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Posts com a tag "comércio"

Endividamento do gaúcho começa ano em queda e inadimplência cresce

26 de janeiro de 2017 0

O nível de endividamento dos gaúchos encerrou o primeiro mês de 2017 em queda em todas as faixas de renda. Ficou em 65,1%. Queda na comparação com janeiro do ano passado e recuo ainda mais intenso na comparação com dezembro.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Fecomércio-RS. Indica que a parcela da renda comprometida com dívidas em janeiro, na média em 12 meses, foi de 31,9%. Já o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses ficou em 7,7 meses.

O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 78,6% dos entrevistados. É seguido por carnês (22,6%), cheque especial (14,8%) e financiamento de veículos (10,8%).

Só que…

O percentual de famílias com contas em atraso (27,7%) cresceu em relação ao mesmo mês do ano passado. Mostra que o número de famílias com dificuldade de sair da inadimplência é cada vez maior.

- Apesar de esperarmos que a atividade econômica se recupere em 2017, como há ainda muita ociosidade nas empresas, a retomada vai demorar para impactar no mercado de trabalho. Por isso é razoável observar indicadores de inadimplência altos ao longo de 2017. – destaca o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Apesar de o cenário restritivo do mercado de trabalho ser um estímulo à inadimplência, a queda da taxa de juros pode contribuir para a renegociação das dívidas.

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Famílias do Sul têm o maior endividamento do País

24 de janeiro de 2017 0

A Região Sul fechou 2016 com o maior endividamento das famílias. O resultado está na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio.

Aqui, o endividamento das famílias estava em 80,3% em dezembro. A média nacional é de 56,6%.

A Região Sul fechou 2016 com média de 77,3%. Média nacional de 58,7%.

O Sul também liderou em dezembro no índice de famílias que dizem não ter condições de pagar as dívidas: 12,3%. Média nacional de 8,7%.

Principais tipos de dívida no Sul:
Cartão de crédito 74,1%
Financiamento do carro 13,1%
Financiamento da casa 9,8%
Carnê 9,2%

Cai endividamento e aumenta inadimplência no País

O número de famílias brasileiras endividadas recuou 3,9% ano passado. O balanço é da Confederação Nacional do Comércio.

Apesar da queda no endividamento, as famílias com contas ou dívidas atrasadas avançaram 18,4%. E as que não tiveram condições de pagar suas contas em atraso e permaneceram inadimplentes alcançou 8,9%, um aumento de 25,2% na comparação com 2015.

- A queda do nível de endividamento e o aumento da inadimplência foram reflexos da retração da economia doméstica em 2016. A desaceleração do consumo proveniente da piora do mercado de trabalho e das altas taxas de juros ocasionou maior dificuldade às famílias para honrar os seus compromissos no período. – explica a economista da CNC, Marianne Hanson.

O cartão de crédito segue como o principal responsável pelo endividamento. Citada por 77,1% das famílias. O carnê vem em segundo lugar, apontado por 15,4% do público.

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Gaúcho cria plataforma que ajuda a escolher e comprar eletrônicos

23 de janeiro de 2017 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

 

shoptutor-mobile

 

Escolher uma televisão ou um notebook requer tempo e paciência. Afinal, existe uma variedade muito grande de produtos e marcas; e muitas especificações técnicas. Pensando nisso, uma startup de Porto Alegre criou uma plataforma para ajudar consumidores que não têm conhecimento técnico. O Shoptutor é um assistente virtual para escolher e comprar eletrônicos de forma fácil e personalizada.

Usa um algoritmo próprio e reduz tempo de pesquisa para poucos minutos, além de sugerir o produto com a maior afinidade com o consumidor.

- Nós desenvolvemos um algorítimo que auxilia nesse processo. Ele faz algumas perguntas simples para as pessoas sobre o uso que elas vão fazer do produto. No caso de uma TV, por exemplo, é preciso informar a distância do aparelho do sofá, a claridade do ambiente ou quais aplicativos serão mais utilizados. Essas informações são necessárias para o algorítimo avaliar o perfil do usuário, a demanda que ele tem do produto e, assim, indicar o modelo com maior afinidade para essa pessoa. É um sistema de recomendação de produtos. - explica o CEO da startup, Marcos Berghahn.

