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Posts com a tag "orçamento"

Brasileiro deixa de pagar cartão de crédito e até conta de luz para gastar com futebol

13 de setembro de 2016 2

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Mais de 20% dos torcedores admitem: gastos com produtos e serviços relacionados ao futebol desequilibram o orçamento mensal. O estudo é do SPC Brasil.

Pessoal já deixou de pagar conta para comprar ingressos de jogos ou camisetas do time. Com isso, atrasaram fatura do cartão de crédito, conta de telefone e até de luz!

As aquisições de itens relacionadas ao futebol já deixaram dois em cada dez torcedores com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes. A consequência é o CPF negativado.

E afeta também a poupança. Conforme a pesquisa, 44% dos torcedores colocaram no futebol a culpa por não poupar dinheiro.

O descontrole é maior entre quem tem 18 e 24 anos. Por nível social, pior entre consumidores das Classes C, D e E.

Considerando o último mês, o gasto médio por torcedor atingiu R$ 256. Mais da metade dos entrevistados disse que não anota ou controla os gastos com futebol.

O educador financeiro José Vignoli lembra que o futebol está fortemente ligado ao campo das emoções. Por isso, desperta o lado mais impulsivo dos consumidores, prejudicando inclusive as finanças.

- O time do coração ocupa um espaço importante na vida dos torcedores e isso se reflete nos hábitos de consumo. O problema é quando os gastos acabam desequilibrando o orçamento com compras não planejadas e excesso de endividamento.

A dica é:

O mais indicado é que a pessoa reserve uma parte do orçamento para esses gastos e respeite os limites traçados. Sempre de acordo com a realidade financeira da família.

 

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Onde a crise fez os gaúchos cortarem gastos?

13 de setembro de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$ no Diário Gaúcho. Todas as terças. 

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 

Endividamento involuntário

Tem um tipo de endividamento que preocupa bastante, é o endividamento involuntário. São contas básicas, como luz, água, condomínio. Despesas que são fixas. Até podem ser reduzidas, mas a pessoa não tem como optar em não ter estas contas.

Há profissionais de finanças quem nem consideram estas despesas básicas como dívidas. Mas tornam-se dívidas a partir do momento em que não são pagas.

Por menor que seja o juro, compromete parte importante do orçamento da família. Sem falar do impacto emocional e na qualidade de vida da pessoa ter a luz cortada por falta de pagamento.

E as contas básicas têm subido. Ao longo de 2015, foram aumentos fortes na energia elétrica e combustíveis, por exemplo.

Pesquisa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo mostra que este comprometimento maior da renda com despesas básicas “impediu” o consumidor de fazer algo que gostava. Para conseguir equilibrar as contas no final do mês, 87,5% dos gaúchos apertam o cinto nas despesas com lazer.

- Isso inclui idas ao cinema, restaurantes, viagens, shows, teatro… – explica o presidente da AGV, Vilson Noer.

Já 37,5% diminuíram as compras no supermercado. Outros 34,4% cortaram na conta do celular.

Também foram apontados na lista de enxugamento de gastos: luz, transporte e TV a cabo.

Mas será que as famílias mudaram?

Perguntaram para a coluna dia desses se as famílias sairão da crise mais “educadas financeiramente”. Difícil dizer.

O consumo de luz, por exemplo, voltou a subir aqui no Sul. Já era a economia que as pessoas fizeram para absorver o aumento forte no ano passado? Será que o gaúcho se acostumou com o valor alto da conta de luz?

A coluna pediu que a AGV incluísse essa pergunta na pesquisa e 88,9% dos entrevistados disseram que estão mais educados financeiramente. Mas 47,1% adquiriram dívidas em 2016 com bancos e/ou financiamentos, 35,3% com cartão de crédito e 17,6% com cartão de lojas.

