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Posts na categoria "Seu Bolso"

Rio Grande do Sul tem mais de 122 mil domésticos com FGTS

22 de julho de 2016 0
Foto: Debora Klempous / Agencia RBS.

Foto: Debora Klempous / Agencia RBS.

 

O Rio Grande do Sul está com 122,1 mil domésticos com recolhimento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). É o quarto Estado com o maior número e soma o montante de quase R$ 15,5 milhões. Fica atrás de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

No País, o número aumentou mais de sete vezes em um ano. O motivo foi a regulamentação da lei que ficou conhecida como PEC das Domésticas, que tornou o pagamento obrigatório.

O dado é do Ministério do Trabalho. Os valores do FGTS podem ser sacados em situações como aquisição da casa própria ou da aposentadoria, em casos de demissão sem justa causa ou de algumas doenças graves.

 

Regras para o recolhimento

A partir de outubro de 2015, o recolhimento do FGTS do trabalhador doméstico tornou-se obrigatório. O pagamento deve ser realizado por meio do regime unificado, em guia única (DAE), disponível a partir do registro no portal eSocial. A quitação do DAE deve ser efetuada até o dia sete do mês seguinte ao mês em que a remuneração foi paga ou devida.

 

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Se puder, use o FGTS

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Preços dos alimentos subiram 50% mais do que a inflação desde 2010

22 de julho de 2016 1
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

De janeiro de 2010 a maio de 2016, os preços dos alimentos – em casa e na rua – avançaram 83,2%. É uma variação bem superior à inflação oficial do País, que foi de 55,5%. Aumento, portanto, 50% acima.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fez uma análise da inflação nos últimos cinco anos para identificar o impacto do preço dos alimentos. Exceto no período entre o fim de 2011 e o início de 2012, a inflação dos alimentos tem sido sempre superior à do IPCA total.

Dados compilados pelo Ipea:

Índice geral 55,5%
1.Alimentação e bebidas 83,2%
11.Alimentação no domicílio 81,8%
1101.Cereais, leguminosas e oleaginosas 116,0%
1102.Farinhas, féculas e massas 77,1%
1103.Tubérculos, raízes e legumes 112,5%
1104.Açúcares e derivados 64,0%
1105.Hortaliças e verduras 116,2%
1106.Frutas 100,6%
1107.Carnes 90,8%
1108.Pescados 78,5%
1109.Carnes e peixes industrializados 71,9%
1110.Aves e ovos 64,6%
1111.Leites e derivados 86,9%
1112.Panificados 69,9%
1113.Óleos e gorduras 51,9%
1114.Bebidas e infusões 73,6%
1115.Enlatados e conservas 44,7%
1116.Sal e condimentos 92,4%
12.Alimentação fora do domicílio 85,5%

 

Em alguns momentos, como no início do terceiro trimestre de 2013, esse grupo de bens foi responsável por quase 40%
de toda a variação do índice cheio. Mais recentemente, a trajetória de alta dos alimentos, que acontece com uma intensidade ainda maior no atacado, ganhou novo impulso e impediu o recuo mais rápido do IPCA. Na prévia do indicador para julho, divulgada ontem pelo IBGE, feijão, arroz e leite pressionaram muito a inflação.

Na época em que a economia estava em crescimento, tínhamos a inflação de demanda. Principalmente, no setor de serviços. Com a crise, a inflação passou a ser pressionada pelos preços administrados, como energia e combustíveis. Agora, a pressão está nos alimentos.

“Os ciclos de alta inflacionária em 2011 e 2013 foram desencadeados, sobretudo, por uma forte alta nos preços das commodities (gráfico 4). A partir de 2015, entretanto, o processo de valorização da taxa de câmbio tornou-se o principal responsável pela inflação dos alimentos, impedindo que o país se beneficiasse da queda nas cotações
desses produtos no mercado internacional. De fato, a forte desvalorização cambial, ocorrida ao longo de 2015, não só pressionou ainda mais os preços dos insumos agrícolas importados, como também gerou um atrativo maior ao setor exportador, que passou a deslocar parte da produção doméstica para o mercado externo. Já nos últimos meses, foi verificada uma reversão na trajetória dos preços das commodities, impulsionada não só pelo fenômeno climático El Niño, que afetou as safras de grãos em toda a América do Sul, como também pela expectativa de problemas na produção de cereais na América do Norte no segundo semestre, decorrentes do fenômeno da La Niña.”

 

Tendência

O Ipea avalia, no entanto, que a pressão dos preços dos alimentos deve perder força nos próximos meses:

“Adicionalmente, o comportamento mais favorável dos preços no atacado previsto para os próximos meses, aliado à recente valorização da taxa de câmbio, indica que a inflação dos alimentos medida pelo IPCA deve arrefecer, contribuindo para um retorno mais rápido do índice cheio para níveis mais próximos ao teto da banda de tolerância da meta de inflação.”

