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Posts com a tag "inadimplência"

Inadimplência dos gaúchos é a menor em um ano

05 de abril de 2017 0

 

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

Mais um bom indicador: a inadimplência dos gaúchos caiu em fevereiro e atingiu o menor patamar em um ano. Foi de 12,9%, o que aponta quantas consultas ao SCPC apresentaram restrição de crédito. Menor que isso, só em fevereiro de 2016.

Em janeiro, a inadimplência estava em 13,5%. Os dados são da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo.

Mas ainda é cedo para dizer que é uma tendência de queda da inadimplência. O presidente da AGV, Vilson Noer, aguarda ansioso o resultado de março.

A queda na inadimplência em fevereiro pode ter mais de um motivo. Pode ser redução nas taxas de juros, o que facilita para o consumidor quitar as contas atrasadas. Mas também pode ter um direcionamento dos esforços para o pagamento de contas e redução do consumo, ainda com base no receio de que o mercado de trabalho e a renda sigam ruins.

País

No País, a inadimplência do consumidor caiu 8% em fevereiro, ante janeiro. Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu crescimento apenas na região Norte (1,4%), enquanto houve queda nas regiões Centro Oeste (-0,3%), Nordeste (-0,1%), Sul (-5,3%) e Sudeste (-5,1%). Dados da BVS.

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Endividamento do gaúcho começa ano em queda e inadimplência cresce

26 de janeiro de 2017 0

O nível de endividamento dos gaúchos encerrou o primeiro mês de 2017 em queda em todas as faixas de renda. Ficou em 65,1%. Queda na comparação com janeiro do ano passado e recuo ainda mais intenso na comparação com dezembro.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Fecomércio-RS. Indica que a parcela da renda comprometida com dívidas em janeiro, na média em 12 meses, foi de 31,9%. Já o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses ficou em 7,7 meses.

O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 78,6% dos entrevistados. É seguido por carnês (22,6%), cheque especial (14,8%) e financiamento de veículos (10,8%).

Só que…

O percentual de famílias com contas em atraso (27,7%) cresceu em relação ao mesmo mês do ano passado. Mostra que o número de famílias com dificuldade de sair da inadimplência é cada vez maior.

- Apesar de esperarmos que a atividade econômica se recupere em 2017, como há ainda muita ociosidade nas empresas, a retomada vai demorar para impactar no mercado de trabalho. Por isso é razoável observar indicadores de inadimplência altos ao longo de 2017. – destaca o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Apesar de o cenário restritivo do mercado de trabalho ser um estímulo à inadimplência, a queda da taxa de juros pode contribuir para a renegociação das dívidas.

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Famílias do Sul têm o maior endividamento do País

24 de janeiro de 2017 0

A Região Sul fechou 2016 com o maior endividamento das famílias. O resultado está na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio.

Aqui, o endividamento das famílias estava em 80,3% em dezembro. A média nacional é de 56,6%.

A Região Sul fechou 2016 com média de 77,3%. Média nacional de 58,7%.

O Sul também liderou em dezembro no índice de famílias que dizem não ter condições de pagar as dívidas: 12,3%. Média nacional de 8,7%.

Principais tipos de dívida no Sul:
Cartão de crédito 74,1%
Financiamento do carro 13,1%
Financiamento da casa 9,8%
Carnê 9,2%

Cai endividamento e aumenta inadimplência no País

O número de famílias brasileiras endividadas recuou 3,9% ano passado. O balanço é da Confederação Nacional do Comércio.

Apesar da queda no endividamento, as famílias com contas ou dívidas atrasadas avançaram 18,4%. E as que não tiveram condições de pagar suas contas em atraso e permaneceram inadimplentes alcançou 8,9%, um aumento de 25,2% na comparação com 2015.

- A queda do nível de endividamento e o aumento da inadimplência foram reflexos da retração da economia doméstica em 2016. A desaceleração do consumo proveniente da piora do mercado de trabalho e das altas taxas de juros ocasionou maior dificuldade às famílias para honrar os seus compromissos no período. – explica a economista da CNC, Marianne Hanson.

