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Posts com a tag "juro"

Juros sobem. Como identificar e evitar o estrago no orçamento.

19 de maio de 2013 3

Foto: Genaro Joner/Agência RBS.

As taxas médias de juros do mercado subiram em abril após quatro meses de redução. A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças e o movimento ocorre após o Banco Central ter elevado a Selic, conhecida por taxa básica de juros da economia brasileira.

Para pessoa física, das seis linhas de crédito pesquisadas, quatro foram elevadas. Foram as menores: juros do comércio, CDC-bancos, financiamento de automóveis e empréstimo pessoal. Já para pessoa jurídica, das três linhas de crédito pesquisadas, aumentou apenas o juro da conta garantida.

Educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil explicou no programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha, como identificar juros altos e evitar o estrago que fazem no orçamento da família. Também analisou porque as pessoas não conseguem direcionar para o consumo esse dinheiro que acaba indo para pagar juros do parcelamento e da inadimplência. Ouça a entrevista:

Leia também:

- Inadimplência cai, mas tendência é aumentar

- Suspenso parcelamento do IPTU atrasado em Porto Alegre

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Inadimplência cai, mas tendência é aumentar

12 de maio de 2013 1


Foto: Lucio Sassi / Agencia RBS.

Depois de seis meses de alta, a inadimplência cai pelo segundo mês seguido, segundo a CDL Porto Alegre, que gerencia o SCPC no Rio Grande do Sul. Em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o recuo foi de 18%.

A inadimplência está em 10,1%. O número indica o percentual de consultas ao banco de dados que apresentam restrição de crédito. Em maio do ano passado, estava em 12,3%.

Economista da CDL Porto Alegre, Gabriel Torres observa que há uma relativa estabilidade nos últimos meses. A boa situação do emprego segura a situação das contas, apesar do crescimento do crédito não ter sido acompanhado pelo planejamento das famílias com as finanças da casa.

Mas o economista alerta para os próximos meses. A alta da Selic já chega nos juros e a inadimplência tende a se elevar, respondendo a este movimento com uma defasagem de cerca de cinco meses.

Homens e jovens estão entre os mais inadimplentes. Conheça os dados e ouça a entrevista completa com o economista da CDL, Gabriel Torrres, no Destaque Econômico.

Leia também:

- Juros sobem após quatro meses de queda. Onde pesquisar a menor taxa.

- Economia de R$ 5 por dia para viajar para o Nordeste

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Juros sobem após quatro meses de queda. Onde pesquisar a menor taxa.

10 de maio de 2013 0

Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

As taxas médias de juros do mercado subiram em abril após quatro meses de redução. A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças e o movimento ocorre após o Banco Central ter elevado a Selic, conhecida por taxa básica de juros da economia brasileira.

Para pessoa física, das seis linhas de crédito pesquisadas, quatro foram elevadas. Foram as menores: juros do comércio, CDC-bancos, financiamento de automóveis e empréstimo pessoal. Já para pessoa jurídica, das três linhas de crédito pesquisadas, aumentou apenas o juro da conta garantida.

Como pesquisar

As taxas variam conforme a instituição financeira, o perfil do cliente e as características da operação de crédito que se busca. É preciso fazer simulações em mais de uma instituição financeira. Como são muitas no mercado, o ideal é escolher algumas para consultar.

Para pessoa física, o Banco Central disponibiliza uma pesquisa de taxas médias indicando as instituições financeiras no espaço Cidadão do site:

Taxas de juros de operações de crédito - Banco Central

Já para empresas, a Fecomércio-RS criou um serviço que monitora juros nos principais bancos que atuam no Rio Grande do Sul.

Monitor de Juros - Fecomércio-RS  

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2013 - Banco Central projeta inflação de 5,7% e avanço de 3,1% do PIB

28 de março de 2013 0

Reunião Banco Central. Foto: Agência Brasil.

O Banco Central projeta inflação de 5,7% no fechamento de 2013. A previsão está no Relatório Trimestral de Inflação divulgado hoje, revisando a projeção anterior de 4,8% para o IPCA.

Projeções para inflação:

5,7% 2013
5,3% 3014
5,4% primeiro trimestre de 2015

Ontem, a presidente Dilma Rousseff disse que não concorda com políticas que reduzam o crescimento para combater a inflação. A declaração agitou os mercados financeiros, fazendo a presidente voltar a falar sobre o assunto. Disse que foi mal interpretada.

"(...) taxas de inflação elevadas geram distorções que levam a aumentos dos riscos e deprimem os investimentos. Essas distorções se manifestam, por exemplo, no encurtamento dos horizontes de planejamento das famílias, empresas e governos, bem como na deterioração da confiança de empresários. O Comitê enfatiza, também, que taxas de inflação elevadas subtraem o poder de compra de salários e de transferências, com repercussões negativas sobre a confiança e o consumo das famílias. Por conseguinte, taxas de inflação elevadas reduzem o potencial de crescimento da economia, bem como de geração de empregos e de renda." - diz o relatório do Banco Central.

PIB

Para o PIB, o Banco Central projetou crescimento de 3,1% em 2013. No ano passado, a economia brasileira teve um pequeno avanço de 0,9%, segundo o IBGE.

