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Posts na categoria "Tire suas Dúvidas"

Leitor pergunta - Onde investir R$ 200 mil por dois anos?

03 de fevereiro de 2017 3

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

 

Leitor pergunta:

“Eu me aposentei, saquei o dinheiro do FGTS e coloquei na caderneta de poupança. Recebi R$ 200 mil. Como o rendimento da poupança é muito baixo e pretendo deixar este dinheiro aplicado pelo mínimo de dois anos, gostaria de orientação uma melhor aplicação financeira para meu dinheiro.”

Sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei responde:

- O momento é oportuno para aplicações prefixadas. Para um aplicador conservador, uma indicação é o CDB (Certificado de Depósito Bancário), aplicação que conta com a mesma segurança da poupança. O CDB prefixado garante que neste prazo o aplicador tenha um retorno fixo, mesmo com a redução da taxa de juro. É possível obter retorno de 12% ao ano, o que é significativamente superior ao rendimento da poupança.

Leitor pergunta – Quanto rende um bom investimento em CDB?

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Leitor pergunta: Encaminhamento do Sine para vaga suspende seguro-desemprego?

30 de janeiro de 2017 0
Foto: Diego Redel / Agencia RBS.

Foto: Diego Redel / Agencia RBS.

 

 

Leitor pergunta. Acerto de conta$ responde.

Leitor pergunta:

Ser encaminhado para uma seleção de emprego pelo Sine suspende o pagamento do seguro-desemprego?

Não. Só o encaminhamento não suspende o seguro-desemprego.

Confira resposta da FGTAS/Coordenação Técnica Seguro-Desemprego – SINE:

“O objetivo do Programa do Seguro-Desemprego é auxiliar o trabalhador desempregado na busca de um novo emprego, promovendo para tanto a intermediação de mão de obra e o auxílio financeiro (temporário) durante este processo. 

O encaminhamento às vagas disponíveis é obrigatório no ato do requerimento do benefício e pode ser feito a qualquer tempo mediante convocação ou pela ida espontânea do segurado numa agência.

Uma vez que o trabalhador recebe uma carta de encaminhamento ele passa a ser monitorado e deve dar o retorno da mesma, na agência, sob pena de ter seu Seguro-Desemprego suspenso. Só são emitidas cartas em que o perfil social, econômico e profissional do candidato é compatível com a vaga oferecida.

Então, se além do perfil combinar, o empregador também tiver interesse em contratar o trabalhador, aí sim, em caso de recusa do requerente em voltar ao mercado de trabalho, poderá ser cancelado seu benefício. Da mesma forma, se ele for contratado, o benefício é suspenso; no caso de a empresa não contratá-lo, ele segue recebendo o benefício.”

 

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Leitor pergunta - Motorista particular tem quais direitos trabalhistas?

27 de janeiro de 2017 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

Leitor Estêvão:

“Fui contratado há uma semana como motorista particular. Minha patroa assinou minha carteira, mas temos dúvidas ainda de como proceder. Pode nos ajudar? O que temos que fazer para o recolhimento dos impostos INSS e FGTS?”

Analista de Departamento Pessoal da Fortus Consultoria Contábil, Joice Maciel responde:

O motorista particular que presta seus serviços no âmbito familiar é considerado como Empregado Doméstico.
Atualmente, a legislação que compreende este trabalhador está prevista Lei Complementar 150/2015, que prevê o recolhimento de FGTS por parte do empregador e INSS por parte do empregado e empregador através de uma única guia, chamada DAE, com vencimento ate o dia 07 do mês subsequente ao mês de serviço prestado.
O processamento da folha de pagamento e a emissão dos encargos são realizados através do portal do eSocial. Desde 11/2015, tornou-se o único meio obrigatório de processamento destes cálculos.
Caso a empregadora, como sendo uma pessoa idosa, não se sinta apta a fazer o acesso ao portal e inserir as informações necessárias ela deverá procurar a orientação de profissional habilitado, como contadores, para prestar este atendimento mensalmente.

Abaixo, seguem alguns dos direitos adquiridos pelo empregado doméstico, que são garantidos com o cadastro no portal do Empregador Doméstico (eSocial):

- Registro em CTPS;
- Salário mínimo, fixado em lei;
- Jornada de trabalho não superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais;
- Seguro contra acidentes de trabalho;
- Irredutibilidade do salário;
- Horas extras – com no mínimo 50% de acréscimo sobre o valor da hora normal;
- Adicional noturno – equivalente 20% do valor da hora normal;
- Décimo terceiro salário;
- Repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;
- Férias vencidas, acrescidas de 1/3 constitucional;
- Férias proporcionais, acrescidas de 1/3 constitucional;
- Férias em dobro, quando concedidas ou pagas fora do prazo;
- Salário família;
- Vale transporte, nos termos da lei;
- FGTS equivalente a 8% da remuneração do empregado.

