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Dez municípios que mais ganharam espaço na economia do Rio Grande do Sul

23 de fevereiro de 2017 0

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A tabela acima foi montada pelo pesquisador da Fundação de Economia e Estatística Vinícius Dias Fantinel. Mostra quais municípios que mais ganharam participação no PIB do Rio Grande do Sul entre 2002 e 2014. Neste período, o PIB gaúcho cresceu, nominalmente, 262%. Observando que o último dado disponível é de 2014 e, portanto, ainda não havia o impacto da atual crise econômica.

Guaíba apresentou o maior ganho. Mais do que dobrou a participação do seu PIB no total do Estado. Em 2014, passou para a 14ª maior economia do Rio Grande do Sul, subindo onze posições. O ganho significativo deveu-se tanto ao setor industrial quanto ao de serviços, com ênfase nas atividades da construção civil. Fantinel lembra que 2014 pegou a construção da segunda linha de produção de celulose.

Gravataí é o segundo do ranking. Estimulado pelas atividades de fabricação de veículos automotores, peças e acessórios automotivos, além de transportes e comércio de veículos automotores e motocicletas. Fez o município tornar-se a terceira maior economia do Estado.

Cachoeirinha destacou-se devido à elevação da arrecadação de impostos sobre produtos industrializados (IPI). Motivada pela fabricação de cigarros e produtos do fumo. Mas lembrando que a fábrica da Souza Cruz desativou recentemente a linha de produção. Também houve um aumento na participação do setor de serviços.

Passo Fundo teve desempenho bastante positivo com atividades industriais relacionadas a alimentos e bebidas e ao comércio atacadista de combustíveis.

Caxias do Sul aumentou a participação no PIB gaúcho principalmente devido à boa performance nas indústrias química e de veículos automotores, reboques e carrocerias e à elevação na participação do seu comércio atacadista. Ficou como a segunda maior economia do Estado, abaixo apenas de Porto Alegre.

Erechim foi o sexto município que mais incrementou sua participação no PIB. Esse ganho decorreu, sobretudo, da indústria de alimentos e bebidas, que é bastante representativa no município.

Bento Gonçalves apresentou alta nas indústrias de fabricação de móveis e metalurgia.

Santa Maria teve impacto da distribuição de energia elétrica e gás natural e no comércio atacadista e varejista.

Cruz Alta teve bom desempenho de todo o comércio, principalmente o atacadista.

Lajeado obteve crescimento considerável na indústria de alimentos e bebidas e comércio de veículos automotores e motocicletas.

- Esse grupo de municípios tornou-se responsável por 20,6% do PIB gaúcho em 2014. – destaca o pesquisador da FEE.

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Banco Central projeta crescimento modesto do PIB gaúcho em 2017

10 de fevereiro de 2017 0

A economia do Rio Grande do Sul voltou a ter recuo. O IBC-RS é calculado pelo Banco Central. Teve queda de 0,9% no trimestre encerrado em novembro. Nos três meses anteriores, havia acumulado alta de 0,2%.

Veja o gráfico comparando com o indicador nacional:

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“A trajetória dos indicadores de demanda segue repercutindo os desempenhos modestos, mesmo com alguma recuperação na margem, dos mercados de trabalho e de crédito.”

O impacto negativo veio do setor industrial. Mas o indicador do IBGE trouxe o dado de que dezembro foi bom para as fábricas gaúchas, o que pode melhorar o indicador nas próximas medições.

A autoridade monetária divulgou nesta sexta-feira documento trimestral em que analisa economias regionais. Para o Rio Grande do Sul, reforçou projeção de crescimento modesto do PIB em 2017, citando: estabilidade na produção industrial, retração ainda no setor de serviços, crscimento da agropecuária, além de uma defasagem no mercado de trabalho com taxa de desemprego ainda elevada.

