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Posts com a tag "fábrica"

Celulose Riograndense corta produção em Guaíba

12 de maio de 2017 0
Foto: Daniel Andriotti/CMPC / Divulgação.

Foto: Daniel Andriotti/CMPC / Divulgação.

 

A fábrica de Celulose Riograndense está reduzindo produção em Guaíba. Procurada, ainda não passou detalhes do corte, como extensão e motivos. Uma reunião será realizada no início da tarde na empresa, que é da chilena CMPC.

Em fevereiro,  um forte barulho na fábrica assustou moradores de Guaíba. Foi provocado por um procedimento feito após uma mangueira de uma das caldeiras furar. Foi feita uma parada emergencial, informou a Celulose Riograndense na época.

Pesquisa do IBGE divulgada nesta semana apontou queda na produção industrial do setor no Rio Grande do Sul. Segundo o levantamento, a fabricação de celulose e papel caiu 25,2% em março na comparação com o mesmo período do ano passado. Foi a principal pressão negativa sobre o desempenho total da indústria gaúcha. A pressão veio do corte na produção de celulose (pastas químicas de madeira), segundo o IBGE. O resultado chegou a pressionar o resultado do primeiro trimestre inteiro da indústria gaúcha.

Em dezembro, o presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, disse que a empresa atingiria capacidade plena de produção em 2017: Celulose Riograndense atinge produção plena na fábrica de Guaíba. É 1,8 milhão de toneladas. A fábrica foi ampliada com um investimento de US$ 2,5 bilhões, considerado o maior investimento privado já feito no Rio Grande do Sul.

* Post sendo atualizado. Acompanhe.

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Marca de calçados de Igrejinha abrirá mais de 300 franquias

17 de abril de 2017 3

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Já falamos bastante da nova fábrica da Usaflex:

Usaflex vai investir R$ 6,3 milhões em Parobé

Mas no Destaque Econômico desse domingo abordamos o que está gerando esta grande demanda: o investimento da empresa também no varejo. A Usaflex está com planos bem ambiciosos: alcançar 350 franquias em seis anos.

Segundo o diretor de Operações, atualmente são 35 unidades. Mas já há 57 contratos firmados, contou Marcelo Cavalheiro para a Rádio Gaúcha.

- Queremos fechar 2017 com 100 franquias. Sendo que começamos a atuar nesta área em dezembro de 2015.

As vendas da Usaflex estão “crescendo a dois dígitos” há cinco meses, diz o diretor. Mas a empresa não deixará de vender em lojas multimarcas. Só que as franquias têm desempenho melhor.

- Nas lojas multimarcas, vendemos R$ 2,5 mil por metro quadrado. Nas lojas Usaflex, vendemos entre R$ 4 mil e R$ 4,5 mil.

Ouça destalhes na entrevista de abertura do programa Destaque Econômico:

 

 

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Interditada linha de produção da Nutrella em Gravataí

03 de março de 2017 7

Foi interditada a linha de produção de pães da fábrica da Nutrella, em Gravataí. A medida foi tomada pela Superintendência do Ministério do Trabalho no Rio Grande do Sul. A suspensão ocorreu no dia 17.

Chefe da seção de segurança do trabalho do órgão, Sérgio Garcia disse que faltavam equipamentos de proteção e segurança em várias máquinas.

- Com isso, havia risco grave e iminente ao trabalhador. Nestes casos, não é dado prazo de adequação para a empresa. A interdição é imediata.

Mas Garcia explica que assim que a empresa informar que providenciou os ajustes, a fiscalização vai até a fábrica. Caso as medidas sejam suficientes para proteger os trabalhadores, a Nutrella poderá retomar a produção.

Supermercados consultados pelo Acerto de Conta$ relatam já desabastecimento. Produtos estão vindo de São Paulo, mas há falta de pães que são exclusivos para o mercado gaúcho.

A empresa foi comprada em 2008 pelo Grupo Bimbo. Entramos em contato e aguardamos um posicionamento da empresa sobre a situação.

A interdição preocupa os trabalhadores. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Panificação, Waldir Canibal, são 400 funcionários.

Há poucos dias, a Wickbold fechou a fábrica da Seven Boys em Porto Alegre. Isso provocou a demissão de 350 pessoas. O acordo entre sindicato e empresa foi aprovado em uma assembleia realizada ontem.

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Arteflex demite 250 pessoas e fecha fábricas no Rio Grande do Sul e Minas Gerais

02 de março de 2017 15

A Arteflex está anunciando o encerramento das atividades. Enviou aos funcionários um comunicado assinado pelo diretor-executivo, Evandro Kunst. Produz calçados de segurança e faz parte do grupo Artecola.

Com isso, serão fechadas duas fábricas. Uma fica em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, que tem 100 funcionários. A outra é em Itanhandu, Minas Gerais, com 150 trabalhadores. Todos estão sendo dispensados.

No comunicado aos funcionários, a empresa atribui à crise econômica. Continuarão trabalhando até o fim de março. Segundo a Arteflex, ainda há entregas de clientes para serem feitas. Depois, a Artecola vai concentrar os negócios na atividade química.

