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Posts com a tag "inflação"

Porto Alegre teve maior alta nos preços dos ovos de Páscoa

15 de abril de 2014 1

Os preços dos ovos de Páscoa subiram, em média, 7,7% em Porto Alegre. Foi o maior aumento na pesquisa da Fundação Getúlio Vargas em sete capitais.

A média nacional foi de alta de 6,78%. A comparação é feita com a Páscoa do ano passado.

O maior aumento na Capital Gaúcha foi verificado nos ovos de chocolate de 500g. Subiram 9,14%.

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- Para os adultos, a barra de chocolate e a caixa de bombom são opções mais econômicas. – sugere André Braz, economista da FGV/IBRE.

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AES Sul pede reajuste de 30,47% na conta de luz

15 de abril de 2014 12
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

A AES Sul está pedindo reajuste de 30,47% nas contas de luz. A distribuidora atende 72 municípios no Rio Grande do Sul e terá a solicitação avaliada nesta terça-feira pela Agencia Nacional de Energia Elétrica.

É o percentual mais alto entre as seis distribuidoras que estão na pauta da reunião da Aneel. As empresas têm alegado custo alto para comprar eletricidade. No caso da AES Sul, o dólar deixou mais cara a energia comprada de Itaipu.

Os reajustes ficam bem acima da inflação. O IGPM acumulado está em 6,67%.

A data de reajuste da AES Sul é 19 de abril. RGE é em junho e CEEE, em outubro.

Aneel transferiu para a reunião desta quarta-feira a análise sobre o pedido da AES Sul. A mudança foi definida no fim da manhã desta terça-feira.

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Inflação: projeção mostra mais que números

15 de abril de 2014 0
Foto: Genaro Joner/Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner/Agencia RBS.

Há seis semanas seguidas que o mercado aumenta a previsão para a inflação em 2014. Nessa segunda-feira, foi um salto de 6,35% para 6,47% na aposta para o IPCA.

O percentual apareceu na pesquisa Focus, feita todas as semanas pelo Banco Central com instituições financeiras. Significa que, para os analistas, a alta de preços dos alimentos, os reajustes nos transportes e a conta de luz mais pesada terão impacto maior no indicador do que as elevações de juros que o Comitê de Política Monetária têm feito para conter a inflação.

Batendo na meta

A previsão fica cada vez mais perto do teto da meta do Governo Federal para a inflação, que é de 6,5%. O sistema de metas existe para orientar políticas monetárias e mostrar que há controle. É para ser cumprido, sob o risco, também, de danos à imagem da economia do País.

Mas são previsões

Sim, o Focus traz apenas previsões. No entanto, é bastante usado por investidores para escolher onde aplicar o dinheiro. Também serve para empresas montarem planejamentos. Ao fazer o orçamento do ano seguinte, empresas “travam” o último relatório Focus e se organizam em cima dos números apresentados.

Inflação para empresas

A inflação acaba com o planejamento financeiro das empresas. Com isso, reduz investimentos porque provoca receio do empresário em relação ao andamento da economia. Pesquisa da Fecomércio-RS aponta recuo de 5,6% na confiança dos comerciantes em março, na comparação com o mesmo período do ano passado. O principal motivo? A inflação.

Inflação para famílias

O aumento desenfreado de preços corrói o poder de compra do dinheiro. O que está na carteira vai comprando menos com o passar dos dias. Quanto mais de baixa renda, menos a família consegue proteger o patrimônio.

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Páscoa - Chocolate pelo triplo do preço

14 de abril de 2014 2

 

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Quem for comprar chocolate em formato de ovo de Páscoa tem que estar disposto a gastar mais do que o triplo do preço que é cobrado pela mesma quantidade se o consumidor optar por barras ou bombons. O colega da Rádio Gaúcha Emanuel Soares fez uma pesquisa nesta manhã em lojas do Centro de Porto Alegre. A partir dos valores, o Acerto de Conta$ fez os cálculos e veja o que concluiu:

Por exemplo, um ovo de chocolate custa R$ 19,90. Se fosse comprar a mesma quantidade de chocolate em formato de barra, o consumidor gastaria R$ 5,75.

Outro exemplo, um ovo de R$ 22,99. A mesma quantidade, mas em formato bombom, custa R$ 7,41.

