Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "inflação"

Inflação de Porto Alegre tem avanço pequeno

17 de agosto de 2016 0

A inflação de Porto Alegre teve um avanço pequeno. Passou de 0,70% para 0,71%.

Apesar do leve aumento, é a maior do País. A Fundação Getúlio Vargas pesquisa sete capitais.

As principais pressões de alta:

Show musical +19,48%
Leite longa vida +9,42%
Perfume +5,91%

Mercado aumenta previsão para inflação e juros

15 de agosto de 2016 0

O mercado elevou a projeção para inflação e juros. Os dois indicadores, inclusive, são relacionados.

Para o IPCA, o Focus apontou avanço da previsão para 7,31% em 2016.
Para a taxa de Juros Selic, a previsão passou para 13,75% ao ano no fim de 2016.

O relatório divulgado pelo Banco Central, no entanto, apontou uma projeção de queda mais amena no PIB. Aposta em retração de 3,20% na economia brasileira.

Outras projeções:
Dólar R$ 3,30
Produção industrial -5,95%
Preços administrados +6,18%

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Alimentos provocam alta da inflação oficial no País

10 de agosto de 2016 1
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

 

A inflação oficial avançou em julho. Calculado pelo IBGE, o IPCA passou para 0,52%. Em junho, estava em 0,35%.

O aumento dos preços dos alimentos foi o responsável pela alta da inflação. O leite teve a maior contribuição, ficando quase 18% mais caro em média no País. O feijão vem em segundo, com alta de preço ainda maior: mais de 32%.

12 meses

Considerando o acumulado, o IPCA ficou em 8,74%. O centro da meta do Governo Federal é 4,5%.

Porto Alegre

A inflação teve aumento também na Região Metropolitana de Porto Alegre. Passou para 0,57%. Na pesquisa anterior, tinha até registrado deflação de 0,02%. O IBGE destacou o aumento da taxa de água e esgoto aqui no mês passado.

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Inflação de Porto Alegre começa agosto em alta

09 de agosto de 2016 0

16967668

 

A inflação para o consumidor de Porto Alegre começou agosto em alta. Passou de 0,67% para 0,70%.

Ainda fica acima da média das sete capitais pesquisadas. O levantamento é feito todas as semanas pela Fundação Getúlio Vargas.

Depois de cinco semanas no topo do ranking, o leite longa vida deixou de ser a principal pressão. Passou para segundo lugar, acumulando alta de quase 14% em 30 dias.

A principal influência para o avanço da inflação passou a ser show musical. Na outra ponta, excursão evitou alta maior da inflação, como a principal pressão de queda.

Mercado melhora um pouco previsão para inflação e PIB

08 de agosto de 2016 0

16967668

 

As reduções foram pequenas, mas indicam pequenas melhoras nas previsões do mercado. A previsão aparece no relatório Focus, pesquisa feita pelo Banco Central todas as semanas com analistas e instituições.

Para o IPCA, pequena redução na previsão. Aposta agora de inflação de 7,20% no fechamento do ano. Meta do Governo Federal é 4,5%.

Já para o encolhimento da economia, amenizaram a previsão. PIB deve cair 3,23%.

Outras previsões:
Produção industrial -6%
Preços administrados +6,2%
Dólar R$ 3,30
Tasa de juros Selic 13,5% ao ano

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Leite é o vilão da inflação de Porto Alegre há cinco semanas

02 de agosto de 2016 0
Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

 

Já cinco semanas com o leite no topo do ranking de pressões sobre a inflação de Porto Alegre. Calculado pela Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Preços ao Consumidor até recuou na última pesquisa, mas segue o mais alto entre as sete capitais pesquisadas. Fechou o mês em 0,67%.

Considerando só os últimos 30 dias, a FGV verificou aumento de 18% no preço do litro do leite longa vida. Além do aumento forte, o leite pesa no cálculo porque tem espaço importante nos gastos das famílias.

Mas levantamento da Associação Gaúcha de Supermercados aponta preço médio de R$ 3,80 no fechamento de julho, que é 56% acima do preço médio do mesmo período do ano passado.

Leia mais: Preço do leite bate novo recorde. Gaúcho está pagando R$ 3,80 em média.

Leite e feijão – Caros e difíceis de substituir

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

 

 

Mercado volta a projetar queda menor no PIB

01 de agosto de 2016 0

banco

 

 

O mercado voltou a reduzir a projeção de queda da economia brasileira em 2016. A previsão agora é de retração de 3,24% no PIB.

O relatório Focus é uma pesquisa feita pelo Banco Central. São ouvidos analistas e instituções do mercado.

Também reduziu pela quinta vez consecutiva a aposta no dólar. Acham que fecha o ano em R$ 3,30.

Aumento para o juro. Selic prevista em 13,5% ao ano.

Outras previsões:

Inflação pelo IPCA +7,21%
Produção industrial -5,95%
Preços administrados +6,25%

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

 

Desinflação está mais lenta que o esperado, diz Copom

26 de julho de 2016 0

16967668

 

O cenário de mercado aponta para desinflação em velocidade menor do que a perseguida pelo Comitê de Política Monetária. A ata do Copom foi divulgada nesta terça-feira pelo Banco Central, detalhando a última reunião.

