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Posts com a tag "consumo"

Site de reclamação contra empresas teve 660 mil acessos só do Rio Grande do Sul em um mês

23 de agosto de 2016 0

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O gaúcho é o quinto que mais acessa o site Reclame AQUI. Fica atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

Só em julho, foram quase 660 mil visitas realizadas só no Rio Grande do Sul. São acessos ao site para pesquisa e também para registar reclamações contra empresas.

O site vai realizar um evento em Porto Alegre nesta quarta-feira, dia 24. Chamam de RA Day. O objetivo é reunir profissionais especializados em atendimento para compartilhar métodos de processos como preservar a reputação da empresa e atender o consumidor ao mesmo tempo, entender como funcionam os índices do Reclame AQUI e as formas mais adequadas para fazer o atendimento pela plataforma.

Pitaco do Acerto de Conta$: A blogueira aqui já usou o site algumas vezes, depois de tentar pelos canais tradicionais da empresa. Entra lá, se cadastra e registra a reclamação contra a empresa. No meu caso, eram lojas onde comprei itens pela internet. Mas também já usei o site para pesquisar a postura de empresas em relação a clientes com problemas. Isso porque a empresa pode responder à reclamação, resolver o problema e ainda ser bem avaliada. Mas uma vez uma grande rede de varejo chegou ao absurdo de travar atendimentos no call center tradicional porque havia sido registrada queixa no Reclame AQUI. Foi como uma “punição”.

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Sete coisas que levam as pessoas a gastarem mais do que ganham

18 de agosto de 2016 4

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

A conta é básica. O dinheiro que sai no mês não deve superar o dinheiro que entra.

Mas é muito fácil o brasileiro se perder nisso. E isso aparece nas estatísticas de endividamento e de inadimplência.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, temos com quase 3 milhões de inadimplentes. O dado é da Serasa.

Mas o que leva as pessoas a gastarem mais do que ganham?

Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos lista sete motivos que provocam o descontrole financeiro e a gente destrincha um pouco cada um.

Parecem óbvios, mas leia com a mão na consciência:

- Falta de educação financeira: não reconhecem a importância do dinheiro e as formas corretas de usá-lo. Em geral, nem pais e nem escolas ensinam as crianças e adolescentes. Quando crescem, ficam expostos ao consumo sem formação financeira. O caminho é buscar cursos e livros sobre o tema.

- Falta de planejamento: não sabem para onde vai o dinheiro que recebem. O controle financeiro não acontece em grandes gastos, mas sim nos pequenos. Uma sugestão é preencher uma caderneta diária com todos os gastos e fazer uma planilha mensal por três meses.

- Não saber lidar com a publicidade: compram o que não precisam. O cuidado é não comprar por impulso, questionar-se se precisa do produto, qual a função que terá em sua vida, etc. Também é interessante deixar a compra para outro dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto.

- Crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de cartão de crédito. Quanto mais fácil, mais caro. Ou seja, com o juro mais alto. Até abusivos. Um passo para o endividamento virar inadimplência. E mais: se não souber lidar com o cartão de crédito, cancele. O mesmo com o limite do cheque especial.

- Parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses valores no orçamento. O parcelamento é um crédito. A pessoa usa um dinheiro que não tem para comprar um produto. A exceção é quando a pessoa tem um controle financeiro e até tem o dinheiro em aplicações financeiras, mas como o parcelamento é sem juros, vale a pena deixar o dinheiro guardado rendendo.

- Falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro. Sonho é uma palavra amigável para meta. Evitam que o dinheiro seja gasto de forma irresponsável. O que pretende comprar ou fazer no futuro? Comece a guardar para isso em vez de “antecipar consumo”, pagando juros e correndo risco.

- Necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Ter produtos também não é sinônimo de felicidade. A solução é ter objetivos claros.

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Intenção de consumo dos gaúchos volta a subir em agosto

17 de agosto de 2016 0

A intenção de consumo dos gaúchos voltou a subir em agosto. Passou de 55,5 pontos em julho para 56,3 pontos. No mês passado, a queda tinha sido forte.

Mas, na comparação com o ano passado, ainda temos uma queda forte. O índice calculado pela Fecomércio-RS está 26,6% menor.

Está em um patamar muito pessimista, segundo a entidade.

- O cenário segue muito restritivo. O mercado de trabalho permanece enfraquecido, impactando negativamente a renda e a confiança das famílias. – pontuou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Associado à inflação alta e juros elevados, reduz o ímpeto e a capacidade de compra das famílias.
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Índice da Cachaça dispara quanto pior a expectativa do brasileiro

11 de agosto de 2016 1
Foto: Juliana Palma / Agencia RBS.

Foto: Juliana Palma / Agencia RBS.

Quanto pior a expectativa do consumidor, mais garrafas de cachaças são vendidas. A conclusão é do PeopleScope, base de dados de comportamento. É o beber para esquecer.

O cruzamento de informações é feito por Ibope e SPC Brasil. Usou a expectativa do consumidor brasileiro, medida mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria, e as garrafas de cachaça que foram vendidas em três redes varejistas do País.

