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Posts com a tag "consumo"

10 municípios gaúchos com maior potencial de consumo em 2016

05 de maio de 2016 0
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

 
1 – Porto Alegre R$ 44,5 bilhões
2 – Caxias do Sul R$ 14,9 bilhões
3 – Canoas R$ 8,3 bilhões
4 – Santa Maria R$ 6,9 bilhões
5 – Pelotas R$ 6,8 bilhões
6 – Gravataí R$ 6,1 bilhões
7 – Novo Hamburgo R$ 6,05 bilhões
8 – São Leopoldo R$ 6 bilhões
9 – Passo Fundo R$ 5 bilhões
10 – Viamão R$ 4,9 bilhões

Este é o ranking dos municípios gaúchos com maior potencial de consumo em 2016. É elaborado todos os anos como recorte do estudo IPC Maps, que aponta o consumo potencial do País em R$ 3,9 trilhões. Crescimento principalmente no interior.

Porto Alegre manteve a sétima posição no ranking nacional. A Capital lidera o Estado.

Duas mudanças no ranking na passagem de 2015 para 2016:

- Gravataí passou na frente de Novo Hamburgo.
- Passo Fundo ultrapassou Viamão.
Rio Grande do Sul

Fica em quarto lugar no País em potencial de consumo. O consumo per capita é de R$ 24.392 para moradores de áreas urbanas. Para quem mora na área rural, a expectativa da IPC Marketing projeta R$ 16.010.

O total do consumo potencial dos gaúchos para 2016 é de R$ 260.571.586.605.

Os itens onde mais os gaúchos gastarão:

Manutenção do lar 25,3% (Classes B e C lideram)
Alimentação em casa 11,9%
Gastos com veículo próprio 5,5%
Materiais de construção 5,2%
Alimentação fora de casa 4,5%
Medicamentos 3,4%
Vestuário 3,3%
Saúde 2,8%
Eletrodomésticos 2,3%
Móveis e artigos para o lar 2,1%
Higiene e cuidados pessoais 2%
Transportes urbanos 1,8%
Matrículas e mensalidades 1,7%
Recreação e cultura 1,7% (Classe B lidera)
Viagens 1,7%
Bebidas 1,6% (Classe C lidera)
Calçados 1,6%
Fumo 0,7% (Classe C lidera)
Artigos de limpeza 0,6%
Livros e material escolar 0,4%

 

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O que a mãe quer ganhar e o que os filhos vão comprar

04 de maio de 2016 0
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Pesquisa do Sindilojas e CDL Porto Alegre para o Dia das Mães:

O que você gostaria de ganhar no Dia das Mães?

23% Acessório
Bolsa, joia, bijuteria, relógio, carteira (nesta ordem)
18,9% Roupa
13,7% Artigos de perfumaria ou maquiagem
13% Eletrodoméstico/Eletrônico
Celular, TV, geladeira, microondas, computador, fogão (nesta ordem)

O que você pretende dar de presente para a mãe?

29,3% Roupa
14,7% Acessório
Bolsa, joia, bijuteria
12,7% Artigo de perfumaria ou maquiagem
12,3% Eletrodoméstico/Eletrônico
TV, celular, microondas, computador, geladeira, fogão

 

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Empresários de Guaporé criam shopping e prometem joias e lingeries com preços até 50% mais baixos

03 de maio de 2016 1

Em meio à crise econômica, 60 empresários de Guaporé se uniram para criar um shopping de joias e lingeries. O Belas Guaporé será inaugurado no dia 14.

O investimento chegou a R$ 10 milhões. O empreendimento espera receber 10 mil pessoas por mês.

As lojas somarão 1,7 mil modelos de lingerie e 30 mil tipos de joias, semijoias e folheados.

- Lojistas e turistas comprarão direto dos fabricantes, com garantia de qualidade e preços de 30% a 50% abaixo do mercado. – garante a diretora do shopping, Ivanir Lazzaretti.

Guaporé tem mais de 600 indústrias nos segmentos de lingerie e joias. O município se inspirou em Bento Gonçalves, que atrai turistas em busca de vinhos.

O Belas Guaporé fica na RS 129. Funcionará de segunda a sábado, das 9h às 19h. No domingo, das 13h às 18h.

 

guaporé 2 guaporé 1

 

 

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Frio salva vendas de Dia das Mães no comércio gaúcho

02 de maio de 2016 0
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Não há quem esteja comemorando mais o frio do que o comércio gaúcho. A queda nas temperaturas veio para salvar as vendas para o Dia das Mães, segunda data do ano mais importante para o varejo. Só fica atrás do Natal.

A pedido da Rádio Gaúcha e do blog Acerto de Conta$, a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo fez um levantamento sobre a influência do frio sobre as vendas. Lojas de roupas já estão comercializando 50% mais. Nos calçados, aumento de 20%.

