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Posts com a tag "emprego"

Cursos que mais colocam estagiários no mercado de trabalho do Rio Grande do Sul

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

O CIEE-RS divulgou o ranking dos cursos em que os alunos conquistam mais vagas em estágio. Direito e Pedagogia lideram o Ensino Superior com 20%.

O levantamento mostra crescimento do curso de Direito. Passou do quarto lugar em 2014 para o topo da lista em 2015.

Em todos os cursos e níveis, as mulheres predominam, ocupando 72% das oportunidades de estágio. Já os homens ficam com 28%.

Ranking Ensino Superior:
 
Direito e Pedagogia – 20%
Administração – 17%
Outros cursos – 15%
Engenharias – 6%
Educação Física – 6%
Ciências Contábeis – 4%
Comunicação Social – 4%
Informática – 3%
Psicologia – 3%
Arquitetura – 2%

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Universidade gaúcha cria bolsa de 50% para estudantes desempregados

09 de fevereiro de 2016 1

Quadro Fique de Olho no Destaque Econômico. Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

Foto: Ana Knevitz / Divulgação.

Foto: Ana Knevitz / Divulgação.

 

Adaptação na crise. Uma universidade gaúcha passou a oferecer bolsas para estudantes que estão desempregados e não conseguem pagar as mensalidades da graduação. Os estudantes da Feevale terão 50% de bolsa nas disciplinas matriculadas e pagarão os outros 50% no dobro do tempo de uso do benefício.  O Projeto Estudo e Renda foi lançado após aumento na taxa de cancelamento de rematrículas.

- Há aumento progressivo da taxa de pedidos de cancelamento de matrículas. As grandes justificativas dos estudantes para esses cancelamentos é a questão empregatícia. – comenta a reitora, Inajara Ramos.

Podem solicitar o benefício os estudantes que foram dispensados sem justa causa do emprego, entre 1º de maio de 2015 e 31 de janeiro de 2016.  O aluno poderá usar o benefício até conseguir um novo emprego com carteira assinada ou durante o período de seis meses, podendo prorrogar esse prazo por, no máximo, mais seis meses.

Os 50% restantes do valor das mensalidades começam a ser cobrados após o término do contrato.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Leitor pergunta se receberia seguro desemprego mesmo tendo um negócio próprio

03 de fevereiro de 2016 2

desemprego

Leitor Claudio Barbosa pergunta:

“Trabalho em uma empresa, mas sou dono de um negócio também. É como bico de fim de semana, mas tenho registro da empresa. Receberia o seguro desemprego já que também sou empreendedor?”

Advogada trabalhista Sonilde Lazzarin responde:

- Segundo o Ministério do Trabalho, quem tem uma empresa em seu nome, mesmo que ela esteja fechada e sem dar renda alguma, não pode receber o seguro desemprego. Só tem direito se fechar a empresa e tirar o seu nome do CNPJ antes da demissão. O fundamento do Ministério é artigo 3º da Lei do Seguro Desemprego, que diz que é preciso comprovar “não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família”, e que a condição de sócio de empresa ou MEI (Microempreendedor Individual) representaria um conflito com a regra legal. O CNPJ ativo é compreendido como possuidor de renda própria. Portanto, deixa de ser empregado e passa a ser empresário e, dessa forma, deixa de ter direito ao benefício do seguro desemprego. Desde 2015, o governo cruza os dados de quem pede seguro desemprego para saber se o CPF tem vínculo com algum CNPJ. Caso a pessoa seja sócia de empresa sem atividade, e, portanto, sem renda, poderá discutir judicialmente a questão.

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Indústria eólica pretende gerar 50 mil empregos em 2016

02 de fevereiro de 2016 2
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Em meio à crise, o setor eólico se destaca projetando criar 50 mil empregos no País em 2016. A previsão é da Abeeólica, associação do setor de geração de energia a partir do vento.

A previsão usa por base o crescimento do parque gerador de energia eólica nos próximos anos.

- Em 2016, vamos crescer em torno de 40% em relação a 2015. Nós geramos cerca de 15 postos de trabalho por cada megawatt instalado, e isso está dividido ao longo da cadeia de produção. – afirmou a presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum, ao programa Destaque Econômico.

O Rio Grande do Sul ficou fora dos maiores investimentos recentes, segundo Elbia, pela demora na liberação de licenças ambientais. Mas a presidente acredita que o Estado volte com mais força aos leilões de venda de energia eólica para o Governo Federal.

Atualmente, o Rio Grande do Sul fica em terceiro no ranking nacional de potência instalada. Mas fica em sétimo em potência em construção.

