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Posts com a tag "investimento"

Veja os investimentos que deram mais retorno em 10 anos

13 de fevereiro de 2017 0

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O Instituto Assaf atualizou o levantamento que mostra as principais aplicações financeiras da última década. Este considera os resultados acumulados de janeiro de 2007 a dezembro de 2016.

O ranking considera os rendimentos nominais brutos, sem considerar custos operacionais e Imposto de Renda. São apurados, também, os rendimentos reais (descontada a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)

 

tabela assaf
Os investimentos em títulos públicos foram os melhores. A rentabilidade bruta foi de de 417,60% no período.

As aplicações em renda fixa foram calculadas atreladas a rentabilidades do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro) atingindo 182,57% no período.

O ouro vem logo em seguida com uma rentabilidade de 173,20% acumulada no período. O investimento em metais preciosos como o ouro também é uma forma de poupança e investimento. Embora já tenha sido símbolo de ostentação de riqueza, o ouro é opção para investidores por meio do mercado de balcão e para os investidores mais sofisticados principalmente através de contratos negociados na BM&FBOVESPA. O investimento ganhou força mais precisamente com as crises norte-americana, europeia e agora no Brasil, lembra o Instituto Assaf.

Na sequência, veio o CDB (Certificado de Depósito Bancário) calculado pela média entre as aplicações pagas feitas por empresas e pessoas físicas.

Já a aplicação mais tradicional do Brasil, a caderneta de poupança teve um ganho de 102,25% no período.

Os imóveis também foram considerados no estudo. Geralmente, a avaliação do valor do imóvel é feita com base no valor por metro quadrado da construção. O indicador escolhido nesta pesquisa foi o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção Civil) que afere a evolução dos custos de construções habitacionais.

O dólar teve rendimento acumulado de 53,28% no período. Costuma ser considerado como uma alternativa para preservação do valor do dinheiro. Há alternativas legais para investimentos em fundos e contratos baseados na moeda norte-americana, como os contratos derivativos, negociados nos mercados futuros e de opções.

A Bolsa de Valores sofreu nos últimos anos e vem se recuperando. No levantamento, é representada pelo Ibovespa (índice Bovespa), que revela o desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro, pois retrata o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA.

* Atenção, rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro!

Leitor pergunta – Onde investir R$ 200 mil por dois anos?

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Leitor pergunta - Onde investir R$ 200 mil por dois anos?

03 de fevereiro de 2017 3

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

 

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS.

 

Leitor pergunta:

“Eu me aposentei, saquei o dinheiro do FGTS e coloquei na caderneta de poupança. Recebi R$ 200 mil. Como o rendimento da poupança é muito baixo e pretendo deixar este dinheiro aplicado pelo mínimo de dois anos, gostaria de orientação uma melhor aplicação financeira para meu dinheiro.”

Sócio da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei responde:

- O momento é oportuno para aplicações prefixadas. Para um aplicador conservador, uma indicação é o CDB (Certificado de Depósito Bancário), aplicação que conta com a mesma segurança da poupança. O CDB prefixado garante que neste prazo o aplicador tenha um retorno fixo, mesmo com a redução da taxa de juro. É possível obter retorno de 12% ao ano, o que é significativamente superior ao rendimento da poupança.

Leitor pergunta – Quanto rende um bom investimento em CDB?

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Sobrou $? Onde investir R$ 300, R$ 1.000 e R$ 3.000:

20 de dezembro de 2016 3
CC0 Public Domain

CC0 Public Domain

A coluna Acerto de Conta$ perguntou para o analista-chefe da Geral Investimentos, Carlos Muller:

R$ 300

“Para quem conseguiu poupar R$ 300 no final do ano, a melhor opção de investimento é o Tesouro Direto. No entanto, é importante observar o tempo que o dinheiro ficará aplicado. Se o investidor precisará do dinheiro em um prazo inferior a dois anos, o título ideal é o Tesouro Selic, que possui liquidez diária. Caso o investidor vá manter a aplicação por um prazo superior a dois anos, pode-se aplicar em uma NTNB, que remunera por inflação mais uma taxa. Ou também na LTN, cujo retorno é prefixado. Nesses dois títulos, a remuneração é garantida caso o poupador mantenha o título até o prazo do seu vencimento. Vale destacar que nos títulos do Tesouro Direto é cobrada uma taxa de custódia de 0,3% ao ano e, dependendo da corretora ou banco, uma taxa de administração. É possível consultar as taxas de administração cobradas pelas instituições pelo site do Tesouro Direto. Quanto menor a taxa cobrada, melhor a rentabilidade final da aplicação. Corretoras de valores costumam cobrar taxas de administração inferiores aos bancos e o serviço oferecido é o mesmo.”