 

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Leitora pede ajuda para escolher o carro novo. Consultor orienta:

06 de janeiro de 2017 3
Foto: Ronald Gomes / Agência RBS.

Foto: Ronald Gomes / Agência RBS.

 

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Leitora Guiomar tem 60 anos, é do tipo que “casa com o carro”, teve dois Corsas (GM) comprados zero. Quer trocar de carro, por um hatch, para andar todo dia, em cidade, com um motor melhor do que o 1.0 básico, boa mecânica e econômico. Pede ajuda para escolher.”

Nosso consultor aqui no blog, o engenheiro mecânico professor de cursos de extensão da PUCRS Anderson de Paulo responde. Vamos em tópicos:

- O test drive é obrigatório! Uma pessoa com mais idade nem sempre se adapta a uma mudança drástica de carro.

- Recomendo os modelos UP! TSI (Volkswagen), Honda Fit e HB20 Turbo. Mas acredito que ela se adapte melhor ao Honda.

Qual a faixa de preços?

- Up! TSI e HB20 Turbo ficam em torno de R$ 49.900. Um Honda Fit, em torno de R$ 57.700. O Honda é a melhor relação custo/benefício. Tem maior espaço interno e no porta-malas, com motor 1.5 com comando variável, seguro e manutenção mais baratos.

Tem um bom site para pesquisa?

- Sim. Uso o Carros na Web.

E um carro automático?

- Maior conforto e maior custo de manutenção. Consumo de combustível maior também.

Quanto maior o custo?

- O carro tem um acréscimo de uns 10% e a manutenção depende do fabricante. Mas tem que trocar o óleo do câmbio! No meu, a revisão fica e torno de R$ 400. Quando tive que trocar o óleo da caixa, foi para R$ 1,2 mil.

E o consumo?

- O consumo aumenta em até 40%. Ou mais. Se o câmbio for automático de quatro marchas, o consumo dobra em comparação ao mesmo com câmbio manual.

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Leia mais:

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Leitor pergunta - Qual o melhor caminho para abrir uma empresa de prestação de serviços?

29 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBS.

Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBS.

 
Leitor Rafael pergunta:

“Qual o melhor caminho para abrir uma empresa de prestação de serviços? Faturamento anual entre R$ 100 mil e R$ 150 mil.”

Diretor Operacional da Fortus Consultoria Contábil, Evanir Aguiar dos Santos responde:

Há alguns cuidados importantes que o empresário deve ter antes de abrir sua empresa. Entre eles, destaco:

- Definir se será uma sociedade ou uma firma individual (empresário individual).
- Será necessário saber se é uma atividade intelectual, como sociedade médica, de advocacia, dentista, etc. Isso encaminha para a abertura de uma Sociedade Simples, cujo registro será no Serviço de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. Caso contrário, sendo uma atividade de serviços, como Serviços Elétricos, instalações, Consultoria em geral, será uma sociedade empresária e seu registro será na Junta Comercial.
- Algumas atividades obrigam o registro em órgãos de classe, além da empresa, de um responsável técnico, como: Cremers, OAB, CRA, CRC, CREA, CORE, etc. Esse custo deverá ser levado em consideração.
- Outra questão a ser verificada é a melhor opção tributária, que será realizada comparando os diferentes regimes que temos, Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. Para isso, aconselho que um contador apoie na opção.
- Importante também que o empreendedor consulte a prefeitura para saber se no endereço que será estabelecida a empresa é permitido realizar essa atividade desejada. E ainda: se o imóvel possui alvará de bombeiros, sem o qual não será possível obter alvará de funcionamento e nem optar pelo Simples.

Sendo uma atividade empresária, individual, o registro na Junta Comercial é mais rápido. Se a opção pelo Simples for a mais vantajosa, será a situação mais rápida para a abertura e com maior facilidade de gerenciamento.

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Leitor pergunta como negociar dívida do cartão de crédito. Procon orienta:

20 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

 

Leitor Vagner enviou o e-mail:

“Estou com restrição no CPF por uma dívida no cartão de crédito. Quero regularizar a situação. Não tenho todo o dinheiro da dívida e nem a quantia que a operadora do cartão quer parcelar. Até a correspondência que eu recebo é bem duvidosa. Gostaria de uma orientação.”

