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Posts com a tag "investimento"

Quatro perguntas que devem ser respondidas antes de escolher onde investir o dinheiro

28 de novembro de 2016 2
CC0 Public Domain

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Pergunta frequente entre leitores do Acerto de Conta$ e ouvintes da Rádio Gaúcha:

“Qual o melhor investimento para o meu dinheiro?”

Assim, é praticamente impossível responder. Há muitas aplicações financeiras no mercado.

O investidor precisa, antes, definir alguns critérios. Saiba quais neste post elaborado com a ajuda do consultor financeiro Felipe Mahler, da Monte Bravo Investimentos.

1 – Qual o objetivo? - O mais importante. A pergunta é: O que o investidor pretende fazer com esse dinheiro? Usar para emergências? Uma viagem? Comprar a casa própria? Aposentadoria? Saber o objetivo é importante para definir o próximo critério: prazo.

2 – Prazo? - Por quanto tempo o dinheiro pode ficar na aplicação financeira? É essencial para definir qual aplicação. Algumas cobram taxas elevadas de Imposto de Renda para aplicações de curto prazo. Lembrando que “longo prazo” é acima de cinco anos. Quando o dinheiro pode ficar parado por mais tempo, o investidor pode enfrentar mais oscilações porque não corre o risco de precisar sacar correndo em um momento de desvalorização.

3 – Perfil? - Mahler enfatiza muito este critério. Qual o perfil do investidor? É mais conservador ou aceita correr algum risco? Tem apetite maior ou menos por rendimentos? O cruzamento destas informações define o perfil e como ficará dividida a carteira de investimentos, o que significa qual a fatia do dinheiro vai para qual aplicação financeira. Terá ações em bolsa? Investimento em câmbio? Por aí…

4 – Aporte inicial? - Quanto o investidor tem para começar a aplicar. Tesouro Direto aceita a partir de R$ 30. Outros investimentos exigem um aporte inicial maior. Fundos de investimento com taxas de administração mais baixa têm quantia inicial mínima. Também serve para definir se será possível dividir o dinheiro em mais de uma aplicação. Diversificar os investimentos reduz riscos.

Mais algumas observações do Felipe Mahler:

Liquidez:

- Por exemplo, uma pessoa que tem o hábito de poupar mantém em média de 10% a 20% com liquidez rápida. Ou seja, consegue ter acesso ao investimento em um dia por exemplo. O restante, em prazos mais longos.

Liquidez é poder sacar o dinheiro a qualquer momento sem depender da avaliação do mercado no momento ou pagamento de multas e outras taxas por isso.

Rentabilidade X Liquidez:

- Uma coisa o poupador tem que ter em mente: a relação rentabilidade X liquidez é uma gangorra. Quanto mais disponibilidade temos, menor será a rentabilidade deste investimento.

Risco:

- Não podemos esquecer de um ponto muito importante: em investimentos e na vida, tudo que é confortável raramente é rentável.

Respondidas as perguntas acima, saiba mais sobre investimentos e planejamento financeiro assistindo ao Live do blog Acerto de Conta$ com Felipe Mahler:

 

 

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Cinco coisas que o brasileiro faz errado e o impedem de guardar dinheiro

03 de novembro de 2016 1

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O brasileiro não sabe economizar e isso é cultural. Começando pelas famílias lidarem com dinheiro como um tabu pouco falado em casa e continuando com o preconceito com a educação financeira na escola.

O educador financeiro Robinson Trovó lista cinco coisas que o consumidor faz errado e que o impedem de juntar dinheiro. Vamos lá:

1 – Gastar mais do que ganha

É óbvio. Mas um dos motivos para isso ocorrer é que o brasileiro não estabelece metas e limites de gastos. O ideal é economizar, todo mês, pelo menos 10% do salário. Pelo menos! Se conseguir mais, melhor. Trovó sugere que as pessoas usem envelopes para se planejar financeiramente e assim começar o processo de poupar.

- Você vai até a papelaria e compra 10 envelopes de carta. Em cada um deles você vai escrever itens dos quais serão destinados o seu dinheiro. Em seguida, você vai escrever, também no envelope, qual o valor você acha que gasta no mês com aquele item. Depois, cada compra ou pagamento que fizer, você vai colocar o comprovante dentro do envelope que for daquele item.

