Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts com a tag "ibge"

Prévia aponta nova queda da inflação no País

21 de outubro de 2016 0
Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

 

Considerado uma prévia da inflação no mês, o IPCA-15 desacelerou em outubro. Passou de 0,23% em setembro para 0,19%.

No acumulado de 12 meses, também houve recuo da inflação. Passou para 8,27%. Lembrando que o teto da meta do Governo Federal é 6,5%.

Segundo o IBGE, a queda nos preços dos alimentos segue como a principal influência:

“Entre os alimentos que mais pesam na despesa das famílias, a principal contribuição para baixo foi a do leite longa vida (-0,11 p.p.), que ficou 8,49% mais barato. Os preços desse produto só não recuaram em Salvador (0,34%), enquanto a queda mais intensa foi em Curitiba (-18,82%). Outros itens alimentícios ficaram bem mais baratos de setembro para outubro, a exemplo da batata-inglesa (-13,03%), das hortaliças (-6,18%) e do feijão-carioca (-6,17%).”

Já as carnes, por outro lado, seguem com aumento de preço. A redução prometida pela indústria não chegou ao consumidor.

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a terceira maior queda do País nos preços dos alimentos. O recuo médio foi de 1,53%.

Aqui, o IPCA-15 ficou em 0,02%. Foi uma forte desaceleração, que estava em 0,46% no mês passado.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

 

Menos de 20% dos trabalhadores por conta própria têm CNPJ

13 de outubro de 2016 2
Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

 

 

Pesquisa do IBGE aponta que apenas 19,3% dos trabalhadores por contra própria têm CNPJ, o registro para pessoa jurídica. Então, são 4,4 milhões com o cadastro. No total, são 22,9 milhões de trabalhadores por conta própria no País.

Mas a pesquisa também considerou os empregadores. Neste caso, dos 3,7 milhões de empregadores, 84,2% tinham CNPJ.

O IBGE divulgou nesta quinta-feira novos recortes da pesquisa sobre mercado de trabalho. A proporção de pessoas desempregadas mais aquelas que estão subocupadas chegou a 16% da força de trabalho. O dado considera o fim do primeiro semestre de 2016.

Considera subocupadas aquelas pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana. Mas que gostariam de trabalhar mais.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Indústrias gaúchas cortam produção pelo segundo mês consecutivo

07 de outubro de 2016 0
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

 

 

As indústrias do Rio Grande do Sul tiveram o segundo mês com queda na produção. Em agosto, o recuo foi de 0,2% sobre julho.

O resultado nacional foi bem pior, com queda de 3,8%. Só que veio depois de cinco meses de altas.

A média do Brasil foi pressionada pelo segmento automotivo. Quando isso ocorre, o resultado gaúcho costuma vir pior. Mas os analistas afirmam que houve influência forte da paralisação da fábrica da Volkswagen em São Paulo por problema no fornecimento de insumos. Provavelmente, isso reduziu o impacto do segmento no dado regional.

Já no acumulado de janeiro a agosto de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 5,2% frente a igual período do ano anterior. Onze das 14 atividades investigadas apontando queda na produção. As principais influências negativas são dos ramos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-15,1%), de produtos de fumo (-25,2%) e de máquinas e equipamentos (-9,2%).

“Pressionados, principalmente, pela menor produção de automóveis; de fumo processado e cigarros; e de tratores agrícolas, guindastes, aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, silos metálicos para cereais, semeadores, plantadeiras ou adubadores, aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”) e máquinas para colheita.” – detalha o IBGE.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

 

Produção industrial tem forte queda após cinco meses de crescimento

04 de outubro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

 
A produção industrial caiu 3,8% em agosto de 2016 na comparação com julho. Com isso, interrompeu cinco meses de resultados positivos consecutivos. Foi a queda mais intensa desde janeiro de 2012 (-4,9%) nesta comparação.

“Com o resultado desse mês, o total da indústria encontra-se 21,3% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.” – informa o IBGE.

Entre os setores, as principais influências negativas foram registradas por produtos alimentícios (-8,0%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,4%). Por outro lado, a principal influência positiva veio dos produtos farmoquímicos e farmacêuticos.

Já no confronto com agosto de 2015 (série sem ajuste sazonal), o total da indústria apontou queda de 5,2% em agosto de 2016. Foi a trigésima taxa negativa consecutiva, mas a menos intensa desde junho de 2015 (-2,6%).

O indicador acumulado nos últimos 12 meses aponta queda de 9,3%. Reduziu um pouco o ritmo de perda.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

E também curta a página Giane Guerra, no Facebook.

Alimentos permitem queda forte na prévia da inflação

22 de setembro de 2016 0
Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve variação de 0,23% em setembro. Em agosto, estava em 0,45%.

O IPCA-15 é uma prévia da inflação oficial. Foi o menor IPCA-15 para os meses de setembro desde 2009 (0,19%).

O acumulado dos últimos 12 meses ficou em 8,78%. Que é abaixo dos 8,95% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Segundo o IBGE, o grupo Alimentação e Bebidas foi o principal responsável pela desaceleração do IPCA-15. Entre os alimentos que se apresentaram em queda e contribuíram para conter a taxa, destacam-se: batata-inglesa (-14,49%), cebola (-12,30%), feijão-carioca (-6,05%), hortaliças (-6,03%) e leite longa vida (-4,14%).

