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Posts com a tag "emprego"

Agropecuária e indústria calçadista puxam criação de empregos no Rio Grande do Sul

27 de fevereiro de 2015 0

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

Ao contrário do Brasil, o Rio Grande do Sul teve criação de vagas de trabalho em janeiro. Foi um saldo positivo de 8.338 empregos formais entre contratações e demissões. Os dados foram divulgados à tarde pelo Ministério do Trabalho.

No entanto, os resultados mais positivos foram em setores que tradicionalmente têm contratações em janeiro, ou seja, um efeito sazonal. Para se ter uma ideia, em dezembro, mês de Natal, o Rio Grande do Sul teve corte de quase 37 mil postos de trabalho.

Agropecuária respondeu por quase 7 mil novas vagas. Contrata porque é época de safra.

Em segundo lugar, está a indústria calçadista. Criou 2,5 mil postos de trabalho. Também é um comportamento de janeiro. Tanto que, nos últimos 12 meses, o saldo ainda é negativo com o corte de mais de 6,5 mil vagas.

O destaque negativo ficou com o varejo. Foram extintas 4,4 mil vagas. No período pós-Natal, sempre há dispensas. As efetivações também foram menores desta vez com a queda nas vendas.

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Pesquisa do IBGE aponta aumento do desemprego na Região Metropolitana

26 de fevereiro de 2015 0

A pesquisa do IBGE apontou alta do desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre em janeiro, quando foi de 3,8%. Em dezembro, estava em 3,6%.

O instituto, no entanto, chama a atenção para a comparação da taxa com janeiro do ano passado. Naquele mês, estava em 2,8%, o que representa um avanço de quase 40% na taxa de desemprego.

“Em doze meses, houve queda de 7,7% na população ocupada da indústria, na Região Metropolitana de Porto Alegre.” Isso representa um corte de 31 mil postos de trabalho.

O rendimento médio do trabalhador caiu. Ficou em R$ 2.139,90.

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

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Cai segurança do gaúcho em relação ao emprego

24 de fevereiro de 2015 1

Calculado pela Fecomércio-RS, o indicador que mede a segurança com relação à situação do emprego caiu 4,9% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2014, ficando em 124,4 pontos. O baixo crescimento econômico e a desaceleração do mercado de trabalho contribuem para abater o sentimento de segurança dos trabalhadores, segundo a entidade. A tendência de queda começou em meados de 2013, passou por um período de estabilidade e voltou a cair nos últimos três meses.

Ainda relacionada ao mercado de trabalho, a avaliação sobre renda também caiu. Recuo de 14,1% sobre fevereiro de 2014.

- A diminuição do fluxo de entrada de pessoas no mercado de trabalho ainda mantém o desemprego controlado, mas a baixa confiança de empresários e consumidores trazem um cenário de cautela à investimento e consumo. – avalia o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

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Prefeitura de Canoas abre concurso com salários de até R$ 10,7 mil

24 de fevereiro de 2015 13
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

A Prefeitura de Canoas abriu concurso para preencher 200 vagas, além de cadastro reserva. São três editais, que já estão disponíveis no site da Fundação La Salle, que vai organizar o processo. As inscrições já estão abertas.

Cargo/Ocupação de Nível Médio: Guarda Municipal – 30 + CR.
Carga Horária: 40h
Salário: de R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Médio: Técnico Municipal / Técnico Administrativo – 20 + CR;
Técnico Municipal / Técnico em Fiscalização – 30 + CR;
Técnico Municipal / Técnico em Trânsito e Transportes – 30+CR;
Técnico Municipal / Técnico em Condução e Operação de Veículos e Máquinas – 04+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Técnico: Técnico Municipal / Técnico Ambiental – 05+CR; Técnico Municipal / Técnico em Urbanismo e Edificações – 04+CR; Técnico Municipal / Técnico em Manutenção – 04+CR; Técnico Municipal / Técnico em Segurança do Trabalho – 01+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 2.864,40

