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Posts com a tag "investimento"

MPX e Copelmi assinam protocolo de intenção com governo gaúcho

11 de junho de 2013 0

Governo do Estado, MPX e Copelmi assinam nesta quarta-feira dois protocolos de intenção. Um é para a implantação de duas usinas térmicas a carvão em Candiota. O outro documento é para uma mina para abastecer os empreendimentos.

A termoelétrica Seival terá 600 MW de potência instalada. A MPX Sul, 727 MW. A Mina de Seival, que fornecerá o carvão, tem reservas provadas de 152 milhões de toneladas.

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Alta do dólar faz corretora gaúcha mudar carteira de investimentos sugeridos

10 de junho de 2013 0

A alta do dólar fez a Geral Investimentos revisar a carteira sugerida. Para a corretora gaúcha, o cenário, apesar de não ser exclusivo do Brasil, é agravado pela inflação.

Segundo o economista Denilson Alencastro, o efeito de um quadro de dificuldades econômicas mundiais tem reduzido as importações de países importantes para a balança comercial brasileira, especialmente China e Estados Unidos. Isso tem se somado à redução de expectativa de crescimento de países emergentes, como o Brasil. Os investidores estrangeiros têm migrado recursos para ativos em outros países.

Já o analista-chefe Carlos Müller define o novo cenário como desafiador e volátil. A Carteira Multiestratégia da Geral passou então a incluir ações da Itausa, aumentando participação do setor de bancos, e da BRFoods, uma das líderes brasileiras e mundiais em alimentos processados.

- A BRFoods entra na carteira considerando a mudança de foco do crescimento chinês, voltado mais a consumo interno, e para aumentarmos a exposição da carteira à atual variação cambial.

Outra empresa de alimentos incluída na carteira é MDias Branco. Saíram do portfolio Duratex e BrMalls. Nos primeiros cinco meses de 2013, a Carteira Multiestrategia variou -5,49% e o Ibovespa -8,3%.

Veja a composição da carteira da Geral Investimentos e uma análise de cada ação escolhida pela corretora:

ABRIL EDUCAÇÃO (ABRE11): A Abril Educação tem foco no ensino básico e pré-universitário no Brasil. Seus segmentos de atuação são editoras, escolas e sistemas de ensino básico e técnico, cursos preparatórios para concursos, ensino a distância e de idiomas. As fontes de receita são diversificadas e complementares e sua estratégia se baseia em atender escolas públicas e privadas com uma plataforma completa de produtos.

AMBEV (AMBV4): Apesar de um cenário mais desafiador para a indústria de bebidas no Brasil, acreditamos que o mercado já tenha isso precificado nas ações da Ambev. Acreditamos na habilidade e na qualidade do management em atuar com efetividade diante deste cenário. As iniciativas de inovação, embalagens e foco no segmento premium de cervejas são fatores importantes para uma performance de sucesso da companhia em tempos de indústria fraca. Vemos também como catalisador positivo de curto prazo a unificação da estrutura societária em ações ordinárias.

BRF (BRFS3): Estamos incluindo a BRF em nossa carteira visando tirar proveito do atual cenário de câmbio mais elevado. É um das poucas empresas em nosso universo de cobertura que alinha fundamentos e se beneficia com o dólar em elevação. O processo de internacionalização da companhia está em etapa inicial mas acreditamos que deve gerar valor para a companhia ao longo do tempo. A recente mudança no conselho de administração da companhia, a estratégia de focar em produtos de maior valor agregado e diversificação geográfica são pontos positivos que devem ajudar no crescimento da lucratividade.

CEMIG (CMIG4): Após o 3º ciclo de revisão tarifária ter impacto dentro do esperado pela companhia, acreditamos que os fundamentos da Cemig retomam sua solidez, com boas perspectivas de crescimento e efeitos sobre a MP 579 dissipados. Acreditamos na estratégia de longo prazo da companhia que procura valorizar o tripé entre clientes, funcionários e acionistas. A companhia possui também uma projeção fluxo de dividendos atrativos.

