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Sem negociação - Órgãos de defesa do consumidor não vão apoiar novas regras de cancelamento da compra de imóveis

03 de fevereiro de 2017 0

distratos

 

Órgãos de defesa do consumidor decidiram ir contra as novas regras de cancelamento da compra de imóveis. Foi o resultado de reunião realizada nesta tarde no Ministério Público do Rio de Janeiro.

- Posicionamento unânime entre as entidades contrariamente a qualquer medida, seja provisória, seja projeto de lei, que altere o patamar de retenção do distrato do valor pago ao valor do imóvel. – é enfático o diretor do Procon de Porto Alegre, Cauê Vieira, que participou do encontro.

A discussão se arrasta há mais de ano. Vários reuniões ocorreram sem acordo sobre o chamado distrato, quando há rompimento do contrato de compra de um imóvel. Isso aumentou muito durante a crise econômica, quando muitos compradores perderam a capacidade de pagamento e tornaram-se inadimplentes.

Diz o comunicado:

“Diante dessa grave situação, os órgãos e instituições acima nomeados manifestam publicamente seu repúdio à alteração das regras para os contratos de compra e venda de imóveis na forma como vem sendo propostas e discutidas, por colocar o consumidor em situação de sensível desvantagem nessas relações contratuais e caracterizar um grave retrocesso em sede de Direito do Consumidor, com agravamento da vulnerabilidade e ampliação do processo de superendividamento.”

Participaram a Associação Nacional do Ministério Púbico do Consumidor, o Ministério Público Federal, Defensorias Públicas dos Estados, Defensoria Pública da União, Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor, Associação Brasileira de Procons, entre outras entidades.

O texto ainda esclarece a proposta feita pelas construtoras e incorporadoras:

“Cabe esclarecer que a referida proposta, dentre outras disposições, prevê que na hipótese de o consumidor não ter condições financeiras para continuar honrando o pagamento das parcelas do preço contratado e necessite rescindir o contrato, este venha a perder até 80% do valor dispendido, enquanto, com base nas normas ora vigentes e na jurisprudência atual, o consumidor tem como limite máximo para essa perda 25% dos valores dispendidos.”

Segundo o Procon Porto Alegre, as decisões do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul fixam em 18% a perda do consumidor. No STJ, são os 25% citados no documento da reunião.

O volume de distratos tem sido apontado como o grande causador dos problemas financeiros das construtoras. Só que os órgãos de defesa do consumidor dizem que é risco do negócio e as emrpesas estariam querendo transferir isso para o consumidor, “virando do avesso todo o entendimento jurisprudencial já consolidado, estabelecendo vantagem manifestamente excessiva ao fornecedor.”

 

Construtoras voltaram a lançar imóveis em 2016, mas venda ainda caiu

31 de janeiro de 2017 1

As construtoras voltaram a aumentar o lançamento de empreendimentos em 2016 em Porto Alegre. Foram 2.949 unidades. O aumento foi de 23% na comparação com 2015.

Mas as vendas ainda acumularam queda no ano, de 7,41%. Sendo que 2015 já tinha registrado recuo superior a 17%.

Dezembro, no entanto, foi bom. Foram vendidos 431 imóveis novos. Crescimento de 195% em relação a novembro e de 137% na comparação com dezembro.

A pesquisa é do Departamento de Economia e Estatística do Sinduscon-RS. O bom desempenho de dezembro foi impulsionado principalmente por salas e conjuntos comerciais, que foram responsáveis por 49,19% das unidades vendidas no mês.

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Estoque de imóveis para venda e aluguel mais que dobrou em Porto Alegre

27 de dezembro de 2016 2
Foto: Tatiana Cavagnolli / Agência RBS.

Foto: Tatiana Cavagnolli / Agência RBS.

 

O estoque de imóveis para venda e aluguel mais do que dobrou em Porto Alegre nos últimos cinco anos. Em alguns casos, quase triplicou! Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi/RS).

Venda:
+136% na oferta de imóveis residenciais
+121% entre os imóveis comerciais

Locação:
+185% imóveis residenciais
+167% imóveis comerciais (salas, lojas e casas comerciais)

- Seja porque há menos pessoas comprando e alugando, mas também porque muitas pessoas assumiram financiamentos e não conseguiram bancar as prestações. – explica o presidente do sindicato, Moacyr Schukster.