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Dinheiro é - disparado - o principal motivo das brigas de casais

15 de junho de 2016 3
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

 

O dinheiro aparece no topo do ranking dos motivos de brigas de casais. Na primeira e na segunda posição das causas mais citadas para os conflitos em casa:

37,5% – forma de gastar o dinheiro
31,5% – falta de dinheiro

E bem depois, aparecem:

25,7% – divisão das tarefas domésticas
19,6% – ciúme
17,1% – educação dos filhos
14,6% – bebidas e cigarros

A pesquisa é do SPC Brasil. Ouviu mulheres, que também relataram que os seus principais gastos são com roupas, calçados e produtos para o cabelo.

Mas mais do que a falta, o problema é o consenso quando ao dinheiro.

- Muitos casais enfrentam dificuldades para chegar a um consenso sobre os hábitos de consumo de um e de outro e também sobre a melhor forma de administrar as finanças da família. Uma boa dica é separar uma quantia mensal do orçamento para que cada um possa fazer seus gastos individuais, sem a interferência do outro. Isso ajuda até na manutenção da autoestima, pois cada um vai se sentir responsável em fazer bom uso deste dinheiro. – orienta o educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

 

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Seis sequelas que a crise deixará na economia brasileira

16 de maio de 2016 0
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Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Apesar de sinais que mostram melhora na confiança do consumidor e de empresários, a crise deixará sequelas na economia brasileira. Além das empresas, o economista da Fundação de Economia e Estatística, Jéfferson Colombo reforça as consequências na economia das famílias.

- As famílias estão empobrecendo, saindo da classe média para a classe baixa em uma velocidade muito rápida. Além disso, estamos em uma situação de “armadilha” da pobreza, onde que é pobre permanece pobre.

A pedido da Gaúcha e blog Acerto de Conta$, o economista listou custos de médio e longo prazos da recessão:

1) Depreciação de capital fixo, obsolescência: a crise faz com que as empresas não tenham recursos (nem apetite para risco, dado que não há demanda) para investir em renovação de máquinas, modernização de equipamentos e expansão de capacidade produtiva. Há pelo menos três canais pelo qual a crise afeta os investimentos corporativos: fluxo de caixa (menos recursos gerados internamente pelas empresas), condições de oferta (crédito escasso e caro), e condições de demanda (incertezas, falta de dinamismo econômico). Com o rápido avanço tecnológico mundial, a ausência de investimentos em bens de capital mais produtivos prejudica a competitividade e a inserção internacional das empresas brasileiras.

2) Despesas públicas com educação: a recessão atinge fortemente investimentos em todos os níveis de ensino. Com a queda na arrecadação de estados e municípios, há falta de recursos para os ensinos básico e fundamental, justamente onde os retornos de longo prazo da educação são maiores (educação de qualidade nos anos de ensino iniciais tendem a gerar um retorno positivo permanente na renda dos indivíduos). Embora não sejam mensurados nos indicadores de curto prazo da economia, o corte de investimentos em educação derivado da crise reduz a capacidade de crescimento econômico no futuro porque a economia não aumenta o estoque de capital humano. Além disso, por afetar as famílias mais pobres, contribui para a persistência da desigualdade socioeconômica brasileira.

3) Incentivos de estudar e trabalhar: a crise faz com que gastos considerados supérfluos pelas famílias, como educação privada, sejam cortados devido à redução do poder aquisitivo. Somado a isso, a queda na renda domiciliar faz com que muitos jovens tenham de entrar no mercado de trabalho muito cedo para complementar o orçamento doméstico. Do ponto de vista macroeconômico, abandonar investimentos em educação de qualidade, que trazem retornos de longo prazo aos indivíduos, a sua família e a terceiros, é fato socialmente indesejável.

4) Inovação, Pesquisa e desenvolvimento: Esses investimentos são considerados os motores do crescimento econômico de longo prazo. E a crise atinge em cheio investimentos em P&D. Brasil investe 1,2% do PIB nessa rubrica, enquanto China e Europa investem 2%. Líder é a Coréia do Sul: 4,4%. Durante crises, as fontes de investimento público e a geração de caixa das companhias se deterioram, e as empresas acabam cortando investimentos nessas áreas.