“Adicionalmente, projeta-se, no setor externo, suavização no processo de redução das importações e, no fiscal, a repercussão do baixo nível de atividade sobre as receitas estaduais, que deve impulsionar a renegociação das dívidas refinanciadas pela União.
Ressalte-se que este quadro poderá ser mais favorável à medida que os impactos do processo de ajuste em curso no país e da redução nas taxas de juros passem a incentivar efetivamente a atividade econômica.”

 

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Setor de serviços deixa PIB gaúcho "menos pior"

13 de dezembro de 2016 0

PIB

 

Pelo terceiro trimestre consecutivo, a economia gaúcha apresenta um desempenho menos pior que o nacional. Mas os dois tiveram retração do PIB.

Entre julho e setembro de 2016, o Produto Interno Bruto do Rio Grande do Sul teve uma redução de 1,7% em relação ao mesmo trimestre de 2015. Já o PIB do Brasil registrou uma redução de 2,9%.

Importante: O IBGE dá destaque sempre para a comparação com o trimestre imediatamente anterior: PIB caiu 0,8% no terceiro trimestre. A Fundação de Economia e Estatística não consegue fazer o ajuste sazonal que considera adequado e não divulga esta comparação mais. Faz a relação com o mesmo trimestre do ano anterior. No caso, o terceiro trimestre de 2015.

A queda do PIB do Rio Grande do Sul no terceiro trimestre de 2016 é a menor queda desde o segundo trimestre de 2015.

Setores

tabela pib

 

 

Conforme os dados divulgado pela FEE hoje, um dos diferenciais do Rio Grande do Sul foi a agropecuária. Foi o único com desempenho positivo (+2,1%), mas tem um peso reduzido no cálculo neste período. Cresceu principalmente pela contribuição da pecuária e do cultivo de laranja, destaque do trimestre na agricultura, mas com pequena participação na lavoura.

Segundo a FEE, o melhor desempenho da economia gaúcha, comparado ao do Brasil, decorre, principalmente, da retração menos acentuada dos serviços (-1,6% no RS; -2,2% no Brasil). O comércio diminuiu significativamente sua queda.

E, por incrível que pareça, o economista Roberto Rocha, coordenador do Núcleo de Contas Regionais, explica que:

- O melhor resultado da economia gaúcha em relação à nacional está associado com um melhor desempenho de seu mercado de trabalho.

A indústria gaúcha registrou queda (-4,6%) superior à brasileira (- 2,9%). Todos os quatro segmentos da indústria caíram no trimestre e, com exceção da extrativa, apresentaram queda maior do que no trimestre anterior. Em comparação com o Brasil, o único segmento que teve um resultado melhor foi o da construção civil, com queda de 1,4%, ante 4,9% na média nacional.

Tendência

Diretor técnico da FEE, Martinho Lazzari projeta:

- A tendência do PIB trimestral do Rio Grande do Sul aponta que terminaremos o ano de 2016 com uma queda um pouco menor que a do País. Apesar disso, ainda é prematuro prever quando a economia sairá da recessão.

 

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PIB caiu 0,8% no terceiro trimestre

30 de novembro de 2016 0

PIB

 

O Produto Interno Bruto caiu 0,8% no terceiro trimestre. A comparação é com o segundo trimestre e o IBGE já faz o ajuste sazonal. Atingiu R$ 1,580 trilhão.

É a sétima queda seguida. Além disso, intensificou o ritmo de queda.

Todas as variáveis consideradas no cálculo tiveram desempenho negativo:

Agropecuária -1,4%

Indústria -1,3%

Serviços -0,6%

Formação Bruta de Capital Fixo (Investimento) -3,1%

Consumo das famílias -0,6%

Consumo do governo -0,3%

 

Destaque negativo para a queda intensa no investimento. Chamado de FBCF, o indicador aponta o investimento das empresas.  Caiu 3,1% após ter crescido 0,5% no trimestre anterior. Com isso, despencou para o pior patamar em 13 anos.