R$ 1.000

“Para aquela pessoa que guardou R$ 1.000 ao final do ano, o Tesouro Direto segue como a melhor opção e, dependendo do perfil do investidor, já é possível investir em um fundo de ações também. Acredito que para o investimento visando o longo prazo, ações sempre são uma boa e existem opções de fundos no mercado muito interessantes. A Geral oferece um fundo de ações com aplicação inicial de R$ 500.”

R$ 3.000

“Já para o investidor que conseguiu juntar R$ 3.000, o Tesouro Direto segue como uma ótima opção, assim como um fundos de ações. Mas algumas corretoras e gestoras de recursos oferecem bons fundos de renda fixa com taxa de administração de apenas 0,3% ao ano e aplicação inicial de R$ 3.000. Esses fundos possuem liquidez diária, ou seja, o investidor consegue dispor do dinheiro imediatamente caso precise e a rentabilidade é bastante atrativa.”

Mas atenção!

Carlos Muller ressalta que, para qualquer valor a ser aplicado, o investidor deve buscar alternativas adequadas ao seu perfil e necessidade de liquidez. Resumindo, para investidores que não lidam bem com o risco, o investimento em Tesouro Direto e fundos de renda fixa é o mais adequado. Para investidores que aceitam um risco maior buscando uma rentabilidade mais atrativa, um fundo de ações pode ser incluído na carteira de investimentos.

Assista à entrevista com o analista Carlos Muller:

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Banco gaúcho vai investir R$ 100 milhões e contratar 500 trabalhadores em 2017

19 de dezembro de 2016 7

Quadro Na Contramão da Crise

Programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha

 

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Com sede em Porto Alegre, o Banco Agiplan já tem planos definidos para 2017. E os destaques são: investir R$ 100 milhões e contratar 500 trabalhadores. A informação é do presidente, Marciano Testa, em entrevista ao programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha.

A Agiplan lançará em janeiro um novo ambiente para o desenvolvimento de projetos digitais e inovadores. Entre eles, a estrutura e equipe do aplicativo Agipag, a criação de um banco digital e uma incubadora de startups.

Ainda em 2017, a empresa abrirá o processo seletivo para escolher projetos em inovação e tecnologia. Receberão orientação e aporte financeiro para iniciar as operações.

E os empregos?

As 500 contratações ocorrerão ao longo de 2017. São vagas em áreas como administrativo, comercial e operacional. No Rio Grande do Sul e fora também. Não divulgam faixa salarial. Currículos podem ser enviados pelo link Vagas Agiplan.

 

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Entrevista completa com o empresário Marciano Testa:

 

Ouça também o programa Destaque Econômico, que vai ao ar nos domingos, às 9h:

 

 

Mais sobre vagas de emprego: Empresa gaúcha de tecnologia tem 71 vagas de emprego com salário de até R$ 7 mil

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"Tem que economizar 20% da renda. Não importa a idade.", indica economista da FGV para a aposentadoria

12 de dezembro de 2016 1
Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agência RBS.

 

 

Com a incerteza em relação ao futuro da previdência pública, está mais do que na hora de pensar em previdência privada. Seja pelos planos tradicionais, ou aplicando em outros investimentos.

O programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, ouviu o professor de MBAs da Fundação Getúlio Vargas Ricardo Teixeira. Ele foi direto e claro:

- Para a aposentadoria, tem que economizar 20% da renda. Não importa a idade. E tem que ser da renda líquida. Não da renda bruta.

Ouça a entrevista completa:

Leia mais:

Tesouro Direto ou Plano de Previdência – Qual o melhor para investir no longo prazo e pagar menos imposto?

Quatro perguntas que devem ser respondidas antes de escolher onde investir o dinheiro

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Quatro perguntas que devem ser respondidas antes de escolher onde investir o dinheiro

28 de novembro de 2016 3
CC0 Public Domain

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Pergunta frequente entre leitores do Acerto de Conta$ e ouvintes da Rádio Gaúcha:

“Qual o melhor investimento para o meu dinheiro?”

