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Posts com a tag "finanças pessoais"

Dicas para proteger o bolso do impacto da inflação

31 de maio de 2013 0

Foto: Julio Cavalheiro/Agencia RBS.

A inflação tira o poder de compra das pessoas. Principalmente, quando atinge alimentos e serviços, o impacto é direto no bolso. O dinheiro do consumidor vale menos no fim do mês.

O Indicador Serasa Experian de Educação Financeira mostrou que 49% da população não sabe quanto fechou em 2012 a taxa acumulada de inflação no Brasil. Para os economistas, o brasileiro conhece o fenômeno da inflação, mas têm dificuldades em compreender e administrar recursos e dívidas quando os preços sobem. O indicador também apontou que quanto mais pessoas da família são envolvidas nas decisões financeiras, maior o nível de educação financeira.

"Por isso, para controlar o orçamento mensal, a principal dica é se reunir com os outros integrantes da casa e anotar todos os produtos e serviços consumidos no mês, desde as despesas com aluguel e combustível até os pequenos gastos com o pão de queijo e o cafezinho na padaria, para comparar com o mês seguinte. Com isso, é possível saber o que sofreu ou não reajuste de preço no período e acordar entre todos o que precisa ou não ser cortado."

5 dicas para adaptar o orçamento aos tempos de inflação:

1ª Procure alimentos substitutos aos que estão subindo de preço. Por exemplo, o feijão por lentilha. Evite as frutas e verduras fora da estação. Não deixe nunca de pesquisar preços;

2ª Verifique quanto custa os serviços, peça desconto e racionalize os gastos. Adotar planos familiares de internet, celular e televisão a cabo podem ajudar a economizar;

3ª Cuidado com o cartão de crédito, o cheque especial e compras financiadas. A tendência é de alta nos juros;

4ª O cartão de crédito também tem serviços parceiros que oferecem descontos (cinemas, escolas, restaurantes, assinatura de jornais). Aproveite;

5ª Os remédios estão mais caros. Procure comprar os genéricos e informe-se sobre descontos que as farmácias dão a determinados planos de saúde e laboratórios. Além disso, alguns laboratórios oferecem descontos de até 50% para remédios de uso contínuo, mas é preciso fazer um cadastro no site da empresa. Vá no site do fabricante ou entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente.

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Leia também: Orientações para endividados e dicas para investidores

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Dica da Semana - Livro: Lado negro da indústria das finanças pessoais

06 de janeiro de 2013 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Livro: Pound Foolish: Exposing the Dark Side of the Personal Finance Industry

Autora: Helaine Olen

Foto: Reprodução site Amazon.


Recomendado pelo educador financeiro André Massaro:

"O mundo das finanças pessoais é cheio de armadilhas. Existem muitos gurus por aí vendendo a fórmula de enriquecimento rápido, dicas de investimento infalíveis e de baixo risco, produtos financeiros muito bons - mas que são bons para quem vende e não necessariamente para quem compra-,...

E isso não é um problema só no Brasil. É um problema mundial. A minha dica é de um livro que foi lançado agora nos Estados Unidos e é uma espécie de livro-denúncia sobre finanças pessoais. Mostra os conflitos de interesse, as armadilhas e os golpes usados para pegar o consumidor.

Mostra o mundo das finanças pessoais por um ponto de vista ao qual não estamos muito acostumados."

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Acertando as conta$ em 2013

01 de janeiro de 2013 0


Enquanto a economia mundial segue aos tropeços, aproveite 2013 para cuidar da casa. Ou melhor, das finanças da casa.

Comece olhando o que aconteceu em 2012: os juros caíram, o endividamento aumentou, a inadimplência não cedeu e a poupança mudou. Agora, mão na massa:

Plano financeiro

O educador financeiro André Massaro, que colaborou bastante com o Acerto de Conta$ no ano passado, sugere três "sub-planos":

- Plano de reorganização financeira - Cuide das dívidas, faça planilhas de controle e viva dentro do dinheiro que ganha no mês. Para começar: "Fique um mês, APENAS UM MÊS, vivendo absolutamente dentro de suas possibilidades, não gastando mais do que ganha e não fazendo novas dívidas. Faça um orçamento e use-o para quebrar o ciclo do endividamento, e encare como se fosse uma espécie de “AA financeiro” (“um dia de cada vez”)." - sugere Massaro.

