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Posts na categoria "Seu Bolso"

Grandes indústrias terão o maior aumento da conta de luz

02 de março de 2015 0
Foto: Fabrizio Motta / Agencia RBS.

Foto: Fabrizio Motta / Agencia RBS.

Chamadas de consumidores de alta tensão, as grandes indústrias sofrem os maiores aumentos da conta de luz. Considerando as maiores distribuidoras do Rio Grande do Sul, chega a ser um reajuste quase 50% maior do que para consumidores residenciais.

O motivo é como é formada a conta de luz destes consumidores. Há três tipos basicamente: baixa, média e alta tensão. Sócio-diretor da consultoria TR Soluções, Paulo Steele explica que o custo da energia e os encargos setoriais são os que mais pesam na conta dos grandes consumidores.

- E são exatamente estes itens que estão pesando mais nos aumentos da conta de luz deste ano. Principalmente, pela crise hídrica e pelo corte no repasse de recursos do Tesouro Nacional para o setor elétrico.

Só que essa notícia não é um alívio para o consumidor. Mesmo que o aumento para as residências seja menor, há o efeito em cascata. Indústrias e comércio precisam lidar com esse aumento de custos. Presidente do Sindicato das Indústrias Plásticas do Rio Grande do Sul e representante do grupo de energia da Fiergs, Edilson Deitos explica que há dois caminhos:

- Repassa para o preço do produto. A indústria que não consegue fazer isso tem que reduzir a atividade econômica, o que acaba em desemprego.

Já começaram a valer para os brasileiros os aumentos da luz em março e que chegam na conta de abril. A revisão extraordinária provocou reajustes de até 39,5%, considerando as maiores distribuidoras do Rio Grande do Sul: AES Sul, CEEE e RGE. Além disso, o aumento da conta de luz também inclui a elevação das bandeiras tarifárias. A vermelha passou para R$ 5,50 para cada cem quilowatt/hora consumidos. Em cima disso, tem ainda a tributação.

Leia mais:

Tarifas de energia terão aumento de até 39,5% em março no Rio Grande do Sul

Mudanças da Aneel elevam para até 70% aumento da conta de luz para gaúchos

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Bloqueios: Transporte alternativo elevará preços de produtos

02 de março de 2015 1
Foto: André Fiedler / Gaúcha Serra.

Foto: André Fiedler / Gaúcha Serra.

Para driblar os bloqueios e evitar desabastecimento, fornecedores e lojistas de alguns segmentos optaram por transportes alternativos. Só que são opções mais caras e o custo será repassado para os preços ao consumidor.

Em entrevista ao Destaque Econômico, o presidente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre conta que as floriculturas foram bastante afetadas. Flores e plantas que vêm de São Paulo por caminhão tiveram que ser transportadas por avião, contou Paulo Kruse. Outras lojas na mesma situação são as pet shops e o comércio de material de construção.

Além disso, os supermercados buscaram veículos menores para transportar mercadorias, que não são parados nos bloqueios. De acordo com a Associação Gaúcha de Supermercados, são usadas por exemplo caminhonetes. O transporte assim também sai mais caro do que caminhão.

Ouça a entrevista com o empresário Paulo Kruse ao Destaque Econômico:


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Tarifas de energia terão aumento de até 39,5% em março no Rio Grande do Sul

27 de fevereiro de 2015 30
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

As tarifas de energia elétrica terão revisão tarifária extraordinária em março, que chega na conta de luz em abril. A medida foi confirmada pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

Nas principais distribuidoras do Rio Grande do Sul, os reajustes serão:

CEEE 21,9%

AES Sul 39,5%

RGE 35,5%

No entanto, o aumento da conta de luz de março será maior ainda porque a tarifa de energia elétrica representa apenas parte do valor. Isso porque a Aneel também aprovou a elevação das bandeiras tarifárias. O mecanismo entrou em vigor em janeiro para repassar mensalmente ao consumidor o custo da energia e já precisou ser reajustado.

A bandeira verde indica condições favoráveis de geração de energia e, nesse caso, a tarifa não sofre acréscimo. Na bandeira amarela, as condições de geração são menos favoráveis e, por isso, a tarifa tem acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 quilowatt-hora consumidos. Se houver condições mais caras de geração, a bandeira vermelha é acionada é há um acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 quilowatts consumidos.

