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Posts com a tag "emprego"

Desemprego é o maior em cinco anos para fevereiro na Região Metropolitana

26 de março de 2015 0
Foto: Diego Redel / Agencia RBS

Foto: Diego Redel / Agencia RBS

A taxa de desemprego subiu em fevereiro na Região Metropolitana de Porto Alegre para 4,7%. Houve alta na comparação com janeiro (3,8%) e em relação a fevereiro do ano passado (3,3%).

A pesquisa é do IBGE. Mostra ainda que é o maior desemprego registrado no mês desde 2010, quando a taxa ficou em 5,1%.

Porto Alegre teve ainda o maior aumento do País no número de desempregados: +24,2%. São estimadas 95 mil pessoas sem trabalho.

Houve corte de postos de trabalho na indústria, na construção e no comércio.

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Taxa de desemprego cai, mas menos pessoas estão trabalhando na Região Metropolitana

25 de março de 2015 0
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

A taxa de desemprego ficou em 5,9% na média de 2014 na Região Metropolitana de Porto Alegre. É a menor média anual dos 22 anos da pesquisa da Fundação de Economia e Estatística.

Só que, ao mesmo tempo, o nível de ocupação caiu e o rendimento médio do trabalhador ficou estável, após aumentos desde 2005. A ponderação é da pesquisadora Iracema Branco, da Fundação de Economia e Estatística.

- Esses resultados interrompem o desempenho positivo dos indicadores do mercado de trabalho regional, observado nos 10 anos anteriores. Nesse contexto, será que a menor taxa de desemprego em 2014 pode representar a melhor fase do mercado de trabalho?

A taxa de desemprego é calculada considerando apenas as pessoas que estão trabalhando ou que estão procurando emprego. Portanto, quando pessoas saem do mercado porque não querem trabalhar, a base do cálculo é menor.

- Quanto à demanda por trabalho, há indicativos de que a fase de crescimento contínuo do emprego, que foi o principal determinante para a redução da taxa de desemprego no período de 2004 a 2013, ficou para trás. De fato, o nível ocupacional, já em desaceleração desde 2011, contabilizou queda em 2014. Como a economia não cresceu, a maioria dos setores demitiu mais do que contratou. – acrescenta a pesquisadora.

Houve redução da força de trabalho de 2009 a 2012, relativa estabilidade em 2013 e retração de 2,7% em 2014. Foi a saída de 51 mil trabalhadores do mercado de trabalho.

- Essa redução da População Economicamente Ativa, sendo de maior magnitude do que a retração da ocupação (menos 38 mil ocupados), possibilitou a diminuição de 13 mil no contingente de desempregados e a consequente queda na taxa de desemprego, de 6,4% para 5,9%. Se não houvesse esse declínio da PEA e mantida a queda da ocupação, o resultado seria uma elevação na taxa de desemprego para 8,4% em 2014.

Comparando 2013 a 2014, houve saída do mercado de trabalho entre os jovens de 16 a 24 anos (menos 30 mil ou -8,6%) e adultos de 25 a 39 anos (menos 27 mil ou -3,7%). No entanto, houve aumento de 6 mil entre os que possuem 40 anos e mais.

Quanto à escolaridade dos que saíram, destaca-se que 43 mil possuíam, no máximo, o fundamental completo. Outros 11 mil tinham concluído o ensino médio ou estavam cursando o ensino superior.

E então: a proporção de jovens de 16 a 24 anos que somente estudam, na Região Metropolitana, aumentou de 23,9% (127 mil) em 2013 para 26% (133 mil) em 2014. O mesmo ocorreu entre os jovens que nem estudam e nem trabalham (nem-nem), cuja proporção subiu de 11,2% (60 mil) em 2013 para 12,6% (65 mil) em 2014.

- O cenário da economia brasileira e da gaúcha para 2015 não é de otimismo. Nessa situação, uma menor renda no âmbito familiar poderá desencadear o movimento de retorno desses jovens e de outros membros da família ao mercado de trabalho.

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Rio Grande do Sul é o sexto no ranking de trabalho infantil do País

25 de março de 2015 0
Foto: Rafaela Martins/Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins/Agencia RBS.

O Rio Grande do Sul fica em sexto lugar no ranking de maior proporção de trabalho infantil no País. Acima dele, somente Estados do Norte e do Nordeste.

1 – Rondônia (15,1%)
2 – Maranhão (10,7%)
3 – Pará (9,3%)
4 – Piauí (8,9%)
5 – Bahia (7,0%)
6 – Rio Grande do Sul (6,2%)

A pesquisa é de Marcos Winck Junior, da Fundação de Economia e Estatística, e considera crianças de 10 a 14 anos trabalhando em 2013. Lembra que a Constituição permite o trabalho, para a condição de aprendiz, de adolescentes a partir de 14 anos.

