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Posts com a tag "mercado"

Mercado volta a piorar previsões para inflação e PIB

20 de abril de 2015 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O mercado voltou a piorar as previsões para o PIB e para a inflação. Depois de 14 semanas, os analistas tinham dado uma trégua na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na semana passada.

Para o IPCA, preveem 8,23% no fechamento do ano. A previsão da semana passada era 8,13% e o teto da meta do Governo Federal para a inflação é de 6,5%.

Já para o PIB, piorou a projeção de retração. Apostam em queda de 1,03% da economia em 2015.

Outras previsões:

Produção industrial -2,5%
Preços administrados +13%
Taxa de juros Selic 13,25%
Dólar R$ 3,21

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Vietnã e Rússia são países que mais elevaram compras de produtos gaúchos

15 de abril de 2015 0
Foto: Divulgação Porto de Rio Grande.

Foto: Divulgação Porto de Rio Grande.

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram desempenho negativo em 2014, mas alguns destinos diferentes dos embarques amenizaram o impacto. Foi o que mostrou levantamento feito por Guilherme Risco, da Fundação de Economia e Estatística.

Este ranking foi liderado por Rússia e Vietnã. Aumentos superiores a 150% nos valores comprados do Rio Grande do Sul.

O destaque dos embarques para a Rússia foi o aumento da carne suína, que ocorreu após esse país proibir a entrada de produtos da União Europeia e dos Estados Unidos. Já o farelo de soja ajudou a impulsionar as exportações para Eslovênia, Paquistão, Irã, Indonésia e Turquia. O grão de soja foi o produto com maior crescimento nas vendas para o Vietnã, enquanto o óleo de soja foi o responsável pelo bom desempenho da Índia.

Para as Filipinas, destaque para as vendas de trigo que ocorreram no final do ano. Já para a Angola, foram vendidos, principalmente, alimentos embutidos.

Os países da América Latina que se destacaram como destino das exportações gaúchas em 2014 foram impulsionados, principalmente, pela compra de produtos manufaturados, como óleo diesel para o Paraguai, carne de aves para a Venezuela, plásticos para o México e arroz para o Peru.

- Essa melhora nas vendas do Rio Grande do Sul ocorreu, em grande parte, para países que vêm sendo apontados como regiões que terão forte crescimento econômico nos próximos anos, que é o caso de Vietnã, México, Indonésia, Filipinas, Paquistão, Irã e Turquia. Esses países têm uma participação ainda modesta na pauta de exportações do Estado no momento (6,6%), mas podem compensar as vendas, quando houver um arrefecimento para destinos mais tradicionais. – analisa o pesquisador da FEE, Guilherme Risco.

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Supermercados gaúchos reduzem produtos de marca própria e abrem menos aos domingos

07 de abril de 2015 0
Foto: Julio Cavalheiro / Agencia RBS.

Foto: Julio Cavalheiro / Agencia RBS.

Sensação no início dos anos 2000, os produtos de marca própria perderam espaço nos últimos dois anos nos supermercados do Rio Grande do Sul. O resultado apareceu na pesquisa da Associação Gaúcha de Supermercados.

Em 2012, 39% dos supermercados gaúchos disponibilizavam itens de marca própria nas lojas. No ano passado, o número caiu para 16,9%.

- Nenhuma empresa estampará seu nome em um produto de baixa qualidade e, por isso, a marca própria só é produzida quando seu custo-benefício é interessante ao supermercadista e ao consumidor. – comenta o presidente da AGAS, Antônio Cesa Longo.

Atualmente, os consumidores gaúchos podem encontrar 3,8 mil itens de marca própria nos supermercados no Rio Grande do Sul.

Domingos e Feriados

A abertura aos domingos e feriados é uma das questões que preocupam a entidade. Há diversos acordos sindicais sendo fechados em municípios do interior que impedem o funcionamento das lojas nestes dias. O índice de empresas que não operam aos domingos e feriados cresceu de 20,1% em 2013 para 28,5% em 2014.

Tíquete médio

O Ranking Agas 2014 mostrou ainda uma redução do tíquete médio de compra dos gaúchos. Em 2013, cada consumidor desembolsou em média R$ 41,97 por visita ao supermercado. Já em 2014, o valor médio de compras caiu para R$ 40,49.

- É reflexo da preocupação dos consumidores em economizar. – explica Longo.