-E teremos bandeira vermelha e, pelo menos, pelos próximos dois anos. – adverte Paulo Steele, especialista em energia e sócio da TR Soluções.

Portanto, além dos percentuais da revisão extraordinária de tarifas, a conta de luz terá o impacto do aumento das bandeiras tarifárias. Além disso, sobre os valores, têm a incidência de tributos. Outro aumento que o consumidor terá com certeza ao longo do ano são os reajustes anuais tradicionais, que ocorrem na data contratual de cada distribuidora. A data de reajuste da AES Sul é em abril. RGE é em junho e CEEE, em outubro.

Leia  mais: Mudanças da Aneel elevam para até 70% aumento da conta de luz para os gaúchos

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Preço da fralda sobe o dobro da inflação

26 de fevereiro de 2015 1
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

O preço das fraldas descartáveis subiu 13,29% nos últimos 12 meses. A pesquisa é do IBGE e considera estabelecimentos na Região Metropolitana de Porto Alegre.

É quase o dobro da inflação do período. Além disso, foi o segundo maior aumento entre as regiões que entram no levantamento do instituto.

Para fabricantes que importam matéria-prima, a alta do dólar está pesando nos custos. É o caso de quem compra gel e celulose do exterior.

Mesmo com a alta de preço, o consumo segue crescendo. Considerado item de luxo há poucas décadas, a fralda descartável virou necessidade básica para pais com bebês.

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Gaúcho tem a terceira maior renda do País

26 de fevereiro de 2015 0
Foto: Marcelo Oliveira / Agencia RBS.

Foto: Marcelo Oliveira / Agencia RBS.

A renda média por morador dos domicílios do Rio Grande do Sul foi de R$ 1.318 em 2014. É a terceira maior do País. Fica atrás do Distrito Federal (R$ 2.055) e de São Paulo (R$ 1.432).

A média nacional é R$ 1.052. Os dados são divulgados pelo IBGE e servem de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados.

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Caminhões conseguem chegar até a Ceasa para dia de maior movimentação

26 de fevereiro de 2015 0

Os caminhões estão conseguindo chegar até a Ceasa de Porto Alegre. Tanto de vendedores quanto de compradores. Havia receio dos impactos dos bloqueios no dia de maior movimentação de negócios no local, onde produtores vendem hortigranjeiros.

- As rampas estão cheias e os produtores já começam a fazer fila dupla. Tem gente que conseguiu vir até da fronteira. Relatam que conseguiram desviar dos bloqueios. – conta o diretor-presidente da Ceasa-RS, Paulino Donatti.

Segundo o presidente, o movimento está praticamente normal. Não conseguiram chegar, no entanto, cargas de frutas tropicais, que vêm de Minas Gerais e Mato Grosso.

A formação de preços ocorre no dia mesmo. Depende da oferta e da procura. No fim do dia, a Ceasa terá um levantamento de preços dos principais itens negociados no dia.

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Efeitos dos bloqueios chegam nos supermercados e lojas do Rio Grande do Sul

25 de fevereiro de 2015 11
Foto: Paulo Rocha /  Rádio Gaúcha.

Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha.

Uma rede de supermercados de Porto Alegre tinha promoção de carne programada para esta quarta-feira, mas cancelou. Não está conseguindo receber as cargas dos fornecedores bloqueadas nas estradas e ficou com receio de ficar sem carne para o resto da semana. Então, se o preço dos produtos não aumentar. No mínimo, haverá menos ofertas.

Os bloqueios também atrapalham a entrega de hortigranjeiros, que têm rotatividade rápida nas prateleiras. Segundo a Associação Gaúcha de Supermercados, Porto Alegre é ainda mais prejudicada já que no interior há uma possibilidade maior de driblar os bloqueios buscando outros fornecedores.

- Uma região pode ter efeito zero, mas outra pode já estar com desabastecimento. – explica o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo.

E não apenas os supermercados sentem os efeitos dos bloqueios das estradas com os protestos de caminhoneiros. Com as vendas abaixo do esperado, o varejo está mantendo pouco estoque. Então, até mesmo a entrega de roupas está trancada, afetando estoque de lojas.

- Trabalhamos hoje recebendo cargas todo dia. Vai recebendo e colocando na loja. Sem estoque. Nossas confecções não estão sendo entregues. – relata o presidente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre, Paulo Kruse, também proprietário da rede de lojas Patchwork.

