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Posts com a tag "mercado"

Preço dos imóveis à venda desacelera e fecha 2014 abaixo da inflação em Porto Alegre

06 de janeiro de 2015 23
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS.

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS.

O preço dos imóveis anunciados para venda em Porto Alegre desacelerou. Fechou 2014 com alta média de 4,35%, segundo o Índice Fipezap. É abaixo da inflação registrada na Capital no período, que foi de 7,24%.

Em dezembro, o preço médio caiu 0,9% em Porto Alegre. Foi o quarto mês do ano com queda de preço.

O metro quadrado em Porto Alegre fechou o ano custando R$ 5.040. A pesquisa considera 20 cidades e o valor mais alto do País está no Rio de Janeiro, em R$ 10.893.

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Mercado reduz aposta no PIB e aumenta para inflação em 2015

05 de janeiro de 2015 0

O mercado reduziu de 0,55% para 0,50% a previsão de crescimento do PIB em 2015. O resultado aparece no primeiro relatório Focus do ano, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. Para 2014, uma leve alta na expectativa para 0,14% de avanço na economia brasileira.

Para a inflação pelo IPCA, os analistas aumentaram a projeção de 6,53% para 6,56% em 2015. De 2014, projetam 6,39%. IBGE divulga o fechamento nos próximos dias.

Outras projeções para 2015:

Dólar R$ 2,80

Taxa de juros Selic 12,5% ao ano

Produção industrial +1,04%

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Mercado reduz ainda mais previsão para o PIB

22 de dezembro de 2014 0

Mais uma vez, o mercado reduziu a previsão para o PIB. Para 2014, cortou a projeção de crescimento da economia brasileira para 0,13%. Para 2015, aposta em avanço de 0,55%. O relatório Focus foi divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

Outras previsões:

Dólar
2014 R$ 2,65
2015 R$ 2,75

Taxa de juros Selic
2015 12,5% ao ano

Produção industrial
2014 -2,5%
2015 +1,02%

Inflação pelo IPCA
2014 6,38%
2015 6,54%

Mercado reduz mais ainda previsão para o PIB

01 de dezembro de 2014 0

O mercado reduziu mais uma vez a previsão para o PIB. Tanto para 2014 quanto para 2015. Para este ano, projeta avanço de apenas 0,19% da economia brasileira. Para ano que vem, aposta em crescimento de 0,77%.

O relatório Focus é divulgado pelo Banco Central. Traz previsões do mercado para indicadores da economia.

Outras previsões para 2014:

Produção industrial -2,26%
Taxa de juros Selic 11,5% ao ano
Dólar R$ 2,55
Inflação pelo IPCA +6,43%

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Mercado quer saber quem será o maestro na equipe econômica do Governo Federal

27 de novembro de 2014 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Presidente da Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais na Região Sul, Marco Martins ajuda os leitores do blog Acerto de Conta$ a saber como mercado viu a confirmação dos três nomes da equipe econômica do Governo Federal. Confira:

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy

“Uma boa dose de ortodoxia necessária para o momento. Tem experiência em lidar com o governo, pois trabalhou com o presidente Lula.”

Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini

“Um presidente de banco central discreto, competente. Porém, menos autônomo do que o necessário.”

Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa

“Excelente técnico, dando um tom mais desenvolvimentista para a equipe. Foi aluno da Maria Conceição Tavares.”

O presidente da Apimec-Sul complementa:

- Em uma equipe como essa, vamos ter que ver quem será efetivamente o maestro.

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Mercado eleva novamente previsão para o dólar

17 de novembro de 2014 0
Foto: Marcos Porto.

Foto: Marcos Porto.

 

O mercado elevou novamente a previsão para o dólar. Está apostando agora que o câmbio fechará 2014 a R$ 2,53. Há um mês, os analistas previam dólar a R$ 2,40.

O relatório Focus é divulgado pelo Banco Central. Para 2015, os analistas projetam câmbio a R$ 2,61.

Na divulgação de hoje, aumentaram levemente a previsão para o PIB. Crescimento projetado de 0,21% no ano.

Inflação pelo IPCA: +6,40%

Taxa de juros Selic: 11,5% ao ano

Produção industrial: -2,30%

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Análise: Mercado volta a ser mais técnico quando for anunciado novo ministro da Fazenda

03 de novembro de 2014 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Os ajustes pós eleição já ocorreram no mercado financeiro ou ainda tem muita coisa para acontecer?

Analista de mercado Débora Morsch:

“Passadas as eleições, o comportamento da Bovespa foi mais tranquilo do que as previsões catastróficas dos analistas. No dia seguinte às eleições, o Ibovespa caiu 2,8%, mas no fechamento da semana o Ibovespa encerrou em alta de 5,2%. As ações do chamado “Kit Eleição” tiveram o seguinte desempenho na semana: Petrobrás PN, -6,2%; e Eletrobrás ON,  +0,6% e Banco do Brasil ON,  +7,7%.