O cartão de crédito segue como o principal responsável pelo endividamento. Citada por 77,1% das famílias. O carnê vem em segundo lugar, apontado por 15,4% do público.

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Leitor pergunta como negociar dívida do cartão de crédito. Procon orienta:

20 de dezembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

 

Leitor Vagner enviou o e-mail:

“Estou com restrição no CPF por uma dívida no cartão de crédito. Quero regularizar a situação. Não tenho todo o dinheiro da dívida e nem a quantia que a operadora do cartão quer parcelar. Até a correspondência que eu recebo é bem duvidosa. Gostaria de uma orientação.”

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira responde:

“Se o cartão de crédito foi obtido por meio de um banco, o primeiro passo é tentar buscar auxílio junto ao gerente da conta ao qual ele está vinculado. Mesmo que a responsabilidade pela cobrança seja da operadora do cartão, os bancos podem ser um bom intermediário nessa negociação, até mesmo como forma de recuperar o crédito do seu cliente para futuras operações. Outra possibilidade é entrar em contato diretamente com a própria operadora do cartão através do SAC, que direcionará o cliente para a central de cobrança responsável pela negociação de débitos.

Importante: o consumidor deve ficar muito atento antes de realizar qualquer pagamento de cobrança por boleto, ainda mais se emitido por terceiros em nome do fornecedor original. Sempre deve ligar diretamente para a central de atendimento do fornecedor e confirmar a veracidade do documento, anotando o número de protocolo de tal ligação antes de efetuar o pagamento, isto como forma de precaução em caso de eventual golpe que esteja em curso.”

Leia mais:

Parcelar o cartão de crédito tem juro alto, mas a taxa do rotativo é o triplo

Quais são as cinco tarifas básicas que os bancos podem cobrar pelo cartão de crédito

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Inadimplência nas mensalidades aumentou em oito de cada dez escolas gaúchas

17 de outubro de 2016 0

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Assim como outras contas do mês, as mensalidades escolares sentiram o aumento da inadimplência na crise. É o que mostrou levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul.

Em julho de 2015, as escolas de Educação Básica registravam uma média de 8,97% de inadimplência e um ano depois, em julho de 2016, esse número subiu para 11,44%. Ou seja, é um aumento de 27,5%. Das instituições que responderam à pesquisa, 77% registraram alta na inadimplência.

No Ensino Superior, foi registrado 10,6% de inadimplência em 2015 e 13,40% em 2016. Aumento, portanto, de 26,4%. Atinge 85% das instituições que responderam à pesquisa.

O presidente do Sinepe/RS, Bruno Eizerik, afirma que já era previsto:

- Já prevíamos essa alta. O setor da educação privada não está em uma bolha. Fomos afetados pela crise que assola o País.

Outro dado que também mostra a dificuldade de pagamento, é o aumento do número de famílias que procuram a instituição para negociar as mensalidades. Em 63% das escolas houve aumento na procura das famílias para negociação da dívida. Na Educação Superior, 92,3% registraram esse aumento.

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Dívida das famílias de Porto Alegre é a maior da Região Sul

17 de outubro de 2016 1
Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

 

As dívidas de uma família de Porto Alegre somam, em média, R$ 2.296. É o maior valor da Região Sul. Em segundo lugar está Curitiba e depois Florianópolis.

O ranking aparece ne pesquisa Radiografia do Crédito e do Endividamento das Famílias Brasileiras, realizada pela Fecomércio de São Paulo.

Quanto às operações de crédito, a Região Sul abriga 14,7% das famílias brasileiras e concentra 20,2% do volume de crédito do País. Os dados são do primeiro semestre.

“Os dados de distribuição regional do crédito pelo Banco Central justificam a causa da forte concentração de endividados na região Sul, pois indicam uma assimetria entre população e crédito nessa região, respondendo por menos de 15% do número de famílias, a região captou pouco mais 20% do total de crédito.” – analisa a Fecomércio/SP.

