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Justiça nega redução da conta de energia de rede de lojas de Porto Alegre

08 de maio de 2017 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou pedido de liminar de uma rede de lojas do Rio Grande do Sul para suspender a cobrança na conta de luz da chamada Conta de Desenvolvimento Energético. A CDE é um dos encargos que compõem a fatura.

A rede que fez o pedido judicial é a lojista gaúcha de artigos esportivos Ughini. Terá, então, que seguir pagando a totalidade das faturas de energia elétrica das quatro lojas que tem em Porto Alegre.

A empresa ajuizou ação na 5ª Vara Federal de Porto Alegre com pedido de tutela antecipada em novembro do ano passado. A liminar foi indeferida e a autora recorreu ao Tribunal.

O TRF lembra que a CDE é um encargo setorial cobrado pelas concessionárias de distribuição de energia elétrica:

“com o objetivo de promover a universalização do serviço em todo o território nacional, conceder descontos a usuários de baixa renda e custear sistemas elétricos isolados, entre outros.”

Os advogados alegam que as novas finalidades para a CDE, estipulada por decreto, são inconstitucionais. Acrescentam que a empresa é usuária intensiva de energia elétrica nas suas operações e a elevação do custo provoca perda de competitividade. Argumentam que este alto custo impede o sucesso do plano de recuperação e pagamento dos credores.

Relator no Tribunal, desembargador federal Luís Alberto Aurvalle disse que há os requisitos para a concessão de uma liminar como o perigo da demora. Para o desembargador, é um pedido estritamente econômico e não há elementos concretos que apontem para a possibilidade de quebra da empresa ou de inviabilização das atividades econômicas por pagar os valores enquanto tramita o processo.

Apesar da liminar negada, a ação segue tramitando na 5ª Vara Federal de Porto Alegre.

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Aumento da energia elétrica pode superar 25% no Rio Grande do Sul em 2017

24 de janeiro de 2017 9
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Depois da forte alta em 2015 e de um certo alívio em 2016, ganham força as previsões de que a tarifa de energia elétrica ficará mais cara mesmo em 2017. E em 2018 também. A pedido da Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$, a TR Soluções fez projeções para as distribuidoras do Rio Grande do Sul.

Para CEEE, o consultor Paulo Steele prevê reajuste de 25,41% em 2017. Para 2018, aumento médio previsto de 6,5% na energia.

- Basicamente, toda essa elevação em 2017 para a CEEE é explicada pelas elevações dos custos com transmissão, que é o impacto da indenização.

Como tem reajuste no segundo semestre, a CEEE terá certamente o impacto do custo que aumenta em julho de 2017. Já a RGE e a RGE Sul (antiga AES Sul), ambas da CPFL, têm reajuste em junho e em abril, respectivamente.

Aí, Steele explica que os reajustes vão depender do resultado de uma audiência pública que está em andamento e que estabelece que a Agência Nacional de Energia Elétrica pode antecipar o repasse de custos para os reajustes.

- Em 2017, temos ao menos uma elevação excepcional. O custo relacionado ao sistema de Transmissão de Energia deve ter uma elevação de cerca de 300% em julho.

Então, se a Aneel antecipar essas elevações de custo para RGE e RGE Sul, os reajustes serão maiores em 2017 também para estas distribuidoras.

- Nossa expectativa são de reajustes para os consumidores em baixa tensão de 3% para clientes da RGE Sul e 9% para a RGE em 2017. No entanto, para 2018, teríamos para os consumidores em baixa tensão de -0,5% para a RGE Sul e +0,6% para a RGE.

Mas se a Aneel não antecipar, o acumulado de dois anos ficará ainda mais pesado para o consumidor.

- Se a Aneel não antecipar, os reajustes para os consumidores em baixa tensão devem ser de -7% para a RGE Sul e +0,5% para a RGE em 2017. Só que, para 2018, teríamos para os consumidores em baixa tensão +20% para a RGE Sul e +16% para a RGE.

