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Posts com a tag "consumo"

Oito serviços bancários que são gratuitos para o cliente

16 de setembro de 2016 3
Foto: Maicon Damasceno / Agência RBS.

Foto: Maicon Damasceno / Agência RBS.

 

Especialista em direito do consumidor, advogado Dori Boucault explica alguns direitos nos serviços bancários:

Abertura de conta corrente – Cliente tem que receber antes uma cópia do contrato, que deve ser lido com atenção antes de assinar.
Valores de tarifas – Os bancos têm liberada para fixar valor de tarifa. Mas o reajuste não pode ocorrer em período menor que 12 meses. A data conta a partir da assinatura do contrato, abertura da conta corrente ou contratação de um determinado serviço.
Problemas com a conta – Se houver problemas na conta, como uma cobrança indevida, o consumidor deve registrar reclamação nos serviços de atendimento ou ouvidoria do banco. O problema tem que ser resolvido em até cinco dias. Se não for, o cliente deve procurar Procon e Banco Central.
Serviços bancários sem cobrança de taxas – No mínimo, oito serviços bancários são gratuitos:

1 – Conta corrente: é possível fazer até quatro saques por mês de forma gratuita, sem pagar tarifa.

2 – Extrato: o consumidor pode emitir até dois extratos com a movimentação do mês e o extrato anual com todas as tarifas cobradas no ano anterior.

3 – Internet banking: consulta de saldo sem limite.

4 – Transferências: nos serviços básicos é possível fazer até duas transferências no mês para contas do mesmo banco, seja no guichê, no caixa eletrônico ou pela internet.

5 - Cheque: o cliente tem direito de até 10 folhas de cheque por mês.

6 - Cheque II: a compensação é gratuita.

7 - Cartão de débito: a segunda via é gratuita desde que não tenha sido pedida pelo cliente.

8 - Extrato consolidado: o documento detalha, mês a mês, as tarifas cobradas no ano anterior. O documento deve ser enviado até 28 de fevereiro de cada ano.

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Rede espanhola de supermercados lançará programa de fidelidade com descontos no Rio Grande do Sul

02 de setembro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

 

A rede de supermercados Dia está preparando o lançamento do seu programa de fidelidade também no Rio Grande do Sul. Começará a funcionar em 2017, mas ainda sem mês definido.

O ClubDia já tem quase 3 milhões de clientes inscritos em São Paulo. Além do Rio Grande do Sul, será lançado também em Minas Gerais e na Bahia no ano que vem.

Para fazer o cadastro, o cliente informa o CPF no caixa do supermercado e retira o cartão. Ou faz o cadastro pelo site da empresa.

Não é acumulo de pontos. Funciona com desconto imediato nos produtos.

Atualmente, são mais de 450 produtos com descontos que superam 30%. No total das compras, o Dia estima que o consumidor gaste de 10% a 20% menos.

A rede de supermercados Dia foi criada há mais de 30 anos na Espanha e está no Brasil desde 2001. Tem mais de 900 supermercados no Brasil já. No Rio Grande do Sul, já são mais de 100 lojas. Oito operações ficam em Porto Alegre.

São lojas próprias e franquias. O Dia usa a bandeira do preço baixo e oferece vários produtos de marca própria. Alguns, inclusive, são importados. Os dias com mais promoções são quinta e sexta-feira, quando um catálogo fica disponível no site da empresa na internet.

- Quando entramos no Rio Grande do Sul, em 2011, vimos o peso que produtos regionais como nata, chia, erva mate entre outros, tinham na cesta de compras e desenvolvemos fornecedores para atender a este mercado. – explica Luciana Tortorelli, diretora de Marca Própria do Dia.

A rede tem 60 itens de marca própria feitos exclusivamente para o Rio Grande do Sul.

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Mais da metade dos supermercados gaúchos vão investir e contratar ainda em 2016

29 de agosto de 2016 1
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

Seis em cada dez supermercadistas vão investir e contratar funcionários ainda em 2016. A pergunta da Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ foi feita a expositores da Expoagas. Outros 29% não vão. E 11% ainda não sabem.

Ainda na pesquisa geral feita pela Associação Gaúcha de Supermercados, os expositores foram questionados sobre o comportamento dos clientes na crise. Nove em cada dez empresários disseram que o hábito de consumo mudou com a retração da economia. Mas só 24% deles não perceberam ainda retomada dos negócios.

 

Preços

Dois vilões dos preços neste ano estão dando uma trégua.

O feijão teve a segunda queda consecutiva de preços. O quilo passou para uma média de R$ 6,98. Tinha atingido R$ 7,11.

Já o leite longa vida integral está em média de R$ 3,48. Tinha atingido máxima de R$ 3,80 e agora cai há três semanas.

 

Carne

A indústria prometeu queda de 20%, mas ainda não chegou. Dos seis cortes de carne pesquisados pela UFRGS e divulgados pela Agas, um ficou estável, dois tiveram alta e três caíram de preço.

