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Posts com a tag "energia"

Conselho de Defesa Econômica aprova compra da AES Sul

08 de agosto de 2016 1
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade do capital social da AES Sul pela CPFL Energia. O despacho é da Superintendência-Geral do Cade e está publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A operação de compra da AES Sul foi anunciada ao mercado pela CPFL Energia na metade de junho. O valor anunciado para o negócio foi de R$ 1,698 bilhão.

A AES Sul atua como distribuidora de energia elétrica no Rio Grande do Sul. Atende 118 cidades do Estado, na Região Metropolitana e Centro-Oeste. São 1,3 milhão de clientes. Residências e comércio respondem por 44% do volume de energia.

Concluída, a operação consolida a posição de liderança do Grupo CPFL no segmento de distribuição de energia elétrica no Brasil. Hoje, detém 13% do mercado nacional de distribuição. Com a compra da AES Sul, alcançará 14,3%.

Com o negócio, a CPFL Energia será responsável por fornecer energia para 382 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. A RGE (Rio Grande Energia) também é distribuidora do grupo.

O nome será alterado. A CPFL não poderá seguir usando AES no nome.

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Frio faz consumo de energia disparar nas residências gaúchas

03 de agosto de 2016 1
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

 

O frio rigoroso fez o consumo de luz disparar nas residências do Rio Grande do Sul. Foi um aumento de 9,7% em junho, na comparação com o ano passado. Eletrodomésticos para aquecer o ambiente são os “culpados”.

O dado surpreendeu a Empresa de Pesquisa Energética, que faz o acompanhamento do setor. Vai contra a retração na economia, que afeta a renda das famílias, e queda na intenção de compra de bens duráveis grandes consumidores de energia, conforme pesquisa da Confederação do Comércio.

“O crescimento do consumo observado nos últimos meses tem sido, principalmente, atribuído à influência da temperatura, e ao afrouxamento das medidas de redução do consumo adotadas pelas famílias nos meses anteriores fruto do choque tarifário ocorrido no ano passado.”

Leia também: Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

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Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

02 de agosto de 2016 13

 

Foto: Agência RBS.

Foto: Agência RBS.

 

A conta de luz é uma das principais despesas fixas da família brasileira. Segundo o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia e da RGE, Luiz Carlos Lopes Júnior, a fatura média de energia elétrica de uma residência fica em R$ 76,80.

- Segundo a Empresa de Pesquisa Energética, o consumo médio de uma residência brasileira é de 160 kWh/mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica calcula uma média brasileira de R$ 0,48 reais por quilowatt-hora. Sem impostos.

 

Como reduzir?
*** Checar a potência dos eletrodomésticos e eletroeletrônicos que você tem na sua residência, o que está disponível no próprio aparelho. Selo PROCEL e Etiqueta do Inmetro ajudam a identificar o equipamento que consome menos energia e é mais eficiente.
*** Pegar uma calculadora e seguir o exemplo:

TV LCD de 42”, cuja potência é de 250 watts (250 W). Multiplicar pelo número de horas e de dias de uso durante um mês. Se ligamos a TV apenas no horário de pico (entre 18h e 21h) e todos os 30 dias, chegaremos ao consumo de 22.500 W.

Para chegar à quantidade de energia consumida em kWh/mês, dividir 22.500 W por 1.000. Portanto, uma TV LCD de 42”, com uso diário de 3 horas, representa um consumo final de 22,5 kWh/mês.

O cálculo final de quanto o aparelho representará, em média, na conta de energia elétrica, vai ser o resultado da multiplicação do consumo (já em kWh/mês) do aparelho pela tarifa de energia da distribuidora da sua cidade. Para saber a sua tarifa com impostos, basta pegar uma fatura recente e dividir o consumo de energia pelo valor da conta.

- Por exemplo, um consumidor que reside em uma das 255 cidades do Rio Grande do Sul atendidas pela Rio Grande Energia tem tarifa de R$ 0,41 por kWh/mês, sem impostos. No exemplo da TV, este aparelho representará R$ 9,22 na conta de luz. – acrescente o gerente da RGE.

Abaixo, uma tabela com sete eletrodomésticos bastante usados. Fonte: RGE.

 

tabela rge

 

CPFL_Ilustra Consumo

 

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CPFL Energia fecha acordo para compra da AES Sul por R$ 1,7 bilhão

16 de junho de 2016 3
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

A CPFL Energia fechou acordo para compra da AES Sul. A negociação com a AES Guaíba e a americana AES Corporation ficou em R$ 1,7 bilhão pela distribuidora.

