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Posts com a tag "inflação"

Porto Alegre tem mais uma semana com deflação

26 de dezembro de 2016 0

Porto Alegre teve, novamente, deflação. O Índice de Preços ao Consumidor ficou em -0,10%.

Na pesquisa anterior da Fundação Getúlio Vargas, ficou em -0,13%. São duas semanas seguidas de deflação.

O indicador considera a variação de preços dos últimos 30 dias. A principal influência, disparada, é a queda da conta de luz da CEEE.

Principais influências de queda:

Tarifa de eletricidade residencial -17,93%

Condomínio residencial -2,88%

Batata -22,02%

 

Principais influências de alta:

Passagem aérea +33,05%

Refeições em bares e restaurantes +1,52%

Show musical +2,34%

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Prévia aponta inflação pouco acima da meta em 2016

21 de dezembro de 2016 0

Considerado uma prévia da inflação oficial do País, o IPCA-15 fechou 2016 um pouco acima da meta do Governo Federal. O teto é 6,5% e a inflação ficou em 6,58%.

O indicador é calculado pelo IBGE. Desacelerou em dezembro para 0,19%. Em novembro, ficou em 0,26%. A taxa de dezembro foi a menor para o mês desde 1998.

A queda em Alimentação e Bebidas foi mais intensa que no mês anterior. Vários produtos influenciaram o resultado, como feijão-carioca (-17,24%), da batata-inglesa (-15,78%), do tomate (-10,58%) e do leite longa vida (-5,40%). São itens importantes no cálculo porque pesam no orçamento das famílias.

O item energia elétrica (-1,93%), do grupo Habitação, exerceu o principal impacto para baixo no índice do mês. Em dezembro, a bandeira tarifária amarela foi substituída pela verde, que não tem o custo adicional de R$ 1,50 por cada 100 kilowatts-hora consumidos. Ocorreu, ainda, queda de 7,52% nas contas de energia de Porto Alegre, reflexo da redução de 16,28% nas tarifas da CEEE.

A mais elevada variação de grupo ficou com Transportes (0,79%). Houve pressão das passagens aéreas (26,16%), que sempre aumentam perto das férias. Houve pressão também do item multa, com alteração no Código de Trânsito Brasileiro.

Expectativa de mais impacto ao longo de dezembro do aumento dos preços dos combustíveis. Principalmente, da gasolina. O IPCA de fechamento de 2016 será divulgado no início de janeiro.

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Mercado prevê inflação dentro da meta

19 de dezembro de 2016 0

O mercado projeta inflação dentro da meta em 2016. A aposta apareceu no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

Projetam IPCA de 6,49%. O teto da meta do Governo Federal é de 6,5%. O centro é 4,5%.

Outras previsões do Focus para 2016:

Dólar R$ 3,38
PIB -3,48%
Produção industrial -6,72%
Preços administrados +5,95%

E para 2017:

IPCA +4,9%
Dólar R$ 3,49
Taxa de juros Selic 10,50% ao ano
PIB +0,58%
Produção industrial +0,75%
Preços administrados +5,50%

 

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Prévia da inflação é a menor para novembro desde 2007

23 de novembro de 2016 1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve variação de 0,26% em novembro. A taxa de outubro tinha sido de 0,19%.

Mas foi o menor IPCA-15 para os meses de novembro desde 2007. O indicador é calculado pelo IBGE e considerado uma prévia da inflação oficial do País.

Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 7,64%. É abaixo dos 8,27% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,68%) teve a mais elevada variação. Já Alimentação e Bebidas (-0,06%) e Vestuário (-0,03%) tiveram queda.

Individualmente, o etanol teve aumento forte. O combustível ficou, em média, 7,29% mais caro.

Inflação avança de novo em Porto Alegre

09 de novembro de 2016 0

A inflação para o consumidor começou novembro com alta. Novamente.

A pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas. Apesar do aumento, é a mais baixa entre as sete capitais consideradas no levantamento.

O Índice de Preços ao Consumidor passou para 0,24%. Estava em 0,21%.

Principais pressões de alta:

Plano e seguro de saúde +1,03%

Bergamota +9,12%

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Copom alerta para ritmo menor de "desinflação"

25 de outubro de 2016 0

O Comitê de Política Monetária alerta para o ritmo menor do que o esperado no processo de “desinflação”. A ata divulgada nesta terça-feira afirma que há sinais recentes de pausa no processo de queda nos preços dos serviços.

