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No positivo: Indústria gaúcha fechou primeiro trimestre com crescimento

09 de maio de 2017 2

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Confirmando o resultado positivo que era esperado, a indústria do Rio Grande do Sul fechou o trimestre com crescimento de 1,9%. O dado foi divulgado nesta terça-feira pelo IBGE.

O desempenho do setor aqui tem sido, inclusive, melhor que a média nacional. Reverteu a queda do último trimestre de 2016.

Nos três primeiros meses do ano, nove dos 14 setores pesquisados tiveram aumento na produção. Os principais impactos positivos foram nos ramos de bebidas (32,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (11,8%). O IBGE destaca a maior fabricação de vinhos de uvas e de automóveis. Outros destaques foram revólveres e pistolas, artefatos de alumínio e de ferro e aço para uso doméstico.

Ainda assim, alguns setores reduziram produção. Principalmente, óleo diesel, gasolina automotiva, biodiesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), queijos, arroz, carnes e pastas químicas de madeira (celulose).

O crescimento no trimestre foi possível mesmo com a queda de 1,2% na produção das indústrias gaúchas em março sobre fevereiro. Até porque, quando março é comparado com o ano passado, o avanço atinge 7,4%. É um resultado significativo, apesar da base fraca que foi 2016.

A expectativa é para quando teremos impacto com força nos investimentos e no mercado de trabalho. E a dúvida: este aumento de produção será duradouro?

 

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Produção da indústria cai em março, mas fecha trimestre no positivo

03 de maio de 2017 0

A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março, quando a comparação é com abril. É o dado do IBGE já com ajuste sazonal.

As principais influências negativas nesta relação vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias. Em segundo lugar, da queda na fabricação de produtos farmacêuticos e farmoquímicos.

Mas o indicador não está tão ruim assim. Quando a comparação é com março do ano passado, a produção industrial cresceu. Resultado positivo de 1,1%.

“após recuar 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro último, quando interrompeu 34 meses consecutivos de resultados negativos.” – comenta o IBGE.

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (10,9%) e indústrias extrativas (7,0%) exerceram as maiores influências positivas.

E este resultado ajudou a fechar o trimestre com alta na produção. No acumulado de 2017, as fábricas produziram 0,6% mais do que no ano passado.

“A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 3,8% em março de 2017, prosseguiu com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).”

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Graças à gasolina, prévia aponta inflação de abril mais baixa desde 2006

20 de abril de 2017 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,21% em abril. Ficou acima da taxa de 0,15% de março.

Muito pelo reajuste dos medicamentos, autorizado no fim de março e aplicado ao longo de abril. Também com o aumento de alguns alimentos, como batata, ovos e leite.

Mas… A boa notícia vem da comparação com os outros meses de abril. Segundo o IBGE, desde 2006, quando o índice ficou em 0,17%, não há registro de índice mais baixo para os meses de abril.

Com isto, o índice acumulado de 12 meses caiu para 4,41%. É abaixo dos 4,73% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

“constituindo-se na menor variação acumulada em períodos de 12 meses desde janeiro de 2010 (4,31%).” – observa o IBGE.

E o acumulado de 12 meses é o parâmetro usado para acompanhar as metas de inflação. Neste mês, caiu para abaixo do centro da meta de inflação do Governo Federal para 2017.

Destaque para a queda nos preços dos combustíveis (-2,77%). O litro da gasolina ficou 2,24% mais barato e o litro do etanol atingiu queda de 5,48%.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, o IPCA-15 ficou em 0,35% em abril. No acumulado de 12 meses, fica em 4,05%.

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Indústria aumentou produção em fevereiro

04 de abril de 2017 0

Mesmo que abaixo do que o mercado esperava, a indústria brasileira teve crescimento em fevereiro. A produção aumentou 0,1% sobre janeiro, com o ajuste sazonal feito pelo IBGE.

Com isso, o acumulado de 2017 fica positivo em 0,3%. Mesmo com a queda de 0,2% na produção das fábricas em janeiro.

De janeiro para fevereiro, 13 dos 24 ramos industriais cresceram. Os principais impactos positivos foram registrados por veículos automotores, reboques e carrocerias (6,1%) e máquinas e equipamentos (9,8%). Ambos reverteram os recuos observados no mês anterior. Como são setores importantes na economia do Rio Grande do Sul, podemos ter um resultado positivo no dado regional que será divulgado nos próximos dias pelo IBGE.

Por outro lado, entre os onze ramos que reduziram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância foi nas fábricas de produtos alimentícios (-2,7%), que interrompeu dois meses consecutivos de expansão na produção.

Setor de serviços despenca 5% no Rio Grande do Sul

15 de fevereiro de 2017 0

O volume do setor de serviços despencou 5% em 2016. O fechamento dos dados foi divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE.

É a mesma queda registrada na média nacional. A maior em cinco anos, quando começou o levantamento.

No RS, a maior queda foi:

Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio -8,5%

Menor queda:

Serviços de informação e comunicação -3,2%
Outros serviços -1%
Dezembro

Dezembro, no entanto, teve resultado positivo no País. O setor de serviços cresceu 0,6% sobre novembro na média nacional. No Rio Grande do Sul, porém, houve recuo de 1,8% depois de ter avançado no mês anterior.

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Fábricas gaúchas cortam produção e interrompem dois meses de alta

09 de dezembro de 2016 0

A produção industrial caiu 1% no Rio Grande do Sul em outubro. A comparação é com setembro já com ajuste sazonal.

A pesquisa é do IBGE. Com o resultado de outubro, as fábricas gaúchas interrompem dois meses de desempenho positivo.