Os cinco bairros com maior volume de ofertas de imoóveis para alugar:
- Centro Histórico
- Petrópolis
- Menino Deus
- Floresta
- Sarandi

Bairros com o aluguel mais caro:

- Praia de Belas (R$ 42,37)
- Três Figueiras (R$ 41,73)
- Bela Vista (R$ 36,07)

Bairros com mais preço de venda:

- Bela Vista R$ 6.374,77
- Três Figueiras R$ 6.115,14
- Boa Vista R$ 6.099,80
- Moinhos de Vento R$ 6.084,53
- Mont’Serrat com R$ 5.981,26

 

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Crise quase triplica tempo para alugar imóvel em Porto Alegre

25 de novembro de 2016 1

Antes da crise econômica atingir o setor imobiliário, o proprietário levava cerca de quatro meses para conseguir que alguém alugasse seu imóvel em Porto Alegre. Atualmente, a média está em onze meses de espera. O dado aparece em pesquisa do Sindicato da Habitação, o Secovi-RS.

Segundo o presidente da entidade, Moacyr Schukster, a queda na procura não foi significativa. O que ocorreu foi que aumentou muito a oferta de imóveis para locação.

É resultado, principalmente, do período em que as vendas aumentaram muito. Inclusive, pessoas que assumiram financiamentos, mas ficaram sem condições de arcar com as parcelas.

- Os preços de locação até caíram, mas ainda estão acima da inflação nos últimos cinco anos. Ainda há uma “gordura” para quem colocou imóvel para alugar e não está perdendo dinheiro.

 

 

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Setor imobiliário gaúcho engata terceiro mês de otimismo

11 de novembro de 2016 0

O setor imobiliário engatou o terceiro mês otimista no Rio Grande do Sul. Atingiu 109 pontos em setembro, conforme pesquisa da Alphaplan.

Acima de 100 é considerado otimista. O indicador foi criado em agosto de 2015 e ficou acima deste patamar apenas nas três últimas pesquisas.

O otimismo é maior entre as construtoras e menor entre as imobiliárias. Veja:

Incorporadoras / Construtoras 125,2 pontos

Imobiliárias e Corretores 90,3 pontos

Consumidores 111,5 pontos

Ouça entrevista com o diretor da Alphaplan, Tiago Dias, no programa Destaque Econômico:

 

 

Leitor pergunta - Qual índice uso para renegociar meu aluguel?

31 de outubro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: CC0 Public Domain

Foto: CC0 Public Domain

Leitor Daniel Stürmer pergunta:

“Como inquilino, pergunto se existe algum indicador com estas reduções de preços dos aluguéis que eu possa usar como referência na renegociação do meu aluguel?”

Conforme a última pesquisa FipeZap, o preço do aluguel novo caiu 2,94% em 12 meses. Se considerar a inflação do período, é uma queda real de quase 13%.

Apesar de a pesquisa considerar apenas imóveis que estão anunciados para alugar, serve de termômetro do mercado. A procura menor está forçando os proprietários a pedirem menos pelo aluguel.

Então, vale sim tentar negociar o aluguel também do contrato em andamento. Oito em cada dez renegociações terminam com acordo entre locador e locatário. Até porque imóvel parado deixa de render e ainda gera despesas.

O site Meu Bolso Feliz, portal de educação financeira do SPC Brasil, dá três dicas para renegociar o reajuste do aluguel:

1 – Informe-se – Dá segurança e argumentos para a negociação. Pesquisa aluguéis no prédio e na região onde mora. Visite sites como o Zap, o Imóvel Web e o 123i. Com isso, você pode levar ao proprietário valores reais sobre o preços dos imóveis na região e ter uma conversa mais embasada.

2 – Valorize-se como bom pagador – Bons pagadores devem reforçar que pagam em dia tanto o aluguel como o condomínio. Leve fotos mostrando que o imóvel está bem conservado.

3 – Seja sincero – Não invente. Use argumentos reais, como a crise econômica e a inflação. Pior é ameaçar sair do imóvel, mas depois acabar ficando.

Se não conseguir baixar o valor do aluguel, pode tentar ao menos evitar o reajuste anual. Em geral, os contratos são indexados pela inflação do IGPM. Mas o proprietário pode decidir não aplicá-lo ou reduzir o percentual.

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Preços dos imóveis para alugar seguem em queda

14 de outubro de 2016 0

A variação nominal dos preços dos imóveis para alugar ficou em 0,01% em Porto Alegre em setembro. Sobre agosto.

