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Posts com a tag "investimento"

Mais da metade dos lojistas gaúchos adiou investimentos

18 de março de 2015 0
Foto: Alan Pedro / Agencia RBS.

Foto: Alan Pedro / Agencia RBS.

Seis em cada dez lojistas gaúchos desistiram de investir diante do cenário da economia. A pesquisa é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo.

A desistência foi atribuída, principalmente, ao aumento de custos. Para 61% destes comerciantes, a maior pressão é o custo da energia elétrica. Outros 27% apontaram alta no preço dos produtos e mais 10%, nos impostos.

Também preocupa o fato de que quatro em cada dez empresários do varejo do Rio Grande do Sul cogitam demitir funcionários para driblar as dificuldades econômicas. O alento está na safra agrícola, pondera o presidente da AGV, Vilson Noer.

- A venda de bens duráveis, como automóveis, eletrodomésticos, equipamentos e máquinas deve ser beneficiada, fazendo com que o varejo consiga manter os empregos nas regiões voltadas para a produção.

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Secretário garante nomeação da direção da AGDI para os próximos dias

17 de março de 2015 0

Secretário Estadual do Desenvolvimento, Fábio Branco promete para os próximos dias a nomeação da direção da Agência de Desenvolvimento e Promoção do Investimento. Ainda não antecipou como será a estrutura ou se haverá um presidente como era no governo anterior.

Branco garante que a AGDI não será extinta. Há este temor dentro da agência.

- Vamos reforçar o foco em atração e promoção do investimento. – salientou o secretário.

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Leitor pergunta quais tributos são cobrados no Tesouro Direto

16 de março de 2015 1

Leitor Sidnei pergunta qual a tributação sobre investimentos no Tesouro Direto.

Os impostos cobrados sobre as operações realizadas no Tesouro Direto são os mesmos que incidem sobre as operações de renda fixa:

- Imposto sobre Operações Financeiras – nos investimentos de prazo inferior a 30 dias
- Imposto de Renda – pessoa física sobre os rendimentos dos títulos. As alíquotas diminuem com o tempo de aplicação:

I – 22,5% em aplicações com prazo de até 180 dias;

II – 20% em aplicações com prazo de 181 dias até 360 dias;

III – 17,5% em aplicações com prazo de 361 dias até 720 dias;

IV – 15% em aplicações com prazo acima de 720 dias.

Conforme o Tesouro Nacional, o recolhimento dos impostos devidos é responsabilidade do Agente de Custódia. Há incidência de impostos sobre os rendimentos financeiros auferidos quando da venda antecipada, do pagamento de cupom de juros (o IOF não incide sobre os cupons de juros; somente o IR) e do vencimento dos títulos.

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Leitor quer tirar dinheiro da poupança e comprar dólar

11 de março de 2015 0

Leitor Paulo pergunta:

Tenho dinheiro na poupança. Devo comprar dólar porque está subindo muito?

Alexandre Marques, analista-chefe, e Rilton Brum, sócio da Elite Corretora, respondem:

“Muita gente voltou a olhar com bons olhos o investimento em dólar depois das altas recentes. Apesar da tendência ser de valorização da moeda americana, devido à situação política interna brasileira e à possibilidade do aumento dos juros nos Estados Unidos (que fazem com que os estrangeiros que têm investimento aqui comprem a moeda americana e a enviem de volta para seus países, aumentando a procura por ela e, portanto, seu preço), é preciso ter muito cuidado com esse investimento. No seu caso, além da insegurança de ter esse dinheiro em casa, tem que se estar preparado para as movimentações para acima e para baixo do preço do dólar. É o que os economistas chamam de volatilidade.

Você tem atualmente seu dinheiro guardado na poupança e provavelmente o mantém lá devido a segurança que este investimento proporciona. E deve saber que quanto maior a probabilidade de ganho, maior a incerteza e maior o risco. Portanto, para o investidor tradicional de poupança, apesar das perspectivas de valorização da moeda norte-americana, não aconselho o investimento em dólar.

