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Lojistas ajuízam ação contra três shoppings de Porto Alegre

27 de abril de 2017 2
Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

 

A discussão é antiga e agora os lojistas de Porto Alegre ingressaram com uma ação na Justiça contra três shoppings da Capital. Querem mais informações sobre os custos de condomínio para avaliar os aluguéis cobrados, já que os comerciantes consideram muito alto.

A mobilização é organizada pelo grupo CDL POA Shopping.  Neste momento, é contra Iguatemi, BarraShoppingSul e Praia de Belas. Segundo a entidade, foram os shoppings que os lojistas autorizaram incluir no processo judicial.

Entre os dados solicitados no processo, estão a composição das receitas e despesas do “fundo de promoção” e do condomínio de acordo com o plano de contas usado pelo shopping para suas contabilizações. Querem as informações de 2015 e de 2016, junto com documentos que comprovem a realização das despesas. Fundo de promoção contempla, por exemplo, ações de marketing.

- São diversas as questões que ainda estão obscuras nesta relação entre lojistas e administradores de shoppings. Outro tópico levantado, que incluímos no pedido judicial, é o custo de energia, ar condicionado e segurança. – conta a presidente do Comitê CDL POA Shopping, Nilva Bellenzier.

- Também solicitamos que cada shopping informe os coeficientes de rateio de despesas de condomínio, incluindo a participação dos estacionamentos e dos quiosques. – complementa o vice-presidente de Micro e Pequenas Empresas da entidade, Carlos Frederico Schmaedecke.

É uma ação judicial já que a discussão de anos não progrediu. Mas, ainda assim, o presidente da CDL POA, Alcides Debus, diz que o objetivo conseguir diálogo com os shoppings.

- Os lojistas querem transparência sobre os valores pagos e a sua destinação. Será possível ter uma relação de maior confiança.

Procuramos os shoppings e abrimos espaço para posicionamento. Por enquanto, estão dizendo para pedir um posicionamento da Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), que enviou no início da noite a seguinte nota:

“A Abrasce informa que os empreendimentos, até o momento, desconhecem qualquer medida judicial. Esclarece que todos os shopping centers mantêm a disposição os comprovantes dos gastos mensais aos lojistas na forma da lei e dos contratos. A associação reitera que o setor mantém um diálogo aberto e transparente com todos os lojistas”.

Relembre um pouco a discussão que gerou a ação judicial:

Lojistas apontam fechamento de operações em shoppings de Porto Alegre e brigam para não pagar 13º aluguel

Preço do aluguel faz Colombo fechar loja em shopping de Porto Alegre

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2017 - Setores da economia e empresas que terão destaque

03 de fevereiro de 2017 0

Os resultados do quatro trimestre das companhias abertas serão divulgados até o final de março, mas as corretoras já projetam 2017 para as empresas. Corretora de Porto Alegre que completa 50 anos em março, a Geral Investimentos enviou as suas apostas.

O ano começou fortemente influenciado pelo cenário de inflação e juros em queda. Os efeitos desse quadro poderão ser vistos ao longo do ano. A visão da equipe de análise da Geral Investimentos é que, a partir do segundo semestre, os sinais da retomada da economia brasileira poderão ser mais visíveis.

Como sempre, o movimento deve ser antecipado pelos negócios na Bolsa de Valores de São Paulo. Chamam a atenção para segmentos e companhias que podem se beneficiar do cenário de exportações e câmbio.

 

Veja a análise completa e detalhada da corretora, com as empresas que devem se destacar:

Alimentos e Bebidas:

O cenário desafiador para as empresas de alimentos deverá persistir em 2017. A expectativa de melhora da atividade econômica e o alívio na pressão dos preços dos grãos já é um alento para as empresas. No entanto, devemos observar como será a recuperação do nível de competitividade da indústria brasileira e das empresas que sofreram muito durante o ano de 2016 com a retração nos preços e nos volumes de seus produtos. Acreditamos que empresas que se beneficiem de um dólar apreciado e expostas a um ciclo melhor de preços, como é o caso de Minerva, deverá se destacar neste ambiente.