Os motivos apontados para a diferença de preço são embalagens especiais e linhas de produção adaptadas para produtos de Páscoa. É claro que há, no entanto, também uma disposição do consumidor em pagar mais pelo produto.

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Mercado aumenta pela sexta vez previsão para a inflação

14 de abril de 2014 0

O mercado aumentou, pela sexta vez consecutiva, a previsão para a inflação em 2014. Projeta agora que o IPCA fique em 6,47%. Na semana passada, o relatório Focus apontava uma aposta em 6,35%.

A pesquisa feita e divulgada pelo Banco Central mostrou, no entanto, um pequeno aumento na projeção para o PIB. Apostas agora em avanço de 1,65%.

Houve, porém, uma queda fortíssima nas apostas para a produção industrial. De 1,50%, a projeção de crescimento caiu para 0,70%.

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Banco Central vê inflação mais resistente do que esperava

10 de abril de 2014 0
Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

O Banco Central afirma que a inflação ainda mostra resistência, inclusive acima do que esperava. A afirmação está na ata da reunião do Comitê de Política Monetária. Na semana passada, o Copom aumentou a taxa de juros Selic em 0,25 ponto percentual, para 11% ao ano.

Para a autoridade monetária, a persistência da inflação reflete preços no setor de serviços. No entanto, também ressaltou no documento o aumento recente dos preços dos alimentos in natura e da pressão de reajustes salariais sobre a inflação.

“Tendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, na visão do Comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido.”

O Banco Central elevou a previsão de aumento de preços administrados por contrato e monitorados. Passou para 5% em 2014, frente aos 4,5% considerados na reunião de fevereiro. Considerou aumentos nos preços da gasolina (0,6%) e do gás de botijão (0,3%), além de estabilidade nas tarifas de telefonia fixa e de aumento de 9,5% nos preços da eletricidade. Aumentou também a projeção para 2015.

Para o Copom, o consumo das famílias continuará em expansão moderada, devido à renda e ao crédito. Também projeta aumento de investimentos.

“O Comitê entende que parte significativa da resposta dos preços ao atual ciclo de aperto monetário ainda está por se materializar. Além disso, é plausível afirmar que, na presença de níveis de confiança relativamente modestos, os efeitos das ações de política monetária tendem a ser potencializados.”  

A próxima reunião do Copom acontece em 27 e 28 de maio.

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Forte alta dos alimentos acelera inflação oficial do País

09 de abril de 2014 0
Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS

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Considerado a inflação oficial do País, o IPCA avançou de 0,69% em fevereiro para 0,92% em março. Com isso, o acumulado de 12 meses subiu para 6,15%.

O resultado fica acima do que as consultorias estavam projetando. A principal pressão veio dos alimentos. A falta de chuva deixou os produtos mais caros. As maiores altas foram da batata, tomate e feijão.

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a maior alta de preços nos alimentos. Subiram, em média, 4,21%.

A preocupação para os próximos meses é com o impacto no reajuste das contas de energia elétrica. Térmicas precisaram ser acionadas pelo País, gerando uma energia mais cara, o que será repassado aos preços. A Aneel já autorizou reajustes altos para algumas distribuidoras nesta semana.

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Site calcula quanto fumante gasta com cigarros

08 de abril de 2014 0

Quanto o fumante já gastou com cigarros, qual a despesa por mês e ano, quantos cigarros fumou e, também, quanto teria se tivesse aplicado o dinheiro na poupança ou em outro investimento. É possível calcular estas informações em uma ferramenta desenvolvida pela Sociedade Paulista de Pneumologia.

Link: Cálculo do Fumo

Clique na imagem para ampliá-la.

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Segundo a entidade, uma pessoa que consome um maço de cigarros por dia gastará cerca de R$ 195 por mês. Em um ano, a despesa fica em R$ 2.340. Para aqueles que fumam dois ou três maços ao dia, a conta pode chegar a quase R$ 70 mil a cada década.

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Tomar café da manhã na rua está mais caro

08 de abril de 2014 0

Confira a coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Prateleira de preços

Inflação de Porto Alegre nos últimos 12 meses (IPC-S/FGV): +7,16%

Quem toma café da manhã fora de casa está sentindo o bolso mais vazio. O custo subiu 9,04% em relação ao ano passado. É mais do que a inflação.