Concentração do mercado

A pesquisa mostra outra curiosidade: juntas, as dez maiores empresas de supermercados somaram um faturamento de R$ 13,1 bilhão, representando 54,3% do total do setor. Ainda há concentração, mas é menor do que em 2013, quando a participação era de 55,2%.

- Enquanto isso, a participação das dez maiores na contratação de mão de obra é de somente 46%, com 43,1 mil colaboradores, mostrando que as empresas de médio e pequeno porte apostam nos diferenciais de atendimento para conquistar mercado. – salienta o presidente da Agas.

Pelo quinto ano consecutivo, as empresas de porte médio foram as que mais cresceram no setor supermercadista gaúcho. Superaram as grandes e as pequenas.

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Como as aplicações financeiras se comportaram no primeiro trimestre?

06 de abril de 2015 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Como se portaram as aplicações financeiras no primeiro trimestre do ano?

Analista de mercado Débora Morsch:

“O dólar foi o ativo brasileiro que mais se valorizou no trimestre, com uma alta de 20,5%. O movimento de fortalecimento da moeda americana, aliado às incertezas políticas no nosso cenário interno, impulsionou a alta do dólar e este foi o pior primeiro trimestre para o real desde a desvalorização de 1999.

A cotação do ouro pegou carona e subiu 21% no trimestre.

O CDI, que serve como referência para aplicações de renda fixa, subiu 2,81% no período.

A poupança no trimestre rendeu  1,82%, bem abaixo do CDI, com a única vantagem que é isenta de Imposto de Renda.

Já as aplicações em renda variável no ano, medidas pelo Ibovespa, renderam 2,29% no trimestre. O ano começou muito nervoso, com o Ibovespa chegando a operar em queda de 7%.

Só saíram notícias negativas: a inflação disparando, riscos de racionamento de água e energia, crise política, ajustes fiscais, aumento da tarifa de energia elétrica e combustível, demissões, além da crise da Petrobras devido à Operação Lava Jato e novas operações envolvendo corrupção. Entretanto, aos poucos parece que o pior talvez já tenha sido deixado para trás. O risco de racionamento de energia já está sendo afastado com as chuvas de março melhores que a média histórica. O ajuste fiscal está bem encaminhado para ser aprovado pelo Congresso e a presidente Dilma está colocando a aprovação como prioridade. O ano de 2015 vai ser difícil, mas se todos os ajustes forem feitos de uma só vez, a recuperação vem mais rápido e os investidores já começam a mirar para 2016.

Nos dois primeiros dias de abril, a bolsa de valores já subiu 3,9%. O ano de 2015 é para arrumar a casa. Não vai ser fácil, mas os ajustes são necessários para que o País ingresse em um novo ciclo de crescimento econômico.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Mercado projeta dólar maior, inflação maior e queda maior do PIB

06 de abril de 2015 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

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Há 14 semanas, o mercado piora as previsões para a inflação e para o PIB. Há seis relatórios Focus, os analistas elevam a projeção para o dólar no fim do ano.

A pesquisa é feita pelo Banco Central todas as semanas e no relatório divulgado nesta segunda-feira, as projeções para 2015 passaram para:

Inflação pelo IPCA +8,20%
Preços administrados +13%
Dólar R$ 3,25
PIB -1,01%
Produção industrial -2,64%
Taxa de juros Selic 13,25% ao ano

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Mercado já projeta inflação acima de 8% em 2015

23 de março de 2015 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O mercado passou a projetar inflação de 8,12% no fim do ano. A previsão para o IPCA piora há 12 semanas, segundo o relatório Focus, pesquisa feita pelo Banco Central.

Novamente, aumentou a previsão de queda do PIB. Para os analistas consultados, a economia brasileira deve fechar o ano com retração de 0,83%.

Outras previsões:

Produção industrial -2,19%
Preços administrados +12,6%
Dólar R$ 3,15
Taxa de juros Selic 13% ao ano

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Desemprego cai com menos pessoas procurando trabalho

25 de fevereiro de 2015 2

A taxa de desemprego caiu em janeiro na Região Metropolitana de Porto Alegre. Passou de 6,1% em dezembro para 5,8% em janeiro.

No entanto, caiu o número de pessoas empregadas. O que provoca, portanto, a redução da taxa de desemprego é porque menos pessoas estão procurando trabalho.

