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Posts com a tag "inflação"

Consumidor do Sul foi o que mais reduziu idas às lojas

11 de setembro de 2014 0
Foto: Artur Moser / Agencia RBS.

Foto: Artur Moser / Agencia RBS.

O consumidor da Região Sul foi o que mais diminuiu suas idas aos pontos de venda. Foram três visitas a menos no segundo trimestre do ano. O levantamento é da Kantar Worldpanel, que atribui o comportamento ao reajuste de preços nas lojas do Sul.

Apesar da redução, o tíquete médio da região para compra de bens de consumo não duráveis ficou em R$ 43,48, um crescimento de 13% em valor. O volume comprado por visita também subiu, +15%.

“As classes sociais A/B e C reduziram o volume e frequência de compra para conseguirem balancear os gastos e não deixarem o bolso apertado. Porém, a classe D/E foi a única que registrou um crescimento no volume de compras expressivo, com 9%. O valor gasto nos itens adquiridos também foi maior na classe D/E, com aumento de 18%, seguido da classe C com 12% e da classe A/B com 11%. Quando questionados sobre os volumes comprados por ocasião, a classe D/E marca um novo crescimento com 32%, enquanto a classe C e A/B registraram 13% e 7%, respectivamente. Números que reforçam o aumento do poder de compra das classes mais baixas.” - analisa o estudo Consumer Insight.

Com a mudança no comportamento para a compra em maiores volumes, o consumidores também passou a optar por grandes embalagens. A cesta de Higiene e Beleza foi a que mais se destacou na Região Sul. A Cesta de Alimentos ficou estável.

O que ganhou espaço:
manteiga
detergente líquido para roupa
bebida à base de soja
creme de leite
água mineral

O que perdeu espaço:
empanados
cremes e loções
tintura para cabelo
leite fermentado

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Banco Central vê pressão menor da inflação

11 de setembro de 2014 0
Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

O Banco Central vê a inflação persistente, mas retirou a palavra “resistente” na última ata do Comitê de Política Monetária. O documento foi divulgado nesta quinta-feira, detalhando o último encontro quando a taxa básica de juros Selic foi mantida em 11% ao ano.

“Em síntese, as informações disponíveis sugerem certa persistência da inflação, o que reflete, em parte, a dinâmica dos preços no segmento de serviços.”

A autoridade monetária reduziu a previsão para a inflação em 2014. Segue, no entanto, acima dos 4,5%, que é o centro da meta do Governo Federal. O Banco Central acredita que elevações anteriores nos juros ainda terão efeito de segurar preços.

“Apesar de a inflação ainda se encontrar elevada, o Copom pondera que pressões inflacionárias ora presentes na economia – a exemplo das decorrentes dos processos de realinhamentos de preços citados anteriormente e de ganhos salariais incompatíveis com ganhos de produtividade – tendem a arrefecer ou, até mesmo, a se esgotarem ao longo do horizonte relevante para a política monetária.”

O último IPCA divulgado pelo IBGE apontou inflação acumulada de 6,51% em 12 meses. O teto da meta do País é 6,50%.

A próxima reunião do Copom começa em 28 de outubro. O resultado é divulgado no dia seguinte. Mercado trabalha com manutenção dos juros em 11% ao ano até o fim de 2014.

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FGV alerta para alta nos preços dos alimentos em Porto Alegre

10 de setembro de 2014 0
Foto: Artur Moser / Agencia RBS.

Foto: Artur Moser / Agencia RBS.

Economista da Fundação Getúlio Vargas, André Braz alerta para alta nos preços dos alimentos em Porto Alegre. Segundo ele, os aumentos têm ocorrido lentamente e se mantido, além de ocorrerem em produtos importantes da cesta básica.

No último levantamento, a principal influência sobre a inflação da Capital Gaúcha foi novamente a bergamota. A fruta pesa pouco – apenas 0,4% -, no entanto, a alta foi bastante intensa: +37,4%.

