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Preço do açúcar dispara e leva junto a "inflação das guloseimas"

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

O preço do açúcar disparou em 2015. Nas usinas, o aumento em reais foi de 58% ao longo do ano, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP). O principal motivo é a alta do dólar, que levou também ao aumento da exportação.

O aumento chegou também para o consumidor. Pelo levantamento da Associação Gaúcha de Supermercados, o produto foi a segunda maior alta verificada em 12 meses (+51%). Perde só para a cebola, que dobrou de preço.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, em 2015, O IEPE/UFRGS identificou aumento de quase 40% no açúcar refinado. Mesmo com menor intensidade, os doces com grande quantidade de açúcar também tiveram altas fortes de preço.

Confira a “inflação das guloseimas”:

Açúcar refinado +39,71%
Guaraná +23,98%
Salgadinho de queijo +23,34%
Balas +17,20%
Bombom +16,78%
Achocolatado em pó +14,49%
Pepsi-Cola +13,41%
Refresco em pó +13,28%
Pó de gelatina +12,88%

Inflação pelo IPC/IEPE: +12,58%

Coca-Cola +11,81%
Bolacha recheada +8,12%
Sorvete +7,16%
Chiclete +3,11%

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Zika - Aumenta venda de repelentes e mosquiteiros e preços variam até mais de 80%

12 de fevereiro de 2016 0

A preocupação com o zika vírus trouxe mudanças no comportamento e no consumo das famílias. A Associação Gaúcha de Supermercados viu os repelentes passarem ao topo do ranking dos produtos com maior aumento de vendas. A comercialização está 40% maior do que no mesmo período do ano passado.

Alguns tipos de repelentes estão, inclusive, em falta também em farmácias. Os preços, com o aumento da procura, variam bastante. Esta loção, usada muito em bebês pequenos, tem variação superior a 80%, conforme uma rápida pesquisa na internet:

 

Em uma rede de farmácias, este mesmo repelente está custando quase R$ 23. Há poucos meses, o preço era R$ 15.

Mosquiteiros também são bastante procurados. Há lojas com aumento superior a 60% nas vendas. São modelos para camas, berços e carrinhos de bebê.

As fabricantes de repelentes estão reforçando os call centers. Muitos consumidores têm dúvidas. Principalmente, gestantes.

Transmissor do zika e também da dengue, o Aedes aegypti é, geralmente, diurno. Prefere sair em busca de sangue pela manhã ou no fim da tarde, evitando os momentos mais quentes do dia. Mas, se não conseguir se alimentar, vai picar à noite também. A pediatra Lia Brasil sugere passar o repelente nestes horários para evitar a exposição frequente das crianças – principalmente dos bebês – aos produtos químicos.

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Cursos que mais colocam estagiários no mercado de trabalho do Rio Grande do Sul

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

O CIEE-RS divulgou o ranking dos cursos em que os alunos conquistam mais vagas em estágio. Direito e Pedagogia lideram o Ensino Superior com 20%.

O levantamento mostra crescimento do curso de Direito. Passou do quarto lugar em 2014 para o topo da lista em 2015.

Em todos os cursos e níveis, as mulheres predominam, ocupando 72% das oportunidades de estágio. Já os homens ficam com 28%.

Ranking Ensino Superior:
 
Direito e Pedagogia – 20%
Administração – 17%
Outros cursos – 15%
Engenharias – 6%
Educação Física – 6%
Ciências Contábeis – 4%
Comunicação Social – 4%
Informática – 3%
Psicologia – 3%
Arquitetura – 2%

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Varejo gaúcho espera boas vendas para fevereiro

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Sofrendo com quedas sucessivas nas vendas e um Natal muito ruim, o varejo gaúcho está esperando um bom mês de vendas. A expectativa é que fevereiro tenha vendas até 25% superiores ao mesmo mês do ano passado.

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer lembra o início de 2015 sofreu com fortes impactos dos bloqueios nas estradas. Além disso, o Carnaval agora em 2016 foi mais cedo, assim como a volta às aulas.

