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Juro mantido - Como ficam investimentos em renda fixa e variável

28 de abril de 2016 0

Como o mercado esperava, o Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros Selic. Com a crise política, não seria o momento de mexer na política monetária. Mas o recuo da inflação e a economia travada sinalizam para a necessidade de um corte futuro na Selic, que está em 14,25% ao ano.

E os investimentos?

Renda Fixa

Blog Acerto de Conta$ – Alguma orientação especial na renda fixa com a decisão do Copom?

Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos – Crescem apostas para uma queda no juro já na metade do ano. O aplicador tem, obrigatoriamente, que realocar algo na carteira para papéis prefixados.

Blog – Para “travar” o juro alto, né?

Mattei – Exato. É hora de travar. O melhor do prefixado já passou, mas ainda há tempo. A janela está se fechando rapidamente. O melhor é CDB de bancos médios, que pagam ainda acima de 14% ao ano.

Renda Variável

Blog Acerto de Conta$ – O investidor de renda variável precisa ficar atento a que, após a manutenção da Selic?

Bruno Madruga, da Monta Bravo Investimentos – O benefício seria uma redução da Selic, tornando o dinheiro mais barato quando as empresas tomam empréstimos, a fim de fazerem seus investimentos. Mantendo a taxa, o custo do investimento se mantém também. Mas tivemos uma votação unânime no Copom, dando um bom sinal de possível redução nas próximas reuniões.

Esse é o gráfico diário da Taxa de Juro Futura, com vencimento em Janeiro de 2022:

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Existe a negociação da Taxa de Juros Futura no mercado financeiro. Vemos claramente uma queda nas taxas negociadas com prazos maiores, mais longas. O mercado financeiro está precificando que existe uma possibilidade de recuos futuros na taxa Selic. Agora, se vai ocorrer realmente, não sabemos, pois o impeachment poderia mudar a equipe do Banco Central.

 

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Leitor pergunta onde investir R$ 100 mil por menos de um ano

26 de abril de 2016 0

 Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde:

 

Mateus Bruxel / Agencia RBS

Mateus Bruxel / Agencia RBS

 

Leitor Rafael pergunta e o assessor de Investimentos da Pense Investimentos, Felipe Assunção, responde:

Leitor: Temos cerca de R$ 100 mil e devemos usar dentro do próximo ano para comprar um imóvel de moradia. Estão na poupança. Onde poderíamos aplicar dentro deste prazo? Não podemos correr riscos.

Assunção: Você deve buscar ativos pré-fixados para o período de um ano. O cenário que está se desenhando para o final desse ano é de queda de juros. Você deve buscar ativos em renda fixa, como CDB, LCI ou LCA. Com esses ativos, você não correrá risco algum. Tem a mesma garantia que a poupança.

A partir daqui, o blog Acerto de Conta$ conduziu um aprofundamento na pergunta do leitor, usando o chat da Pense Investimentos para dúvidas de investidores.

Blog: E o CDB tem Imposto de Renda?

Assunção: Tem Imposto de Renda. No final de um ano, a alíquota cai para 17,50%. Logo, se você conseguir um CDB de 14,50% para um ano, seu rendimento líquido é de 11,96% ao ano.

Blog: LCI e LCA têm prazo mínimo de 90 dias certo? Quais as taxas de retorno e de administração que seriam aceitáveis?

Assunção: Quando tratamos de renda fixa, você comprando diretamente, não se aceita taxa de administração! No máximo, taxas de custódia para cobrir onde irão ficar guardados os títulos, no valor de R$ 9,90 ao mês. Mas vai depender da instituição financeira e do volume aplicado. Muitas vezes, as instituições financeiras subsidiam essas taxas.

Blog: Comprar diretamente seria não comprar por meio de fundos de investimento?

