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Posts com a tag "consumo"

Intenção de consumo dos gaúchos tem pior nível desde 2010

18 de julho de 2016 0
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

A intenção de consumo das famílias gaúchas permanece em nível pessimista no mês de julho e atingiu o menor patamar desde o início da pesquisa da Fecomércio-RS, em janeiro de 2010. A queda foi de 30,2% em relação ao mesmo período do ano passado, ficando em 55,5 pontos.

O único item que não foi negativo no mês foi a perspectiva profissional. Para a entidade, a pesquisa evidencia que, após alguns meses de recuos mais amenos, o indicador de consumo volta a apresentar queda mais expressiva, o que reforça a perspectiva de continuidade nos resultados negativos para as vendas do varejo.

- Após um resultado atípico em junho, o indicador de satisfação em relação à situação atual da renda voltou a refletir a redução de salários que vem sendo observada atualmente, fator que não é revertido no curto prazo. – afirma o presidente, Luiz Carlos Bohn.

O dado de consumo de bens duráveis bateu novo recorde negativo e atinge um nível bastante baixo. A venda – ou não – destes itens reflete as restrições relacionadas ao crédito, juros altos, renda real e confiança.

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Inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul pela primeira vez no ano

14 de julho de 2016 0

 

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

A inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul em junho. O dado é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo a partir das consultas ao banco de dados do SCPC. A entidade divide o Estado em sete regiões.

Na média do Estado, a inadimplência caiu para 13,1%. Em maio, estava em 13,6%. Mas ainda fica acima do mesmo período do ano passado.

A inadimplência mais baixa:

Região 2
Centro Oriental
Índice de Inadimplência: 10,7%
PIB: R$ 20,86 Bilhões

A inadimplência mais alta:

Região 3
Região Metropolitana
Índice de Inadimplência: 14,4%
PIB: R$ 131,04 Bilhões
Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer acredita que a queda da inadimplência seja influenciada pela redução na compra de bens duráveis.

Leia mais: Serasa aponta primeira queda na inadimplência no Rio Grande do Sul

 

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Municípios compram mais de R$ 5 bilhões de pequenas empresas gaúchas

11 de julho de 2016 0

 

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

 

Micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 5,2 bilhões para governos municipais do Rio Grande do Sul em 2015. Só que representa apenas um terço do total das compras públicas municipais no Estado.

Considerando apenas MPES locais, cai para 16%. Ou seja, há muito espaço para ampliar vendas.

Os dados, antecipados para o blog Acerto de Conta$, fazem parte de um extenso levantamento que o Sebrae-RS vai disponibilizar no seu site a partir desta terça-feira, dia 12.

- As cidades de menor porte têm um potencial maior para adquirir produtos e serviços de micro e pequenas empresas, já que as demandas de grandes municípios normalmente requerem um volume e complexidade impossíveis de serem supridos pelos pequenos negócios. – compara a técnica da gerência de Gestão Estratégica do Sebrae/RS, Andréia Grätsch do Nascimento.

O município de Vista Gaúcha, no Noroeste do Estado, por exemplo, é o campeão percentual em compras públicas desse segmento empresarial, com 75,81% adquiridos de micro e pequenas empresas, em 2015. Na outra ponta, Porto Alegre alcançou apenas 12,67% de aquisições públicas de MPEs no ano passado, mas o montante ultrapassa a casa dos R$ 370 milhões.

Veja os rankings por valor proporcional e por números absolutos de compras:

 

ranking1

 

 

 

ranking2

 

 

Perfil das Cidades Gaúchas

O Sebrae-RS chamou o levantamento de Perfil das Cidades Gaúchas. São 45 indicadores socioeconômicos dos 497 municípios do Estado. Para cada cidade, foi elaborada uma publicação digital exclusiva com dados, gráficos e comparativos. O objetivo é oferecer ao poder público e empreendedores uma ferramenta para a tomada de decisões estratégicas. O lançamento será amanhã.

 

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Taxa de juros supera 99% no varejo gaúcho

07 de julho de 2016 0
Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

 

A taxa de juros do crediário atingiu 99,18% ao ano no varejo do Rio Grande do Sul. Por mês, é 5,91%. A média apareceu no levantamento de junho.

