Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Estudo aponta que setor aéreo movimenta R$ 9,6 bilhões na economia gaúcha

19 de janeiro de 2017 0

Para reforçar o pedido de redução da tributação, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas está divulgando estudo feito com a GO Associados. A ideia é mostrar o impacto do setor aérea na economia brasileira e nos Estados.

Aqui no Rio Grande do Sul, afirmam que o transporte aéreo contribui com 1,4% da produção total da economia. Equivale a R$ 9,6 bilhões.

“Nesse valor, está incluída a receita das companhias aéreas (transporte de passageiros e cargas) e de seus fornecedores, mais o turismo viabilizado pelo setor aéreo. Também entra na soma o consumo familiar dos trabalhadores que integram essa cadeia. A parcela é inferior à contribuição do setor medida no plano nacional, estimada em 3,1% do total da produção brasileira.” – diz a análise.

A aviação e os setores estimulados pela atividade registraram 191,5 mil empregos no Rio Grande do Sul em 2015. Rendendo o pagamento de quase R$ 1,7 bilhão em salários. O setor aéreo contribui também com a arrecadação de R$ 739 milhões em impostos no Estado.

“Em termos relativos, para cada R$ 1 que a aviação adiciona à produção econômica do estado, R$ 6,5 são gerados em produção na cadeia do turismo catalisado pelo modal de transporte. No tocante aos empregos, para cada posto de trabalho ocupado na aviação, 10 outras pessoas são contratadas no turismo derivado do Rio Grande do Sul.”

O levantamento tem como base o ano de 2015 e usa fontes públicas, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Inflação sobe, mas tem o menor resultado de janeiro desde 1994

19 de janeiro de 2017 1

O alívio na inflação segue se confirmando. Prévia do indicador oficial do País, o IPCA-15 até avançou em janeiro. Passou para 0,31% em janeiro, frente a 0,19% em dezembro.

Mas foi abaixo do esperado. E mais: o menor percentual desde 1994, na pesquisa do IBGE. Foi o ano do Plano Real.

- E o IPCA veio novamente abaixo do esperado. Veio em 0,31%, enquanto que o esperado era de 0,38%. Quem ainda dúvida em Selic a um dígito no final de 2017? No nosso cenário base, Selic fechará em 9,75%. No nosso cenário otimista, fechará em 9,25%. E o cenário otimista vai aumentando a sua probabilidade. – comenta o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido.

Recuando desde setembro, o grupo alimentação e bebidas teve alta de preços. Alguns produtos subiram bastante, como óleo de soja (8,04%), farinha de mandioca (4,53%), ovos (3,10%) e frutas (2,38%).

“Isoladamente, a gasolina foi o item com o maior impacto (0,10 pp) sobre o IPCA-15. O preço do litro subiu, em média, 2,43%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias, desde 06 de dezembro.” – acrescenta o IBGE.

Com o resultado baixo para o mês, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, no acumulado dos últimos doze meses, desceu para 5,94%.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Site aponta áreas que anunciaram mais vagas de emprego em Porto Alegre e Região Sul

19 de janeiro de 2017 0
CC0 Public Domain

CC0 Public Domain

 

Entre as vagas de emprego publicadas na internet desde que começou 2017, as oportunidades nas áreas de vendas são maioria na Região Sul. Considerando Porto Alegre, lideram as vagas na área administrativa e operacional.

É o que mostra levantamento feito a pedido do blog Acerto de Conta$ pela Adzuna, que acompanha vagas online para a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. A Região Sul concentra quase 19% das vagas identificadas no País.

Mas a média salarial mais alta fica em áreas diferentes. Na Região Sul, é em Consultoria. Em Porto Alegre, é na área de Tecnologia da Informação.

Veja o ranking completo:

 

quadro vagas

 

* Inicialmente, a tabela encaminhada tinha R$ 500 na linha Engenharia. Questionamos e a empresa e a entidade corrigiram o valor.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

 

Agenda Econômica 19.01

19 de janeiro de 2017 0

IBGE divulga os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de janeiro de 2017.

FGV divulga segunda prévia do IGPM, inflação usada para indexar contratos.