Ouça a entrevista completa com a presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum:

 

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Indústrias alertam para rápido crescimento do desemprego

28 de janeiro de 2016 0
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS

A velocidade do processo de deterioração do mercado de trabalho é que marcou o ano de 2015. O alerta é do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, que reúne representantes das principais indústrias do País.

O desemprego foi o maior em oito anos para meses de dezembro. O relatório foi divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE. Ainda ontem, pesquisa da FEE e Dieese apontou o primeiro crescimento da taxa de desemprego em 12 anos na Região Metropolitana de Porto Alegre.

O IEDI lembra que o declínio do emprego começou de forma tímida no segundo semestre de 2014. Só que avançou rapidamente ao longo do ano passado a ponto de haver perdas recordes.

“E as condições que levaram a isso permaneciam integralmente de pé na virada do ano, razão pela qual essa trajetória deve continuar nesse início de 2016.”

O mesmo vale para a massa real de rendimentos, base do consumo de bens agrícolas, industriais e de serviços. A queda foi de 5,2% no ano.

“e no último trimestre mostrou tendência clara de intensificação (-10,2%). Sinal de que os primeiros meses de 2016 poderão ser negativos para o varejo e para a compra de serviços no Brasil.” – analisa o Iedi.

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Desemprego tem primeira alta em 12 anos na Região Metropolitana de Porto Alegre

27 de janeiro de 2016 1

desemprego

A taxa de desemprego teve a primeira alta desde 2003 na Região Metropolitana de Porto Alegre. Passou para 8,7% em 2015.

No ano anterior, havia sido de 5,9%. Este avanço foi o mais intenso já verificado pela pesquisa, que começou a ser feita em 1993 pela Fundação de Economia e Estatística, Dieese, e FGTAS e considera também o emprego informal.

A variação representa um aumento de 56 mil desempregados no ano passado. O contingente estimado passou para 169 mil pessoas que estão em busca de trabalho e não conseguem.

“Esse resultado deveu-se à contração do nível ocupacional (31 mil pessoas) e ao ingresso de pessoas ao mercado de trabalho (25 mil).” – destaca a FEE.

A indústria de transformação cortou 11 mil empregos na Região Metropolitana. O comércio fechou 22 mil postos de trabalho e a construção civil, 6 mil. Aumento somente no setor de serviços, que abriu 6 mil vagas.

Renda

Outra má notícia veio da renda. O rendimento médio real dos trabalhadores teve redução acentuada em 2015, eliminando parte considerável dos avanços obtidos a partir de 2005. O recuo no ano passado foi de 8,1%. Passou para R$ 1.923.

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Agenda Econômica e Vagas de Trabalho 27.01

27 de janeiro de 2016 0

FGV divulga a Sondagem do Consumidor.

Banco Central divulga Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, além do Fluxo Cambial.

Ministério do Trabalho substitui anotações na Carteira de Trabalho pela emissão do cartão de registro profissional. Está no Diário Oficial da União.

Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ – apresenta o desempenho do setor de bens de capital mecânicos em 2015 e as perspectivas para 2016 .

Fee, Dieese e FGTAS divulgam os resultados de dezembro da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA).

Publivar/On realiza o Next, para discutir o papel da comunicação dentro da nova economia. O palestrante principal é Paulo Andreoli, CEO da MSL Group. Outro convidado é o gaúcho  Silvio Teitelbaum, professor associado da Fundação Dom Cabral (FDC) e Mestre em Administração na área de Comportamento Organizacional. Às 14h, no Hotel Laguetto Viverone Moinhos.

Comitê de Jovens Empreendedores da ACI de Novo Hamburgo promove happy hour para divulgar oficialmente os palestrantes do 4° Encontro CJE, que ocorre em abril.

Escola móvel da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) oferece oficinas gratuitas a veranistas e moradores de Imbé. Estacionada na Av. Beira-Mar ao lado do DAER.
A programação é completamente gratuita:

Dia 27: Sustentabilidade através de imagens, com Estúdio Rainer Telini.
Dia 28: Receitas Deliciosas, com a Superpan
Dia 29: Escolinha do Chimarrão, com a Schneider (Agas Kids)
Pet Day – um momento para o seu bichinho, com Pedigree e Whiskas
Dia 30: Receitas com Temper Cheese, com a Santa Clara

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Vagas

A Arauterm, empresa de caldeiras e aquecedores com sede em Cahoeirinha, está selecionando caldeireiros, soldadores e operadores de plasma. Recrutadores da empresa estarão hoje no Sine de Sapucaia do Sul, a partir das 8h30.
Candidatos à vaga de caldeireiro também devem ter experiência mínima de dois anos na função, curso de leitura e interpretação de desenho e traçado de caldeiraria, e dominar o corte de maçarico manual. O salário inicial é de R$ 6,50 a R$ 7,00 por hora.
Já para as vagas de soldador, a empresa procura por profissionais que saibam fazer a solda tubular, que tenham curso de soldagem (preferencialmente do Senai), conhecimento de regulagem da máquina de solda e experiência mínima de dois anos. Salário inicial de R$ 6,50 a R$ 7,00 por hora.