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Site de reclamação contra empresas teve 660 mil acessos só do Rio Grande do Sul em um mês

23 de agosto de 2016 0

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O gaúcho é o quinto que mais acessa o site Reclame AQUI. Fica atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

Só em julho, foram quase 660 mil visitas realizadas só no Rio Grande do Sul. São acessos ao site para pesquisa e também para registar reclamações contra empresas.

O site vai realizar um evento em Porto Alegre nesta quarta-feira, dia 24. Chamam de RA Day. O objetivo é reunir profissionais especializados em atendimento para compartilhar métodos de processos como preservar a reputação da empresa e atender o consumidor ao mesmo tempo, entender como funcionam os índices do Reclame AQUI e as formas mais adequadas para fazer o atendimento pela plataforma.

Pitaco do Acerto de Conta$: A blogueira aqui já usou o site algumas vezes, depois de tentar pelos canais tradicionais da empresa. Entra lá, se cadastra e registra a reclamação contra a empresa. No meu caso, eram lojas onde comprei itens pela internet. Mas também já usei o site para pesquisar a postura de empresas em relação a clientes com problemas. Isso porque a empresa pode responder à reclamação, resolver o problema e ainda ser bem avaliada. Mas uma vez uma grande rede de varejo chegou ao absurdo de travar atendimentos no call center tradicional porque havia sido registrada queixa no Reclame AQUI. Foi como uma “punição”.

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Sete coisas que levam as pessoas a gastarem mais do que ganham

18 de agosto de 2016 4

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

A conta é básica. O dinheiro que sai no mês não deve superar o dinheiro que entra.

Mas é muito fácil o brasileiro se perder nisso. E isso aparece nas estatísticas de endividamento e de inadimplência.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, temos com quase 3 milhões de inadimplentes. O dado é da Serasa.

Mas o que leva as pessoas a gastarem mais do que ganham?

Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos lista sete motivos que provocam o descontrole financeiro e a gente destrincha um pouco cada um.

Parecem óbvios, mas leia com a mão na consciência:

- Falta de educação financeira: não reconhecem a importância do dinheiro e as formas corretas de usá-lo. Em geral, nem pais e nem escolas ensinam as crianças e adolescentes. Quando crescem, ficam expostos ao consumo sem formação financeira. O caminho é buscar cursos e livros sobre o tema.

- Falta de planejamento: não sabem para onde vai o dinheiro que recebem. O controle financeiro não acontece em grandes gastos, mas sim nos pequenos. Uma sugestão é preencher uma caderneta diária com todos os gastos e fazer uma planilha mensal por três meses.

- Não saber lidar com a publicidade: compram o que não precisam. O cuidado é não comprar por impulso, questionar-se se precisa do produto, qual a função que terá em sua vida, etc. Também é interessante deixar a compra para outro dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto.

- Crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de cartão de crédito. Quanto mais fácil, mais caro. Ou seja, com o juro mais alto. Até abusivos. Um passo para o endividamento virar inadimplência. E mais: se não souber lidar com o cartão de crédito, cancele. O mesmo com o limite do cheque especial.

- Parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses valores no orçamento. O parcelamento é um crédito. A pessoa usa um dinheiro que não tem para comprar um produto. A exceção é quando a pessoa tem um controle financeiro e até tem o dinheiro em aplicações financeiras, mas como o parcelamento é sem juros, vale a pena deixar o dinheiro guardado rendendo.

- Falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro. Sonho é uma palavra amigável para meta. Evitam que o dinheiro seja gasto de forma irresponsável. O que pretende comprar ou fazer no futuro? Comece a guardar para isso em vez de “antecipar consumo”, pagando juros e correndo risco.

- Necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Ter produtos também não é sinônimo de felicidade. A solução é ter objetivos claros.

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Intenção de consumo dos gaúchos volta a subir em agosto

17 de agosto de 2016 0

A intenção de consumo dos gaúchos voltou a subir em agosto. Passou de 55,5 pontos em julho para 56,3 pontos. No mês passado, a queda tinha sido forte.

Mas, na comparação com o ano passado, ainda temos uma queda forte. O índice calculado pela Fecomércio-RS está 26,6% menor.

Está em um patamar muito pessimista, segundo a entidade.

- O cenário segue muito restritivo. O mercado de trabalho permanece enfraquecido, impactando negativamente a renda e a confiança das famílias. – pontuou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Associado à inflação alta e juros elevados, reduz o ímpeto e a capacidade de compra das famílias.
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Índice da Cachaça dispara quanto pior a expectativa do brasileiro

11 de agosto de 2016 1
Foto: Juliana Palma / Agencia RBS.

Foto: Juliana Palma / Agencia RBS.

Quanto pior a expectativa do consumidor, mais garrafas de cachaças são vendidas. A conclusão é do PeopleScope, base de dados de comportamento. É o beber para esquecer.

O cruzamento de informações é feito por Ibope e SPC Brasil. Usou a expectativa do consumidor brasileiro, medida mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria, e as garrafas de cachaça que foram vendidas em três redes varejistas do País.

Foi batizado de Índice da Cachaça. O indicador revela que em dezembro de 2015, quando o índice de expectativa estava 12,2% abaixo de sua média histórica, as vendas de garrafa de cachaça chegaram ao seu maior nível.

