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Posts com a tag "investimento"

Leitora questiona fundo de investimento oferecido pelo gerente do banco

26 de janeiro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

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Leitora do blog Acerto de Conta$, que não irei identificar, pergunta:

“Tenho um valor que recebi de um seguro de renda protegida, pois estou com câncer. Coloquei na poupança, mas meu gerente me ligou e ofereceu um fundo de investimento que tem 1,10% de taxa de administração ao ano. Falou que a poupança rendeu 0,73% e o fundo, 0,85% já descontado o Imposto de Renda.
Minha preocupação é a segurança. Uso um pouco ao mês para sustento, enquanto estou sem trabalhar. Sou profissional liberal.
O valor total que tenho é R$ 120 mil. Pensei em aplicar a metade.”

Especialista da Monte Bravo Investimentos, Pier Mattei responde:

“Os fundos referenciados DI compram basicamente um título chamado LFT, Letra Financeira do Tesouro. Como o nome já diz, o emissor é o Tesouro Nacional. Por isso, sua segurança é total. Maior até do que da poupança. Então, em relação à segurança, ela pode ficar muito tranquila. O resgate destes fundos, em geral, é diário, o que é bom para a necessidade da leitora.

O único ponto aqui é a taxa de administração. Esta oferta do gerente é de um fundo com taxa altíssima para esta categoria. Existem no mercado fundos iguais, que fazem a mesma coisa, com a mesma segurança, porém com taxa de 0,30% ao ano apenas. Este fundo, com taxa menor, dá ao mês líquido 1,01%.”

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Leitora pergunta qual taxa média cobrada em planos de previdência

25 de janeiro de 2016 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O blog Fralda Cheia (onde escrevo sobre assuntos de Maternidade) publicou na semana passada:

Dinheiro para os filhos – Como juntar R$ 85 mil em 20 anos

Então, a leitora Fernanda Fernandes perguntou:

“No caso dos planos de previdência privada, qual seria em média taxa de administração dos planos?”

O blog encaminhou a pergunta para o especialista Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos. Confira:

Pier Mattei – É comum a taxa de administração variar de acordo com o tipo de fundo escolhido. Para fundos de renda fixa, a média fica em 1% ao ano, devendo ser este o limite aceito pelo participante. Taxas mais altas começam já a pesar sobre os ganhos. É possível até conseguir taxas menores que chegam a 0,50% ao ano apenas, mas em geral estão condicionados a valores maiores de investimento. Já nos fundos multimercados, que são fundos mais complexos que mesclam renda fixa com outros ativos como ações, até 2% ao ano é viável aceitarmos. Novamente, aqui é possível encontrar taxas um pouco mais baixas até, dependendo da estratégia e dos valores envolvidos.

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Leitora pergunta onde investir R$ 7 mil que estão na poupança

14 de janeiro de 2016 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Leitora Juçara Freitas pergunta onde aplicar R$ 7 mil que estão na poupança, já que a caderneta está perdendo para a inflação? Sem previsão de mexer neste dinheiro.

O blog Acerto de Conta$ consultou dois especialistas em investimentos. Confira:

Diretor da Agiplan, Eliseu Colman: Para este valor, os bancos oferecem fundos de investimento. Mas precisa ficar de olho na taxa de administração. Sobre ações, acho complicado para este perfil neste momento. A volatilidade deve continuar muito alta.

Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos: A dúvida é muito pertinente. Só em 2015, por exemplo, a inflação foi de 10,67% contra rendimento de pouco mais de 8% na poupança. A melhor alternativa para este perfil e horizonte de investimento são as aplicações de renda fixa atreladas à inflação. Estas aplicações pagam ao aplicador a inflação (em geral o índice utilizado é o IPCA) mais uma taxa fixa. Como opção, temos os títulos públicos ou títulos do Tesouro, como também são conhecidos. Hoje, por exemplo, existem títulos remunerado inflação + 7% ao ano aproximadamente, ou seja, o investidor garante que sua aplicação lhe renda 7% acima da inflação. Importante ficar atento aos prazos. Há diferentes opções e cada uma pode ser mais indicada dependendo dos objetivos do aplicador. O ideal é permanecer com esta aplicação até o seu final (vencimento), mas há possibilidade de resgate antes deste período. Neste caso, a rentabilidade irá variar, podendo ser maior ou menor que o da taxa inicialmente contratada.

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Corretora de Porto Alegre recomenda ações do setor da saúde e alerta contra siderúrgicas em 2016

13 de janeiro de 2016 1
Foto: Porthus Junior / Agência RBS

Foto: Porthus Junior / Agência RBS

Corretora de Porto Alegre, a Geral Investimentos alterou a carteira recomendada e fechou as projeções por setores para 2016. Confira algumas observações para o mercado de investimentos:

Açúcar e Etanol
Previsão de preços fortes e sustentáveis, com a menor atividade de grandes produtores como Índia e Tailândia. Indica empresas expostas puramente à volatilidade dos preços.

Bebidas
Na persistência do cenário de instabilidade, continua como opção defensiva para investidores.

Alimentos
Elevação nos custos de grãos e cenário doméstico instável sugerem pressão nas empresas produtoras de aves. A relação preço X custo está mais favorável para a margem das empresas de carne bovina. Dólar beneficia exportadoras.

Bancos
Será desafiado pela inadimplência de pessoas e de empresas. Com a desvalorização do ano passado e o papel estratégico na economia, no entanto, a Geral aposta em um desempenho satisfatório das ações de bancos em 2016.

Bens de Capital
Não deve apresentar bom desempenho. Empresários não estão estimulados a investir.

Construção e Imobiliário
Cenário de contração do crédito deve persistir, afetando mais o setor. Construtoras devem seguir reduzindo estoques e lançamentos.

Consumo e Varejo
Deve ser turbulento para o setor de varejo e consumo. Queda na renda e no emprego são os motivos, além do baixo nível de confiança do consumidor.

Educação
Forte volatilidade. É estratégico e tem empresas bem geridas, mas o Governo Federal está atrasando pagamentos e há impactos do aumento do desemprego. Receita das empresas fica em risco.

Financeiro
Deve seguir com bons resultados. Destaque para áreas de seguros, fidelização e cartões.

Mineração e Siderurgia
Mais um ano ruim, pelo desequilíbrio entre oferta e demanda. Os preços caem e empresas precisam se ajustar para sobreviver. A corretora sugere que o investidor evite estes setores.

Óleo e Gás
Performance ruim deve continuar. Tensão geopolítica está entre os fatores. Já empresas que possuem produtos derivados do petróleo devem se beneficiar do petróleo em baixa e dólar em alta.

Papel e Celulose
Preços de celulose em dólar devem recuar durante o ano, mas deverão se manter em patamares atrativos e sustentar a geração de caixa das empresas.

Saúde
Entre os preferidos da Geral Investimentos. Boas empresas do setor seguirão com taxas de crescimento. Tanto o farmacêutico quanto planos de saúde.

Telefonia
Momento delicado com a entrada de novas tecnologias de comunicação. Aumenta concorrência e exige investimentos.

Transportes e Logística
Retração econômica vai prejudicar estes setores, que tem forte correlação com o PIB. Deve ser movimentado, no entanto, por leilões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Utilities
Setor de energia elétrica deverá apresentar recuperação.

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Fruki define em março local da nova fábrica e vai produzir cerveja em 2025

11 de janeiro de 2016 15
Foto: Caco Konzen / Agencia RBS.

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A Fruki define até 31 de março o local onde vai construir a nova fábrica. O planejamento é do diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers.

Será comprada uma área de até cem hectares. As negociações ainda seguem.

Mais de 60 municípios enviaram propostas. É avaliada a fonte de água disponível, isenção de IPTU, tamanho da área e ficar próxima de uma rodovia, entre outros aspectos.

A fábrica deve estar pronta em 2020. Vai produzir refrigerantes, chás, sucos, isotônicos e energéticos.

Cerveja

Em entrevista ao Destaque Econômico, Eggers explicou que no local também será construída uma fábrica de cerveja. É a nova aposta da Fruki. Esta operação deve ficar pronta até 2025.

Pelotas

Em relação ao Centro de Distribuição de Pelotas, a terraplanagem está quase pronta. A obra é em um terreno de 30 mil metros quadrados. Vai atender a demanda por bebidas de toda a Zona Sul do Estado.