Assim, é praticamente impossível responder. Há muitas aplicações financeiras no mercado.

O investidor precisa, antes, definir alguns critérios. Saiba quais neste post elaborado com a ajuda do consultor financeiro Felipe Mahler, da Monte Bravo Investimentos.

1 – Qual o objetivo? - O mais importante. A pergunta é: O que o investidor pretende fazer com esse dinheiro? Usar para emergências? Uma viagem? Comprar a casa própria? Aposentadoria? Saber o objetivo é importante para definir o próximo critério: prazo.

2 – Prazo? - Por quanto tempo o dinheiro pode ficar na aplicação financeira? É essencial para definir qual aplicação. Algumas cobram taxas elevadas de Imposto de Renda para aplicações de curto prazo. Lembrando que “longo prazo” é acima de cinco anos. Quando o dinheiro pode ficar parado por mais tempo, o investidor pode enfrentar mais oscilações porque não corre o risco de precisar sacar correndo em um momento de desvalorização.

3 – Perfil? - Mahler enfatiza muito este critério. Qual o perfil do investidor? É mais conservador ou aceita correr algum risco? Tem apetite maior ou menos por rendimentos? O cruzamento destas informações define o perfil e como ficará dividida a carteira de investimentos, o que significa qual a fatia do dinheiro vai para qual aplicação financeira. Terá ações em bolsa? Investimento em câmbio? Por aí…

4 – Aporte inicial? - Quanto o investidor tem para começar a aplicar. Tesouro Direto aceita a partir de R$ 30. Outros investimentos exigem um aporte inicial maior. Fundos de investimento com taxas de administração mais baixa têm quantia inicial mínima. Também serve para definir se será possível dividir o dinheiro em mais de uma aplicação. Diversificar os investimentos reduz riscos.

Mais algumas observações do Felipe Mahler:

Liquidez:

- Por exemplo, uma pessoa que tem o hábito de poupar mantém em média de 10% a 20% com liquidez rápida. Ou seja, consegue ter acesso ao investimento em um dia por exemplo. O restante, em prazos mais longos.

Liquidez é poder sacar o dinheiro a qualquer momento sem depender da avaliação do mercado no momento ou pagamento de multas e outras taxas por isso.

Rentabilidade X Liquidez:

- Uma coisa o poupador tem que ter em mente: a relação rentabilidade X liquidez é uma gangorra. Quanto mais disponibilidade temos, menor será a rentabilidade deste investimento.

Risco:

- Não podemos esquecer de um ponto muito importante: em investimentos e na vida, tudo que é confortável raramente é rentável.

Respondidas as perguntas acima, saiba mais sobre investimentos e planejamento financeiro assistindo ao Live do blog Acerto de Conta$ com Felipe Mahler:

 

 

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Leia mais:

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Cinco coisas que o brasileiro faz errado e o impedem de guardar dinheiro

03 de novembro de 2016 1

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O brasileiro não sabe economizar e isso é cultural. Começando pelas famílias lidarem com dinheiro como um tabu pouco falado em casa e continuando com o preconceito com a educação financeira na escola.

O educador financeiro Robinson Trovó lista cinco coisas que o consumidor faz errado e que o impedem de juntar dinheiro. Vamos lá:

1 – Gastar mais do que ganha

É óbvio. Mas um dos motivos para isso ocorrer é que o brasileiro não estabelece metas e limites de gastos. O ideal é economizar, todo mês, pelo menos 10% do salário. Pelo menos! Se conseguir mais, melhor. Trovó sugere que as pessoas usem envelopes para se planejar financeiramente e assim começar o processo de poupar.

- Você vai até a papelaria e compra 10 envelopes de carta. Em cada um deles você vai escrever itens dos quais serão destinados o seu dinheiro. Em seguida, você vai escrever, também no envelope, qual o valor você acha que gasta no mês com aquele item. Depois, cada compra ou pagamento que fizer, você vai colocar o comprovante dentro do envelope que for daquele item.