Bancos cortaram mais de 1 mil empregos no Rio Grande do Sul em 2015

25 de janeiro de 2016 0

desemprego

 

Os bancos cortaram 1.088 empregos no Rio Grande do Sul em 2015. Foi o terceiro pior resultado do País, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.

O levantamento é da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro. No País, 2015 terminou com quase 10 mil postos de trabalho a menos nos bancos.

A média salarial também baixou. O salário médio dos admitidos pelos bancos foi de R$ 3.550,19, contra R$ 6.308,10 dos demitidos.

Mesmo com maior escolaridade, as mulheres continuam ganhando menos. As 14.291 mulheres admitidas receberam, em média, R$ 3.158,29. O valor é 19% inferior à remuneração média dos homens contratados, que foi de R$ 3.909,25.

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Agenda Econômica e Vagas de Trabalho 25.01

25 de janeiro de 2016 0

Banco Central divulga relatório Focus, com previsões do mercado para a economia.

Ministério do Desenvolvimento divulga balança comercial.

FGV divulga o IPC-S, inflação para o consumidor do País.

Toma posse a diretoria da gestão 2016/2017 da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo (ACIST-SL). Liderada pelo empresário Leandro Hilbk (Vila Rica Negócios Imobiliários).

Termina inscrição para o curso de Especialização em Gestão de Projetos, promovido na Escola de Engenharia da UFRGS em parceria com o PMI-RS.

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Vagas:

Sine Sapucaia do Sul está com vagas para operadores de máquinas. Os recrutadores da empresa, que é de Porto Alegre, estarão lá a partir das 8h. São 40 vagas para moradores de Sapucaia do Sul.

A empresa exige que os candidatos sejam maiores de 18 anos, e tenham, pelo menos, seis meses de experiência como operador de máquinas. O turno de trabalho é das 15h às 23h, com salário de R$ 1,6 mil, além de 20% de insalubridade, vale-transporte, refeitório no local, assistência médica e odontológica, seguro de vida e cesta básica.

Rio Grande do Sul perdeu mais de 95 mil postos de trabalho em 2015

21 de janeiro de 2016 0

desemprego

O Rio Grande do Sul fechou 2015 com o corte de 95.173 empregos com carteira assinada. Os dados foram disponibilizados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho. Foi o quarto Estado que mais fechou vagas.

O número é o saldo entre as demissões e admissões feitas pelas empresas ao longo do ano. Em 2014, ano já complicado na economia, ainda tinham sido criados quase 24 mil postos de trabalho.

Dos oito setores em que a pesquisa se divide, somente dois tiveram resultados positivos. Confira os detalhes:

1 – Extrativa Mineral – Fechou o ano com 617 empregos a menos.

2 – Indústria de transformação – Pela grande participação na economia e pela intensidade que é afetado pela crise, cortou 53.239 empregos. Sendo que mais de 10 mil cortes ocorreram só na indústria mecânica. Em seguida, os piores resultados foram nos segmentos de material de transporte e metalurgia. A indústria calçadista, por sua vez, fechou 6,6 mil vagas.

3 -  Serviços Industriais de Utilidade Pública – Menos 459 vagas.

4 – Construção Civil – Setor que já vem sentindo os problemas na economia há algum tempo, encerrou 14.913 vagas. As construtoras estão pisando no freio em obras e adiando o início de novos projetos.

5 – Comércio - O comércio começou a sentir a crise depois da indústria. Mas já teve que lidar com a situação em 2015 e cortou 13.771 empregos. Houve demissões tanto no atacado quanto no varejo.

6 – Serviços - Era o mais resistente à desaceleração da economia. As demissões têm um forte impacto, devido à participação que o setor tem na economia. O setor cortou 13,506 empregos em 2015. Metade disso foi no segmento de Comércio e Administração de Imóveis.

Resultados positivos:

7 – Administração pública – Criou 173 vagas de trabalho.

8 – Agropecuária – Gerou 1.159 empregos com carteira assinada no ano passado.

Região Metropolitana X Interior

A Região Metropolitana de Porto Alegre fechou o ano com 48.547 empregos a menos. No interior do Estado, 46.626 vagas foram fechadas.

Dezembro

Só em dezembro, foram mais de 34 mil postos de trabalho cortados. Segundo o Ministério do Trabalho, os motivos foram entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e término das festas no final do ano.

Brasil

No total do Brasil, foram cortados 1.542.371 postos de trabalho com carteira assinada em 2015.

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