Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Negócios"

Empresa quer instalar no RS sistema que distribui água mineral na torneira de apartamentos

10 de maio de 2017 2

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

 

BLU

 

A empresa cearense Blu negocia para trazer para o Rio Grande do Sul um sistema de distribuição de água mineral na torneira de apartamentos. A ideia é instalar uma central nos condomínios, explica o criador do sistema, Henrique Hissa.

- É um sistema predial com água mineral, que elimina o uso do galão. Nos novos condomínios,que estão sendo entregues em Fortaleza e Natal, esse sistema está sendo instalado, como uma central de gás ou um sistema de TV a cabo. É um acessório que vai trazer mais conforto e segurança ao condômino. Ao assinar um plano de litros, todo dia o cliente tem água mineral na casa dele através de um equipamento que instalamos. Esse equipamento fornece água gelada, na temperatura ambiente e também água quente.

Ao contratar o sistema, é instalada uma torneira especial que fornece água 24 horas por dia no apartamento. O consumo é medido individualmente.

O valor do plano de assinatura varia conforme com a quantidade de litros. Em Fortaleza, a assinatura mensal de 50 litros custa R$ 34,90. Já o fornecimento de 300 litros por mês custa R$ 158,90.

Porém, não é qualquer prédio que pode contar com o sistema. No caso de imóveis em construção, pode-se instalar a central de água mineral. Se o prédio já estiver pronto, é feita avaliação técnica e 20 moradores têm que aderir. A reposição é feita por caminhões.

O sistema Blu foi criado em 2005. A empresa conseguiu no Instituto Nacional da Propriedade Industrial a patente do sistema de água mineral em condomínios.

Aqui no Estado as negociações ainda estão em andamento com construtoras e administradoras de condomínios. A expectativa é até o final do fechar uma parceria.

===

Ouça o programa Destaque Econômico:

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Trabalhadora atingida por pedra no ônibus da empresa será indenizada

10 de maio de 2017 1
Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

 

A funcionária de uma fabricante de calçados do Rio Grande do Sul será indenizada por ferimento provocado por pedra lançada contra o ônibus da empresa. A decisão é do Tribunal Superior do Trabalho, que considerou acidente de trajeto.

O TST rejeitou o recurso da A. Grings S.A. contra decisão que havia determinado indenização de R$ 10 mil. O caso é de uma funcionária que teve os ossos do rosto fraturados por uma pedra jogada contra o ônibus. O veículo era da empresa e transportava os funcionários do local de trabalho para casa. O fato ocorreu em 2008. A funcionária havia trabalhado até a madrugada.

A autora da ação teve lesões permanentes e irreversíveis. Entre elas, perda de sensibilidade do lado direito do rosto, redução do campo visual e dor devida à pressão de um dos ossos atingidos sobre um nervo.

A Justiça entendeu que a mulher estava à disposição da empresa no momento do acidente. O fato de a pedra ter vindo de fora do ônibus não afastou a responsabilidade do empregador. A decisão citou que o acidente ocorreu em uma rodovia em horário de alto risco.

Segundo argumentos da empresa no recurso ao TST, estava-se tentando atribuir à empresa papel que deveria estar sendo desempenhado pelo Estado. Outra alegação foi a de que as dores relatadas pela trabalhadora poderiam decorrer de problemas já existentes, como sinusite e disfunção visual.

Relator no TST, o ministro Hugo Carlos Scheuermann lembrou que há responsabilidade objetiva do empregador que fornece o transporte para o deslocamento do empregado.

- O empregador, ao se responsabilizar pelo transporte de seus empregados, equipara-se ao transportador.

Acrescentou ainda que, nos contratos de transporte, a culpa de terceiro não pode ser invocada para afastar a responsabilidade do transportador.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

 

 

Fábricas gaúchas já exportaram nove milhões de calçados em 2017

10 de maio de 2017 0

O Rio Grande do Sul exportou nove milhões de pares de calçados em 2017. Representaram um faturamento de US$ 148 milhões.

