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Posts com a tag "financiamento"

Queda da Selic pode reduzir prestações e saldo devedor de financiamentos imobiliários

25 de janeiro de 2017 1
Foto: Divulgação / Consórcio União.

Foto: Divulgação / Consórcio União.

 

A Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação está avisando que a redução da taxa de juros Selic pode influenciar no valor das prestações e do saldo devedor dos financiamentos. Tanto para pessoas que têm financiamento pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) quanto pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Segundo o presidente da entidade, Lúcio Delfino, minimiza o risco da chamada de amortização negativa do saldo devedor. Isso ocorre quando a prestação fica abaixo da parcela de juros no que o comprador paga.

É um cálculo que é feito sobre o saldo devedor. Tanto que muita gente viu nos últimos anos que, mesmo pagando prestações em dia, o saldo devedor deixava de diminuir e até em alguns casos aumentava. Aí, o banco tinha que revisar o valor. E até houve casos em que o financiamento acabava no prazo acordado, mas ainda sobrava um saldo residual para pagar.

Delfino explica:

“O saldo devedor de financiamentos do SFI e SFH é atualizado mensalmente, com base na taxa de juros contratada no ato da assinatura, que é pré-fixada, e no índice de correção monetária também eleito em contrato. No caso dos financiamentos de imóveis concedidos por instituições financeiras, esse índice é a Taxa Referencial (TR), que também é utilizado para atualização dos saldos das contas vinculadas do FGTS e das cadernetas de poupança.
O cálculo da TR, por sua vez, leva em consideração a chamada TBF (Taxa Básica Financeira), uma média ajustada divulgada diariamente pelo Banco Central, que utiliza como base as taxas mensais médias de captação de Certificados e Recibos de Depósitos Bancários pré-fixados das 30 principais instituições financeiras do país. Sobre essa média é aplicado um redutor variável, que considera a política monetária, fatores conjunturais e a distribuição de ativos financeiros em seu cálculo. Conforme aumenta o valor da Selic, a TBF aumenta e, por conseguinte, o valor da TR também cresce.”

A orientação da ABMH, então, é ficar de olho.

- Todos os meses, quando o devedor da casa própria recebe o boleto para pagamento da prestação, é interessante verificar se o saldo devedor diminuiu. Se não houve redução, a saída é buscar uma alternativa junto ao banco, sob pena de existir um saldo devedor residual ao final do prazo do financiamento.

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Leitor pergunta - Vale a pena vender o carro com "troco na troca"?

23 de agosto de 2016 1

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

 

Leitor Carlos pergunta:

Vale a pena essa promoção “troco na troca” que as concessionárias de carros anunciam? Estou precisando pegar um empréstimo.

 

Com a crise e o crédito bem mais restrito, os anúncios de “troco na troca” cresceram. Ou então, a “troca com troco”.

O blog Acerto de Conta$ buscou ajuda da Associação de Consumidores ProTeste para responder à dúvida do leitor.

Funciona assim: o consumidor tem um carro que vale R$ 10 mil. Vai comprar outro de R$ 20 mil. Só que, em vez de entregar o seu carro antigo valendo R$ 10 mil, entrega valendo R$ 5 mil. Recebe, então, os R$ 5 mil restantes em dinheiro.

Só que… O financiamento, que era para ser de R$ 10 mil, vira de R$ 15 mil.

Como não tem dinheiro de graça, o financiamento tem juros e taxas. E estes percentuais incidirão em cima dos R$ 15 mil e não dos R$ 10 mil se o carro antigo fosse dado na íntegra.

É um empréstimo e, como qualquer um, precisa ser avaliado. Realmente é necessário antecipar esse dinheiro? Será para quitar dívidas mais caras? Comparou as taxas para saber disso?

O custo dessa modalidade de financiamento tem sido de 33% ao ano. É mais baixo do que o empréstimo pessoal, de 150% ao ano. Mas ainda assim: compare!!

Para o vendedor, é bom. Ele financia para ti um bem que ele vai revender e, provavelmente, financiar para outro também.

A ProTeste chegou a testar o serviço neste ano. Visitou quatro concessionárias e duas revendedoras.

Chegou propondo vender o carro e refinanciar outro mais barato. Não conseguiu. Só aceitavam por outro mais caro.

As concessionárias também avaliaram o carro de R$ 22 mil a R$ 25 mil. A tabela Fipe apontava valor de R$ 28 mil.