Caso queira um rendimento um pouco maior que a poupança, que tal dar uma olhada nos investimentos em títulos públicos através do Tesouro Direto, que são tão seguros quanto a poupança. Caso você queira no longo prazo tentar obter rendimentos superiores ao da renda-fixa, uma possibilidade seria conhecer melhor o mercado de ações, investindo parte de seu patrimônio, inicialmente, em empresas de primeira linha (chamadas blue chips). Isso se chama diversificar seus investimentos, o que é importante para a formação de seu patrimônio.”

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

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Leitor pergunta onde aplicar dinheiro que guarda para pagar faculdade da filha

11 de março de 2015 0

Leitor Marcos pergunta:

Temos uma renda mensal de R$ 3 mil. Minha filha tem 15 anos e com esse dinheiro não conseguiríamos pagar a mensalidade da faculdade. Quero começar a guardar dinheiro desde agora. Onde investir?

Analista-chefe de Elite Corretora, Alexandre Marques responde:

“Não sei o quanto vocês poderiam separar da sua renda para investir. Supondo que vocês possam poupar entre de 10% a 20% da renda, estamos falando de investimentos mensais entre R$ 300 e R$ 600. Com este montante, o investimento estaria restrito à renda fixa: poupança (rendimento de 0,5% + TR), a alguns Fundos de Renda Fixa (com altas taxas de administração) ou ainda ao Tesouro Direto.

Dos três investimentos, acredito que o mais interessante para vocês seria investir em títulos públicos pós-fixados do Tesouro Direto, com vencimento acima de 2 anos (720 dias). Assim, você protegeria o seu patrimônio contra os efeitos da inflação – pois estes títulos são indexados à inflação – e ainda receberia juros. E, neste prazo, o Imposto de Renda sobre o rendimento seria de 15%, que é a alíquota mínima de IR cobrada dos investimentos em renda fixa.

Isso ajudaria a custear a faculdade da sua filha. Porém, não seria suficiente para pagar o valor total das mensalidades. Como ela tem 15 anos, muito provavelmente daqui a dois anos ela estará prestando vestibular. Seria importante conseguir alguma renda extra para custear seus estudos, ou ainda, verificar se é possível ela entrar no FIES (Programa de Financiamento Estudantil). Ou também, ela solicitar um bolsa, mesmo que parcial, para a universidade onde ela irá estudar.”

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

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Dica da Semana - Livro: Mande no $eu Dinheiro

09 de março de 2015 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Livro: Mande no $eu Dinheiro – Finanças Pessoais sem Mistério e Livre de Dívidas

Autor: Rogério Cauduro

“É um livro que eu escrevi baseado na história “Os Três Porquinhos”. É uma forma didática e bem simples de a gente entender como funciona no financeiro o orçamento das famílias. Por experiência em sala de aula, eu vi que contando uma história fica mais fácil de compreender as coisas. Então a proposta do livro é exatamente essa: é a gente ver centenas de conceitos, formas de organizar e controlar as finanças pessoais de uma forma bem tranquila. Essa ideia do livro, tenho certeza, vai ajudar muitas famílias que estão precisando de um melhor controle de suas finanças”.

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Poupança perde para a inflação pelo terceiro mês consecutivo

09 de março de 2015 0

A poupança perdeu para a inflação pelo terceiro mês consecutivo. Em fevereiro, a rentabilidade da caderneta foi de 0,59%. O IPCA chegou a 1,22%.

A pesquisa é da Economática. A consultoria alerta, portanto, que o dinheiro do poupador teve perda de 0,62% no poder aquisitivo.

No acumulado de 12 meses, a poupança rentabilizou 7,09% contra 7,7% da inflação medida pelo IPCA. O poupador perdeu poder aquisitivo de 0,57%.

Comparação entre investimentos:

foto blog
Veja como proteger o dinheiro: Cenário de juro e inflação – Onde investir seu dinheiro?