Esta mudança no comportamento fez com que menos 9 mil indivíduos estivessem no grupo de Pessoas Economicamente Ativas. É sobre este número que é calculada a taxa de desemprego.

Construção civil e comércio cortaram postos de trabalho. Já indústria e serviços contrataram.

O rendimento médio teve uma pequena queda para o total de ocupados, aumento para os assalariados e redução para os trabalhadores autônomos.

Janeiro / janeiro

Em relação a janeiro do ano passado, a taxa de desemprego subiu. Estava em 5,7%.

A pesquisa é feita por FEE, Dieese e Fundação Gaúcha do Trabalho.

Leia mais:

Cai segurança do gaúcho em relação ao emprego

Novos empregos formais pagam salários baixos

Rio Grande do Sul teve segundo pior impacto sobre o emprego da indústria brasileira

Comércio e serviços respondem por mais da metade dos empregos formais no Rio Grande do Sul

 

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Análise: Tendência para o dólar é de alta

17 de fevereiro de 2015 0

Mercado Financeiro no Destaque Econômico

Qual tendência o mercado projeta para o dólar?

Analista de mercado Débora Morsch:

“A alta recente do dólar reflete os últimos dados negativos sobre a economia brasileira e a expectativa de que o banco central americano comece a subir os juros já em junho de 2015. Os dados divulgados da economia brasileira após a virada do ano apontam para uma forte deterioração do cenário. Do lado fiscal, a meta de superávit primário de 1,2% do PIB estabelecida pela nova equipe econômica dificilmente será alcançada neste ano. Ao estabelecer essa meta, o ministro Joaquim Levy trabalhava com a expectativa de que o País encerraria 2014 com um superávit entre 0 e 0,2% do PIB. Porém, o resultado final foi de um déficit de 0,6% do PIB no período, o que aumenta o esforço fiscal necessário para o cumprimento da nova meta. Além disso, Levy trabalhava com uma expectativa de um crescimento entre 0% e 0,5% para a economia do país neste ano. Hoje, as estimativas apontam para uma contração do PIB em pelo menos 0,5%. Essa atividade fraca deverá reduzir a arrecadação do governo no ano. Com isso, parte do mercado já espera que a nova equipe tenha que rever a meta estabelecida. Além disso, a possibilidade de um racionamento de energia, a crise de água e a forte inflação também pesam contra a economia. Dessa forma, houve uma forte deterioração do cenário interno neste início de ano.
Do lado externo, volta a expectativa que o Federal Reserve, banco central americano, eleve os juros em 2015, já que os dados mais recentes mostram que o mercado de trabalho dos Estados Unidos segue forte e a economia americana segue crescendo. Essa mudança nas expectativas para a economia brasileira e americana pode explicar a disparada do dólar e a continuidade desse movimento.

O próprio ministro da Fazenda, falou em declaração que não tem a intenção de manter o câmbio “artificialmente valorizado”. No mês, a cotação do dólar está subindo 5,6%, no ano de 2015, alta de 6,8% e em doze meses alta de 17,8%.”

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Mercado projeta economia estagnada em 2015

09 de fevereiro de 2015 1
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

O mercado está projetando crescimento zero para o PIB em 2015. A previsão de economia estagnada apareceu no relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

É o sexto corte consecutivo na previsão. Na semana passada, os analistas apostavam em avanço de 0,03%. Há um mês, era 0,4%.

Ainda no Focus desta semana, os analistas elevaram a previsão para a inflação. Apostam em IPCA de 7,15% no fechamento do ano.

Outras previsões:

Dólar R$ 2,80
Taxa de juros Selic 12,5% ao ano
Produção industrial +0,44%

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Mercado projeta inflação acima de 7% em 2015

02 de fevereiro de 2015 0
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.

Os analistas de mercado elevaram novamente a previsão para a inflação oficial do País em 2015. Projetam agora IPCA em 7,01%. Pressões fortes do aumento da energia elétrica e dos combustíveis.

O dado está no relatório Focus, pesquisa feita pelo Banco Central com instituições da economia. Há quatro semanas, o IPCA previsto era de 6,56%.

A previsão fica acima do teto da meta do Governo Federal. É 6,5%.

Para o PIB, um forte corte na previsão. O mercado prevê crescimento de apenas 0,03% na economia. Na semana anterior, a previsão era de 0,13%.

Dólar: R$ 2,80
Taxa de juros Selic: 12,5% ao ano
Produção industrial: +0,50%

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