Envelope 1 – Casa: aluguel, energia, água, telefone, IPTU, condomínio, etc.
Envelope 2 – Carro: seguro, IPVA, manutenção, etc.
Envelope 3 – Saúde: convênio, remédio, academia, etc.
Envelope 4 – Supermercado: alimentos, produtos de limpeza, etc.
Envelope 5 – Educação: escola, faculdade, cursos ou afins. Livros, revistas, etc.
Envelope 6 – Lazer: cinema, passeio, viagem, etc.
Envelope 7 – Compras: vestuário, perfume, presente, etc.
Envelope 8 – Reserva: dinheiro separado para gastos emergenciais.
Envelope 9 – Dívidas: empréstimos, cheque especial, etc.
Envelope 10 – Investimento: 10% do seu salário, lembra?

 

2 – Ceder a tentações

Em geral, as pessoas gastam mais do que podem em roupas, tecnologia e outras coisas supérfluas. O educador financeiro pondera que educação e saúde são exemplos de prioridades para onde o dinheiro deve ir, mas nas outras áreas é importante aprender a ser forte.
3 – Querer “se mostrar”

Um problema sério: preocupar-se demais com o que os outros pensam.

- Nunca troque de carro só porque todos os amigos compraram um novo, e mude de celular quando realmente precisar de outro, em vez de querer a nova edição do smartphone porque todo mundo está comprando. – exemplifica Robinson Trovó.
4 – Acreditar que parcelamento é algo bom

É preciso ter a mentalidade de um investidor. Tem que encarar toda compra parcelada como uma dívida. E isso inclui os parcelamentos no cartão de crédito, principalmente. Quem parcela está antecipando o consumo e essa antecipação custa dinheiro para o consumidor. Seja na forma de juros, seja por não conseguir o desconto que seria oferecido para pagamento à vista.
5 – Achar que “o futuro a Deus pertence”

Viver apenas o presente não funciona muito bem quando falamos de finanças. Ao contrário do que muitos pensam, a ideia de curtir a vida e se divertir exige preocupação com o futuro.

- Os investidores profissionais sabem trabalhar o suficiente e aproveitar as coisas boas da vida justamente porque souberam pensar no futuro, economizar e investir. – conclui Trovó.

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Marcas lançam modelos "light" de franquias para atrair investidor com pouco dinheiro

29 de outubro de 2016 0

SuperRepórter no SuperSábado

Pode-se dizer que o setor de franquias foi um dos que sentiu menos a crise econômica. O último dado divulgado pela Associação Brasileira de Franchising apontou crescimento de 8,8% no terceiro trimestre. Faturamento de R$ 38,8 bilhões.

Como a comparação é com o terceiro trimestre do ano passado, o crescimento ficou acima da inflação. Tivemos IPCA de 8,48% no período.

Mas isso não quer dizer que saiu ileso. Foi necessária uma adaptação.

Por exemplo, as empresas donas das marcas tiveram que criar versões mais baratas dos seus negócios para seguir atraindo interessados em abrir franquias. Até porque o consumidor também apertou o orçamento, explica a diretora da ABF na Região Sul, Fabiana Estrela.

- Foi quando várias empresas lançaram negócios que exigem investimento mais baixo. São as versões “mini”, “fit”, “light”, “pocket”…

A empresa de piscinas iGUi fez isso. Fabrica, vende e presta serviços no setor. Então, criou uma loja que é um contêiner. É transportada facilmente por caminhão, fica pronta em dez dias e pode ser instalada em um terreno vazio. Barata e prática, diz o presidente da empresa Filipe Sisson.

- Há também uma formalização do trabalhador, que trabalhava na ilegalidade.

O consumidor também fechou a mão. Franquias alinhadas com este movimento enfrentam bem a crise. É o caso da Restaura Jeans. Trabalha com conserto de roupas e tem 190 lojas já. Aliás, foi criada há 25 anos, em plena crise econômica e inflação galopante, lembra o fundador Flávio Conrad.

- Fomos privilegiados em sobreviver a algumas crises. Isso nos ajudou a enfrentar esta agora.

Com o aumento do desemprego, cresce a categoria de microfranquias. São negócios que o investidor pode abrir aplicando de R$ 5 mil a R$ 80 mil. Em algumas, pode trabalhar de casa.

Mas cuidado com a marca que vai escolher. Pesquise bem antes para não perder dinheiro e ver ruir o sonho de ter um negócio próprio.

* Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ viajaram para a Convenção ABF do Franchising a convite da ABF.

Empresas japonesas recebem empurrão do governo de lá para investirem no Brasil

20 de outubro de 2016 0

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O governo japonês está incentivando as empresas a trazerem investimentos de lá para o Brasil. A informação é de um importante executivo de uma grande empresa do Japão e que tem sede em São Paulo.

