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Leitores perguntam sobre a abrangência do corte de juros pelos bancos

12 de abril de 2012 0

Maurício José Campos, via Twitter: Os juros do crédito consignado em folha de pagamento de antigos contratos também serão reduzidos?

Daniel Sturmer, por e-mail: O programa de redução de juros da Caixa Econômica Federal é para pessoas físicas e jurídicas? Se eu estiver com um financiamento com o banco com taxas mais altas, haveria renegociação?

Respostas:

Os bancos que já anunciaram corte nos juros são Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banrisul. Nestes, a redução não será automática para contratos antigos. É preciso renegociar com o banco para mudar a taxa. Se for o caso, mudar de banco, mas sempre comparando bem as taxas.

A Caixa Econômica Federal reduziu juros para operações para pessoas físicas e também pequenas e médias empresas. Banco do Brasil e Banrisul também reduziram juros para pessoa jurídica.

Acerto de Conta$: Não considere a redução do juro como um incentivo para se endividar. Continue com peso na consciência se costuma achar que o cheque especial é uma extensão do salário. Encare esse corte nas taxas como um estímulo para acabar com a inadimplência, se for o caso, ou, no mínimo, baratear suas dívidas.

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Como ficam os empréstimos da Caixa Federal com redução do juro

11 de abril de 2012 1

A Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac) fez simulações a partir do corte nos juros anunciados pela Caixa Econômica Federal. Os exemplos consideram empréstimos de R$ 2 mil e as taxas da tabela abaixo.

Clique na tabela para ampliá-la.

1) Cheque Especial
Uso do cheque especial por 30 dias.
Juros antigos: dívida de R$ 2.165.
Juros atuais: dívida de R$ 2.085,40.
Redução de 3,68% na dívida, ou seja, R$ 79,60 a menos.

2) Crédito Pessoal Automático (CDC Automático)
Empréstimo pelo prazo de 24 meses.
Juros antigos: parcela mensal de R$ 150,63 para um total de R$ 3.615,12.
Juros atuais: parcela mensal de R$ 129,57 para um total de R$ 3.109,80.
Redução na parcela e no financiamento de 13,98%, ou seja, parcela R$ 21,06 menor e redução de R$ 505,44 no financiamento todo.

3) Crédito Consignado – Taxa Mínima
Empréstimo pelo prazo de 36 meses.
Juros antigos: parcela mensal de R$ 69,80 para um total de R$ 2.512,80.
Juros atuais: parcela mensal de R$ 68,74 para um total de R$ 2.474,64. 
Redução na parcela e no financiamento de 1,52%, ou seja, parcela R$ 1,06 menor e redução de R$ 38,16 no financiamento todo.

4) Crédito Consignado – Taxa Máxima
Empréstimo pelo prazo de 36 meses.
Juros antigos: parcela mensal de R$ 89,16 para um total de R$ 3.209,76.
Juros atuais: parcela mensal de R$ 77,84 para um total de R$ 2.802,24.
Redução na parcela e no financiamento de 12,70%, ou seja, parcela R$ 11,32 menor e redução de R$ 407,52 no financiamento todo.

5) Crédito Consignado INSS (7 a 12 meses)
Empréstimo pelo prazo de 12 meses.
Juros antigos: parcela mensal de R$ 186,23 para um total de R$ 2.234,76.
Juros atuais: parcela mensal de R$ 182,22 para um total de R$ 2.186,64.
Redução na parcela e no financiamento de 2,15%, ou seja, parcela R$ 4,01 menor e redução de R$ 48,12 no financiamento todo.

6) Cartão Azul Caixa
Cartão de crédito rotativo por 30 dias.
Juros antigos: dívida de R$ 2.257,20.
Juros atuais: dívida de R$ 2.057.
Redução de 8,87% na dívida, ou seja, R$ 200,20 menor. A redução somente dos juros representa 97,47%.