Açúcar e Etanol:

O setor de açúcar e etanol deve continuar apresentando fundamentos sólidos em 2017. Acreditamos que os preços do açúcar continuarão elevados dada expectativa de déficit global de açúcar nesta safra e na safra subsequente, favorecendo apenas os produtores mais eficientes na indústria – São Martinho possui o menor custo caixa da indústria. Outro fator que ressaltamos, é a nova política de preços de combustíveis da Petrobras, que beneficia o nível de produção e preços do etanol.

Bens de Capital:

O setor de bens de capital não deve apresentar uma recuperação importante em 2017. Apesar da expectativa de melhora do PIB e de expansão do crédito, o desemprego deve seguir elevado e a não há indicação de melhora da demanda. O que pode favorecer o desempenho das empresas ao longo do ano é o baixo nível de utilização da capacidade instalada. Dessa forma, pequenas recuperações na demanda podem indicar retomada significativa nas margens. A nossa preferência no setor é por Weg.

Construção Civil:

Os estoques de imóveis nas regiões em que as construtoras de capital aberto atuam majoritariamente permanecem elevados. Isso indica que a retomada dos lançamentos ainda não deve acontecer com força, mas vemos um cenário para melhora das vendas em função da redução dos juros que deve acontecer ao longo do ano. Sabe-se que o setor é muito dependente do crédito e a redução desse custo pode favorecer as vendas. Vemos Eztec como a empresa melhor adaptada ao cenário atual.

Educação:

O ano que está entrando será desafiador para o setor de educação em função do desemprego elevado que está sendo observado. Ao longo do primeiro semestre do ano a quantidade de trabalhadores ocupados deve seguir piorando e esse é um período importante para as novas matrículas. No entanto, vemos as empresas buscando melhorias operacionais, que tem ajudado na melhoras das suas margens ao longo do tempo. A aquisição da Estácio pela Kroton deve ser concluída, trazendo bom potencial de captura de valor para a segunda.

Financeiro:

O ciclo de redução de juros no Brasil e a potencial redução das perdas com inadimplência são fatores muito positivos para o setor financeiro, principalmente para os bancos. Acreditamos em uma melhora nos índices de eficiência e de rentabilidade do setor. Assim, o ano deve ser favorável para as ações do setor. Itaú e Bradesco seguem tendo a nossa preferência.

Energia Elétrica:

Continuamos com uma visão positiva para o setor de energia elétrica. Para 2017 no entanto, temos nossa preferência voltada para as empresas do segmento de transmissão em detrimento às empresas de geração e distribuição. No segmento de geração, a perspectiva é que as mudanças na metodologia do preço para o mercado à vista exerça um impacto sobre as companhias com energia descontratada. No segmento de distribuição, a perspectiva é que os volumes continuem sem crescimento. Por outro lado, o segmento de transmissão apresenta possibilidades de crescimento via leilões e consolidações de empresas.

Mineração e Siderurgia:

Acreditamos que o forte movimento de alta das ações dos setores de siderurgia e mineração visto em 2016 foi baseado em cima de (i) expectativas melhores, (ii) fluxo de investimento e (iii) estímulos de alguns governos visando criar um ambiente artificial de melhoria de preços. Acreditamos que esse cenário não deva se repetir em 2017, dada a estrutura da oferta e demanda no setor de mineração, cujos preços devem ser pressionados pelo incremento de oferta de alguns projetos da indústria, e ausência de catalisadores consistentes relacionados à recuperação da demanda no setor de siderurgia.

Óleo & Gás

As perspectivas para o setor de óleo e gás estão mais favoráveis em 2017. A curva para os preços de petróleo deve seguir uma tendência positiva, após o anúncio de corte da produção da Opep e os volumes de distribuição de combustíveis devem permanecer consistentes apesar do ambiente volátil, gerando impactos operacionais positivos nos resultados das empresas. Ressaltamos nossa preferência no setor por Ultrapar e Braskem. Nossa avaliação sobre Petrobras segue cautelosa, apesar de reconhecermos a melhora da gestão corporativa que a nova equipe de diretoria está realizando.

