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Posts com a tag "investimento"

Leitor foi demitido e pergunta como seguir guardando dinheiro para aposentadoria

24 de maio de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde. 

 

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Leitor Juliano quer fazer “previdência privada”:

“Há um ano, tenho uma aplicação automática de R$ 100 na poupança. A intenção era que fosse uma grana para longo prazo, mas não funcionou. Concluí que o rendimento é baixo e acabei misturando o recurso com outro e usando o dinheiro.
Penso em começar com R$ 100 mensais no Tesouro Direto porque o rendimento é maior, a aplicação pode ser automática e a aplicação favorece mais um uso como previdência. Também vou continuar a contribuir com o INSS, depois de 15 anos de contribuição e uma demissão em 2015 (como muitos).
Conclusão minha: alguém que perde o emprego não pode deixar de pensar no futuro enquanto decide o que vai fazer, se vai buscar recolocação ou empreender.”

 

Sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei responde:

O raciocínio do leitor, na minha opinião, está perfeito. Gosto de pensar que um planejamento ideal consiste em dividir as sobras que conseguimos acumular ao longo do tempo em três bolsos:

- bolso da liquidez: para este bolso, separamos um pouco mensalmente para nos prepararmos para eventuais emergências que exijam desembolsos imediatos, como uma despesa médica inesperada por exemplo. Uma vez constituído este colchão de segurança, devemos partir para o próximo bolso.
- bolso dos investimentos: neste pensamos em acumular para objetivos definidos de médio prazo, como compra de carro, viagens, entrada em imóvel, entre outros.
- bolso da aposentadoria: aqui o objetivo é formar uma reserva que sirva como uma previdência para o futuro. Como o prazo geralmente é bem longo, pode ser a menor fatia das sobras. O mais importante neste caso é realmente a constância e o comprometimento de manter os aportes ao longo do tempo.

Usando o exemplo do leitor, a parcela de liquidez poderia estar numa poupança, os investimentos em renda fixa como CDB/Fundos e a parte da aposentadoria em títulos públicos. Assim, ele saberá – tanto na hora de aplicar quanto na hora de resgatar – em qual bolso deve mexer.

Leia mais: Quanto investir para ter uma renda mensal de R$ 2,5 mil?

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Pesquisa mostra aposta do varejo gaúcho para o governo Temer

23 de maio de 2016 1
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

 

O governo Michel Temer não é unanimidade para o varejo gaúcho. Longe disso.

A Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo fez uma pesquisa com os lojistas.

- Queríamos também identificar como cada empresário avalia o comportamento do mercado macroeconômico nos próximos meses. – explica o presidente, Vilson Noer.

Acredita em afastamento definitivo de Dilma?
Sim 87,1%
Não 12,9%

Temer fará um bom governo?
Sim 61,3%
Não 38,7%

Iniciativas necessárias:
Reforma tributária 83,9%
Reforma política 74,2%
Controle da inflação 71%
Reforma trabalhista 38,7%
Pacote de incentivo a investimentos 38,7%

Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda fará economia voltar a crescer?
Sim 67,7%
Não 32,3%

Voltará a investir no negócio?
Sim 64,5%
Não 35,5%

Qual aposta para a economia no segundo semestre de 2016?
54.8% Retomada do crescimento
51.6% Política de estabilidade econômica e linhas de crédito para consumo
38.7% Reequilíbrio das finanças públicas
38.7% Política de atração de investimentos
12.9% Volta dos investimentos públicos em grandes obras de infraestrutura

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Investimento - Fundos simples têm taxas de 2,7% até menos de 0,5%

19 de maio de 2016 0

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Criados para pequenos investidores, os fundos simples têm taxas de administração que chegam a 2,7% ao ano. Mas há opções que cobram até menos de 0,5% ao ano.

Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Segundo a Anbima, estes fundos simples já somam um patrimônio líquido superior a R$ 6 milhões.

