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Posts com a tag "inflação"

Inflação sobe, mas tem o menor resultado de janeiro desde 1994

19 de janeiro de 2017 3

O alívio na inflação segue se confirmando. Prévia do indicador oficial do País, o IPCA-15 até avançou em janeiro. Passou para 0,31% em janeiro, frente a 0,19% em dezembro.

Mas foi abaixo do esperado. E mais: o menor percentual desde 1994, na pesquisa do IBGE. Foi o ano do Plano Real.

- E o IPCA veio novamente abaixo do esperado. Veio em 0,31%, enquanto que o esperado era de 0,38%. Quem ainda dúvida em Selic a um dígito no final de 2017? No nosso cenário base, Selic fechará em 9,75%. No nosso cenário otimista, fechará em 9,25%. E o cenário otimista vai aumentando a sua probabilidade. – comenta o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido.

Recuando desde setembro, o grupo alimentação e bebidas teve alta de preços. Alguns produtos subiram bastante, como óleo de soja (8,04%), farinha de mandioca (4,53%), ovos (3,10%) e frutas (2,38%).

“Isoladamente, a gasolina foi o item com o maior impacto (0,10 pp) sobre o IPCA-15. O preço do litro subiu, em média, 2,43%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias, desde 06 de dezembro.” – acrescenta o IBGE.

Com o resultado baixo para o mês, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, no acumulado dos últimos doze meses, desceu para 5,94%.

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Queda da inflação melhora retorno da poupança

11 de janeiro de 2017 0

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Com a inflação menor, a caderneta de poupança fechou 2016 com ganho real. Ou seja, deu para o poupador um retorno acima do IPCA. O cálculo é feito pela Economática.

A rentabilidade nominal da poupança no ano de 2016 foi de 8,30%. Já quando é descontada a inflação medida pelo IPCA, o poder aquisitivo do dinheiro na caderneta cresceu 1,9%.

Em 2016, a inflação medida pelo IPCA foi de 6,29%. Ficou bem abaixo de 2015.

O resultado de 2016 é o melhor desde 2009, segundo a Economática. Naquele ano, o poupador teve ganho de 2,63%.

São analisadas seis aplicações. A melhor opção foi a Bovespa. O pior foi o Euro. Veja:

 

tabela economatica

 

 

Gasolina faz inflação de Porto Alegre começar ano em alta

10 de janeiro de 2017 2

Indicador de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor abriu 2017 em alta. Passou para 0,33%. Na última pesquisa, estava em 0,09%.

A pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas. A principal pressão de alta vem da gasolina, que subiu para o consumidor em todo o País. Inclusive, em Porto Alegre.

A Petrobras aumentou o preço da gasolina na refinaria. Mas, quando houve redução, o preço não caiu na bomba.

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Apesar da alta da gasolina, indicador ainda aponta inflação dentro da meta em 2016

02 de janeiro de 2017 1

Apesar da alta no preço da gasolina em dezembro, indicador da Fundação Getúlio Vargas ainda aponta inflação dentro da meta em 2016. É o Índice de Preços ao Consumidor, que fechou o ano em 6,18% na média nacional.

O teto da meta do Governo Federal é de 6,5%. É acompanhado pelo IPCA, que será divulgado pelo IBGE nos próximos dias.

Inflação controlada é requisito básico para o Banco Central reduzir a taxa de juros Selic. Isso é esperado pelo mercado para que haja uma retomada do crédito.

Dezembro teve aumento no indicador. Passou para 0,33%, que é mais do que o dobro registrado em novembro.

Houve alta no preço da gasolina. Mas a redução da tarifa de energia elétrica para residências puxou o indicador para baixo.

No ano, veja as principais influências:

Alta:

Plano e seguro de saúde +13,20%

Refeições em bares e restaurantes +6,44%

Baixa:

Tarifa de eletricidade residencial -12,49%

Tomate -37,44%

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Porto Alegre tem mais uma semana com deflação

26 de dezembro de 2016 0

Porto Alegre teve, novamente, deflação. O Índice de Preços ao Consumidor ficou em -0,10%.

Na pesquisa anterior da Fundação Getúlio Vargas, ficou em -0,13%. São duas semanas seguidas de deflação.

O indicador considera a variação de preços dos últimos 30 dias. A principal influência, disparada, é a queda da conta de luz da CEEE.

Principais influências de queda:

Tarifa de eletricidade residencial -17,93%

Condomínio residencial -2,88%

Batata -22,02%

 

Principais influências de alta:

Passagem aérea +33,05%

Refeições em bares e restaurantes +1,52%

Show musical +2,34%

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Prévia aponta inflação pouco acima da meta em 2016

21 de dezembro de 2016 0

Considerado uma prévia da inflação oficial do País, o IPCA-15 fechou 2016 um pouco acima da meta do Governo Federal. O teto é 6,5% e a inflação ficou em 6,58%.

