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Posts com a tag "consumo"

Varejo gaúcho espera boas vendas para fevereiro

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Sofrendo com quedas sucessivas nas vendas e um Natal muito ruim, o varejo gaúcho está esperando um bom mês de vendas. A expectativa é que fevereiro tenha vendas até 25% superiores ao mesmo mês do ano passado.

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer lembra o início de 2015 sofreu com fortes impactos dos bloqueios nas estradas. Além disso, o Carnaval agora em 2016 foi mais cedo, assim como a volta às aulas.

- E vai ser melhor do que janeiro agora também.

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Contém1g fecha quiosque no shopping Praia de Belas

11 de fevereiro de 2016 1
Quiosque da Contém1g no Shopping Total, que continuará aberto. Foto: Divulgação.

Quiosque da Contém1g no Shopping Total, que continuará aberto. Foto: Divulgação.

Foi fechado o quiosque da Contém1g no shopping Praia de Belas. O motivo foi o alto aluguel e a queda nas vendas, justificou a proprietária da franquia, Sílvia Rachewsky.

O quiosque tinha nove metros quadrados. O aluguel superava R$ 14 mil.

- As vendas não compensavam o valor. Além disso, há meses do ano em que é preciso pagar mais de um aluguel nos shoppings.

Depois de onze anos no Praia de Belas, o último dia de funcionamento foi no temporal do fim de janeiro. A loja da Contém1g ficou bem danificada e não foi mais reaberta.

Em Porto Alegre, seguem abertas as unidades do Shopping Total e do Bourbon Ipiranga, que são da mesma franqueada. Ainda tem Contém1g no BarraShoppingSul, no Bourbon Wallig e no Iguatemi.

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Fabricante de lingerie planeja mais cinco lojas no Rio Grande do Sul

09 de fevereiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A Hope Lingerie pretende inaugurar mais cinco lojas no Rio Grande do Sul em 2016. A fábrica existe desde 1966. A primeira franquia foi inaugurada em 2005.

Duas das lojas já têm data e local. Uma delas será inaugurada em abril no Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. A outra unidade será em Passo Fundo, em junho.

Já são sete lojas da Hope no Rio Grande do Sul. Diretor de expansão da marca, Sylvio Korytowski conta que há interesse em ter operações no shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, em Canoas, Novo Hamburgo e Pelotas, por exemplo.

A rede estruturou dois modelos de franquia mais compactos, chamados Hope Store e HOPE 1.0. O investimento inicial parte de R$ 180 mil e de R$ 280 mil. Retorno médio de dois anos.

Em entrevista ao programa Destaque Econômico, o diretor falou sobre a estratégia de abrir lojas em ano de crise e quais os requisitos para se tornar um franqueadoa da Hope no Rio Grande do Sul. Confira:

 

Indústria no varejo

Ao ouvir a entrevista no programa, o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo destacou o fato de a própria indústria estar atuando na ponta, que é a loja. Vilson Noer vê como uma tendência.

- Capta o gosto do consumidor. Este modelo vai crescer porque o varejo está fragilizado. Assim, as margens ficam melhores.

Noer complementa que o modelo de franquias também vai crescer.

 

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Três dicas para economizar nas compras pela internet

09 de fevereiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Em três anos, os gaúchos devem aumentar em 170% as compras pela internet. Além disso, o ranking da consultoria Conversion mostra que o Rio Grande do Sul é o quarto no ranking de faturamento do comércio online no Brasil.

O blog Acerto de Conta$ dá três dicas para economizar mais ainda nas compras:

Comparador de preços

Há sites que comparam preços. O consumidor digita o nome do produto e o site mostra o preço dele em diversas lojas. É possível ordenar os resultados por relevância, preço, etc.

Bons exemplos: Google Shopping, Shopping Uol, Zoom.

Em alguns casos, há até parcerias entre o buscador de preços e o site da loja. Isso proporciona um desconto.

Além de comparar, o Zoom monitora os preços em alguns produtos. Mostra a variação dos últimos meses, permitindo que o consumidor identifique se o preço realmente está bom, além de permitir a criação de “alertas” para quando o alcançar um patamar desejado.

Cupom de desconto

Prática muito usada nos Estados Unidos. Está crescendo no Brasil e alcançando as grandes redes de varejo.

As próprias lojas estão enviando para o e-mail dos consumidores cadastrados. Mas há os sites que são especializados em cupons de desconto. Por exemplo:

Meliuz
Cuponomia
Cupom Valido
Poup

O consumidor pode colocar no Google o nome da loja onde vai comprar e o termo “cupom de desconto”. Então, avalia os resultados que mais se encaixam com a compra que pretende fazer. Copia o código e cola lá no “carrinho virtual” quando estiver finalizando a compra, no próprio site da loja.

