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Gaúcho cria plataforma que ajuda a escolher e comprar eletrônicos

23 de janeiro de 2017 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

 

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Escolher uma televisão ou um notebook requer tempo e paciência. Afinal, existe uma variedade muito grande de produtos e marcas; e muitas especificações técnicas. Pensando nisso, uma startup de Porto Alegre criou uma plataforma para ajudar consumidores que não têm conhecimento técnico. O Shoptutor é um assistente virtual para escolher e comprar eletrônicos de forma fácil e personalizada.

Usa um algoritmo próprio e reduz tempo de pesquisa para poucos minutos, além de sugerir o produto com a maior afinidade com o consumidor.

- Nós desenvolvemos um algorítimo que auxilia nesse processo. Ele faz algumas perguntas simples para as pessoas sobre o uso que elas vão fazer do produto. No caso de uma TV, por exemplo, é preciso informar a distância do aparelho do sofá, a claridade do ambiente ou quais aplicativos serão mais utilizados. Essas informações são necessárias para o algorítimo avaliar o perfil do usuário, a demanda que ele tem do produto e, assim, indicar o modelo com maior afinidade para essa pessoa. É um sistema de recomendação de produtos. - explica o CEO da startup, Marcos Berghahn.

O consumidor deve indicar qual uso vai dar para o eletrônico, quais funções são consideradas mais importantes, tamanho, faixa de preço, entre outros. O Shoptutor vai indicar qual produto tem maior afinidade com o consumidor, mas vai listas outras opções, comparando modelos e ofertas das principais lojas virtuais.

Há um ano no ar, a plataforma já teve 70 mil acessos. São mais de 700 eletrônicos, entre televisores e notebooks, cadastrados no banco de dados do assistente de compras. Em breve, o Shoptutor também conter recomendações para smartphones.

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Renda extra - Empresa busca pessoas para comprar e entregar mercadorias para clientes de Porto Alegre

23 de novembro de 2016 1
Imagem: Divulgação Shoppr.

Imagem: Divulgação Shoppr.

 

A Shoppr está buscando shoppers. São vagas para pessoas comprarem e entregarem mercadorias de supermercados para clientes em Porto Alegre.

A empresa é da Capital e faz o serviço de compra e entrega de alimentos e outros produtos de supermercado. A Shoppr foi criada com foco em consumidores com pouco tempo para as compras ou que não têm carro para carregar as sacolas.

Leia mais: Empresa de Porto Alegre faz as compras de supermercado e entrega na casa do consumidor

Não há número de vagas definido. O ganho por pedido varia entre R$ 27 e R$ 28, aproximadamente. O pagamento é feito por pedido, com um percentual da compra mais taxa de entrega.

- Tem pessoal que trabalha meio turno, tem gente que trabalha turno integral, conforme disponibilidade e interesse. A gente busca oferecer flexibilidade de horário. Cada um escolhe o horário. – explica Chris Maina, da Shoppr.

Ficou a fim dessa renda extra? Aí vai serviço, então:

O que um shopper faz?
- Recebe um pedido
- Vai no supermercado e faz as compras
- Realiza a entrega

Turnos: manhã / tarde / noite (Segunda a Sexta-feira)

Perfil:
- Ágil, organizado e atento aos detalhes. A entrega tem que ser feita em até uma hora.
- Ter carro próprio e smartphone.
- Conseguir carregar 10 quilos.

Enviar currículo para: equipe@shoppr.com.br

 

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Compras pela internet já superam gastos em shoppings em Porto Alegre

23 de novembro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

 

Essa virada já estava batendo na porta. O gasto mensal com compras pela internet atingiu R$ 404,66, em média. Enquanto nos shoppings, ficou em R$ 238,91.

A pesquisa engloba entrevistas na Região Metropolitana de Porto Alegre. É da Ipsos Connect e ouviu quase 2 mil pessoas que acessam a internet.

Os supermercados, no entanto, ainda lideram. O gasto nestes estabelecimentos ainda soma R$ 774,40.

Entre os entrevistados, 18% compraram pela internet nos últimos 12 meses. E mais: 14% compraram nos últimos 30 dias.