Trecho do comunicado aos funcionários:

“O cenário econômico brasileiro teve perdas na atividade industrial acima de 17% nos últimos três anos, o desemprego alcançou 12%, e o desempenho de nosso produto está intimamente conectado a esses indicadores. Em ambientes onde não há novas contratações e o foco é a redução de custos, o mercado torna-se extremamente restritivo para calçados de segurança de alta tecnologia, que eram nossa especialidade.

Em 2016, a Arteflex buscou diversas adequações para manter o nível de qualidade, produtividade e competitividade, ajustando a capacidade de produção/demanda. Nossos esforços, no entanto, não foram suficientes para mantermos o negócio economicamente viável.”

 

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Nota completa enviada pela empresa após ser procurada pelo blog Acerto de Conta$:

“Por decisão estratégica, as Empresas Artecola estão encerrando as atividades da Arteflex Maximinas Equipamentos de Proteção Individual, especializada na produção de calçados de segurança de alta tecnologia. O anúncio está sendo feito hoje (2/3) a todos os públicos envolvidos, nas unidades da empresa, em Novo Hamburgo (RS) e Itanhandu (MG).

A companhia decidiu concentrar suas operações na área química, origem de seus negócios, atuando através da Artecola Química. A empresa destaca que sair de um mercado é sempre uma decisão difícil, porém a responsabilidade com o futuro da organização deve se sobrepor, evitando problemas na sequência.

Uma equipe está trabalhando no processo de encerramento para gerenciar a produção dos últimos pedidos e finalizar a venda de ativos da Arteflex. Os cerca de 100 colaboradores em Novo Hamburgo e 150 em Itanhandu deverão seguir trabalhando até o final de março, cumprindo o aviso prévio. Todos os públicos envolvidos estão sendo orientados diretamente sobre os procedimentos para esta fase de finalização do negócio.”

 

Comunicado enviado aos funcionários:

 

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"Investidor tem que ser um pouquinho louquinho" - aconselha dono da Todeschini

27 de fevereiro de 2017 1

Quadro Serra de Negócios, no Destaque Econômico.

Por Babiana Mugnol (babiana.mugnol@rdgaucha.com.br)

 

Foto: Divulgação CIC Garibaldi.

Foto: Divulgação CIC Garibaldi.

 

Com 92 anos, José Eugênio Farina esbanja disposição como presidente do Conselho Consultivo da Todeschini, indústria moveleira com sede em Bento Gonçalves. Na década de 1970, quando adquiriu as ações da empresa e para assumir o comando da então fábrica de acordeões, foi ousado. Vendeu tudo que havia acumulado nos empregos anteriores, como diretor de metalúrgica.

- Sempre tinha a insegurança do País, mas o investidor tem que ser um pouquinho louquinho também. Tem que ser corajoso e acreditar em si mesmo. Fui arrojado, tive que vender tudo que tinha, inclusive, com consentimento da minha esposa, cheguei a vender o carro dela para comprar as ações. A única coisa que ficou foi a minha casa.

Quando ele terminou de pagar as ações, veio o incêndio que consumiu a então fabricante de instrumentos musicais. A empresa se reergueu das cinzas e acabou abandonando a fabricação de acordeão, mercado que sofria a concorrência das guitarras.

Foi a partir desta reviravolta que a Todeschini cresceu a ponto de Farina passar o controle para os filhos em função da velocidade de expansão, mas com a condição que o dono permaneceria na empresa.

- Disse que se não me deixassem participar, montaria uma fábrica de móveis para deixá-los para trás. – brinca o patriarca.

É justamente esta a receita da longevidade, segundo Farina:

- É participar desses investimentos. Você tem que ter o prazer do sucesso, esse é o maior remédio: ficar satisfeito e realizado. Você tem que ter idade, mas não ser velho. A cabeça tem que estar preparada para tudo que vier. -

Há quatro anos, a empresa pediu licença do Ibama para ampliação da fábrica de Bento Gonçalves, que dobraria a capacidade de produção. O conselheiro da família diz que este propósito continua, mas ainda vê o momento com cautela para dar largada ao investimento:

- Hoje estamos com autorização, mas ainda não reiniciamos o processo porque é uma época de pensar antes de grandes investimentos. Temos que sentir um pouco mais a garantia do País porque o investimento é muito grande. Estamos ainda querendo mexer com isso, mas com mais cuidado. Se tivéssemos tido a licença na época, já estaríamos até com a construção pronta.

O investimento em Bento Gonçalves era estimado em R$ 165 milhões.

 

 

Fábricas gaúchas cortam produção pelo segundo mês consecutivo

11 de janeiro de 2017 0

A produção industrial caiu no Rio Grande do Sul em novembro. Foi o segundo mês consecutivo de queda.

O recuo foi de 0,8% na comparação com outubro. O IBGE já faz o ajuste sazonal.

