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Posts com a tag "juro"

Inflação prevista para o ano volta a cair e mercado quer corte maior do juro

24 de abril de 2017 0

A previsão para a inflação voltou a cair, pela sétima vez consecutiva. A aposta para o IPCA em 2017  é de 4,04%, abaixo do centro da meta de inflação.

Hoje, inclusive, a Fundação Getúlio Vargas divulgou o IPC-S, Índice de Preços ao Consumidor. Teve nova queda, estimulado pela redução das tarifas de energia elétrica.

A aposta para o IPCA apareceu no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central. Que, no entanto, manteve a taxa de juros Selic em 8,5% para o fim de 2017.

Mas analistas de mercado e corretoras já se manifestam esperando que o juro seja reduzido em um ritmo maior na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, que ocorre no fim de maio. O Banco Central cortou a Selic em 1 ponto percentual no último encontro, há duas semanas.

No Focus, também apareceu um pequeno aumento na previsão para o PIB. Aposta de crescimento de 0,42% na economia brasileira. Também aumentou para 1,36% a projeção de alta da produção industrial.

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Está valendo redução pelo INSS dos juros no empréstimo consignado e cartão de crédito

03 de abril de 2017 0

Está publicada a portaria do Ministério do Desenvolvimento e começa a valer a redução das taxas de juros no empréstimo consignado e cartão de crédito. A medida tinha sido anunciada na semana passada.

Primeiro corte desde 2008. Texto no Diário Oficial da União:

“Art. 1º Ficam estabelecidos os novos limites de taxas de
juros a serem aplicados nas operações de crédito consignado, respectivamente,
observando os seguintes critérios:
I – a taxa de juros não poderá ser superior a 2,14% (dois
inteiros e quatorze centésimos por cento) ao mês, devendo expressar
o custo efetivo para as operações de empréstimo consignado; e
II – a taxa de juros não poderá ser superior a 3,06% (três
inteiros e seis centésimos por cento) ao mês, de forma que expresse
o custo efetivo para as operações de cartão de crédito.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 1.016/PRES/INSS, de 6
de novembro de 2015, publicada no Diário Oficial da União (DOU)
n° 213, de 9 de novembro de 2015.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.”
A redução é estimulada pela queda na taxa básica de juros Selic nos últimos meses. O Conselho Nacional de Previdência aprovou teto de 2,14% ao mês para empréstimos, e no cartão de crédito, 3,06%, para segurados do INSS

“A medida permitirá a migração de dívidas mais caras, como as de cartão de crédito, por exemplo, para uma modalidade mais barata e até mesmo estimular novas concessões.” – diz o Ministério da Previdência.

O crédito consignado é uma das modalidades de menor custo do mercado. É descontado na folha de pagamento, o que gera um risco menor de inadimplência.

“A redução do teto das taxas de juros permitirá que servidores públicos, aposentados e pensionistas, que tenham dívidas caras, pagando até 15,88% ao mês em cartão de crédito rotativo, substituam esse crédito pelo consignado, passando a pagar bem menos.” – argumenta o Governo Federal.

É uma boa opção para pagar dívidas “mais caras”, ou seja, com taxas maiores. Mas cuidado para não comprometer mais do que um terço da renda mensal. Mesmo a legislação limitando em 35%, há casos com comprometimento bem acima disso.

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Limitação de cobrança de encargos por inadimplência começa a valer em setembro para bancos

01 de março de 2017 0

O Ministério da Fazenda publicou resolução que disciplina cobrança de encargos por instituições financeiras em caso de atraso de pagamentos por clientes.
A íntegra:

encargos

 

 

Tinha sido aprovada pelo Conselho Monetário Nacional na semana passada. Disciplinou a cobrança de encargos no caso de atraso em pagamentos para bancos. Regra entra em vigor em setembro e só para contratos novos.

Com a nova regra, quem atrasar uma conta poderá arcar com juro remuneratório, juro de mora e multa. Atualmente, pode-se cobrar “comissão de permanência”, taxa que pode ser calculada pelo banco usando as taxas estabelecidas no contrato ou a taxa de mercado do dia do pagamento. A mudança valerá a partir de setembro.

