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Posts com a tag "dólar"

Mercado aumenta previsão para o dólar

28 de novembro de 2016 0

O mercado aumentou para R$ 3,35 a previsão para o dólar no fechamento de 2016. Está no relatório Focus, do Banco Central. Há quatro semanas, a previsão era R$ 3,20.

Na semana passada, o Federal Reserve divulgou documento sinalizando com força alta na taxa de juros em dezembro. Este sinal do banco central norte-americano provocou elevação no câmbio.

Outras previsões no Focus:

Inflação pelo IPCA: 6,72%
Taxa de juros Selic: 13,75% ao ano
PIB: -3,49%
Produção industrial: -6,23%

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Exportação de calçados esportivos mais que dobrou

14 de novembro de 2016 0
Foto: Divulgação Abicalçados.

Foto: Divulgação Abicalçados.

 

A exportação de calçados esportivos cresceu 120%. O destaque é da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, considerando os embarques feitos de janeiro a outubro.

Foram US$ 21 milhões de faturamento. Em volume, a exportação atingiu 1,64 milhão de pares.

- Com um valor médio de quase US$ 13 por par, o calçado esportivo tem sido um fator importante no incremento dos resultados gerados com as exportações. – acrescente o presidente da Abicalçados, Heitor Klein.

Disparada na frente, a Argentina é o principal destino. Comprou mais de US$ 14 milhões. Em seguida, o Peru, com US$ 1,7 milhão. Depois, Paraguai, com quase US$ 1,2 milhão.

Os calçados esportivos são produzidos no Rio Grande do Sul também. Integrante da equipe de Inteligência da Abicalçados, Leonardo Metzger explica que Vietnã e Indonésia também são grandes exportadores de calçados esportivos, mas são, em geral, de tipos diferentes.

- Além disso, o câmbio favoreceu a exportação dos produtos brasileiros. E tem ainda o custo menor de logística para enviar os calçados daqui para os principais destinos, que são Argentina, Peru e Paraguai.

Comitiva da Abicalçados tem reunião nesta terça-feira em Buenos Aires. Estão nas tratativas para que a Argentina volte a derrubar as barreiras às importações de calçados brasileiros.

 

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Dólar e euro são as aplicações que mais caíram em 2016

24 de outubro de 2016 0

Em 2016, o euro e o dólar ptax para venda são as aplicações com maiores. O levantamento da consultoria Economática considera até 21 de outubro.

A Bolsa de Valores de São Paulo teve o melhor desempenho. Muito em cima de ações que caíram no ano passado, como as siderúrgicas.

Em segundo lugar, o CDI. A aplicação é beneficiada pelo patamar alto de juros.

 

 

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Leia mais:

Leitor: Viajo em fevereiro. Quando compro dólar?

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Leitora vai viajar e pergunta: Dinheiro em papel, cartão de crédito ou pré-pago?

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Mercado já projeta inflação abaixo de 7%

24 de outubro de 2016 0

Caiu para menos de 7% a previsão do mercado para a inflação em 2016. O relatório Focus aponta projeção de 6,89% para o IPCA, calculado pelo IBGE e considerado a inflação oficial do País.

É a sexta semana consecutiva de queda. A pesquisa é feita pelo Banco Central e divulgada todas as semanas. Os quatro indicadores de inflação considerados no levantamento tiveram recuo.

Caiu também a aposta para o dólar. A previsão é fechar o ano em R$ 3,20.

Outras previsões:

Taxa de juros Selic: 13,5% ao ano

PIB: -3,22%

Produção industrial: -6%

Preços administrados: +6%

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Leitor: Viajo em fevereiro. Quando compro dólar?

20 de outubro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

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Leitor Marcio pergunta:

“Vou viajar para a Disney em fevereiro. Gostaria de saber qual o melhor momento para comprar dólares. A tendência é baixar ou aumentar? Com o dinheiro das férias e do 13º salário, eu teria mais dinheiro para compra. Vale esperar ou melhor conseguir dinheiro emprestado e comprar neste momento? E onde sugere fazer a compra?”

Sobre a previsão para o dólar:

Resposta do Alexandre Wolwacz, sócio-fundador do Grupo L&S:

O espaço para recuo ainda existe. Perto de R$ 2,90 – R$ 3,00 para o dólar comercial. Mas a possibilidade de valorização do dólar começa a crescer a cada dia que passa. A melhor medida seria ir comprando todos os meses, construindo um preço médio mais atraente.

