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Posts com a tag "indústria"

Tecnologia tem os maiores salários da indústria criativa do Rio Grande do Sul

19 de janeiro de 2017 0
CC0 Public Domain

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A crise atingiu, mas em menor intensidade os empregos na chamada indústria criativa. O levantamento foi atualizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro e entende que a cadeia da Indústria Criativa é formada por três grandes categorias:

Indústria Criativa (núcleo): é formada por atividades profissionais e/ou econômicas que utilizam as ideias como insumo principal para geração de valor.
Atividades Relacionadas: constituída por profissionais e estabelecimentos que proveem bens e serviços à Indústria Criativa. Representadas, em grande parte, por indústrias e empresas de serviços, fornecedoras de materiais e demais elementos, considerados fundamentais para o funcionamento do núcleo criativo.
Apoio: constituída por ofertantes de bens e serviços, de forma indireta, à Indústria Criativa.

“A Indústria Criativa tem um evidente caráter estratégico, em especial, em um cenário de crise econômica. A velha máxima que vincula a ideia de que a criatividade é um bem etéreo, inalcançável e privilégio de poucos não faz sentido. A criação de novos processos produtivos dentro das fábricas, o desenvolvimento de novas formas de escoamento da produção e a implantação de novos modelos de negócio constituem exemplos saudáveis de inovação criativa.” – justifica a Firjan.

Em 2015, eram 57.910 profissionais atuando nesta área aqui. A participação no total de empregos do Rio Grande do Sul cresceu de 1,8% para 1,9%. Ficou em quinto lugar no ranking nacional em número de empregos. Atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Santa Catarina.

“Os estados da Região Sul continuaram se destacando na Indústria Criativa, com aumento dos profissionais empregados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – crescimento que superou o desempenho do mercado de trabalho regional, implicando aumento da participação relativa dos trabalhadores criativos nesses estados.”

Mas a média salarial caiu:

RS
2013 – R$ 4.521
2015 – R$ 4.403

Média nacional
2013 – R$ 6.493
2015 – R$ 6.270

Em termos de remuneração, o estado do Rio de Janeiro continua na liderança isolada. Rio Grande do Sul fica 17º no ranking.

“Tanto no Rio Grande do Sul como em Santa Catarina, a área criativa mais relevante foi Consumo, acompanhada de perto por Tecnologia. Os segmentos criativos mais importantes foram TIC (19 mil trabalhadores), Design (16 mil trabalhadores) e P&D (14 mil trabalhadores), que, somados, corresponderam a 47% dos empregos criativos nesses estados em 2015″

Veja o resultado detalhado por área no Rio Grande do Sul:

Consumo

No Rio Grande do Sul, 45,5% dos empregos criativos ficam na chamada área de Consumo. São 26.328, queda 2% em relação a 2013.

O salário médio ficou em R$ 3.877. Dois anos antes, era mais alto: R$ 3.999. E bem abaixo da média nacional – R$ 5.411, liderada pelo Distrito Federal.

Cultura

Já a área de Cultura representa apenas 6,2% dos empregos criativos no Rio Grande do Sul. É o índice mais baixo do País. São 3.613 profissionais. Cresceu 12%.

O salário é R$ 2.360. Queda de 6% na comparação com dois anos antes. A média nacional é de R$ 2.898.

Mídia

A área de Mídia tem 14,3% de participação nos empregos. São 8.258 empregos. Caiu com a crise também.

Salário médio de R$ 2.298. Menor (-3,4%) do que dois anos antes. Média nacional de R$ 3.590.

Tecnologia

Já Tecnologia representa 34% no Rio Grande do Sul. Com 19.711 empregos. Aumentou 13,2%.

Salário médio de R$ 6.363. Mas a crise também fez cair 5,5% o valor médio. Média nacional R$ 8.831.

 

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Fábricas gaúchas cortam produção pelo segundo mês consecutivo

11 de janeiro de 2017 0

A produção industrial caiu no Rio Grande do Sul em novembro. Foi o segundo mês consecutivo de queda.

O recuo foi de 0,8% na comparação com outubro. O IBGE já faz o ajuste sazonal.

O índice acumulado de janeiro a novembro de 2016 apontou redução de 4,4%. Dez das 14 atividades investigadas tiveram queda na produção.

As principais influências negativas foram nas indústrias de produtos de fumo (-33,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,1%). Outras contribuições negativas relevantes vieram das atividades de móveis (-12,8%), de bebidas (-11,4%), de produtos de borracha e de material plástico (-8,4%).