 

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Leitora pergunta se condomínio tem que assinar a carteira de trabalho da faxineira

21 de julho de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Foto: Debora Klempous / Agencia RBS.

Foto: Debora Klempous / Agencia RBS.

 
Leitora Claudete pergunta:

Temos no condomínio uma senhora já aposentada que limpa a área comum. Trabalha um dia por semana. Temos, por lei, que assinar a Carteira de Trabalho e recolher os encargos? Qual legislação? Por trabalhar só um dia, há vínculo trabalhista? São sete moradores e o custo ficaria alto.

Advogada trabalhista da Nobrega e Zanella e atende a Guarida Imóveis, Ana Cristina Oliveira Fassina responde:

A resposta curta para essa pergunta seria: Sim, o condomínio deve registrar na CTPS o trabalho executado pela faxineira. Se o contratante possui CNPJ. Então, ele possui empregado.

Entendendo melhor:

O condomínio edilício tem personalidade jurídica, trata-se de natureza especial, sui generis. Possui registro na Secretaria da Receita Federal, que concede inscrição no CNPJ, mas não possui uma atividade-fim que visa o lucro.

O condomínio edilício funciona “como se fosse uma empresa” e, por isso, possui funcionário e não empregado doméstico ou diarista.

A Emenda Constitucional nº 72, de 02 de abril de 2013, alterou a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal, estabelecendo a igualdade entre os trabalhadores domésticos e os demais trabalhadores urbanos e rurais. A Lei Complementar 150/2015, define, em seu art. 1º, que empregado doméstico é aquele que presta serviços de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas. O art. 3º da CLT dispõe que toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob dependência deste e mediante salário é empregado.

Desse modo, para a diarista/faxineira, apesar de trabalhar na esfera domiciliar dos condôminos, aplicam-se as normas da legislação comum trabalhista (art. 3º da CLT), com todos os seus direitos e consequências.

Para os condomínios, as faxineiras, vigias e jardineiros não podem ser considerados empregados domésticos, já que são contratados por uma pessoa jurídica, devem ter sua CTPS assinada como qualquer outro empregado.

Caso haja trabalho de uma diarista/faxineira em condomínio, sem contrato formal, esta situação pode ser facilmente revista em reclamatória trabalhista e ser decretado, pelo juiz o vínculo de emprego e a condenação do condomínio ao pagamento de todas as verbas salariais. Mais dano moral. O critério está determinado no art. 3º da CLT.

Mesmo a diarista trabalhando uma única vez na semana, não deixa de ficar caracterizada a pessoalidade, a não eventualidade, a subordinação e o salário contraprestado pela atividade exercida, ou seja, restam provados todos os requisitos que caracterizam a relação empregatícia.

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Postos de Porto Alegre aumentam gasolina em cerca de R$ 0,30

21 de julho de 2016 15

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Quem circulava por Porto Alegre hoje cedo percebeu o preço da gasolina cerca de R$ 0,30 mais caro nos postos de combustível. O aumento começou a se espalhar ao longo da manhã e perto do meio-dia já era difícil encontrar o litro por menos de R$ 3,88.

Em 15 postos percorridos na Avenida Ipiranga, apenas dois tinham gasolina com preço mais baixo. Estavam R$ 3,63 na esquina com a Antonio de Carvalho e R$ 3,599 perto da Rua La Plata. Mas não há garantia que não estejam mais caros já.

Donos de postos dizem que é recomposição de margem de lucro. Afirmam que o preço tinha caído devido ao forte recuo no consumo de gasolina. Mas agora está retornando ao preço do início do ano, após aumento de salários da categoria na negociação anual.

Realmente, o preço tinha caído. Segundo o levantamento da Agencia Nacional do Petróleo, a gasolina comum custava em média R$ 3,97 em janeiro. Na última pesquisa, estava em R$ 3,74.

O consumo de gasolina também caiu bastante. Levantamento da consultoria Espetro mostrou que o consumo de gasolina foi o menor da década no Rio Grande do Sul no primeiro trimestre do ano. Em janeiro, o litro subiu cerca de R$ 0,30 quando houve o aumento da alíquota de ICMS sobre combustível.

O preço do etanol ficava em torno de R$ 3,29. Mas atenção: para o álcool combustível valer a pena tem que custar até 70% do preço da gasolina. O rendimento é menor no carro.

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Com a maior alta desde 2008, alimentos provocam avanço forte da inflação em julho

21 de julho de 2016 1
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Considerado uma prévia da inflação oficial do País, o IPCA-15 avançou em julho. Passou de 0,40% em junho para 0,54%.

