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Posts com a tag "inflação"

Presidente indicado para Banrisul defende taxa básica de juros abaixo de 10%

14 de janeiro de 2015 0

Indicado para a presidência do Banrisul, o economista Luiz Gonzaga Veras Mota defende uma taxa de juros “comedida”. O que, para ele, seria Selic abaixo de 10% ao ano.

- Eu gosto de uma taxa de juros comedida, que fique boa para o desenvolvimento da economia e para o crescimento das empresas. A taxa não pode prejudicar os negócios e fazer a economia entrar em recessão. Isso é muito melhor para o sistema bancário.

A taxa básica de juros atualmente está em 11,75% ao ano.

- (O aumento) É um ajuste necessário para conter a inflação, que não quer ceder.

Quando perguntado se o juro alto aumentaria as margens do Banrisul, Veras Mota lembra que a taxa elevada nem sempre é boa para o sistema bancário. Acrescenta que não pode causar inadimplência.

- É preciso ter cuidado com concessão do crédito para se ter uma carteira sadia, adimplente.

A posse deve ocorrer em março. A diretoria indicada pelo governo gaúcho ainda precisa passar pela Assembleia Legislativa e o Banco Central.

Ouça a entrevista completa ao programa Gaúcha Repórter, da Rádio Gaúcha, apresentado pelo colega Leandro Staudt (leandro.staudt@rdgaucha.com.br):

Leia mais:

Leitora pergunta sobre novos concursos no Banrisul

Anunciada nova diretoria do Banrisul

 

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Análise: "Investidores de renda fixa estão com ganho atrativo"

12 de janeiro de 2015 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

2015 vai ser ou não o ano da renda fixa?

Analista de mercado, Débora Morsch:

“Sim. Com tantas incertezas em relação ao desempenho da economia e com a expectativa de alta da taxa de juros, podemos dizer que as aplicações em renda fixa deverão ser uma boa alocação para os investidores.

A taxa Selic hoje está em 11,75% a.a. Aplicações em fundos DI são um bom investimento. O investidor tem que estar atento à taxa de administração do fundo, pois caso ela seja muito elevada, como por exemplo 2% a.a., mais imposto de renda que os fundos estão sujeitos, o investidor receberá líquido um retorno aproximado de 7,60% superior ao rendimento da poupança, que está em 6% a.a.+TR.

Outra aplicação que está muito atrativa são as LCI e LCA, são letras de cambio de crédito imobiliário e do agronegócio incentivadas. Até o momento, estão isentas de Imposto de Renda. Por isso, são muito competitivas. Entretanto, o governo está estudando o fim total ou parcial da isenção.

Além disso, os títulos do Tesouro Direto são uma ótima opção para os investidores. As opções disponíveis são títulos indexados à taxa Selic, títulos Pré-fixados – LTN com taxas de 12,5% a.a. e indexados ao IPCA + 6%a.a.. Esses títulos estão sujeitos à tributação que varia de 15% a 22,5% dependendo do prazo de permanência do investimento.

Mesmo com a inflação ainda rondando a casa dos 6,5%, com a taxa Selic em 11,75%, os investidores em renda fixa ainda estão tendo um ganho real bem atrativo.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Mercado eleva previsão para inflação e reduz para o PIB

12 de janeiro de 2015 0

O mercado aumentou a projeção para a inflação em 2015. Aposta em IPCA de 6,60% no fechamento do ano. É acima do teto da meta do Governo Federal.

Além disso, também reduziu novamente a projeção para o PIB. Os analistas estão prevendo avanço de apenas 0,40% na economia brasileira em 2015.

O relatório Focus foi divulgado nesta segunda-feira, pelo Banco Central. Outras projeções:

Dólar R$ 2,80
Taxa de juros Selic 12,5% ao ano
Produção industrial +1,02%

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Economista do varejo projeta mais alta de preços em 2015

09 de janeiro de 2015 2

Economista da CDL Porto Alegre, Gabriel Torres projeta para 2015 a continuidade da pressão de alta nos preços. Pondera que as causas, no entanto, devem ser diferentes.

Em vez da demanda e mercado de trabalho aquecidos, o impacto virá do aumento do dólar e da recomposição de preços monitorados pelo governo.

- A pressão sobre o câmbio merece destaque especial pela mudança nas taxas de juros na economia americana, que cria pressão para a saída de dólares na economia doméstica. Conjugadas com a baixa confiança em nossa economia, o cenário base é de elevação do dólar.

E o efeito se espalha. A situação obrigará o Banco Central a manter a elevação da taxa de juros Selic até aproximadamente 12,75% em 2015.

Varejo

Para o economista Gabriel Torres, o impacto no varejo deve ser negativo. Os preços das mercadorias vão subir. Junto com isso, estará o crédito mais caro. O consumidor terá um aumento de despesas.

- O mercado de trabalho apresenta sinais claros de esfriamento, com crescimento da taxa de desemprego em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar de se manter em patamar historicamente baixo, o número de pessoas ocupadas caiu. – acrescenta o economista da CDL.

Inadimplência

- Em ambientes de baixo crescimento, inflação e juros altos, as famílias têm mais dificuldades em honrar dívidas na data de vencimento.

Com isso, Torres projeta que as inclusões de nomes no cadastro de inadimplentes devem crescer 5,53% no Rio Grande do Sul. Ao mesmo tempo, as exclusões devem avançar apenas 1,6%.

