Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts com a tag "consumidor"

Consumo de gasolina é o menor da década no Rio Grande do Sul

29 de abril de 2016 1

17189131

 

O consumo de gasolina no Rio Grande do Sul caiu 2,6% no primeiro trimestre. Foi o menor dos últimos dez anos. O levantamento mostra ainda que o faturamento dos postos também caiu, mesmo com o aumento do preço do combustível.

- Na década, ignorando momentos de baixo crescimento ou mesmo desempenho negativo do PIB gaúcho, o consumo de gasolina nunca registrou queda da litragem comercializada entre um ano e outro. – segundo Edson Silva, da consultoria ES PETRO.

A crise na economia brasileira poderia ser um motivo, mas houve aumento no consumo de gasolina no País, de 1,4%. Só que, aqui no Rio Grande do Sul, houve aumento na alíquota do ICMS de 25% para 30%.

- Foi um tiro no pé. Não há como, numa economia em recessão, aumento de carga tributária gerar mais receita aos cofres públicos, mesmo num setor dinâmico, como o mercado de combustíveis. – analisa Edson Silva.

Diesel

Os resultados não são muito diferentes para a venda de diesel. No trimestre, a queda do consumo no Estado foi de 4,5%, em plena safra de soja, que movimenta tratores e caminhões.

Etanol

Já o etanol teve o pior resultado de todos os combustíveis comercializados no Estado. Seu consumo despencou 52,6% no primeiro trimestre frente ao mesmo período de 2015.

Em um ano, os preços médios aumentaram quase 40% no Rio Grande do Sul. Para quem tem carro flex, a gasolina vale mais a pena do que o etanol.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Procons alertam Anatel que permissão do limite da banda larga será considerada nula

18 de abril de 2016 8
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

 

Apesar de saudar a suspensão determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Associação Brasileira de Procons alerta que vai considerar nula qualquer permissão de limitação de uso da internet banda larga fixa.

Leia: Anatel suspende redução da velocidade, corte e cobrança extra da banda larga fixa após fim da franquia

Em nota, a entidade diz que qualquer autorização expedida pela Anatel que não for de acordo com a legislação será considerada nula e inaplicável pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, que abrange os Procons. Ao mesmo tempo, lembra que os órgãos são contra qualquer limitação de uso da internet banda larga fixa, mesmo que autorizadas por resoluções e portarias.

- Qualquer norma da Anatel não pode ir contra a lei, contra o Código de Defesa do Consumidor. – esclarece o diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira.

A nota da ProconsBrasil diz ainda que espera que a Anatel consulte Procons, Ministério Público e Defensoria Pública, entre outros. E que a alteração do sistema de cobrança do serviço de internet tem que respeitar o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet, principalmente, que são superiores às normas da agência reguladora.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Anatel suspende redução da velocidade, corte e cobrança extra da banda larga fixa após fim da franquia

18 de abril de 2016 10
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

 

A Agência Nacional de Telecomunicações decidiu suspender a redução da velocidade da banda larga fixa após o fim da franquia, o corte do serviço e também a cobrança pelo tráfego excedente. É uma decisão cautelar e foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A orientação da Anatel abrange, inclusive, contratos de adesão em que têm estas medidas previstas. A suspensão vai até o cumprimento pelas operadoras das seguintes condições:

- Comprovar para a Anatel que foram colocadas para o consumidor ferramentas eficientes e adequadas que permitam, por exemplo, acompanhamento do consumo do serviço, proximidade de esgotamento da franquia e possibilidade de comparação de preços.

- Informar ao consumidor sobre estas ferramentas.

- Deixar claro na publicidade a existência de franquia, com o mesmo destaque dado a itens como preço e velocidade de conexão.

- Orientar os atendentes de lojas físicas e outros canais de atendimento sobre como informar os consumidores previamente dos termos e condições dos planos de internet.

“As práticas de redução de velocidade, suspensão de serviço ou de cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia somente poderão ser adotadas após noventa dias da publicação de ato da SRC que reconheça o cumprimento das condições fixadas.” - diz o comunicado da Anatel.

Se houver descumprimento, a multa diária é de R$ 150 mil. Pode somar R$ 10 milhões.