É um aumento de 5% em volume e de 16% em receita.

O dado é da Abicalçados. Ao contrário daqui, a média nacional apontou queda nos embarques.

O Rio Grande do Sul segue como o maior exportador de calçados. Costuma vender para o exterior produtos de maior valor agregado do que os outros estados.

O estado respondeu por 44% do total gerado com exportações de janeiro a abril. O segundo maior exportador foi o Ceará, seguido por São Paulo.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Lojistas enfrentam dificuldade para receber pagamentos com cartão do Banrisul

09 de maio de 2017 2

Lojistas relataram para o blog Acerto de Conta$ problemas para receber pagamentos com o cartão Vero, do Banrisul. A situação ocorre desde a semana passada, conforme os comerciantes. Relatam que estão preocupados porque é época de vendas de Dia das Mães e que há um número grande de funcionários públicos que têm apenas este cartão.

Procurado, o Banrisul disse que espera resolver a situação até esta quarta-feira, dia 10. Nota enviada pelo banco:

“A Banrisul Cartões está realizando a atualização da versão de software de algumas máquinas POS da Rede Vero. Os técnicos da empresa estão trabalhando para o serviço estar concluído até nesta quarta-feira (10).”

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

No positivo: Indústria gaúcha fechou primeiro trimestre com crescimento

09 de maio de 2017 2

21122860

 

Confirmando o resultado positivo que era esperado, a indústria do Rio Grande do Sul fechou o trimestre com crescimento de 1,9%. O dado foi divulgado nesta terça-feira pelo IBGE.

O desempenho do setor aqui tem sido, inclusive, melhor que a média nacional. Reverteu a queda do último trimestre de 2016.

Nos três primeiros meses do ano, nove dos 14 setores pesquisados tiveram aumento na produção. Os principais impactos positivos foram nos ramos de bebidas (32,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (11,8%). O IBGE destaca a maior fabricação de vinhos de uvas e de automóveis. Outros destaques foram revólveres e pistolas, artefatos de alumínio e de ferro e aço para uso doméstico.

Ainda assim, alguns setores reduziram produção. Principalmente, óleo diesel, gasolina automotiva, biodiesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), queijos, arroz, carnes e pastas químicas de madeira (celulose).

O crescimento no trimestre foi possível mesmo com a queda de 1,2% na produção das indústrias gaúchas em março sobre fevereiro. Até porque, quando março é comparado com o ano passado, o avanço atinge 7,4%. É um resultado significativo, apesar da base fraca que foi 2016.

A expectativa é para quando teremos impacto com força nos investimentos e no mercado de trabalho. E a dúvida: este aumento de produção será duradouro?

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Fabricantes da Serra vendem máquinas de agnolini para fora da Região Sul

08 de maio de 2017 0

Quadro Serra de Negócios, no Destaque Econômico

Por Babiana Mugnol e Diego Mandarino

 

agnolini2

 

A Di Grano, que fabrica máquinas para a indústria alimentícia, tem compradores em diversos estados do país. O sócio Fábio Zorrer vende em São Paulo, Brasília e Maranhão, por exemplo.

Zorrer acredita que o bom desempenho da fábrica, que fica em Bento Gonçalves e foi fundada em 2012, se deve à crise econômica. Pessoas que perderam o emprego ou mudaram de ramo de atuação e decidiram, em alguns casos até para realizar um sonho, investir em uma fábrica familiar. E ainda empresários que, para cortar custos, optaram por automatizar a produção.

As máquinas que Zorrer vende entregam a fita da massa na esteira de produção, já cortada em quadrados e com o recheio, o que requer mãos habilidosas para fechar o agnolini. Explica que os clientes preferem esse método para manter a característica artesanal da massa:

- Na nossa região, a cultura italiana é bem forte. Todo mundo tem o costume ou já comeu o capeletti da nonna, um capeletti fechado a mão. Então, a gente começou a desenvolver um equipamento que auxiliasse em todo o processo produtivo, porém em que o fechamento ainda fosse realizado de forma manual.

