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Posts na categoria "Seu Bolso"

Região Sul tem 16% dos poupadores do País

18 de janeiro de 2017 0

Ficam na Região Sul 16% dos poupadores do País. São pessoas que disseram ter algum dinheiro guardado. A pesquisa é da Fecomércio do Rio de Janeiro em parceria com a Ipsos.

A maior parte fica no Centro Oeste. Lá, estão 29% dos poupadores.

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A parcela das famílias que dizem ter algum dinheiro guardado no País atinge 18% dos brasileiros. Resultado que tem se mantido estável.

Os principais motivos para guardar dinheiro são, nesta ordem: preocupação com alguma eventualidade, reformar a casa, compra de carro e gastos com lazer.

A poupança ainda é a preferida. Citada por 76% dos entrevistados que guardam dinheiro. Só que caiu em 12 pontos percentuais na comparação com 2012.

Chama a atenção a segunda opção: guardar dinheiro em casa! Citada por 15% das pessoas.

Só então aparecem os fundos de investimento. Aumentou quatro pontos percentuais, mas ainda é a opção citada por apenas 7% das pessoas que guardam dinheiro.

- Quando se fala em aplicação financeira, a caderneta de poupança sempre liderou a preferência do brasileiro. Não apenas pela tradição ou facilidade de se investir, mas pelo fato de a aplicação não estar sujeita à cobrança de imposto de renda. Com um patamar de inflação mais alto nos últimos anos, em paralelo ao aumento dos juros, outras formas de investimento ganharam atenção do brasileiro. É um processo de maturidade, que leva tempo, mas já traz benefícios sobretudo ao pequeno investidor, que precisa contar com a orientação dos bancos de varejo. – afirma Gloria Amorim, diretora de políticas e estratégias do Sistema Fecomércio RJ.

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Não comemore inflação alta. Nem pensando no dissídio.

17 de janeiro de 2017 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças. 

 

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– Nosso dissídio ficou muito baixo porque a inflação ficou em torno de 6%. No outro ano, tínhamos ganhado aumento do salário de 10%.

Conclusões assim têm sido frequentes e quem alerta para o absurdo deste pensamento é o economista Celson Plácido, que ouviu essa exclamação durante conversa de dois jovens.

Pessoal, inflação alta não é boa. Acaba com uma economia e corrói principalmente o poder de compra das famílias de renda mais baixa, que não conseguem proteger o dinheiro do aumento desenfreado de preços. Inflação alta eleva custos de empresas, deixa tudo mais caro e provoca aumento de juros, algo que tanto estamos tentando combater.

Quando o reajuste anual está repondo a inflação, como no exemplo da conversa no início do texto, indica que o salário perdeu aquele poder de compra ao longo do último ano. O que ele comprava antes, não compra mais. Preços subiram.

É, portanto, ilusão achar que a reposição da inflação é um “aumento salarial”. Ao contrário, tente sempre economizar, fazendo com que a inflação da sua casa seja menor do que a média calculada pelos institutos de pesquisa. É o que chamamos de “inflação pessoal”.

Ouça entrevista de Celson Plácido ao programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

 

Expectativa para o calendário de saque FGTS e bancos já oferecem antecipação do dinheiro

17 de janeiro de 2017 0
Foto: Germano Rorato / Agencia RBS.

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS.

 

Coluna Acerto de Conta$ no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Leitores perguntam quando poderão sacar o FGTS, medida anunciada pelo governo federal para contas inativas até dezembro de 2015. Ainda não saiu o calendário que será divulgado pela Caixa Econômica Federal. Haverá o cronograma.

Deve sair nos próximos dias. Até porque a ideia é injetar esse dinheiro logo na economia. E serão bilhões de reais.

Especula-se que a possibilidade de saque comece já em fevereiro para pessoas com data de nascimento em janeiro e assim vá sucessivamente.

Você vai sacar esse dinheiro? Se está com contas atrasadas, pague antes e livre-se dos juros! Se for rotativo do cartão de crédito e cheque especial, então, nem cogite fazer outra coisa com o dinheiro.

Aliás, bancos estão oferecendo empréstimos para antecipar o FGTS. Cuidado porque há cobrança de juros. É uma operação de crédito e tem seu custo.

 

Veja os mitos sobre o gasto com combustíveis e economize

17 de janeiro de 2017 0

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Coluna Acerto de Conta$ no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Alertas do engenheiro mecânico Anderson Antunes de Paulo sobre atitudes que os motoristas acreditam que gastam menos combustível:

Mito 1: andar com o carro em ponto morto.

A injeção eletrônica do veículo envia ainda mais combustível quando ele está em marcha lenta, que é a baixa rotação com pé fora do acelerador. Faz isso para evitar que o motor apague.