A pesquisa é feita todos os meses em sete Estados pela Associação Nacional de Executivos de Finanças. Assim como as taxas de outras operações de crédito, os juros das lojas estão subindo há tempo.

Apesar das elevações, ainda estão entre os mais baixos no mercado. O rotativo do cartão de crédito está em 447%.

Em junho do ano passado, a taxa estava 84,78% no crediário do varejo gaúcho. Tivemos, portanto, forte aumento nos últimos 12 meses.

Leia também:

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Pais gastam 30% mais com filhas meninas

01 de julho de 2016 4
Foto: TK Helena/Agencia RBS.

Foto: TK Helena/Agencia RBS.

 

Pais gastam 30% mais com filhas meninas. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros. Reinaldo Domingos cita roupas, sapatos, acessórios e itens de beleza como os itens que as gurias compram mais – ou pedem para comprar para elas.

Só que Domingos alerta que incentivar este hábito pode trazer consumismo desenfreado e endividamento da família:

- No caso das meninas, boa parte das compras é relacionada à sua aparência, como acessórios para corpo e cabelo. O consumo ligado à vaidade pode levar a compras constantes e motivadas por impulsos emocionais. Atualmente, mais mulheres adultas fazem compras por esses motivos do que homens adultos, segundo pesquisa divulgada pela SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. – alerta Domingos, que é pai de uma menina e de um menino.

Sugere:

1. Ensinar o ato de doar - Incentivar os filhos a doar roupas e brinquedos pouco usados. Serão adultos menos egoístas e mais sensíveis às necessidades das outras pessoas.
2. Praticar a mesada - Além da tradicional, existem as mesadas de troca (em que a criança troca algo que tem por algo que deseja), a mesada social (em que é estimulada a optar por passeios em meio a natureza e que priorizem a companhia de amigos e familiares), entre outras. Destas formas, a criança passa a ter hábitos de consumo mais saudáveis;
3. Incentivar que sonhem - Os pais podem sentar com os filhos e incentivar que estabeleçam pelo menos três sonhos: um a ser realizado em até um mês, (chamado de sonho de curto prazo), outro em até seis meses (médio prazo), e outro a ser conquistado em um ano (longo prazo). Terão motivos para poupar dinheiro.
4. Ajudar a fazer escolhas - É importante que a criança saiba diferenciar um desejo de uma necessidade. Reconhecer que o dinheiro é algo difícil de ser alcançado e, portanto, deve ser valorizado.
5. Dar o exemplo - As crianças aprendem a agir vendo as atitudes dos pais.

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Frio - Lojas de roupas vendem mais do que no Natal

27 de junho de 2016 0
Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

 

“Vendi 1 mil casacos em poucas semanas. Nunca vi isso.”

“Vendi meu estoque de três anos sem inverno.”

“Pedi reposição de estoque quatro vezes. Só não pedi mais porque a indústria não tinha mais roupa de inverno.”

São alguns dos relatos que o blog Acerto de Conta$ ouviu de lojistas na convenção da CDL Lajeado. O frio salvou o comércio neste inverno, que estava descapitalizado. A crise econômico atingiu o mercado de trabalho, afetando a renda e a segurança dos consumidores.

Segundo o presidente da Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo, é o segmento de roupas e calçados que foi mais beneficiado. Vilson Noer diz que, certamente, estas lojas venderão mais do que no Natal, que é a principal data do ano para o varejo.

 

 

 

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Cota para compras em free shops pode cair para US$ 150 em julho

27 de junho de 2016 4
Foto: Duda Pinto.

Foto: Duda Pinto.

 

Pode cair para US$ 150 a cota para compras em free shops em cidades que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul a partir de primeiro de julho. É o limite de isenção de impostos para consumidores que entram no Brasil por terra.

Isso vai ocorrer se não for prorrogada portaria do Ministério da Fazenda que está mantendo a cota em US$ 300. O limite havia sido reduzido para estimular a compra nos free shops brasileiros.

Só que ainda não existem free shops nas cidades brasileiras. A lei que permitiu a criação foi aprovada em 2012, saiu a regulamentação e agora falta ainda o software que precisa ser usado pelas lojas para controlar a cota mensal dos turistas.

- Tem empresário que já construiu até prédio para colocar o free shop brasileiro. – diz o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Implantação de Free Shops em Cidades Gêmeas de Fronteira, deputado Frederico Antunes.