 

Para finalizar, a entidade dá dicas para quem pretende encarar o “troco na troca”:

- Consulte a tabela Fipe antes de negociar. Ela é a melhor referência de preços de automóveis.

- Não feche negócio logo na primeira proposta que receber. Visite várias lojas, faça um levantamento de preços e compare.

- Avalie bem o estado do veículo a ser comprado, testando seus principais itens antes de concluir a transação.

- Tente vender para particular, para não ter seu carro subavaliado em lojas.

 

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Leitor pergunta - Como posso financiar a compra de material de construção?

16 de agosto de 2016 1

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

 

Leitor Israel Barilli pergunta:

Tenho como financiar material de construção? Não tenho escritura do terreno. Tenho conta no Banrisul.
Há várias formas de financiar material de construção. O ideal é o leitor consultar alguns bancos e lojas para identificar qual a melhor alternativa. Principalmente, qual o financiamento “mais barato”, que significa ter taxas e juros menores.

 

Vice-presidente do Sindilojas Porto Alegre e da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção; e diretor da empresa Elevato, Arcione Piva responde:

O limite de crédito depende muito do relacionamento do cliente com o banco ou a loja.

Pelo Banrisul, pode ser via consórcio para imóveis, crédito imobiliário ou outras linhas básicas de crédito normal oferecidas pelo banco.

O Banco do Brasil tem o crédito pré-aprovado Ourocard.

O Bradesco tem a linha de crédito João de Barro.

Mas as lojas também financiam. Pode ser por cartão próprio, carnê, boleto, parcelando no cartão de crédito. Há parcelamentos de até 24 meses, como uma rede de lojas aqui de Porto Alegre fez recentemente.

E tem o ConstruCard, da Caixa Econômica Federal. É linha de crédito direcionada para compra de materiais para construção e reforma. Só que após uma série de fraudes e aumento da inadimplência, ficou um tempo bloqueado. Mesmo em lojas conveniadas. Só que voltou a funcionar agora em agosto para lojas associadas à Acomac, entidade que representa comerciantes de materiais de construção. Estava até com uma promoção de juro de 1,95% ao mês.

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Construtoras gaúchas consideram "excelente" Caixa Federal financiar imóveis até R$ 3 milhões

18 de julho de 2016 5

 

Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

 

Ao saber que a Caixa Econômica Federal vai financiar imóveis até R$ 3 milhões, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul avaliou a medida:

- Excelente.

Ricardo Sessegolo disse que o mercado estava esperando esta notícia.

- Vai dar uma reativada. – complementou o presidente do Sinduscon-RS.

Além do aumento do teto de financiamento, a Caixa Federal vai aumentar o percentual financiado e facilitar as condições para as construtoras. O objetivo é acelerar os negócios no segundo semestre, conforme agências de notícias.

Medidas

O pacote deve ser anunciado na próxima segunda-feira. Dobrar o valor para R$ 3 milhões é considerada uma das principais medidas. A Caixa elevará a cota de financiamento no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), usado para imóveis de valor superior a R$ 750 mil, de 70% para 80%, nos imóveis novos, e de 60% para 70%, no caso de usados.

Também vai reabrir e aumentar a linha que permite transferência de financiamento imobiliário contratado com outros bancos. Hoje, o limite é de 50%. A ideia é ampliar para 70%.

Crise

O setor imobiliário – e a construção civil na esteira – foi um dos primeiros a sentir a crise econômica. Além das condições piores no geral da economia, o crédito ficou mais caro e mais restrito.

Houve queda forte nas vendas e no lançamento de empreendimentos. Os preços estão apresentando queda real, ou seja, maior do que a inflação.

E preocupa porque ainda não tem dado sinais de retomada…

As medidas que a Caixa Federal deve anunciar são voltadas para famílias de renda mais alta. Em grande parte, porque a retirada de recursos da poupança tem tornados escassos os recursos para o financiamento imobiliário. E a caderneta é a principal fonte.

Minha Casa Minha Vida

O ministro das Cidades disse na semana passada que a Caixa Econômica Federal também está voltando a acelerar contratações no Minha Casa Minha Vida. Bruno Araújo informou que o Governo Federal pretende contratar de 300 mil a 400 mil unidades das faixas 2 e 3 do programa até dezembro.

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Publicada sob críticas lei que autoriza FGTS como garantia em empréstimos

15 de julho de 2016 2
Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS.