5) Infraestrutura e investimento: além da parcela do orçamento público alocada em infraestrutura ser historicamente baixa no Brasil (1,47%, em 2014; outros países emergentes, como Índia, chegam a 8%; mesmo países desenvolvidos, como EUA, investem 2,9%), a rigidez orçamentária torna o investimento a parte mais frágil da despesa pública. Diante da impossibilidade de cortar outros gastos, as despesas de capital foram reduzidas em 34% em 2015, incluindo obras de infraestrutura importantes no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Como resultado, a economia não consegue aumentar sua produtividade de médio e longo prazos.

6) Alto número de falências (destruição da matriz produtiva): dados da Junta Comercial do Rio Grande do Sul mostram que 94% mais negócios foram extintos em 2015 (15.604 em 2015, ante 8.046 em 2014). A crise brasileira – e seus elementos que limitam a ação das empresas, como o aumento do custo de capital, a alta do dólar, aumento do custo de insumos como energia elétrica, combustíveis, etc. – reflete esse fenômeno. O fechamento massificado de empresas afeta toda a cadeia de produção e deteriora também o ambiente concorrencial (podendo trazer consequências inclusive para a inflação futura). Além disso, a atividade empreendedora originada de períodos de crise prolongada é tipicamente associada ao trabalho por conta própria, derivado de necessidade (como consequência da perda do emprego, por exemplo) e não de vocação. Isso pode aprofundar a já elevada taxa de mortalidade das empresas brasileiras, especialmente as jovens.

 

Ouça entrevista com o economista da FEE Jéfferson Colombo:

 

 

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Luzes acesas: brasileiro desperdiça 1,5 hora de energia por dia

21 de abril de 2016 1
Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

 

 

Ao deixar luzes acessas sem necessidade, o brasileiro desperdiça em média 1,5 hora por dia de energia elétrica. É o levantamento sobre o consumo inútil feito pela empresa Lutron Eletronics.

A pesquisa mostrou ainda que seis em cada dez pessoas deixam a luz acesa ao sair do cômodo. E esta seria uma ação básica para reduzir a conta de luz no fim do mês.

Onde o brasileiro mais esquece a luz acesa: quartos e cozinha. Aparelhos eletrônicos ligados simultaneamente também consomem muita energia elétrica.

- A iluminação corresponde, em média, a 20% do valor da conta de energia de uma residência. – afirma a diretora de Marketing para a América Latina da Lutron, Alejandra León.

Para quem pensa em usar a tecnologia para resolver esse problema, há os sensores de presença, que ligam as luzes quando há movimentação, ou os dimmers, interruptores que regulam o nível de luz.

 

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Mais de 80% dos brasileiros ajustaram orçamento para enfrentar a crise

12 de abril de 2016 0
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

 

Pesquisa do SPC Brasil mostra que 85,9% dos brasileiros ajustaram o orçamento doméstico para enfrentar a crise financeira. Houve mudanças significativas de comportamento.

Por exemplo:

87% estão dedicando mais tempo para pesquisar preços
81% estão evitando comprometer a renda com a compra de calçados e roupas

No entanto, a pesquisa mostra também que 44% dos entrevistados estão com as finanças descontroladas.

Veja as restrições que os brasileiros adotaram:

79% estão evitando comprar produtos e serviços que sempre estiveram acostumados
77% passaram a optar por produtos de marcas mais baratas
76% deixaram de viajar
71% deixaram de sair com os amigos para bares e restaurantes

Gastos com produtos de beleza; e serviços como internet e celular e TV por assinatura também foram alvos de cortes. Só que em menor menor proporção. Mais no fim da lista, está deixar de ir à academia e abandonar cursos de idioma, escolas particulares ou faculdades.