Cargo/Ocupação de Nível Superior: Analista Municipal I / Gestor Administrativo – 10+CR; Analista Municipal I / Gestor Contábil – Financeiro – 02+CR; Analista Municipal I / Nutricionista – 02+CR; Analista Municipal I / Psicólogo – 05+CR; Analista Municipal I / Profissional de Educação Física – 05+CR; Analista Municipal I / Biólogo – 02+CR; Analista Municipal I / Assistente Social – 05_CR; Analista Municipal I / Veterinário – 01+CR; Analista Municipal I / Bibliotecário – 02+CR; 10 Analista Municipal I / Gestor de Políticas Públicas – 05+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Ambiental – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Sanitarista – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Civil – 05+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Eletricista – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Agrônomo – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Mecânico – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Químico – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro de Tráfego – 02+CR; Analista Municipal II / Engenheiro Cartógrafo – 01+CR; Analista Municipal II / Engenheiro de Segurança do Trabalho – 01+CR; Analista Municipal II / Arquiteto Urbanista – 05+CR; Analista Municipal II / Geólogo – 01+CR; Especialista Municipal / Procurador Municipal – 10+CR; Especialista Municipal / Especialista de Políticas Públicas em Saúde – 02+CR.
Carga Horária: 40h
Salário: R$ 3.887,40 a R$ 10.741,50

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Novos empregos formais pagam salários baixos

20 de fevereiro de 2015 0
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

A criação de empregos formais ficou concentrada em faixas de salários baixos. A constatação é da pesquisadora Maria Isabel Jornada, pesquisadora da Fundação de Economia e Estatística.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que, em 2013, o saldo entre contratados e demitidos no Brasil só foi positivo para as faixas de até 1,5 salário mínimo. Acima disso, houve corte de postos de trabalho.

- Os desligados, em média, um salário 8,1% maior do que o dos novos admitidos. Era R$ 1.186,17 contra R$ 1.097,64.

A pesquisadora da FEE chama atenção para outro aspecto mostrado no levantamento: o crescimento do emprego formal ocorre em faixas de escolaridade elevada. Parece uma contradição com os salários baixos.

- Essa aparente contradição entre salários de ingresso e nível de escolaridade pode expressar diversos processos, que vão desde a utilização clássica da rotatividade como instrumento para reduzir salários até a contratação pelas empresas de trabalhadores com formação escolar acima dos requerimentos de qualificação exigidos pelos postos. – pondera Maria Jornada.

Escolaridade

O mercado de trabalho com carteira assinada no País é composto em maior parte por trabalhadores com escolaridade igual ou superior ao ensino médio completo. Passou de 66% em 2012 para 67,5% em 2013.

Já os trabalhadores gaúchos estão abaixo da média dos brasileiros. Segundo o recorte da FEE, 63,4% deles têm, no mínimo, o ensino médio completo.

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Ministério do Trabalho triplica capacidade de fiscalizar sonegação de FGTS

11 de fevereiro de 2015 0

O Ministério do Trabalho triplicou a capacidade de fiscalizar a sonegação de FGTS pelas empresas. Faz parte do pacote de medidas que estão sendo anunciadas nesta quarta-feira para aumentar a arrecadação, disse o ministro Manoel Dias em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade.

- Vamos fiscalizar mais pequenos e médios municípios.

Com essa medida, projeta elevar em R$ 2,7 bilhões a arrecadação do FGTS. A este valor, somam-se mais R$ 2,6 bilhões que é o aumento na arrecadação previsto também com o combate à informalidade no mercado de trabalho. O ministro vai pressionar as empresas para que legalizem os funcionários. A meta é formalizar 400 mil trabalhadores.

- Já enviamos 500 mil correspondências para empresas.

O cruzamento de informações mostra locais onde há mais probabilidade de ter trabalhadores informais. Nestes lugares, a fiscalização será intensificada.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a taxa de informalidade é estimada pelo Ministério em 23,5%. O Estado é o terceiro com o menor indicador de informalidade, ficando atrás de São Paulo e Santa Catarina.

O Ministério do Trabalho tem 191 agentes de fiscalização no Rio Grande do Sul.
Ouça a entrevista completa ao programa Gaúcha Atualidade:

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Rio Grande do Sul teve segundo pior impacto sobre o emprego da indústria brasileira

10 de fevereiro de 2015 0

O emprego nas indústrias do Rio Grande do Sul caiu 4,2% em 2014. Pelo peso no cálculo do indicador nacional, foi a segunda pior pressão para o resultado negativo na média do País, que ficou em 3,2%.