Ex-diretor do Procon e especialista em direitos do consumidor, Cauê Vieira considera a medida positiva porque deixa a cobrança mais transparente. Mas exigirá atenção do consumidor na hora de assinar o contrato e de órgãos de defesa do consumidor e do judiciário quanto a cláusulas abusivas.

Mudança deixa cobrança de juros por bancos mais transparente, mas exige atenção do cliente

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Aplicativo compara empréstimos e garante juros até 16 vezes menores

20 de fevereiro de 2017 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.ceccon@rdgaucha.com.br)

 

 

g-b-devices@3x

 

O GuiaBolso, que é um aplicativo de finanças pessoais, lançou no final de janeiro uma plataforma de empréstimos que permite que o consumidor tenha acesso a taxas de juros mais baratas que as praticadas no mercado. Além disso, a contratação do empréstimo é feito pelo site ou pelo aplicativo GuiaBolso, que promete segurança na operação.

Segundo dados da empresa, atualmente, cerca de 35% dos novos usuários do GuiaBolso possuem dívidas no cheque especial. A plataforma analisa o perfil do usuário e mostra as ofertas com menores taxas de juros, como explica o CEO do GuiaBolso, Benjamin Gleason.

- O usuário baixo o aplicativo ou entra pela internet no site do GuiaBolso e a primeira coisa que faz é conectar a sua conta para que sincronizemos na plataforma todas as transações de conta corrente e cartão de crédito. A partir daí fazemos uma análise e oferecemos ao usuário uma opção de crédito com taxa muito mais adequada para aquele perfil financeiro financeiro ou perfil de risco. O usuário também pode aproveitar essa organização para fazer um controle financeiro recorrente através do aplicativo.

O GuiaBolso garante que consegue reduzir a taxa de juros anual paga pelo consumidor em até 16 vezes no caso do cheque especial. Há ofertas a partir de 2,9% ao mês, por exemplo. Na ferramenta, o consumidor tem acesso ao valor da parcela, ao período e à taxa de juros final a ser paga.

O GuiaBolso é um aplicativo que permite que o usuário conecte as contas bancárias e cartões de crédito, fazendo com que ele receba suas informações financeiras automaticamente quando há uma saída ou entrada de dinheiro. Os gastos são organizados por categorias e gráficos, que mostram de uma maneira rápida onde o usuário está gastando. O app já tem mais de três milhões de usuários.

Ouça o programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha:

 

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Corte no juro pelo Banco Central demora até oito meses para chegar ao consumidor e para empresas

20 de fevereiro de 2017 0

20178348

 

 

O impacto da redução da Selic demora meses até chegar ao consumidor ou às empresas. A gente percebe isso, tanto que as pesquisas demoram para mostrar o movimento de corte dos juros iniciado em outubro pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Aliás, nesta semana, tem nova reunião do Copom. Mercado aposta em redução de até um ponto percentual.

Estudo do economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, mostra demora de até oito meses para o corte no juro chegar na sua totalidade ao consumidor, por exemplo, no cheque especial. No caso do crédito pessoal, leva sete meses. O repasse mais rápido apareceu no crédito para compra de veículo, com o maior impacto ainda no primeiro mês.

O levantamento considerou também linhas de crédito para empresas. Nos descontos de duplicatas, o maior impacto fica no segundo mês. Nos empréstimos para capital de giro, o repasse total também leva oito meses.

- Muitas vezes as pessoas acham que basta o Copom se reunir e anunciar uma nova taxa para que no outro dia tenham mudanças nas condições creditícias, na inflação e em tudo aquilo que a taxa afeta colateralmente. Não é verdade.

Ouça entrevista com Antônio da Luz no programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha:

 

 

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Mercado reduz previsão para inflação e juros

23 de janeiro de 2017 0

O mercado fez novos cortes nas projeções para inflação e juros em 2017. O movimento apareceu no relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

Para o IPCA, reduziram a previsão para 4,71% no fechamento do ano. Terceira semana consecutiva de queda.

Já para a Selic, projetam taxa de juros em 9,5% ao ano. Segundo corte na aposta.

