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Posts com a tag "inflação"

Prévia da inflação oficial avança no País

17 de abril de 2014 0

Prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 avançou para 0,78% em abril. Em março, o IPCA-15 foi de 0,73%.

Segundo o IBGE, é a maior variação desde janeiro de 2013, quando ficou em 0,88%. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 6,19%.

A alta nos preços dos alimentos e bebidas respondeu por mais da metade da inflação nos últimos 30 dias. Carnes, batata e leite foram as maiores pressões. Ainda haverá o impacto forte do reajuste das contas de luz.

Porto Alegre

A Região Metropolitana de Porto Alegre também teve avanço no IPCA-15. Passou de 0,66% para 1,08%. O acumulado de 12 meses fica em 6,41%.

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Porto Alegre teve maior alta nos preços dos ovos de Páscoa

15 de abril de 2014 1

Os preços dos ovos de Páscoa subiram, em média, 7,7% em Porto Alegre. Foi o maior aumento na pesquisa da Fundação Getúlio Vargas em sete capitais.

A média nacional foi de alta de 6,78%. A comparação é feita com a Páscoa do ano passado.

O maior aumento na Capital Gaúcha foi verificado nos ovos de chocolate de 500g. Subiram 9,14%.

Clique na imagem para ampliá-la.

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- Para os adultos, a barra de chocolate e a caixa de bombom são opções mais econômicas. – sugere André Braz, economista da FGV/IBRE.

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AES Sul pede reajuste de 30,47% na conta de luz

15 de abril de 2014 15
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

A AES Sul está pedindo reajuste de 30,47% nas contas de luz. A distribuidora atende 72 municípios no Rio Grande do Sul e terá a solicitação avaliada nesta terça-feira pela Agencia Nacional de Energia Elétrica.

É o percentual mais alto entre as seis distribuidoras que estão na pauta da reunião da Aneel. As empresas têm alegado custo alto para comprar eletricidade. No caso da AES Sul, o dólar deixou mais cara a energia comprada de Itaipu.

Os reajustes ficam bem acima da inflação. O IGPM acumulado está em 6,67%.

A data de reajuste da AES Sul é 19 de abril. RGE é em junho e CEEE, em outubro.

Aneel transferiu para a reunião desta quarta-feira a análise sobre o pedido da AES Sul. A mudança foi definida no fim da manhã desta terça-feira.

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Inflação: projeção mostra mais que números

15 de abril de 2014 0
Foto: Genaro Joner/Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner/Agencia RBS.

Há seis semanas seguidas que o mercado aumenta a previsão para a inflação em 2014. Nessa segunda-feira, foi um salto de 6,35% para 6,47% na aposta para o IPCA.

O percentual apareceu na pesquisa Focus, feita todas as semanas pelo Banco Central com instituições financeiras. Significa que, para os analistas, a alta de preços dos alimentos, os reajustes nos transportes e a conta de luz mais pesada terão impacto maior no indicador do que as elevações de juros que o Comitê de Política Monetária têm feito para conter a inflação.

Batendo na meta

A previsão fica cada vez mais perto do teto da meta do Governo Federal para a inflação, que é de 6,5%. O sistema de metas existe para orientar políticas monetárias e mostrar que há controle. É para ser cumprido, sob o risco, também, de danos à imagem da economia do País.

Mas são previsões

Sim, o Focus traz apenas previsões. No entanto, é bastante usado por investidores para escolher onde aplicar o dinheiro. Também serve para empresas montarem planejamentos. Ao fazer o orçamento do ano seguinte, empresas “travam” o último relatório Focus e se organizam em cima dos números apresentados.

Inflação para empresas

A inflação acaba com o planejamento financeiro das empresas. Com isso, reduz investimentos porque provoca receio do empresário em relação ao andamento da economia. Pesquisa da Fecomércio-RS aponta recuo de 5,6% na confiança dos comerciantes em março, na comparação com o mesmo período do ano passado. O principal motivo? A inflação.

Inflação para famílias

O aumento desenfreado de preços corrói o poder de compra do dinheiro. O que está na carteira vai comprando menos com o passar dos dias. Quanto mais de baixa renda, menos a família consegue proteger o patrimônio.

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Páscoa - Chocolate pelo triplo do preço

14 de abril de 2014 2

 

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Quem for comprar chocolate em formato de ovo de Páscoa tem que estar disposto a gastar mais do que o triplo do preço que é cobrado pela mesma quantidade se o consumidor optar por barras ou bombons. O colega da Rádio Gaúcha Emanuel Soares fez uma pesquisa nesta manhã em lojas do Centro de Porto Alegre. A partir dos valores, o Acerto de Conta$ fez os cálculos e veja o que concluiu:

Por exemplo, um ovo de chocolate custa R$ 19,90. Se fosse comprar a mesma quantidade de chocolate em formato de barra, o consumidor gastaria R$ 5,75.

Outro exemplo, um ovo de R$ 22,99. A mesma quantidade, mas em formato bombom, custa R$ 7,41.