Haverá ajuste de preço ainda. Mas a AES Corporation informa que a operação deverá ser concluída no segundo semestre de 2016.

A aquisição ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de credores da AES Sul. O negócio também será discutido em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da CPFL, na qual os controladores se comprometeram a votar favoravelmente à transação.

A AES Sul atua como distribuidora de energia elétrica no Rio Grande do Sul. Atende 118 cidades do Estado, na Região Metropolitana e Centro-Oeste. São 1,3 milhão de clientes. Residências e comércio respondem por 44% do volume de energia.

Quando concluída, a operação consolidará a posição de liderança do Grupo CPFL no segmento de distribuição de energia elétrica no Brasil. Hoje, detém 13% do mercado nacional de distribuição. Com a compra da AES Sul, alcançará 14,3%.

Após a conclusão do negócio, a CPFL Energia será responsável por fornecer energia para 382 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. A RGE (Rio Grande Energia) também é distribuidora do grupo.

O nome será alterado. A CPFL não poderá seguir usando AES no nome.

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Tarifa de energia da RGE ficará mais barata

14 de junho de 2016 2
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou redução na tarifa de energia elétrica da Rio Grande Energia (RGE). O reajuste negativo entra em vigor no dia 19, próximo domingo.

Segundo a Aneel, o impacto para consumidores residenciais será de queda de 7,01%. A média entre todos os consumidores é -7,51%.

Alta Tensão em média (indústrias) : -8,21% 

Baixa Tensão em média: -7,03% 

A distribuidora atende 1,4 milhão de consumidores. Ficam em 262 municípios das regiões Norte e Nordeste do Rio Grande do Sul. Destaque para Passo Fundo e Caxias do Sul.

A AES Sul também teve redução de tarifa: Tarifa de energia ficará menor para clientes da AES Sul

A agência reguladora, ao calcular o reajuste, considera a variação de custos da prestação do serviço. Leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, além dos encargos setoriais. Os custos da distribuição são atualizados pelo indicador de inflação IGP-M.

Bandeira

Outro alívio para o bolso do consumidor é que a bandeira tarifária para junho segue verde. Com isso, não haverá cobrança extra na conta de luz do consumidor. O mecanismo foi criado para repassar todos os meses o custo da geração de energia.

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Prédio com placas solares vai gerar metade da energia consumida por cooperativa

16 de maio de 2016 1
Fotos: Divulgação.

Fotos: Divulgação.

 

R$ 300 mil foi o valor a mais investido pelo SICOOB Ecocredi no prédio que está inaugurando nesta segunda-feira em Três Coroas para produzir energia solar. Elevou o aporte financeiro na obra em 30%, mas a direção espera recuperar este investimento em sete anos, economizando 50% da conta mensal de energia.

- São 184 placas fotovoltaicas. Geram em média 69.030 kWh/ano. O equipamento é importado, mas a empresa responsável pelo projeto é de Porto Alegre. A EPI Energia Projetos e Investimentos. – informa o presidente do SICOOB Ecocredi, Analdo Moraes.

O prédio tem ainda outras iniciativas na área da sustentabilidade. A iluminação do complexo irá explorar ao máximo a luz natural. Também as janelas foram dimensionadas e posicionadas para possibilitar o que chamam de ventilação cruzada.

E tem mais para reduzir o impacto ambiental: Formas plásticas reduzem o consumo de madeira e blocos de concreto leve aumentam o isolamento térmico das salas. Já estão sendo instalados equipamentos que reduzirão o consumo de água e o elevador terá uma tecnologia diferenciada para menor consumo de energia.

 

formas plastico

 

Leia mais: Equipamento para gerar energia solar em residências parte de R$ 10 mil

Custo e falta de incentivo atrasam energia solar no Brasil

 

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Equipamento para gerar energia solar em residências parte de R$ 10 mil

11 de maio de 2016 3
Fotos: Divulgação ABSOLAR.

Fotos: Divulgação ABSOLAR.

 

Com R$ 10 mil, já é possível instalar em residências o sistema necessário para gerar energia solar. A projeção é do presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Rodrigo Sauaia.

Segundo ele, uma casa padrão para quatro pessoas exige um investimento de R$ 15 mil a R$ 25 mil. O valor aumenta para comércios e indústrias.

- O retorno do investimento fica entre seis a 12 anos. – complementa Sauaia.

Para quem está interessado, a ABSOLAR explica que o primeiro passo é pegar uma fatura de energia e buscar empresas especializadas nos equipamentos para geração de energia solar. Com as propostas e orçamentos em mãos, decide-se qual o investimento que será feito.