- Plano de investimentos/aposentadoria - Faça um cronograma de investimentos - de preferência, mensal - e um valor a ser investido - preferencialmente, um percentual da renda mensal, como 10%. Se é um investidor inexperiente, o ideal é começar pelos instrumentos de renda fixa, como Tesouro Direto, CDBs ou mesmo a poupança. Desenvolva o hábito.

- Plano de aumento de renda - É uma forma de acertar as contas sem diminuir a qualidade de vida. Só que aumentar a renda tende a exigir um aprendizado. Massaro sugere então planejar estudos.

Primeiro milhão

Que tal começar a tomar providências para alcançar o primeiro R$ 1 milhão? O educador financeiro Mauro Calil sugere que se destine, no mínimo, 10% da renda mensal para investimentos. Menos dinheiro, mais tempo para alcançar a meta. Importante: é importante tirar a inflação do rendimento para manter o poder de compra do dinheiro. Calil disponibiliza a Calculadora do primeiro milhão.

Onde investir?

Abaixo, os tipos de investimento que mais tenho escutado de especialistas:

- Títulos atrelados à inflação - Foram destaque no ano passado com queda no juro e aumento de preços. Protegem o poder de compra do dinheiro. Tem os títulos do Tesouro Direito (NTN-B), fundos que compram esses títulos e debêntures de empresas vinculadas ao IPCA, índice oficial de inflação do País.

- Fundos imobiliários - Ganharam espaço e estão nas indicações para 2013. A bolsa de valores tem um índice que mede o desempenho dos mais negociados e apontou valorização de cerca de 30%. É isento de Imposto de Renda, o que é importante principalmente no longo prazo.

- Ações - A economia mundial está aos tropeços e as bolsas reagem a cada percalço. Mesmo assim, são indicadas no longo prazo, mas exigem atenção do investidor na escolha das ações. Quais empresas e segmentos se dão bem mesmo com a economia em crise? A renda continuará fortalecendo consumo? Bom para o varejo. Educação será demandada? Favorece empresas de educação. Cairá a inadimplência e bancos acharão novos mercados para compensar redução de spreads? Vai elevar ações de instituições financeiras. Estes são apenas alguns exemplos...

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Dica da Semana - Livro: Os Segredos da Mente Milionária

09 de dezembro de 2012 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Livro: Os Segredos da Mente Milionária
Autor: Eker, T. Harv
Editora: Sextante



Dica do educador financeiro Leandro Rassier.

"É um livro muito bacana e que até mudou minha maneira de pensar em relação ao dinheiro e à vida. Como o nome diz, é o segredo de uma mente milionária e não de uma pessoa milionária.

Mostra a importância da maneira de pensar e o reflexo disso nas finanças. Por exemplo, ele desmistifica o motivo pelo qual algumas pessoas estão fadadas a serem ricas e outras, destinadas a uma vida de dureza. Fala ainda que, se o modelo financeiro que existe no subconsciente não estiver programado para o sucesso, nada que a gente aprende vai ter importância.

Faz a gente pensar nos nossos modelos financeiros e trazê-los para o dia a dia. É uma reflexão sobre nossas atitudes e nossa vida financeira."

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Personagens de contos de fada ensinam sobre vida financeira

18 de novembro de 2012 1

O educador financeiro Reinaldo Domingos falou ao Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, sobre a importância da independência financeira das mulheres. É autor do livro "Eu mereço ter dinheiro", que usa personagens de contos de fadas para analisar o comportamento financeiro das brasileiras. Ouça:

Entrevista Reinaldo Domingos.



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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Dia Internacional da Poupança: Já começou a guardar dinheiro?

31 de outubro de 2012 0


Hoje é o Dia Internacional da Poupança. É uma referência a guardar dinheiro de alguma forma e não necessariamente aplicá-lo na caderneta de poupança. Só um terço dos brasileiros faz uma reserva, enquanto especialistas aconselham poupar 20% da renda mensal.

É importante para o futuro, para aposentadoria. Com os investimentos rendendo juros menores, a própria poupança perdendo para a inflação e perspectivas ruins para a aposentadoria, deve-se guardar uma parcela do dinheiro hoje para manter-se mais tarde.