GRENDENE (GRND3): A Grendene é uma das maiores produtoras mundiais de calçados, com tecnologia exclusiva na confecção de calçados para os públicos feminino, masculino e infantil. Entre as marcas que possui, podemos destacar Melissa, Grendha, Rider, Ipanema e Grendene Kids. A companhia é totalmente integrada com seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados, matizaria e fábrica de PVC para consumo próprio na produção dos seus calçados, além de uma logística de distribuição que atinge desde distribuidores a varejistas em todo território nacional e no exterior. Como principais pilares para a tese de investimento, destacamos a força das marcas, seu marketing agressivo, a verticalização e a escala de produção, e a solidez financeira da companhia.

ITAUSA (ITSA4): O setor de bancos traz boas perspectivas para o ano, com melhora na renda e no perfil de crédito dos clientes. Itaúsa é a holding controladora do Itaú Unibanco, banco com os melhores índices de eficiência do setor, além de Duratex, empresa que fornece painéis de madeira e captura muito bem a boa dinâmica do setor de construção civil do Brasil.

M. DIAS BRANCO (MDIA3): A empresa possui liderança no mercado nacional na fabricação de massas e biscoitos. Baseia suas operações principalmente nas regiões norte e nordeste que possuem um potencial de crescimento econômico muito forte. Por ter um ticket médio relativamente baixo, a empresa permite maior repasse de preços ao consumidor para compensar elevações no preço do trigo e apreciação do dólar. A empresa procura crescer através do desenvolvimento orgânico de suas operações e aquisições. Destacamos também o processo de verticalização da companhia em andamento visando ganhos de eficiência e diminuição do impacto do preço das matérias primas na matriz de custo.

ULTRAPAR (UGPA3): A Ultrapar possui uma sólida execução de sua estratégia (crescimento orgânico e M&A) sem perder o foco nos retornos. A companhia tem um nível elevado de governança corporativa o que permite maior transparência e precisão nas informações dadas pelo management. O modelo de negócio da companhia tem uma característica de baixo risco e resiliência ao cenário macroeconômico.

TELEFONICA (VIVT4): A Telefônica, resultado da junção de Telesp com Vivo, tem um bom histórico de dividendos e taxas de crescimento constantes ao longo dos anos, vindo da característica defensiva do segmento de telefonia fixa. Já no segmento de telefonia móvel, relativo a parte da Vivo (empresa com maior market share do mercado), a companhia ganha um viés de maior crescimento, com perspectivas bastante positivas. Assim, temos Telefônica como uma empresa cuja receita é composta tanto por receitas estáveis, com fluxo de caixa facilmente previsível, como também com um viés de crescimento interessante, decorrente do segmento de telefonia móvel.

VALID (VLID3): A Valid presta serviço nos segmentos de meios de pagamento, sistemas de identificação e telecomunicação. Sua atuação se dá principalmente através da emissão de cartões de crédito, carteiras de habilitação e cartões SIM. Os principais clientes da companhia são instituições financeiras, governos e empresas de telefonia. Consideramos que dados os seus produtos, a Valid oferece uma boa previsibilidade de resultados e um crescimento orgânico consistente. Além disso, a empresa apresenta um ótimo histórico de aquisições e desenvolvimento de novos negócios. Assim, a segurança oferecida pela solidez dos seus resultados, aliada a um potencial de crescimento vindo de novos negócios e aquisições, torna o investimento na empresa bastante atrativo.

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Empresas selecionam pequenos negócios para investir e conduzir entrada no mercado

10 de junho de 2013 0

Uma das empresas que têm sido chamadas de aceleradoras, a Ventiur.net está selecionando startups com ideias, produtos ou modelos de negócio inovadores para participarem do primeiro ciclo de aceleração. As propsotas serão pré-selecionadas por critérios como diferencial do negócio e grau de inovação, perfil dos empreendedores e sinergia com outros negócios da Ventiur.

A segunda fase tem duração de seis meses. As empresas terão investimento financeiro e assessoria intensiva para que os empreendedores toquem o negócio.

Interessadas devem enviar projetos até 21 de junho para o e-mail contato@ventiur.net. Mais informações podem ser obtidas pelo fone 3012-5020, com Dario César ou pelo site www.ventiur.net.

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Outra aceleradora, a Wow também está lançando seleção de projetos de empresas para participar de seu primeiro ciclo de aceleração. Cada empresa receberá investimento entre R$ 50mil e R$ 150mil para desenvolver um produto ou serviço e crescer no mercado.