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Dólar atinge R$ 3,26 em casas de câmbio de Porto Alegre

06 de março de 2015 0
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS.

O dólar em espécie começa a tarde vendido por até R$ 3,26 em casas de câmbio de Porto Alegre. O preço mais baixo é de R$ 3,22, segundo a AZM – Consultoria em Câmbio.

Proprietária da empresa, Aldrey Menezes disse que a alta não era esperada para hoje. No entanto, ocorreu após redução na taxa de desemprego nos Estados Unidos.

- O Federal Reserve [banco central dos EUA] tende a antecipar a elevação da taxa de juros. Os investidores saem de países como o Brasil e levam o dinheiro para lá. Fogem de ativos de risco em busca da segurança e da alta do dólar.

Cartão pré-pago

É mais seguro do que carregar dinheiro, mas tem IOF de 6,38% e cobra por saque. No entanto, o cliente pode “travar” a cotação do dia, se protegendo de oscilações. Usa dólar turismo.

Cartão de crédito

É mais seguro do que carregar dinheiro, mas tem IOF de 6,38% e a cotação é a do vencimento da fatura. Alguns bancos usam cotação mais próxima do dólar comercial.

Dinheiro

Há o risco de carregar muito dinheiro e a cotação é a mais alta. No entanto, trava a cotação da compra e o IOF é de 0,38%.

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Cenário de juro e inflação - Onde investir seu dinheiro?

06 de março de 2015 6
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Definido nesta semana, o aumento da taxa de juros Selic faz a poupança perder ainda mais a atratividade como lugar para aplicar dinheiro. O rendimento dos fundos de investimento tende a subir com a alta dos juros básicos da economia. Já a rentabilidade da caderneta, com Selic acima de 8,5%, fica limitada a 6,17% ao ano mais TR.

Outro ponto é que a poupança está perdendo para a inflação já há dois meses consecutivos. O acompanhamento é feito pela consultoria Economática.

Ouvintes da Rádio Gaúcha e leitores do blog Acerto de Conta$ perguntam, então, onde colocar o dinheiro. Há milhares de aplicações financeiras, mas algumas considerações são básicas para todos:

- Taxa de administração. Acima de 0,5% já é alta e tira parte significativa da rentabilidade.
- Prazo para deixar o dinheiro aplicado. Quando há cobrança de Imposto de Renda, o ideal é deixar por mais de dois anos para pagar uma alíquota menor.
- Comparar o retorno com a inflação. Passamos por um período de alta forte de preços.
- Diretor-técnico da Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais da Região Sul, Marco Martins diz ainda que a pessoa precisa saber a política de investimentos e o perfil da carteira para não ter surpresas. Títulos privados têm risco também, como o que ocorreu recentemente com a OAS: Fundos de investimento têm perdas com papéis da OAS

Ao longo do dia, responderemos dúvidas sobre investimentos aqui neste post. Acompanhe!

Luciano: Quero colocar meu dinheiro em dois ou três investimentos diferentes para deixar por cinco anos ou mais. É um valor que não pretendo usar durante o investimento. Pensei em deixar parte na poupança, parte em fundo de ações e parte no Tesouro Direto. Quanto devo colocar em cada um? Pode indicar uma instituição financeira ou corretora que possa me ajudar?

Resposta: Não posso indicar corretora ou instituição financeira, mas sugiro a taxa de administração como principal item na hora de escolher. Sobre quanto destinar para cada investimento, o diretor da Apimec-Sul, Marco Martins, diz que depende do perfil. Sugere de 15% a 20% em ações e o resto, meio a meio, em Tesouro Direto e Poupança. E acrescentaria de 5% a 10% em fundo imobiliário.

Alexandre: Tenho R$ 50 mil na poupança. Com a perda de rentabilidade da caderneta, qual é o melhor investimento? Qual fundo de investimento? Tesouro Direito é confiável? Pretendo guardar o dinheiro por, no mínimo, dois anos.