Cashback

O cashback é o menos usado, mas não deixa de ser um desconto. O sistema devolve parte do dinheiro ao consumidor.

O usuário não faz a compra direto no site das empresas. Ele entra no site de cashback e é redirecionado para a loja que preferir.

Por levar o cliente à loja, os sites de cashback recebem uma comissão. Parte dessa comissão é dada de volta ao consumidor.

Aí, está o “desconto”. O resgate depende das regras de cada site. Exemplos:

Meliuz
Poup

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Exportações gaúchas devem escapar da desaceleração da China

08 de fevereiro de 2016 0
Foto: Porthus Junior /  Agência RBS.

Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

A China, novamente, liderou o ranking de destinos das exportações do Rio Grande do Sul. Fechou 2015 comprando US$ 4,861 bilhões em produtos gaúchos, o que representa 28% de tudo que foi embarcado. Deixou Argentina e Estados Unidos bem para trás.

Só que a economia chinesa está mudando. E, principalmente, desaceleração. Atualmente, quando a China espirra, o mundo todo fica doente. Uma queda no mercado financeiro da China se espalha pelo mundo no mesmo dia, porque o país estava sendo considerado o motor da economia mundial.

A China tem um PIB superior a US$ 10 trilhões e quase 1,4 bilhão de habitantes. A economia chinesa cresceu 10,5% em 2010 e vem reduzindo o ritmo. A previsão para 2016 é crescer 7%. Cada ponto percentual a menos gera tremores mundiais. Ainda mais que a China está elevando exportações e reduzindo importações.

Mas as exportações gaúchas podem não sofrer tanto com essas mudanças chinesas, segundo especialistas consultados pelo blog Acerto de Conta$. Essa esperança se baseia no tipo de produto que a China mais compra do Rio Grande do Sul: soja.

- Os chineses usam a soja para alimentar os animais. Os chineses seguirão comendo. – observa o pesquisador da Fundação de Economia e Estatística Tomás Torezani.

O que a China está fazendo menos é investir em infraestrutura. Significa que vai comprar, por exemplo, menos aço. Quem sente com isso são Estados como Minas Gerais.

Economista-chefe da Farsul, Antônio Luz complementa dizendo que as exportações do agronegócio não sentem desaceleração alguma da China.

- A China segue demandando com muita força e crescendo ano a ano. O país comprou 36% das nossas exportações do agro em 2015.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Lojistas gaúchos preparam campanha contra a volta da CPMF

03 de fevereiro de 2016 1

 

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

 

O varejo gaúcho prepara campanha contra a volta da CPMF. São outdoors, cartazes, adesivos e imagens para rolar nas redes sociais repudiando o retorno da cobrança do tributo.

A ideia, antecipada para o blog Acerto de Conta$, é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. As peças estão em fase de montagem e aprovação.

A AGV está buscando parcerias para bancar o projeto. O lançamento deve ocorrer na segunda quinzena de fevereiro.

- Imposto atrasa crescimento. Tira o dinheiro das famílias e para para o Estado. – defende o presidente da AGV, Vilson Noer.

Segundo Noer, a volta da CPMF retiraria o equivalente a 5% do faturamento mensal do varejo do Rio Grande do Sul. Arrecadação de R$ 100 bilhões no País, sendo R$ 6 bilhões no Rio Grande do Sul.

- Isso e mais o ICMS… Não há como não ser cruel em uma fase de queda geral de vendas. – observa o presidente da AGV.

À tarde passada, a presidente Dilma Roussef defendeu a volta da CPMF ao participar da abertura do ano legislativo no Congresso Nacional.

 

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Crise cria novos perfis de consumidores. Qual o seu?

02 de fevereiro de 2016 0
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

O comportamento do brasileiro mudou com a crise econômica. Com aumento de preço e redução do crédito, se adaptou para manter conquistas de consumo.

Em pesquisa, a agência de publicidade nova/sb identificou um aumento no uso do smartphone. O celular potencializou a capacidade de pesquisar e comparar do consumidor. Segundo o levantamento, metade passou a buscar opinião nos sites e aplicativos especializados para ser mais racional no consumo.

A agência criou o índice popsynergy, que é dividido em quatro perfis:

49% – Smart Buyers ou Consumidores Inteligentes - É planejado e metódico. Pesquisa muito, pois tem receio de correr o risco de não obter a mesma qualidade ao experimentar marcas que nunca usou antes. As classes B e C têm mais indivíduos nesse grupo e a escolaridade é de nível médio. É o que sente menos os efeitos da crise.