Foi batizado de Índice da Cachaça. O indicador revela que em dezembro de 2015, quando o índice de expectativa estava 12,2% abaixo de sua média histórica, as vendas de garrafa de cachaça chegaram ao seu maior nível.

Enquanto a quantidade de itens comprados caiu 4,6%, o valor médio gasto com alcoólicos subiu 1,1%. E também a ida ao mercado para comprá-los aumentou 4,4%.

- Esse é um fenômeno similar ao que aconteceu durante a recessão nos Estados Unidos, no início dos anos 2000, que foi chamado por Leonard Lauder de Índice do Batom. – diz Bernardo Canedo, diretor do Ibope.

Naquela época, as vendas de batom dispararam.

- A interpretação é que, em tempos de incerteza financeira, em vez das consumidoras comprarem um artigo de luxo de maior custo que lhes proporcionasse uma sensação de bem estar, optaram por produtos mais baratos, como os cosméticos, que lhes deixavam atraentes e proporcionavam bem estar.

Quanto mais pessimista é um grupo social, maior é sua afinidade com “sair para beber/ir a bares restaurantes”. As maiores correlações foram verificadas nos grupos elite metropolitana, legado estabelecido e vivendo em mansões:

“No primeiro grupo, caracterizado por domicílios com uma das maiores rendas médias dentre todos os segmentos e composto principalmente por famílias pequenas que, em sua maioria, residem em apartamentos localizados em bairros nobres das principais cidades brasileiras, o alto índice de pessimismo indicado pelo INEC se reverte proporcionalmente na segunda maior afinidade com ‘sair para beber/ir a bares e restaurante”.
Outro grupo bastante propenso a ir a bares ou sair para beber, o vivendo em mansões, segmento que possui a maior quantidade de leitores de jornais dominicais do país e a maior proporção de domicílios com empregadas domésticas, tem a segunda pior expectativa em relação a inflação, desemprego e renda pessoal, dentre os grupos sociais analisados.
Entre a população conhecida como legado estabelecido, que se caracteriza por uma alta proporção de idosos que vivem em apartamentos com um ou dois moradores nos bairros mais nobres e tradicionais das grandes metrópoles brasileiras e que tem a segunda confiança mais baixa nas questões econômicas do país, possui a maior propensão a sair para beber ou ir a bares e restaurantes” – apontou análise do Ibope.

 

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Frio faz consumo de energia disparar nas residências gaúchas

03 de agosto de 2016 1
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

 

O frio rigoroso fez o consumo de luz disparar nas residências do Rio Grande do Sul. Foi um aumento de 9,7% em junho, na comparação com o ano passado. Eletrodomésticos para aquecer o ambiente são os “culpados”.

O dado surpreendeu a Empresa de Pesquisa Energética, que faz o acompanhamento do setor. Vai contra a retração na economia, que afeta a renda das famílias, e queda na intenção de compra de bens duráveis grandes consumidores de energia, conforme pesquisa da Confederação do Comércio.

“O crescimento do consumo observado nos últimos meses tem sido, principalmente, atribuído à influência da temperatura, e ao afrouxamento das medidas de redução do consumo adotadas pelas famílias nos meses anteriores fruto do choque tarifário ocorrido no ano passado.”

Leia também: Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

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Intenção de consumo dos gaúchos tem pior nível desde 2010

18 de julho de 2016 0
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

A intenção de consumo das famílias gaúchas permanece em nível pessimista no mês de julho e atingiu o menor patamar desde o início da pesquisa da Fecomércio-RS, em janeiro de 2010. A queda foi de 30,2% em relação ao mesmo período do ano passado, ficando em 55,5 pontos.

O único item que não foi negativo no mês foi a perspectiva profissional. Para a entidade, a pesquisa evidencia que, após alguns meses de recuos mais amenos, o indicador de consumo volta a apresentar queda mais expressiva, o que reforça a perspectiva de continuidade nos resultados negativos para as vendas do varejo.

- Após um resultado atípico em junho, o indicador de satisfação em relação à situação atual da renda voltou a refletir a redução de salários que vem sendo observada atualmente, fator que não é revertido no curto prazo. – afirma o presidente, Luiz Carlos Bohn.

O dado de consumo de bens duráveis bateu novo recorde negativo e atinge um nível bastante baixo. A venda – ou não – destes itens reflete as restrições relacionadas ao crédito, juros altos, renda real e confiança.

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Inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul pela primeira vez no ano

14 de julho de 2016 0

 

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

A inadimplência caiu em todas as regiões do Rio Grande do Sul em junho. O dado é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo a partir das consultas ao banco de dados do SCPC. A entidade divide o Estado em sete regiões.

Na média do Estado, a inadimplência caiu para 13,1%. Em maio, estava em 13,6%. Mas ainda fica acima do mesmo período do ano passado.