O pior impacto veio de São Paulo, mostra a pesquisa do IBGE. Lá, o emprego industrial recuou 4,3%. O Estado também tem o maior parque industrial do País.

Os piores desempenhos foram nos setores de produtos de metal (-7,3%), meios de transporte (-5,4%), máquinas e equipamentos (-5,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-7,2%), calçados e couro (-8,0%), vestuário (-3,4%).

O Rio Grande do Sul também fica em segundo lugar neste ranking negativo quando é considerado o número de horas pagas. As fábricas gaúchas reduziram em 5,3% ao longo do ano passado.

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Brasil já está pior do que estagflação, diz economista da USP

09 de fevereiro de 2015 1
Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

- Já está pior. Estamos com inflação e recessão. Temos a possibilidade em 2015 de ter uma queda no PIB. Pode chegar a um recuo de 2%.

Essa foi a resposta do economista e professor da USP Simão Davi Silber à pergunta se o Brasil estava em estagflação, um cenário de inflação sem crescimento da economia. Como principais causas, cita problemas no fornecimento de energia, água e o corte de investimentos da Petrobras.

Ouça a entrevista completa no programa Destaque Econômico:

Reflexos no dia a dia:

Como o brasileiro sente a crise?

- Já está sentindo dentro de casa, com o reajuste dramático no preço da água, da conta de luz, no transporte e na gasolina.

O que fazer?

- Controle de despesas. Colocar na ponta do lápis no dia a dia. Não é momento para se endividar. Além disso, dedicar-se ao máximo no emprego. É uma estratégia extremamente defensiva para esperar o furacão passar.

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Empresa contrata aposentados gaúchos para trabalhos de clientes ocultos

05 de fevereiro de 2015 1
Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS.

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS.

A Shopper Experience está contratando aposentados para trabalhos de clientes ocultos, quando a pessoa se passa por consumidor para avaliar serviços. Para este contrato, o objetivo é avaliar o atendimento prestado à terceira idade nos postos da Previdência Social.

Hoje, são 20 vagas e tem que ser beneficiário do INSS. A visita é remunerada por avaliação. Neste caso, é R$ 65.

Os interessados em fazer a inscrição devem enviar um e-mail para contato@secretshopper.com.br com o título APOSENTADOS.

No entanto, a Shopper Experience tem um núcleo onde os aposentados ficam cadastrados. É chamado de Peritos da Terceira Idade. Os clientes ocultos com mais de 60 anos são cada vez mais requisitados conforme a população envelhece e as empresas precisam atender melhor estes consumidores.

- A empresa tem uma base com mais de 80 mil pessoas que atuam como clientes secretos, sendo 5% da terceira idade. Começamos a observar que nos relatos de atendimento desses pesquisadores palavras como invisível e descaso se repetiam, ou seja, o atendimento ao idoso está sendo negligente e desrespeitoso. – conta Stella Susskind, presidente da Shopper Experience.

O consumo da terceira idade é similar aos demais, mas há demandas específicas. Stella cita a numeração em roupas.

- Nem todos os clientes enxergam as etiquetas e isso pode ser constrangedor. O ideal é que o vendedor, delicadamente, mencione as especificações da peça.

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Rio Grande do Sul tem segundo pior impacto sobre recuo do emprego industrial no País

15 de janeiro de 2015 0

O Rio Grande do Sul tem o segundo pior impacto sobre o recuo do emprego industrial no País. O nível nas fábricas gaúchas acumula recuo de 4,3% de janeiro a novembro de 2014.

O principal impacto vem de São Paulo. A queda é a mesma do Rio Grande do Sul, mas o parque industrial paulista é maior e tem peso mais elevado no cálculo do IBGE.

No Rio Grande do Sul, a queda no emprego na indústria vem sendo pressionada pelos segmentos de máquinas e equipamentos (-11,8%), meios de transporte (-9,9%), calçados e couro (-5,1%), produtos de metal (-6,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-11,6%) e metalurgia básica (-13,8%).

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