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Posts com a tag "inflação"

Inflação do consumidor cai há quatro semanas em Porto Alegre

25 de abril de 2017 0

É o Índice de Preços ao Consumidor, que caiu pela quarta vez consecutiva em Porto Alegre. A inflação para o consumidor ficou, então, em 0,32% na última pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. Há um mês, estava em 0,55%.

A principal contribuição tem sido, disparada, a queda da gasolina. Em 30 dias, o litro do combustível acumula queda média de 3,55%. Só que a gasolina é o item que mais pesa na inflação.

Inclusive, a inflação está recuando mesmo com o peso do reajuste da passagem de ônibus. Entrou em vigor no fim de março em Porto Alegre.

Já a energia elétrica que pesou bastante no mês anterior, com a volta da cobrança extra da bandeira tarifária, agora é uma pressão de baixa do indicador.

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Inflação prevista para o ano volta a cair e mercado quer corte maior do juro

24 de abril de 2017 0

A previsão para a inflação voltou a cair, pela sétima vez consecutiva. A aposta para o IPCA em 2017  é de 4,04%, abaixo do centro da meta de inflação.

Hoje, inclusive, a Fundação Getúlio Vargas divulgou o IPC-S, Índice de Preços ao Consumidor. Teve nova queda, estimulado pela redução das tarifas de energia elétrica.

A aposta para o IPCA apareceu no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central. Que, no entanto, manteve a taxa de juros Selic em 8,5% para o fim de 2017.

Mas analistas de mercado e corretoras já se manifestam esperando que o juro seja reduzido em um ritmo maior na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, que ocorre no fim de maio. O Banco Central cortou a Selic em 1 ponto percentual no último encontro, há duas semanas.

No Focus, também apareceu um pequeno aumento na previsão para o PIB. Aposta de crescimento de 0,42% na economia brasileira. Também aumentou para 1,36% a projeção de alta da produção industrial.

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Graças à gasolina, prévia aponta inflação de abril mais baixa desde 2006

20 de abril de 2017 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,21% em abril. Ficou acima da taxa de 0,15% de março.

Muito pelo reajuste dos medicamentos, autorizado no fim de março e aplicado ao longo de abril. Também com o aumento de alguns alimentos, como batata, ovos e leite.

Mas… A boa notícia vem da comparação com os outros meses de abril. Segundo o IBGE, desde 2006, quando o índice ficou em 0,17%, não há registro de índice mais baixo para os meses de abril.

Com isto, o índice acumulado de 12 meses caiu para 4,41%. É abaixo dos 4,73% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

“constituindo-se na menor variação acumulada em períodos de 12 meses desde janeiro de 2010 (4,31%).” – observa o IBGE.

E o acumulado de 12 meses é o parâmetro usado para acompanhar as metas de inflação. Neste mês, caiu para abaixo do centro da meta de inflação do Governo Federal para 2017.

Destaque para a queda nos preços dos combustíveis (-2,77%). O litro da gasolina ficou 2,24% mais barato e o litro do etanol atingiu queda de 5,48%.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, o IPCA-15 ficou em 0,35% em abril. No acumulado de 12 meses, fica em 4,05%.

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Prévia da inflação é a mais baixa para fevereiro desde 2012

22 de fevereiro de 2017 0

Prévia da inflação oficial, o IPCA-15 ficou em 0,54% em fevereiro. É maior do que janeiro, mas é o índica mais baixo para o mês desde 2012.

A pesquisa é do IBGE. Foi divulgada nesta manhã.

Há a tradicional pressão dos reajustes das mensalidades escolares no início de ano. Mas a queda nos preços de alimentos contribuiu para segurar o IPCA.

O acumulado de 12 meses desceu para 5,02%. É a base usada para acompanhamento das metas de inflação pelo Governo Federal.

A inflação dando esta trégua abre espaço para o novo corte nos juros pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. A reunião termina no fim da tarde, quando será divulgada a decisão para a Selic. Aposta de corte de 0,75 ponto percentual.

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Mercado reduz aposta em todos os índices de inflação da pesquisa do Banco Central

06 de fevereiro de 2017 0

O mercado reduziu a previsão para todos os índices de inflação que integram a pesquisa Focus, do Banco Central. São eles IPCA, IGPDI, IGPM e IPC-Fipe.

Considerado a inflação oficial do País, o IPCA deve fechar o ano em 4,64%. É a quinta semana consecutiva de redução na projeção pelos analistas. Estava em 4,81% há um mês.

A previsão para o PIB teve uma leve redução. Passou de 0,50% para 0,49% a projeção de expansão da economia brasileira em 2017.

Outras previsões:
Dólar R$ 3,40
Taxa de juros Selic 9,50% ao ano
Produção industrial +1%

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Inflação dos alimentos para o consumidor é 30 vezes superior ao aumento para o produtor

25 de janeiro de 2017 0
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

 

2016

0,28% Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais do Rio Grande do Sul
8,61% Inflação dos alimentos para o consumidor pelo IPCA

O IIPR é calculado pela Farsul e a entidade faz a comparação com a variação de preços ao consumidor para mostrar o descompasso nos preços.