Os motivos apontados para a diferença de preço são embalagens especiais e linhas de produção adaptadas para produtos de Páscoa. É claro que há, no entanto, também uma disposição do consumidor em pagar mais pelo produto.

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Mercado aumenta pela sexta vez previsão para a inflação

14 de abril de 2014 0

O mercado aumentou, pela sexta vez consecutiva, a previsão para a inflação em 2014. Projeta agora que o IPCA fique em 6,47%. Na semana passada, o relatório Focus apontava uma aposta em 6,35%.

A pesquisa feita e divulgada pelo Banco Central mostrou, no entanto, um pequeno aumento na projeção para o PIB. Apostas agora em avanço de 1,65%.

Houve, porém, uma queda fortíssima nas apostas para a produção industrial. De 1,50%, a projeção de crescimento caiu para 0,70%.

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Banco Central vê inflação mais resistente do que esperava

10 de abril de 2014 0
Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

O Banco Central afirma que a inflação ainda mostra resistência, inclusive acima do que esperava. A afirmação está na ata da reunião do Comitê de Política Monetária. Na semana passada, o Copom aumentou a taxa de juros Selic em 0,25 ponto percentual, para 11% ao ano.

Para a autoridade monetária, a persistência da inflação reflete preços no setor de serviços. No entanto, também ressaltou no documento o aumento recente dos preços dos alimentos in natura e da pressão de reajustes salariais sobre a inflação.

“Tendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, na visão do Comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido.”

O Banco Central elevou a previsão de aumento de preços administrados por contrato e monitorados. Passou para 5% em 2014, frente aos 4,5% considerados na reunião de fevereiro. Considerou aumentos nos preços da gasolina (0,6%) e do gás de botijão (0,3%), além de estabilidade nas tarifas de telefonia fixa e de aumento de 9,5% nos preços da eletricidade. Aumentou também a projeção para 2015.

Para o Copom, o consumo das famílias continuará em expansão moderada, devido à renda e ao crédito. Também projeta aumento de investimentos.

“O Comitê entende que parte significativa da resposta dos preços ao atual ciclo de aperto monetário ainda está por se materializar. Além disso, é plausível afirmar que, na presença de níveis de confiança relativamente modestos, os efeitos das ações de política monetária tendem a ser potencializados.”  

A próxima reunião do Copom acontece em 27 e 28 de maio.

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Forte alta dos alimentos acelera inflação oficial do País

09 de abril de 2014 0
Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS

Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS

Considerado a inflação oficial do País, o IPCA avançou de 0,69% em fevereiro para 0,92% em março. Com isso, o acumulado de 12 meses subiu para 6,15%.

O resultado fica acima do que as consultorias estavam projetando. A principal pressão veio dos alimentos. A falta de chuva deixou os produtos mais caros. As maiores altas foram da batata, tomate e feijão.

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a maior alta de preços nos alimentos. Subiram, em média, 4,21%.

A preocupação para os próximos meses é com o impacto no reajuste das contas de energia elétrica. Térmicas precisaram ser acionadas pelo País, gerando uma energia mais cara, o que será repassado aos preços. A Aneel já autorizou reajustes altos para algumas distribuidoras nesta semana.

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Site calcula quanto fumante gasta com cigarros

08 de abril de 2014 0

Quanto o fumante já gastou com cigarros, qual a despesa por mês e ano, quantos cigarros fumou e, também, quanto teria se tivesse aplicado o dinheiro na poupança ou em outro investimento. É possível calcular estas informações em uma ferramenta desenvolvida pela Sociedade Paulista de Pneumologia.

Link: Cálculo do Fumo

Clique na imagem para ampliá-la.

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Segundo a entidade, uma pessoa que consome um maço de cigarros por dia gastará cerca de R$ 195 por mês. Em um ano, a despesa fica em R$ 2.340. Para aqueles que fumam dois ou três maços ao dia, a conta pode chegar a quase R$ 70 mil a cada década.

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Tomar café da manhã na rua está mais caro

08 de abril de 2014 0

Confira a coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Prateleira de preços

Inflação de Porto Alegre nos últimos 12 meses (IPC-S/FGV): +7,16%

Quem toma café da manhã fora de casa está sentindo o bolso mais vazio. O custo subiu 9,04% em relação ao ano passado. É mais do que a inflação.

Já quem saboreia a primeira refeição do dia em casa, não sentiu impacto tão forte dos preços. O aumento dos itens mais consumidos ficou, em média, em 4,97%.

Confira o que caiu de preço e o que mais subiu na cesta do café da manhã:

Açúcar -11,65%
Café em pó -6,67%

Pão francês +19,55%
Mortadela +15,80

- Há uma tendência de aumento no preço do leite longa vida e isso vai ter impacto forte no café da manhã. É o item que tem maior peso no cálculo. Quase o triplo do pãozinho! – antecipa o coordenador da FGV/RS, Márcio Mendes Silva.

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