Assunção: Exato. Você só deve usar as ferramentas de fundos de investimentos se tiver pouco capital, abaixo de R$ 50 mil, por exemplo. Com R$ 100 mil, você consegue aplicar diretamente nos ativos e já consegue alcançar alguns mínimos que exigem certas aplicações. Quando não, a melhor ferramenta são os fundos de investimentos em renda fixa, pois vamos conseguir alcançar ativos que não teríamos condições com o valor inferior. Ou seja, não é que fundo não seja bom, vai depender do volume e do que está buscando. Mas nesse caso, renda fixa, nada de ações, não pode correr risco algum, mesmo assim você pode conseguir quase que o dobro da poupança.

Blog: E qual a rentabilidade mínima que posso aceitar para a LCI e a LCA?

Assunção: Para um ano de carência e vencimento, o mínimo aceitavável é 90% do CDI.

Blog: Há risco de voltar a discussão de cobrar Imposto de Renda de LCI e LCA?

Assunção: Na nossa opinião, é bastante baixo, quase nulo. Se tiver alteração, seria para novas aplicações.

 

 

Quanto investir para garantir renda mensal de R$ 2,5 mil?

15 de abril de 2016 0

 

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 

Quer viver de renda?

Pensa em R$ 2,5 mil por mês? Tenha R$ 1 milhão investido.

Importantíssimo! Para calcular quanto de dinheiro você tem para gastar do seu rendimento, é preciso considerar apenas o retorno líquido. Ou seja, tire taxas de administração, Imposto de Renda descontado da aplicação financeira e – principalmente! – a inflação. São itens que corroem o retorno da aplicação financeira.

O banco não faz esse cálculo para você. O investidor é que precisa considerar estas desvalorizações antes de contar com aquele dinheiro no mês. Se você gastar a rentabilidade bruta e não apenas o valor líquido, seu dinheiro vai minguar ao longo do tempo até… acabar!

Poupança! Atenção aqui: a poupança está perdendo para a inflação. Ou seja, o dinheiro que está na poupança não pode ser considerado para a sua meta de renda mensal. Aliás, é o contrário! Quando a correção da poupança é inferior à inflação, o dinheiro perde o poder de compra.

- Hoje, a poupança não faz parte da vida de um investidor sério. – fala o consultor financeiro André Massaro.

Não é fácil viver de renda, mas você conseguiu R$ 1 milhão? Ainda assim o retorno não é uma cifra astronômica depois de todos os descontos que você obrigatoriamente tem que considerar. Considera que terá que gastar pouco.

Um investimento bem interessante para aplicar essa quantia é o título Tesouro IPCA+ com cupons semestrais, do Tesouro Direto. Este papel rende a inflação, mais um percentual determinado na hora da compra e que chegou a atingir 7% recentemente. Este tipo de título paga cupons semestrais ao investidor, que podem ser usados como renda ou reaplicados. Ainda assim, lembre que Tesouro Direto tem taxas de custódia, Imposto de Renda e eventual taxa da corretora.

Confira a simulação do consultor financeiro André Massaro para os leitores do blog Acerto de Conta$:

“Para ter renda “limpa” de R$ 2,5 mil ao mês, você precisa ter R$ 1 milhão investido.

Meus argumentos:

Usando uma das melhores rentabilidades atuais de renda fixa, ainda mais com risco baixo:
IPCA (do mês passado) 10,36 + Taxa do Tesouro Direto IPCA 6% (em média)
Em números redondos: 16%

Menos Imposto de Renda de 15%, dá 13,6%.

Tirando a inflação “redondamente”, dá 3% ao ano.

Portanto:

Para ganhar R$ 2,5 mil ao mês (R$ 30 mil ao ano) com 3% ao mês, é preciso ter R$ 1 milhão.”

Mas posso não descontar a inflação? Poder, até pode. Mas o dinheiro vai acabar aos poucos porque o montante não acompanha o aumento dos preços, ou seja, vai perdendo o poder aquisitivo.

Veja a simulação de Massaro para este caso:

“Para ter uma renda bruta de R$ 2,5 mil, precisa ter R$ 270 mil.

