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Posts com a tag "mercado"

Mercado aumenta previsão para o dólar

28 de novembro de 2016 0

O mercado aumentou para R$ 3,35 a previsão para o dólar no fechamento de 2016. Está no relatório Focus, do Banco Central. Há quatro semanas, a previsão era R$ 3,20.

Na semana passada, o Federal Reserve divulgou documento sinalizando com força alta na taxa de juros em dezembro. Este sinal do banco central norte-americano provocou elevação no câmbio.

Outras previsões no Focus:

Inflação pelo IPCA: 6,72%
Taxa de juros Selic: 13,75% ao ano
PIB: -3,49%
Produção industrial: -6,23%

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Com Trump, mercado aumenta previsão para o dólar e para o juro no Brasil

14 de novembro de 2016 0

O Banco Central divulgou o primeiro relatório Focus após a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Já traz algum efeito do resultado nas opiniões dos analistas financeiros e das instituições para o andamento dos principais indicadores da economia brasileira.

Por exemplo, depois de vários meses, o mercado elevou a projeção para o dólar. A alta foi pequena e a previsão passou para R$ 3,22. Quando há incerteza, investidores levam seu dinheiro para moedas consideradas mais seguras.

Também houve alta na previsão para a Taxa de Juros Selic. Mercado acha agora que feche o ano em 13,75%.

Mas caiu a aposta na inflação. IPCA previsto em 6,84%. Ainda acima do teto da meta do Governo Federal.

Outras previsões:

Produção industrial -6,06%

PIB -3,37%

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Preços caem nos mercados de vizinhança e sobem nos hipermercados

08 de novembro de 2016 0
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

 

Pela primeira vez, os preços nos chamados mercados de vizinhança ficaram mais baixos do que nas grandes redes de supermercados e hipermercados. A pesquisa está sendo divulgada em evento da Associação Brasileira de Supermercados.

O levantamento mostra preço médio de uma cesta básica com 35 produtos de alimentação, higiene e limpeza em 2016:

Hiper/Supermercados R$ 233,81

Mercado de Vizinhança R$ 232,49

No ano passado, a diferença era de quase R$ 6. Mais caro nos supermercados de grandes redes.

O movimento neste ano foi de aumento de 11% nos preços nos mercadinhos. Já nas grandes lojas, aumento de 15%. Ambos, no entanto, acima da inflação geral.

Na Região Sul, foi assim:

Hiper/Supermercados +14,2%

Mercado de Vizinhança +12,1%

Uma das explicações foi o pequeno empresário buscar o consumidor de volta. Os clientes teriam migrado nos últimos anos para as grandes redes, exatamente em busca de preços menores. As margens de lucro foram reduzidas para o preço ficar competitivo.

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Preços dos imóveis para alugar seguem em queda

14 de outubro de 2016 0

A variação nominal dos preços dos imóveis para alugar ficou em 0,01% em Porto Alegre em setembro. Sobre agosto.

Mas, se for descontada a inflação, segue a queda real nos valores. O IPCA do mês foi de 0,08%.

No acumulado de 12 meses, queda nominal de 2,55%. O recuo real supera 11%, conforme o Índice FipeZap de imóveis para locação.

A rentabilidade média do aluguel está em 4,5% em Porto Alegre. A taxa de juros real ainda fica acima, 6,9%. Este indicador é calculado para projetar o retorno de colocar um imóvel para alugar.

O preço médio do metro quadrado está em R$ 21,75 em Porto Alegre.

 

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Mercado reduz previsão para inflação pela terceira semana e corta aposta no dólar

03 de outubro de 2016 0

Pela terceira semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação. Aposta que o IPCA fique em 7,23% em 2016.

O relatório Focus foi divulgado pelo Banco Central. Traz previsões dos analistas para indicadores econômicos. A inflação dos alimentos tem dado uma trégua e permitido o recuo do indicador oficial.

Outras previsões:

PIB -3,14%
Dólar R$ 3,25
Produção industrial -5,96%
Preços administrados +6,2%
Taxa de juros Selic 13,75% ao ano

 

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Mercado melhora apostas para inflação e PIB

19 de setembro de 2016 0

O mercado melhorou as previsões para a inflação e o PIB. Estão no relatório Focus, divulgado para o Banco Central.

As principais projeções:

Inflação pelo IPCA: +7,34%
PIB: -3,15%

Taxa de câmbio: R$ 3,30

Taxa de juros Selic: 13,75% ao ano

Produção industrial: -5,93%

Preços administrados: +6,3%

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Juro do cartão de crédito ultrapassa 450% ao ano

12 de setembro de 2016 0
Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

 

Caiu no rotativo? Se não pagar dívida do cartão de crédito, vai ter que encarar um juro de 451,44% ao ano. Por mês, 15,29%.

O juro do cartão de crédito é tradicionalmente o mais alto entre as taxas pesquisadas pela Associação Nacional de Executivos de Finanças. O cheque especial vem em seguida, com juro anual de 296,33%.

A pesquisa da Anefac de agostou ainda que o juro no crediário das lojas do Rio Grande do Sul voltou a subir. Em julho, tinha caído após 22 meses em alta.

Em agosto, a média das taxas de juros das operações de crédito voltou a ter elevação, o que já ocorre há 23 meses consecutivos. São pesquisadas linhas para pessoa física e jurídica.