O encontro ocorreu na semana passada e foi o primeiro com Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central. Por unanimidade, decidiram manter a taxa básica de juros Selic em 14,25% ao ano.

“Há riscos de curto prazo para a inflação no Brasil. A elevação recente nos preços de alimentos pode se mostrar persistente, dado o processo de transmissão dos preços do atacado para o varejo.”

Mas…

“Em contrapartida, o período sazonalmente favorável pode contribuir para uma reversão rápida desses preços.”

No entanto, como os riscos de inflação ainda pesam, o Copom entendeu não haver espaço para flexibilização monetária. O mercado está apostando em redução de juros a partir de outubro. O relatório Focus projeta fechamento do ano com Selic a 13,25% ao ano.

No cenário trabalhado pelo Banco Central, a inflação fica próxima da meta de 4,5% em 2017. Atualmente, o IPCA de 12 meses está o dobro disso.

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Mercado piora previsão para o PIB, mas melhora para inflação

25 de julho de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agência RBS

Foto: Porthus Junior / Agência RBS

 

O mercado piorou a previsão para o PIB. Aposta em retração de 3,27% em 2016. Um pouco mais intensa do que na semana anterior.

As previsões dos analistas aparecem no relatório Focus. O documento é divulgado na segunda-feira pelo Banco Central.

Já para a inflação, o mercado reduziu a projeção. Apostando em IPCA de 7,21% no ano.

Outras previsões:

Dólar R$ 3,34
Taxa de juros Selic 13,25% ao ano
Produção industriual -5,95%
Preços administrados +6,38%

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.

Preços dos alimentos subiram 50% mais do que a inflação desde 2010

22 de julho de 2016 1
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS.

 

De janeiro de 2010 a maio de 2016, os preços dos alimentos – em casa e na rua – avançaram 83,2%. É uma variação bem superior à inflação oficial do País, que foi de 55,5%. Aumento, portanto, 50% acima.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fez uma análise da inflação nos últimos cinco anos para identificar o impacto do preço dos alimentos. Exceto no período entre o fim de 2011 e o início de 2012, a inflação dos alimentos tem sido sempre superior à do IPCA total.

Dados compilados pelo Ipea:

Índice geral 55,5%
1.Alimentação e bebidas 83,2%
11.Alimentação no domicílio 81,8%
1101.Cereais, leguminosas e oleaginosas 116,0%
1102.Farinhas, féculas e massas 77,1%
1103.Tubérculos, raízes e legumes 112,5%
1104.Açúcares e derivados 64,0%
1105.Hortaliças e verduras 116,2%
1106.Frutas 100,6%
1107.Carnes 90,8%
1108.Pescados 78,5%
1109.Carnes e peixes industrializados 71,9%
1110.Aves e ovos 64,6%
1111.Leites e derivados 86,9%
1112.Panificados 69,9%
1113.Óleos e gorduras 51,9%
1114.Bebidas e infusões 73,6%
1115.Enlatados e conservas 44,7%
1116.Sal e condimentos 92,4%
12.Alimentação fora do domicílio 85,5%

 

Em alguns momentos, como no início do terceiro trimestre de 2013, esse grupo de bens foi responsável por quase 40%
de toda a variação do índice cheio. Mais recentemente, a trajetória de alta dos alimentos, que acontece com uma intensidade ainda maior no atacado, ganhou novo impulso e impediu o recuo mais rápido do IPCA. Na prévia do indicador para julho, divulgada ontem pelo IBGE, feijão, arroz e leite pressionaram muito a inflação.

Na época em que a economia estava em crescimento, tínhamos a inflação de demanda. Principalmente, no setor de serviços. Com a crise, a inflação passou a ser pressionada pelos preços administrados, como energia e combustíveis. Agora, a pressão está nos alimentos.

“Os ciclos de alta inflacionária em 2011 e 2013 foram desencadeados, sobretudo, por uma forte alta nos preços das commodities (gráfico 4). A partir de 2015, entretanto, o processo de valorização da taxa de câmbio tornou-se o principal responsável pela inflação dos alimentos, impedindo que o país se beneficiasse da queda nas cotações
desses produtos no mercado internacional. De fato, a forte desvalorização cambial, ocorrida ao longo de 2015, não só pressionou ainda mais os preços dos insumos agrícolas importados, como também gerou um atrativo maior ao setor exportador, que passou a deslocar parte da produção doméstica para o mercado externo. Já nos últimos meses, foi verificada uma reversão na trajetória dos preços das commodities, impulsionada não só pelo fenômeno climático El Niño, que afetou as safras de grãos em toda a América do Sul, como também pela expectativa de problemas na produção de cereais na América do Norte no segundo semestre, decorrentes do fenômeno da La Niña.”

 

Tendência

O Ipea avalia, no entanto, que a pressão dos preços dos alimentos deve perder força nos próximos meses:

“Adicionalmente, o comportamento mais favorável dos preços no atacado previsto para os próximos meses, aliado à recente valorização da taxa de câmbio, indica que a inflação dos alimentos medida pelo IPCA deve arrefecer, contribuindo para um retorno mais rápido do índice cheio para níveis mais próximos ao teto da banda de tolerância da meta de inflação.”

 

===

Siga @GianeGuerra no Twitter.