56% Procuro informações na Internet antes de realizar uma compra
80% A minha maior preocupação na Internet é a segurança
12% Eu prefiro fazer compras online que nas lojas físicas

- O e-commerce brasileiro tem mostrado forte evolução nos últimos anos, mas a modalidade tem muito ainda a desenvolver. O acesso à internet, exacerbado pelo rápido crescimento de smartphones, faz com que mais pessoas se aproximem desta modalidade de compra. O interessante será ver as estratégias das marcas para conseguir derrubar mitos e conseguir que essa busca por informação na hora da compra que se dá na internet possa se concretizar na compra dos seus produtos. – afirma Diego Pagura, diretor de negócios de Ipsos Connect.

Nove regiões metropolitanas integram o levantamento e os dados regionais foram enviados ao blog Acerto de Conta$ e Rádio Gaúcha. A pesquisa foi realizada entre julho de 2015 e junho de 2016 com 22.576 entrevistas presenciais. A margem de erro é de 0,65% para mais ou para menos.

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Dobra entre gaúchos a vontade de fazer compras pela internet

19 de outubro de 2016 0

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Em 2015, eram 14%. Agora em 2016, foram 39% dos gaúchos entrevistados que disseram ter maior interesse em comprar pela internet.

A pesquisa “Humanização das Cidades” é da Liberty Seguros. O recorte dos dados de Porto Alegre foi feito para o blog Acerto de Conta$.

Pelos dados, houve uma transferência. Isso porque as compras em shoppings eram citadas por 61% dos entrevistados no ano passado. Neste ano, caíram para 37%.

Provavelmente, o principal motivo é preço. A crise fez as pessoas pesquisarem mais em busca de valores menores. Além disso, a tendência é cada vez mais a internet tornar-se mais confiável para os consumidores.

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Porto Alegre ganha um supermercado drive thru

27 de setembro de 2016 10

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A Zona Norte de Porto Alegre ganhou um supermercado drive thru. É da empresa Supermago e se chama Magodrive.

Basicamente, funciona assim: a escolha dos produtos é feita pela internet, no site ou no aplicativo Magodrive, que está sendo feito. E os itens podem ser retirados no drive thru ou ainda recebidos em casa, em dia e turno agendados.

A Supermago já tem quatro lojas com operação convencional. Mas, em 2015, a empresa fez um estudo e identificou os principais entraves que inibem o crescimento do consumo pelos gaúchos e os desafios da operacionalização de vendas com delivery e drive-thru no Brasil e no mundo.

 

 

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Então, o Magodrive desenvolveu embalagens especiais e veículos de entrega climatizados e adaptados, que garantirão as encomendas frescas e na temperatura adequada.

- As mudanças são inevitáveis para a evolução da sociedade. – destaca Jacinto Machado, diretor da rede.

O site é o www.magodrive.com.br. O aplicativo “Magodrive” estará disponível para os sistemas iOS e Android nos smartphones.

 

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Após a seleção dos produtos, o cliente confirma o pagamento e agenda data e turno de entrega, que pode ser feita em endereço indicado ou no drive thru da empresa, localizado na Rua Guiné, 318, no bairro Jardim Itati, na Zona Norte da Capital. Para compras abaixo de R$ 50, tem uma taxa de R$ 3.

O Magodrive inicia a operação com 6 mil itens nas seções de padaria/confeitaria, açougue, bebidas, fiambreria, hortifrúti, mercearia, higiene, limpeza e pet. A opção delivery, que entrega as compras em casa ou no endereço indicado pelo cliente, inicia atendendo a 23 bairros da Capital.

Entenda como funciona:
1) Cadastro: ao acessar o Magodrive pela primeira vez, o cliente realiza o seu cadastro. Nas compras seguintes, basta informar usuário e senha;
2) CEP: ao informar seu CEP, o cliente já saberá se o bairro é atendido pela opção delivery;
3) Compra: o consumidor escolhe seus produtos e adiciona ao carrinho de compras virtual;
4) Agendamento: o Magodrive oferecerá as duas opções de agendamento para recebimento dos produtos: retirada no drive-thru ou entrega no endereço indicado.
5) Pagamento: o cliente escolhe a opção de pagamento e efetua online.