- E vai ser melhor do que janeiro agora também.

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Rio Grande do Sul perde liderança na exportação de móveis

11 de fevereiro de 2016 2
Foto: Divulgação Movergs.

Foto: Divulgação Movergs.

O Rio Grande do Sul perdeu a liderança na exportação de móveis, após a queda de 15,4% nos embarques em 2015. Foi ultrapassado por Santa Catarina, que retomou o primeiro lugar.

Os dados são do relatório anual da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul. Segundo a Movergs, a indústria moveleira faturou US$ 183,515 milhões com as vendas internacionais em 2015, contra os US$ 216 milhões registrados no ano anterior.

Os principais destinos das exportações foram países como Reino Unido, Peru e Paraguai. Os Estados Unidos aparecem na quarta colocação, recuperando a relevância na pauta exportadora gaúcha e respondendo por 10,5% do total dos negócios.

- A confiança do mercado global no Brasil, enquanto parceiro comercial, foi abalada. Esse cenário de incertezas aumenta o desafio para as indústrias moveleiras que atuam nessa modalidade de trade. É indispensável que elas sigam investindo na diferenciação e no valor agregado de seus produtos. Além disso, tecnologia e design são fundamentais para quem almeja oferecer produtos competitivos ao mercado. – avalia o presidente da MOVERGS, Volnei Benini.

Com a queda para a segunda posição entre os exportadores, o Rio Grande do Sul passou a ter participação de 30,50% das vendas de móveis para o mercado externo. Santa Catarina ficou com 34,32%. Na terceira colocação, aparece o Paraná (13,74%), seguido por São Paulo (11,51%).

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Contém1g fecha quiosque no shopping Praia de Belas

11 de fevereiro de 2016 1
Quiosque da Contém1g no Shopping Total, que continuará aberto. Foto: Divulgação.

Quiosque da Contém1g no Shopping Total, que continuará aberto. Foto: Divulgação.

Foi fechado o quiosque da Contém1g no shopping Praia de Belas. O motivo foi o alto aluguel e a queda nas vendas, justificou a proprietária da franquia, Sílvia Rachewsky.

O quiosque tinha nove metros quadrados. O aluguel superava R$ 14 mil.

- As vendas não compensavam o valor. Além disso, há meses do ano em que é preciso pagar mais de um aluguel nos shoppings.

Depois de onze anos no Praia de Belas, o último dia de funcionamento foi no temporal do fim de janeiro. A loja da Contém1g ficou bem danificada e não foi mais reaberta.

Em Porto Alegre, seguem abertas as unidades do Shopping Total e do Bourbon Ipiranga, que são da mesma franqueada. Ainda tem Contém1g no BarraShoppingSul, no Bourbon Wallig e no Iguatemi.

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Leitora pergunta como pode ser demitida após voltar do afastamento pelo INSS

11 de fevereiro de 2016 0

desemprego

Leitora Mara Silva está no INSS, mas quer ser demitida ao retornar para o trabalho. Pergunta como funciona, se há estabilidade profissional.

Advogada trabalhista Sonilde Lazzarin responde:

“Por lei, o segurado que sofreu acidente do trabalho (ou doença relacionada com o trabalho) tem garantida, pelo prazo de 12 meses, a manutenção do contrato de trabalho na empresa após a cessação do auxílio-doença acidentário. Desse modo, não existe estabilidade provisória para afastamentos por doenças e/ou acidentes sem nexo com o trabalho.

Assim, se o auxílio-doença não for acidentário, o trabalhador pode ser dispensado no dia seguinte à alta médica do INSS. Quando for acidentário, a dispensa somente poderá ocorrer 12 meses após a alta, sendo que o aviso prévio não poderá coincidir com o período da estabilidade.

Caso o empregado seja dispensado sem justa causa antes dos 12 meses, terá direito a pedir judicialmente a reintegração ao emprego. Se isso não for possível pelo transcurso do tempo ou o empregador não permitindo, terá direito a receber todo o período da estabilidade de modo indenizado.