 

Promulgada e publicada no Diário Oficial a lei que autoriza trabalhador do setor privado usar FGTS como garantia de empréstimo consignado. O texto permite que o trabalhador do setor privado ofereça até 10% do saldo do fundo de garantia para o empréstimo com desconto na folha de pagamento. O empregado também poderá dar como garantia nas operações até 100% do valor da multa paga pelo empregador, em caso de demissão sem justa causa.

O argumento é que a medida facilita o acesso do trabalhador ao crédito consignado. Além de reduzir taxas de juros no mercado, mas isso não é uma garantia.

Para começar a funcionar, o Conselho Curador do FGTS e a Caixa Econômica Federal precisam estabelecer as regras. Assunto deve ser discutido nas próximas reuniões.

Só que as entidades de defesa do consumidor criticam e vinham pedindo o veto da lei. Temem um aumento grande no endividamento dos trabalhadores. Haverá mais crédito à disposição e com desconto das parcelas na folha de pagamento. O Instituto de Defesa do Consumidor acredita, inclusive, que esse comprometimento do salário do mês possa provocar atraso de outras contas.

- Embora pareça que o consumidor desfrutaria de algum benefício imediato, o principal favorecido é o sistema financeiro, que passa a ter acesso aos valores em condições que o trabalhador não dispõe. – explica a economista do Idec, Ione Amorim.

Também pesa o fato de que o FGTS é uma garantia para o futuro, para emergências ou para compra da casa própria. Há o receio de que o trabalhador use para consumo imediato, explica Reinaldo Domingos, presidente Associação Brasileira de Educadores Financeiros.

- O FGTS funciona como uma poupança forçada, então, não vejo com bons olhos o uso dos recursos para a amortização de dívidas ou garantir empréstimos. Infelizmente, hoje se vive um momento em que se pensa muito no consumo imediato, deixando de lado projeções da importância de poupar para uma aposentadoria, por exemplo.

Abfin alerta:
- Antes de buscar pelo crédito consignado, o custo de vida tem que ser reduzido em até 35%. A prestação será retirada direto do salário ou benefício de aposentadoria.
- É recomendável usar o crédito consignado para quitação de cheque especial, cartão de crédito e financeiras. O juro é menor. Mas a simples troca de um credor por outro, sem descobrir a causa do verdadeiro problema financeiro, apenas alimenta o ciclo do endividamento.
- A linha de crédito consignado mas não pode fazer parte da rotina de um assalariado ou aposentado.
- Cuidado com o empréstimo para outras pessoas usando seu nome. Quando se faz isso, assume-se a responsabilidade se a dívida não for paga.
- Se achar juros mais baixos, faça a portabilidade do crédito para outras instituições financeiras.

Leia mais: Se puder, use o FGTS

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Crise estica parcelamentos

05 de abril de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Um alerta: com a queda nas vendas, os prazos para compra de veículos e outros bens estão maiores. Lojas e bancos tiveram que topar mais parcelas para caber no orçamento do comprador.

Os prazos voltaram a patamares de um ano atrás. Média de 40 meses para veículos, mostra a pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças. Eletrodomésticos e eletrônicos estão com parcelamentos de 12 meses, em média.

É um movimento de adaptação. Logo que a inadimplência ligou o sinal de alerta, comércio e instituições financeiras ficaram mais “chatos”. Além de juros maiores, demoravam mais para liberar o crédito.

Só que as vendas despencaram em vários segmentos. A estratégia, então, precisou ser revista.

Cuidado

Ainda que a parcela caiba no salário do mês, cuidado. O alongamento de prazos deixa o saldo devedor com mais juros.

Simulação da Anefac para um financiamento de carro de R$ 30 mil, com juro de 2,3% ao mês:

36 vezes – valor total R$ 44.439
40 vezes – valor total R$ 46.365

Ou seja, um aumento de quase R$ 2 mil para ganhar quatro meses de prazo…

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Banrisul aumenta limite do financiamento imobiliário

30 de março de 2016 0
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

 

O Banrisul está elevando bastante os percentuais de financiamento para compra de imóveis residenciais novos, usados e em construção. Também vale para compra de terreno e construção simultânea da casa própria.

Para imóveis novos, os índices de financiamento passam de 40% para 70%. Já para usados, de 30% para 65%.

O prazo para pagamento permanece de até 35 anos. A taxa de juros varia conforme a modalidade de financiamento e, segundo o banco, não foram alteradas agora.