Quando tudo estiver certo, o comprador terá US$ 300 dólares para comprar nos free shops brasileiros. Mais US$ 150 poderão ser gastos nas lojas do outro lado da fronteira.

Mas o software deve estar pronto em outubro apenas. Enquanto isso, os gastos dos turistas no setor de serviços são importantes para as cidades gaúchas de fronteira. Por isso, pedem prorrogação da portaria que sustenta a cota em US$ 300.

Então, tem reunião nesta segunda-feira em Brasília para pedir a ampliação do prazo. Frederico Antunes tem audiência sobre o assunto com o ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e representantes do Ministério da Fazenda. O deputado recebeu empresários durante o fim de semana.

A lei, aprovada em 2012, permite a criação de free shops nas cidades gaúchas de Chuí, Santana do Livramento, Uruguaiana, Aceguá, São Borja, Itaqui, Jaguarão, Porto Xavier e Barra do Quaraí.

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Gaúchos preferem comprar menos no supermercado do que cortar gastos com internet

20 de junho de 2016 0
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS.

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS.

 

Alguma dúvida sobre quanto a internet virou item essencial para o brasileiro? É educação, uso profissional, lazer… A rede vale para tudo.

Com toda essa discussão sobre a limitação da banda larga de internet fixa, a agência nova/sb fez pesquisa sobre a importância da internet para os consumidores. Enviou para a Gaúcha e blog Acerto de Conta$ o recorte da pesquisa sobre o Rio Grande do Sul.

Uma das perguntas foi onde o consumidor cortaria gastos se tivesse que economizar.

66% citaram gastos com internet

Só que apareceu bem menos do que itens como:

compras no supermercado 70%
TV por assinatura 78%
reformas na casa 87%
alimentação fora de casa 90%

Ao mesmo tempo, lojas de internet aparecem como terceira opção quando a pergunta é “em quais lugares aumentaria a frequência de compra”, se precisasse economizar. Citadas por 46%. Ou seja, a internet é vista como opção para economizar, mas não item a ser cortado.

- A internet é oxigênio para o brasileiro, que não está disposto a abrir mão dela. – diz Sérgio Silva, diretor da nova/sb.

Na última semana, o Senado divulgou o resultado da enquete “Você é a favor ou contra a limitação de consumo de dados na internet de banda larga fixa?”. Mais de 600 mil pessoas responderam e – por óbvio – 99% disseram ser contra.

A metodologia do IBGE para a pesquisa da inflação reflete a importância da internet. Os gastos com ela já se assemelham à fatia do orçamento das famílias destinada a comprar arroz e feijão.

 

Um em cada dez atendimentos começa com um sorriso do vendedor na Região Sul

15 de junho de 2016 1
Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

 

Apenas um em cada dez atendimentos começa com um sorriso do vendedor nas lojas da Região Sul. É menos do que a média nacional, que atingiu 16%.

A pesquisa Smiling Report é da Shopper Experience, que fez 22 mil entrevistas no Brasil. O índice mais alto é no Sudeste: 46%.

- Em tempos de uma grave crise econômica, a possibilidade de perder vendas por falta de simpatia (e empatia) é muito grave. O outro lado da moeda é que há muito espaço para melhoria no atendimento. – analisa Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper.

Stella alerta que o brasileiro era antes chamado de “easy grader”, ou seja, fácil de agradar, tolerante e paciente. Só que isso tem mudado e o consumidor está mais ciente dos direitos sobre a qualidade do produto e o atendimento.

- Em todas as classes sociais. – enfatiza a especialista.

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Loja virtual do Mercado Público completa um ano com produtos naturais como carro-chefe

15 de junho de 2016 0

sacola

 

 

A loja virtual do Mercado Público está completando um ano nesta quarta-feira. E os produtos naturais se tornaram o carro-chefe. Respondem por 80% das vendas.

O preço é o grande atrativo, diz o coordenador da loja virtual do Mercado Público, Rafael Zatti.

Confira a matéria completa no blog Lado Natureba: Loja virtual do Mercado Público completa um ano com produtos naturais como carro-chefe

Lá tem cupom de frete grátis para os leitores da Região Metropolitana nesta quarta-feira.

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