A determinação é pra as as empresas Algar Telecom S.A, Brasil Telecomunicações S.A, Cabo Serviços de Telecomunicações Ltda, Claro S.A., Global Village Telecom Ltda, OI Móvel S.A., Sky Serviços de Banda Larga Ltda, Telefônica Brasil S.A, Telemar Norte Leste S.A, TIM Celular S.A., Sercomtel S.A Telecomunicações e OI S.A.

 

Leia mais:

Ajuizada ação civil pública contra novos planos de internet banda larga

Leia no blog Conecte:

Proteste: “corte do serviço de banda larga por franquia fere o Marco Civil da Internet”

Anatel: operadoras têm liberdade para mudar forma de cobrança da banda larga

Movimento contra o limite de dados de internet ganha força no Facebook e Twitter

 

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Ajuizada ação civil pública contra novos planos de internet banda larga

15 de abril de 2016 2
foto: Agencia RBS.

foto: Agencia RBS.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor ingressou com uma ação civil pública contra as operadoras Claro, Net, Oi e Telefônica. A medida foi protocolada na 9ª Vara Cível de Brasília. É contra os novos planos de banda larga fixa oferecidos pelas empresas com limites de dados, a chamada franquia.

O Idec argumenta que as alterações nos contratos são ilegais e afrontam o Código de Defesa do Consumidor, o Marco Civil da Internet e a Lei do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Pesquisador da entidade, Rafael Zanatta afirma que a estratégia das empresas é fazer com que os consumidores usem menos serviços como Netflix e Youtube. Alega também ausência de justificativas técnicas para inclusões ou reduções de franquias de dados nos novos planos dos provedores.

- Ao adotarem essas medidas, as operadoras elevam seus preços sem justa causa, detém vantagem excessiva nos contratos, limitam a competição e geram aumento arbitrário de lucro.

Para o pesquisador, a mobilização dos usuários é decisiva.

- Devemos pressionar esses provedores de conexão à internet para que desistam dessa ideia. Se eles não o fizerem, os tribunais devem forçá-los a fazer. Os usuários não vão parar de protestar.

Com a ação, o Idec pretende impedir a suspensão do serviço de internet.

Procons

Nessa quinta-feira, a Associação ProconsBrasil manifestou-se contra as mudanças na banda larga. O argumento é o mesmo do Idec, o corte do acesso à internet fere direitos dos consumidores e o Marco Civil. Já foram identificadas mudanças nos contratos pelas operadoras, sem comunicar consumidores. Isso contraria o Código de Defesa do Consumidor.

“A ProconsBrasil ressalta que, de acordo com a Lei 12.965/14, o acesso à internet é essencial ao exercício pleno da cidadania, e a suspensão da conexão somente poderá ocorrer em razão de débitos decorrentes diretamente de sua utilização.”

Leia no blog Conecte:

Proteste: “corte do serviço de banda larga por franquia fere o Marco Civil da Internet”

Anatel: operadoras têm liberdade para mudar forma de cobrança da banda larga

Movimento contra o limite de dados de internet ganha força no Facebook e Twitter

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

Leitor quer devolução de cobranças erradas feitas por academia

13 de abril de 2016 1

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde:

 

logo blog

 

Leitor Douglas Arruda pergunta:

Me inscrevi em uma academia no dia em que anunciava promoção de isenção de matrícula. Mas veio a cobrança na fatura do cartão de crédito nos meses de janeiro e fevereiro. Falei com os responsáveis pela academia diversas vezes, mandei e-mails. Não obtia retornos efetivos. Além disso, a cobrança a mais fez com que atingisse o limite do meu cartão de crédito e houve a cobrança de uma taxa de R$ 18,90 em março.

Diretor Jurídico do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão, Paulo Sérgio da Silva, responde:

O caso é uma prática comercial abusiva prevista no Código de Defesa do Consumidor. Está nos artigos 30 (da oferta), 37 e, principalmente, o artigo 46, que diz que os contratos não obrigarão o consumidor se ele não compreender o seu conteúdo. Cabe a repetição do indébito (devolução da quantia paga). Sempre aconselho utilizar o site do Procon de Porto Alegre pela facilidade e agilidade da solução. Caso não tenha resultado, procurar o Juizado Especial Cível.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

Leitor quer indenização de lanchonete que não cumpriu promoção de comida grátis

30 de março de 2016 30
Foto: Rodrigo Phillips / Agencia RBS.

