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Posts com a tag "inflação"

Alimentos aceleram inflação de Porto Alegre

11 de junho de 2013 1

A inflação de Porto Alegre acelerou na última medição da FGV. O Índice de Preços ao Consumidor passou de 0,30% para 0,52%.

Os preços dos alimentos voltaram a exercer pressão sobre o índice. Mesmo que não seja a maior alta de preço, devido à forte presença na mesa do portoalegrense, o leite longa vida foi a principal influência de alta. Em 30 dias, acumula alta de 6,49% no preço. É 13 vezes a inflação do período.

Mas o coordenador da FGV no Rio Grande do Sul, Márcio Mendes Silva, salienta outras elevações relevantes:

- Itens populares como feijão preto (6,76%), batata inglesa (15,64%), tomate (7,47%), frango inteiro (6,24%), ovos(4,82%), carne moída (2,85%) e café em pó (1,99%) tiveram aumentos muito superiores à média da inflação.

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Farinha de trigo mais cara pressiona preço de pães e massas

11 de junho de 2013 0

O preço da farinha de trigo subiu 27% em um ano para o consumidor de Porto Alegre. É quase cinco vezes a inflação do período. Ainda conforme a pesquisa da FGV, de janeiro a maio, o produto ficou 19% mais caro na Capital.

- Boa parte da farinha é importada. A quebra da safra do ano passado está se refletindo nos preços. Nossa farinha não é suficiente para abastecer o mercado. Uruguai e Argentina tiveram problemas com o grão. - diz o coordenador da FGV/RS, Márcio Mendes Silva.

A alta da farinha pressionou os preços dos derivados. Massas tiveram alta nos preços bem superior à inflação. Principalmente, o macarrão instantâneo. Pães e biscoitos também, com destaque para elevação no valor do pão de forma e no bolo pronto.

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Mercado faz forte alteração nas previsões para economia

10 de junho de 2013 1


Imagem: Svilen Milev/SXC.


Os analistas de mercado fizeram fortes alterações nas previsões para indicadores da economia brasileira. As mudanças aparecem no relatório Focus, divulgado às segundas pelo Banco Central.

Para a taxa de câmbio, o mercado elevou para R$ 2,10 a previsão para o dólar no fechamento do ano. A mudança ocorre mesmo com a medida do Governo Federal de reduzir o IOF para investimento estrangeiro em renda fixa, além das intervenções do Banco Central.

Já para a taxa Selic, a projeção aumentou para 8,75% ao ano. Na semana passada, o Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom deixando claro que vê resistência para reduzir a inflação. Com juros a 8,5%, a poupança retoma a rentabilidade antiga.

E, para o PIB, os analistas reduziram a expectativa. Projetam agora crescimento de apenas 2,53% na economia brasileira.

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Leia também:

Análise: "Alta do dólar é consistente"

Inflação volta a atingir teto da meta do Governo Federal

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Análise: "Com alta no juro, investidores se voltam para o mercado americano"

Leitores perguntam qual a tendência para o dólar

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Inflação volta a atingir teto da meta do Governo Federal

07 de junho de 2013 3

Foto: Jean Pimentel/Agencia RBS.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo desacelerou em maio, segundo IBGE. Passou para 0,37%, frente à taxa de 0,55% registrada em abril.

É a menor taxa para o IPCA desde junho de 2012, quando ficou em 0,08%. O recuo foi permitido pela alta menor nos preços dos alimentos.

"Foram vários os produtos que ficaram mais baratos de um mês para o outro, a começar pelo tomate, cujos preços caíram 10,31%, configurando o principal impacto para baixo."

12 meses

O acumulado de 12 meses, no entanto, voltou a atingir 6,5%. Este é o teto da meta estabelecido pelo Governo Federal para o ano de 2013.

O IPCA é chamado de inflação oficial porque é o indicador usado como parâmetro para o governo e o Banco Central para orientar as políticas econômica e monetária.

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Leia mais:

- Banco Central vê inflação resistente e com tendência de alta no curto prazo

- Entra em vigor redução de imposto para investimento estrangeiro para conter dólar

- Bergamota faz inflação cair em Porto Alegre

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Banco Central vê inflação resistente e com tendência de alta no curto prazo

06 de junho de 2013 0

Presidente do Bacen, Alexandre Tombini (Agencia Brasil)

O Banco Central entende que a inflação está mostrando resistência. Para isso, o Comitê de Política Monetária considera o nível elevado do indicador e a dispersão do aumento de preços.

"A inflação de serviços segue em níveis elevados, e observam-se pressões no segmento de alimentos e bebidas."

A análise está na ata da última reunião do Copom divulgada hoje. No encontro, a taxa básica de juros Selic foi elevada acima do esperado. Por unanimidade, o aumento foi de 0,5 ponto percentual, passando para 8% ao ano.

O Banco Central reforçou que, apesar de outras políticas influenciarem a trajetória dos preços, "cabe especificamente à política monetária manter-se especialmente vigilante, para garantir que pressões detectadas em horizontes mais curtos não se propaguem para horizontes mais longos."

Mostrou preocupação com os reajustes salariais acima da inflação que acabam por pressionar ainda mais os índices. Avalia também que a demanda doméstica tende a ficar robusta, especialmente o consumo das famílias.