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O preço de comprar agora para pagar depois

29 de março de 2016 2

Coluna Acerto de Conta$ no Diário Gaúcho. Todas as terças.

bancocentral

Estou para ver algo mais enraizado na cultura financeira das pessoas do que o hábito de comprar a prazo. O parcelamento vai desde a casa própria e chega até mesmo nas compras semanais no supermercado.

A antecipação do consumo é considerada tão normal, que as pessoas só olham se a parcela cabe no salário do mês. E quando olham! O consumidor se pergunta: Afinal, se a parcela cabe no mês por que esperar?

Só que isso tem um custo. Há dois cenários:

1 – Compra agora e paga depois. Paga o juro e a taxa.
2 – Paga à vista e recebe juros, com o desconto.

Não é errado financiar o imóvel comprar os móveis da cozinha a prazo. O que a coluna quer é fazer o leitor entender que o produto sai mais caro. E, sabendo disso, tomar a melhor decisão. Seja guardar o dinheiro e pagar à vista. Seja dar uma entrada maior para ter um saldo menor gerando juro.

Olhem a simulação feita para a coluna Acerto de Conta$ pelo educador financeiro Mauro Calil:

Imóvel de R$ 200 mil
Valor financiado R$ 120 mil
Entrada R$ 80 mil
Custo do financiamento 0,99% ao mês

Parcelando 120 meses: Imóvel sai por R$ 285.860
180 meses: vai pagar R$ 337.571 pelo imóvel
240 meses: o preço do imóvel sobe para R$ 420.706
300 meses: o comprador pagará R$ 455.972 (mais do que o dobro do valor inicial do imóvel)

E, quanto menor a entrada, mais dinheiro o comprador deixa de presente para o banco.

Planeje a vida e as finanças. Quer uma casa própria? Em vez de financiar no futuro, quem sabe adie viagens e festa de casamento? Guarda o dinheiro, paga o imóvel e sobra o dinheiro que pagaria de juros.

Os sonhos não deixam de ser realizados. Só ficam para um pouco depois. Desejo não é ruim. Só não pode ser tratado como necessidade.

E a tranquilidade de ter as contas em dia e dinheiro na conta? Esta sim não tem preço…

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Mercado gaúcho de imóveis usados já reage com financiamento maior pela Caixa Federal

16 de março de 2016 1
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Depois de despencar 40% com a crise econômica do País, uns 20% de aumento na procura já são comemorados pelo mercado gaúcho de imóveis usados. A retomada ocorre após a decisão da Caixa Econômica Federal de voltar a financiar uma parte maior do valor do bem, permitindo o pagamento de uma entrada menor.

Na semana passada, o banco liberou verba para facilitar a compra da casa própria em meio à falta de crédito no mercado. Os limites de financiamento tinham sido reduzidos para 50% em abril do ano passado. Agora, voltaram para 70% para o público em geral e 80% para servidores públicos.

Vice-presidente de Comercialização do Sindicato da Habitação do Rio Grande do Sul, Gilberto Cabeda explica que o mercado fica parado quando cai o limite de financiamento.

- Quem compra um imóvel de R$ 700 mil não tem R$ 350 mil para dar de entrada. E estimula também a venda de imóveis novos porque quem vende, em geral, vai comprar outro imóvel.

O valor máximo dos imóveis para financiamento pela Caixa Federal é de R$ 650 mil no Rio Grande do Sul. O prazo máximo é de 35 anos. As taxas de juros ficam entre 9,5% e 9,9% ao ano. Regras de financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. A Caixa ainda anunciou retomada dos financiamentos do segundo imóvel com as mesmas taxas e prazos oferecidos para quem está comprando o primeiro.

Também foram liberados R$ 7 bilhões para a linha de crédito FGTS Pró-Cotista. É voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baratos do mercado. Imóveis até R$ 750 mil e é possível financiar até 85% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado. Prazo de 30 anos e juros entre 7,85% e 8,85% ao ano.

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Financiamento de veículos teve forte queda no Rio Grande do Sul

18 de janeiro de 2016 0
Foto: Emerson Souza / Agencia RBS.

Foto: Emerson Souza / Agencia RBS.

Assim como os números de emplacamentos, caíram também os financiamentos de veículos novos e usados no Rio Grande do Sul em 2015. Foram quase 326 mil unidades financeiras, mas é um número 21% menor do que em 2014.

Os veículos pesados foram os mais impactados pelo freio na economia. Os financiamentos despencaram 35%.

Automóveis leves caíram 20%. As motos, 18%.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do País. Ainda conforme a pesquisa, o Sul manteve-se como a segunda região que mais financiou veículos.

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