A preferência é por empresas que resolvam uma necessidade clara do mercado com olhar inovador e alto potencial de crescimento. Podem ser iniciantes ou consolidadas e com atuação em áreas variadas, como internet, mobilidade, energia, biotecnologia e agronegócio.

As inscrições vão até o dia 30 e podem ser realizadas pelo site: http://wow.ac/aceleracao/.

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Startups - É como são chamadas empresas que exigem baixo investimento financeiro e têm potencial de crescimento grande e rápido. Em geral, são empresas de tecnologia.

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Banrisul aprova emissão de até R$ 1,6 bi em letras financeiras

10 de junho de 2013 0

O Conselho de Administração do Banrisul aprovou a emissão de letras financeiras no valor de até R$ 1,6 bilhão. A informação foi divulgada ao mercado por fato relevante.

Letras financeiras são títulos emitidos por instituições financeiras. São promesssas de pagamento.

O valor unitário das letras financeiras do banco será de R$ 200 mil. A emissão ocorrerá em três vezes.

Sobre a remuneração, diz a nota:

"as Letras Financeiras farão jus a juros remuneratórios correspondentes a um percentual da variação acumulada das taxas médias diárias dos Depósitos Interfinanceiros DI de um dia, over extra grupo, expressa na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculada e divulgada pela CETIP S.A. - Mercados Organizados ("Taxa DI" e "Juros Remuneratórios" respectivamente). O percentual referido acima será limitado à taxa máxima de referência de mercado de até 108% (cento e oito por cento), 109% (cento e nove por cento) e 110% (cento e dez por cento) para as Letras Financeiras da 1ª Série, as Letras Financeiras da 2ª Série e as Letras Financeiras da 3ª Série, respectivamente, da variação acumulada da Taxa DI. Os Juros Remuneratórios das Letras Financeiras serão pagos semestralmente."

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Profissionais da cidade investem em animais do campo

09 de junho de 2013 0


Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.


Médicos, advogados e outros profissionais liberais da cidade estão olhando o campo para investimentos. O mercado de animais, como cavalos da raça crioula, cresceu. E, segundo a Trajano Silva Remates, 80% deste aumento veio de investimentos de profissionais urbanos. O movimento tem, inclusive, elevado os preços.

Ouça a entrevista para o Destaque Econômico do diretor da Trajano Silva Remates. Gonçalo Silva conta que muitas vezes são investidores leigos em busca de mais rentabilidade para o dinheiro, além de proximidade com o campo. Investem não apenas em animais.


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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Sete pecados capitais do investidor

03 de junho de 2013 0

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O Investmania elencou os sete pecados capitais do investidor. São armadilhas que podem levar a decisões equivocadas e, por consequência, prejuízos nas finanças.

LUXÚRIA: apego demasiado ao presente e aos prazeres da vida. “A visão de curto prazo reduz as opções de diversificação da carteira e, consequentemente, a rentabilidade que o investidor poderia obter se escolhesse produtos com prazos mais longos”, alerta Aline Rabelo, coordenadora do Investmania;

GULA: desejar que a rentabilidade cresça de forma exorbitante, independentemente do cenário econômico. “O investidor brasileiro deve compreender que todos os investimentos, sejam títulos do governo, ações ou fundos, são suscetíveis ao vai e vem do mercado e às influências do que acontece no cenário externo”;

AVAREZA: apego exagerado ao dinheiro. “O apego demasiado vem do conservadorismo e pode acarretar uma aversão ao risco, necessário para a conquista de uma rentabilidade mais competitiva na atualidade”, observa a executiva;

IRA: o sentimento de ira pode surgir de perdas passadas. Segundo Aline, este sentimento é muito comum em pessoas que já investiram em ações, por exemplo, não mensuraram adequadamente os riscos e acumularam prejuízos irreversíveis. “Quem nunca ouviu de um amigo ou alguém próximo algum depoimento negativo sobre o mercado de renda variável? Mas não se deixe influenciar, conhecendo profundamente os fundamentos das empresas nas quais se pretende investir, é possível mitigar riscos”;

SOBERBA: ”meu investimento é o melhor, e pronto!”. O investidor consciente e assertivo é aquele que está aberto às novas possibilidades que o mercado oferece. Por que não comprar títulos públicos ou ETFs? Relativamente novos no Brasil, estes produtos podem ser boas opções até para quem tem objetivos atrelados à aposentadoria;

VAIDADE: investir em determinado ativo para conquistar a admiração do outro. Para Aline, o investidor não deve seguir as escolhas alheias ou modismos. “Monte a sua carteira respeitando o seu perfil, seu apetite por riscos e objetivo”;

PREGUIÇA: negligência no momento de escolher o seu investimento. Quem quer investir bem, não pode ter preguiça de buscar informação. Basta procurar fontes e canais confiáveis e a internet pode ajudar.