Prevista para hoje reunião para fechar acordo sobre novas regras para distratos da compra de imóveis.

Abono salarial ano-base 2015 começa a ser pago para nascidos em janeiro e fevereiro. Benefício pode ser sacado em caixas eletrônicos, lotéricas e agências da Caixa e Banco do Brasil até 30 de junho.
===
Rápidas:

Segunda rodada de negociação salarial do setor de TI
18ª edição do WOW Meeting

Couromoda fecha com "otimismo responsável"

18 de janeiro de 2017 0

feira

 

 

- Estamos com um “otimismo responsável”.

Assim, o diretor-geral da Couromoda, Jefferson Santos, começa a falar sobre o balanço da feira neste ano. Diz que quase 70% dos expositores já renovaram contrato para a feira do ano que vem, que sempre é um termômetro do setor.

Há otimismo quanto à retomada do consumo no mercado interno, o que foi uma decepção no ano passado. No radar, a redução dos juros como ponto positivo. Mas ainda há o receio de que novos escândalos políticos provoquem medo na economia de novo.

A Associação Brasileira de Lojistas de Calçados fala em crescimento de 2% em 2017. Ainda é sobre uma base fraca, mas não deixa de ser um avanço.

Ainda assim, muita gente seguirá apostando na exportação enquanto isso, aproveitando o patamar do dólar. Diretor comercial da Kildare, Fernando Alano é um desses. Duplicou a participação da venda externa no faturamento da fabricante de calçados. Para 2017, quer vender mais ainda para o exterior. Até porque não está disposto a apertar o preço do seu produto, que é calçado masculino, para ir na onda do que o mercado brasileiro está pedindo.

Presidente da Abicalçados – que representa a indústria, Heitor Klein observou que compradores foram na feira com foco em fechar negócios. Expositores comentaram o mesmo. Milton Souza, da Dilly, comentou que os compradores estavam com estoque baixo e isso estimulou a efetivação da compra.

A entidade trouxe cinco importadores. Vieram da França, Equador, Emirados Árabes e Rússia.

Segundo a gestora de projetos, Roberta Ramos, eles ficaram surpresos com os preços do calçado brasileiro. Acharam alto. Mas entenderam o posicionamento das empresas daqui e compreenderam o valor.

Fatima Mejia é uma das cinco importadoras trazidas. É do Equador, onde tem uma loja que vende só calçados brasileiros e também distribui para outras lojas. 

Enfrenta lá problemas políticos e uma taxa fixa de cerca de US$ 15 dólares por par de calçados. Mas avisa:

- Impossível competir com o calçado brasileiro, pela qualidade, pelo maquinário usado pela indústria. Não temos isso no Equador. 

 

Empresária do Equador, Fatima Mejia.

Empresária do Equador, Fatima Mejia.

 

 

===

Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ viajaram a convite para a Couromoda, em São Paulo.

 

 

Região Sul tem 16% dos poupadores do País

18 de janeiro de 2017 0

Ficam na Região Sul 16% dos poupadores do País. São pessoas que disseram ter algum dinheiro guardado. A pesquisa é da Fecomércio do Rio de Janeiro em parceria com a Ipsos.

A maior parte fica no Centro Oeste. Lá, estão 29% dos poupadores.

image

A parcela das famílias que dizem ter algum dinheiro guardado no País atinge 18% dos brasileiros. Resultado que tem se mantido estável.

Os principais motivos para guardar dinheiro são, nesta ordem: preocupação com alguma eventualidade, reformar a casa, compra de carro e gastos com lazer.

A poupança ainda é a preferida. Citada por 76% dos entrevistados que guardam dinheiro. Só que caiu em 12 pontos percentuais na comparação com 2012.

Chama a atenção a segunda opção: guardar dinheiro em casa! Citada por 15% das pessoas.

Só então aparecem os fundos de investimento. Aumentou quatro pontos percentuais, mas ainda é a opção citada por apenas 7% das pessoas que guardam dinheiro.