Considero uma taxa prefixada de 13%. É mais ou menos o que paga hoje o Tesouro Direto. Poupança paga muito menos.

- Mas cuidado, investidor. Não considerar a inflação é se autoenganar.”

 

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Leitor pergunta onde investir dinheiro que ganhará de acerto trabalhista

11 de abril de 2016 0

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde:

 

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

 

Leitor pergunta:

Vou receber uma quantia do acerto trabalhista. Queria investir em algo que me rendesse lucro. Poderia me orientar melhor?

Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos, responde:

Recebimentos adicionais são sempre uma ótima oportunidade para organizarmos nossa vida financeira. Primeiro de tudo, antes de partirmos para opções de investimento, é importante lembrar que caso tenhas alguma dívida/financiamento em aberto é o momento de avaliar se não faz sentido utilizar este recurso para tal fim. Dívidas como financiamento do carro, por exemplo, geralmente tendem a ter um alto custo, algo que um investimento conservador é incapaz de nos render e deve portanto ter prioridade numa hora dessas.

Relembrado este ponto, vamos as opções de investimento. Antes de qualquer decisão, é importante termos duas coisas bem definidas: nosso perfil e nossos objetivos. Do perfil, obtemos a resposta de quais linhas de investimento poderemos trabalhar. Já durante a definição dos nossos objetivos, é possível obtermos respostas importantes tais como o prazo que pretendo aplicar, se necessito utilizar mensalmente dos juros gerados, entre outras questões importantes para a realização do melhor uso do dinheiro.

Partindo do pressuposto de um perfil conservador (maioria dos brasileiros), se houver objetivos de curto prazo para este recurso (até 12 meses) prefira aplicações atreladas a nossa taxa de juros SELIC/CDI. Neste caso, título público LFT, fundos de renda fixa de baixa taxa de administração (igual ou menor que 1% ao ano) e LCI/LCA são boas opções.

Já para o que podermos destinar para prazos superiores, a sugestão é de aplicações atreladas à inflação seguido dos prefixados. Na primeira, teremos um retorno de inflação mais uma determinada taxa, garantindo assim uma rentabilidade real acima da inflação e protegendo o patrimônio caso ela volte a subir no futuro. Já a segunda sugestão se justifica, pois a tendência é de juros menores daqui para frente. Através de aplicações prefixadas, garantimos um determinado retorno mesmo quando isso ocorrer. Nestas duas categorias, podemos encontrar opções bastante seguras como CDB e títulos públicos.

Lembre-se de pesquisar bem taxas. Não só aquelas que iremos ganhar na aplicação mas também as que iremos pagar. Podem ser determinantes também na hora de vermos nosso rendimento final.

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Yara mantém investimento de R$ 1 bilhão no Rio Grande do Sul

11 de abril de 2016 5
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

 

A Yara decidiu manter o investimento de R$ 1 bilhão no Rio Grande do Sul. Foram acertados os últimos detalhes em reunião na manhã desta segunda-feira no Palácio Piratini.

O projeto prevê a ampliação e modernização do complexo industrial da empresa em Rio Grande, Zona Sul do Estado. Contempla píer próprio com ligação com o modal ferroviário, duas fábricas de produção, uma unidade industrial misturadora de fertilizantes e armazéns de depósito de produtos.

A ampliação duplicará a fabricação e a capacidade de mistura de fertilizantes. O complexo atende aos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, além do Paraguai.

- Este investimento irá suprir a demanda dos agricultores brasileiros de vários Estados nos próximos 25 anos. Acreditamos no futuro do agronegócio brasileiro, que cresce mesmo em um cenário adverso. Nosso plano aqui é de longo prazo. – comentou Lair Hanzen, presidente da Yara Brasil e vice-presidente da Yara International.

A Yara elaborou um projeto de investimentos em Rio Grande até 2020. No pico de contratações, as obras vão gerar mais de 1 mil vagas diretas de trabalho, além de até 4 mil indiretas.