Diretor executivo da Anefac, Miguel Oliveira atribui as elevações à inadimplência:

- Isso se dá por causa dos índices de inflação que estão mais elevados, o aumento de impostos e o de juros maiores, que reduzem a renda das famílias em todo o Brasil. Além disso, com certeza, a recessão econômica, que deve aumentar ainda mais o crescimento dos índices de desemprego. Tudo isto somado e o fato de que as expectativas para 2016 serem igualmente negativas, quanto a todas estes fatores leva as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência.

Tendência, portanto, de novas altas nos próximos meses. O que pode mudar esta expectativa é o Banco Central reduzir a taxa Selic, usada como referência para os juros do mercado.

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Empresa que coloca deficientes no mercado de trabalho é premiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento

05 de setembro de 2016 0

Quadro Na Contramão da Crise

Programa Destaque Econômico

Uma empresa de Porto Alegre foi selecionada em programa de incentivo do Banco Interamericano de Desenvolvimento. O projeto do BID apoia empreendedores afro-brasileiros.

- O Inova Capital – Programa de Apoio a Empreendedores Afro-Brasileiros identifica negócios inovadores e com alto potencial de crescimento, capacita, dá visibilidade e conecta com investidores, além de estimular a diversidade nos investimentos. – explica Luana Marques Garcia, especialista em Desenvolvimento Social da Divisão de Gênero e Diversidade do BID.

Aliás, criaram uma nova categoria para premiar o projeto de Porto Alegre. A empresária é Alyne Jobim, que criou a Integrare Acessibilidade, empresa que coloca no mercado de trabalho pessoas com deficiência.

Alyne tem 32 anos, formada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Gestão Social. Trabalhou por 13 anos em uma multinacional. Há um ano, criou a Integrare, consultoria em inclusão e acessibilidade, com a sócia Caroline Garcet. Apaixonada pela área social e, aproveitando sua experiência em Recursos Humanos, fundou a empresa ao perceber a dificuldade em incluir pessoas com deficiências no mercado de trabalho.

 

Ouça entrevista ao programa Destaque Econômico deste domingo:

 

Max Gehringer: "Tem gente mentindo para deixar o currículo mais fraco e conseguir emprego"

05 de setembro de 2016 3
Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

 

 

Administrador e consultor de carreira, Max Gehringer fala de mercado de trabalho de forma descontraída, mas clara e direta. O programa Destaque Econômico e blog Acerto de Conta$ conversaram com Max quando esteve em Porto Alegre para palestrar na Expoagas, evento da Associação Gaúcha de Supermercados.

Abaixo, um resumo da entrevista. O áudio completo está no fim deste post.

Blog Acerto de Conta$: Quando o mercado de trabalho vai reagir?

Max Gehringer: Quer a resposta que vai deixar todo mundo feliz ou o que eu acho?

Blog: O que tu acha.

Max Gehringer: Só depois das eleições para presidente. Sabemos que Lula vai se apresentar. A oposição não tem candidato forte para enfrentar. Vai provocar o que ocorreu em 2002, dólar sobe, bolsa cai. Já vimos esse filme. O governo atual sabe que não vai consertar o Brasil em um ano e meio. “Precisaremos de mais quatro anos”, esse povo que tá aí deve estar pensando.

Blog: Se o empresário não contratou até agora, vai esperar a eleição? É isso?

Max Gehringer: Sim.

Blog: E esse povo que está esperando o mercado reagir para conseguir emprego?

Max Gehringer: A opção é ser empreendedor. Não aquele que abre uma padaria. Mas aquele que presta uma consultoria, que vai fazer alguma coisa em casa.
As pessoas não ouvem o que os amigos dizem para elas desde criancinhas: “você fala bem, pinta bem, borda bem, faz cupcake bem…”. Aí, alguém diz: “que legal que você é boa nisso, mas agora vai estudar, vai fazer uma faculdade e conseguir um bom emprego”. Aí, nessas situações de desemprego, a pessoa começa a lembrar: “no que eu era bom?”.

Não tem vaga para todo mundo, os salários diminuíram… É como a dança das cadeiras: todo mundo é bom, mas tem uma cadeira a menos. Quem perdeu o emprego tem que aceitar uma vaga com salário menor, sem ter vergonha disso.

Blog: Muita gente não está conseguindo emprego por ser mais qualificada do que a vaga e, às vezes, mais do que a pessoa que seria sua gestora. Como faz?

Max Gehringer: Em entrevistas, é chegar e dizer isso. Tem gente que mente no currículo. Tira o doutorado que assusta! Tira o MBA! Antes, colocava até carteira de motorista e chapa do pulmão para fazer volume no currículo. Imagine-se atrás de uma mesa para recrutar um funcionário. Quem recrutaria? Eu recrutaria alguém que tem 10% menos do que o cargo precisa e vou pagar um curso para ele. Ele vai ficar feliz da vida. Vou buscar alguém com a experiência adequada para a função. Não mais que isso. É fácil encontrar essa pessoa, mas vamos eliminar pessoas que têm duas ou três pós-graduações, viajaram, falam mais idiomas…

 

 

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h. 

 

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Mercado começa setembro prevendo PIB pior

05 de setembro de 2016 0

Os analistas de mercado pioraram a previsão para o PIB. No primeiro relatório Focus de setembro, projetam recuo de 3,20% na economia brasileira em 2016.

O documento divulgado pelo Banco Central também mostrou alteração na projeção para o câmbio. Dólar previsto a R$ 3,26 no fechamento do ano.

Outras apostas:

Taxa de juros Selic 13,75% ao ano
Produção industrial -6,03%
Inflação pelo IPCA 7,34%
Preços administrados +6,20%

 

 

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