Papel e Celulose:

O setor deve apresentar vetores desfavoráveis pressionando os preços de celulose. Os projetos da Fibria (Três Lagoas II) e Asia Pulp & Paper (PT OKI) devem adicionar cerca de 4,1 milhões de toneladas de celulose no mercado nos próximos dois anos, desequilibrando a dinâmica entre a oferta e demanda da indústria. O fechamento de capacidades menos competitivas pelas perspectivas de preços deteriorados e a manutenção do dólar em um patamar elevado, podem beneficiar parcialmente o atual ambiente ruim.

Saúde:

O setor de saúde vem apresentando ótimos desempenhos em bolsa nos últimos anos e não acreditamos em uma mudança nesse cenário em 2017. Mesmo em momentos de deterioração econômica os resultados das empresas não só se sustentaram como ainda apresentaram melhoras importantes. O envelhecimento da população brasileira e a ainda baixa penetração de alguns serviços no nosso país mantêm as perspectivas de crescimento das empresas do segmento bastante elevadas. As nossas preferências são Raia Drogasil e Hypermarcas.

Shoppings:

O segmento de shoppings sustentou bons resultados nos últimos anos, mesmo com o enfraquecimento da economia e as taxas de juros elevadas. Observamos a potencial retomada do PIB e as quedas dos juros como fatores importantes para a melhoras das margens das administradoras de shoppings, trazendo ganhos expressivos para os resultados e redução de alavancagem. Destacamos BR Malls como a melhor opção.

Varejo:

A redução do desempenho da economia e, consequentemente, do consumo prejudicou a expansão do setor como um todo. Assim, a recuperação do PIB, bem como dos índices de confiança, devem ser os aspectos positivos para o próximo ano. Por outro lado, o desemprego elevado seguirá sendo uma barreira ao crescimento. Dessa forma vemos Lojas Renner como a melhor opção, em função da sua eficiência operacional, sólido plano de expansão e sustentação do crescimento das vendas mesmo em momentos adversos.

Telecom:

O avanço tecnológico tem trazido um cenário adverso para as empresas de telecom brasileiras, em função das exigências de novos investimentos que não necessariamente se refletem em ganhos de resultados. No setor, a única opção possível de investimento é Vivo, devido à liderança de mercado e robusta geração de caixa.

Transporte:

O Governo tem sinalizado que pretende melhorar a estrutura logística do país. Estão previstos leilões de aeroportos, rodovias, ferrovias e portos. Como não há dinheiro disponível e a atual gestão se mostra amigável ao investimento privado, as taxas de retorno dos projetos devem melhorar, aumentando assim a atratividade dos leilões e trazendo bom potencial de crescimento para as companhias de capital aberto. Por já atuar com rodovias e aeroportos, e possuir uma estrutura de capital robusta, acreditamos que CCR pode se beneficiar desse novo cenário.
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Quatro ações de empresas gaúchas tem rentabilidade próxima de 100% na Bovespa

13 de outubro de 2016 0
Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

 

 

Quatro ações de empresas gaúchas tiveram rentabilidade aproximada de 100% na Bolsa de Valores de São Paulo em 2016. Aparecem no ranking de 20 empresas feito pela consultoria Economática.

O levantamento considerou ações com volume médio diário negociado acima de R$ 1 milhão. Elencou as companhias com os papéis mais valorizados.

As gaúchas são:

Gerdau Met GOAU4 +131,2%
Banrisul BRSR6 +107,25%
Gerdau GGBR4 +104,94%
Randon Part RAPT4 +99,24%

O ranking nacional é liderado por Magazine Luiza, com 412% de valorização nas ações em 2016. Mas, no geral, o setor com maior presença na amostra é o de siderurgia.

 

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Corretora de Porto Alegre indica duas ações que devem subir ainda mais na Bovespa

22 de setembro de 2016 0
Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

Corretora com perfil fundamentalista, a Geral Investimentos está indicando duas ações que já tiveram valorização e devem subir ainda mais.

Raia Drogasil - tem recorrentemente apresentado bons resultados e superado as estimativas do mercado. A receita da companhia atingiu R$ 2,9 bilhões no segundo trimestre de 2016 (2T16), 26,1% acima daquela verificada no mesmo período do ano anterior. Ao longo dos últimos 12 meses, houve a inauguração líquida (aberturas menos fechamentos) de 185 lojas, fazendo com que a companhia encerrasse o trimestre com 1.330 operações. No entanto, mesmo se desconsiderarmos essas aberturas, a receita cresceria 14,5%.