Atualmente, há cerca de 40 fundos de investimento deste tipo. O foco são pequenos investidores que estão achando o retorno da poupança muito baixo, sendo corroído pela inflação. A categoria de fundos simples foi criada em 2015 pela Comissão de Valores Mobiliários, órgão que regula o mercado de capitais.

São fundos conservadores. Fazem aplicações de baixo risco:

“Obrigatoriamente, devem ser carteiras de baixo risco. Por isso, devem investir, no mínimo, 95% de seu patrimônio em títulos públicos (os mesmos vendidos pelo sistema Tesouro Direto), títulos de renda fixa de bancos que possuam risco equivalente ao dos títulos públicos (como CDBs de grandes bancos) e operações compromissadas. Além disso, não podem investir no exterior e precisam prever uma estratégia de proteção contra a volatilidade dos mercados. Como o relacionamento entre os gestores e os cotistas de fundos simples pode ser totalmente eletrônico, está dispensado o envio físico de cartas ou contratos.” – ressalta o portal Como Investir, da Anbima.

A rentabilidade dos fundos simples se aproxima muito da variação do CDI, taxa que serve de referência para a maior parte das aplicações de renda fixa. No primeiro trimestre, as carteiras tiveram um rendimento acumulado de 3,24%. O CDI: 3,25%.

Leia mais:

Juro mantido – Como ficam investimentos em renda fixa e variável

Investimentos – O que NÃO fazer em 2016.

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Novo fundo tem R$ 50 milhões para investir em empresas da Região Sul

19 de maio de 2016 0
Foto: Marco Favero / Agencia RBS.

Foto: Marco Favero / Agencia RBS.

 

Foi criado um Fundo Sul Inovação, com R$ 50 milhões para investir em empresas da Região Sul. É da gestora FIR Capital BZPlan.

Serão selecionadas até 12 empresas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A gestora já opera o Fundo SC, que aplicou R$ 12 milhões em cinco empresas catarinenses.

A busca é por empresas de tecnologia. São as chamadas startups, com potencial de crescimento rápido a partir de um investimento relativamente baixo.

- O foco dos investimentos do Fundo Sul Inovação será em negócios B2B com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões e baseados em tecnologia da informação e comunicação. – diz Marcelo Ferrari Wolowski, diretor-presidente do fundo.

E acrescenta:

- Empresas inovadoras possuem o comportamento desconectado da macroeconomia. Mesmo em um cenário ruim, os negócios baseados em tecnologia continuam a crescer.

Entre os cotistas do Fundo Sul Inovação, estão a Finep e a Agência de Fomento do Paraná.

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Seis sequelas que a crise deixará na economia brasileira

16 de maio de 2016 0
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Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Apesar de sinais que mostram melhora na confiança do consumidor e de empresários, a crise deixará sequelas na economia brasileira. Além das empresas, o economista da Fundação de Economia e Estatística, Jéfferson Colombo reforça as consequências na economia das famílias.

- As famílias estão empobrecendo, saindo da classe média para a classe baixa em uma velocidade muito rápida. Além disso, estamos em uma situação de “armadilha” da pobreza, onde que é pobre permanece pobre.

A pedido da Gaúcha e blog Acerto de Conta$, o economista listou custos de médio e longo prazos da recessão:

1) Depreciação de capital fixo, obsolescência: a crise faz com que as empresas não tenham recursos (nem apetite para risco, dado que não há demanda) para investir em renovação de máquinas, modernização de equipamentos e expansão de capacidade produtiva. Há pelo menos três canais pelo qual a crise afeta os investimentos corporativos: fluxo de caixa (menos recursos gerados internamente pelas empresas), condições de oferta (crédito escasso e caro), e condições de demanda (incertezas, falta de dinamismo econômico). Com o rápido avanço tecnológico mundial, a ausência de investimentos em bens de capital mais produtivos prejudica a competitividade e a inserção internacional das empresas brasileiras.