 

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Quatro em cada dez gaúchos gastam mais do que ganham

18 de fevereiro de 2016 0

bancocentral

Pesquisa do Instituto Index mostrou que 37,2% dos entrevistados gastam mais do que ganham. Sempre. Outros 9,5% respondem que, às vezes, as despesas superam a receita da casa.

Diretor do instituto, Caco Arais ressalta que aumentou bastante o percentual. No ano passado, a mesma pesquisa mostrou que 29% dos gaúchos entrevistados gastavam mais do que ganham.

Abaixo, o perfil de quem gasta mais do que ganha. Em vermelho, os maiores índices.

Sexo
Mulheres 39,8% gastam mais
Homens 35%

Idade
16 a 24 anos 40%
25 a 44 anos 38,1%
45 a 59 anos 37,9%
+ de 60 anos 30,2%

Escolaridade
Fundamental incompleto 32,6%
Fundamental completo 36,2%
Ensino médio 39,9%
Ensino superior 42,1%

Renda
até 2 salários mínimos 35,9%
2 a 5 s.m. 37,7%
6 a 10 s.m. 32,5%
+ de 10 s.m. 42,3%

Este recorte econômico feito pelo Instituto Index faz parte da pesquisa “O que pensam os gaúchos”.

Empresa cria orçamento online para pequenos construtores

27 de abril de 2015 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico. Por Babiana Mugnol (babiana.mugnol@rdgaucha.com.br).

A Technique Engenharia desenvolveu uma plataforma na internet para fazer um orçamento online. O cliente insere as principais medidas e materiais de construção para que seja calculado o custo do projeto. Dependendo do tamanho da obra, o orçamento pode sair em até dois dias. Chamado de Custo Expresso, o serviço é destinado a construções residenciais com até 400 metros quadrados ou ainda pequenos edifícios.

Engenheiro e sócio, Rogério Severo diz que a ferramenta foi criada pensando nos pequenos empreendedores do programa Minha Casa Minha Vida. O custo deste orçamento é R$ 900 e foi formulado a partir da expectativa de economia com o planejamento.

- Empresas que não controlam seus custos chegam a ter perdas ou gastos a mais da ordem de 25 a 30% em pequenas construções.

A empresa tem sede em Porto Alegre e avalia ampliar a opção para pequenas obras, como reformas de casas.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Dica da Semana - Livro: Mande no $eu Dinheiro

09 de março de 2015 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Livro: Mande no $eu Dinheiro – Finanças Pessoais sem Mistério e Livre de Dívidas

Autor: Rogério Cauduro

“É um livro que eu escrevi baseado na história “Os Três Porquinhos”. É uma forma didática e bem simples de a gente entender como funciona no financeiro o orçamento das famílias. Por experiência em sala de aula, eu vi que contando uma história fica mais fácil de compreender as coisas. Então a proposta do livro é exatamente essa: é a gente ver centenas de conceitos, formas de organizar e controlar as finanças pessoais de uma forma bem tranquila. Essa ideia do livro, tenho certeza, vai ajudar muitas famílias que estão precisando de um melhor controle de suas finanças”.

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Cartão de crédito nem sempre é vilão

11 de março de 2014 0

Confira a coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

Nem sempre é um vilão

A coluna está sempre alertando os endividados, mas o cartão de crédito nem sempre é um vilão. Quem é bem organizado e controlado pode usá-lo como uma boa ferramenta no orçamento.

Uma das coisas boas é que o cartão reúne a maior parte dos gastos do mês em um único lugar: a fatura. O documento ajuda, então, na organização dos gastos.

Outra dica é ter um bom programa de pontos. Podem ser trocados por produtos ou milhas para passagens aéreas.

Superintendente de investimentos da Agiplan, Eliseu Colman resume bem:

- Crédito é como cerveja. Beba, mas com moderação.

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