Resposta: Diretor da Apimec-Sul, Marco Martins sugere fundo DI com baixa taxa de administração, referenciado no CDI, com um pouco de risco de crédito, que tenha performance entre 99% e 100% do CDI. O Tesouro Direito é uma alternativa, mas o leitor está exposto à volatilidade do mercado destes títulos (já que o prazo é dois anos). Poderia aplicar 70% a 80% em fundos DI e o restante no Tesouro Direto, lembrando que as LFTs parecem ser a melhor alternativa neste momento.

Angelus: Apliquei no CDB a 100% do DI. Fiz um bom investimento?

Resposta: O economista Leandro Rassier diz que é um bom investimento se o ouvinte precisa de liquidez e a aplicação permitir resgates em períodos curtos. Mas pondera que, se não for o caso, título público, LCI e LCA de bancos menores são melhores alternativas. Os títulos públicos chegam a pagar mais de 110% do CDI e as LCAs e LCIs de bancos menores pagam de 94% a 100% do CDI, livres de Imposto de Renda.

Eniave: Estou anotando cada centavo que gasto e tenho R$ 35 mil. Qual a melhor coisa a fazer? Tenho casa, carro e casa na praia. Minha renda fixa ao mês é de R$ 4,6 mil.

Resposta: Educador financeiro, Everton Lopes diz que Eniave deve manter o controle dos gastos como vem fazendo. Quanto aos investimentos, deve fazer um teste de perfil e ver se é conservadora, moderada ou arrojada. Então, identificar a disponibilidade de dinheiro que terá para investir. Lopes não aconselha colocar na poupança neste ano. Tesouro Direto pode ser uma boa alternativa, assim como fundos de investimentos. Mas alerta para a taxa de administração e o perfil da carteira, que mostra como serão aplicados os recursos do fundo.

Carla: Para guardar grana para a aposentadoria (por exemplo, 15 anos), qual a melhor alternativa?

Resposta: A primeira sugestão que daria para um investidor de longo-prazo, que deseja formar um patrimônio para sua aposentaria, é diversificar seus investimentos. Rilton Brum e Alexandre Marques, da Elite Corretora, dizem que uma parte destes recursos seria aplicada em renda variável, aproveitando o atual momento de baixa da bolsa, na aquisição de ações de grandes empresas que remuneram bem seus acionistas, isto é, pagam uma boa parcela do valor investido na forma de dividendos. É importante ressaltar que este investidor deve reinvistir estes dividendos recebidos na compra de mais ações. Com mais ações, ele receberá ainda mais dividendos no futuro, aumentando seu patrimônio – e no longo prazo esses dividendos se tornarão parte de sua renda na aposentadoria. O tempo da aplicação joga a favor deste investidor: o histórico mostra que o investimento em ações no longo prazo é bastante competitivo em relação aos demais investimentos. Outra parte destes investimentos deve ser destinado em aplicações de renda fixa, onde o investidor formará uma poupança para eventualidades sem que precise se desfazer de suas ações. Além disso, pode ser que em alguns anos os dividendos não sejam tão bons e ele pode complementar sua aposentadoria com os juros da renda fixa. Atualmente, há opções bem interessantes que vão além da poupança. Para quem, por exemplo, não dispõe inicialmente de grandes quantias, os títulos do Tesouro Direto são uma ótima opção. Em particular, aqueles que remuneram a inflação mais um percentual de juros, que são os pós-fixados. Como parte destes títulos é indexada pela inflação, o investidor mantém o poder de compra de seu dinheiro e ainda recebe juros. E são garantidos pelo Tesouro Nacional, isto é, são ativos quase livres de risco. Para valores um pouco maiores, há a opção das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). A grande vantagem deles, atualmente, é que são isentos de Imposto de Renda, tornando-se bastante competitivos. E são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o valor de R$ 250 mil.