O indicador é calculado pelo IBGE. Desacelerou em dezembro para 0,19%. Em novembro, ficou em 0,26%. A taxa de dezembro foi a menor para o mês desde 1998.

A queda em Alimentação e Bebidas foi mais intensa que no mês anterior. Vários produtos influenciaram o resultado, como feijão-carioca (-17,24%), da batata-inglesa (-15,78%), do tomate (-10,58%) e do leite longa vida (-5,40%). São itens importantes no cálculo porque pesam no orçamento das famílias.

O item energia elétrica (-1,93%), do grupo Habitação, exerceu o principal impacto para baixo no índice do mês. Em dezembro, a bandeira tarifária amarela foi substituída pela verde, que não tem o custo adicional de R$ 1,50 por cada 100 kilowatts-hora consumidos. Ocorreu, ainda, queda de 7,52% nas contas de energia de Porto Alegre, reflexo da redução de 16,28% nas tarifas da CEEE.

A mais elevada variação de grupo ficou com Transportes (0,79%). Houve pressão das passagens aéreas (26,16%), que sempre aumentam perto das férias. Houve pressão também do item multa, com alteração no Código de Trânsito Brasileiro.

Expectativa de mais impacto ao longo de dezembro do aumento dos preços dos combustíveis. Principalmente, da gasolina. O IPCA de fechamento de 2016 será divulgado no início de janeiro.

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Mercado prevê inflação dentro da meta

19 de dezembro de 2016 0

O mercado projeta inflação dentro da meta em 2016. A aposta apareceu no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

Projetam IPCA de 6,49%. O teto da meta do Governo Federal é de 6,5%. O centro é 4,5%.

Outras previsões do Focus para 2016:

Dólar R$ 3,38
PIB -3,48%
Produção industrial -6,72%
Preços administrados +5,95%

E para 2017:

IPCA +4,9%
Dólar R$ 3,49
Taxa de juros Selic 10,50% ao ano
PIB +0,58%
Produção industrial +0,75%
Preços administrados +5,50%

 

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Prévia da inflação é a menor para novembro desde 2007

23 de novembro de 2016 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve variação de 0,26% em novembro. A taxa de outubro tinha sido de 0,19%.

Mas foi o menor IPCA-15 para os meses de novembro desde 2007. O indicador é calculado pelo IBGE e considerado uma prévia da inflação oficial do País.

Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 7,64%. É abaixo dos 8,27% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,68%) teve a mais elevada variação. Já Alimentação e Bebidas (-0,06%) e Vestuário (-0,03%) tiveram queda.

Individualmente, o etanol teve aumento forte. O combustível ficou, em média, 7,29% mais caro.

Inflação avança de novo em Porto Alegre

09 de novembro de 2016 0

A inflação para o consumidor começou novembro com alta. Novamente.

A pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas. Apesar do aumento, é a mais baixa entre as sete capitais consideradas no levantamento.

O Índice de Preços ao Consumidor passou para 0,24%. Estava em 0,21%.

Principais pressões de alta:

Plano e seguro de saúde +1,03%

Bergamota +9,12%

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Copom alerta para ritmo menor de "desinflação"

25 de outubro de 2016 0

O Comitê de Política Monetária alerta para o ritmo menor do que o esperado no processo de “desinflação”. A ata divulgada nesta terça-feira afirma que há sinais recentes de pausa no processo de queda nos preços dos serviços.

“uma maior persistência inflacionária requer persistência maior da política monetária”

Sinalizando, portanto, que o corte nos juros será gradual, acompanhando o recuo da inflação. O aviso do Banco Central ocorre enquanto alguns analistas achavam que o corte da Selic poderia ser acelerado.

Na reunião da semana passada, o Copom reduziu a taxa de juros pela primeira vez em quatro anos. A Selic passou para 14% ao ano, com redução de 0,25 ponto percentual.

Sobre a queda na inflação:

“se deve, em alguma medida, à reversão de movimento anterior em itens mais voláteis, e à evolução de componentes sensíveis à recente desinflação nos preços de alimentos.”

Principalmente, as quedas nos preços do leite e do feijão. Só que estes itens tiveram aumentos fortes antes.

Ao mesmo tempo, o documento do Copom alerta para a atividade econômica abaixo do esperado no curto prazo.

“Em particular, indicadores referentes a agosto situaram-se abaixo do esperado.”

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central caiu 0,91% em agosto sobre julho. Todos os setores considerados na análise tiveram desempenho negativo e o IBC-Br ficou no patamar mais baixo do ano.

 

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