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Violência: Seguro do carro varia mais de 20% dependendo do bairro de Porto Alegre

21 de abril de 2017 0

 

Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

 

 

O aumento nos roubos e furtos de carro pesa muito no cálculo do seguro, como a gente vem noticiando. Então, o blog Acerto de Conta$ pediu ao corretor Jorge Kath, da Bika Corretora de Seguros, um comparativo dos valores para identificar o quanto a insegurança está pesando no bolso do consumidor.

Kath comenta que o carro mais roubado hoje no Brasil é o Celta, da GM, seguido por Fiat Stilo, Hyundai HB20, Fiat Siena, Peugeot 308, VW Voyage, VW Amarok, Peugeot 307 e Fiat Strada. Os dados são da Superintendência dos Seguros Privados (SUSEP).

- Em Porto Alegre, o custo do seguro do HB20 é o maior do Brasil. Isso considerando valores feitos com base em um perfil mediano e masculino. O valor varia muito com perfil do condutor.

Segundo o corretor, há uma variação que chega a 22% no preço do seguro, dependendo do bairro de Porto Alegre. Zona Norte tem liderado o ranking de ocorrências.

- Por exemplo: no centro da cidade, custaria R$ 1.000. Na Zona Sul, no Bairro Aberta Morros, custa R$ 1.040. Na Zona Norte, no Bairro Jardim Itu-Sabará, custa R$ 1.220. No Bairro Petrópolis, R$ 1.090.

O corretor fez também comparativos de quanto custa hoje a renovação do seguro de alguns carros e quanto o cliente pagava em 2014. Para perfil de motorista igual e a mesma seguradora, Kath identificou duas situações:

Queda média de 10% no preço dos carros, conforme a tabela Fipe.
Aumento médio de 15% no preço do seguro.

Kath conta que os clientes reclamam muito do aumento: “Se o meu carro está valendo menos, como o seguro não ficou mais barato.”

- Ainda assim, as famílias têm mantido o seguro do carro porque o fator risco está muito presente no dia a dia.

Se é para cortar, o seguro de vida e até o residencial passam na frente.

Leia também: Corretor orienta como deixar o seguro do carro mais barato

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Negociações salariais: mais ganho real nos reajustes e menos redução de jornada

21 de abril de 2017 0

A Fipe divulgou hoje o boletim salariômetro de março que apontou redução dos efeitos da crise nas negociações salariais das categorias com os empregadores. Mais sinais de alívio para o mercado de trabalho.

Março foi o terceiro mês consecutivo com aumentos acima da inflação, na mediana das negociações analisadas. O indicador ficou em 1,8%.

Segundo a Fipe, também tem a influência da queda da inflação. E observa que os acordos estão mais favoráveis aos trabalhadores do que convenções.

Como a projeção é que a inflação siga caindo até setembro, dá espaço para a continuidade dos aumentos reais. Mesmo com a economia ainda em recessão.

Outro ponto de destaque da pesquisa de março: houve apenas três acordos de redução de jornada e de salários. O mecanismo foi muito usado pelas empresas no auge da crise.

Em março do ano passado, foram 12 casos. Mas em abril de 2016, por exemplo, foram 39 acordos de redução de jornada de trabalho com corte também nos salários.

 

Rio Grande do Sul cria emprego com carteira assinada pelo terceiro mês consecutivo

21 de abril de 2017 0

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Aumentando o emprego formal, o Rio Grande do sul engatou o terceiro mês criando vagas de emprego com carteira assinada. Faz parte do levantamento do Ministério do Trabalho que usa os dados de empresas.

O resultado se refere a março, quando foram criados 5.236 postos de trabalho. Com isso, o primeiro trimestre acumula quase 25 mil novos empregos formais.

Ainda é pouco para reverter o resultado negativo da crise. Só em dezembro, as empresas cortaram mais do que isso em empregos. E o acumulado de 12 meses ainda aponta corte de quase 50 mil empregos.