Ouça a entrevista ao Destaque Econômico:

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Poupança tem o pior desempenho desde 2002

08 de janeiro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

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A poupança teve, em 2015, o pior desempenho de 2002. A valorização da caderneta foi de 8,15%. Ao mesmo tempo, a inflação pelo IPCA foi de 10,67%.

O que significa?

Significa que o dinheiro do poupador teve perda do poder de compra de 2,28%. Em 2002, a perda foi 2,9%.

O cálculo é da Economática. A consultoria acrescenta que foi ainda o segundo pior desempenho da poupança em relação à inflação desde o início do Plano Real.

- Se analisarmos a poupança em relação ao IPCA desde o início da série histórica do IPCA 1980, vemos que a poupança perdeu para a inflação em sete oportunidades. Duas, após o Plano Real e cinco oportunidades antes. – comenta o gerente de Relacionamento Institucional, Einar Rivero.

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Chinesa analisa instalação de empresa de alimentos para animais no Rio Grande do Sul

08 de janeiro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Grupo chinês,  Jinheng Holdings avalia instalação de empresa no Rio Grande do Sul do ramo de pet food, alimentos para animais de estimação. Uma representação esteve na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.

O investimento será de R$ 10 milhões. Seria a empresa Jinhua Brasil Tecnologia e Nutrição Pet LTDA.

Previsão de gerar 200 empregos diretos. O transporte dos produtos seria Porto de Rio Grande.

A filial da empresa no Brasil foi registrada ainda em 2015. O grupo possui quatro empresas do ramo na China.

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Renda fixa e ações baratas no radar dos investidores para 2016

07 de janeiro de 2016 1

 

 

bancocentral

Cenário para 2016 na economia, por enquanto: inflação alta, crescimento baixo, juros em elevação. Esses fatores são essenciais na escolha de onde vai guardar o seu dinheiro para protegê-lo de ser corroído pela inflação e até obter retorno do investimento.

Para o diretor da Agiplan, Eliseu Colman, a renda fixa continuará atrativa. Poupança seguirá sendo opção ruim. Além disso, afirma que há ações na Bolsa de Valores que podem ser consideradas baratas para o momento e são boa opção para quem topa assumir um pouco mais de risco.

Ouça a entrevista completa sobre o assunto no Destaque Econômico:

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Ações de duas empresas gaúchas têm valorização acima do CDI na Bovespa

28 de dezembro de 2015 1
Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

Duas empresas gaúchas fecham 2015 com valorização acima do CDI nas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Grendene e Lojas Renner integram uma lista de 26 companhias.

O levantamento é da consultoria Economática. Considera só ações com volume financeiro médio diário em 2015 superior a R$ 5 milhões.

Em 2015 até o dia 23 de dezembro, o CDI tem ganho acumulado de 13%. CDI é abreviatura de Certificados de Depósito Interfinanceiro. É usado como referência para aplicações financeiras.  

Fabricante de calçados, a Grendene ficou em 22º lugar. O retorno das ações da empresa acumula 17,47%.

Já a varejista gaúcha Lojas Renner ocupa o 25º lugar. Os papéis tiveram valorização de 13,31%.

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Tecnopuc fecha parceria com parque tecnológico de Moscou

04 de junho de 2015 0

Parque tecnológico da PUCRS, o Tecnopuc fechou uma parceria com o Skolkovo Technopark, principal parque da Rússia. O centro fica em Moscou.

O principal objetivo do convênio é facilitar que empresas daqui instalem-se lá e vice-versa. Com esses acordos, o Tecnopuc ajuda em questões comerciais, jurídicas, de legislação, burocráticas e até mesmo na orientação para escolha de locais para moradia. É para o parque parceiro fazer o mesmo para as empresas brasileiras.

As empresas que ficam nos parques tecnológicos têm como característica o investimento em inovação. Na Rússia, as áreas principais são biomedicina, energia, tecnologia da informação, nuclear e espacial.

A parceria foi formalizada pelo pró-Reitor de Pesquisa e Inovação da PUCRS, Jorge Audy, e o CEO do Skolkovo Technopark, Renat Batyrov. Há três anos, o Tecnopuc tem firmado estas parcerias. O primeiro acordo foi com o Tech City, de Londres, onde já está uma empresa gaúcha, nascida na Incubadora Raiar, a Pandorga. Atualmente, o parque tecnológico da PUCRS tem 124 organizações instaladas, gerando 6,3 mil empregos.

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