Há um trecho da ata do Copom que parece uma "resposta" às críticas imediatas de entidades empresariais e de trabalhadores quando a decisão é por elevar os juros. O Banco Central relembra os danos que a inflação geram para a economia:

"O Copom ressalta que a evidência internacional, no que é ratificada pela experiência brasileira, indica que taxas de inflação elevadas geram distorções que levam a aumentos dos riscos e deprimem os investimentos. Essas distorções se manifestam, por exemplo, no encurtamento dos horizontes de planejamento das famílias, empresas e governos, bem como na deterioração da confiança de empresários. O Comitê enfatiza, também, que taxas de inflação elevadas subtraem o poder de compra de salários e de transferências, com repercussões negativas sobre a confiança e o consumo das famílias. Por conseguinte, taxas de inflação elevadas reduzem o potencial de crescimento da economia, bem como de geração de empregos e de renda."

Encerra a análise, dizendo que, no curto prazo, a inflação ainda apresenta tendência de elevação e que "o balanço de riscos para o cenário prospectivo se apresenta desfavorável."

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Leia também: Banco Central eleva juro mais do que o esperado

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Trensurb cogita não repassar isenção de tributos para o preço da passagem

05 de junho de 2013 1

Foto: Ricardo Duarte/Agencia RBS.

A Trensurb está analisando a desoneração tributária, mas cogita não repassar a redução para o preço da passagem do trem. Segundo a assessoria, a empresa paga PIS e Cofins. No entanto, para não reduzir o valor cobrado dos passageiros, alega que a tarifa não é reajustada desde 2008 e é 50% subsidiada pelo Governo Federal.

O Governo Federal publicou na última sexta-feira a medida provisória que zerou alíquotas de PIS/Cofins para o transporte coletivo rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros. Os tributos são calculados em cima da receita das empresas. Portanto, não estão sendo cobrados desde o início de junho.

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Leia também:

- Prefeitura não vai descontar tributos do valor atual da passagem de ônibus de Porto Alegre

- Agergs vai incluir desoneração no reajuste das passagens da Região Metropolitana

- Está em vigor isenção tributária para transporte coletivo

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Preço dos imóveis sobe menos em Porto Alegre

05 de junho de 2013 4

Foto: Agencia RBS.

O preço médio dos imóveis à venda em Porto Alegre subiu 0,4% em maio. Desacelerou e foi a menor alta desde que a Capital Gaúcha passou a ser calculado pelo Índice FipeZap, em julho do ano passado. A média nacional no mês foi de 1% de elevação do preço.

O metro quadrado está custando R$ 4.467 em Porto Alegre. Já o ranking de preços dos imóveis é liderado pelo Rio de Janeiro, onde custa R$ 9.160.

Ainda assim, os preços dos imóveis de Porto Alegre estão subindo acima da inflação para o consumidor, calculada pela FGV:

Índice FipeZap em Porto Alegre em maio: +0,4%
Inflação em maio: +0,3%

Índice FipeZap em Porto Alegre no acumulado de 2013: +5,1%
Inflação em 2013: +3,29%

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Leia também:

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Bergamota faz inflação cair em Porto Alegre

04 de junho de 2013 0


Foto: Julio Cordeiro/Agencia RBS.


Adorada por gaúchos no inverno, a bergamota acumulou queda de mais de 30% no preço em maio em Porto Alegre. Com isso, foi a principal influência para o recuo da inflação para o consumidor calculada pela FGV.

Segundo a Emater/RS, o amadurecimento das frutas está antecipado no Vale do Caí. Com isso, o volume de bergamotas que chegam ao mercado é grande, reduzindo os preços aos produtores e aos consumidores.

O Índice de Preços ao Consumidor de Porto Alegre recuou de 0,41% para 0,30%. Além da bergamota, tarifa de luz residencial, alface e gasolina também ficaram mais baratos e permitiram a redução no indicador.

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Porto Alegre define até a amanhã repasse da isenção tributária para transporte coletivo

03 de junho de 2013 3

Foto: Ronaldo Bernardi/Agencia RBS.

A EPTC define até amanhã como será o repasse da isenção tributária para a tarifa de transporte coletivo de Porto Alegre. É feito um estudo técnico para dimensionar o impacto de zerar a alíquota de PIS e Cofins, que somam 3,65%, sobre a receita das empresas.

Ao mesmo tempo, a Procuradoria Geral do Município analisa juridicamente como será a aplicação, considerando que o reajuste dos ônibus de Porto Alegre está suspenso por decisão judicial. A dúvida é se a redução tributária já é aplicada sobre a receita das empresas considerando os R$ 2,85 atuais ou apenas quando houver o reajuste, em que o preço proposto da passagem é de R$ 3,05.

Segundo a Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre, o PIS e Cofins sobre a receita é cobrado alguns dias depois do fechamento do mês sobre o resultado já consolidado. Portanto, com a medida provisória já em vigor, os tributos já não estão sendo cobrados sobre o exercício de junho.

A medida provisória foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira: Está em vigor isenção tributária para transporte coletivo

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Está em vigor isenção tributária para transporte coletivo

03 de junho de 2013 0

Foto: Ronaldo Bernardi/Agencia RBS.

Saiu a Medida Provisória que zera as alíquotas de PIS e Cofins pagas por empresas de transporte coletivo urbano. Foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na sexta-feira. Entrou em vigor imediatamente.

A medida foi confirmada na semana passada pelo Ministério da Fazenda. O Governo Federal busca evitar reajustes maiores das passagens de ônibus, trens e metrô, reduzindo o impacto sobre a inflação do País.

As alíquotas destes tributos sobre o transporte coletivo urbano somam 3,65%.

Diz a Medida Provisória:

"Art. 1o Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros.

Parágrafo único. O disposto no caput alcança também as receitas decorrentes da prestação dos referidos serviços no território de região metropolitana regularmente constituída."

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