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Posts com a tag "orçamento"

Faxine as finanças - Educador financeiro diz que 25% do teu gasto vai em supérfluos

11 de outubro de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

 

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

 

 

*** 25% ***

Essa é a estimativa do quanto do que você gasta vai em supérfluos. Ou seja, coisas que poderiam ser cortadas da lista de despesas tranquilamente.

Presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, Reinaldo Domingos é taxativo:

- As pessoas sempre dizem que não têm mais onde reduzir os gastos, mas, depois quando fazem uma análise, observam que é possível.

Como descobrir onde cortar? Faça um diagnóstico da vida financeira por 30 dias. Anote tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas.

Tem uma grande chance de você ver um cenário bem diferente do que imagina.

Em vez de pegar o café da máquina, opte pelo café do refeitório. São só R$ 2 por dia? Dá uns R$ 40 por mês e quase R$ 500 por ano. E você nem deixa, na verdade, de tomar café.

Mas Domingos alerta:

- Não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia.

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Brasileiro deixa de pagar cartão de crédito e até conta de luz para gastar com futebol

13 de setembro de 2016 2

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Mais de 20% dos torcedores admitem: gastos com produtos e serviços relacionados ao futebol desequilibram o orçamento mensal. O estudo é do SPC Brasil.

Pessoal já deixou de pagar conta para comprar ingressos de jogos ou camisetas do time. Com isso, atrasaram fatura do cartão de crédito, conta de telefone e até de luz!

As aquisições de itens relacionadas ao futebol já deixaram dois em cada dez torcedores com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes. A consequência é o CPF negativado.

E afeta também a poupança. Conforme a pesquisa, 44% dos torcedores colocaram no futebol a culpa por não poupar dinheiro.

O descontrole é maior entre quem tem 18 e 24 anos. Por nível social, pior entre consumidores das Classes C, D e E.

Considerando o último mês, o gasto médio por torcedor atingiu R$ 256. Mais da metade dos entrevistados disse que não anota ou controla os gastos com futebol.

O educador financeiro José Vignoli lembra que o futebol está fortemente ligado ao campo das emoções. Por isso, desperta o lado mais impulsivo dos consumidores, prejudicando inclusive as finanças.

- O time do coração ocupa um espaço importante na vida dos torcedores e isso se reflete nos hábitos de consumo. O problema é quando os gastos acabam desequilibrando o orçamento com compras não planejadas e excesso de endividamento.

A dica é:

O mais indicado é que a pessoa reserve uma parte do orçamento para esses gastos e respeite os limites traçados. Sempre de acordo com a realidade financeira da família.

 

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Onde a crise fez os gaúchos cortarem gastos?

13 de setembro de 2016 0

Coluna Acerto de Conta$ no Diário Gaúcho. Todas as terças. 

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 

Endividamento involuntário

Tem um tipo de endividamento que preocupa bastante, é o endividamento involuntário. São contas básicas, como luz, água, condomínio. Despesas que são fixas. Até podem ser reduzidas, mas a pessoa não tem como optar em não ter estas contas.

Há profissionais de finanças quem nem consideram estas despesas básicas como dívidas. Mas tornam-se dívidas a partir do momento em que não são pagas.

Por menor que seja o juro, compromete parte importante do orçamento da família. Sem falar do impacto emocional e na qualidade de vida da pessoa ter a luz cortada por falta de pagamento.

E as contas básicas têm subido. Ao longo de 2015, foram aumentos fortes na energia elétrica e combustíveis, por exemplo.

Pesquisa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo mostra que este comprometimento maior da renda com despesas básicas “impediu” o consumidor de fazer algo que gostava. Para conseguir equilibrar as contas no final do mês, 87,5% dos gaúchos apertam o cinto nas despesas com lazer.

- Isso inclui idas ao cinema, restaurantes, viagens, shows, teatro… – explica o presidente da AGV, Vilson Noer.

Já 37,5% diminuíram as compras no supermercado. Outros 34,4% cortaram na conta do celular.