Segundo ele, a principal razão é o consumo interno no Japão. Está caindo, devido, principalmente, ao envelhecimento e encolhimento da população.

- Com os investimentos no Brasil, o Japão ganha explorando novos mercados. Mandando empresas para fora e produzindo lucro, parte desses recursos volta para o Japão. – explica o executivo, que não quer se identificar.

A Toyota, por exemplo, já trouxe seu braço comercial para o País. A Hitachi contratou há dois anos um coordenador da área de planejamento só para a América do Sul. O principal fomentador de crédito do Japão aqui no Brasil é o Banco Sumitomo Mitsui, com sede em São Paulo.

A direção da Car House, que revende Toyota, tem a mesma percepção. Gerente-geral de Vendas, Ricardo Rocco lembra que a participação da montadora dobrou no mercado brasileiro nos últimos anos de crise. Passou 9%. Em 2013, a empresa lançou Etios com a proposta de ser o carro automático mais barato do mercado. É fabricado em Sorocaba, São Paulo. Já Fladimir Rosa, gerente de Vendas da Car House, observa que há a percepção de que tudo que é lançado no Brasil vende, mesmo que por um tempo.

 

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É possível viver de renda investindo R$ 1 milhão?

10 de outubro de 2016 14

 

Foto: CC0 Public Domain.

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Já falamos sobre: Como juntar R$ 1 milhão?

No Live de economia que fizemos na última semana no Facebook da Rádio Gaúcha, surgiu a dúvida se a pessoa consegue viver de renda investindo R$ 1 milhão.

Assessor da Pense Investimentos, Felipe Assunção conta que tem clientes com esse perfil e explica como gerencia os investimentos destas pessoas:

Primeiro, é preciso definir qual padrão de vida a pessoa quer. Sabendo quanto pretende gastar por mês, consegue-se identificar qual tem que ser a rentabilidade mensal das aplicações financeiras.

- Hoje, a pessoa com R$ 1 milhão no mercado financeiro tira de R$ 10 mil a R$ 12 mil por mês. A gente faz uma engenharia financeira na carteira do cliente. – conta Assunção.

Uma observação:

Esta rentabilidade não considera a atualização dos valores pela inflação. Questionado quanto a isso, o assessor explica que, em geral, as pessoas não querem manter o poder de compra do patrimônio, permitindo que o montante de base seja usado aos poucos ao longo dos anos. 

Começa colocando 20% do dinheiro – R$ 200 mil – em aplicações com liquidez imediata. São investimentos de onde a pessoa pode tirar o dinheiro a qualquer momento, sem ter multa ou pagar taxas altas, como do Imposto de Renda.

Depois, pega o restante – R$ 800 mil – e fatia em outras aplicações, ampliando os prazos de carência.

- Ou seja, coloca o dinheiro em um lugar de onde pode sacar em seis meses, daqui a um ano, dois anos, três anos… É feito um escalonamento.

Conforme o investidor vai abrindo mão de liquidez, vai aumentando a rentabilidade. Existe um tripé que une segurança, rentabilidade e liquidez.

- Nunca temos os três. – salienta Assunção.

Como segurança é importante para este tipo de investidor, que vai viver de renda, é preciso jogar com os outros dois fatores. A carteira fica em investimentos 100% seguros.

Exemplo dado pelo assessor:

“20% com liquidez que pode ser sacado a qualquer momento. Então, vai sacando dali mensalmente.

Daqui a seis meses, vence uma aplicação. Pego os rendimentos dessa aplicação. Digamos que eram R$ 200 mil que viraram R$ 250 mil. Eu pego estes R$ 50 mil e recomponho aplicando na liquidez imediata e pego os R$ 200 mil e coloco para mais seis meses. Dois meses depois, pego o investimento que fiz com prazo de oito meses. E faz o mesmo.”

Veja o Live da Gaúcha com Felipe Assunção:

 

 

Ouça o programa Destaque Econômico, na Gaúcha:

 

 

 

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Pós-crise: Como ganhar dinheiro com investimentos?

30 de setembro de 2016 0
Foto: CC0 Public Domain.

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O ano começou com inflação muito alta, dólar acima de R$ 4 e economia despencando. Não que tudo tenha melhorado, mas… Mudou o governo, a inflação desacelera, títulos do governo subiram 40%, ações tiveram recuperação de preços.