Mas chama a atenção os bons desempenhos da indústria da transformação, com mais de 5 mil vagas. O comércio atacadista também segue com bons resultados, com mais de 3,5 mil vagas.

O problema ainda está no varejo e no setor de serviços. São duas áreas que precisam exatamente de uma reação no emprego e na renda para engatarem uma retomada.

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Agenda Econômica 21.04

21 de abril de 2017 0

É feriado de Tiradentes, mas…

Fipe está disponibilizando o Boletim Salariômetro deste mês.

Caixa Econômica Federal informa que, no próximo domingo (23), o autoatendimento, Internet Banking CAIXA e opção débito dos seus cartões estarão indisponíveis de 0h às 5h. Os cartões de crédito funcionarão normalmente. A pausa nos serviços se deve a uma manutenção tecnológica.

Sindilojas Porto Alegre informa que o comércio da Capital poderá atender com empregados no feriado de Tiradentes, dia 21 de abril. A data configura um feriado nacional e, por isso, as lojas devem observar a Convenção Coletiva de Trabalho do setor.

Inadimplência em condomínios atinge maior nível desde 2014

20 de abril de 2017 1
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

 

 

A inadimplência nos condomínios atingiu o maior nível desde agosto de 2014 em Porto Alegre. O alerta é do Sindicato da Habitação do Rio Grande do Sul (SECOVI/RS).

A pesquisa traz o dado de fevereiro. No mês, o atraso no pagamento atingiu 14,9% nos condomínios.

- A situação econômica ainda difícil para muitos e o retorno às aulas, que oneram em matrícula, material escolar e uniformes, podem ter impactado nesse resultado. – analisa Lucineli Martins, do Departamento de Economia e Estatística.

Junto com a pressão da crise na elevação da inadimplência, tais situações podem ter neutralizado eventuais efeitos da legislação que entrou em vigor no ano passado prometendo agilizar a cobrança de dívidas atrasadas.

Leia mais:

Novas regras buscam agilizar cobrança de condomínio atrasado

Leitor pergunta como negocia dívidas atrasadas de condomínio

Isso que as despesas dos condomínios tiveram crescimento de 2,30% em 12 meses. Abaixo da inflação. Lucineli acredita que os orçamentos estão mais enxutos, buscando uma redução nos custos condominiais e adiando obras ou reparos.
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Marca própria perde espaço há três anos nos supermercados gaúchos

20 de abril de 2017 0
Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS.

Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS.

 

Os produtos de marca própria perderam espaço nos últimos três anos nos supermercados do Rio Grande do Sul. O movimento apareceu no levantamento da Associação Gaúcha de Supermercados.

Em 2014, cerca de 17% das redes tinham itens de marca própria nas lojas. Caiu para 14,7%.

Mas não são produtos mais baratos e que deveriam ganhar espaço em tempos de crise?

Pois a Associação Gaúcha de Supermercados explica, lembrando que houve uma redução no mix de produtos também. Em dois anos, os supermercados tiraram mais de 2 mil produtos das prateleiras.

- Se tiver marca própria, reduz o volume de compra das marcas principais e cai o poder de barganha entre varejo e indústria. – observa o presidente, Antônio Cesa Longo.

A AGAS ilustrou com um exemplo:

“Eu tinha um sabão OMO, um sabão Brilhante, e um sabão de marca própria. Digamos que eu comprava 40 de OMO por mês, 40 de Brilhante e 20 de marca própria. Cortei a marca própria e passei a comprar 50 de OMO e 50 de Brilhante. Comprando em maior volume, consigo preço melhor.”

E também deixa menos confusa a prateleira para o consumidor, explica a associação. A última pesquisa apontou que o cliente tem ficado, em média, apenas 15 segundos na frente da gôndola.