7) Financiamento de Veículo (taxa mínima)
Compra de um veículo no valor de R$ 25 mil pelo prazo de 60 meses.
Juros antigos: parcela de R$ 585,34 para um total de R$ 35.120,40.
Juros atuais: parcela de R$ 553,08 para um total de R$ 33.184.
Redução na parcela e no financiamento de 5,51%, ou seja, parcela R$ 32,26 menor e redução de R$ 1.935,60 no financiamento todo.

8 ) Crédito Pessoal Salário (CDC Conta Salário)
Empréstimo pelo prazo de 24 meses.
Juros antigos: parcela mensal de R$ 140,05 para um total de R$ 3.361,20.
Juros atuais: parcela mensal de R$ 110,47 para um total de R$ 2.651,28.
Redução na parcela e no financiamento de 21,12%, ou seja, parcela R$ 29,58 menor e redução de R$ 709,92 no financiamento todo.

9) Cheque Especial Salário
Uso do cheque especial por 30 dias.
Juros antigos: dívida de R$ 2.163,60.
Juros atuais: dívida de R$ 2.070.
Redução de 4,33% na dívida. Redução de R$ 93,60 no valor.

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Previdência privada: o impacto do tempo de contribuição

09 de abril de 2012 1

Com o déficit crescente da previdência pública, opções privadas ganham importância. Sempre tratamos aqui no Acerto de Conta$ que é importante começar a pensar na aposentadoria o quanto antes. Mas o consultor em finanças pessoais Marcelo Maron coloca esse conceito em dois exemplos práticos:

- Tomemos como exemplo duas pessoas que queiram se aposentar aos 65 anos e desejam receber uma pensão de R$ 5 mil por mês em caráter vitalício. A diferença entre tais pessoas é que uma tem 20 anos de idade e a outra 35 anos. A diferença de 15 anos para o início do processo resultará em uma contribuição mensal de R$ 255 para a que tem 20 anos e de R$ 869 para a que tem 35 anos.

Outro problema para quem ganha acima do salário mínimo está no fato de que os reajustes das aposentadorias definidos pelo Governo Federal têm ficado abaixo daqueles praticados para quem ganha o salário mínimo:

- Isto faz com que, ao longo dos anos, a pensão recebida represente um número cada vez menor de salários mínimos. Em 20 anos de aposentadoria, é muito provável que uma pessoa que tenha se aposentado com quatro salários mínimos esteja recebendo apenas um.

Leia também: Aposentadoria: plano privado ou outro investimento?

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Cesta básica de Porto Alegre tem o menor preço desde março de 2011

09 de abril de 2012 0

A cesta básica de Porto Alegre custou R$ 264,19 no mês passado. Foi o menor valor para o conjunto de produtos desde março do ano passado.

Na comparação com fevereiro, caiu 2%. Foi a quarta queda consecutiva. Economista do Dieese, Daniela Sandi explica que as reduções de preço se devem aos produtos in natura, apesar da estiagem que atinge o Rio Grande do Sul, já que são alimentos comprados de fora do Estado.

- Temos, por exemplo, a queda nos preços do tomate e da batata. Estes alimentos estão com a safra boa fora do Estado e não são atingidos pela estiagem no Rio Grande do Sul.

Já feijão, carne, leite e arroz - que são produzidos no Rio Grande do Sul - apresentam aumento de preço.

A cesta básica mais cara é a de São Paulo. Porto Alegre fica em segundo lugar. O Dieese faz a pesquisa em 17 cidades.  

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Inflação do carro volta a subir

09 de abril de 2012 0

A inflação do carro tinha dado uma trégua em janeiro e fevereiro, mas voltou a subir em março. Fechou o mês com variação de 0,47%. O indicador é calculado pela Agência AutoInforme.

A pressão foi do aumento do gasto para lavar o carro. O estacionamento, que foi o vilão no ano passado, continua aumentando de preço. Em março, subiu 0,88%.

Os preços da gasolina e do álcool também voltaram a subir, mas ainda acumulam queda em 2012.

