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Posts com a tag "imposto"

Microcervejarias gaúchas se unem para reduzir custos

17 de fevereiro de 2015 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico. Por Babiana Mugnol (babiana.mugnol@rdgaucha.com.br)


Microcervejeiros do Rio Grande do Sul estão se unindo para tentar fortalecer a cadeia. São 36 empreendimentos que participam de um projeto do Sebrae-RS. A ideia é projetar o setor.

Uma das medidas é fazer compras coletivas de insumos, já que muita matéria-prima e equipamentos são importados. Outro ponto é criar estratégias de logística.

- Como é que a gente poderia reduzir o custo de logística? Daqui a pouco, juntando alguns grupos e fornecendo para o mesmo cliente, mesmo que seja um pouco de cada, mas isso reduziria o custo de logística. – exemplifica a gestora do projeto no Sebrae, Francine Dagnino.

Uma das empresas selecionadas é a Tupiniquim. Apesar de ter há apenas um ano uma fábrica própria em Porto Alegre, já desponta como uma das maiores microcervejarias do Estado. A produção mensal chega a 35 mil litros. Alex Ribeiro dos Santos, diretor comercial da marca, acredita que ainda há muito espaço para o mercado das artesanais, mesmo com as dificuldades enfrentadas por fabricantes de bebidas, como a carga tributária que representa quase metade do custo.

- A gente tem a questão tributária, que é uma dificuldade comum. Existe já uma mentalidade que nós temos uma fatia de bolo, mas ela é muita pequena e dividimos entre todos nós. A nossa ideia é aumentar nossa fatia do bolo, continuar dividindo, mas uma fatia maior.

O projeto do Sebrae também inclui cursos e oficinas de qualificação. Antonio Taffarel Trois, proprietário da marca Terapia, também de Porto Alegre, diz que a profissionalização é fundamental para o fortalecimento do setor.

- A gente ensina, dá cursos, fala sobre tipos de cerveja. Tem que munir garçons. O gosto do cliente está mudando muito. Então, o mercado está em efervescência.

A cerveja artesanal Terapia já é fabricada há cinco anos e a produção é de quatro mil litros por mês.

Ao final do projeto, que deve durar cerca de um ano, a intenção do Sebrae é contratar um estudo para mapear toda a cadeia produtiva do mercado de cervejas artesanais. Desde o produtor da matéria-prima até fornecedores e compradores.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Receita Federal arrecadou mais de R$ 1 milhão de impostos de mercadorias não declaradas em 2014

16 de fevereiro de 2015 1

A Receita Federal arrecadou R$ 1,1 milhão em impostos de mercadorias não declaradas por viajantes vindos do exterior para o Rio Grande do Sul no ano passado. É mais do que o dobro dos tributos recolhidos com declarações espontâneas, que alcançou menos de R$ 459 mil.

Ainda no ano passado, quase metade das apreensões feitas pela Receita Federal foram de cigarros. Foram mais de R$ 40 milhões só no Rio Grande do Sul. No ano anterior, tinham sido menos de R$ 29 milhões. Em seguida, mas bem longe, estão as apreensões de bebidas e, depois, de agrotóxicos.

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Impostômetro de Porto Alegre será inaugurado em maio

06 de fevereiro de 2015 0

O Impostômetro de Porto Alegre será inaugurado em maio. O equipamento ficará na esquina entre a Avenida Otávio Rocha e a Dr. Flores, bem no Centro da Capital. O local já havia sido informado ao programa Destaque Econômico pelo presidente da CDL, Gustavo Schifino.

Veja a imagem do projeto:

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A data escolhida é 25 de maio.

- É o Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte e Liberdade de Impostos. O Impostômetro será de grande relevância para a cidade, além de informar ao contribuinte o quanto paga de impostos para União, Estado e Município. – diz a diretora da CDL Porto Alegre, a arquiteta Ana Cláudia Bestetti, responsável pela implantação do Impostômetro.

Em São Paulo, o Impostômetro é mantido pela Associação Comercial.

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Empresários propõem redução gradativa do Imposto de Fronteira

04 de fevereiro de 2015 0

Federações de empresas propõem ao governo gaúcho a redução gradativa do Imposto de Fronteira. A ideia está em proposta elaborada por Fecomércio, Federasul, Fiergs e FCDL.

Se aceita, a redução do DIFA (Diferencial de Alíquota de ICMS) começaria em março, passando dos atuais 17% para 16%. Em março de 2016, chegaria a 12%, conforme o trecho do documento abaixo.

foto blog

Desde antes de assumir, o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, tem se reunido com entidades empresariais para discutir o assunto. Quando deputado, Feltes defendeu o fim da cobrança do Imposto de Fronteira. Mas atualmente pondera o impacto disso para as contas do Estado.