- A estrutura produtiva gaúcha é tratada como a principal explicação para esse fenômeno. A participação da agropecuária, setor tradicionalmente associado à maior incidência de trabalho infantil, é superior à média brasileira na economia gaúcha. Soma-se a isso ainda a maior dificuldade de fiscalização e monitoramento dessas atividades. Nesse sentido, combater a cultura do trabalho infantil no campo e ampliar o número de escolas de tempo integral, que reduzam o tempo ocioso das crianças, surgem como políticas públicas passíveis de serem adotadas. – pondera o pesquisador.

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FURG lança concurso com salário de até R$ 3,5 mil

17 de março de 2015 0

A Universidade Federal do Rio Grande fará concurso público para cargos da carreira técnico-administrativo em educação. O edital está publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira.

São sete vagas. Uma fica em São Lourenço do Sul e as demais, em Rio Grande.

Para nível técnico, a remuneração inicial é de R$ 2.071,59. Já para os cargos de nível superior é de R$ 3.491,95.

As inscrições serão realizadas das 9h do dia 01/04/2015 até as 23h59 do dia 15/04/2015. Devem ser feitas pela internet, no site www.progep.furg.br.

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Agropecuária e indústria calçadista puxam criação de empregos no Rio Grande do Sul

27 de fevereiro de 2015 0

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

Ao contrário do Brasil, o Rio Grande do Sul teve criação de vagas de trabalho em janeiro. Foi um saldo positivo de 8.338 empregos formais entre contratações e demissões. Os dados foram divulgados à tarde pelo Ministério do Trabalho.

No entanto, os resultados mais positivos foram em setores que tradicionalmente têm contratações em janeiro, ou seja, um efeito sazonal. Para se ter uma ideia, em dezembro, mês de Natal, o Rio Grande do Sul teve corte de quase 37 mil postos de trabalho.

Agropecuária respondeu por quase 7 mil novas vagas. Contrata porque é época de safra.

Em segundo lugar, está a indústria calçadista. Criou 2,5 mil postos de trabalho. Também é um comportamento de janeiro. Tanto que, nos últimos 12 meses, o saldo ainda é negativo com o corte de mais de 6,5 mil vagas.

O destaque negativo ficou com o varejo. Foram extintas 4,4 mil vagas. No período pós-Natal, sempre há dispensas. As efetivações também foram menores desta vez com a queda nas vendas.

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Pesquisa do IBGE aponta aumento do desemprego na Região Metropolitana

26 de fevereiro de 2015 0

A pesquisa do IBGE apontou alta do desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre em janeiro, quando foi de 3,8%. Em dezembro, estava em 3,6%.

O instituto, no entanto, chama a atenção para a comparação da taxa com janeiro do ano passado. Naquele mês, estava em 2,8%, o que representa um avanço de quase 40% na taxa de desemprego.

“Em doze meses, houve queda de 7,7% na população ocupada da indústria, na Região Metropolitana de Porto Alegre.” Isso representa um corte de 31 mil postos de trabalho.

O rendimento médio do trabalhador caiu. Ficou em R$ 2.139,90.

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

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Cai segurança do gaúcho em relação ao emprego

24 de fevereiro de 2015 1

Calculado pela Fecomércio-RS, o indicador que mede a segurança com relação à situação do emprego caiu 4,9% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2014, ficando em 124,4 pontos. O baixo crescimento econômico e a desaceleração do mercado de trabalho contribuem para abater o sentimento de segurança dos trabalhadores, segundo a entidade. A tendência de queda começou em meados de 2013, passou por um período de estabilidade e voltou a cair nos últimos três meses.

Ainda relacionada ao mercado de trabalho, a avaliação sobre renda também caiu. Recuo de 14,1% sobre fevereiro de 2014.

- A diminuição do fluxo de entrada de pessoas no mercado de trabalho ainda mantém o desemprego controlado, mas a baixa confiança de empresários e consumidores trazem um cenário de cautela à investimento e consumo. – avalia o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

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Prefeitura de Canoas abre concurso com salários de até R$ 10,7 mil

24 de fevereiro de 2015 15
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

A Prefeitura de Canoas abriu concurso para preencher 200 vagas, além de cadastro reserva. São três editais, que já estão disponíveis no site da Fundação La Salle, que vai organizar o processo. As inscrições já estão abertas.