RGE Sul e RGE não serão tão impactadas em 2017 por essa alta nos custos com a transmissão devido à queda de 25% de um encargo setorial, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). CEEE já repassou parte desta redução.

Previsão da Aneel divulgada pelas agências de notícias nesta terça-feira aponta que indenização a transmissoras pode causar alta média de 9% nas tarifas de energia elétrica em 2017. Entre 2017 e 2024, consumidores terão que pagar cerca de R$ 65 bilhões pela conta de luz.

É dinheiro que o governo deve às concessionárias de transmissão de energia. Serve para compensar investimentos feitos nas linhas de transmissão antes de 2000, mas que ainda não tinham sido totalmente pagos via tarifa. O pagamento tinha que ter começado em 2013, mas foi atrasado e, então, R$ 35 bilhões referem-se à atualização do valor. Têm direito concessionárias que aceitaram renovar concessões em 2012 dentro do plano lançado por Dilma Rousseff para baratear as contas de luz.

 

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Proposta redução de até 13,65% na tarifa de energia da CEEE

06 de setembro de 2016 5
Foto: Félix Zucco/Agencia RBS

Foto: Félix Zucco/Agencia RBS

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica apresentou proposta de redução média de 12,18% nas tarifas da distribuidora CEEE. É a revisão tarifária periódica, que reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar custos e investimentos para a prestação dos serviços. É feita a cada quatro anos.

Proposta da Aneel:

Alta tensão (indústria): -9,26%
Baixa tensão (residências): -13,65%

“O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).”

A proposta ficará em audiência pública entre os dias oito de setembro e dez de outubro. O percentual definitivo da revisão entrará em vigor em 22 de novembro, quando aprovado pela diretoria da agência reguladora.

Segundo a Aneel, pesaram para a proposta de redução da tarifa o menor custo de aquisição de energia e a retirada de componentes financeiros que pesavam no cálculo tarifário. A CEEE atende 1,6 milhão de clientes no Rio Grande do Sul.

Conselho de Defesa Econômica aprova compra da AES Sul

08 de agosto de 2016 1
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade do capital social da AES Sul pela CPFL Energia. O despacho é da Superintendência-Geral do Cade e está publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A operação de compra da AES Sul foi anunciada ao mercado pela CPFL Energia na metade de junho. O valor anunciado para o negócio foi de R$ 1,698 bilhão.

A AES Sul atua como distribuidora de energia elétrica no Rio Grande do Sul. Atende 118 cidades do Estado, na Região Metropolitana e Centro-Oeste. São 1,3 milhão de clientes. Residências e comércio respondem por 44% do volume de energia.

Concluída, a operação consolida a posição de liderança do Grupo CPFL no segmento de distribuição de energia elétrica no Brasil. Hoje, detém 13% do mercado nacional de distribuição. Com a compra da AES Sul, alcançará 14,3%.

Com o negócio, a CPFL Energia será responsável por fornecer energia para 382 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. A RGE (Rio Grande Energia) também é distribuidora do grupo.

O nome será alterado. A CPFL não poderá seguir usando AES no nome.

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Frio faz consumo de energia disparar nas residências gaúchas

03 de agosto de 2016 1
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS.

 

O frio rigoroso fez o consumo de luz disparar nas residências do Rio Grande do Sul. Foi um aumento de 9,7% em junho, na comparação com o ano passado. Eletrodomésticos para aquecer o ambiente são os “culpados”.

O dado surpreendeu a Empresa de Pesquisa Energética, que faz o acompanhamento do setor. Vai contra a retração na economia, que afeta a renda das famílias, e queda na intenção de compra de bens duráveis grandes consumidores de energia, conforme pesquisa da Confederação do Comércio.