 

Alertas para quem compra imóvel por e-mail ou redes sociais - Negociação vale!

13 de setembro de 2016 0

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

Cada vez mais, imóveis são negociados por celular ou pela rede social. Quase sempre, sem a intermediação de corretores.

Consultor jurídico da Associação Brasileira de Mutuários da Habitação, Vinicius Costa lembra que um corretor – ao menos, em tese – dá mais segurança.

- Segundo o Código Civil, tanto o corretor autônomo como a imobiliária são obrigados a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio, sob pena de responder por perdas e danos.

Se a negociação for feita entre comprador e vendedor, pode-se consultar um advogado especialista em Direito Imobiliário. Ele pode concluir a negociação e analisar os documentos necessários. Em alguns casos, sai mais barato.

As negociações firmadas via celular, e-mail e redes sociais obrigam as partes contratantes e devem ser cumpridas. Entretanto, a transação não atinge pessoas que não participaram da negociação e não é suficiente para transferir a propriedade do imóvel negociado.

- Para a transferência da propriedade, é necessário algum título translativo, conforme exigido por lei, tais como: escritura pública de compra e venda, permuta, doação, inventário, contrato de compra e venda firmado no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), carta de arrematação judicial, entre outros.

Alertas:

- A transferência da propriedade imobiliária se concretiza com o registro do “título translativo de propriedade” no cartório de registro de imóveis.
- Antes de aceitar alguma proposta ou firmar compromisso, esteja certo das condições do negócio para que não venha a se arrepender posteriormente, e incidir em algum prejuízo ou multa.
- Mesmo em negociações pela internet, verifique a documentação do imóvel e dos vendedores.
- Exigir um contrato escrito antes de efetuar qualquer pagamento.
- Além do contrato, é prudente arquivar toda a documentação (física e virtual) referente ao negócio e ao imóvel pretendido.

Ouça entrevista completa ao programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha:

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Diminui cancelamento de compra de imóveis novos no Rio Grande do Sul. Veja os direitos do comprador.

02 de setembro de 2016 0
Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

Depois de quase dobrar no ano passado, está caindo o número de contratos de compra de imóveis novos cancelados no Rio Grande do Sul. A média histórica era o “distrato” de 10% das vendas. Em 2015, foi atingido 21%.

- Reduziu muito, o que tinha para cancelar já foi cancelado. Agora, estamos em 16% mais ou menos. Em seis meses, devemos voltar ao patamar normal. – informa o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Ricardo Sessegolo.

Os motivos para o crescimento dos cancelamentos são os já conhecidos da crise: alta no desemprego, inadimplência, queda na renda… Muitos consumidores compraram imóveis na planta, mas depois não conseguiram pagar as prestações ou os bancos não liberaram o financiamento do imóvel.

Para não perder o clientes, as construtoras ofereciam imóveis mais baratos e usados para troca. Só que esse movimento aumentou o estoque de imóveis novos, mas o mercado já está absorvendo, informa o Sinduscon-RS.

Orientações para quem precisa devolver imóvel:

O termo técnico para rescindir o contrato e pedir de volta os valores pagos é “distrato” contratual. Em geral, todos os contratos podem ser cancelados.
O advogado Gilberto Bento Jr orienta:

- Direitos no distrato para devolução de imóvel comprado na planta

O ideal é sempre tentar o distrato de forma amigável. Só se necessário, você pode solicitar o distrato judicialmente, quando houver recusa no recebimento da sua intenção de romper o contrato Ao desistir da compra, você não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta e deve devolver no mínimo 75% do que foi pago pelo comprador, caso a culpa do distrato seja do proprietário, por não conseguir uma linha de crédito para financiamento, por exemplo.

- As construtoras não podem reter todo o valor pago

Há casos de tentativas de se reter todo o valor pago à construtora. Isso não deve ser nem mesmo considerado. O valor que ficará com a construtora levará em conta apenas valores como a multa de rescisão e despesas administrativas.

- Distrato deve ser solicitado

O primeiro passo ao perceber que não terá fôlego financeiro para arcar com o compromisso do imóvel na planta é pedir o distrato para não precisar continuar pagando as prestações. O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das chaves. Após isso, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A construtora deve devolver o valor em uma única parcela.