O mercado está aguardando com ansiedade a indicação do nome do novo ministro da Fazenda, uma vez que já foi anunciado que Guido Mantega não continuará no cargo. Os nomes mais cotados são Nelson Barbosa, Henrique Meirelles e Luiz Carlos Trabuco. Qualquer um desses nomes seria bem visto, indicando que o governo quer mudar a condução da política econômica e fiscal do País e evitar o rebaixamento do rating, que seria muito desastroso.

A primeira sinalização enviada pelo governo reeleito foi dada na última quarta-feira quando o COPOM elevou a taxa Selic em 0,25p.p. para 11,25 a.a., surpreendendo o mercado. O aumento dos juros está sendo interpretado como uma tentativa do Banco Central de recuperar a credibilidade.

Tudo indica que o governo anunciando a nova equipe econômica, o mercado volta a ser mais técnico, focando as suas atenções aos balanços das empresas e aos dados macroeconômicos do País. Diversas empresas já divulgaram resultados do terceiro trimestre na última semana, cujo prazo se encerra no dia 15.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Apostas para reação do mercado ao aumento da taxa de juros Selic

30 de outubro de 2014 0
Reprodução site Bovespa.

Reprodução site Bovespa.

Expectativa para como o mercado financeiro vai reagir à decisão do Copom de aumentar a taxa de juros para 11,25% ao ano. A medida do Banco Central surpreendeu analistas, que, no geral, apostavam na manutenção da Selic.

Há quem diga que a recepção será negativa porque o aumento dos juros trava mais a economia brasileira, que já está fraca. É o caso do presidente da Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais na Região Sul, Marco Martins:

- O mercado não gosta de ser surpreendido. Parece que não há diálogo entre mercado e governo. A inflação não é de demanda. É de custo, ou seja, gasolina, câmbio, energia. Então, alta do juro não contém inflação, mas reduz crescimento. Não é o que o País precisa. É como um casal que está discutindo a relação, um diz que vai tomar as medidas corretas e logo depois faz o contrário.

Já outros interpretam que o mercado pode receber de forma positiva, pois o Banco Central e o Governo Federal estariam mostrando que vão olhar a inflação com mais atenção. A análise é de Eduardo Cairoli, da Privatto Investimentos.

- Com o câmbio disparando e repasse de preços administrados, como combustíveis e energia, a inflação preocupa muito. E uma das principais ferramentas que o Banco Central tem é o juro.

Leia mais:

Alta da Selic: Poupança perde vantagem para a renda fixa

Copom surpreende e aumenta taxa de juros

 

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Mercado na expectativa para equipe econômica de Dilma

27 de outubro de 2014 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

A Bolsa de Valores de São Paulo reage mal ao resultado das eleições neste início de manhã. O dólar chegou a bater R$ 2,56. Expectativa para nome de quem assumiria o Ministério da Fazenda no lugar de Guido Mantega.

Na reunião matinal, a XP Investimentos lembrou que a presidente eleita falou em união e diálogo como compromisso. Dilma Roussef ainda mencionou a reforma política e acrescentou que uma das suas primeiras medidas antes da posse será promover ações com urgência para retomar o crescimento econômico do País. Prometeu avanços em relação a responsabilidade fiscal e combate à inflação.

No relatório, a XP Investimentos projeta:

“O que podemos esperar?
Não acreditamos que o governo reeleito “dobre a aposta”. E os maiores desafios não curto prazo são:
(a) BC – passa pela nomeação de uma diretoria adequada, que traga credibilidade, com uma política monetária que controle a inflação sem que o governo precise tomar medidas de controle de preços. A indicação de nomes é uma maneira de tentar acalmar o mercado;
(b) Política fiscal transparente e equilibrada;
(c) Subsídios setores – Como redução de impostos para linha branca, linha marrom e automóveis. Incentivo para compra de carros e gasolina subsidiada;
(d) Infraestrutura – Houve pouco investimento no segmento de infraestrutura. Concessões, licenças precisam ser acelerados para atrair capital privado com a criação de sistemas regulatórios eficientes.”

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Ainda sem efeito da eleição, Focus mantém previsões para economia

27 de outubro de 2014 1

O relatório Focus mantém a previsão para os principais indicadores da economia. O documento traz opiniões do mercado, mas os dados coletados pelo Banco Central com os analistas ainda não trazem o resultado do segundo turno das Eleições.

Inflação pelo IPCA +6,45%
Dólar R$ 2,40
Taxa de juros Selic 11% ao ano
PIB +0,27%
Produção industrial -2,24%

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