Veja outros dados da pesquisa sobre a Região Sul:

1 – Número de famílias endividadas (porcentual)
Curitiba/PR – 538.939 (86%)
Florianópolis/SC – 144.131 (85%)
Porto Alegre/RS – 334.336 (61%)

2 – Parcela da renda mensal comprometida com dívidas
Curitiba/PR – 32%
Porto Alegre/RS – 32%
Florianópolis/SC – 31%

3 – Valor médio de dívida por família
Porto Alegre/RS – R$ 2.296
Curitiba/PR – R$ 2.133
Florianópolis/SC – R$ 2.042

4 – Porcentual de famílias com dívidas em atraso
Curitiba/PR – 30%
Florianópolis/SC – 23%
Porto Alegre/RS – 23%

5 – Número de famílias
Curitiba/PR- 630.261
Porto Alegre/RS – 545.919
Florianópolis/SC – 169.889

6 – Renda Média (R$)
Porto Alegre/RS – 7.135
Curitiba/PR – 6.687
Florianópolis/SC – 6.606

7 – Massa de rendimentos (R$)
Curitiba/PR – 4.214.482.466
Porto Alegre/RS – 3.894.963.973
Florianópolis/SC – 1.122.299.951

8 – Participação da massa de rendimentos no total Brasil (%)
Curitiba/PR – 2,4%
Porto Alegre/RS – 2,2%
Florianópolis/SC – 0,6%

 

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Do ocasional ao mau pagador - Quatro tipos de devedores

29 de setembro de 2016 3

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Advogado e contabilista, Gilberto Bento Jr lista quatro tipos de devedores:

Devedor viciado - muitas vezes não possui nem mesmo problemas financeiros, porém, seu subconsciente sempre faz com que atrase os pagamentos, seja para se prevenir de imprevistos ou por outros motivos. Pode até pedir para renegociar os juros, mas sempre pagará.

Devedor ocasional - é o consumidor que busca sempre manter as contas em ordem, tendo sempre a intenção pagar. Entretanto, por motivo da ocorrência de algum problema, não conseguiu arcar com o compromisso. Geralmente, ficam muito irritados quando cobrados porque não pensam que são devedores e se acham injustiçados. Afinal, sempre pagaram. É necessário muito cuidado para não desgastar a relação.

Devedor negligente - é muito comum. Não tem a vida financeira organizada. Facilmente, deixa de pagar suas contas por ter esquecido. Assim, nesse caso o papel do cobrador é o de lembrá-lo de seus compromissos. As negociações tendem a ser mais complexas pois, como nunca se preocupa com suas obrigações, são vítimas constantes de dificuldades financeiras e de eventos imprevisíveis. É preciso estabelecer acordos bem claros com ferramentas para alertar o devedor sobre prazos de pagamentos.

Mau pagador - esse é um grande problema para quem faz a cobrança, pois ele sabe que deve, já tem esse fato como uma constante em sua vida, mas mesmo assim se recusa a pagar, se esquiva do cobrador de todas as formas, inventa desculpas, desaparece, não está preocupado com o seu nome. Esses casos devem ser tratados de forma mais enérgica, com uma cobrança mais intensa e indo até as últimas consequências legais. Lembrando que dificilmente esse será um consumidor interessante, pois, de nada adianta vender se terá que realizar uma maratona para receber.

 

Mas atenção:

Cuidado com a cobrança abusiva. Isso tem aumentado bastante e pode gerar dano moral.

Cobranças abusivas de dívidas crescem com a crise. Até onde as empresas podem ir?

O Procon de Porto Alegre está, inclusive, fazendo uma enquete no Twitter para coletar mais dados sobre isso. Já recebeu mais de 70 reclamações neste ano de cobranças abusivas por telemarketing:

 

 

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Justiça apreende carteira de motorista e passaporte de devedor e decisão gera polêmica

08 de setembro de 2016 4

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Advogados já avisavam que isso poderia ocorrer. E teve agora uma decisão inédita da Justiça de São Paulo, que apreendeu passaporte e carteira de habilitação de uma pessoa que devia R$ 253 mil para uma empresa. A ação é de 2013.

Na decisão, a Justiça usou o artigo 39 do novo Código de Processo Civil. O dispositivo passou a valer para dívidas em março de 2016 e foram permitidas “medidas coercitivas” para obrigar a pessoa a pagar o que deve. Até então, só poderia se a aplicar penhora ou expropriação de bens.