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Indústrias são afetadas por protestos e supermercados projetam falta de alimentos

24 de fevereiro de 2015 39
Foto: André Fiedler / Gaúcha Serra.

Foto: André Fiedler / Gaúcha Serra.

Supermercado

Dentro de dois a três dias, o consumidor sentirá nas prateleiras dos supermercados os efeitos dos protestos de caminhoneiros. Os bloqueios afetarão primeiro a entrega de hortigranjeiros e carne. Para os demais itens, há um estoque de segurança de até 20 dias, estima a Associação Gaúcha de Supermercados.

- Estamos monitorando a situação junto à indústria, mas a alta do diesel veio em hora errada. Não apenas pelo encarecimento do frete, como pelo desincentivo à produção própria de energia com geradores em meio a uma grande crise energética. Esperamos uma posição do Governo para que tudo se normalize. – complementa o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo.

Combustível

Alguns postos de combustível do interior já registram falta de gasolina comum. É o caso de estabelecimentos no Norte do Estado. Grandes redes, no entanto, têm estoque para uns dois dias, dependendo da procura.

Aves

Além do transporte de aves, a indústria avícola reclama que não está recebendo rações para alimentar os animais e a produção vai parar. Associação do setor, a Asgav relata que não consegue enviar os conteiners para os portos de Rio Grande e Santa Catarina e laboratórios não recebem amostras de aves para monitoramento de rotina.

“O movimento que diz não afetar transportes de cargas vivas e perecíveis, na realidade inviabiliza o fluxo das atividades, pois na busca de rações ou busca de animais vivos, os veículos estão vazios e automaticamente, ficam nos bloqueios.” – argumenta a Asgav.

Em Santa Catarina, Aurora Alimentos interrompeu abates. No Paraná, a BRF fez o mesmo.

Leite

Indústrias estão com 80% da capacidade ociosa porque caminhões estão parados, relatou o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul, Alexandre Guerra em entrevista ao Gaúcha Atualidade.

- Há indústrias paradas. Trabalhamos com produtos perecíveis, que não podem esperar o dia seguinte.

A Associação Brasileira de Proteína Animal faz um relatório sobre a situação para entregar ao ministro Miguel Rosseto, da Secretaria-Geral da Presidência.

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CDL vai fiscalizar promoções de lojistas no Liquida Porto Alegre

24 de fevereiro de 2015 0
Presidente da CDL, Gustavo Schifino. Foto: Ricardo Guimarães/Divulgação.

Presidente da CDL, Gustavo Schifino. Foto: Ricardo Guimarães/Divulgação.

Pela primeira vez, a CDL vai fiscalizar promoções anunciadas por lojistas no Liquida Porto Alegre. Com isso, pretende estimular os participantes a oferecerem ofertas verdadeiras para os consumidores, que vinham questionando a campanha nas últimas edições.

- Contratamos uma empresa especializada em pesquisa de preços. Vamos divulgar as lojas e as promoções mais interessantes. – explica o presidente da CDL Porto Alegre, Gustavo Schifino.

Nesta edição, serão pesquisados os preços de eletrodomésticos e eletrônicos. O slogan do Liquida Porto Alegre deste ano é Preço Baixo é Compromisso.

Para estimular o sentimento de urgência na promoção, o tempo da campanha será reduzido para dez dias. Começa em 26 de fevereiro e termina em oito de março.

- Além disso, é um momento de extrema necessidade para o varejo. Os estoques estão um pouco acima do normal, já que a venda foi menor do que o esperado em dezembro e em janeiro. – completa Schifino.

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Prévia da inflação oficial do País tem a maior taxa desde 2003

24 de fevereiro de 2015 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Considerado uma prévia da inflação oficial do País, o IPCA-15 avançou forte em fevereiro. Passou de 0,89% para 1,33%. É a maior taxa desde 2003.

Em 12 meses, o índice acumula inflação de 7,36%. Cada vez mais longe do teto da meta do Governo Federal, que é 6,5%.

Ainda houve pressão dos reajustes das mensalidades escolares de início do ano. Teve também o impacto das tarifas de energia elétrica, que foi a principal pressão individual sobre o cálculo do IBGE. No grupo Transportes, a alta reflete, principalmente, os reajustes nas tarifas dos ônibus urbanos em sete regiões.

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