Já quem saboreia a primeira refeição do dia em casa, não sentiu impacto tão forte dos preços. O aumento dos itens mais consumidos ficou, em média, em 4,97%.

Confira o que caiu de preço e o que mais subiu na cesta do café da manhã:

Açúcar -11,65%
Café em pó -6,67%

Pão francês +19,55%
Mortadela +15,80

- Há uma tendência de aumento no preço do leite longa vida e isso vai ter impacto forte no café da manhã. É o item que tem maior peso no cálculo. Quase o triplo do pãozinho! – antecipa o coordenador da FGV/RS, Márcio Mendes Silva.

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Análise: Esperança de ajustes na economia fica para 2015

06 de abril de 2014 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Débora, tu achas que o Banco Central pretende seguir aumentando a Selic? Vai parar de elevar os juros? Ou nem ele sabe?

Analista de mercado Débora Morsch:

“Conforme esperado pelos analistas, a taxa Selic teve mais um incremento de 0,25 p.p., passando para 11% a.a. No comunicado, a autoridade monetária destacou que “irá monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”, ou seja, o BC ficará monitorando a inflação para tomar a decisão se continuará ou não subindo a taxa Selic.

A próxima reunião do Copom ocorrerá nos dias 27 e 28 de maio. As apostas estão divididas entre mais um aumento de 0,25 p.p. ou manutenção. Desde o início do atual ciclo de alta na taxa de juros, a taxa já subiu 3,75%.

Olhando a negociação nos mercados futuros de contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI), na BM&FBovespa, a chance de continuidade do ciclo de aperto monetário até as eleições, em outubro, foi praticamente dizimada. A curva de juros indica que a Selic volta a subir apenas no fim de outubro, na reunião do Comitê que está marcada para o dia 29 – dois dias após o segundo turno das eleições.

A alta agendada no mercado futuro, para outubro, é de 0,25 ponto percentual, seguida de três ou quatro ajustes em dezembro, janeiro, março e abril de 2015. Esta evolução dos juros puxaria a Selic para 12%, patamar do segundo semestre de 2008, quando a quebra do Lehman Brothers deflagrou a crise financeira global.

O governo continua administrando a inflação através dos preços que ele controla, como as tarifas de energia e combustíveis. A queda da cotação do dólar vem ajudando o governo nesta tarefa de controle da inflação. Em entrevista, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou que o câmbio no Brasil é flutuante e que o dólar no patamar de R$ 2,25 é favorável à inflação, sugerindo que o valor atual da moeda agrada ao governo.

Em economia, tudo é causa e efeito. Ao subir os juros, a atividade econômica acaba tendo reflexos, pois ele é inibidor dos investimentos. O empresário pensa duas vezes se irá ou não realizar os investimentos em um cenário de juros elevados, pois o custo de oportunidade de não investir fica maior. Aliado a isso, teremos eleições e Copa do Mundo, que trazem muita incerteza para a economia. A projeção de crescimento do PIB para 2014 está ao redor de 1,7%, mostrando fraqueza.

A questão é que o controle da inflação não deveria ser feito somente aumentando juros. Na campanha presidencial de 2010, a Presidente Dilma afirmou que reduziria a taxa Selic para o patamar de 2% acima da inflação, o que chegou a acontecer, mas não se sustentou por falta das tão faladas reformas estruturante que o País precisa.

É necessário que o governo realize diversos ajustes na sua máquina pública para torná-la mais eficiente. Entretanto, age de forma simplista, represando reajuste de preços de serviços e tarifas públicas e elevando juros.

A esperança dos ajustes ficará para 2015 e não são poucos. Será necessário recompor os preços dos combustíveis, para não comprometer mais a saúde financeira da Petrobras. Recompor as tarifas de energia elétrica, o custo de usar as termoelétricas não é barato. A dúvida é como fazer isso de maneira que a inflação não ultrapasse o teto da meta que é de 6,5%, uma vez que hoje ela persiste neste patamar mesmo com todo esse represamento. Espero que quem assuma 2015 enfrente com coragem estes e outros desequilíbrios da economia brasileira, para que voltemos a ter um crescimento mais forte e sustentável.”

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