Quanto à questão “quero ser demitida ao retornar”, não existe esta possibilidade. A dispensa é uma prerrogativa do empregador. Caso este não tenha interesse em dispensá-lo e o empregado não quer mais trabalhar, terá que pedir demissão. Caso tenha estabilidade, o pedido de demissão deverá ser homologado pelo sindicato para ter validade.”

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Rotativo do cartão de crédito tem maior juro em 21 anos

11 de fevereiro de 2016 2
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

O juro do cartão de crédito atingiu o maior patamar desde 1995. O rotativo teve taxa média de 14,35% ao mês em janeiro. Ao ano, atinge 410,97%.

A pesquisa é feita todos os meses pela Associação Nacional de Executivos de Finanças. Tradicionalmente, o cartão de crédito tem a maior taxa.

Todas as linhas de crédito pesquisadas pela Anefac tiveram aumento em janeiro. Isso fez com que a taxa de juros para o consumidor atingisse o maior patamar desde 2005.

Subiram também os juros para pessoa jurídica. Foi o maior desde 2009, neste caso.

Inadimplência

Segundo o diretor da Anefac, Miguel Oliveira, estas elevações podem ser atribuídas principalmente ao aumento da inadimplência.

- Este momento se baseia no fato de os índices de inflação estarem mais elevados, com aumento de impostos e juros maiores, que reduzem a renda das famílias. Agregado ao baixo crescimento econômico, deverá promover crescimento dos índices de desemprego. O fato de que as expectativas para 2016 são igualmente negativas quanto a todos estes fatores, leva as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência.

Varejo gaúcho

Assim como nos outros Estados, o varejo gaúcho segue elevando os juros do crediário. No Rio Grande do Sul, a taxa média mensal passou para 5,64%. Ao ano, está em 93,17%.

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Energia e gasolina seguem pressionando inflação de Porto Alegre

11 de fevereiro de 2016 0

bancocentral

A inflação para o consumidor passou para 1,67% em Porto Alegre. Calculado pela Fundação Getúlio Vagas, o IPC-S foi de 0,83% na primeira semana de janeiro.

A maior pressão segue com a tarifa de eletricidade residencial, apesar de estar perdendo força. Isso porque se concentrou em janeiro o aumento de ICMS, Pis/Cofins e taxa de iluminação pública.

Em segundo lugar, a gasolina aparece de novo. O combustível também teve aumento de preço nos postos a partir do dia 1º de janeiro, atribuído à elevação da alíquota do ICMS.

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Dispara procura de materiais e mão de obra para reformas após temporais

11 de fevereiro de 2016 0
Foto: Jefferson Botega / Agência RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS.

Está difícil encontrar mão de obra e alguns materiais para reforma de imóveis após os temporais que atingiram Porto Alegre. Além disso, o Carnaval dificultou ainda mais o conserto dos estragos.

Levantamento feito pelo Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre apontou aumento de 40% nas vendas no comércio de materiais de construção. Entre os itens mais procurados pelos consumidores, estão telhas, mantas asfálticas, madeira para telhado, lona plástica preta, compensado para tapumes e material elétrico.

Vice-presidente do Sindilojas e proprietário da Multi Ferragem, Paulo Penna Rey explica que a reposição do estoque das lojas também está demorando um pouco mais porque várias fábricas estão em férias coletivas.

- Semana que vem, com certeza, será normalizado. Sobre a mão de obra, como é um serviço muito técnico – e perigoso, no caso dos telhados -, percebi que muitos estão esperando a liberação de alguns profissionais.

Proprietário da Reformabraz, Michel Pereira identificou um aumento de 30% no pedido de orçamentos. Só que muita gente não está contratando o serviço.

- Um dos motivos é o alto custo para os consertos. Além disso, são gastos que as pessoas não estavam prevendo. É diferente de guardar dinheiro para fazer uma reforma. Os clientes foram pegos de surpresa com essa despesa.

Os estragos mais relatados pelos clientes são danos nos telhados e infiltrações nas paredes.

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