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Posts com a tag "importação"

Exportações gaúchas voltam a crescer

22 de setembro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 
O Rio Grande do Sul exportou em agosto US$ 1,749 bilhão. Com isso, os embarques voltaram a crescer. O faturamento cresceu 9,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Os dados são da Fundação de Economia e Estatística. O resultado mantém o Rio Grande do Sul como o terceiro maior exportador do País. Respondeu por 10,3% dos embarques brasileiros.

Segundo Tomás Torezani, pesquisador da FEE, as exportações gaúchas voltaram a crescer em valor e em volume. Julho tinha interrompido uma sequência de resultados negativos.

- A desaceleração da redução dos preços dos produtos exportados resultante da ainda incipiente recuperação dos preços de commodities e os maiores volumes embarcados explicam a elevação das receitas.

O crescimento das receitas foi puxado principalmente pelas exportações de produtos básicos. Destaque para soja em grão (+US$ 83,0 milhões), fumo em folhas (+US$ 65,0 milhões) e farelo de soja (+US$ 39,2 milhões).

China (31,1%), Argentina (7,2%), Estados Unidos (6,8%), Irã (5,9%) e Bélgica (4,4%) foram os principais destinos dos produtos gaúchos em agosto.

 

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Justiça Federal decide que mercadorias importadas abaixo de US$ 100 são isentas de imposto

16 de junho de 2016 14
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS.

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS.

 

Foi uniformizado entendimento judicial de que mercadorias postadas no exterior até US$ 100 são isentas de imposto de importação. A posição foi da Turma Regional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais da 4ª Região.

Vale para quando o destinatário for pessoa física. Não há restrição quanto ao remetente.

“Conforme o acórdão, a Portaria nº 156/99 do Ministério da Fazenda, e a Instrução Normativa nº 96/99 da Secretaria da Receita Federal, que tratam do regime de tributação simplificada, extrapolaram os limites do poder regulamentar ao limitar o valor de isenção a 50 dólares e exigir que o remetente e destinatário sejam pessoa física.” – entendeu a Justiça.

Caso

A questão foi levantada por uma moradora de Porto Alegre que teve sua mercadoria importada por correspondência, de valor inferior US$ 100, tributada pela Receita Federal. Ajuizou ação na Justiça Federal contra a exigência do imposto.

A 10ª Vara Federal julgou a ação e manteve a tributação sobre os produtos que ultrapassavam a cota de US$ 50. A autora recorreu e a 5ª Turma Recursal do Rio Grande do Sul manteve a sentença. Então, ajuizou incidente de uniformização apontando precedentes da 3ª TR de Santa Catarina e da 1ª TR do Paraná, que adotam a tese de isenção para produtos de até US$ 100.

E agora?

Procurada, a Superintendência da Receita Federal do Rio Grande do Sul ainda não tem posição sobre a questão. Mas a tendência é manter a tributação em um primeiro momento conforme estava fazendo. É a mesma dedução do advogado Cristiano Diehl Xavier, sócio do escritório Xavier Advogados. Ele lembra que este assunto é provocador de várias ações judiciais desde 1999.

- A Receita Federal cumpre a portaria editada por ela própria.

O diferencial agora é que há essa uniformização, que uma consolidação das decisões judiciais. O contribuinte sabe a decisão que terá sobre a ação.

Mas não adianta procurar o Procon. Diretor do órgão em Porto Alegre, Cauê Vieira lembra que não é uma relação de consumo. Então, o Procon não consegue interferir.

- Só se a empresa que vendeu prometesse não haver a cobrança de imposto. Mas o caso em questão é a relação do contribuinte com a Receita Federal.

E então?

A saída, por enquanto, é cada um ajuizar sua ação no Juizado Especial Federal. Não precisa de advogado porque o valor é baixo. É um trâmite mais simples do que na justiça tradicional.

- Pode pedir liminar para a liberação imediata da mercadoria. – diz o advogado Cristiano Xavier.

A União é a ré, explica. O contribuinte que se sente lesado é o autor e deve procurar o chamado JEF.

- Tem que levar identidade, cópia dos documentos exigindo o imposto, do aviso dos Correios…

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Calçadistas projetam recuperar exportação pré-crise em até quatro anos

14 de janeiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A indústria de calçados espera recuperar em até quatro anos os níveis pré-crise de exportações. Para isso, precisa passar dos atuais US$ 960 milhões em embarques anuais para US$ 2 bilhões.

O dólar alto é a aposta e foi o que estimulou as vendas na Couromoda. A feira é sempre realizada em janeiro em São Paulo e dá início à comercialização de um terço da produção de calçados.

Foram melhores as negociações com os importadores. O mercado interno está retraído, conforme o presidente da Abicalçados, Heitor Klein:

Como foram as negociações nesta edição? Sinalizam algo para o ano?
As negociações foram relevantes, especialmente com os importadores. A estimativa é de que o número de importadores a feira tenha ficado perto de 2 mil, de mais de 60 países. Nesta edição, através do programa Brazilian Footwear, mantido em parceria com a Apex-Brasil, a Abicalçados trouxe compradores de dois importantes grupos chineses, o que certamente terá efeito ao longo do semestre. No mercado interno, as negociações foram mais tímidas, mas mesmo assim o quadro foi melhor do que o imaginado no pré-feira.