Mas há previsão de mudança na política de juros dos Estados Unidos em dezembro, o que terá impacto no câmbio. Qual impacto?

Resposta do Thiago Bisi, analista-chefe do Grupo L&S:

Temos 70% de chance de a taxa de juros norte-americana subir. Se isso ocorrer, o dólar tende a ter uma valorização. Ficaria mais alto do que agora.

Onde comprar?

Não podemos indicar um local. Mas o site Supercâmbio disponibiliza as cotações nas principais casas de câmbio. Confira aqui: Site compara cotação de moedas em cinco casas de câmbio de Porto Alegre

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Mercado reduz previsão para inflação pela terceira semana e corta aposta no dólar

03 de outubro de 2016 0

Pela terceira semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação. Aposta que o IPCA fique em 7,23% em 2016.

O relatório Focus foi divulgado pelo Banco Central. Traz previsões dos analistas para indicadores econômicos. A inflação dos alimentos tem dado uma trégua e permitido o recuo do indicador oficial.

Outras previsões:

PIB -3,14%
Dólar R$ 3,25
Produção industrial -5,96%
Preços administrados +6,2%
Taxa de juros Selic 13,75% ao ano

 

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Cai previsão para inflação, dólar e queda do PIB em 2016

26 de setembro de 2016 0

O mercado reduziu a previsão para a inflação, para o dólar e também para a queda no PIB em 2016. O resultado aparece no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

Previsões:

IPCA 7,25%
Dólar R$ 3,29
Taxa de juros Selic 13,75% ao ano
PIB -3,14%
Produção industrial -5,93%
Preços administrados +6,20%

"Dólar cai para menos de R$ 3 ainda em 2016" - projeta assessor de investimentos

23 de setembro de 2016 0

 

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

 

 

Acerto de Conta$ – Você diz que o dólar vai cair para menos de R$ 3 ainda em 2016. Por quê?

Assessor da Monte Bravo Investimento, Bruno Madruga - Permaneço com a expectativa de que o dólar irá abaixo de R$ 3,00 em algum momento, ainda em 2016. Estou falando de pouco mais de três meses, um prazo bem curto, mas fatores relevantes podem fazer isso acontecer.

Por exemplo, como fatores internos, temos a postura do governo comprometido com o Ajuste Fiscal, contribuindo para a melhora da economia doméstica. É consenso que a PEC do teto de gastos deve ser aprovada ainda este ano. Alguns rumores sobre a Reforma da Previdência já estão surgindo também. Esses eventos fortalecem a confiança de recolocação do País na direção correta.

O Banco Central sinaliza real possibilidade de corte de juros ainda em 2016. A inflação já está vindo menor que a esperada. Outro ponto são as intervenções do BC no câmbio, claramente menores que em tempos anteriores. As operações de Swap Reverso estão diminuindo e isso enaltece a questão do “câmbio livre”, onde o próprio mercado regula a precificação da moeda.

Os fatores externos ficam por conta das decisões dos Bancos Centrais pelo mundo. O referendo do Reino Unido (Brexit) mudou a perspectiva dessas decisões, aumentando a expectativa de cortes de juros e novos estímulos econômicos (Zona do Euro, Inglaterra e Japão). Isso traz maior liquidez, tornando o Brasil uma boa oportunidade de investimentos.

Ainda temos o fato de o Banco Central Americano (Fed) ter adiado o aumento de juros mostra que a economia americana não anda tão bem assim. Os dados econômicos estão vindo fracos. O PIB americano já foi reduzido de 2% para 1,8% para 2016. A reunião do FOMC de novembro fica próxima das eleições. Então, dificilmente teremos alteração. Fica a expectativa somente para dezembro, onde as previsões de elevação que estavam em 60% já reduziram para 55% de chance.

Essas situações favorecem os ativos de risco, como o real e a Bolsa de Valores.

 

 

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Leitora vai viajar e pergunta: Dinheiro em papel, cartão de crédito ou pré-pago?

29 de agosto de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Fernando Ramos / Agencia RBS.

Foto: Fernando Ramos / Agencia RBS.

 

 

Leitora Cristiane Porto pergunta:

“Pretendo viajar entre maio e junho de 2017 para a Itália onde ficarei por 30 dias. Turismo. Dúvidas:

- Levo dinheiro em espécie? Cartão de débito? Cartão de crédito?