26% – Pé no Chão - Também praticam o consumo racional, mas não abrem mão de uma certa dose de conveniência. O perfil mais aberto a experimentar novos produtos e marcas. Também cortam o supérfluo, mas ajustam o consumo sem grandes sacrifícios. É um grupo qualificado pela sua alta escolaridade, em média. Participam dessa categoria a classe A e alguns membros das classes B e C.

17% – Sobrevivente - Não está em posição de escolher muito. Teve de cortar muitos gastos para não se endividar. Com pouca margem de manobra, opta pelos produtos mais baratos, mesmo que tenha que abrir mão de qualidade. Costuma cortar a alimentação fora de casa e a bebida alcoolica. Predominância das classes D e E, porém, também são encontrados indivíduos da classe B.

8% – Ostentação - Tem dificuldade em abrir mão de gastos e do estilo de vida que tinha antes da crise financeira. Mais impulsivo e indulgente. O consumidor ostentação quer saber de continuar consumindo todos os produtos e serviços que sempre buscava antes da crise. É mais evidente em alguns jovens das classes A e D.

Foram entrevistadas mais de 2,6 mil pessoas em todo o Brasil no fim de 2015.

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Empresa de Porto Alegre faz as compras de supermercado e entrega na casa do consumidor

01 de fevereiro de 2016 4

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico. Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br).

Foto: Bruna Valentini / Divulgação.

Foto: Bruna Valentini / Divulgação.

Uma empresa de Porto Alegre está fazendo o serviço de compra e entrega de alimentos e outros produtos de supermercado. A Shoppr foi criada com foco em consumidores com pouco tempo para as compras ou que não têm carro para carregar as sacolas.

A empresa recebe o pedido pelo site, vai até o supermercado e faz as compras para o cliente. A entrega ocorre em até uma hora após o pedido ou em um horário programado.

Tem que fazer o cadastro no site. A Shoppr informa que tem mais de 5 mil itens catalogados. Basta selecionar os produtos e adicionar no carrinho virtual.

Conforme o idealizador do serviço, Chris Maina, a maioria dos alimentos e produtos têm os mesmos preços praticados no supermercado. Porém, há alguns itens que estão mais baratos e outros, mais caros.

- Geralmente, as frutas e verduras são mais baratas no site do Shoppr do que no super. Bebidas alcoólicas costumam ser do mesmo preço. Já alguns chocolates podem ser um pouco mais caros. Nesse caso, há um acréscimo para contrapor a taxa do cartão de crédito.

Além disso, é cobrada uma taxa de entrega, que varia de R$ 10 a R$ 18, conforme o valor do pedido. No mínimo, o cliente tem que fazer uma compra de R$ 30. O pagamento é feito no momento da entrega e pode ser com dinheiro, cartão de crédito ou débito.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Luigi Bertolli pede recuperação judicial, mas garante que manterá duas lojas de Porto Alegre

01 de fevereiro de 2016 1
Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

Dona da marca Luigi Bertolli, o Grupo GEP pediu recuperação judicial. O processo correrá na Justiça de São Paulo.

A empresa alega que pretende continuar com as atividades. Queda no consumo e alta do dólar estão entre os motivos apontados para os problemas financeiros da empresa.

Em Porto Alegre, a Luigi Bertolli informa que pretende manter as duas lojas que ainda estão abertas, no BarraShoppingSul e no Shopping Praia de Belas. A loja do Bourbon Wallig, no entanto, já tinha fechado no início do ano.

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Alvorada é a única cidade gaúcha com inauguração de shopping prevista para 2016

29 de janeiro de 2016 5
Foto: Divulgação Rua da Praia Shopping

Foto: Divulgação Rua da Praia Shopping

O Rio Grande do Sul tem uma inauguração de shopping prevista para 2016. Segundo a associação do setor, a Abrasce, será o Praça Alvorada Shopping Center. Previsão de abertura em setembro.

Em 2015, também houve apenas uma inauguração. Foi o Partage Shopping Rio Grande.

Atualmente, o Rio Grande do Sul tem 38 shoppings. Sendo que 16 deles ficam em Porto Alegre.

O Estado é o quarto em número de shoppings no ranking brasileiro. Fica atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O setor deu uma desacelerada, acompanhando o desaquecimento da economia. Assim como a crise bateu no varejo, os shoppings também sentiram. Há projetos que chegaram a ser lançados, mas que estão em suspenso.

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