Enquanto a quantidade de itens comprados caiu 4,6%, o valor médio gasto com alcoólicos subiu 1,1%. E também a ida ao mercado para comprá-los aumentou 4,4%.

- Esse é um fenômeno similar ao que aconteceu durante a recessão nos Estados Unidos, no início dos anos 2000, que foi chamado por Leonard Lauder de Índice do Batom. – diz Bernardo Canedo, diretor do Ibope.

Naquela época, as vendas de batom dispararam.

- A interpretação é que, em tempos de incerteza financeira, em vez das consumidoras comprarem um artigo de luxo de maior custo que lhes proporcionasse uma sensação de bem estar, optaram por produtos mais baratos, como os cosméticos, que lhes deixavam atraentes e proporcionavam bem estar.

Quanto mais pessimista é um grupo social, maior é sua afinidade com “sair para beber/ir a bares restaurantes”. As maiores correlações foram verificadas nos grupos elite metropolitana, legado estabelecido e vivendo em mansões:

“No primeiro grupo, caracterizado por domicílios com uma das maiores rendas médias dentre todos os segmentos e composto principalmente por famílias pequenas que, em sua maioria, residem em apartamentos localizados em bairros nobres das principais cidades brasileiras, o alto índice de pessimismo indicado pelo INEC se reverte proporcionalmente na segunda maior afinidade com ‘sair para beber/ir a bares e restaurante”.
Outro grupo bastante propenso a ir a bares ou sair para beber, o vivendo em mansões, segmento que possui a maior quantidade de leitores de jornais dominicais do país e a maior proporção de domicílios com empregadas domésticas, tem a segunda pior expectativa em relação a inflação, desemprego e renda pessoal, dentre os grupos sociais analisados.
Entre a população conhecida como legado estabelecido, que se caracteriza por uma alta proporção de idosos que vivem em apartamentos com um ou dois moradores nos bairros mais nobres e tradicionais das grandes metrópoles brasileiras e que tem a segunda confiança mais baixa nas questões econômicas do país, possui a maior propensão a sair para beber ou ir a bares e restaurantes” – apontou análise do Ibope.

 

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Frio faz consumo de energia disparar nas residências gaúchas

03 de agosto de 2016 1
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

 

O frio rigoroso fez o consumo de luz disparar nas residências do Rio Grande do Sul. Foi um aumento de 9,7% em junho, na comparação com o ano passado. Eletrodomésticos para aquecer o ambiente são os “culpados”.

O dado surpreendeu a Empresa de Pesquisa Energética, que faz o acompanhamento do setor. Vai contra a retração na economia, que afeta a renda das famílias, e queda na intenção de compra de bens duráveis grandes consumidores de energia, conforme pesquisa da Confederação do Comércio.

“O crescimento do consumo observado nos últimos meses tem sido, principalmente, atribuído à influência da temperatura, e ao afrouxamento das medidas de redução do consumo adotadas pelas famílias nos meses anteriores fruto do choque tarifário ocorrido no ano passado.”

Leia também: Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

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Intenção de consumo dos gaúchos tem pior nível desde 2010

18 de julho de 2016 0
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

A intenção de consumo das famílias gaúchas permanece em nível pessimista no mês de julho e atingiu o menor patamar desde o início da pesquisa da Fecomércio-RS, em janeiro de 2010. A queda foi de 30,2% em relação ao mesmo período do ano passado, ficando em 55,5 pontos.

O único item que não foi negativo no mês foi a perspectiva profissional. Para a entidade, a pesquisa evidencia que, após alguns meses de recuos mais amenos, o indicador de consumo volta a apresentar queda mais expressiva, o que reforça a perspectiva de continuidade nos resultados negativos para as vendas do varejo.

- Após um resultado atípico em junho, o indicador de satisfação em relação à situação atual da renda voltou a refletir a redução de salários que vem sendo observada atualmente, fator que não é revertido no curto prazo. – afirma o presidente, Luiz Carlos Bohn.

O dado de consumo de bens duráveis bateu novo recorde negativo e atinge um nível bastante baixo. A venda – ou não – destes itens reflete as restrições relacionadas ao crédito, juros altos, renda real e confiança.

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Inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul pela primeira vez no ano

14 de julho de 2016 0

 

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

A inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul em junho. O dado é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo a partir das consultas ao banco de dados do SCPC. A entidade divide o Estado em sete regiões.

Na média do Estado, a inadimplência caiu para 13,1%. Em maio, estava em 13,6%. Mas ainda fica acima do mesmo período do ano passado.

A inadimplência mais baixa:

Região 2
Centro Oriental
Índice de Inadimplência: 10,7%
PIB: R$ 20,86 Bilhões

A inadimplência mais alta:

Região 3
Região Metropolitana
Índice de Inadimplência: 14,4%
PIB: R$ 131,04 Bilhões
Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer acredita que a queda da inadimplência seja influenciada pela redução na compra de bens duráveis.

Leia mais: Serasa aponta primeira queda na inadimplência no Rio Grande do Sul

 

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