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira responde:

“Se o cartão de crédito foi obtido por meio de um banco, o primeiro passo é tentar buscar auxílio junto ao gerente da conta ao qual ele está vinculado. Mesmo que a responsabilidade pela cobrança seja da operadora do cartão, os bancos podem ser um bom intermediário nessa negociação, até mesmo como forma de recuperar o crédito do seu cliente para futuras operações. Outra possibilidade é entrar em contato diretamente com a própria operadora do cartão através do SAC, que direcionará o cliente para a central de cobrança responsável pela negociação de débitos.

Importante: o consumidor deve ficar muito atento antes de realizar qualquer pagamento de cobrança por boleto, ainda mais se emitido por terceiros em nome do fornecedor original. Sempre deve ligar diretamente para a central de atendimento do fornecedor e confirmar a veracidade do documento, anotando o número de protocolo de tal ligação antes de efetuar o pagamento, isto como forma de precaução em caso de eventual golpe que esteja em curso.”

Leia mais:

Parcelar o cartão de crédito tem juro alto, mas a taxa do rotativo é o triplo

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Leitor pergunta - Quanto rende um bom investimento em CDB?

16 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

Leitor Sérgio pergunta:

“O CDB Super rende mais ou menos 0,7% ao mês. Qual outro investimento seria mais rentável?”

Se o CDB Super rende isso…. Imagina o normal. Leitor, esse rendimento é baixo, ok?

Mas o assessor da Monte Bravo Investimentos, Felipe Assunção nos ajuda a explicar melhor:

“O CDB (Certificado de Deposito Bancário) é um ativo de renda fixa tradicional, conta com FGC (Fundo Garantidor de Crédito – até R$ 250 mil), ou seja, alta segurança.

Mas essa rentabilidade 0,70% ao mês é péssima. Algo como 68% do CDI, comparando com o CDI (Certificado de Deposito Bancário), que foi de 1,04% no último mês. 

Por que péssimo? O ouvinte ainda precisa descontar o Imposto de Renda, que, dependendo do período, vai ficar na faixa de 22,50% a 15%. Quanto maior o tempo, menor o Imposto de Renda.

Além disso, ao descontar o IR, o ouvinte terá sua rentabilidade semelhante à da poupança. Ou seja, abaixo da inflação.

Solução: negociar com o seu gerente do banco para melhorar essa taxa do CDI. Peça 100% do CDI. Caso contrário, migrar para LCI e LCA, que pelo menos vão render pela casa dos 0,70%, porém isento de Imposto de Renda.

Lembro que os investidores precisam pressionar seus gerentes de contas para obter rendimentos próximos ao 100% do CDI. Assim, terão certeza que seus investimentos estarão rendendo acima da inflação (IPCA).”

“Tem que economizar 20% da renda. Não importa a idade.”, indica economista da FGV para a aposentadoria

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Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

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Tesouro Direto ou Plano de Previdência - Qual o melhor para investir no longo prazo e pagar menos imposto?

08 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde. 

 

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

 

 

Leitor Carlos pergunta:

“Para quem pretende investir mensalmente um valor, recomenda-se compra de título público ou uma previdência privada? Será um investimento a longo prazo e tentando fugir ao máximo do Leão.”

Sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei respondeu à pergunta no programa Destaque Econômico da Rádio Gaúcha:

“As duas estratégias são boas. Na verdade, são complementares.

Os títulos públicos do Tesouro Direto são de renda fixa e um investimento conservador. São considerados os mais seguros de todo o mercado.

Para quem pensar ao longo prazo, é bom pensar nos títulos chamados tesouro+IPCA ou então NTN (Nota do Tesouro Nacional). São papéis interessantes para quem pensa em aposentadoria porque remunera com inflação pelo IPCA mais uma taxa fixa, que tem superado 6%. Os prazos são definidos pelo investidor, 2019, 2020, 2024…

Sobre otimização fiscal, a NTN-B é mais recomendada. Ela não paga juros semestralmente. Então, a cobrança é no final. Lembrando que é possível investir nos títulos públicos a partir de R$ 30.

Já previdência privada é uma ferramenta de planejamento financeiro. É guardar dinheiro para usar no futuro.

Para planos, é preciso escolher entre VGBL e PGBL. Quanto à tributação, a oportunidade está no regime regressivo, com alíquota de apenas 10% sobre o lucro (VGBL) ou capital total (PGBL). É menor do que a grande maioria de aplicações de renda fixa.