- Quando a culpa é da construtora

Há situações em que o cancelamento do contrato pode ser atribuído por culpa da construtora. Por exemplo, quando a construtora não respeita as cláusulas, quando atrasa a entrega do imóvel… Nestes casos, a devolução deve ser de 100% do valor total pago. Os valores devem ainda ter correção monetária, ou seja, o valor deverá ser atualizado.

Leia mais sobre imóveis:

Começam a ser cobrados condomínios atrasados pela nova lei e imóveis podem ser penhorados

Os cinco imóveis mais caros anunciados em Porto Alegre

Pesquisa aponta pela primeira vez otimismo no setor imobiliário de Porto Alegre

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Pesquisa aponta pela primeira vez otimismo no setor imobiliário de Porto Alegre

18 de agosto de 2016 0
Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

 

Pela primeira vez em um ano, o setor imobiliário de Porto Alegre está otimista. O Índice de Expectativa do Mercado Imobiliário começou a ser calculado em agosto do ano passado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul.

E, agora em julho, atingiu 106 pontos. Foi a primeira vez acima de 100 pontos, que é o nível que divide o otimismo e o pessimismo.

A pesquisa é feita a partir de entrevistas com incorporadoras, corretores e consumidores – que são compradores em potencial. Julho teve crescimento de 9,3% na expectativa do setor. O nível mais baixo foi registrado em janeiro.

- A melhora começou pela expectativa das incorporadoras. Só que agora está melhorando também a previsão dos consumidores em relação ao mercado imobiliário. A alta foi de quase 20%. – acrescenta o economista do Sinduscon-RS, Assilio Araujo.

Quando ao prazo da expectativa, a pesquisa mostra:

Momento atual 88,4 pontos
Curto prazo (6 meses) 105 pontos
Médio prazo (12 meses) 124 pontos

Vice-presidente do Sinduscon-RS, Mauro Touguinha comemora o resultado. Inclusive, conta que na sua construtora os negócios têm acompanhando bem o indicador.

- Ficamos cerca de cinco meses sem vendas. Mas voltamos a ter negócios em junho e fomos avançando em julho e é também o que agosto está indicando.

Touguinha fala sobre a pesquisa hoje, às 14h45, no programa Gaúcha Repórter, na Rádio Gaúcha. Acompanhe.

 

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Intenção de consumo dos gaúchos volta a subir em agosto

17 de agosto de 2016 0

A intenção de consumo dos gaúchos voltou a subir em agosto. Passou de 55,5 pontos em julho para 56,3 pontos. No mês passado, a queda tinha sido forte.

Mas, na comparação com o ano passado, ainda temos uma queda forte. O índice calculado pela Fecomércio-RS está 26,6% menor.

Está em um patamar muito pessimista, segundo a entidade.

- O cenário segue muito restritivo. O mercado de trabalho permanece enfraquecido, impactando negativamente a renda e a confiança das famílias. – pontuou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Associado à inflação alta e juros elevados, reduz o ímpeto e a capacidade de compra das famílias.
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Conselho de Defesa Econômica aprova compra da AES Sul

08 de agosto de 2016 1
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade do capital social da AES Sul pela CPFL Energia. O despacho é da Superintendência-Geral do Cade e está publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A operação de compra da AES Sul foi anunciada ao mercado pela CPFL Energia na metade de junho. O valor anunciado para o negócio foi de R$ 1,698 bilhão.

A AES Sul atua como distribuidora de energia elétrica no Rio Grande do Sul. Atende 118 cidades do Estado, na Região Metropolitana e Centro-Oeste. São 1,3 milhão de clientes. Residências e comércio respondem por 44% do volume de energia.

Concluída, a operação consolida a posição de liderança do Grupo CPFL no segmento de distribuição de energia elétrica no Brasil. Hoje, detém 13% do mercado nacional de distribuição. Com a compra da AES Sul, alcançará 14,3%.

Com o negócio, a CPFL Energia será responsável por fornecer energia para 382 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. A RGE (Rio Grande Energia) também é distribuidora do grupo.

O nome será alterado. A CPFL não poderá seguir usando AES no nome.

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