A empresa tem negócios em Rio Grande desde a década de 70. Nos últimos três anos, a Yara afirma ter investido R$ 225 milhões no município.

Blog Acerto de Conta$: Como será o cronograma do novo investimento?

Presidente da Yara, Lair Hanzen - Em torno de R$ 100 milhões serão investidos ainda neste ano, nas contratações iniciais. Vamos começar com a parte de armazenagem e granulação. O grosso de investimento será em 2017 e 2018.

Blog: Como será a contratação de mão de obra?

Hanzen – Será principalmente mão de obra local. Devemos pegar trabalhadores que estavam em projetos que deixaram de ser feitos em Rio Grande, por exemplo.

Blog: E haverá preferência para fornecedores locais?

Hanzen – Sempre há esta preferência, mas um projeto deste tamanho demanda fornecedores até mesmo do exterior.

Blog: Houve negociação de incentivos com o governo do Estado?

Hanzen – Não. O que acertamos é o que está no protocolo de intenções. O investimento ser feito está amarrado à garantia de manutenção por oito anos para a Yara do decreto que já existe e que reduz em 75% a base de tributação de ICMS. Esta é a segurança tributária que precisávamos.

 

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Crise afeta menos investimentos em pesquisa e inovação na indústria

04 de abril de 2016 0
Foto: Marco Favero / Agencia RBS.

Foto: Marco Favero / Agencia RBS.

A crise econômica derrubou investimentos da indústria, que foram cortados em 37% em 2015. Só que a aplicação de recursos em pesquisa e inovação caiu menos.

Investimento global da indústria -37% R$ 109,9 bilhões em 2015
Inovação -18% R$ 17,5 bilhões
Pesquisa e Desenvolvimento -25% R$ 12,3 bilhões

Cenário semelhante no Rio Grande do Sul. A indústria gaúcha teve em 2015 a menor proporção de investimento dos últimos seis anos. Para 2016, a intenção é ainda menor.

88% das indústrias gaúchas pretendiam investir em 2014
70% das indústrias gaúchas pretendiam em 2015
59,9% em 2016

- No entanto, neste mesmo quadro, as empresas apresentam expectativa de investir mais em inovação. – observa o pesquisador da Fundação de Economia e Estatística Tarson Núñez.

Intenção de melhoria do processo produtivo atual
Realizado 2015 45,3%
Previsto 2016 49,5%

Introdução de novos processos
Realizado 2015 5,5%
Previsto 2016 5,7%

Introdução de novos produtos
Realizado 2015 17,2%
Previsto 2016 20,0%

O pesquisador da FEE fez o levantamento a pedido da Gaúcha e do blog Acerto de Conta$. Confira entrevista com Tarson Núñez, que também compara os investimentos do Brasil com outros países e a dificuldade de a pesquisa acadêmica ser aplicada nas empresas:

 

 

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Girando Sol marca inauguração da nova fábrica

29 de março de 2016 0
Foto: Agência Darde / Divulgação.

Foto: Agência Darde / Divulgação.

A Girando Sol marcou para sexta-feira, dia 1º de abril, a inauguração do novo complexo industrial. A fábrica fica em Arroio do Meio.

A data foi escolhida para marcar os 25 anos da empresa. A unidade recebeu R$ 45 milhões em investimentos, incluindo a obra e a compra de máquinas. Dinheiro próprio e do BNDES. A obra começou em 2011.

A estrutura fica no Bairro São Caetano. Integra as três unidades que antes funcionavam separadamente. A área construída atinge 22 mil metros quadrados.

“A nova estrutura dará mais ritmo e agilidade, além de reduzir custos e aumentar a produtividade da indústria. No estágio atual já foi possível ampliar em até 60% a capacidade produtiva, marca que pode chegar a 100% no curto prazo.” – diz a empresa.