De onde são os compradores? Devemos ter mudança de destino?
Nesta edição da Couromoda, tivemos muitos compradores asiáticos, especialmente da China. É um mercado que, aos poucos, vem galgando espaço nas exportações brasileiras de calçados. Desde 2010, quando iniciamos, através do Brazilian Footwear, um trabalho de inserção na China, as exportações para aquele destino mais do que dobraram, chegando a US$ 4,4 milhões em 2015. Neste ano, com o dólar favorável, devemos notar incrementos significativos para a China.

Boas negociações em volume e em preço?
No mercado externo sim. A feira teve um número surpreendente de importadores. Já o mercado doméstico está desconfiado, mais retraído.

Dólar compensa crise?
Certamente o patamar atual do dólar dará impulso para uma retomada nos embarques de calçados. A expectativa é de que em 3 ou 4 anos possamos recuperar os níveis pré-crise, de quase US$ 2 bilhões em exportações (fechamos 2015 com menos da metade, US$ 960 milhões).

Qual a importância da Couromoda nas negociações do ano?
A Couromoda, feira lançadora de coleções de inverno, é fundamental para o setor de calçados, pois é na feira que se dá o start para a comercialização de mais de um terço da produção de calçados (ano passado em 877 milhões de pares).

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Vietnã e Rússia são países que mais elevaram compras de produtos gaúchos

15 de abril de 2015 0
Foto: Divulgação Porto de Rio Grande.

Foto: Divulgação Porto de Rio Grande.

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram desempenho negativo em 2014, mas alguns destinos diferentes dos embarques amenizaram o impacto. Foi o que mostrou levantamento feito por Guilherme Risco, da Fundação de Economia e Estatística.

Este ranking foi liderado por Rússia e Vietnã. Aumentos superiores a 150% nos valores comprados do Rio Grande do Sul.

O destaque dos embarques para a Rússia foi o aumento da carne suína, que ocorreu após esse país proibir a entrada de produtos da União Europeia e dos Estados Unidos. Já o farelo de soja ajudou a impulsionar as exportações para Eslovênia, Paquistão, Irã, Indonésia e Turquia. O grão de soja foi o produto com maior crescimento nas vendas para o Vietnã, enquanto o óleo de soja foi o responsável pelo bom desempenho da Índia.

Para as Filipinas, destaque para as vendas de trigo que ocorreram no final do ano. Já para a Angola, foram vendidos, principalmente, alimentos embutidos.

Os países da América Latina que se destacaram como destino das exportações gaúchas em 2014 foram impulsionados, principalmente, pela compra de produtos manufaturados, como óleo diesel para o Paraguai, carne de aves para a Venezuela, plásticos para o México e arroz para o Peru.

- Essa melhora nas vendas do Rio Grande do Sul ocorreu, em grande parte, para países que vêm sendo apontados como regiões que terão forte crescimento econômico nos próximos anos, que é o caso de Vietnã, México, Indonésia, Filipinas, Paquistão, Irã e Turquia. Esses países têm uma participação ainda modesta na pauta de exportações do Estado no momento (6,6%), mas podem compensar as vendas, quando houver um arrefecimento para destinos mais tradicionais. – analisa o pesquisador da FEE, Guilherme Risco.

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Argentina promete liberar produtos brasileiros e anima calçadistas

26 de fevereiro de 2015 0

A Argentina prometeu eliminar em 15 meses todas as barreiras à importação de produtos brasileiros. O país tinha recorrido de uma determinação da Organização Mundial do Comércio, mas agora diz que vai acatar a decisão. Caso não o faça, outros países podem retaliar a entrada de produtos argentinos sem contrariar a OMC.

A notícia anima calçadistas, um dos setores que mais sofre com as restrições às exportações para a Argentina. Já havia previsão de melhora de embarques com a alta do dólar.

Fabricantes brasileiros de calçados já estavam desistindo de vender para compradores argentinos porque a mercadoria era barrada. O processo começou em 2012.

- Em 2011, chegamos a exportar o equivalente a US$ 189,8 milhões para a Argentina, número que caiu a US$ 79,45 milhões no ano passado. O calçado brasileiro já chegou a representar 70% do total comprado do exterior por aquele mercado, espaço que foi tomado pelos asiáticos. Hoje, apenas 25% dos calçados comprados pela Argentina são brasileiros. – conta o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, Heitor Klein.

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Dica da Semana - Artigo: Novas Oportunidades em Comércio Exterior

17 de fevereiro de 2015 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Artigo: Novas Oportunidades em Comércio Exterior

Está publicado no site da Martinelli Advocacia Empresarial.