“uma maior persistência inflacionária requer persistência maior da política monetária”

Sinalizando, portanto, que o corte nos juros será gradual, acompanhando o recuo da inflação. O aviso do Banco Central ocorre enquanto alguns analistas achavam que o corte da Selic poderia ser acelerado.

Na reunião da semana passada, o Copom reduziu a taxa de juros pela primeira vez em quatro anos. A Selic passou para 14% ao ano, com redução de 0,25 ponto percentual.

Sobre a queda na inflação:

“se deve, em alguma medida, à reversão de movimento anterior em itens mais voláteis, e à evolução de componentes sensíveis à recente desinflação nos preços de alimentos.”

Principalmente, as quedas nos preços do leite e do feijão. Só que estes itens tiveram aumentos fortes antes.

Ao mesmo tempo, o documento do Copom alerta para a atividade econômica abaixo do esperado no curto prazo.

“Em particular, indicadores referentes a agosto situaram-se abaixo do esperado.”

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central caiu 0,91% em agosto sobre julho. Todos os setores considerados na análise tiveram desempenho negativo e o IBC-Br ficou no patamar mais baixo do ano.

 

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Mercado já projeta inflação abaixo de 7%

24 de outubro de 2016 0

Caiu para menos de 7% a previsão do mercado para a inflação em 2016. O relatório Focus aponta projeção de 6,89% para o IPCA, calculado pelo IBGE e considerado a inflação oficial do País.

É a sexta semana consecutiva de queda. A pesquisa é feita pelo Banco Central e divulgada todas as semanas. Os quatro indicadores de inflação considerados no levantamento tiveram recuo.

Caiu também a aposta para o dólar. A previsão é fechar o ano em R$ 3,20.

Outras previsões:

Taxa de juros Selic: 13,5% ao ano

PIB: -3,22%

Produção industrial: -6%

Preços administrados: +6%

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Prévia aponta nova queda da inflação no País

21 de outubro de 2016 0
Imagem:  CC0 Public Domain.

Imagem: CC0 Public Domain.

 

 

Considerado uma prévia da inflação no mês, o IPCA-15 desacelerou em outubro. Passou de 0,23% em setembro para 0,19%.

No acumulado de 12 meses, também houve recuo da inflação. Passou para 8,27%. Lembrando que o teto da meta do Governo Federal é 6,5%.

Segundo o IBGE, a queda nos preços dos alimentos segue como a principal influência:

“Entre os alimentos que mais pesam na despesa das famílias, a principal contribuição para baixo foi a do leite longa vida (-0,11 p.p.), que ficou 8,49% mais barato. Os preços desse produto só não recuaram em Salvador (0,34%), enquanto a queda mais intensa foi em Curitiba (-18,82%). Outros itens alimentícios ficaram bem mais baratos de setembro para outubro, a exemplo da batata-inglesa (-13,03%), das hortaliças (-6,18%) e do feijão-carioca (-6,17%).”

Já as carnes, por outro lado, seguem com aumento de preço. A redução prometida pela indústria não chegou ao consumidor.

A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a terceira maior queda do País nos preços dos alimentos. O recuo médio foi de 1,53%.

Aqui, o IPCA-15 ficou em 0,02%. Foi uma forte desaceleração, que estava em 0,46% no mês passado.

 

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Porto Alegre volta a ter inflação

11 de outubro de 2016 0

Depois de fechar setembro com deflação, Porto Alegre começou outubro com inflação. O Índice de Preços ao Consumidor ficou em 0,08%.

Houve avanço do IPC-S nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas. Porto Alegre ficou com o segundo menor índice.

A principal pressão veio do aumento de preços de refrigerantes e água mineral. Em seguida, do reajuste de planos e seguros de saúde.

O leite segue em queda.

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Mercado reduz com força previsão para quatro índices de inflação

10 de outubro de 2016 0

Analistas de mercado fizeram um corte forte na projeção para quatro índices de inflação. São os quatro indicadores que integram o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central todas as semanas.

O destaque vai para o IPCA. É o índice oficial de inflação do País. A projeção do mercado para 2016 caiu de 7,23% para 7,04%. Mais um bocado e chega no teto da meta do Governo Federal, que é de 6,5%.

Veja as apostas para os demais índices de inflação:

 

 

focus inflaçao

 

 

Outras projeções do Focus:

Dólar R$ 3,25

Taxa de juros Selic 13,75% ao ano

PIB -3,15%

Produção industrial -5,96%

Preços administrados +6,11%

 

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