- O preço da bergamota subiu, mas cai em seguida. Não é um aumento permanente. Ocorre pela safra. Mas como o cálculo da inflação é semanal, eventualmente você vai ver o preço da bergamota pressionando o índice.

Braz alerta mais para os preços de outros alimentos. No topo da lista, o aumento de 2,21% do preço do pão francês, enquanto a inflação geral foi de 0,32%.

- O pão tem grande impacto no custo de vida porque as pessoas comem todo dia.

Outros aumentos que chamam a atenção do economista são dos laticínios, como queijo mussarela (+2,34%), leite longa vida (+2,36%) e sorvetes (+1,33%)

- Está chovendo menos, afetando pastagens e reduzindo a captação de leite. Menor oferta eleva preço.

Braz conta que as carnes bovinas ainda não subiram em Porto Alegre.

- Mas já estão mais caras em outras cidades e o aumento deve chegar em Porto Alegre.

Comer fora

A alimentação fora de casa se torna cada vez mais uma despesa relevante no orçamento das famílias. Aumentou a renda e as pessoas se permitiram adquirir este hábito.

- E o aumento de preços para comer na rua tem sido persistente. Mais do que provocado pelos alimentos, é motivado por outros custos, como salário de funcionários e aluguel do espaço comercial.

Trégua

Mas o que dá uma trégua na inflação? Os bens duráveis estão subindo menos de preços, como eletrodomésticos. Os empregados domésticos, que aumentaram muito, também tiveram desaceleração.

Preços do etanol e da gasolina recuaram.

- É possível, no entanto, que a Petrobras reajuste os combustíveis ainda neste ano. Se ocorreu, vai pressionar bastante a inflação. A gasolina diretamente compromete, em média, 3% do orçamento familiar em Porto Alegre.

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Inflação sobe em agosto e fica pouco acima do teto da meta do ano

05 de setembro de 2014 0

A inflação oficial do País avançou bastante em agosto. Ficou em 0,25% frente a 0,01% de julho. O indicador é o IPCA, Índice de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE.

Os itens empregado doméstico (+1,26%) e energia elétrica (+1,76%) lideraram o ranking dos principais impactos no índice do mês.

12 meses

No acumulado de 12 meses, o IPCA fica em 6,51%. Fica um pouco acima do teto da meta estabelecida pelo Governo Federal para 2014, que é de 6,50%.

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Casa sem vidros, mas com quatro TVs

02 de setembro de 2014 1

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Mauro foi jantar na casa de um antigo amigo que não via desde a infância. Quando chegou, o casal foi orgulhoso mostrar a casa, com churrasqueira, piscina, lareira, cozinha com eletrodomésticos e quatro TVs de tela plana. Uma por pessoa.

No meio da conversa, Mauro perguntou, intrigado, ao amigo: por que não havia vidros nas janelas?

A resposta foi:

- Tá louco, Mauro? Você viu a quantidade de vidros que tenho que colocar nesta casa? O vidraceiro divide em no máximo três vezes. Assim que terminar de pagar algumas contas, vou juntar para isso.

Mauro Calil é educador financeiro e contou a situação real à coluna para mostrar onde acha que começou esta alta da inadimplência. A escolha do que é mais importante para a família passa agora pelo crediário, ou melhor, por quantas parcelas é possível dividir o pagamento.

- A recente cultura do brasileiro se baseia na frase “cabe no bolso”.

Ao dizer isso, Calil se refere à preocupação superficial se a parcela cabe no salário do mês mesmo que o financiamento tome meses e até anos do orçamento. Mas e se a economia piorar? E se ficar desempregado? A inflação disparar? As dívidas continuam…

Colocando em números

Imagine uma família:

- com renda de R$ 5 mil.
- com parcelas de dívidas que somam R$ 1.750
- demais despesas (de luz à comida) R$ 3 mil

Sobram: R$ 250

Com inflação de 6,5%, as despesas passarão para R$ 3.195 em um ano. Se a renda não subir, a família terá como extra apenas R$ 55 para respirar.