Considerando que já possamos falar em pós-crise, quais os melhores investimentos daqui para a frente?

Fizemos essa pergunta para o assessor da Pense Investimentos Felipe Assunção.

- Com uma equipe econômica e política centrada em resolver os problemas fiscais, temos tudo para voltarmos ao normal, voltarmos a ser o Brasil – nem Venezuela e nem Suíça. Nesse caso, é provável termos entrando em uma tendência de valorização dos ativos brasileiros.

Quais as dicas de Assunção para o investidor, então:

IPCA: Títulos atrelados à inflação

Quem já investiu em Títulos Públicos atrelados à inflação mais juros de 7% deve estar sorrindo com 30% a 40% de valorização. O valor do título é inversamente proporcional aos juros negociados no mercado.

Tudo indica uma queda na taxa de juros Selic nos próximos meses. Então, o ideal é colocar metade desse lucro dos títulos no bolso e partir para novas possibilidades.

Para quem ainda está de fora, é válido comprar títulos com vencimento em 2050 e 2055. Mas atenção: é bom estar preparado, pois pode ocorrer volatilidade e a necessidade de manter esses papeis até o vencimento sem vendê-los pelo que o mercado estará pagando no momento. Ainda estamos no Brasil, onde até o futuro é incerto.

PRÉ-FIXADO: Travando a taxa

Pela pesquisa que o Banco Central faz com o mercado, espera-se que a Selic chegue na casa de 11% no final de 2017. Quem comprou poderá garantir taxas elevadas em futuro próximo e levar para um prazo maior. A redução dos juros pode levar a uma valorização desses títulos, mas não expressiva.

Se você ainda não tem títulos pré-fixados, ainda dá tempo de comprar esses títulos, principalmente com vencimento em 2019 e 2021, assim poderá carregar essa alta taxa por um longo prazo.

AÇÕES: Quais ações comprar?

Já ouvimos falar de Tsumoney, de “a grande alta da bolsa”, mas o que temos visto realmente no mercado é que grandes investimentos na bolsa estão sendo evitados com a alta recente. Mas, se você acredita em uma retomada gradual da economia, o momento pode ser oportuno.

Os setores que o mercado está de olho são: Financeiro, Industrial, Infraestrutura e Energia Elétrica.

Fundos Multimercados

Já é histórico que os fundos multimercados vão bem quando o ciclo é de baixa de juros. Os fundos conseguem obter desempenho acima do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), referência para as aplicações.

Os fundos multimercados podem investir em bolsa, juros, moedas e etc. Com movimentos de queda da Selic, ajustam suas carteiras para ganhar com este recuo.

A expectativa do mercado é que vamos ter um ciclo de queda de juros duradouro. Possivelmente, parecido com a queda de 2005.

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Investimentos que renderam mais e que renderam menos em 15 anos

22 de setembro de 2016 3
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As aplicações em títulos públicos foram as mais rentáveis nos últimos 15 anos. O levantamento é do Instituto Assaf. Detalhando:

 

Títulos Públicos

De janeiro de 2001 a julho de 2016, a rentabilidade nominal dos títulos públicos foi de 1.074,14%, proporcionando ganho real – quando já é descontada a inflação – de 319,14%. A inflação no período foi de 180,13%.

 

Ouro

Em segundo lugar em rentabilidade no período, o ouro apresentou valorização nominal de 589,70% e ganho real de 146,21%. Embora já tenha sido símbolo de riqueza, o ouro está acessível aos investidores por meio do mercado de balcão e para os investidores mais sofisticados principalmente por meio de contratos negociados na BM&FBOVESPA.

O investimento ganhou força mais precisamente com as crises nos Estados Unidos, Europa e agora no Brasil. É considerado um investimento seguro.

 

Renda Fixa

As aplicações em renda fixa representaram ganho nominal de 555,58% e ganho real de 134,03%. Ficaram em terceiro lugar em rentabilidade.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) registrou ganho nominal de 499,88% e ganho real de 114,14%.

 

Ações

A valorização do mercado acionário (índice da Bolsa de Valores) apresentou ganho nominal de 275,61% e ganho real de 34,09%. A Bolsa de Valores sofreu nos últimos anos, mas se recupera em 2016 com 32,2% de valorização até julho de 2016.

Lembrando que o Ibovespa mostra o desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. É composto pelas ações mais negociadas na Bovespa.