“O crescimento do consumo observado nos últimos meses tem sido, principalmente, atribuído à influência da temperatura, e ao afrouxamento das medidas de redução do consumo adotadas pelas famílias nos meses anteriores fruto do choque tarifário ocorrido no ano passado.”

Leia também: Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

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Quem são os vilões na sua conta de luz? Veja uma simulação e aprenda a calcular.

02 de agosto de 2016 13

 

Foto: Agência RBS.

Foto: Agência RBS.

 

A conta de luz é uma das principais despesas fixas da família brasileira. Segundo o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia e da RGE, Luiz Carlos Lopes Júnior, a fatura média de energia elétrica de uma residência fica em R$ 76,80.

- Segundo a Empresa de Pesquisa Energética, o consumo médio de uma residência brasileira é de 160 kWh/mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica calcula uma média brasileira de R$ 0,48 reais por quilowatt-hora. Sem impostos.

 

Como reduzir?
*** Checar a potência dos eletrodomésticos e eletroeletrônicos que você tem na sua residência, o que está disponível no próprio aparelho. Selo PROCEL e Etiqueta do Inmetro ajudam a identificar o equipamento que consome menos energia e é mais eficiente.
*** Pegar uma calculadora e seguir o exemplo:

TV LCD de 42”, cuja potência é de 250 watts (250 W). Multiplicar pelo número de horas e de dias de uso durante um mês. Se ligamos a TV apenas no horário de pico (entre 18h e 21h) e todos os 30 dias, chegaremos ao consumo de 22.500 W.

Para chegar à quantidade de energia consumida em kWh/mês, dividir 22.500 W por 1.000. Portanto, uma TV LCD de 42”, com uso diário de 3 horas, representa um consumo final de 22,5 kWh/mês.

O cálculo final de quanto o aparelho representará, em média, na conta de energia elétrica, vai ser o resultado da multiplicação do consumo (já em kWh/mês) do aparelho pela tarifa de energia da distribuidora da sua cidade. Para saber a sua tarifa com impostos, basta pegar uma fatura recente e dividir o consumo de energia pelo valor da conta.

- Por exemplo, um consumidor que reside em uma das 255 cidades do Rio Grande do Sul atendidas pela Rio Grande Energia tem tarifa de R$ 0,41 por kWh/mês, sem impostos. No exemplo da TV, este aparelho representará R$ 9,22 na conta de luz. – acrescente o gerente da RGE.

Abaixo, uma tabela com sete eletrodomésticos bastante usados. Fonte: RGE.

 

tabela rge

 

CPFL_Ilustra Consumo

 

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Tarifa de energia da RGE ficará mais barata

14 de junho de 2016 2
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou redução na tarifa de energia elétrica da Rio Grande Energia (RGE). O reajuste negativo entra em vigor no dia 19, próximo domingo.

Segundo a Aneel, o impacto para consumidores residenciais será de queda de 7,01%. A média entre todos os consumidores é -7,51%.

Alta Tensão em média (indústrias) : -8,21% 

Baixa Tensão em média: -7,03% 

A distribuidora atende 1,4 milhão de consumidores. Ficam em 262 municípios das regiões Norte e Nordeste do Rio Grande do Sul. Destaque para Passo Fundo e Caxias do Sul.

A AES Sul também teve redução de tarifa: Tarifa de energia ficará menor para clientes da AES Sul

A agência reguladora, ao calcular o reajuste, considera a variação de custos da prestação do serviço. Leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, além dos encargos setoriais. Os custos da distribuição são atualizados pelo indicador de inflação IGP-M.

Bandeira

Outro alívio para o bolso do consumidor é que a bandeira tarifária para junho segue verde. Com isso, não haverá cobrança extra na conta de luz do consumidor. O mecanismo foi criado para repassar todos os meses o custo da geração de energia.

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Prédio com placas solares vai gerar metade da energia consumida por cooperativa

16 de maio de 2016 1
Fotos: Divulgação.

Fotos: Divulgação.