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

Varejo gaúcho tem queda nas vendas após dois meses de alta

13 de setembro de 2016 0
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

 

 

As vendas do varejo gaúcho voltaram a cair. O recuo foi de 0,5% em julho sobre junho.

O desempenho negativo ocorre após dois meses de alta. A pesquisa é do IBGE e estes percentuais consideram o volume de vendas das lojas.

Janeiro a julho

No acumulado do ano, a queda das vendas fica em 5,6%.

Pior desempenho: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -23,8%

Melhor desempenho: móveis +8,3%

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

 

 

Indústria gaúcha volta a cortar produção após dois meses de alta

09 de setembro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

 

A produção da indústria gaúcha voltou a cair. Em julho, o recuo foi de 2,8% sobre junho. Nos dois meses anteriores, o Rio Grande do Sul teve aumento na produção industrial.

A pesquisa é do IBGE. No País, julho teve uma média de aumento de 0,1%.

Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria gaúcha apontou retração de 11,9%. Lembrando que no mês anterior, teve crescimento de 2,6% e tinha interrompido 20 taxas negativas.

As principais influências negativas sobre o total da indústria foram assinaladas pelas atividades de produtos do fumo (-42,0%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-19,2%). Foram pressionadas, principalmente, pela menor produção de fumo processado e cigarros; e de automóveis, respectivamente.

No acumulado de 12 meses, o Rio Grande do Sul registra queda de 9,9% na produção industrial.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

PIB recua 0,6% no segundo trimestre e acumula queda de 4,6% no semestre

31 de agosto de 2016 0

 

Foto: Porthus Junior / Agência RBS

Foto: Porthus Junior / Agência RBS

 

Principal indicador da economia brasileira, o PIB recuou 0,6% no segundo trimestre. A comparação é sobre o primeiro trimestre de 2016 e já traz o ajuste sazonal.

É o sexto resultado negativo consecutivo. A divulgação foi feita há pouco pelo IBGE.

O pior desempenho foi no setor de serviços. Recuo de 2,1%. Nos Serviços, Transporte, armazenagem e correio (-2,1%), Outros serviços (-1,7%), Intermediação financeira e seguros (-1,1%), Comércio (-0,8%) e Serviços de informação (-0,6%) apresentaram queda.

Em seguida, aparece a agropecuária, com queda de 2%.

E mais:

Indústria -0,2% - “Na Indústria, houve variação negativa de 0,2% na Construção. A Extrativa mineral e a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana cresceram, respectivamente, 0,7% e 1,1%. Já a Indústria de Transformação (0,0%) manteve-se estável no trimestre.” - detalha o IBGE.

Consumo das famílias -0,7%

Consumo do governo -0,5%

Único crescimento: Formação Bruta de Capital Fixo (Investimento pelas empresas) +0,4% – Primeiro desempenho positivo após dez trimestres consecutivos de queda.

 

Semestre

No acumulado do semestre, a queda é de 4,6%. Neste dado, a relação é com o mesmo período do ano passado.

Nesta base de comparação, destaque para o desempenho negativo da Indústria (-5,2%). Já a Agropecuária caiu 3,4% e os Serviços caíram 3,5%.

12 meses

No acumulado de 12 meses, a economia brasileira registra recuo de 4,9%.

Comentário economista da FGV Mauro Rochlin:

“A retração do comércio, motivada pelo redução do consumo das famílias que, por sua vez, é reflexo da inflação da alta taxa de juros e do desemprego. É o principal fator que explica a queda de 0,8% do setor de serviços. O País ainda não consegue enxergar um horizonte de recuperação, apesar da ligeira melhora da indústria e dos investimentos, indicados nesta última pesquisa. A alta de 0,3% na indústria, depois de cinco trimestres em queda, e do aumento dos investimentos em máquinas e equipamentos, são boas notícias, mas ainda muito tênues para dizer que há uma tendência de melhora.” 

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Brasil atinge 11,8 milhões de desempregados

30 de agosto de 2016 2
Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS.

 

 

O Brasil está com 11,8 milhões de desempregados. A estimativa é do IBGE e foi atualizada nesta terça-feira.

A pesquisa apontou avanço da taxa de desemprego para 11,6% no trimestre encerrado em julho. Nos três meses anteriores, estava em 11,2%.

Em relação ao ano passado, o País está com 3,2 milhões de desempregados a mais. É um aumento de 37,4%.

O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 1.985.

Ainda hoje, o IBGE divulgou a população estimada para o País, estados e municípios. O Rio Grande do Sul está com 11,3 milhões de habitantes. Significa que o contingente de desempregados do Brasil supera a população inteira do Rio Grande do Sul.

Leia mais: Rio Grande do Sul tem quase 11,3 milhões de habitantes

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

Rio Grande do Sul tem quase 11,3 milhões de habitantes

30 de agosto de 2016 0
Foto: Genaro Joner / Agência RBS.

Foto: Genaro Joner / Agência RBS.

 

O Rio Grande do Sul atingiu 11.286.500 habitantes. O número atualizado foi publicado nesta terça-feira pelo IBGE no Diário Oficial da União.

Também foi divulgada a estimativa para os municípios. Em Porto Alegre, a população atingiu 1.481.019.

Já no Brasil, o número de habitantes atingiu 206.081.432 habitantes. Cerca de 1,5 milhão de pessoas a mais do que a divulgação do IBGE no ano passado.