Planos de previdência podem ter duas taxas. Uma é a taxa de administração cobrada pela empresa para administrar o fundo de investimento. A outra é a taxa de carregamento, que pode cobrar um valor pela aplicação e pelo resgate de dinheiro. Há seguradoras que não cobram. Portanto, é bom pesquisar para escolher e evitar essas taxas.

Lembrando que não há certo e errado. O que é melhor para um pode não ser para o outro. E tanto a previdência quanto títulos do tesouro são boas ferramentas para acumular dinheiro no longo prazo. Os títulos exigem mais acompanhamento e disciplina do que planos de previdência.

O importante é ter a preocupação de guardar dinheiro para o futuro e começar o quanto antes.”

 

Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

 

 

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Leia mais sobre finanças pessoais:

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Leitora pergunta - Pode a escolinha fazer feira de Natal para pagar 13º dos professores?

07 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Diogo Sallaberry / Agência RBS.

Foto: Diogo Sallaberry / Agência RBS.

 

Leitora pergunta:

“Uma escolinha particular de Porto Alegre fará uma feira de Natal para arrecadar dinheiro para ajudar no pagamento do 13º dos professores. No bilhete diz: ‘contamos com a colaboração de todos’. Pode?”

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira responde:

- Pode sim. Mas a participação tem que ser espontânea. A mobilização da comunidade escolar é muito comum nesse tipo de caso. O que não pode é haver a imposição ou qualquer tipo de constrangimento decorrente dessa querida frase “contamos com a colaboração de todos”.

Blog Acerto de Conta$ – O que seria constrangimento na visão do Procon?

- Qualquer tipo de alteração na forma de tratamento do aluno, exposição aos funcionários de quais pais não colaboraram com a feira, recrudescimento das regras em relação aos alunos que não participaram, questões que normalmente não seriam contadas passarem a ser. Enfim, qualquer questão que mude o status quo.

 

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Leitor pergunta - Como declarar a pensão da filha para abater mais no Imposto de Renda?

06 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

Leitor Marcel pergunta:

“Estou me divorciando amigavelmente e gostaria de saber a melhor forma para definir com o advogado a petição para pensão para minha filha de oito anos e restituir um pouco mais no Imposto de Renda. Hoje, eu pago R$ 2.985 para ela com os gastos abaixo:
Doméstica – R$ 1.500
Colégio – R$ 865
Plano de saúde – R$ 320
Escola de musica – R$ 300
Declaro minha filha como dependente e deduzo do Imposto de Renda o plano de saúde e colégio.
Devo pedir para pagar pensão no valor de R$ 3 mil e colocar no meu Imposto de Renda como pagamento de alimentado em vez de dependente? Com isso, declararia Imposto de Renda em nome da minha filha em separado pagando o imposto devido, mas o retorno que ganharia no meu imposto de renda seria bem maior.
Na declaração da minha filha, recebendo a minha pensão, ela pode colocar na declaração que pagou o colégio e plano de saúde na declaração dela para pagar menos imposto ou até restituir?
Obs: Fica sempre retido no meu imposto de renda um valor 28 mil reais e recupero no máximo 1700 reais.”

 

Ufa! Mas o caso é curioso. Então o blog Acerto de Conta$ pediu ajuda ao sempre prestativo contador Célio Levandovski, que respondeu para o leitor:

“Para definir o melhor critério de tributação em relação ao pagamento de pensão alimentícia ou continuar lançando como dependente e incluir as despesas dedutíveis, devemos primeiramente verificar se a pensão foi homologada judicialmente ou consta na escritura de separação ou divórcio, condições para dedutibilidade.

Uma pensão num valor mensal em torno de R$ 3.0000 já justifica uma declaração separada do beneficiário do rendimento, pois as deduções como dependente e despesas de instrução são limitadas. Já as despesas médicas não têm limite legal.

Lembrando que, exceto no ano em que houve a separação, o beneficiário de pensão que fizer declaração em separado não pode constar como dependente na declaração dos pais.

Para quem paga a pensão, desde que homologada judicialmente ou que conste em escritura própria, deve lançar como pagamentos efetuados e terá a dedução integral deste valor na base de cálculo do imposto anual.

Porém, se o outro cônjuge quiser lançar o filho como dependente e as respectivas deduções, deverá lançar os rendimentos do filho como tributáveis.

Lembrando que o limite anual de dedução como dependente é de R$ 2.275,08 e de educação, R$ 3.561,50.”

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