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Busca por investimentos eólicos e de petróleo para o Rio Grande do Sul

28 de maio de 2013 0

Empresas da Finlândia e do país Basco ouviram hoje o interesse do Rio Grande do Sul em receber investimentos nas áreas de energia eólica e petróleo. Em São Paulo, participaram de reunião com o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento. Marco Franceschi explica que agora essas pessoas levarão as informações para seus países e depois serão realizados novos encontros.

Para vender o Estado, Franceschi usa como argumento o potencial eólico do Rio Grande do Sul, que hoje representa 11% da geração total de energia a partir dos ventos no País. Diz que ainda é preciso produzir várias peças de aerogeradores para que o Estado não precise mais importar o equipamento para construir os parques eólicos. Os finlandeses e os bascos têm essa tecnologia.

Já para as empresas de petróleo, lembrou que o Rio Grande do SUl entrou em 2005 no mercado de offshore, que é a exploração de petróleo no mar. Atualmente, Franceschi afirma que é a segunda maior indústria na área no País, com contratos de US$ 10 bilhões com a Petrobras.

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Decreto destina quase R$ 26 milhões para Porto de Rio Grande

27 de maio de 2013 0

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS.

O Porto de Rio Grande receberá R$ 25,83 milhões para recuperação dos molhes do canal de acesso. O valor está em decreto publicado hoje no Diário Oficial da União.

O recurso foi denominado de crédito suplementar. No total, houve um remanejamento de mais de R$ 215 milhões no orçamento da Secretaria dos Portos. A maior parte é de investimentos cancelados para obras do Porto do Rio de Janeiro. Já o maior beneficiado foi o Porto de Suape, em Pernambuco.

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Regulamentada garantia para investimentos até R$ 250 mil

23 de maio de 2013 0

O Conselho Monetário Nacional aprovou alterações na regulamentação da atividade do Fundo Garantidor de Créditos. A principal mudança é o aumento de R$ 70 mil para R$ 250 mil da garantia de depósitos de um correntista em instituições financeiras associadas ao FGC. A outra alteração regulamentada pelo CMN é a inclusão das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) entre os créditos garantidos.

O fundo garante ainda aplicações em Letra de Crédito Imobiliário, CDB, poupança, Depósito de Prazo com Garantia Especial e depósitos à vista em conta corrente. Significa que, se o banco quebrar, o investidor tem o dinheiro garantido pelo FGC.

"O aumento da garantia visa proporcionar maior segurança aos depositantes e aos demais credores das instituições financeiras, alinhando-se esse valor aos limites praticados em países de economias similares a do Brasil." - diz o comunicado do Banco Central.

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Lançado no Brasil site que ajuda pessoas endividadas

21 de maio de 2013 1

Imagem: Reprodução.

Foi lançado no Brasil o GuiaBolso, um site para ajudar pessoas endividadas. É um site idealizado pelos ex-consultores da McKinsey & Company, o norte-americano Benjamin Gleason e o brasileiro Thiago Lobato Alvarez.

Oferece um serviço gratuito de consultoria financeira pela internet. O objetivo é ajudar as pessoas a entenderem, gerenciarem e melhorarem a vida financeira dando recomendações personalizadas.

O GuiaBolso pode trazer uma economia nos gastos mensais de até 10%. Em relação às dívidas, há casos de reduzir em 30% o valor devido.

Funciona assim: o usuário tem que se cadastrar no site www.guiabolso.com.br e informar a renda, principais despesas, dívidas, compras parceladas, etc. Após esse passo, o sistema traz um panorama da situação geral do usuário, definindo-o de acordo com quatro perfis financeiros: em apuros, no limite, poupador e investidor. A ferramenta, então, sugere renegociar ou trocar de dívida, além de identificar oportunidades para cortar gastos.

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Leia também: Curso gratuito para inadimplentes arrumarem as finanças

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