Lojas Renner - apresentou um bom resultado no 2T16. Os números não foram tão surpreendentes em função da alta base de comparação, dado que o segundo trimestre do ano passado havia sido muito forte. Mesmo assim, a receita líquida da venda de mercadorias aumentou 8,2%, para R$ 1,5 bilhão. As vendas no critério mesmas lojas (SSS, ou seja, lojas abertas a pelo menos 12 meses) aumentaram 2,9%, enquanto no 2T15 esse número havia sido de 14,5%.

A equipe da Geral observa que a Bolsa de Valores de São Paulo tem apresentado um bom desempenho no ano de 2016, mas parte da valorização ocorreu em papéis que passaram os últimos anos bastante depreciados. Considera que agora é um momento de euforia e que os fundamentos das empresas são deixados de lado, fazendo os papéis subirem basicamente em função das quedas anteriores.

“No entanto, acreditamos que, em breve, o mercado passará a cobrar ações efetivas do novo governo e, nesse momento, ações que tragam também qualidade nos fundamentos voltarão a ter bons destaques.”

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Petrobras corta investimentos e ações sobem na Bovespa

20 de setembro de 2016 0

petro

 

 

Cortando em mais 25% os investimentos, a Petrobras divulgou nesta terça-feira o plano estratégico 2017-2021. Foi enviado comunicado ao mercado. Com a redução, o valor cai de US$ 98 bilhões para US$ 74 bilhões para aplicação nos próximos cinco anos.

No documento, a estatal afirma que o plano prioriza projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil. A ênfase ficará em águas profundas.

Com o anúncio, as ações da Petrobras abriram em forte alta de 3,06% na Bolsa de Valores de São Paulo. Cotadas a R$ 13,45.

- A divulgação do Plano Estratégico 2017-2021 deu um tom positivo para as ações de Petrobras, pois viabilizam uma geração operacional de caixa para a empresa. Porém, as ações ainda podem ser impactadas pelo recuo do petróleo, que cai mais de 1% no mercado internacional. E ainda tem o aguardo da decisão do FOMC sobre a Taxa de Juros dos Estados Unidos. – comenta o assessor de renda variável da Monte Bravo Investimentos Bruno Madruga.

Mas a empresa corta investimentos e o mercado gosta?

- A redução de investimentos (capex) já era esperada. O foco está no retorno operacional – exploração e produção de petróleo – da companhia e na redução da alavancagem (dívida líquida/EBITDA) de 5,3 em 2015 para 2,5 em 2018.

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Leitor pergunta: Ações da Petrobras vão subir após a votação do impeachment no Senado?

19 de agosto de 2016 1

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Divulgação Monte Bravo Investimentos.

Divulgação Monte Bravo Investimentos.

 
Leitor Bruno Bandeira pergunta:

A confirmação do impeachment de Dilma faria com que a Petro desse uma subida no Ibov?

Petro = Ações da Petrobras negociadas em bolsa

Ibov = Ibovespa, índice que considera as ações mais negociadas e serve de termômetro para a bolsa de valores

 

O blog Acerto de Conta$ ouviu três especialistas e também pediu opinião sobre o dólar, pergunta da leitora Natália Pithan:

 

- Alexandre Wolwacz, sócio do Grupo L&S e diretor da L&S Educação:

“No mercado, existe um antigo ditado: ‘a bolsa sobe no boato e cai no fato.’ Esse ditado tenta explicar o seguinte: Os investidores mais pesados tomam suas posições ANTES dos fatos virem a público. Isso recebe o nome de precificação. Nesse caso, se olharmos o movimento de forte alta da bolsa nos últimos meses, já é toda a expectativa do impeachment sendo precificada. Dessa forma, quando o fato for confirmado, o movimento mais esperado seria de algum recuo da bolsa nos primeiros dias. Em um prazo mais longo, esperando-se uma melhor administração, a alta poderia retornar. Resumindo, o mercado tem uma maior chance de corrigir quando sair o impeachment, do que subir mais. De fevereiro para cá, a ação da Petrobras já subiu 220%. Sobre o dólar, neste mesmo entendimento, é esperado um repique já que ele tem recuado muito. No curto prazo. Mas, mais adiante, mais queda.”