O argumento da juíza Andrea Musa foi que, se a pessoa não tem dinheiro para pagar o que deve, também não tem para manter um carro ou viajar para o exterior. Os documentos estão apreendidos até a dívida ser quitada.

Polêmica

A possibilidade ainda gera muita divergência entre advogados. A decisão pode – ou não – ser usada como referência por outros juízes para casos semelhantes.

Para a Associação de Consumidores Proteste, são pedidos exagerados que estão aparecendo nos processos judiciais. Há casos em que é solicitada até a proibição de prestar concurso público.

- Apesar de baseadas no novo Código de Processo Civil, são solicitações inconstitucionais. As empresas têm outros meios para cobrar seus devedores, como a penhora. – argumenta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

A coordenadora entende como uma restrição de direitos.

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Rio Grande do Sul fechou junho com 32 mil inadimplentes a menos

18 de agosto de 2016 0

 

 

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

 

O Rio Grande do Sul fechou junho com 32 mil inadimplentes a menos do que em maio. O recorte regional foi enviado ao blog Acerto de Conta$ pela Serasa Experian.

No total, eram 2,92 milhões de inadimplentes. Sim… É 25% da população do Rio Grande do Sul que tem contas atrasadas, segundo a empresa.  Mas há poucos meses, tínhamos ultrapassado 3 milhões.

Considerando o resultado para o País em junho, o Rio Grande do Sul tem 4,9% dos inadimplentes brasileiros. No mês anterior, eram 5%.

Segundo economistas da Serasa Experian, os dados de junho denotam certa acomodação no número de negativados no país em 2016.

- Ainda é prematuro dizer que houve uma mudança de comportamento, mas, ainda assim, é uma boa sinalização, que pode indicar que a inadimplência está perdendo força. – diz o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

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Sete coisas que levam as pessoas a gastarem mais do que ganham

18 de agosto de 2016 4

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

A conta é básica. O dinheiro que sai no mês não deve superar o dinheiro que entra.

Mas é muito fácil o brasileiro se perder nisso. E isso aparece nas estatísticas de endividamento e de inadimplência.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, temos com quase 3 milhões de inadimplentes. O dado é da Serasa.

Mas o que leva as pessoas a gastarem mais do que ganham?

Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos lista sete motivos que provocam o descontrole financeiro e a gente destrincha um pouco cada um.

Parecem óbvios, mas leia com a mão na consciência:

- Falta de educação financeira: não reconhecem a importância do dinheiro e as formas corretas de usá-lo. Em geral, nem pais e nem escolas ensinam as crianças e adolescentes. Quando crescem, ficam expostos ao consumo sem formação financeira. O caminho é buscar cursos e livros sobre o tema.

- Falta de planejamento: não sabem para onde vai o dinheiro que recebem. O controle financeiro não acontece em grandes gastos, mas sim nos pequenos. Uma sugestão é preencher uma caderneta diária com todos os gastos e fazer uma planilha mensal por três meses.

- Não saber lidar com a publicidade: compram o que não precisam. O cuidado é não comprar por impulso, questionar-se se precisa do produto, qual a função que terá em sua vida, etc. Também é interessante deixar a compra para outro dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto.

- Crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de cartão de crédito. Quanto mais fácil, mais caro. Ou seja, com o juro mais alto. Até abusivos. Um passo para o endividamento virar inadimplência. E mais: se não souber lidar com o cartão de crédito, cancele. O mesmo com o limite do cheque especial.

- Parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses valores no orçamento. O parcelamento é um crédito. A pessoa usa um dinheiro que não tem para comprar um produto. A exceção é quando a pessoa tem um controle financeiro e até tem o dinheiro em aplicações financeiras, mas como o parcelamento é sem juros, vale a pena deixar o dinheiro guardado rendendo.

- Falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro. Sonho é uma palavra amigável para meta. Evitam que o dinheiro seja gasto de forma irresponsável. O que pretende comprar ou fazer no futuro? Comece a guardar para isso em vez de “antecipar consumo”, pagando juros e correndo risco.

- Necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Ter produtos também não é sinônimo de felicidade. A solução é ter objetivos claros.

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