Outras projeções para 2017:

PIB +0,5%

Produção industrial +1%

Dólar R$ 3,40

Mercado reage bem ao corte agressivo da taxa de juros pelo Banco Central

12 de janeiro de 2017 2

O mercado está reagindo bem ao corte mais agressivo da taxa de juros. O Comitê de Política Monetária, do Banco Central, reduziu a Selic em 0,75 ponto percentual para 13% ao ano.

As negociações futura abriram assim:

Índice Bovespa Futuro (INDG17) = +1,95% aos 64.350 pontos

Dólar Comercial Futuro (DOLG17) = -0,78% aos 3.194 pontos

Taxa de Juro Futura, para 2021 (DI1F21) = – 2,70% aos 10,81 pontos

- Com a redução da Taxa Selic, os investimentos em Renda Fixa começam a diminuir a rentabilidade, fazendo com que os investidores financeiros procurem outros ativos com possibilidade de maiores lucros. Entre eles, ações na Bolsa de Valores e investimentos Pré-Fixados. – analisa Bruno Madruga, da Monte Bravo Investimentos.

O pregão da Bolsa de Valores de São Paulo abre às 10h. Algumas empresas devem ser imediatamente beneficiadas. É o caso do varejo, já que o juro mais baixo estimula o consumo. E também empresas que estão muito endividadas, pois taxas menores reduzem o custo da dívida. Portanto, ações destas companhias tendem a sentir valorização no mercado.

Mercado já aposta em novos cortes agressivos no juro. Copom reúne-se novamente em 22 de fevereiro. Analistas sugerem até redução de 1 ponto percentual, passando a Selic para 12% ao ano.

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Juro nas lojas gaúchas volta a subir e quase bate 100%

14 de dezembro de 2016 0

Foi só de um mês o alívio no juro do crediário. As taxas voltaram a subir nas lojas em novembro, segundo a pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças.

Aqui no Rio Grande do Sul, também. Com isso, está quase batendo 100%. Acima da média nacional.

Juro no crediário no Rio Grande do Sul:

5,94% ao mês

99,86% ao ano

Ou seja, se não pagar a dívida, o valor dobra em um ano.

O Comitê de Política Monetário reduziu a taxa de juros Selic nas duas últimas reuniões. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, observou que instituições financeiras não estão fazendo o repasse do corte para consumidores e empresas. Com o argumento de aumento do risco de inadimplência, estou aumentando o que chama-se de “spread bancário”.

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Banco Central projeta inflação abaixo do centro da meta e sinaliza corte maior de juros

06 de dezembro de 2016 0

O Banco Central projeta inflação de 4,4% em 2017. Fica um pouco abaixo do centro da meta do Governo Federal, que é de 4,5%.

A projeção apareceu na ata do Comitê de Política Monetária, divulgado nesta terça-feira. Detalha a última reunião do Copom, que decidiu por nova redução da Selic para 13,75% ao ano.

Para 2018, a inflação projetada é de 3,6%. E para o fechamento de 2016, alterou a aposta de fechamento do IPCA para 6,6%.

Além disso, o Copom deu sinais de estar disposto a acelerar ritmo de corte de juro. A próxima reunião ocorre em janeiro. O documento sinaliza “alívio monetário”, indicando um corte de 0,5 ponto percentual.

O mercado espera este ritmo maior de corte da Selic. Objetivo é um estímulo no crédito, principalmente.

Caem juros cobrados no crediário de lojas no Rio Grande do Sul

18 de novembro de 2016 0

Os juros do crediário caíram no Rio Grande do Sul em outubro. Poucas vezes isso ocorreu nos últimos dois anos, quando a crise afetou com força o mercado de crédito.

A queda foi de 0,67% sobre setembro. Então, quando as taxas estavam quase batendo 100%, voltaram a recuar para 98,95% ao ano.

A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças. O levantamento é feito em sete locais do País. A média nacional fica em 98,05% ao ano.

A pesquisa mais recente da Anefac também mostrou queda na taxa média de juros cobrada do consumidor, considerando seis linhas de crédito. Foi o primeiro corte em 24 meses.

Diretor da Anfeac, Miguel Oliveira atribui aos seguintes fatores:

- Redução da taxa básica de juros Selic pelo Banco Central em sua última reunião
- Expectativa de novas reduções da Selic nas próximas reuniões do Copom com um cenário de inflação menor
- Melhora das expectativas econômicas para 2017

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