2) Despesas públicas com educação: a recessão atinge fortemente investimentos em todos os níveis de ensino. Com a queda na arrecadação de estados e municípios, há falta de recursos para os ensinos básico e fundamental, justamente onde os retornos de longo prazo da educação são maiores (educação de qualidade nos anos de ensino iniciais tendem a gerar um retorno positivo permanente na renda dos indivíduos). Embora não sejam mensurados nos indicadores de curto prazo da economia, o corte de investimentos em educação derivado da crise reduz a capacidade de crescimento econômico no futuro porque a economia não aumenta o estoque de capital humano. Além disso, por afetar as famílias mais pobres, contribui para a persistência da desigualdade socioeconômica brasileira.

3) Incentivos de estudar e trabalhar: a crise faz com que gastos considerados supérfluos pelas famílias, como educação privada, sejam cortados devido à redução do poder aquisitivo. Somado a isso, a queda na renda domiciliar faz com que muitos jovens tenham de entrar no mercado de trabalho muito cedo para complementar o orçamento doméstico. Do ponto de vista macroeconômico, abandonar investimentos em educação de qualidade, que trazem retornos de longo prazo aos indivíduos, a sua família e a terceiros, é fato socialmente indesejável.

4) Inovação, Pesquisa e desenvolvimento: Esses investimentos são considerados os motores do crescimento econômico de longo prazo. E a crise atinge em cheio investimentos em P&D. Brasil investe 1,2% do PIB nessa rubrica, enquanto China e Europa investem 2%. Líder é a Coréia do Sul: 4,4%. Durante crises, as fontes de investimento público e a geração de caixa das companhias se deterioram, e as empresas acabam cortando investimentos nessas áreas.

5) Infraestrutura e investimento: além da parcela do orçamento público alocada em infraestrutura ser historicamente baixa no Brasil (1,47%, em 2014; outros países emergentes, como Índia, chegam a 8%; mesmo países desenvolvidos, como EUA, investem 2,9%), a rigidez orçamentária torna o investimento a parte mais frágil da despesa pública. Diante da impossibilidade de cortar outros gastos, as despesas de capital foram reduzidas em 34% em 2015, incluindo obras de infraestrutura importantes no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Como resultado, a economia não consegue aumentar sua produtividade de médio e longo prazos.

6) Alto número de falências (destruição da matriz produtiva): dados da Junta Comercial do Rio Grande do Sul mostram que 94% mais negócios foram extintos em 2015 (15.604 em 2015, ante 8.046 em 2014). A crise brasileira – e seus elementos que limitam a ação das empresas, como o aumento do custo de capital, a alta do dólar, aumento do custo de insumos como energia elétrica, combustíveis, etc. – reflete esse fenômeno. O fechamento massificado de empresas afeta toda a cadeia de produção e deteriora também o ambiente concorrencial (podendo trazer consequências inclusive para a inflação futura). Além disso, a atividade empreendedora originada de períodos de crise prolongada é tipicamente associada ao trabalho por conta própria, derivado de necessidade (como consequência da perda do emprego, por exemplo) e não de vocação. Isso pode aprofundar a já elevada taxa de mortalidade das empresas brasileiras, especialmente as jovens.

 

Ouça entrevista com o economista da FEE Jéfferson Colombo:

 

 

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Ibovespa futuro abre em alta e dólar em queda

12 de maio de 2016 0

Repercussão econômica da aprovação do processo de impeachment no Senado e afastamento da presidente Dilma Rousseff:

 

Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

 

As negociações futuras no mercado financeiro já abriram. Confira os dados enviados ao blog Acerto de Conta$ pelo assessor de renda variável da Monte Bravo Investimentos, Bruno Madruga:

Índice Bovespa Futuro (INDM16) = +1,07% aos 53.750 pontos

Dólar Comercial Futuro (DOLM16) = -0,48% em R$ 3,457

Atualização: Já está mudando o cenário para o dólar. Às 9h13, operava em alta de 0,20%, a R$ 3,48.

