual.

foto blog

Leia também: “Aos 14 anos, estudava escondida dos pais” – conta artista plástica que ganhou prêmio nacional

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Rio Grande do Sul tem o terceiro IPVA mais alto por habitante no País

26 de março de 2015 1

O Rio Grande do Sul tem o terceiro IPVA mais alto por habitante no País. Fica atrás apenas de São Paulo e do Distrito Federal.

A média paga pelo gaúcho é de R$ 199,78. A média nacional é bem mais baixa, R$ 161,55. O Maranhão tem o imposto médio mais baixo pago pelos donos de carros: R$ 47,28.

O levantamento é do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.

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