Sem falar na necessidade de reverter a cultura do endividamento, quando o brasileiro assume dívidas para consumir antes. Enquanto, pode guardar e depois comprar, fugindo do juro e do risco da inadimplência.

- De um lado temos muitos jovens, alguns em seus primeiros empregos e salários, já endividados. De outro, temos os aposentados que, em sua grande maioria, dependem de parentes ou de continuar trabalhando para viver, já que não possuem poupanças. - alerta Ronald Pantin Filho, da DSOP Rio Grande do Sul.

E ele recomenda:

- Calcular quanto é necessário poupar por mês para a realização dos sonhos dentro dos prazos pretendidos.
- O valor deve entrar no orçamento e priorizado.
- Significa que o valor a ser poupado para os sonhos deve ser descontado dos ganhos.
- Com o saldo restante, é que se define o real orçamento ou padrão de vida que a família terá de adotar se quiser garantir a realização de seus sonhos.
- Para essa readequação de orçamento, recomenda-se um balanço anual da situação financeira.
- Também é preciso um diagnóstico de gastos diários durante 30 dias para identificar para onde está indo cada centavo e facilitar a escolha de corte de supérfluos, além do controle mensal do orçamento.

Data

O Dia da Poupança foi criado em 1924, durante um congresso internacional de Economia, na Itália. No Brasil, é comemorada desde 1933.

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Ainda há espaço para a renda fixa

30 de setembro de 2012 0

A redução da Selic para 7,5% ao ano atingiu os investimentos em renda fixa. Alguns passaram a perder até mesmo para a caderneta de poupança. Mas Rogério Braga, da gestora de recursos Quantitas, ainda vê espaço para bons retornos financeiros com a renda fixa. Ouça a entrevista para o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:  

Entrevista Rogério Braga.

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Leia também:

- Poupança e imóveis atraem mulheres investidoras

- Investidores começam a encontrar taxas de administração mais baixas

- Poupança x Renda Fixa - Compare as duas aplicações financeiras com a queda do juro.

- Leitores perguntam dicas e como investir no Tesouro Direto

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Carro de R$ 70 mil gera despesa de R$ 3,8 mil por mês

23 de setembro de 2012 0

As despesas com um carro podem atingir quase o triplo do seu valor em quatro anos. O consultor automotivo pessoal Leandro Mattera, da Carro e Dinheiro, fez uma série de cálculos para mostrar os custos ocultos de quando você compra um carro e também as despesas que terá depois com o veículo. Considerou gastos da compra - como juro, taxas e preço - e outras despesas que seguem depois - como seguro, combustível e depreciação.

- Custo de aquisição

- Custo de propriedade

- Venda do carro e desvalorização

Para a simulação, usou um Honda Civic, que custa cerca de R$ 70 mil. O resultado foi uma despesa total de R$ 184 mil em quatro anos, rodando cerca de 15 mil quilômetros por ano.

O custo mensal ficou, portanto, em R$ 3.844.

Mesmo se o veículo for adquirido sem financiamento, o gasto mensal cai apenas 8%.

O consultor explicou ao programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, como projetar as despesas com um veículo e a importância disso no orçamento da família. Confira:

Entrevista Leandro Mattera.

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Devedores Anônimos: A doença do endividamento compulsivo

09 de setembro de 2012 3

O endividamento compulsivo é considerado uma doença. Mas briga com o preconceito de quem o encara como apenas irresponsabilidade ou até falta de caráter.

Há casos de pessoas com dívidas que superam R$ 100 mil. Que tem um salário de R$ 4 mil, mas recebe apenas R$ 700. O resto é descontado em folha de pagamento e o que sobra já está comprometido com outras dívidas. E, depois, as compras são guardadas em dezenas de armários ou na casa de amigos, porque o devedor compulsivo também não consegue se desfazer dos objetos.

O endividamento compulsivo é mais evidente em países desenvolvidos, explicou o psiquiatra Leandro Luz ao programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. A melhora na economia brasileira e o acesso ao crédito foram gatilhos para pessoas que já tinham a obsessão pelo prazer imediato do consumo. Afeta principalmente as classes média e média alta.  

No Rio Grande do Sul, o nível de endividamento é maior entre famílias com renda acima de dez salários mínimos. Em agosto, chegou a 73,5% dos entrevistados pela Fecomércio-RS. O principal é o cartão de crédito. Metade delas tem dívidas em atraso, ou seja, está inadimplente.