Mito 2: rodar com o carro em ponto morto e ainda ficar freando.

Além de também consumir mais combustível, gasta pastilhas e discos. O correto é usar o chamado freio motor, reduzindo as marchas uma a uma e, se necessário, usar o freio motor. Mas só até a segunda marcha. Depois, pé no freio. Não se coloca na primeira marcha com o carro em movimento. Assim, a injeção eletrônica entende que você quer parar e não envia combustível ao motor.

Mito 3: esticar as marchas.

Trocar marchas só com o chamado ¿giro alto¿ do motor é uma prática que deve ficar só nas pistas de corrida. Na rua, para economizar, troque as marchas quando o painel mostrar entre 2.000 e 2.500 RPMs, no máximo! No começo, pode sentir-se uma tartaruga. Mas logo alcança os outros carros e ainda economiza 20% do combustível.

Mito 4: acelerar o carro antes de desligar.

Os carros com injeção eletrônica não precisam mais as ¿aceleradinhas¿ antes de ligar e apagar. Isso só aumenta o consumo e ainda deixa combustível sem queimar, o que acumula sujeiras no motor. Portanto, ajude o planeta e o seu bolso!

Inflação de Porto Alegre praticamente dobra

17 de janeiro de 2017 0

A inflação de Porto Alegre praticamente dobrou para o consumidor. É o IPC-S, calculado pela FGV.

Passou de 0,33% para 0,60% na última pesquisa. Sendo que há poucas semanas atrás, vinha apresentando deflação.

O show musical passou a gasolina e é a principal pressão de alta nos últimos 30 dias. André Braz, da FGV, lembra que este item tem um peso significativo na pesquisa de Porto Alegre, conforme a metodologia da instituição baseada nos gastos das famílias.

Em segundo lugar, então, ainda está a gasolina. Houve um repasse forte nos preços e é o item que mais pesa no cálculo.

E como tem sido de costume, comer fora de casa está pesando bem no bolso. Refeições em bares e restaurantes estão em terceiro no ranking.

"Mandala é pirâmide financeira e é crime" - alerta consultor financeiro

13 de janeiro de 2017 8

Chamado de Mandala, esquema está bombando no Whatsapp e na internet em geral:

 

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Esta Mandala que o blog recebeu promete um ganho de R$ 1.000 para quem investe R$ 125. Há outras que garantem ganho de R$ 800 para quem paga R$ 100.

Independente do valor, a lógica é a mesma e tem todas as características das já antigas pirâmides financeiras. A pessoa tem que convencer outras a participarem.

Ganha dinheiro quem está no topo da pirâmide. No caso, no centro da mandala.

Diferente do antigo TelexFree, a Mandala não tem produto sendo comercializado. O argumento de convencimento é conseguir mais dinheiro do que depositou.

É rentável apenas para os primeiros. A partir de um momento, fica insustentável. Pessoas que pagaram acabam não recebendo o dinheiro de volta e a pirâmide começa a ruir.

E é crime, alerta o consultor financeiro André Massaro. Ouça a entrevista completa com ele no programa Timeline, da Rádio Gaúcha:

 

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Portal aponta onde está mais caro comprar e alugar imóveis em Porto Alegre

13 de janeiro de 2017 0

Portal imobiliário, o VivaReal fechou a análise do mercado em Porto Alegre em 2016. Confira os destaques:

Aluguel

O preço nominal médio do metro quadrado para aluguel em Porto Alegre fechou o ano em R$ 20,83. É o menor valor desde o terceiro trimestre de 2014. Em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 22,50), a desvalorização foi de 7,42%.

Em relação ao quarto trimestre de 2015, os cinco bairros da capital gaúcha com maior desvalorização para aluguel no último trimestre de 2016 foram Auxiliadora (-18,5%), Moinhos de Vento (-17,8%), Rio Branco (-14,9%), Santana (-14,6%) e Independência (-11,1%).

Venda

O preço médio do m² para venda em Porto Alegre atingiu R$ R$ 5.153,00 no quarto trimestre de 2016. Em comparação ao mesmo período de 2015 (R$ 4.982,00), a valorização nominal foi de 3,43%. Ou seja, queda real nos preços de cerca de 3%.

Em relação ao quarto trimestre de 2015, os bairros porto-alegrenses com maiores valorizações para venda no último trimestre de 2016 foram Ponta Grossa (22,7%), Bom Jesus (16,8%), Jardim do Salso (14,8%), Jardim Floresta (13,3%) e Rubem Berta (12,5%). Já as maiores desvalorizações foram Santa Maria Goretti (-18,2%), Praia de Belas (-12,9%), Barão do Cai (-6%), Azenha (-3,4%) e São José (-3,1%).