Também foram apontados na lista de enxugamento de gastos: luz, transporte e TV a cabo.

Mas será que as famílias mudaram?

Perguntaram para a coluna dia desses se as famílias sairão da crise mais “educadas financeiramente”. Difícil dizer.

O consumo de luz, por exemplo, voltou a subir aqui no Sul. Já era a economia que as pessoas fizeram para absorver o aumento forte no ano passado? Será que o gaúcho se acostumou com o valor alto da conta de luz?

A coluna pediu que a AGV incluísse essa pergunta na pesquisa e 88,9% dos entrevistados disseram que estão mais educados financeiramente. Mas 47,1% adquiriram dívidas em 2016 com bancos e/ou financiamentos, 35,3% com cartão de crédito e 17,6% com cartão de lojas.

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Dinheiro é - disparado - o principal motivo das brigas de casais

15 de junho de 2016 3
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

 

O dinheiro aparece no topo do ranking dos motivos de brigas de casais. Na primeira e na segunda posição das causas mais citadas para os conflitos em casa:

37,5% – forma de gastar o dinheiro
31,5% – falta de dinheiro

E bem depois, aparecem:

25,7% – divisão das tarefas domésticas
19,6% – ciúme
17,1% – educação dos filhos
14,6% – bebidas e cigarros

A pesquisa é do SPC Brasil. Ouviu mulheres, que também relataram que os seus principais gastos são com roupas, calçados e produtos para o cabelo.

Mas mais do que a falta, o problema é o consenso quando ao dinheiro.

- Muitos casais enfrentam dificuldades para chegar a um consenso sobre os hábitos de consumo de um e de outro e também sobre a melhor forma de administrar as finanças da família. Uma boa dica é separar uma quantia mensal do orçamento para que cada um possa fazer seus gastos individuais, sem a interferência do outro. Isso ajuda até na manutenção da autoestima, pois cada um vai se sentir responsável em fazer bom uso deste dinheiro. – orienta o educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

 

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Seis sequelas que a crise deixará na economia brasileira

16 de maio de 2016 0
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Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Apesar de sinais que mostram melhora na confiança do consumidor e de empresários, a crise deixará sequelas na economia brasileira. Além das empresas, o economista da Fundação de Economia e Estatística, Jéfferson Colombo reforça as consequências na economia das famílias.

- As famílias estão empobrecendo, saindo da classe média para a classe baixa em uma velocidade muito rápida. Além disso, estamos em uma situação de “armadilha” da pobreza, onde que é pobre permanece pobre.

A pedido da Gaúcha e blog Acerto de Conta$, o economista listou custos de médio e longo prazos da recessão:

1) Depreciação de capital fixo, obsolescência: a crise faz com que as empresas não tenham recursos (nem apetite para risco, dado que não há demanda) para investir em renovação de máquinas, modernização de equipamentos e expansão de capacidade produtiva. Há pelo menos três canais pelo qual a crise afeta os investimentos corporativos: fluxo de caixa (menos recursos gerados internamente pelas empresas), condições de oferta (crédito escasso e caro), e condições de demanda (incertezas, falta de dinamismo econômico). Com o rápido avanço tecnológico mundial, a ausência de investimentos em bens de capital mais produtivos prejudica a competitividade e a inserção internacional das empresas brasileiras.

2) Despesas públicas com educação: a recessão atinge fortemente investimentos em todos os níveis de ensino. Com a queda na arrecadação de estados e municípios, há falta de recursos para os ensinos básico e fundamental, justamente onde os retornos de longo prazo da educação são maiores (educação de qualidade nos anos de ensino iniciais tendem a gerar um retorno positivo permanente na renda dos indivíduos). Embora não sejam mensurados nos indicadores de curto prazo da economia, o corte de investimentos em educação derivado da crise reduz a capacidade de crescimento econômico no futuro porque a economia não aumenta o estoque de capital humano. Além disso, por afetar as famílias mais pobres, contribui para a persistência da desigualdade socioeconômica brasileira.