Foto: Rodrigo Phillips / Agencia RBS.

Leitor Cláudio conta que foi em uma lanchonete em Porto Alegre. A promoção era: se o cliente comer quatro lanches, não pagaria. Só que, na hora de servir, foram colocados oito lanches para ele comer. O leitor questionou o pessoal da lancheria sobre isso e responderam que “eram quatro lanches, mas divididos ao meio”. Teve que gastar mais de R$ 60. Ficou furioso e já entrou com ação no Juizado Especial Cível. Está com audiência marcada e pergunta: se fez o caminho correto e se precisa conseguir um advogado para ir junto.

Diretor Jurídico do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão, Paulo Sérgio da Silva, responde:

“É o legítimo caso de oferta e propaganda enganosos, que são tratados nos artigos 31 e 37 do Código de Defesa do Consumidor. Não precisa advogado no JEC, mas, talvez, seja melhor registrar reclamação no site de Procon de Porto Alegre, pedindo o dinheiro de volta, no mínimo.
Na audiência, ele pode levar o ticket da compra. Como há inversão do ônus da prova na relação de consumo, a dúvida é sempre favorável ao consumidor, que é a parte mais vulnerável.”

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Consumidor sentirá alta nos medicamentos em até duas semanas

30 de março de 2016 0
Foto: Tatiana Cavagnolli / Agencia RBS.

Foto: Tatiana Cavagnolli / Agencia RBS.

Duas semanas é o tempo que o reajuste nos preços dos medicamentos deve levar para chegar nos consumidores. A previsão é do diretor-executivo da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos, Geraldo Monteiro, com base nas reposições de estoque.

A definição do reajuste deste ano deve ser divulgada até esta quinta-feira pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. A indústria farmacêutica projeta 12,5%, que é acima da inflação. IPCA de 12 meses fechou fevereiro em 10,36%. Alega que o câmbio e energia elétrica pesam no cálculo.

Este percentual é um teto. As empresas não precisam aplicar todo este aumento. Varia conforme o produto e o espaço que o mercado dá para elevação do preço.

São 19 mil remédios sujeitos ao reajuste. As farmácias já enviam e-mails atraindo consumidores para anteciparem compras antes do aumento.

Uma dica do diretor da Abradilan é comparar preços e lembra que a internet têm oferecido preços bem mais baixos do que lojas físicas. Segundo Monteiro, a venda online de medicamentos cresce no ritmo em que avança o acesso dos brasileiros ao comércio pela internet.

Algumas dicas:

- Laboratórios têm programa de fidelização. Descontos podem chegar a mais e 60%. A consulta pode ser feita pelo site.

- Mecanismos de busca comparam preços de medicamentos vendidos em farmácias online, como o Google Shopping. Há ainda os especializados, como Clique Farma e Mais Preço.

- O governo dá subsídios pelo “Aqui Tem Farmácia Popular”. São mais de 100 produtos com até 90% de desconto. O anúncio é colocado nas farmácias. Tem que apresentar documentos e receita médica. Também tem o programa “Saúde Não Tem Preço”, que distribui remédios para asma, hipertensão e diabetes.

- Optar por genéricos. Devem ter o mesmo formato, composição química, dosagem, posologia e indicação de remédios produzidos por grandes laboratórios. A Anvisa exige que deve ser, no mínimo, 35% mais barato.

- Planos de saúde também costumam das descontos. Confira com a farmácia se há esta parceria.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Oi é a pior e Vivo é a melhor em pesquisa de satisfação dos gaúchos

29 de março de 2016 17
Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS.

Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS.

A Agência Nacional de Telecomunicações pesquisou a satisfação e a qualidade percebida pelos consumidores dos serviços de telefonia fixa, banda larga fixa e telefonia móvel pré e pós-paga em todo o Brasil. Nos resultados para o Rio Grande do Sul, a Vivo foi a melhor avaliada, liderando as três categorias onde atua.

Já a Oi teve o pior resultado em todas. Foram quatro serviços analisados pela Anatel.

Confira os resultados, considerando uma escala de zero a dez:

RS_SMPPOS RS_STFC RS_SMPPRE RS_SCM
Os dados resultantes da pesquisa estão disponíveis para consulta e download no site da agência. O objetivo é que o consumidor conheça quais são as empresas mais bem avaliadas em seus Estados. Foram mais de 150 mil entrevistas.