- Quando se fala em aplicação financeira, a caderneta de poupança sempre liderou a preferência do brasileiro. Não apenas pela tradição ou facilidade de se investir, mas pelo fato de a aplicação não estar sujeita à cobrança de imposto de renda. Com um patamar de inflação mais alto nos últimos anos, em paralelo ao aumento dos juros, outras formas de investimento ganharam atenção do brasileiro. É um processo de maturidade, que leva tempo, mas já traz benefícios sobretudo ao pequeno investidor, que precisa contar com a orientação dos bancos de varejo. – afirma Gloria Amorim, diretora de políticas e estratégias do Sistema Fecomércio RJ.

image

Perfil do gaúcho que mais pede seguro-desemprego

18 de janeiro de 2017 0

Perfil do gaúcho que mais pede seguro-desemprego:

Homens 57,7%
30 a 39 anos 31%
Ensino médio completo 44,9%
Salários entre R$ 1.320 e R$ 1.760 34,6%
Principais funções: vendedor de varejo, auxiliar de escritório e alimentador de linha de produção

FGTAS lembra que o valor do seguro foi reajustado para a faixa entre R$ 937 e R$ 1.643,72

Agenda Econômica 18.01

17 de janeiro de 2017 0

Lançamento, em Brasília, do programa Empreender Mais Simples – Menos Burocracia – Mais Crédito.

Divulgação do Livro Bege, com análise e previsões para a economia dos Estados Unidos.

FGV divulga indicadores do ciclo da economia brasileira.

Confederação Nacional do Comércio divulga o Índice de Consumo das Famílias.

Lançamento da campanha salarial dos comerciários do RS.

De R$ 800 para calçados de até R$ 200 foi a estratégia para vender mais Mormaii e Diadora

17 de janeiro de 2017 0

Nos anos anteriores, a Dilly vendia calçados de R$ 800 e até mais de R$ 1.000 para o Natal. Neste ano, o ticket médio gasto pelo cliente no par caiu para até R$ 399. E aqui na Couromoda, a aposta está sendo em calçados de até R$ 200.

A fabricante tem sede, desenvolvimento e marketing em Novo Hamburgo. A fábrica fica no Ceará. Produz e comercializa as marcas Mormaii e Diadora. Mas também produz Puma e Oakley.

Gerente comercial, Milton Souza explica claramente que a estratégia foi preço. Foi fazer o produto caber no que o comprador estava disposto a pagar.

Deu certo e o mercado interno seguirá como a aposta da empresa em 2017. Mesmo com a situação complicada da economia brasileira.

- Queremos ter crescimento nominal de 15% no faturamento. Isso sobre o avanço de 20% do ano passado.

Os compradores terminaram o ano com pouco estoque. Então, estão comprando aqui na Couromoda, analisa Souza.

A fábrica no Ceará foi inaugurada em maio do ano passado. Tem 800 funcionários. Dependendo do mercado, pode duplicar o volume de produção.

 

image1

 

Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ estão a convite na Couromoda, em São Paulo. 

 

Não comemore inflação alta. Nem pensando no dissídio.

17 de janeiro de 2017 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças. 

 

images

 

– Nosso dissídio ficou muito baixo porque a inflação ficou em torno de 6%. No outro ano, tínhamos ganhado aumento do salário de 10%.

Conclusões assim têm sido frequentes e quem alerta para o absurdo deste pensamento é o economista Celson Plácido, que ouviu essa exclamação durante conversa de dois jovens.

Pessoal, inflação alta não é boa. Acaba com uma economia e corrói principalmente o poder de compra das famílias de renda mais baixa, que não conseguem proteger o dinheiro do aumento desenfreado de preços. Inflação alta eleva custos de empresas, deixa tudo mais caro e provoca aumento de juros, algo que tanto estamos tentando combater.

Quando o reajuste anual está repondo a inflação, como no exemplo da conversa no início do texto, indica que o salário perdeu aquele poder de compra ao longo do último ano. O que ele comprava antes, não compra mais. Preços subiram.

É, portanto, ilusão achar que a reposição da inflação é um “aumento salarial”. Ao contrário, tente sempre economizar, fazendo com que a inflação da sua casa seja menor do que a média calculada pelos institutos de pesquisa. É o que chamamos de “inflação pessoal”.

Ouça entrevista de Celson Plácido ao programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha: