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Posts com a tag "investimento"

Investimentos que renderam mais e que renderam menos em 15 anos

22 de setembro de 2016 3
CC0 Public Domain

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As aplicações em títulos públicos foram as mais rentáveis nos últimos 15 anos. O levantamento é do Instituto Assaf. Detalhando:

 

Títulos Públicos

De janeiro de 2001 a julho de 2016, a rentabilidade nominal dos títulos públicos foi de 1.074,14%, proporcionando ganho real – quando já é descontada a inflação – de 319,14%. A inflação no período foi de 180,13%.

 

Ouro

Em segundo lugar em rentabilidade no período, o ouro apresentou valorização nominal de 589,70% e ganho real de 146,21%. Embora já tenha sido símbolo de riqueza, o ouro está acessível aos investidores por meio do mercado de balcão e para os investidores mais sofisticados principalmente por meio de contratos negociados na BM&FBOVESPA.

O investimento ganhou força mais precisamente com as crises nos Estados Unidos, Europa e agora no Brasil. É considerado um investimento seguro.

 

Renda Fixa

As aplicações em renda fixa representaram ganho nominal de 555,58% e ganho real de 134,03%. Ficaram em terceiro lugar em rentabilidade.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) registrou ganho nominal de 499,88% e ganho real de 114,14%.

 

Ações

A valorização do mercado acionário (índice da Bolsa de Valores) apresentou ganho nominal de 275,61% e ganho real de 34,09%. A Bolsa de Valores sofreu nos últimos anos, mas se recupera em 2016 com 32,2% de valorização até julho de 2016.

Lembrando que o Ibovespa mostra o desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. É composto pelas ações mais negociadas na Bovespa.

 

Imóveis

A rentabilidade nominal dos Imóveis foi de 246,00% no período e ganho real de 23,51%. A avaliação do bem é feita com base no valor do metro quadrado da construção. O indicador usado pelo Instituto Assaf nesta pesquisa foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC), que afere a evolução dos custos de construções habitacionais.

 

Poupança

As cadernetas de poupança tiveram ganho nominal de 229,27% e ganho real de 17,54%.

 

Dólar

O dólar teve ganho nominal e 61,21% e rentabilidade real negativa, de -42,45%. É usado como investimento, principalmente quando as incertezas econômicas do Paí aumentam. Mas há formas de investir em dólar sem comprar a moeda, como aplicações em fundos. Além de contratos baseados na moeda-americana, como os contratos derivativos, negociados nos mercados futuros e de opções.

 

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Franquia de bolos quer abrir lojas no Rio Grande do Sul com investimento de R$ 65 mil

21 de setembro de 2016 1

bolo

 

A microfranquia Delícia de Bolos Caseiros está em busca de franqueados no Rio Grande do Sul. Inicialmente, a ideia é entrar em Porto Alegre, Caxias do Sul, Gravataí, Pelotas, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Canoas. Mas a marca não descarta outras cidades, desde que tenham mais de 50 mil habitantes.

A taxa de franquia é de R$ 30 mil. Mas tem um desconto e fica R$ 20 mil para os primeiros interessados. O pagamento é à vista. Para convencer investidores, a empresa argumenta que o setor de alimentação segue com boa performance apesar da crise econômica.

Precisa de um ponto comercial de, no mínimo, 40 metros quadrados. Ou seja, pode ser instalada na casa do franqueado, fazendo adaptações.

Investimento inicial total: R$ 65 mil a R$ 72 mil
Taxa de franquia: R$ 30 mil (10 primeiros investidores – R$ 20 mil)
Capital de giro: R$ 10 mil
Royalties: 1 salário mínimo a partir do 4ª mês
Prazo de retorno do investimento: 15 meses
Faturamento médio mensal: R$ 40 mil
Lucratividade: 40% do faturamento bruto
Número médio de funcionários por unidade: 3

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Leitores perguntam onde encontrar LCI e LCA com maior rentabilidade

21 de setembro de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

 

Foto:  CC0 Public Domain

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Pessoal leu este post:

Três investimentos de baixo risco que rendem mais que a poupança

E vários perguntaram onde encontrar LCI e LCA que pague 95% do CDI.

O especialista em investimentos Mauro Calil responde:

“Realmente, não encontrarão nos grandes bancos. Somente em bancos de investimento.
A segurança é do Fundo Garantidor de Crédito. Até R$ 250 mil aplicados.
Para escolher o banco, é bom buscar referência de amigos ou profissionais. Além disso, ter a operação registrada em seu nome na CETIP.”

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Três investimentos de baixo risco que rendem mais que a poupança

20 de setembro de 2016 5
CC0 Public Domain

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A gente sempre diz: “poupança não é investimento”

Por que?

Porque a rentabilidade da poupança, quase todos os meses, não alcança nem a inflação. Ou seja, o dinheiro que fica na caderneta vai perdendo poder de compra porque os produtos e serviços vão subindo de preço mais do que é pago para o poupador.

Por ser isenta de imposto, a caderneta serve mais para deixar um dinheiro para emergência ou juntar dinheiro para um investimento que exige aporte mínimo inicial. Mas há resistência em tirar o dinheiro da poupança. Principalmente, porque é considerado o lugar mais seguro pelos poupadores.

Então, o programa Destaque Econômico pediu para o especialista em investimentos Mauro Calil:

Três investimentos de baixo risco e que rendam mais do que a poupança:

Tesouro Direto - Papéis do Governo Federal. É como emprestar dinheiro para o governo. Pode fazer pelo banco ou uma corretora. Procurar o que cobra taxa mais baixa. A rentabilidade é de 80% do CDI, comparada a 60% da poupança. Para quem está acostumado com poupança, Calil sugere o título Selic pós-fixado.

LCI e LCA - Tem a mesma segurança da poupança, que é o Fundo Garantidor de Crédito. Ou seja, se o banco quebra, o fundo cobre o valor até R$ 250 mil. Aplicações partem de R$ 1 mil ou R$ 3 mil. Consegue 95% do CDI já livre de taxas e impostos.

CDB - Para valer a pena, tem que pagar pelo menos 100% do CDI, que é a “remuneração do banqueiro”. Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são uma forma de os bancos captarem recursos.

Ouça mais detalhes sobre os investimentos na entrevista com Mauro Calil:

 

 

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Independência Financeira - Como estabelecer metas e calcular quanto dinheiro guardar

09 de setembro de 2016 0
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

 
O conceito de Independência Financeira muda um pouco. Basicamente é poder manter-se de investimentos, seja com juros de aplicações financeiras, aluguel, retorno de negócios, etc.

É o sonho de muita gente que quer parar de trabalhar. Mas também é meta de pessoas que querem trabalhar no que gostam por prazer, sem precisar contar com o salário do mês para viver e manter o padrão de vida desejado.

Quando a pessoa começa o planejamento, é bom estabelecer a meta. Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos usa uma fórmula. Começa com:

- Encontrar um número que se pretende atingir e a data desejada para se tornar independente financeiramente.

Esse “número” que deve ser guardado mensalmente tem que proporcionar um ganho mensal do dobro do atual padrão de vida. Com isso, a pessoa pode sacar 50% dos juros que recebe mensalmente. O restante segue aplicado, seja para compensar a inflação e também para ampliar a rentabilidade.

Jamais deve-se mexer no valor base. É sobre ele que o cálculo do juros incide.

A fórmula de Reinaldo Domingos é:

“Multiplica-se a idade do sonho da aposentadoria com o ganho no último ano. O resultado deverá ser multiplicado por 40%, obtendo o valor que deverá ter para aposentadoria em uma aplicação com rendimento mensal com juros de 0,65% ao mês.”

A Abefin disponibiliza uma Planilha de Independência Financeira para ajudar no cálculo.

 

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Leia mais: Quanto investir para garantir renda mensal de R$ 2,5 mil?

 

 

 

 

 

Investimentos - Tesouro Direto de curto prazo ainda tem bom espaço para valorização

06 de setembro de 2016 0

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Títulos do Tesouro Direto são uma aplicação de renda fixa. São indicados por serem de baixo risco e com boas rentabilidades. Recomendados, inclusive, para pequenos investidores.

São papéis do Governo Federal. Comprar títulos é como emprestar dinheiro para o governo, mediante um pagamento de juros. Então, o que envolve a economia brasileira afeta o valor e a rentabilidade dos títulos.

Passada a votação do impeachment no Senado, o blog Acerto de Conta$ entrevista o sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei:

Blog Acerto de Conta$ – O que impeachment mudou para os títulos do Tesouro Direto?

Pier Mattei - Ao que tudo indica, o impeachment já estava “precificado” nos títulos. Agora, o mandato deixa de ser interino e passa a ser para valer. Boa parte do fluxo previsto ainda não veio. Mas, conforme medidas forem anunciadas, a confiança vai seguir aumentando e se traduzindo em mais fluxo.

Blog – O que é fluxo?

Pier - Entrada de dinheiro.

Blog – E a ata do Copom não foi conservadora, afastando a ideia de redução da taxa de juros Selic?

Pier - O Copom segue ajustando sua comunicação com o mercado. As portas para um corte em outubro em 0,25 ponto percentual ficaram abertas.

Blog – Os títulos tiveram valorização de até mais de 30% nos últimos meses, certo?

Pier - Exato. Os títulos do Tesouro Direto mais longos chegam a acumular valorização de mais de 30% no ano.

Blog – Qual a orientação para esse povo que comprou? (É possível vender antes do prazo do contrato, mas o valor é o que o mercado está pagando)

Pier - É muita rentabilidade para ser desprezada. O que temos visto muito são clientes querendo embolsar essa rentabilidade adicional. Uma estratégia é vender estes títulos e se posicionar em papéis com vencimentos mais curtos, que oferecem prêmios e taxas melhores hoje. Os títulos mais curtos ainda não tiveram uma rodada tão grande de valorização.

Blog – Por exemplo…

Pier - Um investidor que comprou uma NTN-B 2050, com taxa de IPCA+7%, pode vender e embolsar um ágio na casa de 20%. Mesmo se posicionando em um título com taxa mais baixa – na casa de IPCA+6% -, o investidor terá antecipado uma lucratividade muito significativa.

Blog – Como está a atratividade dos diferentes tipos de títulos?

Pier - O título pós-fixado atrelado à Selic neste cenário é pouco atrativo… O mais atrativo segue sendo o Tesouro IPCA, as NTN-Bs, seguido dos papéis prefixados. Para quem acredita que a inflação vá ceder e vir para a casa de 5%, o prefixado pode ser uma boa. A NTN-B na minha opinião é uma aposta mais conservadora, pois estamos travando o juro real somente, mas garantindo correção da inflação.

Blog – Compra para segurar até o fim do contrato ou para vender antes?

Pier - Vai depender muito do perfil do investidor. O mais conservador deve dar prioridade a vencimentos que estejam alinhados com os seus objetivos. Já um investidor que quer tentar buscar uma valorização extra pode se posicionar em títulos mais longos como b35, b50 e até mesmo a b55. Como os valores de investimento são baixos, o que trabalhamos muito é em uma diversificação de vencimentos. Uma parte maior do capital pode estar nos vencimentos mais curtos e uma parte menor visando uma eventual valorização futura.

 

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Serra Gaúcha terá centro de eventos em formato de maria fumaça de 14 metros de altura

25 de agosto de 2016 1

A Serra Gaúcha terá um centro de eventos em formato de uma maria fumaça com mais de 14 metros de altura. Será em Carlos Barbosa.

A coordenação é da Associação do Comércio, Indústria e Serviços de Carlos Barbosa. O projeto é André Pretacco Arquitetura.

Veja imagens do projeto antecipadas para o blog Acerto de Conta$ e Rádio Gaúcha:

 

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O local também terá um hotel e uma escola profissionalizante. A ideia é receber diversos eventos, fomentando o turismo do município e da região.

O terreno foi comprado por R$ 4,5 milhões. Neste ano, já receberá a Expo Carlos Barbosa, de 9 a 25 de setembro. Mas será uma estrutura temporária.

A estrutura permanente ainda será construída, conforme o projeto das imagens. O investimento é estimado em R$ 13 milhões.

Presidente da ACI Carlos Barbosa, Fabiano Ferrari destaca que é um investimento com todos os recursos da iniciativa privada.

- Como, na nossa opinião, deveriam ser todos os parques de eventos. Nada público.

 

 Ouça entrevista com o empresário no Destaque Econômico do próximo domingo, dia 28, na Rádio Gaúcha. Às 9h.

 

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Prós e contras da previdência privada

24 de agosto de 2016 5
Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

 

 

O dinheiro para a aposentadoria não precisa, necessariamente, ser guardado em planos tradicionais de previdência privada. Só que, às vezes, é um produto caro. Ou seja, tem taxas de carregamento de entrada e saída, taxa alta de administração e uma tributação que nem sempre compensa. Há alternativas de investimento.

- Nos planos VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), a tributação não compensa. No caso de um resgate único do valor investido, o Imposto de Renda será de 27,5% sobre a rentabilidade para aqueles que estão na tabela progressiva de tributação. No caso da tabela regressiva, a cobrança cai para 10%, mas o prazo dos aportes precisa ser superior a 10 anos, e isso raramente acontece. – complementa o assessor da Pense Investimentos e da Monte Bravo, Felipe Assunção.

O consultor lista – de forma bem clara – os prós e contras da previdência privada:

Vantagens:

- Benefício fiscal para quem declara o Imposto de Renda com formulário completo.
- Funciona como um incentivador para que você guarde dinheiro, já que é preciso destinar uma quantia para a aplicação todo mês. Para quem não tem disciplina para poupar e precisa de um investimento, é recomendada.
- Não há necessidade de continuar na mesma instituição que administra sua previdência. Se não apresentar rendimento, há a possibilidade de realizar a portabilidade para uma outra instituição.
- Você pode mudar o valor e a data que faz a contribuição, ou até realizar uma suspensão temporária e o investimento continua rendendo normalmente.
- Chegando ao final do plano, é possível resgatar o valor total ou optar por retiradas mensais, por tempo determinado ou indeterminado. Esse movimento deve ser bem estudado. A melhor alternativa, normalmente, é fazer a retirada total e realizar uma aplicação em renda fixa, assim você pode aproveitar melhor o seu dinheiro, e continuar tendo rendimentos.

 

Desvantagens:

- As taxas de administração, que são cobradas pela instituição, podem corroer a rentabilidade.
- Além desta taxa, ainda há a de carregamento, que vai incidir sobre cada depósito realizado no plano. Na maioria dos casos, essa taxa não é maior do que 5% sobre o valor de cada depósito.
- Na previdência, você na verdade realiza aplicações em um fundo. Por isso, antes de aplicar, é preciso conhecer as características desse produto financeiro e comparar sua rentabilidade com outras opções.
- Os impostos que incidem sobre a previdência privada a tornam pouco vantajosa no curto prazo. Devido à tributação diferenciada Progressiva (de zero a 27,5 por cento) ou Regressiva (de 35 a 10 por cento), não se pode ver a previdência como uma aplicação de curto ou mesmo médio prazo.
- Os valores não são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

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Leia mais sobre investimentos e finanças pessoais:

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Básico para boas finanças - Padrão de vida da família tem que ficar abaixo do que a renda permite

23 de agosto de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

 

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Escolhendo o padrão de vida

- Mas como fazer uma reserva financeira se o meu salário acaba antes do mês?

Foram nesta linha as manifestações que recebi após a coluna da semana passada, onde eu falava para as pessoas sobre o quanto é essencial formar uma reserva financeira. Que é nada mais do que ter um dinheiro guardado e de fácil acesso para ser sacado em emergências, como desemprego e problemas de saúde.

Relembre: Reserva financeira – Se perder o emprego, teria dinheiro para viver quantos meses?

Uma dica é manter um padrão de vida inferior ao que o salário permite. Se a renda da família é R$ 4 mil, planeje-se para viver com R$ 3,5 mil.

Considere que era isso que teria para viver e deu. São R$ 500 por mês que sobram.

Esse dinheiro vai para a reserva financeira. Forme um bom colchão que poderia, por exemplo, manter a família por um ano. Depois disso, comece a investir o dinheiro para concretizar uma viagem, trocar de casa ou outro sonho. E, é claro, para a aposentadoria.

- Mas eu queria viver melhor.

A maioria de nós gostaria. Mas não contrate um novo pacote de TV a cabo ou não comece a comer em um restaurante mais caro antes de aumentar o valor que entra na conta para o mês.

Antes de melhorar o padrão de vida, ache um jeito de aumentar a renda. Isso é hábito. É educação financeira.

Falando em aposentadoria…

Você já deve ter ouvido falar que a Previdência Social vai de mal a pior. Ou se aposentar ficará mais difícil ou o modelo do INSS ficará insustentável.

Não depender da previdência pública é uma decisão muito – mas muito! – saudável para uma velhice tranquila. Vamos começar a juntar para isso?

Veja uma simulação do presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, Reinaldo Domingos:

A pessoa tem um salário de R$ 4 mil.
Terá uma aposentadoria pública de R$ 2 mil.
Se a aposentadoria complementar lhe pagar apenas R$ 2 mil por mês, um dia o dinheiro vai acabar.
Mas, se os investimentos renderem R$ 4 mil, você saca metade e deixa a outra metade rendendo.
Assim, o dinheiro volta a gerar rentabilidade e se preserva. Não é corroído pela inflação.

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Reserva financeira - Se perder o emprego, teria dinheiro para viver quantos meses?

16 de agosto de 2016 4

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

 

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

 

Se você perder o emprego hoje, por quantos meses viveria com o dinheiro guardado?

Um ano? Um mês? Nenhum?

Os educadores financeiros falam em seis meses. Mas eu diria que, com a dificuldade que está para voltar ao mercado de trabalho, seria bom que o dinheiro economizado fosse suficiente para segurar as pontas por mais tempo.

E mais: poder pagar um curso de qualificação, de mudança de profissão ou mesmo para se manter em contato com outras pessoas.

É o que chamamos de reserva financeira. Com ela, lidamos com mais tranquilidade com imprevistos. Como a perda do emprego ou problemas de saúde.

O ideal mesmo seria que essa reserva financeira fosse algo separado dos investimentos para o longo prazo, como a aposentadoria. Seria um dinheiro para emergências, depositado em um aplicação de onde podemos sacar facilmente. E sem risco de ter prejuízo, como pagamento de multas ou pegar uma época de desvalorização, como pode ocorrer com ações na Bolsa de Valores.

O site Guia Bolso sugere a seguinte divisão:

A cada R$ 1000 que você ganha,

R$ 500 vão para gastos essenciais, como transporte e moradia.
R$ 150 vão para prioridades financeiras. Se tiver dívidas, pagar. Se não, fazer a reserva financeira.
R$ 350 para gastos que não são essenciais, mas que permitam que você aproveite a vida.

 

*** E disciplina! Isso é essencial. ***

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