- Preços no campo e prateleiras estão distantes. Se os preços nos supermercados estivessem diretamente relacionados aos praticados no campo, eles fechariam 2016 praticamente com os mesmos valores do final de 2015, bem distante da realidade das prateleiras. – comenta o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz.

No segundo semestre, houve retração nos preços pagos ao produtor em todos os meses. Fechou dezembro em -0,23%.

- Não são os preços agropecuários que causam inflação, mas é a própria inflação que causa o aumento nos alimentos.

Luz lembra que na composição dos preços entram diversos fatores, como aluguel, energia elétrica, combustível e funcionários. O custo do alimento mesmo teria o menor impacto no fim das contas.

- Não é o trigo que encarece o pão ou o tomate que faz uma pizza congelada custar mais. Tem muitos outros fatores por trás.

Custos

O ano que passou também apresentou pequena alta nos custos de produção. O Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) fechou com 0,33% no acumulado. Depois de ter registrado, em 2015, a maior alta desde o início do Plano Real, 2016 foi marcado por deflação ao longo do período. Com as altas nos dois últimos meses, o indicador virou, mas se manteve próximo de zero. Com a queda do dólar, os fertilizantes foram os grandes responsáveis por puxar o indicador para baixo.

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Inflação sobe, mas tem o menor resultado de janeiro desde 1994

19 de janeiro de 2017 3

O alívio na inflação segue se confirmando. Prévia do indicador oficial do País, o IPCA-15 até avançou em janeiro. Passou para 0,31% em janeiro, frente a 0,19% em dezembro.

Mas foi abaixo do esperado. E mais: o menor percentual desde 1994, na pesquisa do IBGE. Foi o ano do Plano Real.

- E o IPCA veio novamente abaixo do esperado. Veio em 0,31%, enquanto que o esperado era de 0,38%. Quem ainda dúvida em Selic a um dígito no final de 2017? No nosso cenário base, Selic fechará em 9,75%. No nosso cenário otimista, fechará em 9,25%. E o cenário otimista vai aumentando a sua probabilidade. – comenta o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido.

Recuando desde setembro, o grupo alimentação e bebidas teve alta de preços. Alguns produtos subiram bastante, como óleo de soja (8,04%), farinha de mandioca (4,53%), ovos (3,10%) e frutas (2,38%).

“Isoladamente, a gasolina foi o item com o maior impacto (0,10 pp) sobre o IPCA-15. O preço do litro subiu, em média, 2,43%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias, desde 06 de dezembro.” – acrescenta o IBGE.

Com o resultado baixo para o mês, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, no acumulado dos últimos doze meses, desceu para 5,94%.

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Queda da inflação melhora retorno da poupança

11 de janeiro de 2017 0

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Com a inflação menor, a caderneta de poupança fechou 2016 com ganho real. Ou seja, deu para o poupador um retorno acima do IPCA. O cálculo é feito pela Economática.

A rentabilidade nominal da poupança no ano de 2016 foi de 8,30%. Já quando é descontada a inflação medida pelo IPCA, o poder aquisitivo do dinheiro na caderneta cresceu 1,9%.

Em 2016, a inflação medida pelo IPCA foi de 6,29%. Ficou bem abaixo de 2015.

O resultado de 2016 é o melhor desde 2009, segundo a Economática. Naquele ano, o poupador teve ganho de 2,63%.

São analisadas seis aplicações. A melhor opção foi a Bovespa. O pior foi o Euro. Veja:

 

tabela economatica

 

 

Gasolina faz inflação de Porto Alegre começar ano em alta

10 de janeiro de 2017 2

Indicador de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor abriu 2017 em alta. Passou para 0,33%. Na última pesquisa, estava em 0,09%.

A pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas. A principal pressão de alta vem da gasolina, que subiu para o consumidor em todo o País. Inclusive, em Porto Alegre.

A Petrobras aumentou o preço da gasolina na refinaria. Mas, quando houve redução, o preço não caiu na bomba.

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Apesar da alta da gasolina, indicador ainda aponta inflação dentro da meta em 2016

02 de janeiro de 2017 1

Apesar da alta no preço da gasolina em dezembro, indicador da Fundação Getúlio Vargas ainda aponta inflação dentro da meta em 2016. É o Índice de Preços ao Consumidor, que fechou o ano em 6,18% na média nacional.

O teto da meta do Governo Federal é de 6,5%. É acompanhado pelo IPCA, que será divulgado pelo IBGE nos próximos dias.

Inflação controlada é requisito básico para o Banco Central reduzir a taxa de juros Selic. Isso é esperado pelo mercado para que haja uma retomada do crédito.

Dezembro teve aumento no indicador. Passou para 0,33%, que é mais do que o dobro registrado em novembro.

Houve alta no preço da gasolina. Mas a redução da tarifa de energia elétrica para residências puxou o indicador para baixo.

No ano, veja as principais influências:

Alta:

Plano e seguro de saúde +13,20%

Refeições em bares e restaurantes +6,44%

Baixa:

Tarifa de eletricidade residencial -12,49%

Tomate -37,44%

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