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Setor de serviços despenca 5% no Rio Grande do Sul

15 de fevereiro de 2017 0

O volume do setor de serviços despencou 5% em 2016. O fechamento dos dados foi divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE.

É a mesma queda registrada na média nacional. A maior em cinco anos, quando começou o levantamento.

No RS, a maior queda foi:

Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio -8,5%

Menor queda:

Serviços de informação e comunicação -3,2%
Outros serviços -1%
Dezembro

Dezembro, no entanto, teve resultado positivo no País. O setor de serviços cresceu 0,6% sobre novembro na média nacional. No Rio Grande do Sul, porém, houve recuo de 1,8% depois de ter avançado no mês anterior.

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Fábricas gaúchas cortam produção e interrompem dois meses de alta

09 de dezembro de 2016 0

A produção industrial caiu 1% no Rio Grande do Sul em outubro. A comparação é com setembro já com ajuste sazonal.

A pesquisa é do IBGE. Com o resultado de outubro, as fábricas gaúchas interrompem dois meses de desempenho positivo.

No acumulado de janeiro a outubro de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 4,6%. Dez das 14 atividades apontaram queda na produção.

As principais influências negativas vieram de produtos de fumo (-32,2%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,3%).

Por outro lado, o impacto positivo mais importante sobre o total da indústria foi observado no ramo de celulose, papel e produtos de papel (38,2%).

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Indústria brasileira cortou produção em outubro

02 de dezembro de 2016 0

Depois de crescer em setembro, a produção da indústria brasileira caiu em outubro. O recuo foi de 1,1%, já com o ajuste sazonal do IBGE.

Entre os setores, as principais influências negativas foram registradas por produtos alimentícios (-3,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%). Pode ser que isso tenha impacto mais forte ainda dos dados do Rio Grande do Sul que serão divulgados pelo IBGE nos próximos dias. São dois segmentos importantes na matriz industrial gaúcha.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (-2,2%) e bens intermediários (-1,9%) mostraram as reduções mais acentuadas em outubro. Bens de capital tem quatro meses consecutivos de queda. Isso preocupa porque são bens comprados por outras indústrias quando querem investir no negócio.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, teve recuo de 8,4% em outubro. Com isso, reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em junho (-9,7%), julho (-9,5%), agosto (-9,3%) e setembro (-8,8%).

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Expectativa de vida do gaúcho sobe para 77,5 anos

01 de dezembro de 2016 1
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

 

A expectativa de vida subiu para 77,5 anos no Rio Grande do Sul. O dado é de 2015 e foi divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE. Em 2014, estava em 77,2 anos.

As mulheres têm esperança de vida maior ao nascer: 80,9 anos. Entre os homens, é 74 anos.

Na média dos dois sexos, o Rio Grande do Sul fica em quinto no País. A média nacional também aumentou, para 75,5 anos.

Em 2000, o Rio Grande do Sul apresentava a maior expectativa de vida ao nascer no País. Era de 72,4 anos. Foi perdendo a posição nos últimos anos.  

Atualmente, o Estado com maior expectativa de vida é Santa Catarina. É 78,7 anos.

Mortalidade infantil

A mortalidade das crianças menores de 1 ano é indicador da condição de vida socioeconômica de uma região. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Espírito Santo, com 9,2 óbitos de crianças menores para cada 1.000 nascidos vivos.

“Mesmo os Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul com taxas abaixo de 10 por mil estão longe das encontradas nos países mais desenvolvidos do mundo. Japão e Finlândia, por exemplo, possuem taxas na ordem de 2 por mil. Contudo, bem abaixo de países da África Ocidental e Central cujas taxas de mortalidade infantil estão em torno de 90 por mil.” – analisa o IBGE.

Rio Grande do Sul: 9,9 óbitos

 

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PIB caiu 0,8% no terceiro trimestre

30 de novembro de 2016 0

PIB

 

O Produto Interno Bruto caiu 0,8% no terceiro trimestre. A comparação é com o segundo trimestre e o IBGE já faz o ajuste sazonal. Atingiu R$ 1,580 trilhão.

É a sétima queda seguida. Além disso, intensificou o ritmo de queda.

Todas as variáveis consideradas no cálculo tiveram desempenho negativo:

Agropecuária -1,4%

Indústria -1,3%

Serviços -0,6%

Formação Bruta de Capital Fixo (Investimento) -3,1%

Consumo das famílias -0,6%

Consumo do governo -0,3%

 

Destaque negativo para a queda intensa no investimento. Chamado de FBCF, o indicador aponta o investimento das empresas.  Caiu 3,1% após ter crescido 0,5% no trimestre anterior. Com isso, despencou para o pior patamar em 13 anos.

Na indústria, houve crescimento de 3,8% na extrativa mineral, puxada pela extração de petróleo e gás natural. A indústria de transformação (-2,1%) e a construção (-1,7%) apresentaram queda. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou variação negativa de 0,2% no trimestre.

Nos serviços, transporte, armazenagem e correio (-2,6%), outros serviços (-1,0%), intermediação financeira e seguros (-0,6%) e comércio (-0,5%) apresentaram queda. Administração, saúde e educação pública (-0,1%) e atividades imobiliárias (0,0%) mantiveram-se praticamente estáveis no trimestre. Já a atividade de serviços de informação (0,5%) variou positivamente.

A despesa de consumo das famílias (-0,6%) caiu pelo sétimo trimestre seguido e a despesa de consumo do governo recuou 0,3%. No setor externo, as exportações caíram 2,8%, enquanto que as importações recuaram 3,1% em relação ao segundo trimestre de 2016.