 

Imóveis

A rentabilidade nominal dos Imóveis foi de 246,00% no período e ganho real de 23,51%. A avaliação do bem é feita com base no valor do metro quadrado da construção. O indicador usado pelo Instituto Assaf nesta pesquisa foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC), que afere a evolução dos custos de construções habitacionais.

 

Poupança

As cadernetas de poupança tiveram ganho nominal de 229,27% e ganho real de 17,54%.

 

Dólar

O dólar teve ganho nominal e 61,21% e rentabilidade real negativa, de -42,45%. É usado como investimento, principalmente quando as incertezas econômicas do Paí aumentam. Mas há formas de investir em dólar sem comprar a moeda, como aplicações em fundos. Além de contratos baseados na moeda-americana, como os contratos derivativos, negociados nos mercados futuros e de opções.

 

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Franquia de bolos quer abrir lojas no Rio Grande do Sul com investimento de R$ 65 mil

21 de setembro de 2016 1

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A microfranquia Delícia de Bolos Caseiros está em busca de franqueados no Rio Grande do Sul. Inicialmente, a ideia é entrar em Porto Alegre, Caxias do Sul, Gravataí, Pelotas, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Canoas. Mas a marca não descarta outras cidades, desde que tenham mais de 50 mil habitantes.

A taxa de franquia é de R$ 30 mil. Mas tem um desconto e fica R$ 20 mil para os primeiros interessados. O pagamento é à vista. Para convencer investidores, a empresa argumenta que o setor de alimentação segue com boa performance apesar da crise econômica.

Precisa de um ponto comercial de, no mínimo, 40 metros quadrados. Ou seja, pode ser instalada na casa do franqueado, fazendo adaptações.

Investimento inicial total: R$ 65 mil a R$ 72 mil
Taxa de franquia: R$ 30 mil (10 primeiros investidores – R$ 20 mil)
Capital de giro: R$ 10 mil
Royalties: 1 salário mínimo a partir do 4ª mês
Prazo de retorno do investimento: 15 meses
Faturamento médio mensal: R$ 40 mil
Lucratividade: 40% do faturamento bruto
Número médio de funcionários por unidade: 3

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Leitores perguntam onde encontrar LCI e LCA com maior rentabilidade

21 de setembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

 

Foto:  CC0 Public Domain

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Pessoal leu este post:

Três investimentos de baixo risco que rendem mais que a poupança

E vários perguntaram onde encontrar LCI e LCA que pague 95% do CDI.

O especialista em investimentos Mauro Calil responde:

“Realmente, não encontrarão nos grandes bancos. Somente em bancos de investimento.
A segurança é do Fundo Garantidor de Crédito. Até R$ 250 mil aplicados.
Para escolher o banco, é bom buscar referência de amigos ou profissionais. Além disso, ter a operação registrada em seu nome na CETIP.”

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Três investimentos de baixo risco que rendem mais que a poupança

20 de setembro de 2016 5
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A gente sempre diz: “poupança não é investimento”

Por que?

Porque a rentabilidade da poupança, quase todos os meses, não alcança nem a inflação. Ou seja, o dinheiro que fica na caderneta vai perdendo poder de compra porque os produtos e serviços vão subindo de preço mais do que é pago para o poupador.

Por ser isenta de imposto, a caderneta serve mais para deixar um dinheiro para emergência ou juntar dinheiro para um investimento que exige aporte mínimo inicial. Mas há resistência em tirar o dinheiro da poupança. Principalmente, porque é considerado o lugar mais seguro pelos poupadores.

Então, o programa Destaque Econômico pediu para o especialista em investimentos Mauro Calil:

Três investimentos de baixo risco e que rendam mais do que a poupança:

Tesouro Direto - Papéis do Governo Federal. É como emprestar dinheiro para o governo. Pode fazer pelo banco ou uma corretora. Procurar o que cobra taxa mais baixa. A rentabilidade é de 80% do CDI, comparada a 60% da poupança. Para quem está acostumado com poupança, Calil sugere o título Selic pós-fixado.

LCI e LCA - Tem a mesma segurança da poupança, que é o Fundo Garantidor de Crédito. Ou seja, se o banco quebra, o fundo cobre o valor até R$ 250 mil. Aplicações partem de R$ 1 mil ou R$ 3 mil. Consegue 95% do CDI já livre de taxas e impostos.

CDB - Para valer a pena, tem que pagar pelo menos 100% do CDI, que é a “remuneração do banqueiro”. Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são uma forma de os bancos captarem recursos.

Ouça mais detalhes sobre os investimentos na entrevista com Mauro Calil:

 

 

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