Algumas projeções para 2015:

PIB Brasil +0,54%
PIB RS +1,09%
Inflação pelo IPCA +6,66%
Dólar R$ 2,89
Taxa de Juros Selic 12,75% ao ano
Varejo ampliado no Brasil +0,77%
Varejo gaúcho +0,34%

Ouça entrevista ao Destaque Econômico, quando o economista conta sobre o indicador que criou para acompanhar o desempenho do varejo no Rio Grande do Sul:

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Preço da cesta básica subiu menos do que a inflação em Porto Alegre

09 de janeiro de 2015 0

A cesta básica ficou R$ 19 mais cara em Porto Alegre no ano passado. O Dieese pesquisa 13 produtos e o conjunto terminou 2014 custando R$ 348,56.

A alta foi de 5,89%. É menor do que a inflação da Capital Gaúcha, que foi de 7,24%. Também é uma elevação bem menor do que a registrada em 2013, que foi de 11,83%.

Seis alimentos tiveram alta de preços em 2014:

Carne +17,16%
Banana +11,79%
Arroz +7,83%
Pão +3,67%
Café +3,63%
Manteiga +0,33%

Por outro lado, sete itens apresentaram queda:

Feijão -11,62%
Leite -8,45%
Tomate -5,59%
Óleo -4,08%
Açúcar -3,91%
Farinha -2,66%
Batata -0,75%

Salário mínimo

O  trabalhador que recebeu salário mínimo comprometeu 52,33% do valor com a compra da cesta básica de Porto Alegre em dezembro. Calculado pelo Dieese com base em garantias da Constituição, o Salário Mínimo Necessário deveria ser de R$ 2.975,55, ou seja, 4,11 vezes o mínimo em vigor em dezembro.

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Banco Central projeta inflação na meta em 2016

09 de janeiro de 2015 1

O presidente do Banco Central projeta alcançar a meta de inflação em 2016. Alexandre Tombini refere-se ao centro da meta, que é de 4,5% e acrescenta que fará o que for necessário para a inflação entrar “em longo período de declínio”.

O IPCA foi divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE. Fechou 2014 em 6,41%, bem longe do centro da meta, mas ainda abaixo do teto do Governo Federal, que é 6,5%.

Diz o presidente do Banco Central:

“Em grande medida, esse patamar de inflação reflete a ocorrência de dois importantes processos de ajuste de preços relativos ora em curso na economia brasileira, a saber: (1) o realinhamento dos preços domésticos em relação aos preços internacionais e (2) o realinhamento dos preços administrados em relação aos preços livres. “

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Inflação acelera, mas fecha 2014 abaixo do teto do Governo Federal

09 de janeiro de 2015 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

A inflação oficial do País acelerou em dezembro para 0,78%. Em novembro, o IPCA foi de 0,51%.

Segundo o IBGE, as principais pressões foram:

Passagens aéreas +42,53%
Carnes +3,73%

Fechamento de 2014

No fechamento de 2014, a inflação ficou em 6,41%. Apesar da aceleração, ficou abaixo do teto da meta do Governo Federal, que é de 6,5%. Mas ainda longe do centro desta meta, que é 4,5%.

Os maiores aumentos foram nas despesas com habitação. O destaque foi a energia elétrica, cujas contas subiram 17,06%, em média, enquanto haviam apresentado queda de 15,66% em 2013.

IPCA Porto Alegre

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, a inflação também acelerou em dezembro para 0,8%. Fechou o ano em 6,77%. Acima da média nacional.

INPC

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor fechou 2014 em 6,23%. Este índice considera famílias com renda menor. Em geral, é o INPC que o Ministério da Previdência usa para reajustar aposentadorias acima de um salário mínimo. É provável que esta confirmação saia ainda nesta sexta-feira.

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Reajuste da conta de luz faz inflação disparar em Porto Alegre

09 de janeiro de 2015 4
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

Passado um mês do reajuste da CEEE, o aumento da conta de luz já aparece todo no cálculo da inflação de Porto Alegre. A alta de 24,41% é a principal pressão sobre o índice calculado pela Fundação Getúlio Vargas.

Na esteira, a conta de luz também deixou mais caro o condomínimo residencial. Com aumento de 4,5%, ocupa o segundo lugar entre as principais influências sobre a inflação da Capital nos últimos 30 dias.

O Índice de Preços ao Consumidor de Porto Alegre passou para 1,26%. É mais do dobro de um mês atrás.

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Preço dos imóveis à venda desacelera e fecha 2014 abaixo da inflação em Porto Alegre

06 de janeiro de 2015 23
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS.

O preço dos imóveis anunciados para venda em Porto Alegre desacelerou. Fechou 2014 com alta média de 4,35%, segundo o Índice Fipezap. É abaixo da inflação registrada na Capital no período, que foi de 7,24%.

Em dezembro, o preço médio caiu 0,9% em Porto Alegre. Foi o quarto mês do ano com queda de preço.

O metro quadrado em Porto Alegre fechou o ano custando R$ 5.040. A pesquisa considera 20 cidades e o valor mais alto do País está no Rio de Janeiro, em R$ 10.893.

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Porto Alegre fecha 2014 com inflação acima da média nacional

05 de janeiro de 2015 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Porto Alegre fechou 2014 com inflação para o consumidor em 7,24%. Em 2013, foi de 7,27%.

É acima da média nacional calculada pela Fundação Getúlio Vargas, que ficou em 6,87%. Ficou atrás apenas do Rio de Janeiro, entre as sete capitais pesquisadas.

Os grupos de despesas que mais pressionaram a alta de preços foram alimentos, educação e despesas diversas. Já itens de vestuário foram os que aumentaram menos.

Na última semana, o Índice de Preços ao Consumidor acelerou na Capital Gaúcha. Passou de 0,95% para 1,05%.

A principal pressão para a alta de dezembro foi o reajuste da tarifa de energia elétrica da CEEE. Por outro lado, o preço do leite longa vida segue em queda, segurando a inflação.

 

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