Por outro lado, o impacto positivo mais importante sobre o total da indústria gaúcha foi observado no ramo de celulose, papel e produtos de papel (36,9%). É o impulso da ampliação da Celulose Riograndense, em Guaíba.

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Indústria brasileira volta a elevar a produção

05 de janeiro de 2017 0

A produção da indústria brasileira voltou a crescer em novembro. Foi um avanço de 0,2% sobre outubro. Já com o ajuste sazonal feito pelo IBGE.

Em outubro, tinha recuado 1,2%. Em setembro, houve avanço de 0,7%.

Chamou a atenção o desempenho positivo de bens de capital em novembro. Avanço de 2,5%. São máquinas e equipamentos que costumam ser comprados por outras indústrias para ampliar ou modernizar a produção.

Em novembro, 13 dos 24 ramos pesquisados tiveram avanço. O segmento de veículos automotores, reboques e carrocerias tiveram o melhor desempenho, +6,1%. Costuma ser um indicador também de desempenho da indústria do Rio Grande do Sul, que terá o dado divulgado nos próximos dias pelo IBGE.

No acumulado de 12 meses, a queda ainda é muito intensa. As fábricas brasileiras cortaram produção em 7,5%.

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Fábricas gaúchas cortam produção e interrompem dois meses de alta

09 de dezembro de 2016 0

A produção industrial caiu 1% no Rio Grande do Sul em outubro. A comparação é com setembro já com ajuste sazonal.

A pesquisa é do IBGE. Com o resultado de outubro, as fábricas gaúchas interrompem dois meses de desempenho positivo.

No acumulado de janeiro a outubro de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 4,6%. Dez das 14 atividades apontaram queda na produção.

As principais influências negativas vieram de produtos de fumo (-32,2%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,3%).

Por outro lado, o impacto positivo mais importante sobre o total da indústria foi observado no ramo de celulose, papel e produtos de papel (38,2%).

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Indústria brasileira cortou produção em outubro

02 de dezembro de 2016 0

Depois de crescer em setembro, a produção da indústria brasileira caiu em outubro. O recuo foi de 1,1%, já com o ajuste sazonal do IBGE.

Entre os setores, as principais influências negativas foram registradas por produtos alimentícios (-3,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%). Pode ser que isso tenha impacto mais forte ainda dos dados do Rio Grande do Sul que serão divulgados pelo IBGE nos próximos dias. São dois segmentos importantes na matriz industrial gaúcha.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (-2,2%) e bens intermediários (-1,9%) mostraram as reduções mais acentuadas em outubro. Bens de capital tem quatro meses consecutivos de queda. Isso preocupa porque são bens comprados por outras indústrias quando querem investir no negócio.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, teve recuo de 8,4% em outubro. Com isso, reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em junho (-9,7%), julho (-9,5%), agosto (-9,3%) e setembro (-8,8%).

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Fábricas gaúchas aumentam produção pelo segundo mês consecutivo

08 de novembro de 2016 0

A produção industrial subiu pelo segundo mês consecutivo no Rio Grande do Sul. Em setembro, avançou 0,7% sobre agosto. Com ajuste sazonal no cálculo do IBGE.

É um avanço superior à média nacional. O aumento foi de 0,5% no País.

No acumulado de janeiro a setembro de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 4,6% frente a igual período do ano anterior. Dez das 14 atividades investigadas reduziram produção.

As principais influências negativas foram de produtos de fumo (-28,4%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,3%) e de máquinas e equipamentos (-8,2%). Outras contribuições negativas relevantes vieram das atividades de móveis (-14,9%), de bebidas (-13,0%), de produtos de metal (-6,9%), de coque, produtos derivados do
petróleo e biocombustíveis (-9,9%) e de produtos de borracha e de material plástico (-7,6%).

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Produção da indústria voltou a crescer no País

01 de novembro de 2016 0

Depois do tombo de agosto, a produção da indústria brasileira voltou a crescer em setembro. Foi um aumento de 0,5% sobre agosto, já com ajuste sazonal.

Mas o IBGE ressalta que, entre os ramos industriais pesquisados, ainda predominam taxas negativas. A indústria do País está 20,7% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.

“Na passagem de agosto para setembro de 2016, somente duas das quatro grandes categorias econômicas e 9 dos 24 ramos pesquisados apontaram expansão na produção. Entre os setores, as principais influências positivas foram registradas por produtos alimentícios (6,4%), indústrias extrativas (2,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,8%), com o primeiro recuperando parte do recuo de 8,0% verificado em agosto; o segundo eliminando a queda de 1,7% observada no mês anterior; e o último voltando a crescer após acumular perda de 12,0% nos meses de julho e agosto.”