 

R$ 300 mil foi o valor a mais investido pelo SICOOB Ecocredi no prédio que está inaugurando nesta segunda-feira em Três Coroas para produzir energia solar. Elevou o aporte financeiro na obra em 30%, mas a direção espera recuperar este investimento em sete anos, economizando 50% da conta mensal de energia.

- São 184 placas fotovoltaicas. Geram em média 69.030 kWh/ano. O equipamento é importado, mas a empresa responsável pelo projeto é de Porto Alegre. A EPI Energia Projetos e Investimentos. – informa o presidente do SICOOB Ecocredi, Analdo Moraes.

O prédio tem ainda outras iniciativas na área da sustentabilidade. A iluminação do complexo irá explorar ao máximo a luz natural. Também as janelas foram dimensionadas e posicionadas para possibilitar o que chamam de ventilação cruzada.

E tem mais para reduzir o impacto ambiental: Formas plásticas reduzem o consumo de madeira e blocos de concreto leve aumentam o isolamento térmico das salas. Já estão sendo instalados equipamentos que reduzirão o consumo de água e o elevador terá uma tecnologia diferenciada para menor consumo de energia.

 

formas plastico

 

Leia mais: Equipamento para gerar energia solar em residências parte de R$ 10 mil

Custo e falta de incentivo atrasam energia solar no Brasil

 

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Luzes acesas: brasileiro desperdiça 1,5 hora de energia por dia

21 de abril de 2016 1
Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

 

 

Ao deixar luzes acessas sem necessidade, o brasileiro desperdiça em média 1,5 hora por dia de energia elétrica. É o levantamento sobre o consumo inútil feito pela empresa Lutron Eletronics.

A pesquisa mostrou ainda que seis em cada dez pessoas deixam a luz acesa ao sair do cômodo. E esta seria uma ação básica para reduzir a conta de luz no fim do mês.

Onde o brasileiro mais esquece a luz acesa: quartos e cozinha. Aparelhos eletrônicos ligados simultaneamente também consomem muita energia elétrica.

- A iluminação corresponde, em média, a 20% do valor da conta de energia de uma residência. – afirma a diretora de Marketing para a América Latina da Lutron, Alejandra León.

Para quem pensa em usar a tecnologia para resolver esse problema, há os sensores de presença, que ligam as luzes quando há movimentação, ou os dimmers, interruptores que regulam o nível de luz.

 

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Tarifa de energia deve cair também para RGE e CEEE

13 de abril de 2016 0
Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

A tarifa de energia elétrica deve cair também para RGE e CEEE. É alívio para o bolso do consumidor, que enfrentou aumentos de 50% ou mais na conta de luz em 2015.

Nessa segunda-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou reajuste de -0,34% nas tarifas da AES Sul. A redução passa a vigorar em 19 de abril.

A RGE tem reajuste em junho. A projeção da TR Soluções para consumidores de baixa tensão é queda de 0,09% na tarifa.

Para a CEEE, o diretor da consultoria, Paulo Steele, calcula queda de 2,14%. Com a renovação do contrato de concessão, a data de reajuste da CEEE passou de outubro para novembro.

“Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Agência considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais. Os custos típicos da atividade de distribuição, por sua vez, são atualizados com base no IGP-M.” – explica a Aneel.

Lembrando que abril não terá a cobrança extra na conta de luz. A Aneel autorizou bandeira verde. Em março, estava em amarela. O mecanismo de bandeiras tarifárias é usado para repassar mensalmente aos consumidores o custo de geração de energia. Por mais de um ano, os consumidores pagaram a taxa extra mais alta por estarmos em bandeira vermelha.

Com o recuo nas tarifas, bandeiras e, eventualmente, tributos, a conta de luz tem ficado mais barata. Até mesmo para os gaúchos, que sofreram no início do ano com o aumento das alíquotas de ICMS sobre energia elétrica.

 

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