O Imposto de Fronteira entrou em vigor ainda no governo Yeda Crusius. A cobrança foi mantida por Tarso Genro. A Assembleia Legislativa aprovou lei extinguindo a cobrança, mas o governo não reconheceu a norma e seguiu cobrando. O projeto de lei foi do deputado Frederico Antunes.

O varejo reclama que os pequenos empresários que são afetados porque não conseguem recuperar os valores em crédito tributário. A indústria alega que vai afetar a competitividade da produção local com a concorrência de importados.

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Promulgada lei que proíbe cobrança do Imposto de Fronteira

Governo gaúcho vai discutir Imposto de Fronteira no Judiciário

Lojistas dizem que governo gaúcho age com soberba

Tarso não vai vetar projeto de lei contra o Imposto de Fronteira

Governo não deve sancionar lei que acaba com o Imposto de Fronteira

Aprovado projeto de lei que proíbe cobrança do Imposto de Fronteira de pequenas empresas

Federações não entram em acordo sobre lista para isenção do Imposto de Fronteira

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Pequenos lojistas gaúchos pagam quase o dobro em tributo do que os paranaenses

Projeto contra retorno do Imposto de Fronteira deve ser votado em dezembro no Plenário da Assembleia

Advogado recomenda que lojistas façam depósito judicial do Imposto de Fronteira

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Varejo decide aguardar números prometidos pelo novo secretário da Fazenda

29 de dezembro de 2014 0

Em nova reunião nesta segunda-feira, presidentes de entidades do varejo decidiram aguardar 60 dias para ter acesso aos números de arrecadação do Imposto de Fronteira. O prazo foi solicitado pelo novo secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes.

A indústria fala que será afetada pela concorrência de fora e em perda de arrecadação de R$ 300 milhões. O varejo rebate o número. Diz estimar em R$ 80 milhões, alegando que tem que ser descontado o ICMS pago pelas grandes varejistas, que depois conseguem o retorno como crédito tributário.

- Depois deste prazo, será apresentada uma proposta de negociação. Devemos solicitar lista de exclusão do Imposto de Fronteira que contemple produtos que não são fabricados no Rio Grande do Sul. – diz o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

Enquanto deputado, Feltes deu parecer favorável à lei que acabava com o Imposto de Fronteira. No entanto, atualmente diz ser difícil abrir mão desta arrecadação.

Na sexta-feira, o governador Tarso Genro nomeou policiais civis argumentando que o novo governo poderia arcar com a conta já que tinha sinalizado que não pararia de cobrar o Imposto de Fronteira. O atual governo não reconhece a lei da Assembleia Legislativa e mantém a cobrança.

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Análise: "Tributo sobre dividendos teria grande impacto sobre ações na bolsa"

22 de dezembro de 2014 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Como o mercado financeiro está vendo a possibilidade forte de termos aumento de tributos?

Analista de mercado Débora Morsch:

“Qualquer aumento de tributos é negativo para o valor de uma empresa. Entretanto, como ainda está incerto onde serão aumentados os impostos, é difícil avaliar o impacto no mercado. Este é um mal necessário para colocar as contas públicas novamente em trajetória sustentável.

O pior tipo de imposto que poderia ser introduzido seria a tributação sobre distribuição de dividendos, pois impactaria todas as ações de forma relevante. O fim da dedutibilidade do juros sobre capital próprio, que teria finalidade aumentar a arrecadação, também teria efeito muito negativo sobre muitas empresas listadas.

Aumentar a arrecadação é sempre a maneira mais fácil e rápida de sanear as contas fiscais, enquanto o corte de gastos que também deveria ocorrer é mais difícil e desgastante de ser implementado.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Receita Federal intensifica fiscalização de bagagens no aeroporto de Porto Alegre

16 de dezembro de 2014 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A Alfândega da Receita Federal está intensificando a fiscalização no Aeroporto Internacional Salgado Filho. É a chamada Operação Natal 2014.

Ainda na manhã desta terça-feira, foram apreendidos eletrônicos dos passageiros em voos internacionais com excesso de compras. Principalmente, foram retidos  aparelhos celulares, tablets e até televisão. Todos os produtos somam um valor em tributos a serem recolhidos de R$ 30 mil.

A fiscalização usa escâneres e cães de faro nas bagagens de viajantes que chegam do exterior. Segundo a Receita, todos os volumes serão verificados.