- Fluxo forte de estrangeiros comprando dólar. – avisa Madruga.

O pregão abre às 10h.

Em casas de câmbio, dólar turismo, com IOF, a R$ 3,65 neste início de manhã.

 

Leia mais:

“Meu sentimento é de um otimismo cauteloso” – diz presidente da Federasul

Mercado financeiro com tendência de alta e de olho nos discursos da nova equipe econômica

“Varejo é sensível e reagirá rápido a medidas econômicas” – diz empresário

FT: Nova equipe tem que enfrentar economia encolhendo e milhões de desempregados

 

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Banco Central mostra pessimismo com a economia do Rio Grande do Sul

09 de maio de 2016 0
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

 

O Banco Central está pessimista com a economia do Rio Grande do Sul. Foi o que mostrou no relatório regional que está sendo divulgado nesta manhã, em Belém (PA).

“Nesse cenário, embora o IBCR-RS tenha aumentado 1,3% em relação ao trimestre encerrado em novembro, influenciado pela produção industrial, as perspectivas para a economia local seguem desfavoráveis.”

Os motivos apontados pelo Banco Central para a projeção ruim são: as dificuldades das finanças públicas do Estado; e a baixa confiança de empresários e consumidores. O pessimismo destes agentes econômicos tem impacto sobre investimento, consumo e emprego. A autoridade monetária cita ainda os recuos na produção agrícola.

O que pode amenizar os efeitos negativos é o comércio exterior. Há uma consolidação dos efeitos do dólar alto sobre as exportações.

Em 2015, o PIB do Rio Grande do Sul caiu 3,4%, repercutindo retrações na indústria (11,1%) e nos serviços (2,1%), e crescimento de 13,6% na agropecuária. A retração econômica foi menor do que na média nacional.

“trajetória associada, em grande parte, à maior participação do setor primário na composição do produto regional relativamente ao do país (10,1% e 5,3%, na ordem, segundo as Contas Regionais de 2013).”

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Edifício Guaspari aguarda licenças para início da reforma

06 de maio de 2016 0
Foto: Eduardo Cardozo / Agencia RBS.

Foto: Eduardo Cardozo / Agencia RBS.

 

 

Fechado desde janeiro, o Edifício Guaspari reúne moradores de rua embaixo das marquises. O grupo de investidores, donos do prédio, aguarda licenças da prefeitura para iniciar uma grande reforma na estrutura.

Segundo um dos investidores – que pediu para não ser identificado -, a ideia é começar as obras ainda em 2016. Como o prédio precisava de muitas reformas, o processo deve levar cerca de dois anos.

Ainda não se sabe qual será o destino do prédio, construído em 1936 bem no Centro de Porto Alegre. Pode ser aberto novamente como shopping Guaspari ou então ser alugado para uma grande loja. Isso ainda será negociado no decorrer das obras.

 

 

Foto: Sioma Breitman, acervo de Samuel Breitman.

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Títulos do Tesouro Direto estão valendo 30% mais e leitor pergunta se deve vender

06 de maio de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 

 

A pessoa tem títulos do Tesouro Direto que valorizaram 30% ou mais nos últimos meses. São as antigas NTN-B, que pagam o juro acordado mais a inflação pelo IPCA. Só que era dinheiro guardado para os filhos. Ou seja, sem intenção de retirar antes do fim dos contratos. Vale deixar lá ou sacar e fazer outra aplicação?

Sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei responde:

É uma dúvida muito boa. A mesma de muitos de nossos clientes.

Na nossa opinião, não certo ou errado. Os títulos públicos, principalmente os mais longos, tiveram uma valorização muito expressiva e em um curto espaço de tempo, fruto de mudanças exclusivamente no cenário político. Esta valorização é temporária. Se o investidor levar este título até o vencimento, terá somente a rentabilidade contratada no título.