Cargo/Ocupação de Nível Médio: Guarda Municipal – 30 + CR.
Carga Horária: 40h
Salário: de R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Médio: Técnico Municipal / Técnico Administrativo – 20 + CR;
Técnico Municipal / Técnico em Fiscalização – 30 + CR;
Técnico Municipal / Técnico em Trânsito e Transportes – 30+CR;
Técnico Municipal / Técnico em Condução e Operação de Veículos e Máquinas – 04+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Técnico: Técnico Municipal / Técnico Ambiental – 05+CR; Técnico Municipal / Técnico em Urbanismo e Edificações – 04+CR; Técnico Municipal / Técnico em Manutenção – 04+CR; Técnico Municipal / Técnico em Segurança do Trabalho – 01+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Superior: Analista Municipal I / Gestor Administrativo – 10+CR; Analista Municipal I / Gestor Contábil – Financeiro – 02+CR; Analista Municipal I / Nutricionista – 02+CR; Analista Municipal I / Psicólogo – 05+CR; Analista Municipal I / Profissional de Educação Física – 05+CR; Analista Municipal I / Biólogo – 02+CR; Analista Municipal I / Assistente Social – 05_CR; Analista Municipal I / Veterinário – 01+CR; Analista Municipal I / Bibliotecário – 02+CR; 10 Analista Municipal I / Gestor de Políticas Públicas – 05+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Ambiental – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Sanitarista – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Civil – 05+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Eletricista – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Agrônomo – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Mecânico – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Químico – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro de Tráfego – 02+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Cartógrafo – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro de Segurança do Trabalho – 01+CR; Analista Municipal II / Arquiteto Urbanista – 05+CR; Analista Municipal II / Geólogo – 01+CR; Especialista Municipal / Procurador Municipal – 10+CR; Especialista Municipal / Especialista de Políticas Públicas em Saúde – 02+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 3.887,40 a R$ 10.741,50

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Novos empregos formais pagam salários baixos

20 de fevereiro de 2015 0
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

A criação de empregos formais ficou concentrada em faixas de salários baixos. A constatação é da pesquisadora Maria Isabel Jornada, pesquisadora da Fundação de Economia e Estatística.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que, em 2013, o saldo entre contratados e demitidos no Brasil só foi positivo para as faixas de até 1,5 salário mínimo. Acima disso, houve corte de postos de trabalho.

- Os desligados, em média, um salário 8,1% maior do que o dos novos admitidos. Era R$ 1.186,17 contra R$ 1.097,64.

A pesquisadora da FEE chama atenção para outro aspecto mostrado no levantamento: o crescimento do emprego formal ocorre em faixas de escolaridade elevada. Parece uma contradição com os salários baixos.

- Essa aparente contradição entre salários de ingresso e nível de escolaridade pode expressar diversos processos, que vão desde a utilização clássica da rotatividade como instrumento para reduzir salários até a contratação pelas empresas de trabalhadores com formação escolar acima dos requerimentos de qualificação exigidos pelos postos. – pondera Maria Jornada.

Escolaridade

O mercado de trabalho com carteira assinada no País é composto em maior parte por trabalhadores com escolaridade igual ou superior ao ensino médio completo. Passou de 66% em 2012 para 67,5% em 2013.

Já os trabalhadores gaúchos estão abaixo da média dos brasileiros. Segundo o recorte da FEE, 63,4% deles têm, no mínimo, o ensino médio completo.

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Ministério do Trabalho triplica capacidade de fiscalizar sonegação de FGTS

11 de fevereiro de 2015 0

O Ministério do Trabalho triplicou a capacidade de fiscalizar a sonegação de FGTS pelas empresas. Faz parte do pacote de medidas que estão sendo anunciadas nesta quarta-feira para aumentar a arrecadação, disse o ministro Manoel Dias em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade.

- Vamos fiscalizar mais pequenos e médios municípios.

Com essa medida, projeta elevar em R$ 2,7 bilhões a arrecadação do FGTS. A este valor, somam-se mais R$ 2,6 bilhões que é o aumento na arrecadação previsto também com o combate à informalidade no mercado de trabalho. O ministro vai pressionar as empresas para que legalizem os funcionários. A meta é formalizar 400 mil trabalhadores.

- Já enviamos 500 mil correspondências para empresas.

O cruzamento de informações mostra locais onde há mais probabilidade de ter trabalhadores informais. Nestes lugares, a fiscalização será intensificada.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a taxa de informalidade é estimada pelo Ministério em 23,5%. O Estado é o terceiro com o menor indicador de informalidade, ficando atrás de São Paulo e Santa Catarina.

O Ministério do Trabalho tem 191 agentes de fiscalização no Rio Grande do Sul.
Ouça a entrevista completa ao programa Gaúcha Atualidade:

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