Para não ter a mercadoria apreendida, o passageiro em desembarque de voo internacional e com excesso de compras pode preencher a e-DBV-Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e apresentar à Receita Federal na chegada ao País. O programa está no site da Receita na Internet e pode ser acessado e preenchido por computador e aplicativos móveis.

Gaúchos terão desconto máximo do IPVA se pagarem até dois de janeiro

10 de dezembro de 2014 5
Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

O desconto máximo do IPVA do Rio Grande do Sul valerá para quem pagar o imposto até dois de janeiro. A informação foi dada pelo secretário estadual da Fazenda, Odir Tonollier, ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha.

Os abatimentos serão:

- Desconto da inflação, que ficará em torno de 6%

- Mais 3% de desconto real

- 5% de desconto da Nota Fiscal Gaúcha para quem fez 100 compras até 31 de outubro

- E ainda o desconto da Lei do Bom Motorista.

Não terá envio de boleto para a casa do contribuinte. O pagamento será feito direto no banco.

Mais detalhes serão divulgados no dia 15 de dezembro.

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Análise: Impostos antigos podem ser ressucitados

08 de dezembro de 2014 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Qual o próximo passo que o mercado financeiro espera da nova equipe econômica do Governo Federal?

Analista de mercado Débora Morsch:

“A equipe econômica está estudando como vai conseguir o superávit fiscal projetado de 1,2% do PIB, equivalentes a R$ 66 bilhões. É uma equipe que está com os pés no chão, usando as previsões de mercado e não as projeções feitas pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, que sempre foram mais otimistas e não acertaram durante o governo Dilma. O governo já ajustou o crescimento do PIB para 2015 para apenas 0,8%.

No lado dos cortes dos gastos, a nova equipe já falou em revisar as concessões do abono, seguro-desemprego e pensões por morte que podem gerar uma economia R$ 10 bilhões. No lado das receitas, a volta das alíquotas normais de IPI dos veículos pode render R$ 4 bilhões e nas bebidas a carga tributária vai crescer 10%, arrecadando R$ 1,5 bilhões adicionais.

É cogitada a volta da CIDE, imposto zerado em 2012, que dependendo da alíquota poderá arrecadar entre R$ 4 e R$ 13 bilhões.

Outra mudança que começa a tomar forma é o fim da dedução da despesa com juros sobre capital próprio da base de cálculo do Imposto de Renda das empresas, que poderia gerar uma arrecadação de R$ 15 bilhões.

Até a volta da CPMF está sendo cogitada, o que dá para perceber é que novos impostos estão descartados, mas nada impede de ressuscitar os impostos antigos que estejam com alíquota zerada.”

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Sindilojas orienta empresários a refinanciarem Imposto de Fronteira atrasado

05 de dezembro de 2014 0
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

O Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre decidiu orientar seus associados a refinanciarem as dívidas atrasadas do Imposto de Fronteira, como é chamado o Diferencial de Alíquota de ICMS. É sugerida a adesão ao programa de refinanciamento da Secretaria Estadual da Fazenda até o dia 22 de dezembro. Permitirá o parcelamento em até 48 meses e desconto nas multas e juros.

Para esta adesão ser possível, o Sindilojas Porto Alegre vai retirar em janeiro a ação judicial que questiona a cobrança. O processo teve liminares concedidas e derrubadas.

Foi uma decisão difícil, segundo o presidente do Sindilojas Porto Alegre. A preocupação de Paulo Kruse é com o passivo de dívidas grande demais que pequenos varejistas estão acumulando. Deu um exemplo concreto ao blog Acerto de Conta$:

- Uma empresa pequena que fatura R$ 60 mil por mês, compra R$ 30 mil de produtos. Destes, cerca de R$ 20 mil são de fora do Rio Grande do Sul. Paga R$ 1 mil ao mês de Imposto de Fronteira. Em 48 meses sem pagar, são R$ 48 mil de dívida. Junta-se a este valor uma multa de até 75%, mais juros e correção monetária. Facilmente, a dívida sobe para R$ 150 mil, quase três meses de faturamento. Inviabiliza a operação da empresa. E são as pequenas empresas que são prejudicadas pelo Imposto de Fronteira.

Paulo Kruse enfatiza que o Sindilojas Porto Alegre não vai deixar de discutir o Imposto de Fronteira na esfera política. Seja extinguir o tributo, reduzir a alíquota ou ter uma lista de produtos isentos porque não são produzidos no Rio Grande do Sul.

Um dos riscos das dívidas atrasadas do Imposto de Fronteira é provocar a exclusão das empresas do Simples Nacional.

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