Ouvinte que não se identificou: E CDB? Qual a opinião sobre o CDB para investimento?

Resposta: Rilton Brum e Alexandre Marques, da Elite Corretora, ponderam que p CDB era até pouco tempo atrás, para grandes quantias, uma boa opção de investimento. Porém, com a popularização da LCI/LCA e sua vantagem tributária, tornaram-se menos atraentes. Somente tornam-se uma boa opção se sua remuneração, após o pagamento de Imposto de Renda, seja superior as das LCI/LCA, ou se houver necessidade de ‘alta’ liquidez nos investimentos, isto é, necessidades de resgates no curto prazo.

Angelo: LTN com vencimento em 01.01.2017 e rendimento de 13,3% é bom investimento?

Resposta: Diretor da Apimec-Sul, Marco Martins acredita que, atualmente, não é um investimento atrativo. Diz que o ciclo de elevação da taxa de juros Selic ainda não terminou.

Greice: em que momento e/ou percentual do CDI, uma aplicação em CDB é mais rentável do que um fundo de renda fixa?

Reposta: Rilton Brum e Alexandre Marques, da Elite Corretora, alertam que, levando em conta a rentabilidade, é necessário que investidor verifique a rentabilidade liquida dos Fundos de Renda Fixa e dos CDBs. Tanto os CDBs, quanto grande parte dos fundos de renda fixa possuem uma tabela de IR retroativa, partindo de 22.5% até 15% sobre o lucro, dependendo o prazo de resgate. Porém, grande parte dos fundos antecipa a tributação semestralmente (maio e novembro) em até 15% sobre o lucro, e a diferença, se houver, é tributada na hora do resgate. Sendo assim, é importante que o investidor planeje a aplicação e saque de seus investimentos, sempre com atenção ao resultado líquido, liquidez e risco.

Francisco: Mantenho aplicação no CDI do Banrisul há três anos para compra de imóvel no final do ano (entrada de mais de 50% para financiar o menor valor possível), taxa está em 95%. Esta aplicação é boa no momento? Atualmente, pago aluguel, tenho 55 anos e na simulação de financiamento achei salgada a prestação em função da minha idade. Tendência de queda no valor dos imóveis?

Resposta: Para o educador financeiro, Everton Lopes, o leitor deve manter a aplicação e esperar até o preço dos imóveis se ajustarem um pouco mais para baixo. Enquanto isso, guarda dinheiro e aumenta o valor para dar de entrada, não esquecendo dos outros gastos da aquisição de um imóvel, como a taxa de corretagem e os impostos.

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Fundos de investimento têm perdas com papéis da OAS

05 de março de 2015 0

Investigada na Operação Lava Jato, a OAS suspendeu pagamento de dívidas em janeiro e isso provocou prejuízos em títulos da empresa, como debêntures. O reflexo foi a perda de rentabilidade de fundos que tinham papéis da empreiteira.

Há ações na Justiça movidas por credores que receberam o calote. Eles têm debêntures, que são títulos emitidos pela OAS para se capitalizar sem precisar ir na Bolsa de Valores vender ações.

Na renda fixa, este movimento é menos intenso e menos frequente do que no mercado de ações. Só que, com a suspensão no pagamento de algumas dívidas, os títulos se desvalorizaram. Diariamente, os fundos de renda fixa passam por uma “marcação a mercado”, que é uma atualização conforme o quanto vale o papel naquele momento.

Com isso, o fundo sofre o prejuízo da desvalorização, explica o diretor-técnico da Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais na Região Sul. Foi o que ocorreu com fundos de bancos como Bradesco e Banrisul. Marco Martins explica, no entanto, que a tendência é a OAS pagar as dívidas e os papéis voltarem a se valorizar.

- É como na Bolsa de Valores. Quem vende na baixa está assumindo o prejuízo, sem dar a chance de revertê-lo.

Ouça a entrevista com o diretor da Apimec-Sul no Destaque Econômico:

 

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