O consumidor deve indicar qual uso vai dar para o eletrônico, quais funções são consideradas mais importantes, tamanho, faixa de preço, entre outros. O Shoptutor vai indicar qual produto tem maior afinidade com o consumidor, mas vai listas outras opções, comparando modelos e ofertas das principais lojas virtuais.

Há um ano no ar, a plataforma já teve 70 mil acessos. São mais de 700 eletrônicos, entre televisores e notebooks, cadastrados no banco de dados do assistente de compras. Em breve, o Shoptutor também conter recomendações para smartphones.

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Confiança do comércio gaúcho tem primeira queda em sete meses

26 de dezembro de 2016 0

A confiança dos empresários do comércio teve uma leve queda em dezembro. Mas foi o primeiro recuo em sete meses. Piorou a expectativa e a intenção de investimento.

Passou de 97 para 96,3 pontos. É o indicador calculado pela Fecomércio-RS. Só é considerado otimismo acima de 100 pontos.

Ainda assim, fica bem acima de dezembro do ano passado. Nessa comparação, o indicador teve aumento de 23,7%.

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Intenção de consumo dos gaúchos tem pequena alta mas segue abaixo do Natal passado

20 de dezembro de 2016 0

A intenção de consumo dos gaúchos teve uma leve alta. Foi o quinto aumento consecutivo. Ainda assim, é considerada baixa pela Fecomércio-RS, que faz a pesquisa todos os meses.

Ficou em 64,8 pontos. Abaixo de 100 é considerado patamar pessimista.

As famílias com renda superior a dez salários mínimos estão menos pessimistas (75,4 pontos), mas tiveram recuo na intenção de consumo em dezembro. As que ganham menos aumentaram o indicador (62,3 pontos).

Outra questão observada pela entidade: é véspera de Natal e a intenção de consumo fica abaixo de dezembro de 2015, quando as vendas já caíram.

- Os indicadores de dezembro que medem o otimismo das famílias gaúchas com a economia registraram queda de 15,5% (aos 61,0 pontos) na comparação com o mesmo período do ano passado e 4,8% no confronto com o mês anterior. – informa o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Segundo ele, alguns fatores são determinantes para o recuo do ICF. Entre eles, o enfraquecimento do mercado de trabalho, queda da renda real das famílias e permanência da taxa de juros em patamares elevados. A baixa confiança das pessoas na manutenção de vagas no mercado de trabalho também impactou o indicador.

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Juro nas lojas gaúchas volta a subir e quase bate 100%

14 de dezembro de 2016 0

Foi só de um mês o alívio no juro do crediário. As taxas voltaram a subir nas lojas em novembro, segundo a pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças.

Aqui no Rio Grande do Sul, também. Com isso, está quase batendo 100%. Acima da média nacional.

Juro no crediário no Rio Grande do Sul:

5,94% ao mês

99,86% ao ano

Ou seja, se não pagar a dívida, o valor dobra em um ano.

O Comitê de Política Monetário reduziu a taxa de juros Selic nas duas últimas reuniões. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, observou que instituições financeiras não estão fazendo o repasse do corte para consumidores e empresas. Com o argumento de aumento do risco de inadimplência, estou aumentando o que chama-se de “spread bancário”.

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Vendas do varejo gaúcho interrompem queda

14 de dezembro de 2016 0

As vendas do varejo gaúcho não cresceram, mas também não caíram em outubro. A pesquisa é do IBGE e considera o volume comercializado.

Ao menos, interrompeu a sequência de quedas. Em setembro, tinha caído 0,5% sobre agosto. No mês anterior, 1,3%.

No acumulado de janeiro a outubro, a queda chega a 5,5%. Recuo, no entanto, menos intenso do que a média nacional.

Maior retração:
Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -22,6%

Maior crescimento:
Móveis +9,8%

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Mais um Natal de queda nas vendas, dos pequenos presentes e do carnê

12 de dezembro de 2016 0
Foto: Félix Zucco / Agência RBS.

Foto: Félix Zucco / Agência RBS.