Outro fabricante de Bento Gonçalves, Fernando Bellé, sócio da Bellé Máquinas, fundada em 2010, acredita que o apego à tradição do fechamento manual vai diminuir com as novas gerações. Vende máquinas que entregam o agnolini fechado, mas ainda com característica diferente do acabamento artesanal. Bellé defende que o mais importante é entregar o agnolini com a massa fina e o tamanho pequeno que, segundo ele, tem boa aceitação no mercado.

- O pessoal hoje busca um capeletti com a massa fina, com o recheio bom e que seja pequeno. E isso nós conseguimos fazer [...] Então, essa restrição que havia, que o pessoal do interior em festas não pegava esse capeletti de máquina, está mudando. O pessoal está comprando, está colocando o capeletti porque ele é melhor para comer”, defende.

O fabricante afirma que está desenvolvendo um novo modelo, com previsão de ser comercializado em 2018, capaz de produzir um acabamento muito próximo do artesanal. Bellé tem hoje cerca de 130 compradores, a maioria no Rio Grande do Sul, mas também em Santa Catarina, Bahia e no Mato Grosso.

Muitos clientes são daqui ou descendentes de gaúchos que foram para outras partes do país. Um deles, inclusive, é um bispo que atua no Mato Grosso. Neri José Tondello é natural de Antonio Prado e comprou uma máquina para um trabalho social, que funciona junto a uma padaria que ele montou, voltada ao atendimento à população de baixa renda no município de Juína.

Entre as cidades da Serra, há uma grande concentração de compradores em Antonio Prado. Segundo Bellé, são cerca de 30 fábricas no município.

Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Justiça nega redução da conta de energia de rede de lojas de Porto Alegre

08 de maio de 2017 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou pedido de liminar de uma rede de lojas do Rio Grande do Sul para suspender a cobrança na conta de luz da chamada Conta de Desenvolvimento Energético. A CDE é um dos encargos que compõem a fatura.

A rede que fez o pedido judicial é a lojista gaúcha de artigos esportivos Ughini. Terá, então, que seguir pagando a totalidade das faturas de energia elétrica das quatro lojas que tem em Porto Alegre.

A empresa ajuizou ação na 5ª Vara Federal de Porto Alegre com pedido de tutela antecipada em novembro do ano passado. A liminar foi indeferida e a autora recorreu ao Tribunal.

O TRF lembra que a CDE é um encargo setorial cobrado pelas concessionárias de distribuição de energia elétrica:

“com o objetivo de promover a universalização do serviço em todo o território nacional, conceder descontos a usuários de baixa renda e custear sistemas elétricos isolados, entre outros.”

Os advogados alegam que as novas finalidades para a CDE, estipulada por decreto, são inconstitucionais. Acrescentam que a empresa é usuária intensiva de energia elétrica nas suas operações e a elevação do custo provoca perda de competitividade. Argumentam que este alto custo impede o sucesso do plano de recuperação e pagamento dos credores.

Relator no Tribunal, desembargador federal Luís Alberto Aurvalle disse que há os requisitos para a concessão de uma liminar como o perigo da demora. Para o desembargador, é um pedido estritamente econômico e não há elementos concretos que apontem para a possibilidade de quebra da empresa ou de inviabilização das atividades econômicas por pagar os valores enquanto tramita o processo.

Apesar da liminar negada, a ação segue tramitando na 5ª Vara Federal de Porto Alegre.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

 

Prazo para abrir empresa em Porto Alegre cairá para até cinco dias

08 de maio de 2017 0

inter

 

O prazo para abrir uma empresa em Porto Alegre cairá para até cinco dias. E será nos próximos meses já. A garantia é da gerente regional da Endeavor, Milena Dalacorte.

- Este será o prazo para negócios com atividade econômica de baixo risco.