É um aumento maior do que o mercado esperava. Com o resultado, o acumulado de 12 meses fica em 8,93%. A pesquisa é do IBGE.

A maior pressão foi do grupo Alimentos e Bebidas. Registrou a mais elevada variação para os meses de julho desde 2008.

O feijão-carioca ficou 58% mais caro. Foi o item que exerceu o maior impacto no índice do mês. Os demais tipos de feijão também apresentaram aumentos significativos nos preços.

O arroz também pesou bastante. Média de alta de 3,36%.

O leite, com participação importante na despesa das famílias, aumentou 15,54%. Porto Alegre teve a segunda maior elevação: 27,46%.

“Em contraposição à alta do grupo Alimentação e Bebidas (1,45%), a maioria dos demais grupos de produtos e serviços pesquisados evidenciou desaceleração na taxa de crescimento de junho para julho.” – pondera o IBGE.

 

Porto Alegre

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve desaceleração na inflação, no entanto. Passou de 0,42% para 0,20%. Foi o menor do País, favorecido pela queda na tarifa de energia elétrica da RGE.

 

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Aluguel de imóveis de luxo despenca em Porto Alegre

20 de julho de 2016 0
Divulgação VivaReal.

Divulgação VivaReal.

 

O mercado de luxo normalmente é um dos últimos afetados pelas crise econômicas, mas não fica imune. Em Porto Alegre, o valor do aluguel de imóveis de luxo teve queda real superior a 20% nos últimos 12 meses, que já considera a inflação do período no cálculo. Ao mesmo tempo, mais do que dobrou a oferta de imóveis para alugar.

O levantamento é do portal imobiliário VivaReal. O aluguel médio de um imóvel de luxo na Capital Gaúcha estava em R$ 16.587. O metro quadrado a R$ 72.

Já os imóveis de luxo à venda estão com comportamento bem diferente. Houve aumento de 38% nos preços em 12 meses. Isso mesmo com o aumento forte também na oferta de imóveis para comercialização. Preço médio de R$ 3.894.336. Por metro quadrado, valor médio R$ 12.899.

Blog Acerto de Conta$ – Por que o aluguel caiu tanto e o preço de venda subiu?

Executivo Chefe de Operações do VivaReal, Lucas Vargas - As transações de imóveis de alto padrão não dependem tanto de financiamento imobiliário, por isso os preços de venda não são tão impactados por incentivos de moradia. Os compradores fazem uso de recursos próprios para pagar grande parte do valor negociado. Portanto, o preço tende a se valorizar. Vale lembrar que o mercado imobiliário não sofre alterações bruscas, por isso se olharmos mês a mês vamos ver que a variação não é tão alta. Já o cenário de aluguel é mais volátil e os preços variam muito tanto pra cima, quanto para baixo. Além disso, o proprietário de um imóvel para locação está mais disposto a negociar, já que os custos fixos de imóveis de luxo (como condomínio e manutenção) costumam ser altos e é mais vantajoso alugar por um preço menor e deixar de arcar com esses custos do que deixar o imóvel vazio. Com a atual situação econômica do País os consumidores estão negociando mais e conseguindo bons descontos.

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Leitora pergunta como troca a conta do banco usada para pagar o Imposto de Renda

20 de julho de 2016 0

Leitora pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Roberto Scola / Agencia RBS.

Foto: Roberto Scola / Agencia RBS.

 

Leitora Silvana pergunta:

Estou pagando Imposto de Renda e, neste mês, troquei de banco. Como atualizo o banco para fazer o débito automático?

Receita Federal responde:

Utilize o Extrato da DIRPF (opção disponível após o processamento da declaração). A alteração do débito automático somente surtirá efeitos no próprio mês se for executada até as 23h59mim59s, horário de Brasília, do dia 14 do mês. Ou seja, como já passou, no mês de julho o contribuinte terá que efetuar o recolhimento do tributo por sua própria conta. A partir do mês subsequente, é que valerá o débito automático.

Página sobre alteração do débito em conta no Imposto de Renda.

 

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Finanças pessoais - Quais são as taxas e impostos cobrados em investimentos de renda fixa

20 de julho de 2016 0

 

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

 
Investimentos têm a cobrança de taxas. Às vezes, são percentuais que parecem pequenos, mas tiram boa parte da rentabilidade das aplicações. E, portanto, devem ser consideradas com calma na hora de escolher o investimento.

Diretor da Easynvest, Amerson Magalhães detalha o custo embutido nas principais aplicações de renda fixa:

 

Tesouro Direto

Há a taxa de custódia de 0,30% ao ano cobrada pela BM&F Bovespa sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Outro custo é a chamada taxa de administração, que varia conforme a instituição financeira. Algumas, por exemplo, não têm esse tipo de cobrança. Tem cobrança de Imposto de Renda, conforme a tabela abaixo.