3) Incentivos de estudar e trabalhar: a crise faz com que gastos considerados supérfluos pelas famílias, como educação privada, sejam cortados devido à redução do poder aquisitivo. Somado a isso, a queda na renda domiciliar faz com que muitos jovens tenham de entrar no mercado de trabalho muito cedo para complementar o orçamento doméstico. Do ponto de vista macroeconômico, abandonar investimentos em educação de qualidade, que trazem retornos de longo prazo aos indivíduos, a sua família e a terceiros, é fato socialmente indesejável.

4) Inovação, Pesquisa e desenvolvimento: Esses investimentos são considerados os motores do crescimento econômico de longo prazo. E a crise atinge em cheio investimentos em P&D. Brasil investe 1,2% do PIB nessa rubrica, enquanto China e Europa investem 2%. Líder é a Coréia do Sul: 4,4%. Durante crises, as fontes de investimento público e a geração de caixa das companhias se deterioram, e as empresas acabam cortando investimentos nessas áreas.

5) Infraestrutura e investimento: além da parcela do orçamento público alocada em infraestrutura ser historicamente baixa no Brasil (1,47%, em 2014; outros países emergentes, como Índia, chegam a 8%; mesmo países desenvolvidos, como EUA, investem 2,9%), a rigidez orçamentária torna o investimento a parte mais frágil da despesa pública. Diante da impossibilidade de cortar outros gastos, as despesas de capital foram reduzidas em 34% em 2015, incluindo obras de infraestrutura importantes no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Como resultado, a economia não consegue aumentar sua produtividade de médio e longo prazos.

6) Alto número de falências (destruição da matriz produtiva): dados da Junta Comercial do Rio Grande do Sul mostram que 94% mais negócios foram extintos em 2015 (15.604 em 2015, ante 8.046 em 2014). A crise brasileira – e seus elementos que limitam a ação das empresas, como o aumento do custo de capital, a alta do dólar, aumento do custo de insumos como energia elétrica, combustíveis, etc. – reflete esse fenômeno. O fechamento massificado de empresas afeta toda a cadeia de produção e deteriora também o ambiente concorrencial (podendo trazer consequências inclusive para a inflação futura). Além disso, a atividade empreendedora originada de períodos de crise prolongada é tipicamente associada ao trabalho por conta própria, derivado de necessidade (como consequência da perda do emprego, por exemplo) e não de vocação. Isso pode aprofundar a já elevada taxa de mortalidade das empresas brasileiras, especialmente as jovens.

 

Ouça entrevista com o economista da FEE Jéfferson Colombo:

 

 

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Luzes acesas: brasileiro desperdiça 1,5 hora de energia por dia

21 de abril de 2016 1
Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS.

 

 

Ao deixar luzes acessas sem necessidade, o brasileiro desperdiça em média 1,5 hora por dia de energia elétrica. É o levantamento sobre o consumo inútil feito pela empresa Lutron Eletronics.

A pesquisa mostrou ainda que seis em cada dez pessoas deixam a luz acesa ao sair do cômodo. E esta seria uma ação básica para reduzir a conta de luz no fim do mês.

Onde o brasileiro mais esquece a luz acesa: quartos e cozinha. Aparelhos eletrônicos ligados simultaneamente também consomem muita energia elétrica.

- A iluminação corresponde, em média, a 20% do valor da conta de energia de uma residência. – afirma a diretora de Marketing para a América Latina da Lutron, Alejandra León.

Para quem pensa em usar a tecnologia para resolver esse problema, há os sensores de presença, que ligam as luzes quando há movimentação, ou os dimmers, interruptores que regulam o nível de luz.

 

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Mais de 80% dos brasileiros ajustaram orçamento para enfrentar a crise

12 de abril de 2016 0
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

 

Pesquisa do SPC Brasil mostra que 85,9% dos brasileiros ajustaram o orçamento doméstico para enfrentar a crise financeira. Houve mudanças significativas de comportamento.