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Leitor pergunta detalhes para investir no Tesouro Direto no médio e longo prazo

08 de abril de 2012 1

O Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, respondeu algumas perguntas do leitor Leo Nova sobre detalhes de como investir no Tesouro Direto. O Leo tem dois focos, um de médio e outro de longo prazo. Quer se aposentar em 23 anos e um mês e quer reformar o apartamento daqui a 4 anos e 11 meses.

O economista da Vokin Investimentos Igor Morais respondeu a todas as perguntas e fez cálculos para o planejamento financeiro do leitor. Na Rádio Gaúcha, veiculamos parte das respostas . Confira no áudio abaixo toda a explicação, que passa sobre cálculo de rentabilidade, tipos de título do Tesouro Nacional e também como escolher a corretora.

Entrevista economista Igor Morais.

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Leia também: Passo a passo para investir no Tesouro Direto

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Ouça o Destaque Econômico na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Ouvinte pergunta: Qual a perspectiva do mercado de ações para o pequeno investidor?

08 de abril de 2012 0

Via Twitter, o ouvinte e leitor Douglas (@Dougtex) perguntou: Quais as perpectivas para o mercado de ações no curto e médio prazo para o pequeno investidor? Diga algo animador, por favor!

No Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, a analista de mercado da Solidus Débora Morsch respondeu à pergunta do ouvinte. Bastante otimista com o Brasil, a analista pondera com preocupação sobre a situação do mercado externo.

Confira uma análise mais ampla da Débora sobre o assunto:

Áudio Débora Morsch

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Ouça o Destaque Econômico na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Ouvinte pergunta: Economia é igual a mão fechada?

07 de abril de 2012 1

Acerto de Conta$ no Supersábado, da Rádio Gaúcha.

No Supersábado de hoje, conversamos sobre a pergunta do ouvinte Rafael Ross, via Twitter pelo @ross_rafael.

Confira o áudio: Economia = Mão fechada ? 

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Inadimplência dobra nos financiamentos de automóveis

06 de abril de 2012 0

Em alta desde o fim de 2011, a inadimplência alcançou 5,5% nos financiamentos de veículos em fevereiro. No mesmo mês do ano passado, era de 2,8%. Também subiu 3,8% em relação a janeiro.

O acompanhamento é feito pela Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. A entidade considera dívidas com atraso maior do que 90 dias. Manifesta preocupação porque não há tendência de a inadimplência estabilizar e, menos ainda, de cair.

No entanto, há expectativa de que os consumidores com o financiamento atrasado estejam renegociando a dívida com as instituições financeiras. Os acordos demoram para aparecer nas estatísticas de inadimplência.

- A tendência é de que, nos próximos meses, este cliente que fez um acordo para quitar as prestações em atraso deixe de ser inadimplente e a curva comece a baixar. - prevê o presidente da ANEF, Décio Almeida.

O receio da inadimplência está fazendo as instituições financeiras reduzirem o prazo dos parcelamentos. Os planos estão com média de 41 meses. A taxa de juros, no entanto, segue estável, com receio de tornar a dívida ainda mais dífícil de ser paga.

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Entidade faz campanha para sensibilizar STF sobre perdas da poupança nos planos econômicos

05 de abril de 2012 4

O Instituto de Defesa do Consumidor está com uma campanha para sensibilizar ministros do Supremo Tribunal Federal, que apreciam na próxima quinta-feira, dia 12, a recuperação da remuneração da poupança durante os Planos Collor I e II. A ideia da entidade é juntar assinaturas, relatos e fotos.

Segundo o Idec, as decisões do STF são desfavoráveis aos poupadores no Plano Collor I. No entanto, nos Planos Bresser e Verão, o ressarcimento das diferenças de correção monetária é amplamente reconhecido.

Ainda conforme o instituto, os bancos têm liquidez para pagar os poupadores e lucraram com as diferenças retidas sete vezes mais do que o valor corrigido para ressarcimento. Já a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz que os bancos não tiveram ganhos e que respeitaram a legislação da época.

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