Envelope 1 – Casa: aluguel, energia, água, telefone, IPTU, condomínio, etc.
Envelope 2 – Carro: seguro, IPVA, manutenção, etc.
Envelope 3 – Saúde: convênio, remédio, academia, etc.
Envelope 4 – Supermercado: alimentos, produtos de limpeza, etc.
Envelope 5 – Educação: escola, faculdade, cursos ou afins. Livros, revistas, etc.
Envelope 6 – Lazer: cinema, passeio, viagem, etc.
Envelope 7 – Compras: vestuário, perfume, presente, etc.
Envelope 8 – Reserva: dinheiro separado para gastos emergenciais.
Envelope 9 – Dívidas: empréstimos, cheque especial, etc.
Envelope 10 – Investimento: 10% do seu salário, lembra?

 

2 – Ceder a tentações

Em geral, as pessoas gastam mais do que podem em roupas, tecnologia e outras coisas supérfluas. O educador financeiro pondera que educação e saúde são exemplos de prioridades para onde o dinheiro deve ir, mas nas outras áreas é importante aprender a ser forte.
3 – Querer “se mostrar”

Um problema sério: preocupar-se demais com o que os outros pensam.

- Nunca troque de carro só porque todos os amigos compraram um novo, e mude de celular quando realmente precisar de outro, em vez de querer a nova edição do smartphone porque todo mundo está comprando. – exemplifica Robinson Trovó.
4 – Acreditar que parcelamento é algo bom

É preciso ter a mentalidade de um investidor. Tem que encarar toda compra parcelada como uma dívida. E isso inclui os parcelamentos no cartão de crédito, principalmente. Quem parcela está antecipando o consumo e essa antecipação custa dinheiro para o consumidor. Seja na forma de juros, seja por não conseguir o desconto que seria oferecido para pagamento à vista.
5 – Achar que “o futuro a Deus pertence”

Viver apenas o presente não funciona muito bem quando falamos de finanças. Ao contrário do que muitos pensam, a ideia de curtir a vida e se divertir exige preocupação com o futuro.

- Os investidores profissionais sabem trabalhar o suficiente e aproveitar as coisas boas da vida justamente porque souberam pensar no futuro, economizar e investir. – conclui Trovó.

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Leia mais:

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Básico para boas finanças – Padrão de vida da família tem que ficar abaixo do que a renda permite

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Marcas lançam modelos "light" de franquias para atrair investidor com pouco dinheiro

29 de outubro de 2016 0

SuperRepórter no SuperSábado

Pode-se dizer que o setor de franquias foi um dos que sentiu menos a crise econômica. O último dado divulgado pela Associação Brasileira de Franchising apontou crescimento de 8,8% no terceiro trimestre. Faturamento de R$ 38,8 bilhões.

Como a comparação é com o terceiro trimestre do ano passado, o crescimento ficou acima da inflação. Tivemos IPCA de 8,48% no período.

Mas isso não quer dizer que saiu ileso. Foi necessária uma adaptação.

Por exemplo, as empresas donas das marcas tiveram que criar versões mais baratas dos seus negócios para seguir atraindo interessados em abrir franquias. Até porque o consumidor também apertou o orçamento, explica a diretora da ABF na Região Sul, Fabiana Estrela.

- Foi quando várias empresas lançaram negócios que exigem investimento mais baixo. São as versões “mini”, “fit”, “light”, “pocket”…

A empresa de piscinas iGUi fez isso. Fabrica, vende e presta serviços no setor. Então, criou uma loja que é um contêiner. É transportada facilmente por caminhão, fica pronta em dez dias e pode ser instalada em um terreno vazio. Barata e prática, diz o presidente da empresa Filipe Sisson.

- Há também uma formalização do trabalhador, que trabalhava na ilegalidade.

O consumidor também fechou a mão. Franquias alinhadas com este movimento enfrentam bem a crise. É o caso da Restaura Jeans. Trabalha com conserto de roupas e tem 190 lojas já. Aliás, foi criada há 25 anos, em plena crise econômica e inflação galopante, lembra o fundador Flávio Conrad.

- Fomos privilegiados em sobreviver a algumas crises. Isso nos ajudou a enfrentar esta agora.

Com o aumento do desemprego, cresce a categoria de microfranquias. São negócios que o investidor pode abrir aplicando de R$ 5 mil a R$ 80 mil. Em algumas, pode trabalhar de casa.

Mas cuidado com a marca que vai escolher. Pesquise bem antes para não perder dinheiro e ver ruir o sonho de ter um negócio próprio.

* Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ viajaram para a Convenção ABF do Franchising a convite da ABF.

Empresas japonesas recebem empurrão do governo de lá para investirem no Brasil

20 de outubro de 2016 0

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O governo japonês está incentivando as empresas a trazerem investimentos de lá para o Brasil. A informação é de um importante executivo de uma grande empresa do Japão e que tem sede em São Paulo.

Segundo ele, a principal razão é o consumo interno no Japão. Está caindo, devido, principalmente, ao envelhecimento e encolhimento da população.

- Com os investimentos no Brasil, o Japão ganha explorando novos mercados. Mandando empresas para fora e produzindo lucro, parte desses recursos volta para o Japão. – explica o executivo, que não quer se identificar.

A Toyota, por exemplo, já trouxe seu braço comercial para o País. A Hitachi contratou há dois anos um coordenador da área de planejamento só para a América do Sul. O principal fomentador de crédito do Japão aqui no Brasil é o Banco Sumitomo Mitsui, com sede em São Paulo.

A direção da Car House, que revende Toyota, tem a mesma percepção. Gerente-geral de Vendas, Ricardo Rocco lembra que a participação da montadora dobrou no mercado brasileiro nos últimos anos de crise. Passou 9%. Em 2013, a empresa lançou Etios com a proposta de ser o carro automático mais barato do mercado. É fabricado em Sorocaba, São Paulo. Já Fladimir Rosa, gerente de Vendas da Car House, observa que há a percepção de que tudo que é lançado no Brasil vende, mesmo que por um tempo.

 

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É possível viver de renda investindo R$ 1 milhão?

10 de outubro de 2016 14

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 

Já falamos sobre: Como juntar R$ 1 milhão?

No Live de economia que fizemos na última semana no Facebook da Rádio Gaúcha, surgiu a dúvida se a pessoa consegue viver de renda investindo R$ 1 milhão.

Assessor da Pense Investimentos, Felipe Assunção conta que tem clientes com esse perfil e explica como gerencia os investimentos destas pessoas:

Primeiro, é preciso definir qual padrão de vida a pessoa quer. Sabendo quanto pretende gastar por mês, consegue-se identificar qual tem que ser a rentabilidade mensal das aplicações financeiras.

- Hoje, a pessoa com R$ 1 milhão no mercado financeiro tira de R$ 10 mil a R$ 12 mil por mês. A gente faz uma engenharia financeira na carteira do cliente. – conta Assunção.

Uma observação:

Esta rentabilidade não considera a atualização dos valores pela inflação. Questionado quanto a isso, o assessor explica que, em geral, as pessoas não querem manter o poder de compra do patrimônio, permitindo que o montante de base seja usado aos poucos ao longo dos anos. 

Começa colocando 20% do dinheiro – R$ 200 mil – em aplicações com liquidez imediata. São investimentos de onde a pessoa pode tirar o dinheiro a qualquer momento, sem ter multa ou pagar taxas altas, como do Imposto de Renda.

Depois, pega o restante – R$ 800 mil – e fatia em outras aplicações, ampliando os prazos de carência.

- Ou seja, coloca o dinheiro em um lugar de onde pode sacar em seis meses, daqui a um ano, dois anos, três anos… É feito um escalonamento.

Conforme o investidor vai abrindo mão de liquidez, vai aumentando a rentabilidade. Existe um tripé que une segurança, rentabilidade e liquidez.

- Nunca temos os três. – salienta Assunção.

Como segurança é importante para este tipo de investidor, que vai viver de renda, é preciso jogar com os outros dois fatores. A carteira fica em investimentos 100% seguros.

Exemplo dado pelo assessor:

“20% com liquidez que pode ser sacado a qualquer momento. Então, vai sacando dali mensalmente.

Daqui a seis meses, vence uma aplicação. Pego os rendimentos dessa aplicação. Digamos que eram R$ 200 mil que viraram R$ 250 mil. Eu pego estes R$ 50 mil e recomponho aplicando na liquidez imediata e pego os R$ 200 mil e coloco para mais seis meses. Dois meses depois, pego o investimento que fiz com prazo de oito meses. E faz o mesmo.”

Veja o Live da Gaúcha com Felipe Assunção:

 

 

Ouça o programa Destaque Econômico, na Gaúcha:

 

 

 

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