 

 

- Bruno Madruga, assessor de renda variável da Monte Bravo Investimentos:

“As ações da Petrobras já estão se valorizando muito bem ao longo do processo de impeachment, devido à expectativa de confirmação do processo. A efetivação do impeachment pode fazer com que as ações se valorizem ainda mais, fazendo com que o Ibovespa também se valorize, pois a Petrobras tem um peso de 9,42% de participação no índice, entre ações ordinárias e preferenciais. Porém, ao longo do processo, outros fatores também foram relevantes para a valorização das ações: mudança de gestão (troca de presidente), venda de ativos, recuperação do preço do barril de petróleo e a queda do dólar. Segue um forte otimismo para as ações de Petrobras e do Ibovespa. Sobre o dólar, a moeda se recuperou nos últimos dias em virtude de comentários de “possível” elevação de juros nos Estados Unidos ainda em 2016. Porém, o relatório do FOMC reduziu essa possibilidade. A tendência segue de recuo da moeda.”

 
- Marco Martins, diretor da Apimec-Sul (Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais da Região Sul)

“Treino é treino. Jogo é jogo. O mercado já precificou a saída definitiva de Dilma, as expectativas para continuar a alta e a capacidade de entrega de Michel Temer. O mercado está preocupado com o futuro das contas públicas. Em resumo, sem sinais fortes de aprovação da Reforma da Previdência e da dívida dos estados, o mercado pode realizar lucros (que é vender ações e provocar queda no mercado). Previsão específica para Petrobras, acho difícil. Para o dólar, deve voltar a rodar perto de R$ 3,30.”

 

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Corretora lista cinco ações que estão "baratas" na Bovespa

26 de abril de 2016 1
Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

 

Oportunidade na crise. A pedido do blog Acerto de Conta$, a corretora Geral Investimentos elencou cinco ações na Bolsa de Valores de São Paulo que considera “baratas” atualmente, ou seja, com potencial significativo de valorização.

Confira quais são as empresas e as justificativas:
AES Tietê: A recuperação dos níveis dos reservatórios auxiliou na queda do preço da energia elétrica no mercado spot, fazendo com que a companhia se beneficiasse desse cenário, uma vez que a empresa possui energia contratada a preços superiores para os próximos 2 anos.

BRF: Apesar do curto prazo da empresa não estar favorável, acreditamos que o case da companhia no longo prazo segue intacto, com bons fundamentos nas divisões de mercado externo e interno.

Cielo: Após um início de ano bastante turbulento decorrente de rumores de uma possível aquisição por parte dos seus controladores da Elavon (uma concorrente), a Cielo vêm de uma recuperação nas suas cotações nas últimas semanas. No entanto, vemos ainda um grande espaço para valorização em função da sua forte estrutura de capital, presença de mercado e perspectivas de crescimento.

Itaú Unibanco: Assim como a Cielo, o Itaú também apresentou valorizações nas últimas semanas, mas ainda assim vemos o banco como uma ação muito importante e com grande potencial de valorização para o ano. O Itaú é o banco mais rentável do Brasil, possui níveis de inadimplência controlados e uma carteira de crédito robusta.

Suzano: Mesmo com a queda expressiva verificada nas últimas semanas, ocasionada pela desvalorização cambial, rotação de posição de investidores e enfraquecimento do mercado chinês; os fundamentos da companhia permanecem consistentes ao observarmos uma recuperação nos preços de celulose, e do seu crescimento estar atrelado à redução no custo caixa de produção de celulose e não a projetos de expansão, principalmente greenfield.

- Vale destacar que, em função das turbulências que estamos passando tanto no campo político como no econômico, não se pode descartar que essas empresas apresentem desempenhos adversos. No entanto, acreditamos nos seus fundamentos de longo prazo independente do cenário político brasileiro. – comenta o analista-chefe da Geral Investimentos, Carlos Müller.

 

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Dez empresas mais processadas somam quase 19 mil ações na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul

21 de abril de 2016 9
Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

O Tribunal Superior do Trabalho divulgou o ranking das empresas que têm mais processos em tramitação na Corte. A União lidera nacionalmente, com quase 16 mil processos.