Em 2014, pesquisa da instituição apontava prazo médio de  484 dias para se abrir um negócio em Porto Alegre. Foi quando começou o Projeto Simplificar, com Endeavor, Prefeitura e outras entidades. Atualmente, este prazo já caiu para 15 dias.

- O projeto está em fase final. Foi feito um ajuste de sistema para tornar digital todo o upload de documentos.

Em entrevista ao programa Destaque Econômico, Milena também falou das scale-ups, empresas com crescimento de 20% em três anos consecutivos. São as start ups amadurecidas.

- Elas aumentam produção sem elevar custos e empregam mais de 10 funcionários.

Ouça a entrevista completa no programa e também um depoimento do empreendedor Endeavor Darci Schneid, do Sirtec.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Fábrica de Panambi abre 100 vagas de emprego

05 de maio de 2017 0
Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

 

Indústria do setor metalmecânico, a Bruning Tecnometal abriu 100 vagas de emprego. Fica em Panambi, no Noroeste do Rio Grande do Sul. A função é auxiliar de produção.

Inicialmente, são vagas de trabalho temporário por alguns meses e com contratação imediata. Mas possibilidade forte de efetivação e continuidade na empresa, segundo Ticiana Teixeira, da AST Facilities, que está encaminhando a seleção.

Os candidatos precisam ter ensino fundamental completo. Não precisa experiência em indústria.

A empresa dá preferência para moradores de Panambi e Condor. Exigência que poderá ser flexibilizada e são recebidos currículos mesmo de moradores de fora destas cidades.

Salário inicial em torno de R$ 1,2 mil. Alimentação no local e vale transporte já para as vagas temporárias.

Os interessados devem entrar em contrato com a empresa de recrutamento e seleção AST Facilities, de Porto Alegre. Pelo telefone 51.32548400, com Ticiana Teixeira, ou e-mail ticiana.teixeira@astfacilities.com.br. 

A Bruning foi fundada em 1947. Produz equipamentos e peças para empresas dos segmentos agrícola, rodoviário, automotivo e de construção.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Justiça determina que shopping de Porto Alegre informe gastos aos lojistas

04 de maio de 2017 0

Uma das ações judiciais da CDL Porto Alegre teve decisão. Foi a do Iguatemi. A Justiça determinou que o shopping repasse as informações solicitadas pelos lojistas.

Os comerciantes ajuizaram ação contra três shoppings de Porto Alegre. Ainda não houve andamento nos processos contra BarraShoppingSul e Praia de Belas.

Advogado da CDL, Fernando Fabris explica que é ação exibitória, pedindo os documentos que mostrem e comprovem gastos de condomínio e do fundo de promoção. Vão desde de despesas de ar condicionado até marketing. E também informações sobre como é feito o rateio para a cobrança feita dos lojistas.

- É uma ação que objetiva analisar documentos para verificar se há alguma irregularidade. Se houver, caberá medida judicial para ressarcir os lojistas.

O shopping pode contestar a determinação judicial. Tem prazo para isso, inclusive.

A mobilização é organizada pelo grupo CDL POA Shopping. A discussão é antiga.

- São diversas as questões que ainda estão obscuras nesta relação entre lojistas e administradores de shoppings. – conta a presidente do Comitê CDL POA Shopping, Nilva Bellenzier.

Espaço segue aberto para manifestação dos shoppings. O posicionamento na reportagem anterior foi via Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), que enviou a seguinte nota após esta publicação:

“A Abrasce esclarece que todos os shopping centers mantêm à disposição os comprovantes dos gastos mensais aos lojistas na forma da lei e dos contratos. A associação reitera que o setor mantém um diálogo aberto e transparente com todos os lojistas e que vai avaliar a adoção de mecanismos legais de defesa cabíveis.”

===

Relembre um pouco a discussão que gerou a ação judicial:

Lojistas apontam fechamento de operações em shoppings de Porto Alegre e brigam para não pagar 13º aluguel

Preço do aluguel faz Colombo fechar loja em shopping de Porto Alegre

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.