 

Devemos ter mais um Natal de pequenos presentes e com compras no carnê. A previsão do presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer.

- Cosméticos, produtos mais baratos de moda e até livros de valor baixo. Presentes mais baratos fecham com o atual quadro de penúria financeira.

Quanto à forma de pagamento, carnês e dinheiro devem se destacar. O crédito está mais restrito e o acesso ao parcelamento fica mais fácil no carnê, que depende mais do lojista.

- Mesmo com a inflação mais baixa, continuamos a vender abaixo do ano passado.

Conforme a AGV, o comércio gaúcho espera movimentar R$ 6,1 bilhões com o Natal no Rio Grande do Sul. É um valor 3,4% acima do ano passado. Descontando a inflação, queda real de cerca de 3,5%.

Segundo a AGV, o site Adzuna.com.br tem 336 vagas no varejo do Rio Grande do Sul. A média salarial é de R$ 1.344.

Porto Alegre tem o maior número de vagas. A Capital é seguida por Caxias do Sul, Cachoeirinha, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Canoas.

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Parcelar o cartão de crédito tem juro alto, mas a taxa do rotativo é o triplo

01 de dezembro de 2016 1

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

Há três formas de pagar a fatura do cartão de crédito. Conforme o Banco Central:

1. Pagar o valor integral da fatura: essa é a opção recomendada, pois, sendo pago o valor integral, o cartão de crédito se restringe a meio de pagamento, não havendo incidência de encargos financeiros.
2. Parcelar o valor da fatura: neste caso, o cartão é utilizado como meio de financiamento, havendo incidência de encargos financeiros. Os juros do parcelamento são menores que os juros do crédito rotativo. Se o consumidor desejar parcelar o valor da fatura, deve seguir as recomendações constantes da sua fatura ou entrar em contato com a
instituição financeira emissora do cartão, para verificar como solicitar o parcelamento.
3. Pagar um valor entre o mínimo, de 15% do valor da fatura, e o integral: nesse caso, o consumidor usa o crédito rotativo, com incidência de encargos financeiros. Essa é a opção menos indicada, pois a taxa de juros aplicada é uma das maiores do mercado.

Pagar o valor todo é sempre o melhor. Mas, no mês de aperto, não deixe de tentar negociar. A diferença é enorme no juro, alerta a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo.

Taxa de juros média ao ano:

Parcelado 156,1%
Rotativo 475,8%

Os dados de juros são do levantamento do Banco Central no mês de outubro. Para se ter uma ideia, o cartão de crédito é o tipo de dívida mais comum entre os consumidores.

Na última pesquisa da Fecomércio-RS, 80,8% dos entrevistados disseram que têm dívidas no cartão de crédito. Não necessariamente, a fatura está ou terá o pagamento atrasado.

Sobre cancelamento, o Banco Central adverte: O contrato do cartão de crédito pode ser cancelado a qualquer momento. Mas NÃO quita ou extingue dívidas pendentes. Negocie o pagamento com a instituição que emitiu o cartão.

Quase otimistas - Confiança dos comerciantes gaúchos tem sexta alta

28 de novembro de 2016 0

É o sexto mês consecutivo de aumento na confiança dos empresários do comércio gaúcho. A pesquisa é feita pela Fecomércio-RS.

Além disso, o indicador atingiu 97 pontos. Aproxima-se do patamar considerado de otimismo: 100 pontos.

Para se ter uma ideia, no ano passado, ficou em 76,2 pontos em novembro. Ou seja, tivemos um crescimento de 27%.

- Os dados revelam a continuidade do processo de recuperação da confiança do empresariado, com a interrupção na queda e estabilização da atividade econômica. – analisa o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

A alta ocorreu em todos os pontos analisados na pesquisa: economia brasileira, comércio e a própria empresa. O índice que mede os investimentos apresentou variação positiva de 8,8% na comparação com novembro de 2015 e alta de 2,3% sobre outubro último, alcançando 90,3 pontos.

- Esse indicador evoluiu de forma mais tímida, porém, o relacionado à contratação de funcionários persiste apresentando taxas elevadas pelo segundo mês consecutivo.

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