O que alguns muitos investidores fazem neste momento é vender pelo menos parte destes títulos e garantir esta lucratividade, antecipando um resultado que possivelmente levaria bastante tempo se considerarmos somente a remuneração proposta pelo título. Até porque, o cenário ainda é de volatilidade para o mercado.

Blog Acerto de Conta$: E onde seria um bom lugar para investir este dinheiro, que teria um objetivo de longo prazo?

Mattei: Papel prefixado puro nesse cenário de inflação em queda é interessante de ter, caso o aplicador tenha tudo em IPCA+, por exemplo. Pode aproveitar esta valorização e diversificar um pouco.

Aqui, temos diminuído a exposição de quem tinha NTN-B 2050. Com isso, embolsa o ganho e iremos posicionar em vencimentos mais curtos pra diminuir o risco. Significa comprar títulos com prazos menores, como 2035.

A inflação tem o comportamento de um sorriso, como se fosse um “U”. No início e no final do ano, é mais forte. No meio, é mais baixa. Então, ficar em CDI nesses próximos meses tende a dar mais do que a rentabilidade contratada de um IPCA+.

Realmente, a dúvida é boa porque, se os juros seguirem caindo, os títulos podem seguir se valorizando.

Nota Blog Acerto de Conta$: Para o leitor entender: quando se compra um título do Tesouro Nacional, o investidor já acerta a data de fim da compra e, quando chegar o dia, ele receberá este “pagamento”. No caso da NTN-B, uma taxa de juros mais a inflação oficial. Mas o investidor pode sim vender o título antes, não precisa segurar até 2035, 2050… Só que ele vende pelo que o mercado está pagando no dia. O que vem acontecendo nos últimos meses é que o mercado está pagando mais por estes títulos. Por isso, falamos em valorização.

 

Leia mais: Quanto investir para garantir renda mensal de R$ 2,5 mil?

 

 

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Juro mantido - Como ficam investimentos em renda fixa e variável

28 de abril de 2016 0

Como o mercado esperava, o Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros Selic. Com a crise política, não seria o momento de mexer na política monetária. Mas o recuo da inflação e a economia travada sinalizam para a necessidade de um corte futuro na Selic, que está em 14,25% ao ano.

E os investimentos?

Renda Fixa

Blog Acerto de Conta$ – Alguma orientação especial na renda fixa com a decisão do Copom?

Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos – Crescem apostas para uma queda no juro já na metade do ano. O aplicador tem, obrigatoriamente, que realocar algo na carteira para papéis prefixados.

Blog – Para “travar” o juro alto, né?

Mattei – Exato. É hora de travar. O melhor do prefixado já passou, mas ainda há tempo. A janela está se fechando rapidamente. O melhor é CDB de bancos médios, que pagam ainda acima de 14% ao ano.

Renda Variável

Blog Acerto de Conta$ – O investidor de renda variável precisa ficar atento a que, após a manutenção da Selic?

Bruno Madruga, da Monta Bravo Investimentos – O benefício seria uma redução da Selic, tornando o dinheiro mais barato quando as empresas tomam empréstimos, a fim de fazerem seus investimentos. Mantendo a taxa, o custo do investimento se mantém também. Mas tivemos uma votação unânime no Copom, dando um bom sinal de possível redução nas próximas reuniões.

Esse é o gráfico diário da Taxa de Juro Futura, com vencimento em Janeiro de 2022:

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Existe a negociação da Taxa de Juros Futura no mercado financeiro. Vemos claramente uma queda nas taxas negociadas com prazos maiores, mais longas. O mercado financeiro está precificando que existe uma possibilidade de recuos futuros na taxa Selic. Agora, se vai ocorrer realmente, não sabemos, pois o impeachment poderia mudar a equipe do Banco Central.

 

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