O acumulado de 12 meses ainda registra queda de 8,8% na produção da indústria brasileira. Os dados regionais serão divulgados pelo IBGE nos próximos dias.

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Programa para capacitar indústrias ainda tem 100 vagas para empresas do Rio Grande do Sul

07 de outubro de 2016 0

Ainda há 100 vagas para pequenas e médias indústrias do Rio Grande do Sul participarem do programa Brasil Mais Produtivo. O lançamento regional ocorreu no fim da manhã na Fiergs, em Porto Alegre.

Segundo o ministro da Indústria, Marcos Pereira, já foram inscritas 230 empresas, que começaram a receber capacitação técnica. A projeto dura três meses.

O projeto trabalha com a melhoria dos processos produtivos das empresas. Os empreendimentos devem estar nos chamados Arranjos Produtivos Locais (APLs). Vale para quatro setores:  alimentos e bebidas, vestuário e calçados, metalmecânico e moveleiro.

Receberão capacitação técnica, inclusive, para redução no custo de produção. Participam da ação indústrias de pequeno e médio porte. Têm de onze a 200 funcionários.

A meta é aumentar em pelo menos 20% a produtividade das empresas participantes. Mas algumas indústrias que estiveram no piloto informaram aumentos de até 80%.

 

Foto: Porthus Junior / Agência RBS.

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Indústrias gaúchas cortam produção pelo segundo mês consecutivo

07 de outubro de 2016 0
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS.

 

 

As indústrias do Rio Grande do Sul tiveram o segundo mês com queda na produção. Em agosto, o recuo foi de 0,2% sobre julho.

O resultado nacional foi bem pior, com queda de 3,8%. Só que veio depois de cinco meses de altas.

A média do Brasil foi pressionada pelo segmento automotivo. Quando isso ocorre, o resultado gaúcho costuma vir pior. Mas os analistas afirmam que houve influência forte da paralisação da fábrica da Volkswagen em São Paulo por problema no fornecimento de insumos. Provavelmente, isso reduziu o impacto do segmento no dado regional.

Já no acumulado de janeiro a agosto de 2016, o setor industrial gaúcho recuou 5,2% frente a igual período do ano anterior. Onze das 14 atividades investigadas apontando queda na produção. As principais influências negativas são dos ramos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-15,1%), de produtos de fumo (-25,2%) e de máquinas e equipamentos (-9,2%).

“Pressionados, principalmente, pela menor produção de automóveis; de fumo processado e cigarros; e de tratores agrícolas, guindastes, aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, silos metálicos para cereais, semeadores, plantadeiras ou adubadores, aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”) e máquinas para colheita.” – detalha o IBGE.

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Ministério da Indústria lançará programa para apoiar 330 empresas gaúchas

06 de outubro de 2016 0

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançará programa de apoio a indústrias do Rio Grande do Sul. O ministro Marcos Pereira lança participará de evento nesta sexta-feira, em Porto Alegre, para apresentar o Programa Brasil Mais Produtivo.

Trabalha com a melhoria dos processos produtivos das empresas. Após a cerimônia de lançamento, na Fiergs, será feito o cadastramento das empresas interessadas em participar do Brasil Mais Produtivo.

Serão atendidos 330 empreendimentos que se organizam em Arranjos Produtivos Locais (APLs). Vale para quatro setores:  alimentos e bebidas, vestuário e calçados, metalmecânico e moveleiro.

A meta é aumentar em pelo menos 20% a produtividade das empresas participantes. Receberão capacitação técnica, inclusive, para redução no custo de produção.

Participam da ação indústrias de pequeno e médio porte. Têm de onze a 200 funcionários.

O foco do Brasil Mais Produtivo é a redução de sete tipos de desperdícios mais comuns no processo produtivo: superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos. No País, serão 3 mil pequenas e médias indústrias.

A partir do critério de priorização de impacto local, foram definidos os APLs dos quatro setores: “Moveleiro”, no APL Moveleiro da Serra Gaúcha; “Confecções e Calçados”, no APL de Calçados de Novo Hamburgo; “Alimentos e Bebidas”, no APL de Vitivinicultura de Bento Gonçalves e região, no APL de Alimentos Região Sul e no APL de Alimentos da Microrregião de Porto Alegre; “Metalmecânico” , no APL Metalmecânico Pós-colheita de Panambi, no APL Metalmecânico e Automotivo da Serra Gaúcha e no APL de Máquinas e Equipamentos Industriais de Porto Alegre.

 

 

 

Foto: Ronald Mendes / Agência RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agência RBS.