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Publicado juro de longo prazo de 5%

28 de março de 2013 0

Está publicada no Diário Oficial da União a resolução do Banco Central que mantém a Taxa de Juro de Longo Prazo em 5% ao ano. Vale para todo o segundo trimestre de 2013.

A definição ocorreu em reunião do Conselho Monetário Nacional. É o menor patamar da história da taxa usada em operações do BNDES. A redução da TJLP de 5,5% em 5% foi decidida em dezembro passado.

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Maioria dos inadimplentes de Porto Alegre é de solteiros

25 de março de 2013 0

Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

A maioria dos inadimplentes é formada por solteiros. É o caso de seis em cada dez pessoas que estão com o nome sujo e procuraram o atendimento ao consumidor do SCPC, em Porto Alegre.

Em segundo lugar, aparecem os casados, com 28%. Divorciados são 10% e viúvos, 2%.

Outro dado que chama a atenção no levantamento da CDL Porto Alegre, que administra o SCPC, é o motivo da inadimplência. O descontrole financeiro foi apontado por 40%. Bem depois no ranking, aparecem a compra por terceiros e o atraso dos salários.

A boa notícia é que a maioria (40%) pretende priorizar a conta atrasada do cartão de crédito. É o juro mais alto praticado no mercado.

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Mercado aumenta de novo previsão para alta dos juros

25 de março de 2013 0

Pela terceira semana consecutiva, o mercado elevou a previsão para a taxa Selic no fechamento de 2013. Os analistas projetam agora juro de 8,5% ao ano.

Atualmente, está em 7,25%. No entanto, a pressão da inflação está levando o mercado a apostar em mudança nas decisões do Copom em relação à política monetária, elevando a Selic. A próxima reunião será em abril.

O relatório Focus foi divulgado hoje pelo Banco Central. A inflação prevista teve uma pequena queda. Preveem IPCA em 5,71%.

PIB menor previsto. Avanço de 3%. Taxa de câmbio projetada em R$ 2.

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Leitor pergunta: Banco pode voltar a cobrar taxa suspensa em conta parada?

23 de março de 2013 1

Leitor Rogério relata a seguinte situação:

"Em 15 de janeiro, entraram na minha conta R$ 211. Dinheiro foi usado para saque e pagamentos com cartão de débito que somaram R$ 192. No mesmo dia, o banco debitou R$ 14 de taxa de manutenção de conta, que não era cobrada há mais de seis meses, mais R$ 3,60 de saque e R$ 7,40 de transferência para outro banco. Pode?"

Se a conta estava zerada, alguns bancos param de cobrar a taxa de manutenção, explica o educador financeiro Mauro Calil, também fundador da Academia do Dinheiro. É para não correr o risco de a taxa ficar caindo no negativo da conta e gerar juro sobre juro para o cliente. Quando a conta volta a ser movimentada, o banco retoma a taxa e pode cobrar as anteriores de forma retroativa.

Mas muito cuidado com o negativo do banco! É a segunda taxa de juros mais alta do mercado. Só perde para o cartão de crédito. Se for acumulando juros sobre juros, o cliente vai se assustar com o passar do tempo com a dívida que vai encontrar.

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Mercado eleva para 8,25% previsão para a Selic

18 de março de 2013 0

O mercado elevou para 8,25% ao ano a previsão para a taxa de juros Selic no fechamento do ano. A elevação acontece dias depois de o Banco  Central divulgar a ata do Copom, quando manifestou preocupação com a inflação.

Ainda no relatório FOCUS, a projeção para o PIB caiu para um avanço de 3,03% em 2013. Houve ainda redução na previsão para a inflação, com IPCA a 5,73%.

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Análise: Banco Central está com um dilema

17 de março de 2013 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

O que a ata do Copom, divulgada pelo Banco Central na última semana, sinaliza para a próxima reunião, em abril?

Analista de mercado Débora Morsch:

"A ata da última reunião do Copom deixou muito claro qual será a decisão daqui para frente. O Comitê admite que a inflação pode mudar de patamar, exigindo cautela na política monetária.

A taxa Selic está em 7,25% ao ano desde outubro de 2012 e a inflação nos últimos 12 meses, medidos pelo IPCA, está em 6,2%. É bem acima do centro da meta de 4,5% ao ano e muito próxima do teto.

A inflação já vem acima da meta desde 2010. O governo já tomou diversas medidas, com o objetivo de ajudar a conter a alta da inflação, como desoneração da cesta básica, redução na tarifa de energia, represamento de ajuste dos combustíveis. Muitas vezes, gera problemas posteriores, como o aumento do endividamento da Petrobras. O Governo também atuou no câmbio, ora ajudando a alta da cotação para ajudar os setor industrial e agora pressionando a cotação do dólar para aliviar as frações inflacionárias. O Governo foi muito intervencionista e agora está revendo a sua atitude.

A nossa inflação está muito concentrada na alta dos alimentos e serviços. A dúvida que fica é: a alta dos juros reverte esse quadro a curto prazo? A meu entender, a sinalização de alta dos juros na próxima reunião do Copom daria uma ideia de maior independência do Banco Central na construção de política monetária e comprometimento com o controle da inflação. O Banco Central está com um dilema: inflação alta x crescimento baixo da economia."

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Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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