- A diferença nas vendas será gigantesca. – comemora o presidente da AGV, Vilson Noer.

Mas também estão sendo vendidos mais cosméticos, aquecedores, itens de decoração, roupa de cama… E algumas lojas do interior já estão sem fogão a lenha no estoque.

No geral, a venda do comércio gaúcho deve ser até 25% maior do que se o frio não tivesse chegado a tempo. O resultado vem em ótima hora, já que o setor sente a retração do consumo com inflação, queda na renda e aumento do desemprego.

 

 

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Endividamento dos gaúchos atinge maior nível em quatro anos

28 de abril de 2016 2
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

 

O endividamento das famílias gaúchas alcançou em abril o índice de 70,4%. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 49,8%.

A última vez que o indicador tinha ultrapassado a casa dos 70% foi no início de 2012. O dado é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Fecomércio-RS.

Estar endividado não quer dizer, necessariamente, estar inadimplente. As contas podem não estar atrasadas. Só que a pesquisa mostra que o percentual de entrevistados com dívidas vencidas continua aumentando.

- Esse comportamento já era esperado, conforme temos alertado nos últimos meses. E a expectativa é de que esse cenário persista, como novos endividamentos involuntários. – afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Motivos: queda do emprego e renda; e inflação elevada.

O que é endividamento involuntário?

É o endividamento não planejado, que decorre das restrições derivadas da atual situação econômica. Ou seja, em um cenário de deterioração do mercado de trabalho, junto à uma inflação elevada, há uma diminuição da renda das famílias. Muitas vezes, por não terem condições de efetuar o pagamento nem de suas despesas correntes, acabam por ter que endividar-se. Este tipo de endividamento não necessariamente ocorre por empréstimos, mas por uso do cheque especial ou do não pagamento de faturas de cartão de crédito.

Por outro lado, o endividamento voluntário está relacionado à uma decisão racional do indivíduo, previamente planejada. Ele ocorre quando compramos um imóvel ou bens em geral de forma parcelada. Isto é, decidimos tomar esta dívida.

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"Faço birra, ajoelho, deito" - Crianças contam como fazem para ganhar o que querem

25 de abril de 2016 3
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

 

 

O Ministério da Justiça divulgou um estudo sobre publicidade infantil. Foram entrevistadas 81 crianças de todo o País, que contaram como fazem para convencer os pais a comprarem os produtos.

Os relatos mais, digamos, impressionantes: 

Pra conseguir, eu fico pedindo, fico pedindo, fico pedindo, choro, fico pedindo, fico pedindo, fico pedindo. No Dia das Crianças, eu não ia ganhar, porque… Eu não lembro o porquê. Mas eu acho que foi porque eu recebi alguma coisa antes. Aí, eu não ia ganhar o meu presente de dia das crianças, aí eu chorei e falei: “Não, mãe, me dá, me dá. E, aí, no dia eu ganhei”. (menino, escola pública, Brasília)

[...] a gente desenvolve a mente deles pedindo, pedindo… (menina, escola pública, São Paulo)

Eu insisto eternamente, eternamente. Eu insisto, insisto, insisto até perceber, chegar num ponto que eu vejo que ou minha mãe não vai me dar… (menina, escola particular, Brasília)

Eu choro. (gênero não identificado, escola pública, Rio Branco)
Faço birra. (menina, escola pública, Brasília)
Eu ajoelho, deito… (menino, escola particular, São Paulo)

“Mãe, compra chocolate”, aí ela: “Não”. Aí ela, de pirraça, fala: “Não vou comprar”. Aí eu também falo: “Então, não vou levar a sacola”. Aí ela vai e compra. (menina, escola pública, Brasília)

Eu digo pra minha mãe comprar porque senão eu vou embora. Aí ela pega e compra. (menino, escola particular, Fortaleza)

E o que fazem se os pais não atendem aos pedidos:

Dá vontade de quebrar o meu cofre. [...] Pra mim comprar. (menina, escola pública, Fortaleza)
Às vezes dá vontade de ficar um mês sem falar com a minha mãe. (menina, escola pública, Fortaleza)
Às vezes eu tenho até vontade de ir embora e nunca mais voltar para a casa. (menino, escola pública, Fortaleza)
Eu… Eu fico com uma ira. (menino, escola particular, Fortaleza)
Às vezes dá vontade de esganar os pais. (menino, escola particular, São Paulo)

Ou uma história que chamou a atenção dos pesquisadores:

Menino: Eu peguei o cartão de crédito dele e saí… (escola particular, São Paulo).
Moderador (a): Você queria comprar o quê?
Menino: Um jogo aí.
Moderador (a): E ele tinha falado que não ia comprar pra você?
Menino: É.
Moderador (a): Qual jogo?
Menino: Call of Duty.
Moderador (a): E você pegou escondido o cartão de crédito dele…
Menino: E saí de casa (risos).
Moderador (a): E foi ao shopping comprar?
Menino: É, mas na metade do caminho ele foi me pegar.
Moderador (a): Ele descobriu?
Menino: É.
Moderador (a): E aí, o que ele falou pra você?
Menino: Ele me trouxe pra minha casa, fechou a porta e fiquei do lado de fora.
Moderador (a): Um tempo de castigo?
Menino: É, umas cinco horas.