Os consumidores foram questionados sobre funcionamento, cobrança e oferta e contratação, entre outros. O pior serviço é o atendimento telefônico das prestadoras, o que inclui o tempo de espera para falar com atendente. Também teve avaliação ruim a capacidade de resolver demandas (como pedidos de mudança de planos e de correções em faturas).

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Aplicativo de celular mostra 42 feiras orgânicas no Rio Grande do Sul

28 de março de 2016 1
Reprodução.

Reprodução.

O aplicativo para celulares Mapa de Feiras Orgânicas foi criado para facilitar o acesso do consumidor a alimentos livres de agrotóxicos. A ferramenta é uma versão mobile do site que leva o mesmo nome. O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social.

No aplicativo, são mapeados pontos de venda de produtos orgânicos em todo o Brasil, como feiras, associações e cooperativas. No Rio Grande do Sul, 42 pontos de venda já foram localizados em cidades, como Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, entre outras. Na Capital, há 12 locais de comercialização.

A ferramenta identifica onde o usuário está no momento, pesquisa a feira orgânica mais próxima e, com a ajuda da geolocalização, traça rotas para chegar ao local escolhido. Consta no aplicativo o endereço do local de venda e os dias e horários de funcionamento. O consumidor pode colaborar enviando comentários e avaliando os itens.

Através do site Mapa de Feiras Orgânicas, os usuários podem sugerir novos pontos de venda de produtos orgânicos. O Idec verifica se o local é confiável e se os produtos são de qualidade, para depois inserir no sistema. A nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto explica como os consumidores podem se certificar que os alimentos comercializados são orgânicos:

- Ao chegar em uma feira, o consumidor pode solicitar ao feirante um certificado que aquele alimento foi produzido de forma orgânica. Todo produtor que comercializa esse tipo de alimento tem o documento. Além disso, também há alguns selos que são usados quando o alimento é embalado em rótulo para poder facilitar a identificação do produto orgânico. Em relação à aparência, é difícil dizer. Às vezes, o orgânico pode ser menor que o convencional, mas isso nem sempre acontece. O ideal é procurar a certificação no rótulo ou direto com o produtor.

O aplicativo também oferece receitas com alimentos regionais que fazem parte da cultura do lugar. A pesquisa na ferramenta pode ser feita tanto por receita quanto por alimento. O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares com Android e sistema IOS.

Quadro Fique de Olho no Destaque Econômico. Por Mariana Ceccon.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Direitos que o consumidor acha que tem, mas não tem

19 de fevereiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A partir de muitas reclamações, o site Jurídico Correspondentes identificou os direitos que os consumidores costumam achar que têm. Mas, na verdade, não têm.

Confira:

Trocas

As trocas de produtos não são sempre obrigatórias.  Apenas quando o produto comprado tiver defeito. Ou seja, quando for comprar algum presente, é recomendado já negociar com a loja a possibilidade de troca.

Formas de pagamento

O estabelecimento comercial não precisa aceitar cheque ou cartão. No entanto, tem que deixar isso bem claro para o consumidor em local de bastante visibilidade.

Cobrança indevida

Quando ocorre cobrança irregular, o consumidor tem o direito de receber o que pagou em dobro. Mas, essa devolução em dobro equivale apenas à taxa que foi cobrada de forma irregular e não se refere ao preço do item.

Contas antigas

As contas antigas não somem com o tempo, como muitos brasileiros podem pensar. As contas podem ser colocadas no cadastro de inadimplentes por cinco anos. No entanto, ainda podem ser cobradas dos devedores.

Planos de saúde

Os planos de saúde têm que disponibilizar aos usuários todos os itens que constam no contrato. Nem a mais e nem a menos. Por isso, é fundamental checar a cobertura do contrato e todos os requisitos antes de fechar o negócio.

Compra na promoção

Se você comprou um item durante uma promoção e esse produto tinha alguma falha técnica, o direito de troca é garantido. Mas, você pode exigir a substituição apenas pelo preço que a loja lhe forneceu e não pelo valor total que o produto teria fora do período de promoção.

Cobrança de couvert artístico

Bares e boates podem exigir colocar na conta uma taxa com relação ao couvert artístico desde que aconteça, de fato, alguma apresentação artística no estabelecimento e que essa cobrança extra tenha sido avisada com antecedência.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.