 

3º trim 2015

Na comparação com o mesmo período de 2015, a economia brasileira recuou 2,9%. Nesta comparação, é a 10ª queda consecutiva.

 

12 meses

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB registrou queda de 4,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Sétimo resultado negativo seguido.

 

2016

Já no resultado acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB apresentou recuo de 4% em relação a igual período de 2015. É a maior queda para este período desde o início da série do IBGE, em 1996.

 

 

pibieiei

 

 

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Prévia da inflação é a menor para novembro desde 2007

23 de novembro de 2016 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve variação de 0,26% em novembro. A taxa de outubro tinha sido de 0,19%.

Mas foi o menor IPCA-15 para os meses de novembro desde 2007. O indicador é calculado pelo IBGE e considerado uma prévia da inflação oficial do País.

Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 7,64%. É abaixo dos 8,27% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,68%) teve a mais elevada variação. Já Alimentação e Bebidas (-0,06%) e Vestuário (-0,03%) tiveram queda.

Individualmente, o etanol teve aumento forte. O combustível ficou, em média, 7,29% mais caro.

Prévia aponta nova queda da inflação no País

21 de outubro de 2016 0
Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

 

Considerado uma prévia da inflação no mês, o IPCA-15 desacelerou em outubro. Passou de 0,23% em setembro para 0,19%.

No acumulado de 12 meses, também houve recuo da inflação. Passou para 8,27%. Lembrando que o teto da meta do Governo Federal é 6,5%.

Segundo o IBGE, a queda nos preços dos alimentos segue como a principal influência:

“Entre os alimentos que mais pesam na despesa das famílias, a principal contribuição para baixo foi a do leite longa vida (-0,11 p.p.), que ficou 8,49% mais barato. Os preços desse produto só não recuaram em Salvador (0,34%), enquanto a queda mais intensa foi em Curitiba (-18,82%). Outros itens alimentícios ficaram bem mais baratos de setembro para outubro, a exemplo da batata-inglesa (-13,03%), das hortaliças (-6,18%) e do feijão-carioca (-6,17%).”

Já as carnes, por outro lado, seguem com aumento de preço. A redução prometida pela indústria não chegou ao consumidor.

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a terceira maior queda do País nos preços dos alimentos. O recuo médio foi de 1,53%.

Aqui, o IPCA-15 ficou em 0,02%. Foi uma forte desaceleração, que estava em 0,46% no mês passado.

 

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Menos de 20% dos trabalhadores por conta própria têm CNPJ

13 de outubro de 2016 2
Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

 

 

Pesquisa do IBGE aponta que apenas 19,3% dos trabalhadores por contra própria têm CNPJ, o registro para pessoa jurídica. Então, são 4,4 milhões com o cadastro. No total, são 22,9 milhões de trabalhadores por conta própria no País.

Mas a pesquisa também considerou os empregadores. Neste caso, dos 3,7 milhões de empregadores, 84,2% tinham CNPJ.

O IBGE divulgou nesta quinta-feira novos recortes da pesquisa sobre mercado de trabalho. A proporção de pessoas desempregadas mais aquelas que estão subocupadas chegou a 16% da força de trabalho. O dado considera o fim do primeiro semestre de 2016.

Considera subocupadas aquelas pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana. Mas que gostariam de trabalhar mais.

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Indústrias gaúchas cortam produção pelo segundo mês consecutivo

07 de outubro de 2016 0
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

 

 

As indústrias do Rio Grande do Sul tiveram o segundo mês com queda na produção. Em agosto, o recuo foi de 0,2% sobre julho.

O resultado nacional foi bem pior, com queda de 3,8%. Só que veio depois de cinco meses de altas.

A média do Brasil foi pressionada pelo segmento automotivo. Quando isso ocorre, o resultado gaúcho costuma vir pior. Mas os analistas afirmam que houve influência forte da paralisação da fábrica da Volkswagen em São Paulo por problema no fornecimento de insumos. Provavelmente, isso reduziu o impacto do segmento no dado regional.

Já no acumulado de janeiro a agosto de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 5,2% frente a igual período do ano anterior. Onze das 14 atividades investigadas apontando queda na produção. As principais influências negativas são dos ramos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-15,1%), de produtos de fumo (-25,2%) e de máquinas e equipamentos (-9,2%).

“Pressionados, principalmente, pela menor produção de automóveis; de fumo processado e cigarros; e de tratores agrícolas, guindastes, aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, silos metálicos para cereais, semeadores, plantadeiras ou adubadores, aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”) e máquinas para colheita.” – detalha o IBGE.

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Produção industrial tem forte queda após cinco meses de crescimento

04 de outubro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

 
A produção industrial caiu 3,8% em agosto de 2016 na comparação com julho. Com isso, interrompeu cinco meses de resultados positivos consecutivos. Foi a queda mais intensa desde janeiro de 2012 (-4,9%) nesta comparação.

“Com o resultado desse mês, o total da indústria encontra-se 21,3% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.” – informa o IBGE.

Entre os setores, as principais influências negativas foram registradas por produtos alimentícios (-8,0%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,4%). Por outro lado, a principal influência positiva veio dos produtos farmoquímicos e farmacêuticos.

Já no confronto com agosto de 2015 (série sem ajuste sazonal), o total da indústria apontou queda de 5,2% em agosto de 2016. Foi a trigésima taxa negativa consecutiva, mas a menos intensa desde junho de 2015 (-2,6%).

O indicador acumulado nos últimos 12 meses aponta queda de 9,3%. Reduziu um pouco o ritmo de perda.

 

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