O índice DMI-VivaReal também acompanha a demanda de venda por imóveis. Em Porto Alegre, os mais procurados custam entre R$ 171 mil e R$ 350 mil.
Ranking dos bairros mais procurados para aluguel no quarto trimestre de 2016:

1. Cidade Baixa
2. Centro
3. Menino Deus
4. Partenon
5. Petrópolis
6. Centro Histórico
7. Santana
8. Bom Fim
9. Rio Branco
10. Cristal

Ranking dos bairros mais procurados para compra no quarto trimestre de 2016:

1. Petrópolis
2. Menino Deus
3. Santana
4. Partenon
5. Centro Histórico
6. Cidade Baixa
7. Protásio Alves
8. Sarandi
9. Jardim Botânico
10. Rio Branco

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Top 10 dos bairros mais caros:

 

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Microfranquias - Mais marcas lançam negócios com investimento de até R$ 80 mil

12 de janeiro de 2017 0

Já falamos que as microfranquias cresceram bastante com a crise. Seja porque pessoas ficaram desempregadas e foram empreender. Seja porque marcas criaram versões mais baratas, ou seja, que exigem investimento inicial mais baixo, com o objetivo de seguir a expansão mesmo com a economia em momento difícil.

Nesta quinta-feira, a Associação Brasileira de Franchising divulgou o Perfil das Microfranquias no País. Identificou em 557 marcas têm unidades de microfranquia. São negócios que exigem investimento inicial de, no máximo, R$ 80 mil.

Destas, 80% atuam exclusivamente com microfranquia. O restante tem também modelos tradicionais.

E mais: 36% das que não operam microfranquias disseram que pretendem desenvolver o modelo nos próximos meses. Ou seja, mais marcas vão criar versões mini, pocket, light, fit…

As obrigações na relação franqueador (dono da marca) com o franqueado são as mesmas do modelo tradicional. Segundo a ABF, são regulamentadas pela Lei do Franchising.

Em um terço das marcas que atuam só com microfranquias, o retorno do investimento ocorre entre 6 e 12 meses. Ou seja, mais rápido do que a média do setor.

O pro labore – que é como um salário do empresário – fica na média de:

(Valores não incluem o lucro das operações)

R$ 3.611 – em microfranquias de redes que atuam também com modelo tradicional

R$ 3.819 – em microfranquias exclusivas

Mas em torno de 25% têm retornos acima de R$ 5 mil.

Muitas são lojas de rua, atuam a domicílio ou o empresário trabalha em casa mesmo.

Em geral, o empreendedor tem entre 26 e 35 anos. Predomina o ensino superior.

 

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Parar de fumar pode render R$ 1 milhão em 30 anos, calcula educador financeiro

12 de janeiro de 2017 6

 

Foto: Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS.

Foto: Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS.

 
Nem vamos falar em saúde. O foco aqui é mostrar o impacto financeiro do fumo.

Se parar de fumar um maço de cigarro por dia, economizar e investir o valor, a pessoa terá R$ 1.028.274,92 ao final de 30 anos. O cálculo é do Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros. Considerou ainda a poupança, que é uma aplicação que retorno bem baixo.

A conta é simples, segundo Domingos:

- Se um maço custa em torno de R$ 8, um fumante que consome um maço de cigarro por dia gastará, por mês, R$ 240 com o vício.

Se colocar R$ 240 ao mês, corrigindo anualmente pela inflação, em uma poupança, por exemplo, ao final de 10 anos, terá R$ 63.291,18. Ao final de 20 anos, terá R$ 293.901,45.

O educador financeiro lembra que nem está contando os gastos com saúde e perda de rendimento no trabalho.

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Banco é condenado a pagar R$ 20 mil a cliente feita refém em assalto

12 de janeiro de 2017 0

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O Tribunal de Justiça condenou o Banrisul a pagar danos morais para uma cliente que foi vítima de assalto dentro da agência. Foi uma decisão unânime dos desembargadores.

A indenização foi determinada em R$ 20 mil. O entendimento é que a instituição financeira tem o dever de zelar pela segurança dos clientes.

A autora disse que estava na agência, em Marcelino Ramos, quando percebeu o assalto. Argumentou que correu risco de vida ao passar a ser refém dos bandidos. Inclusive, foi usada como escudo humano para fuga.

Relator do processo no TJ, desembargador Jorge Alberto Pestana reforçou a responsabilidade dos bancos diante de falha na segurança. Que é risco inerente à atividade.

- Considerando as circunstâncias do fato e as condições pessoais dos litigantes, tenho que a importância de R$ 20 mil seja adequada para compensar a parte autora pelo dano sofrido, sem representar ganho injustificado ou penalidade excessiva.

 

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