A Girando Sol fabrica produtos de limpeza. Em 2015, das 12 linhas produzidas, nove estavam entre as mais vendidas na Região Sul, segundo pesquisa da Nielsen.

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Situação política derruba taxas do Tesouro Direto

17 de março de 2016 0

bancocentral

A situação política está derrubando as taxas pagas pelos títulos públicos do Tesouro Direto. Com forte volatilidade, as negociações foram abertas mais tarde nesta quinta-feira.

Por exemplo, o NTN-B 2024 pagava 7,02% ontem. Hoje, abriu com juro de 6,75% para quem compra o papel.

- O mercado está vendo o otimismo no meio do caos. Quanto mais o investidor acreditar no impeachment, mais o juro vai cair. – explica Pier Mattei, da Monte Bravo Investimentos.

Mattei diz, no entanto, que as taxas ainda são atrativas para quem pensa em investir no Tesouro Direto.

- Quem comprou este títulos em janeiro e fevereiro está ganhando muito retorno. O mercado está pagando até 20% mais, em alguns casos.

Quando há muita volatilidade, as negociações são suspensas. Isso tem ocorrido pelo menos três vezes ao dia.

São papéis do Governo Federal. Quando alguém compra, está financiando o governo mediante o pagamento futuro de juros.

São considerados tão seguros quanto a poupança, mas oferecendo uma rentabilidade maior. Confira em entrevista feita no Destaque Econômico:

 

 

 

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Galeteria da Serra Gaúcha abre segundo restaurante em Santa Catarina

23 de fevereiro de 2016 0
Imagens: Divulgação.

Imagens: Divulgação.

 
Rede de cantinas criada na Serra Gaúcha, o Casa DiPaolo vai inaugurar sua 12ª unidade em maio. Será a segunda em Santa Catarina.

O restaurante ficará no Continente Shopping, na Grande Florianópolis. O outro fica em Itapema, que abriu as portas em dezembro passado.

O Casa DiPaolo é tradicional na culinária italiana. Do galeto al primo canto ao radicci com bacon. Em média, o rodízio custará R$ 68.

Junto, terá um ambiente separado para a marca Belgaleto. Também é da empresa e serve pratos expressos.

- A proximidade com a Capital foi um dos aspectos importantes para conquistarmos liderança de mercado no Estado vizinho. -  explica Paulo Geremia, sócio-fundador do Casa DiPaolo.

O novo restaurante vai operar com 45 funcionários. Somadas, as unidades terão capacidade para receber cerca de 235 clientes.

Hoje, o Casa DiPaolo está em Garibaldi, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Gramado, Porto Alegre, Recanto Maestro e Itapema.

Interior 4 Continente Shopping_crédito Arquitetura Zanesco Galeazzi

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Investimentos - O que NÃO fazer em 2016.

19 de fevereiro de 2016 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O blog Acerto de Conta$ vive dando orientações sobre o que fazer nas finanças. Em entrevista ao Destaque Econômico, o consultor financeiro André Massaro inverteu o raciocínio. Listou o que não fazer nos investimentos em 2016.

1- Investir sem definir estratégia e objetivo

Definir o objetivo, partir para a estratégia e então fazer o plano.

2- Investir em renda variável e prefixados

Ainda não é a hora, diz Massaro. Mesmo com glamour, o risco é injustificável, segundo ele.

3- Investir na poupança

Sem maiores comentários. Inaceitável para quem tem um mínimo de conhecimento. A poupança vai ficar pior ainda.

4- Negligenciar os custos dos investimentos

Com juros altos, investidores estão voltando a aceitar custos elevados. Isso é acomodação.

5- Entrar em investimentos que prometem muito

Picaretas e bandidos de plantão estão à espreita de quem busca enriquecimento rápido.

- O ano de 2016 promete ser um ano difícil, mas poderá ser um ano brilhante para investidores que atuem com estratégia, consistência e disciplina. – complementa André Massaro.

Ouça a entrevista completa, que detalha cada ponto desta lista:

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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