- O tipo de placa solar depende uma avaliação. Pode ser melhor colocar no telhado ou no pátio.

A comunicação com a concessionária de energia é feita pela empresa responsável, que tem engenheiros especializados.

 

solar 2

 

 

Brasil

A geração de energia solar no Brasil tem legislação recente e tende a crescer. O presidente da associação, Rodrigo Sauaia, lista os pontos positivos para captação solar no País:

- Excelente recurso solar
- Bem distribuído
- Boa correspondência entre recurso e demanda
- Complementaridade com outras fontes renováveis (hídrica, eólica e biomassa)

Estima-se que a geração de energia a partir do sol cria 30 empregos diretos por megawatt instalado. Mais 3,1 indiretos por cada emprego direto.

- A geração de emprego nessa área está relacionada a postos de trabalho que exigem qualificação técnica e até de ensino superior.

Rio Grande do Sul

Apesar de não ser a região mais ensolarada do Brasil, o Rio Grande do Sul já é o terceiro Estado do País em micro e pequena geração de energia solar.

Ouça entrevista do programa Destaque Econômico:

 

 

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Cresce temor de fechamento de usina que emprega 2,4 mil pessoas em Charqueadas

05 de maio de 2016 4

Sindicato dos Mineiros e Copelmi foram comunicados da intenção da Tractebel de fechar a UTE Charqueadas. A afirmação é do secretário Estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker.

A usina emprega 2,4 mil pessoas. Cresce o temor do impacto econômico e social do possível fechamento, que não é confirmado oficialmente pela Tractebel.

Nesta semana, políticos estiveram em Brasília para reunião com Ministério de Minas e Energia e Aneel. A ideia é pressionar a empresa a manter a UTE Charqueadas funcionando até 2017 para, ao menos, encontrar uma alternativa para a manutenção dos empregos.

- Faço um apelo à empresa para que os prazos anteriormente acordados sejam mantidos, dando tempo para que a comunidade regional possa se organizar e para que alternativas possam ser encontradas. – declarou o secretário Redecker.

Informa que estão em busca de um investidor. Operando desde 1962, a usina de energia térmica tem que se adequar a normas da Aneel com critérios de eficiência. Em fevereiro, foi autorizada a reduzir a potência instalada.

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Indústrias do Rio Grande do Sul pagam a maior tarifa de gás do País

26 de abril de 2016 0
Foto: André Schröder / Especial.

Foto: André Schröder / Especial.

 

As indústrias do Rio Grande do Sul reclamam que estão pagando a tarifa de gás natural mais alta do País. Em janeiro, houve reajuste de 8,57% e, segundo a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia, houve redução de 26% nos preços do gás boliviano.

O preço do gás é usado na composição da tarifa, que inclui também a margem de distribuição da Sulgás. A ABRACE questionou a Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul sobre a composição de contrato dos custos do gás natural que compõem a tarifa repassada aos consumidores.

- Para algumas empresas associadas, o aumento na tarifa tem provocado a redução de produção industrial. Além de prejudicar o setor produtivo, as altas tarifas parecem fazer pouco sentido em um momento em que o mundo vê baixar o preço do petróleo e do gás natural. A Região Sul é abastecida, prioritariamente, por gás natural boliviano, cujos preços têm caído significativamente no último ano. – argumenta o presidente da entidade, Paulo Pedrosa.

A Secretaria de Minas e Energia afirma estar buscando uma alternativa para evitar dois reajustes anuais das tarifas da Sulgás, o que vem acontecendo desde a sua criação. Além disso, está identificando qual o melhor modelo tarifário para fazer o acompanhamento dos preços.

Já segundo a Sulgás, o consumo não térmico de gás natural não está caindo. Diz que aumentou em março. A distribuidora também argumenta que não pratica dois aumentos ao ano para seus clientes.

 


 

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Liberada licença para fábrica de torres eólicas em Santa Vitória do Palmar

26 de abril de 2016 0

A Fepam emitiu licença de operação para o início das atividades da fábrica de torres eólicas da Acciona Windpower Brasil. Fica junto ao Complexo Eólico de Santa Vitória do Palmar.

A empresa assinou contrato com a holding de geração de energia Atlantic Energias Renováveis. Contempla a fabricação e venda de aerogeradores. São 51 turbinas.

Os aerogeradores serão instalados sobre torres de concreto de 120 metros de altura. A Acciona Windpower firmou também um contrato pelo qual se encarregará da operação e manutenção das turbinas por 15 anos.