Quem indica é a advogada Patricia Anselmo, uma das autoras do artigo:

“O artigo tem como objetivo demonstrar como, ao longo da história do Brasil, com processos de abertura da economia, o País foi também se sistematizando, ou seja, passando todas as operações de comércio exterior e internacionais por um monitoramento, controle e desburocratização através da integração de sistemas.

Agora, final de 2014 e início de 2015, estamos diante de um cenário preocupante, mas esse movimento continua. Estamos diante de um novo programa, que entra em convergência com uma proposta mundial de segurança da cadeia logística. Indiretamente, traz alguns benefícios para o fabricante e demais interveniências de comércio exterior no Brasil em termos de celeridade, reduções de custos indiretos e assim por diante.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Embarques do Rio Grande do Sul têm maior queda entre principais Estados exportadores

14 de janeiro de 2015 0

As exportações gaúchas caíram 25,5% em 2014 na comparação com o ano anterior. Somaram US$ 18,7 bilhões.

Foi a queda mais intensa entre os Estados exportadores, analisados pela Fiergs na tabela abaixo. Em segundo lugar, aparece Minas Gerais, com queda de 12,3%.

foto blog

O desempenho negativo no Rio Grande do Sul foi puxado pelo setor industrial, que registrou queda de 29,6% e respondeu por mais de 70% dos embarques. A queda ocorreu mesmo descontando as três plataformas de petróleo e gás contabilizadas como venda externa em 2013. Aí, fica um recuo de 7,5%, o pior comportamento desde 2009, época dos efeitos da crise financeira internacional. Além disso, o resultado ficou inferior ao do Brasil (-5,7%).

Dezesseis segmentos tiveram desempenho negativo. As fortes retrações vieram de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias, Tabaco, Produtos de Metal e Produtos Químicos. Os destaques positivos foram de Coque e Derivados de Petróleo e de Couro e Calçados.

As vendas externas de commodities também encolheram. A queda foi de 10,7%, somando US$ 4,5 bilhões. A demanda internacional por soja foi menor, junto com menos trigo para exportação.

Destinos

A China mantém, de longe, a liderança entre os destinos de exportações. Apesar de comprar 2,1% menos, importou US$ 4,45 bilhões. Basicamente, soja em grão.

A segunda posição ficou com os Estados Unidos (US$ 1,36 bilhão), que diminuíram em 16,8% as encomendas e receberam tabaco não manufaturado. Na sequência, veio a Argentina (US$ 1,34 bilhão), com compras de veículos automotores, mesmo tendo importado 29,1% menos.

Importação

Ainda em 2014, as importações totais caíram 10,9%, somando US$ 14,9 bilhões. Todas as categorias tiveram queda.

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Leitor envia: Fornecedor reajusta preços devido ao "louco" aumento do dólar

07 de janeiro de 2015 0

Lembra quando falamos dos repasses da alta do dólar para os preços? Aqui: Alta do dólar ainda terá mais impactos no varejo

Abaixo, o e-mail enviado pelo leitor Gerson Holz, que vende produtos importados e recebeu este aviso do fornecedor. Clique na imagem para ampliar:

 

foto blog

A tabela de preços terá novo reajuste provocado pelos “loucos” aumentos no câmbio. A alta do dólar não impacta apenas no bolso de quem viaja…

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Alta do dólar reduz pela metade bagagens no aeroporto de Porto Alegre

26 de dezembro de 2014 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A alta do dólar já teve seu impacto nas compras dos gaúchos no exterior. Inspetor da Receita Federal do Aeroporto Salgado Filho, Ricardo Zanotto conta que o câmbio a R$ 1,70 dava uma média de quatro malas por pessoa. O dólar a R$ 2,70 reduziu a quantidade para duas bagagens.

- Os principais produtos retidos são roupas. Os lançamentos de eletrônicos também, como novos tablets.

Durante a operação de Natal, a Receita Federal intensificou a fiscalização de babagens de passageiros de voos internacionais.

Jogador pagou multa

Um jogador de futebol foi parado pela Receita Federal no dia 24 de dezembro com US$ 10 mil em roupas importadas. Estava com a companheira e a cota máxima de isenção para os dois era de US$ 1 mil.

Como passaram em US$ 9 mil a cota, tiveram que pagar o imposto de importação e multa por não terem declarado antes que passaram do limite. Foram outros US$ 9 mil a mais que o jogador precisou pagar para liberar as compras.

A Receita Federal diz que não pode divulgar o nome do jogador.

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Rio Grande do Sul eleva importação de confecções mesmo com alta do dólar

27 de outubro de 2014 0

O aumento do dólar não inibiu a importação de têxteis e confecções. O Rio Grande do Sul comprou 8,77% mais de janeiro a setembro.

Foram US$ 125 milhões. Representa um déficit de US$ 14 milhões.

O Rio Grande do Sul é o sétimo maior produtor têxtil e de confecção no Brasil. Tem mais de 1,1 mil empresas e emprega 55 mil pessoas.

Na quarta-feira, a Abit, associado do setor, realiza em Caxias do Sul um seminário sobre competitividade e internacionalização.