Com base em dados do TST e pelos tribunais regionais, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho divulgou a lista com os dez maiores litigantes da Justiça do Trabalho em 2015.

As dez empresas que lideram o ranking no Rio Grande do Sul tinham 18.896 processos no 1º e no 2º grau em 2015:

1 – WMS Supermercados do Brasil (Walmart) – 3.462 processos
2 – União – 2.227
3 – Estado do Rio Grande do Sul – 2.074
4 – Caixa Econômica Federal – 1.982
5 – Corsan – 1.729
6 – Oi – 1.659
7 – Banrisul – 1.579
8 – Claro – 1.512
9 – Hospital Nossa Senhora da Conceição – 1.379
10 – Correios (ECT) – 1.293

A Justiça do Trabalho promove anualmente a Semana Nacional da Conciliação Trabalhista. Em 2016, o evento acontece de 13 a 17 de junho nos órgãos da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus.

E aqui no Rio Grande do Sul, acompanhando uma redução orçamentária também, a Justiça do Trabalho está com um projeto para dar atenção especial a grandes empresas que sofrem alto número de ações. A ideia é solucionar esses processos de forma agrupada.

Leia mais: Ações trabalhistas crescem 50% no Rio Grande do Sul

 

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Negociações futuras abrem com bolsa em alta e dólar em queda

18 de abril de 2016 0
Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

 

Abertura dos Futuros:

Índice Bovespa Futuro (INDJ16) = +1,10% aos 54.800 pontos
Dólar Comercial Futuro (DOLK16) = -1,77% aos 3.483,50 pontos

Como já era esperado, alta na bolsa de valores e queda no dólar. O mercado à vista abre às 10h.

- Achava até que seriam movimentos mais intensos, mas o mercado já estava precificando que o impeachment seria aprovado na Câmara dos Deputados. – diz o assessor de renda variável da Monte Bravo Investimentos Bruno Madruga.

Nos Estados Unidos, as ações brasileiras chegaram a ter alta superior a 3% no mercado futuro de Nova York.

Atualização:

Dia dinâmico e intenso no mercado financeiro. Como o esperado, com a aprovação do impeachment na Câmara dos Deputados, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta e o dólar em queda. As ações brasileiras também estavam em forte alta na bolsa de Nova York.

Houve, no entanto, uma mudança forte no meio da manhã.

Nova Intervenção do Banco Central com leilão de contratos de dólar fez a moeda norte-americana subir em relação ao real. Nas casas de câmbio, o dólar subiu R$ 0,07 em menos de 15 minutos no meio da manhã. A autoridade monetária tem feito intervenções frequentes quando há fortes oscilações do dólar.

Reversão também na Bovespa. Abriu em alta e passou a operar em queda. O mercado chamou de rali do impeachment, que são investidores vendendo papéis para embolsar os lucros das compras que fizeram já apostando – ou precificando – o resultado da votação na Câmara.

Já as operações no Tesouro Direto estão suspensas por causa da forte volatilidade das taxas de juros. Expectativa de normalização agora no fim da manhã.

Leia também:

Comemoração com cautela na repercussão econômica do impeachment

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Voltam a tramitar ações que buscam correção das perdas da poupança

07 de abril de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Ato do Tribunal de Justiça determinou a retomada do julgamento de recursos envolvendo a correção da caderneta de poupança no Plano Verão, de 1989. Os processos contra o Banco do Brasil estavam suspensos aguardando decisão do Superior Tribunal de Justiça.

Segundo o defensor público Felipe Kirschner, a retomada abrange:

*Ações individuais
*Ações coletivas que foram ajuizadas dentro do prazo de cinco anos

- Outras ações coletivas, como ações civis públicas da Defesoria Pública do Rio Grande do Sul, que foram ajuizadas depois do prazo de cinco anos, seguem suspensas. – informa também o defensor

Estas outras ações aguardam ainda decisão do Supremo Tribunal Federal. O argumento é que a prescrição é de 20 anos e não de cinco anos.

Outra decisão do STJ que permitiu a retomada de processos aqui é sobre quando passam a contar os juros pelo atraso de pagamento. O entendimento é que os bancos devem pagar o montante que conta a partir do ajuizamento da ação e não desde o momento em que os valores deixaram de ser depositados na conta do poupador.

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