 

CDBs e LCs

Podem ter a cobrança de taxa de administração e custódia, cujo valor varia de acordo com a instituição. O custo pode variar de zero a um valor mensal. Assim como nos títulos públicos distribuídos na plataforma do Tesouro Direto, os CDBs e as LCs têm incidência de Imposto de Renda sobre os ganhos, conforme a tabela regressiva:
- 22,5%: para investimentos de até 180 dias
- 20%: para aplicações entre 181 a 360 dias
- 17,5%: para investimentos entre 361 a 720 dias
- 15%: para aplicações a partir de 721 dias

Existe também a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações com prazo inferior a 30 dias. Em alguns casos, resgatar o CDB antes do vencimento pode acarretar no pagamento de taxas.

 

LCIs e LCAs

Entre as maiores vantagens das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), está a isenção do Imposto de Renda para as pessoas físicas. A diferença no retorno passa pela escolha da instituição, já que ela pode ou não cobrar taxa de custódia.

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Poupança perdeu para a inflação no semestre e dinheiro na caderneta está valendo menos

19 de julho de 2016 1

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A poupança perdeu para inflação novamente no primeiro semestre. O dado da consultoria Economática mostra que o dinheiro na caderneta está valendo 0,40% menos, o que é perda do poder aquisitivo.

O retorno da poupança ficou em 4% no acumulado de janeiro a junho. No mesmo período, a inflação pelo IPCA foi de 4,42%.

Por isso que se diz que poupança não é investimento. O retorno da caderneta não faz o dinheiro acompanhar nem a variação de preços da economia brasileira. O dinheiro na caderneta no início do ano não compra agora o mesmo que comprava naquela época.

Alternativas:

Fundadora do site Finanças Femininas, Carolina Ruhman Sandler dá dicas de outros investimentos:

CDB
Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são uma forma de os bancos captarem recursos. Ao comprar esses títulos emitidos pelos bancos, você empresta dinheiro a eles. Há CDBs prefixados e pós-fixados. No caso do prefixado, no momento da aplicação o investidor já sabe qual remuneração terá. No pós-fixado, a rentabilidade tem como base uma taxa de referência, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que está próximo da Selic – a taxa básica de juros – atualmente em 14,25%. Na modalidade pós-fixada, o investidor só vai saber o quanto receberá no resgate. A quantidade mínima para investir em CDB varia de acordo com cada instituição financeira e ele pode ser vendido de volta para os bancos a qualquer momento ou em um prazo definido. Uma das vantagens é que ele preserva o poder de compra ao longo do tempo. Além disso, é uma aplicação bastante segura. O risco da aplicação é o de a instituição financeira quebrar. Por isso, escolha com cuidado o banco onde irá comprar o CDB. O investimento é assegurado pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil.

LCI
Quando você compra uma Letra de Crédito Imobiliário (LCI), está emprestando dinheiro para os bancos financiarem investimentos no setor. Assim como o CDB, pode ser pré ou pós-fixada. Uma vantagem é a isenção da cobrança de imposto. Também não é cobrada taxa de administração. Por outro lado, é necessário esperar pelo menos 90 dias para resgatar o dinheiro. A quantia mínima para investir varia de acordo com o banco. O risco do investimento é o de quebra da instituição financeira, mas ele também é garantido pelo FGC até R$ 250 mil.

Tesouro Direto
Os títulos do Tesouro Direto são emitidos pelo governo para captação de recursos. Há vários tipos de títulos e os investimentos podem ser feitos a partir de R$ 30. Não perde poder de compra. O risco é baixo e há boa rentabilidade. Alguns são prefixados e outros pós-fixados (com o rendimento relacionado a algum índice, como o IPCA, ou à taxa Selic). Um dos riscos da aplicação é o de o Brasil dar calote. Ou seja, um risco muito pequeno. Pode vender o título antes do prazo do contrato, mas será pelo valor que o mercado está pagando. É preciso, então, avaliar o melhor momento. Se esperar até o fim, vai receber a rentabilidade que contratou.

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Aumento de 20% no preço do leite é principal pressão sobre inflação de Porto Alegre

19 de julho de 2016 0
Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

O preço do leite longa vida subiu mais de 20% só nos últimos 30 dias em Porto Alegre. Com isso, o alimento segue como o vilão da inflação na Capital, no topo do ranking de pressões de alta.

O Índice de Preços ao Consumidor avançou de 0,64% para 0,75% na última pesquisa. O levantamento é feito pela Fundação Getúlio Vargas.

O último dado da pesquisa da Associação Gaúcha de Supermercados aponta preço médio do leite longa vida em R$ 3,77. Há um ano exatamente, custava R$ 2,41.

Leite está quase 50% mais caro no supermercado

 

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