No Devedores Anônimos, endividados compulsivos se reúnem e trocam experiências. A dinâmica é igual ao já bem conhecido Alcoólicos Anônimos. Há, no entanto, uma diferença essencial. Quem é alcoólatra ou drogado deve viver na abstinência total. O consumista não. Em geral, será exposto a compras diariamente. É o gatilho disparado. O difícil é segurar a bala.

Eu participei de uma reunião do grupo de Porto Alegre e conversei com duas integrantes. Ouça os relatos:  

Depoimentos Devedores Anônimos. (As vozes foram alteradas para preservar a identidade das entrevistadas)

Ouça também a análise do psiquiatra Leandro Luz:

Entrevista Leandro Luz.

O grupo Devedores Anônimos está sempre aberto a novos participantes e ao retorno dos antigos. As reuniões acontecem no prédio da Cruz Vermelha, na Avenida Independência, 993, em Porto Alegre. Quintas, das 10h às 12h.

Telefones: 51.91531050 / 51.33915955 / 51.33115140

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Sinais de débito compulsivo (Fonte: Devedores Anônimos - RJ)

1. Não ser claro sobre a sua situação financeira. Não saber balanço de contas, despesas mensais, taxas de empréstimos, bens, ou obrigações contratuais.

2. Tomar emprestado frequentemente itens como livros, canetas, ou pequenas quantias de dinheiro de amigos e outros, e falhar ao devolvê-los.

3. Poucos hábitos de economizar. Não se planejar para taxas, aposentadoria ou outro itens previsíveis, e então ficar surpreso quando eles se tornam um débito; uma atitude de “viva por hoje, não se preocupe pelo amanhã” .

4. Compras compulsivas: ser incapaz de não perder uma “boa oportunidade”; fazer compras impulsivas; deixar etiquetas de preço nas roupas e então elas poderão ser trocadas; não usar itens que você comprou.

5. Dificuldade em encontrar as finanças básicas e obrigações pessoais, e ou nenhum senso de comprometimento quando tais obrigações são encontradas.

6. Uma sensação diferente quando está comprando coisas no cartão de crédito ao invés de pagar a vista com dinheiro, um sentimento de pertencer ao clube, de ser aceito, de ser adulto.

7. Viver num caos e drama em torno de dinheiro; usando um cartão de crédito para pagar o outro; cheques devolvidos; sempre lidando com uma crise financeira.

8. Uma tendencia a viver na fantasia: vivendo de pagamento a pagamento, correndo riscos com a saúde e seguro do carro, fazendo cheques esperando que o dinheiro vai aparecer para cobri-los.

9. Inibição e embaraço com o que deveria ser uma discussão normal sobre dinheiro.

10. Trabalhando demais ou recebendo menos que você merece; trabalhando horas extras para ganhar mais dinheiro a fim de pagar os credores; usando o tempo de forma ineficiente; aceitando trabalhos abaixo da sua capacidade e nível de estudos e educação.

11. Uma má-vontade de tomar conta e de valorizar você mesmo. Vivendo uma vida imposta por você mesmo; negando a si mesmo suas necessidades básicas a fim de pagar os seus credores.

12. Um sentimento de esperança de que alguém irá tomar conta de você se necessário, de forma que você não estará em sérios problemas financeiros; que sempre haverá alguém a quem você pode recorrer.

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Aplicativo para controle de pequenas despesas no celular

07 de setembro de 2012 0

O Jimbo Mobile é um aplicativo gratuito para o celular e permite o controle de pequenas despesas. O alvo são os gastos que parecem sem importância, mas que corroem o orçamento no fim do mês.

Tem lugar para colocar as despesas fixas e é possível programar alertas sobre data de pagamento de contas, além de projetar a situação financeira nos próximos meses.

Faça o download do Jimbo Mobile. Pode ser usado no sistema Android.

O aplicativo é disponibilizado pela Federação Brasileira de Bancos. A entidade já tem o Jimbo, que é um software de gestão financeira para computadores.

- Justamente por serem valores baixos, muitos não controlam o orçamento e quando chega no fim do mês, os cafezinhos e lembrancinhas podem sim fazer diferença no orçamento. - afirma o diretor de educação financeira da entidade, Fábio Moraes.

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