A inadimplência mais baixa:

Região 2
Centro Oriental
Índice de Inadimplência: 10,7%
PIB: R$ 20,86 Bilhões

A inadimplência mais alta:

Região 3
Região Metropolitana
Índice de Inadimplência: 14,4%
PIB: R$ 131,04 Bilhões
Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer acredita que a queda da inadimplência seja influenciada pela redução na compra de bens duráveis.

Leia mais: Serasa aponta primeira queda na inadimplência no Rio Grande do Sul

 

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Municípios compram mais de R$ 5 bilhões de pequenas empresas gaúchas

11 de julho de 2016 0

 

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

 

Micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 5,2 bilhões para governos municipais do Rio Grande do Sul em 2015. Só que representa apenas um terço do total das compras públicas municipais no Estado.

Considerando apenas MPES locais, cai para 16%. Ou seja, há muito espaço para ampliar vendas.

Os dados, antecipados para o blog Acerto de Conta$, fazem parte de um extenso levantamento que o Sebrae-RS vai disponibilizar no seu site a partir desta terça-feira, dia 12.

- As cidades de menor porte têm um potencial maior para adquirir produtos e serviços de micro e pequenas empresas, já que as demandas de grandes municípios normalmente requerem um volume e complexidade impossíveis de serem supridos pelos pequenos negócios. – compara a técnica da gerência de Gestão Estratégica do Sebrae/RS, Andréia Grätsch do Nascimento.

O município de Vista Gaúcha, no Noroeste do Estado, por exemplo, é o campeão percentual em compras públicas desse segmento empresarial, com 75,81% adquiridos de micro e pequenas empresas, em 2015. Na outra ponta, Porto Alegre alcançou apenas 12,67% de aquisições públicas de MPEs no ano passado, mas o montante ultrapassa a casa dos R$ 370 milhões.

Veja os rankings por valor proporcional e por números absolutos de compras:

 

ranking1

 

 

 

ranking2

 

 

Perfil das Cidades Gaúchas

O Sebrae-RS chamou o levantamento de Perfil das Cidades Gaúchas. São 45 indicadores socioeconômicos dos 497 municípios do Estado. Para cada cidade, foi elaborada uma publicação digital exclusiva com dados, gráficos e comparativos. O objetivo é oferecer ao poder público e empreendedores uma ferramenta para a tomada de decisões estratégicas. O lançamento será amanhã.

 

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Taxa de juros supera 99% no varejo gaúcho

07 de julho de 2016 0
Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

 

A taxa de juros do crediário atingiu 99,18% ao ano no varejo do Rio Grande do Sul. Por mês, é 5,91%. A média apareceu no levantamento de junho.

A pesquisa é feita todos os meses em sete Estados pela Associação Nacional de Executivos de Finanças. Assim como as taxas de outras operações de crédito, os juros das lojas estão subindo há tempo.

Apesar das elevações, ainda estão entre os mais baixos no mercado. O rotativo do cartão de crédito está em 447%.

Em junho do ano passado, a taxa estava 84,78% no crediário do varejo gaúcho. Tivemos, portanto, forte aumento nos últimos 12 meses.

Leia também:

Se puder, saque o FGTS

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Pais gastam 30% mais com filhas meninas

01 de julho de 2016 4
Foto: TK Helena/Agencia RBS.

Foto: TK Helena/Agencia RBS.

 

Pais gastam 30% mais com filhas meninas. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros. Reinaldo Domingos cita roupas, sapatos, acessórios e itens de beleza como os itens que as gurias compram mais – ou pedem para comprar para elas.

Só que Domingos alerta que incentivar este hábito pode trazer consumismo desenfreado e endividamento da família:

- No caso das meninas, boa parte das compras é relacionada à sua aparência, como acessórios para corpo e cabelo. O consumo ligado à vaidade pode levar a compras constantes e motivadas por impulsos emocionais. Atualmente, mais mulheres adultas fazem compras por esses motivos do que homens adultos, segundo pesquisa divulgada pela SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. – alerta Domingos, que é pai de uma menina e de um menino.

Sugere:

1. Ensinar o ato de doar - Incentivar os filhos a doar roupas e brinquedos pouco usados. Serão adultos menos egoístas e mais sensíveis às necessidades das outras pessoas.
2. Praticar a mesada - Além da tradicional, existem as mesadas de troca (em que a criança troca algo que tem por algo que deseja), a mesada social (em que é estimulada a optar por passeios em meio a natureza e que priorizem a companhia de amigos e familiares), entre outras. Destas formas, a criança passa a ter hábitos de consumo mais saudáveis;
3. Incentivar que sonhem - Os pais podem sentar com os filhos e incentivar que estabeleçam pelo menos três sonhos: um a ser realizado em até um mês, (chamado de sonho de curto prazo), outro em até seis meses (médio prazo), e outro a ser conquistado em um ano (longo prazo). Terão motivos para poupar dinheiro.
4. Ajudar a fazer escolhas - É importante que a criança saiba diferenciar um desejo de uma necessidade. Reconhecer que o dinheiro é algo difícil de ser alcançado e, portanto, deve ser valorizado.
5. Dar o exemplo - As crianças aprendem a agir vendo as atitudes dos pais.

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