- Em relação à compra de Euro para levar, como está a cotação? Tem tendência a baixar ou não? Qual a melhor forma de adquirir?

- O que é mais vantajoso: cartão de débito ou levar Euro em espécie?

- Qual o limite mínimo para o cartão de crédito aceito?

- Penso em usar o cartão de crédito apenas para reservas de hotéis e compra de passagens. Para o resto, pretendo usar ou espécie ou débito. Está certo?”
Quem responde é Regis Radin, diretor-superintendente do Supercâmbio, site que compara cotações de moedas nas casas de câmbio de Porto Alegre.

“Em relação às opções de “levar dinheiro” para uma viagem internacional, temos o papel moeda, o cartão pré-pago e o cartão de crédito. Atenção para o Imposto sobre Operações Financeiras:

Cartão pré-pago: IOF de 6,38%

Cartão de crédito: IOF de 6,38%

Papel moeda: IOF de 1,1%

Cada pessoa tem que avaliar a relação do custoXrisco em relação às opções citadas acima. O papel moeda tem IOF mais barato. Por outro lado, existe o risco de a pessoa andar com dinheiro e eventualmente perder ou mesmo ser roubada.

No cartão pré-pago, tem um IOF mais alto, mas é mais seguro do que levar dinheiro já que pode bloquear o cartão e pedir um novo. Não perde o seu dinheiro se o cartão for perdido ou roubado. O cartão pré-pago também tem a vantagem de poder ser recarregado à distância. Ela transfere os reais para a empresa de câmbio e a empresa de câmbio credita o valor correspondente em moeda estrangeira no cartão pré-pago.

Já o cartão de crédito, além do IOF ser alto, tanto quanto o cartão pré-pago, ainda tem a questão da variação cambial. Ou seja, a pessoa só vai saber qual a taxa do dólar que vai pagar ao receber a sua fatura depois da viagem. Acredito que isto seja um pouco arriscado, pois ficamos sujeitos a variação cambial.

Na minha opinião, acredito que o melhor é levar uma parte em papel moeda e uma parte no cartão pré pago. Diria que 60% em papel moeda e 40% no cartão pré pago.”

As cotações podem ser acessadas no site Supercâmbio. Site compara cotação de moedas em cinco casas de câmbio de Porto Alegre

Sobre o cartão de crédito, alguns bancos cobram cotações interessantes e oferecem programas de fidelidade. o blog Acerto de Conta$ sugere também uma sondagem com a instituição financeira.

Sobre projeções para as moedas, leia os posts:

Leitor: Por que o dólar está caindo e como será até novembro?

Com a queda do dólar, leitora pergunta qual a tendência para o euro

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Site compara cotação de moedas em cinco casas de câmbio de Porto Alegre

22 de agosto de 2016 3

Já está no ar um site criado para comparar a cotação de moedas estrangeiras em cinco casas de câmbio de Porto Alegre. Ferramenta muito útil para o consumidor que tinha que ligar para vários estabelecimentos para pesquisar o melhor preço.

É o Supercâmbio (supercambio.com.br), que antecipou a informação no programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha. Além de pesquisar, o cliente também consegue fazer a compra pelo site e ainda escolher a forma de entrega. Para olhar as cotações, nem precisa fazer cadastro ou login.

 

 

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Em breve, terá aplicativo para o celular. A iniciativa é do empresário Regis Radin, que trabalhou em corretora por anos e identificou esse dificuldade na hora da compra.

Além do dólar, há mais de dez moedas disponíveis. A pesquisa é feita nas casas de câmbio Cotação, Confidence, Executive, Good Cambio e Prontur.

Regis Radin destaca ainda o mecanismo de taxa-alvo:

- O cliente escolhe o valor do câmbio que pretende pagar e, caso a taxa baixe, o Supercâmbio avisa que o custo atingiu os níveis desejados.

Os valores para compra de moeda estrangeira nas casas de câmbio chegam a ter variação de até 10% de uma empresa para outra. É uma economia interessante considerando o gasto alto de uma viagem.

Sem contar a concorrência entre as casas de câmbio que pode ser estimulada pela própria plataforma do Supercâmbio.

Leia também:

Leitor: Por que o dólar está caindo e como será até novembro?

Com a queda do dólar, leitora pergunta qual a tendência para o euro

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Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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