No acumulado de janeiro a outubro de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 4,6%. Dez das 14 atividades apontaram queda na produção.

As principais influências negativas vieram de produtos de fumo (-32,2%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,3%).

Por outro lado, o impacto positivo mais importante sobre o total da indústria foi observado no ramo de celulose, papel e produtos de papel (38,2%).

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Indústria brasileira cortou produção em outubro

02 de dezembro de 2016 0

Depois de crescer em setembro, a produção da indústria brasileira caiu em outubro. O recuo foi de 1,1%, já com o ajuste sazonal do IBGE.

Entre os setores, as principais influências negativas foram registradas por produtos alimentícios (-3,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%). Pode ser que isso tenha impacto mais forte ainda dos dados do Rio Grande do Sul que serão divulgados pelo IBGE nos próximos dias. São dois segmentos importantes na matriz industrial gaúcha.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (-2,2%) e bens intermediários (-1,9%) mostraram as reduções mais acentuadas em outubro. Bens de capital tem quatro meses consecutivos de queda. Isso preocupa porque são bens comprados por outras indústrias quando querem investir no negócio.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, teve recuo de 8,4% em outubro. Com isso, reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em junho (-9,7%), julho (-9,5%), agosto (-9,3%) e setembro (-8,8%).

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Expectativa de vida do gaúcho sobe para 77,5 anos

01 de dezembro de 2016 1
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

 

A expectativa de vida subiu para 77,5 anos no Rio Grande do Sul. O dado é de 2015 e foi divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE. Em 2014, estava em 77,2 anos.

As mulheres têm esperança de vida maior ao nascer: 80,9 anos. Entre os homens, é 74 anos.

Na média dos dois sexos, o Rio Grande do Sul fica em quinto no País. A média nacional também aumentou, para 75,5 anos.

Em 2000, o Rio Grande do Sul apresentava a maior expectativa de vida ao nascer no País. Era de 72,4 anos. Foi perdendo a posição nos últimos anos.  

Atualmente, o Estado com maior expectativa de vida é Santa Catarina. É 78,7 anos.

Mortalidade infantil

A mortalidade das crianças menores de 1 ano é indicador da condição de vida socioeconômica de uma região. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Espírito Santo, com 9,2 óbitos de crianças menores para cada 1.000 nascidos vivos.

“Mesmo os Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul com taxas abaixo de 10 por mil estão longe das encontradas nos países mais desenvolvidos do mundo. Japão e Finlândia, por exemplo, possuem taxas na ordem de 2 por mil. Contudo, bem abaixo de países da África Ocidental e Central cujas taxas de mortalidade infantil estão em torno de 90 por mil.” – analisa o IBGE.

Rio Grande do Sul: 9,9 óbitos

 

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PIB caiu 0,8% no terceiro trimestre

30 de novembro de 2016 0

PIB

 

O Produto Interno Bruto caiu 0,8% no terceiro trimestre. A comparação é com o segundo trimestre e o IBGE já faz o ajuste sazonal. Atingiu R$ 1,580 trilhão.

É a sétima queda seguida. Além disso, intensificou o ritmo de queda.

Todas as variáveis consideradas no cálculo tiveram desempenho negativo:

Agropecuária -1,4%

Indústria -1,3%

Serviços -0,6%

Formação Bruta de Capital Fixo (Investimento) -3,1%

Consumo das famílias -0,6%

Consumo do governo -0,3%

 

Destaque negativo para a queda intensa no investimento. Chamado de FBCF, o indicador aponta o investimento das empresas.  Caiu 3,1% após ter crescido 0,5% no trimestre anterior. Com isso, despencou para o pior patamar em 13 anos.

Na indústria, houve crescimento de 3,8% na extrativa mineral, puxada pela extração de petróleo e gás natural. A indústria de transformação (-2,1%) e a construção (-1,7%) apresentaram queda. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou variação negativa de 0,2% no trimestre.

Nos serviços, transporte, armazenagem e correio (-2,6%), outros serviços (-1,0%), intermediação financeira e seguros (-0,6%) e comércio (-0,5%) apresentaram queda. Administração, saúde e educação pública (-0,1%) e atividades imobiliárias (0,0%) mantiveram-se praticamente estáveis no trimestre. Já a atividade de serviços de informação (0,5%) variou positivamente.

A despesa de consumo das famílias (-0,6%) caiu pelo sétimo trimestre seguido e a despesa de consumo do governo recuou 0,3%. No setor externo, as exportações caíram 2,8%, enquanto que as importações recuaram 3,1% em relação ao segundo trimestre de 2016.

 

3º trim 2015

Na comparação com o mesmo período de 2015, a economia brasileira recuou 2,9%. Nesta comparação, é a 10ª queda consecutiva.

 

12 meses

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB registrou queda de 4,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Sétimo resultado negativo seguido.

 

2016

Já no resultado acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB apresentou recuo de 4% em relação a igual período de 2015. É a maior queda para este período desde o início da série do IBGE, em 1996.

 

 

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Prévia da inflação é a menor para novembro desde 2007

23 de novembro de 2016 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve variação de 0,26% em novembro. A taxa de outubro tinha sido de 0,19%.

Mas foi o menor IPCA-15 para os meses de novembro desde 2007. O indicador é calculado pelo IBGE e considerado uma prévia da inflação oficial do País.

Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 7,64%. É abaixo dos 8,27% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,68%) teve a mais elevada variação. Já Alimentação e Bebidas (-0,06%) e Vestuário (-0,03%) tiveram queda.

Individualmente, o etanol teve aumento forte. O combustível ficou, em média, 7,29% mais caro.