Na indústria, houve crescimento de 3,8% na extrativa mineral, puxada pela extração de petróleo e gás natural. A indústria de transformação (-2,1%) e a construção (-1,7%) apresentaram queda. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou variação negativa de 0,2% no trimestre.

Nos serviços, transporte, armazenagem e correio (-2,6%), outros serviços (-1,0%), intermediação financeira e seguros (-0,6%) e comércio (-0,5%) apresentaram queda. Administração, saúde e educação pública (-0,1%) e atividades imobiliárias (0,0%) mantiveram-se praticamente estáveis no trimestre. Já a atividade de serviços de informação (0,5%) variou positivamente.

A despesa de consumo das famílias (-0,6%) caiu pelo sétimo trimestre seguido e a despesa de consumo do governo recuou 0,3%. No setor externo, as exportações caíram 2,8%, enquanto que as importações recuaram 3,1% em relação ao segundo trimestre de 2016.

 

3º trim 2015

Na comparação com o mesmo período de 2015, a economia brasileira recuou 2,9%. Nesta comparação, é a 10ª queda consecutiva.

 

12 meses

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB registrou queda de 4,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Sétimo resultado negativo seguido.

 

2016

Já no resultado acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB apresentou recuo de 4% em relação a igual período de 2015. É a maior queda para este período desde o início da série do IBGE, em 1996.

 

 

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Projetando 2017 - Infraestrutura e tecnologia receberão mais investimentos no Sul, mostra pesquisa da Deloitte

28 de novembro de 2016 0

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Infraestrutura e tecnologia. É onde estão os empresários mais otimistas aqui na Região Sul para 2017.

Isso apareceu no recorte local da pesquisa da Deloitte, que ouviu mais de 700 executivos no País. Os dados foram disponibilizados para o programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha.

Nestes segmentos, o investimento deve aumentar mais de 10% em 2017. Na média do Sul, o crescimento deve ser de 5%. Parece um número baixo, mas é muito positivo, considerando os dois anos ruins que a economia enfrentou agora.

- No geral, os empresários esperam um 2017 melhor ou, ao menos, que a economia não piore mais. – observa Marcelo Seixas, sócio-líder do escritório de Porto Alegre da Deloitte.

Outro dado é que 35% esperam aumentar o quadro de funcionários. E a intenção é contratar pessoas mais qualificadas.

São expectativas, mas é um bom sinal. Ainda mais que as empresas chegam a cogitar buscar financiamento por meio de IPOs, que é a abertura de capital para negociação em bolsa de valores.

Ouça entrevista no programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

 

 

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Prévia do PIB - Economia brasileira teve pequeno avanço em setembro

17 de novembro de 2016 0

Foi pequeno – bem pequeno – , mas a economia brasileira teve um avanço em setembro. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central apontou um crescimento de 0,15% sobre agosto. Já com ajuste sazonal.

Com isso, atingiu o patamar de 132,93. Ainda assim, só supera o resultado de agosto, que foi muito ruim.

As vendas do varejo caíram e o setor de serviços teve um resultado negativo. Mas o IBGE apontou avanço de 0,5% na produção industrial em setembro. Este desempenho permitiu o avanço do indicador.

O IBC-Br é considerado uma prévia do PIB. No acumulado de 12 meses, a queda é de 5,42%.

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Economia brasileira aprofunda recessão em agosto

20 de outubro de 2016 0

A economia brasileira aprofundou a recessão em agosto. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central apontou queda de 0,91% sobre julho, já com o ajuste sazonal.

Foi o segundo mês consecutivo de queda. E com este tombo, atingiu o menor patamar do ano, com 132,78 pontos.

O IBC-Br é considerado uma prévia do PIB, apesar de uma metodologia de cálculo um pouco diferente. Considera desempenho de setores da economia, que são divulgados pelo IBGE. E tivemos em agosto desempenhos negativos tanto em serviços (-1,6%), quanto na indústria (-3,8%) e no varejo (-0,6%).

O acumulado de 12 meses é de queda de 5,6% na economia brasileira.