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PIB caiu 0,6% no segundo trimestre. Brasil entra em recessão técnica.

29 de agosto de 2014 13
Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

 

O PIB caiu 0,6% no segundo trimestre, chegando a R$ 1,27 trilhão. A comparação do IBGE é com o desempenho da economia brasileira no primeiro trimestre do ano. O recuo é ainda maior do que previam analisas de mercado.

Nesta comparação, apenas agropecuária e consumo das famílias teve crescimento. Novamente, os investimentos – medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo – tiveram forte queda. Veja tabela do IBGE:

foto blog

Na Indústria, apenas a Extrativa mineral registrou expansão: 3,2%. Indústria de Transformação (-2,4%), Construção civil (-2,9%) e Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-1,0%) apresentaram queda em relação ao trimestre anterior. Nos Serviços, o recuo foi puxado pelo desempenho negativo observado no Comércio (-2,2%).

Recessão

Com o resultado negativo do segundo trimestre, o Brasil entra em recessão técnica. Foram revisados os dados do primeiro trimestre. De um avanço de 0,2% no PIB, o IBGE revisou o dado para queda de 0,2%. Dois trimestres consecutivos de queda significa recessão técnica. A última vez que isso ocorreu foi no período que contemplou o fim de 2008 e o início de 2009, auge da crise econômica mundial.

Acumulado 12 meses

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2014 apresentou crescimento de 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. A previsão do mercado para o fechamento de 2014 é de um avanço de apenas 0,7% na economia brasileira.

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Porto Alegre segue com inflação mais alta do País

26 de agosto de 2014 0

A inflação para o consumidor de Porto Alegre avançou de 0,33% para 0,36% na última apuração da Fundação Getúlio Vargas. Novamente, foi a maior entre as sete capitais pesquisadas. O cálculo considera a variação de preços dos últimos 30 dias.

Maiores pressões de alta sobre o IPC-S:

Show musical +9,3%
Bergamota +29,82%
Refeições em bares e restaurantes +1,14%
Automóvel usado +2,95%

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Previsão para o PIB cai de novo. Pela 13ª vez.

25 de agosto de 2014 0

Já são 13 semanas de corte na previsão do mercado para o PIB. A projeção agora é de um crescimento de apenas 0,70% na economia brasileira em 2014.

O relatório Focus, do Banco Central, aponta ainda que os analistas acreditam em retração de 1,76% na produção industrial. Aumentou para 6,27% a previsão para a inflação pelo IPCA no fechamento do ano.

Câmbio R$ 2,35

Taxa de juros Selic 11% ao ano

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Prévia da inflação tem pequeno recuo no País

20 de agosto de 2014 0

Prévia da inflação oficial do País, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 teve um pequeno recuo em agosto. Ficou em 0,14%, frente a 0,17% de julho. O IPCA-15 é calculado pelo IBGE.

O principal impacto do mês ficou com a energia elétrica, com reajustes das regiões metropolitanas de Curitiba, São Paulo e Belém. Em habitação, houve pressão ainda das despesas com artigos de limpeza, taxa de água e esgoto, condomínio, aluguel residencial e mão de obra para pequenos reparos.

12 meses

No acumulado de 12 meses, no entanto, a inflação ainda bate na trave do teto da meta da inflação. Está em 6,49%. O Governo Federal estabeleceu 6,5% como teto.

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Porto Alegre registra a maior inflação do País

19 de agosto de 2014 0

Porto Alegre registra a maior inflação do País nos últimos 30 dias. O Índice de Preços ao Consumidor passou de 0,18% para 0,33%. É o maior entre as sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas.

Maiores influências de alta:

Show musical +14,38%
Refeições em bares e restaurantes +1,14%
Bergamota +17,96%

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