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Leitora demitida será recontratada e pergunta se solicita seguro-desemprego

20 de abril de 2017 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Leitora Thaís pergunta:

“Estou trabalhando há 1 ano e 4 meses. A empresa onde trabalho perdeu contrato e estamos sendo desligados. Uma nova empresa irá nos contratar. Porém, como trabalho na área da cozinha de um hospital, a implantação é muito estressante e tenho artrite. A nova empresa ofereceu para eu voltar depois da implantação, o que demora em torno de dois meses. Se, durante esse tempo em que ficar desempregada, eu não entrar com pedido do seguro-desemprego, eu perco o meu tempo caso entre na nova empresa e seja desligada novamente?”

FGTAS/Coordenação Técnica Seguro-Desemprego – SINE responde:

“Esta demissão sem justa causa dá direito ao Requerimento do Seguro Desemprego. Aconselhamos o encaminhamento.

Durante o período de desemprego, poderá ocorrer o recebimento do benefício: em 30 dias a primeira parcela, 45 a segunda, 75 a terceira e assim por diante.

Havendo nova contratação, ocorre a suspensão do recebimento e a possibilidade de retomá-lo – por término de contrato temporário ou nova demissão sem justa causa (por até 16 meses a partir da demissão que deu origem ao benefício).

É comum ocorrerem duas situações:
1ª – o trabalhador não encaminha o requerimento e o novo emprego não ocorre: em 120 dias da demissão perde o direito de requerer.
2ª – não encaminha e o novo contrato finda por ser temporário: não há o que retomar pois não ocorreu o encaminhamento em tempo hábil do contrato com demissão sem justa causa.

A recomendação é sempre encaminhar o requerimento, garantindo o seu direito.”

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Graças à gasolina, prévia aponta inflação de abril mais baixa desde 2006

20 de abril de 2017 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,21% em abril. Ficou acima da taxa de 0,15% de março.

Muito pelo reajuste dos medicamentos, autorizado no fim de março e aplicado ao longo de abril. Também com o aumento de alguns alimentos, como batata, ovos e leite.

Mas… A boa notícia vem da comparação com os outros meses de abril. Segundo o IBGE, desde 2006, quando o índice ficou em 0,17%, não há registro de índice mais baixo para os meses de abril.

Com isto, o índice acumulado de 12 meses caiu para 4,41%. É abaixo dos 4,73% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

“constituindo-se na menor variação acumulada em períodos de 12 meses desde janeiro de 2010 (4,31%).” – observa o IBGE.

E o acumulado de 12 meses é o parâmetro usado para acompanhar as metas de inflação. Neste mês, caiu para abaixo do centro da meta de inflação do Governo Federal para 2017.

Destaque para a queda nos preços dos combustíveis (-2,77%). O litro da gasolina ficou 2,24% mais barato e o litro do etanol atingiu queda de 5,48%.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, o IPCA-15 ficou em 0,35% em abril. No acumulado de 12 meses, fica em 4,05%.

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Agenda Econômica 20.04

20 de abril de 2017 0

IBGE divulga os resultados mensais do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15).

Inauguração da Cassol Centerlar no Bairro Jardim Botânico, em Porto Alegre.

Leia mais: Rede de material de construção investe R$ 12 milhões em nova loja de Porto Alegre

Está no Diário Oficial da União:
FIOCRUZ divulga resultado final de concurso público para cargo de técnico em saúde pública.
Autorizada nomeação de 120 aprovados em concurso público para Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.
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Rápidas:
Sindicato das Seguradora do RS realiza em Caxias do Sul sobre o Panorama do Seguro Rural no Brasil.
Secretário de Serviços Urbanos de Porto Alegre, Ramiro Rosário palestra na reunião-almoço da Associação das Empresas dos Bairros Humaitá-Navegantes.

O que ganhou e perdeu espaço no carrinho de supermercado dos gaúchos

19 de abril de 2017 0

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O que mudou no carrinho dos gaúchos em 2016? Pesquisa da Associação Gaúcha de Supermercados mostra o que o consumidor passou a comprar mais e o que deixou de comprar. Veja os líderes do ranking:

Compraram mais:

Cervejas especiais
Café em cápsula
Inseticidas
Rações
Produtos saudáveis

Compraram menos:

Sucos de soja
Cortes bovinos
Óleos de soja
Sabão em pó