 

Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

 

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Desempregado? Dez atitudes para gastar menos.

12 de outubro de 2016 1

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 
O mercado de trabalho é onde a crise mais resiste. No Brasil, atingimos 12 milhões de desempregos. Só no Rio grande do Sul, são 500 mil pessoas querendo trabalhar e não conseguem.

Está desempregado? O advogado e consultor financeiro Dori Boucault indica:

1- Fazer pagamentos à vista: Quando você quita um valor no momento da compra, tem mais noção de quanto dinheiro está gastando e não cai na armadilha do crédito. Cartão de crédito faz você pensar que tem um dinheiro que não existe. O dinheiro invisível é muito perigoso.
2- Chega de academia: Tranque a matrícula da sua academia e faça caminhadas, vá a parques ou use outros recursos caseiros.
3- Chega de fast food: O que você gasta pedindo comida ou indo até lanchonetes pode te assustar. Troque esse método por uma visita ao mercado. Por mais que os preços dos alimentos também estejam caros, os gastos ainda são menores.
4- Faça uma lista de compras: Antes de ir a qualquer lugar fazer compras, faça uma lista e não compre mais do que colocou. A lista ajuda a controlar o orçamento e não fará você ser levado pela sedução da compra.
5- Compare preços: Sempre que for realizar uma compra, compare os preços entre elas. Site, aplicativos e até mesmo ir ao local podem te ajudar.
6- Troque o carro pelo transporte público: Os gastos do carro são bem mais maiores do que transporte público. Além da gasolina, também tem os gastos com a manutenção. A bicicleta também é uma alternativa.
7- Corte gastos desnecessários: Sapatos, aparelho celular e outros itens podem esperar. A não ser que você realmente não tenha condições de realizar atividades sem, deixe para depois.
8- Use menos energia: Diminua o tempo de banho, de televisão e luzes ligadas.
9- Guarde dinheiro: Por mais que as contas estejam apertadas, com economia você vai ter uma renda a mais no final do mês. Guardar R$ 1 por dia já ajuda. Reserve o dinheiro que sobra.
10- Use suas habilidades: Para conseguir uma renda extra, faça “bicos”. Use seus talentos, como, por exemplo, costurar, cozinhar ou informática.

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Faxine as finanças - Educador financeiro diz que 25% do teu gasto vai em supérfluos

11 de outubro de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

 

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

 

 

*** 25% ***

Essa é a estimativa do quanto do que você gasta vai em supérfluos. Ou seja, coisas que poderiam ser cortadas da lista de despesas tranquilamente.

Presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, Reinaldo Domingos é taxativo:

- As pessoas sempre dizem que não têm mais onde reduzir os gastos, mas, depois quando fazem uma análise, observam que é possível.

Como descobrir onde cortar? Faça um diagnóstico da vida financeira por 30 dias. Anote tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas.

Tem uma grande chance de você ver um cenário bem diferente do que imagina.

Em vez de pegar o café da máquina, opte pelo café do refeitório. São só R$ 2 por dia? Dá uns R$ 40 por mês e quase R$ 500 por ano. E você nem deixa, na verdade, de tomar café.

Mas Domingos alerta:

- Não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia.

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Prévia do PIB volta a recuar em julho

19 de setembro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

 

 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central voltou a cair em julho. O IBC-Br é considerado uma prévia do PIB.

Foi uma pequena queda. O indicador recuou 0,09% sobre junho. Vem alternando avanços e recuos ao longo dos últimos meses.

Mercado estava esperando avanço do IBC-Br. Indústria e serviços tiveram aumento nos seus indicadores. Mas teve queda nas vendas no varejo, segundo os dados divulgados nos últimos dias pelo IBGE.

Na comparação com julho do ano passado: -3,45%.

No acumulado de 12 meses: -5,61%. A previsão do mercado é que o PIB feche 2016 com recuo de 3,15%. Está no relatório Focus divulgado nesta segunda-feira.