Mas, se for descontada a inflação, segue a queda real nos valores. O IPCA do mês foi de 0,08%.

No acumulado de 12 meses, queda nominal de 2,55%. O recuo real supera 11%, conforme o Índice FipeZap de imóveis para locação.

A rentabilidade média do aluguel está em 4,5% em Porto Alegre. A taxa de juros real ainda fica acima, 6,9%. Este indicador é calculado para projetar o retorno de colocar um imóvel para alugar.

O preço médio do metro quadrado está em R$ 21,75 em Porto Alegre.

 

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Preço dos imóveis à venda sobe pelo terceiro mês consecutivo em Porto Alegre

05 de outubro de 2016 0
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

 

O preço dos imóveis à venda engatou o terceiro mês de alta em Porto Alegre. O Índice FipeZap apontou avanço nominal de 0,47% em setembro, que é o dobro da inflação do mês.

Já tinha aumentado em julho e agosto. A média nacional para setembro foi alta nominal de 0,12%, que considera 20 cidades.

Com isso, avança também o aumento acumulado de 12 meses, que está em 3,85%. A inflação do período, por sua vez, é de 8,79%. Portanto, ainda temos uma queda real nos preços dos imóveis anunciados, reflexo da crise.

O metro quadrado está custando, em média, R$ 5.663 em Porto Alegre.

 

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Valor do aluguel cai para o nível de três anos atrás

15 de setembro de 2016 1
Foto: Marcos Porto / Agência RBS.

Foto: Marcos Porto / Agência RBS.

 

Os preços dos imóveis para alugar seguem em queda. No País, atingiu o nível de três anos atrás.

Quando não há queda nominal no mês, o aumento não alcança a inflação, o que significa redução real no valor. O preço médio do metro quadrado anunciado em agosto foi de R$ 30,13, mesmo valor registrado em abril de 2013.

É o Índice FipeZap, que considera os imóveis anunciados. Em Porto Alegre, atingiu R$ 21,75.

Em julho, os imóveis anunciados para alugar na Capital tiveram queda real de 0,36%, descontando o IPCA. Em 12 meses, a redução é de quase 12%.

Rentabilidade

A Fipe também compara o preço médio de locação com o de venda dos imóveis para obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por locar o imóvel.

Em agosto de 2016, o retorno médio anualizado do aluguel em Porto Alegre foi de 4,6%. No mesmo período, a taxa de juros real foi de 7,3%.

Região Metropolitana tem imóveis até 87% maiores pelo mesmo preço de Porto Alegre

14 de setembro de 2016 0
Foto: Germano Rorato / Agência RBS.

Foto: Germano Rorato / Agência RBS.

 

 

Para quem busca imóveis espaçosos, é realmente interessante cogitar cidades da Região Metropolitana. A percepção foi confirmada por levantamento do portal imobiliário VivaReal, que mostra diferença média de 54% no tamanho de imóveis que custam o mesmo preço.

Para o levantamento, foi considerado um apartamento de dois dormitórios. É o tipo de imóvel mais procurado no País, disparado.

Em Porto Alegre, o tamanho médio anunciado é 70 metros quadrados. O preço médio do metro quadrado é de R$ 5.290. O valor de um imóvel para venda com essas características é de aproximadamente R$ 370 mil.

Com a mesma quantia, o comprador consegue morar em um espaço de 97 metros quadrados em Canoas, por exemplo. É um ganho de 40%. No município, o preço médio do metro quadrado é de R$ 3.792.

Em Novo Hamburgo, o preço médio do metro quadrado é de R$ 3.590. É possível comprar um apartamento com 47% a mais de área privativa, de 103 metro quadrado.

Em São Leopoldo, o espaço aumenta para 107 metros quadrados ou 53% a mais. São R$ 3.460 por metro.

Em Gravataí, é R$ 3.077 por metro. Então, sobe para 120 metros quadrados, o que representa um imóvel 72% maior.

Em Eldorado do Sul, custa R$ 2.826 por metro. Chega a 131 metros quadrados, ou 87% maior.

- O ganho de espaço e o valor mais baixo da região metropolitana é um dos atrativos para as pessoas saírem da capital, mas continuarem perto dela. O consumidor avalia também a qualidade de vida que pode ter ao morar com mais espaço. – reforça Lucas Vargas, CEO do VivaReal.
Alertas para quem compra imóvel por e-mail ou redes sociais – Negociação vale!

Justiça decide que dívidas de condomínio passam para novo dono do imóvel

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