Por exemplo:

87% estão dedicando mais tempo para pesquisar preços
81% estão evitando comprometer a renda com a compra de calçados e roupas

No entanto, a pesquisa mostra também que 44% dos entrevistados estão com as finanças descontroladas.

Veja as restrições que os brasileiros adotaram:

79% estão evitando comprar produtos e serviços que sempre estiveram acostumados
77% passaram a optar por produtos de marcas mais baratas
76% deixaram de viajar
71% deixaram de sair com os amigos para bares e restaurantes

Gastos com produtos de beleza; e serviços como internet e celular e TV por assinatura também foram alvos de cortes. Só que em menor menor proporção. Mais no fim da lista, está deixar de ir à academia e abandonar cursos de idioma, escolas particulares ou faculdades.

 

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Quatro em cada dez gaúchos gastam mais do que ganham

18 de fevereiro de 2016 0

bancocentral

Pesquisa do Instituto Index mostrou que 37,2% dos entrevistados gastam mais do que ganham. Sempre. Outros 9,5% respondem que, às vezes, as despesas superam a receita da casa.

Diretor do instituto, Caco Arais ressalta que aumentou bastante o percentual. No ano passado, a mesma pesquisa mostrou que 29% dos gaúchos entrevistados gastavam mais do que ganham.

Abaixo, o perfil de quem gasta mais do que ganha. Em vermelho, os maiores índices.

Sexo
Mulheres 39,8% gastam mais
Homens 35%

Idade
16 a 24 anos 40%
25 a 44 anos 38,1%
45 a 59 anos 37,9%
+ de 60 anos 30,2%

Escolaridade
Fundamental incompleto 32,6%
Fundamental completo 36,2%
Ensino médio 39,9%
Ensino superior 42,1%

Renda
até 2 salários mínimos 35,9%
2 a 5 s.m. 37,7%
6 a 10 s.m. 32,5%
+ de 10 s.m. 42,3%

Este recorte econômico feito pelo Instituto Index faz parte da pesquisa “O que pensam os gaúchos”.

Empresa cria orçamento online para pequenos construtores

27 de abril de 2015 0

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico. Por Babiana Mugnol (babiana.mugnol@rdgaucha.com.br).

A Technique Engenharia desenvolveu uma plataforma na internet para fazer um orçamento online. O cliente insere as principais medidas e materiais de construção para que seja calculado o custo do projeto. Dependendo do tamanho da obra, o orçamento pode sair em até dois dias. Chamado de Custo Expresso, o serviço é destinado a construções residenciais com até 400 metros quadrados ou ainda pequenos edifícios.

Engenheiro e sócio, Rogério Severo diz que a ferramenta foi criada pensando nos pequenos empreendedores do programa Minha Casa Minha Vida. O custo deste orçamento é R$ 900 e foi formulado a partir da expectativa de economia com o planejamento.

- Empresas que não controlam seus custos chegam a ter perdas ou gastos a mais da ordem de 25 a 30% em pequenas construções.

A empresa tem sede em Porto Alegre e avalia ampliar a opção para pequenas obras, como reformas de casas.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Dica da Semana - Livro: Mande no $eu Dinheiro

09 de março de 2015 0

Dica da Semana no Destaque Econômico

Livro: Mande no $eu Dinheiro – Finanças Pessoais sem Mistério e Livre de Dívidas

Autor: Rogério Cauduro

“É um livro que eu escrevi baseado na história “Os Três Porquinhos”. É uma forma didática e bem simples de a gente entender como funciona no financeiro o orçamento das famílias. Por experiência em sala de aula, eu vi que contando uma história fica mais fácil de compreender as coisas. Então a proposta do livro é exatamente essa: é a gente ver centenas de conceitos, formas de organizar e controlar as finanças pessoais de uma forma bem tranquila. Essa ideia do livro, tenho certeza, vai ajudar muitas famílias que estão precisando de um melhor controle de suas finanças”.

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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