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E como lidar?

Diretora da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, Catherine Carchedi sugere:

“Primeiro, a criança tem que entender que não é fácil ganhar dinheiro. Então, também não é fácil gastar dinheiro.
Os pais precisam fazer as crianças ter noção do que representa o dinheiro. O dinheiro representa suor, trabalho, preocupação, insônia. Não é um papelzinho, uma senha fácil.
O dinheiro representa de fazer a unha a uma viagem, um carro. É necessário para comer morar.
A criança – e os pais – tem que saber que é preciso ser inteligente para lidar com o dinheiro. A vida é cíclica, com altos e baixos. Há épocas de bonança e de aperto.
Essas criancinhas precisam entender isso para serem um consumidor responsável.”

Ou, então, fazer como esta mãe:

Crédito do vídeo: Youtube

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Intenção de consumo do gaúcho tem leve alta

25 de abril de 2016 0
Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS.

Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS.

 

Subiu, bem pouco, mas subiu a intenção de consumo das famílias gaúchas em abril. Passou de 63,5 para 63,7 pontos, após uma forte queda em março.

Só que a Fecomércio-RS, que faz a pesquisa, alerta que o indicador caiu 35% na comparação com abril do ano passado. Segue, portanto, em patamar pessimista.

- Como a pesquisa é aplicada nos últimos 10 dias do mês anterior, fica claro que a incerteza no campo político e as expectativas quanto aos ‘próximos capítulos’ deterioraram as expectativas de ações no sentido de conter a degradação do cenário econômico. – avalia o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

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Consumidor de rua gasta menos, mas paga em dinheiro

22 de abril de 2016 0

 

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 

O consumidor de rua tem um ticket médio menor, ou seja, gasta menos. Para o presente do Dia das Mães, quatro em cada dez moradores de Porto Alegre vão gastar entre R$ 50 e R$ 100.

É bem menor do que o gasto médio no shopping. Nestas lojas, deve atingir R$ 140.

Só que o consumidor de rua tem uma vantagem para o lojista. Ele, preferencialmente, paga à vista e, o melhor, em dinheiro. É bom principalmente para pequenos e médios comerciantes. Evita custo extra com as operadoras de cartão de crédito.

Estas informações foram antecipadas ao blog Acerto de Conta$. Estão na pesquisa de Dia das Mães do Sindilojas Porto Alegre e a CDL.

Nesta edição, o objetivo foi entender melhor o perfil do cliente que prefere fazer compras nas lojas de bairro ou do Centro de Porto Alegre. Quem fez o estudo foi o instituto Zooma.

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Shopping ampliado em Porto Alegre terá 7,4 mil empregos

21 de abril de 2016 0
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS.

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS.

 

Quando estiver ampliado e operando, o shopping Iguatemi terá 7,4 mil empregos. Atualmente, são 5 mil, o equivalente ao complexo da GM, em Gravataí. As contratações, inclusive, seguem ocorrendo, segundo o diretor de Operações, Sérgio Zukov.

A abertura ao público será no próxima dia 27. A ampliação tem 100 novas operações. Destas, 89 já estão acertadas. Outras onze estão ainda em negociação. Uma será uma grande academia.

A direção também não descarta novas ampliações no Iguatemi. A aposta é em aumento de 30% no fluxo de clientes e na vendas das lojas. Essa comparação é feita sobre a média de 2015.

 

 

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Calor de abril derruba ainda mais vendas do varejo gaúcho

20 de abril de 2016 0

- Este calor detona as vendas em abril!

Desabafa para o blog o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. Vilson Noer lembra que as coisas já não vêm bem no setor, mas que não há nada pior para o comércio do que “estações fora do lugar”.

- Sério! Tem até sabiá cantando, achando que o verão chegou.

O frio tradicionalmente aumenta vendas e os lojistas se preparam para a chegada do inverno sempre. As pessoas compram mais roupas e calçados, além de ficarem mais em casa e têm vontade de adquirir coisas para o lar.

Se as temperaturas não caem, o estoque fica parado e, em alguns casos, sobra para liquidação. O consumidor comemora, mas o lojista amarga o prejuízo.

- Março teve crescimento nominal de 8% nas vendas. Mas abril deve ir de novo para o zero.

Comércio que trabalha com moda sofre como um todo. Sendo que o varejo de confecções vinha equilibrando o setor, já que a venda de bens duráveis – eletroeletrônicos, principalmente – vem amargando a crise econômica.

 

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

 

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