O índice acumulado de janeiro a novembro de 2016 apontou redução de 4,4%. Dez das 14 atividades investigadas tiveram queda na produção.

As principais influências negativas foram nas indústrias de produtos de fumo (-33,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,1%). Outras contribuições negativas relevantes vieram das atividades de móveis (-12,8%), de bebidas (-11,4%), de produtos de borracha e de material plástico (-8,4%).

Por outro lado, o impacto positivo mais importante sobre o total da indústria gaúcha foi observado no ramo de celulose, papel e produtos de papel (36,9%). É o impulso da ampliação da Celulose Riograndense, em Guaíba.

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Fábrica de ônibus demite 850 funcionários em Erechim

02 de setembro de 2016 22
Foto: Divulgação Comil.

Foto: Divulgação Comil.

 

A Comil demitiu cerca de 850 funcionários em Erechim. A empresa fabrica ônibus e tinha 1,8 mil trabalhadores na unidade.

Os funcionários estavam há alguns dias em licença remunerada. Estava sendo negociada uma alternativa com o sindicato, mas não chegaram a acordo.

A Comil divulgou nota dizendo que um processo de adequação da estrutura para a “nova realidade do mercado”. A produção seria retomada nesta sexta-feira, mas em turno reduzido.

Em três anos, as vendas de ônibus caíram mais de 60%. Além disso, houve aumento de custos, restrição de crédito e discussão de pagamento de veículos entregues ao Governo Federal.

Em janeiro, a empresa tinha fechado uma fábrica em São Paulo: Fabricante gaúcha de ônibus encerra operação em São Paulo

Produção da indústria brasileira teve avanço forte em junho

02 de agosto de 2016 0
Foto: Cristânia Kramatschek / Divulgação.

Foto: Cristânia Kramatschek / Divulgação.

 

A produção da indústria brasileira cresceu em junho. E foi um avanço forte para uma comparação mensal. Sobre maio, o aumento foi de 1,1%.

Foi o quarto resultado considerado positivo pelo IBGE. Segundo a pesquisa, o crescimento foi disseminado. Alcançou as quatro grandes categorias econômicas e 18 dos 24 ramos pesquisados.

Entre os setores, a principal influência positiva veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (8,4%). Isso intensificou a expansão de 5,5% verificada no mês anterior. Outras contribuições positivas importantes vieram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

Já os seis ramos com queda na produção, os desempenhos mais significativos foram produtos alimentícios (-0,7%); bebidas (-2,6%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,6%); e celulose, papel e produtos de papel (-2,0%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (2,1%), mostrou a expansão mais acentuada em junho de 2016. Foi a sexta taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 13,9% nesse período. Boa notícia, pois bens de capital são usados pelas indústrias para aumentar ou melhorar a própria produção. Podem indicar um efeito cascata positivo para o setor industrial.

Bens de consumo semi e não-duráveis (1,2%), bens de consumo duráveis (1,1%) e bens intermediários (0,5%) também cresceram. O primeiro eliminou a perda de 1,9% acumulada nos meses de abril e maio. O segundo registrou expansão de 7,2% nos dois últimos meses. Já o terceiro voltou a crescer, após recuar 0,5% no mês anterior.

Mas…

Os crescimentos ainda não anulam as retrações que já ocorrem há tempo no setor industrial. Na comparação com junho do ano passado, as fábricas estão produzindo 6% menos.

No acumulado do primeiro semestre, a queda ainda é intensa: -9,1% na produção da indústria brasileira. Queda ainda bem generalizada pelos setores pesquisados pelo IBGE.

 

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Chocolate artesanal saudável é aposta de tradicional fábrica da Serra Gaúcha

18 de julho de 2016 0

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O consumidor está mais exigente até no chocolate. Pela saúde e pelo paladar.

De olho nesse perfil, a Caracol Chocolates está apostando em uma linha de chocolates artesanais mais nutritivos. Tradicional fabricante de chocolates da Serra Gaúcha, a empresa criou também a linha Caracol Vita. Os produtos têm altos percentuais de cacau e outros ingredientes “do bem”.

Leia a reportagem completa no blog Lado Natureba: Chocolate artesanal saudável é aposta de tradicional fábrica da Serra Gaúcha

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Fábrica de bombas de petróleo encerra atividades em São Leopoldo

15 de julho de 2016 2
Foto: Reprodução site Bombas Geremia.

Foto: Reprodução site Bombas Geremia.

 

A Weatherford está encerrando as atividades na fábrica de São Leopoldo. A empresa produz bombas de exploração de petróleo.

A marca Bombas Geremia foi comprada em 2008. Pertencia agora ao grupo norte-americano Weatherford.

Comunicado enviado a fornecedores informa que as atividades na unidade serão encerradas em 31 de outubro. Depois disso, recebimento de materiais e notas fiscais ficarão com a fábrica de Caxias do Sul e Rio de Janeiro.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São Leopoldo, são 120 trabalhadores que serão dispensados. A entidade recebeu o aviso há pouco também e fará reunião com os funcionários na semana que vem.

Tentamos contato com a empresa.

 

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